<br />
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{"id":6200,"date":"2011-08-01T14:10:02","date_gmt":"2011-08-01T17:10:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=6200"},"modified":"2011-08-02T12:10:14","modified_gmt":"2011-08-02T15:10:14","slug":"portaria-594-do-ministro-da-justica-uma-medida-de-excecao-editada-em-pleno-estado-democratico-de-direito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2011\/08\/portaria-594-do-ministro-da-justica-uma-medida-de-excecao-editada-em-pleno-estado-democratico-de-direito\/","title":{"rendered":"PORTARIA 594 &#8211; DO MINISTRO DA JUSTI\u00c7A &#8211; (UMA MEDIDA DE EXCE\u00c7\u00c3O, EDITADA EM PLENO ESTADO DEMOCR\u00c1TICO DE DIREITO)"},"content":{"rendered":"<p><a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6201\" title=\"Monstro_Jur\u00eddico_2\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/Monstro_Jur\u00eddico_2.jpg\" alt=\"Monstro_Jur\u00eddico_2\" width=\"400\" height=\"600\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">UMA MEDIDA DE EXCE\u00c7\u00c3O, <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">EDITADA EM PLENO ESTADO DEMOCR\u00c1TICO DE DIREITO<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/PORTARIA.594-MJ-2004+ANEXO_I.pdf\" target=\"_self\"><strong>Portaria 594\/MJ-2004 e seu ANEXO I<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>&#8230;Esta Portaria determinou a instaura\u00e7\u00e3o, ex-oficio, de processos de anula\u00e7\u00e3o das portarias em que foi reconhecido a condi\u00e7\u00e3o de anistiados pol\u00edticos e concedidas as consequentes repara\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas em favor de 495 Cabos da Aeron\u00e1utica, sob o fundamento de, \u00e0 \u00e9poca da edi\u00e7\u00e3o da Portaria 1.104GM3\/64, do Minist\u00e9rio da Aeron\u00e1utica, os interessados n\u00e3o ostentavam status de Cabo. Assim, diversamente do que se dera com os Cabos ent\u00e3o em servi\u00e7o, a Portaria 1.104GM3\/64 n\u00e3o os teria atingido como ato de exce\u00e7\u00e3o de natureza pol\u00edtica mas, sim, como mero regulamento administrativo das prorroga\u00e7\u00f5es do Servi\u00e7o Militar&#8230;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong>Esse foi o Entendimento Jur\u00eddico(!) que serviu de base para o\u00a0MONSTRO JUR\u00cdDICO\u00a0que vem se avolumando, ao longo dos anos pois se, quando da edi\u00e7\u00e3o da mesma a \u201ct\u00e1tica\u201d foi\u00a0<strong>dividir a classe em dois par\u00e2metros, cassando-se logo um, enfraquecendo-a e, a outro, arrumar-se-ia um meio de, posteriormente, arrancar-lhe o direito ( via, agora, os nove (9) itens de denega\u00e7\u00e3o de direitos \u2013 <\/strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/Documento12.pdf\" target=\"_self\"><strong>Portaria 134\/MJ-AGU\/2011<\/strong><\/a><strong> e <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/ANEXO-Portaria-134-MJ-2011.pdf\" target=\"_self\">ANEXO<\/a>) &#8211; maquiav\u00e9lica. <\/strong>Posto que, aquele Novo Entendimento serviu de base para, n\u00e3o apenas anular as 495 anistias j\u00e1 concedidas, como indeferir os requerimentos, em tramita\u00e7\u00e3o (mesmo que protegido pela Lei de Anistia, a S\u00famula 2002.07.0003\/CA e a Legisla\u00e7\u00e3o pret\u00e9rita que confirma, oficialmente, a persegui\u00e7\u00e3o imposta aos Cabos, daquele per\u00edodo, dentre outros), hoje, se voltam, tamb\u00e9m, para os Pr\u00e9-64 &#8211; assim o\u00a0<strong>Monstro <\/strong>vem se avolumando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para que houvesse um Novo Entendimento Jur\u00eddico(!), teria que ser baseado em Lei, no nosso caso, daquele MOMENTO HIST\u00d3RICO, bem como \u00a0que todos, ANISTIADOS e REQUERENTES, fossem NOTIFICADOS, um a um, para que pudessem usufruir dos diplomas legais que s\u00e3o <strong>AMPLA DEFESA<\/strong> e <strong>CONTRADIT\u00d3RIO<\/strong>. Perguntas, perguntas, perguntas: <strong>ALGU\u00c9M FOI NOTIFICADO, NAQUELA DATA?; <\/strong>&#8211; \u00a0<span style=\"color: #ff0000;\"><strong>P\u00d4DE CONTRADITAR?<\/strong><\/span>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>O NOVO ENTENDIMENTO FOI BASEADO EM ALGUMA LEI, DAQUELES ANOS, EM QUEST\u00c3O? <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; \u00a0<strong> \u00c9 OU N\u00c3O \u00c9 UM MONSTRO JUR\u00cdDICO?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">O perigo, quando se cria um Monstro Jur\u00eddico \u00e9 que,\u00a0<strong>ele se alimenta de seus pr\u00f3prios rejeitos, se avoluma at\u00e9 se tornar um fardo para os idealizadores que, para se isentarem-se de culpa, passam a acreditar mais na intransig\u00eancia do monstro e mais ele pesa, prejudica v\u00e1rios inocentes, afronta o Estado Democr\u00e1tico de Direito, induz funcion\u00e1rios a desmandos administrativos (pelo n\u00e3o cumprimento da Lei), at\u00e9 que um dia, quer queira ou n\u00e3o, independente da pessoa do juiz, e eles v\u00e3o saborear o fel dos males que causaram. <\/strong>Infelizmente que \u00e9 por isso que mentira vira meia verdade at\u00e9 que vem \u00e0 tona a verdadeira inten\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>MENTIRA, e o tempo est\u00e1 chegando<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei que regula o Processo Administrativo no \u00e2mbito da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica federal, estabelece que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #333300;\">Art 2\u00ba &#8230;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #333300;\">Par\u00e1grafo \u00danico &#8211; nos processos administrativos ser\u00e3o observados, dentre outros, os crit\u00e9rios de:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #333300;\">XIII &#8211; interpreta\u00e7\u00e3o de norma administrativa de forma que melhor garanta o atendimento do fim p\u00fablico a que se dirige <\/span><strong><span style=\"color: #333300;\">vedada a aplica\u00e7\u00e3o retroativa de nova interpreta\u00e7\u00e3o.<\/span> <\/strong><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>(<\/strong><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">isso n\u00e3o aconteceu)<\/span><\/strong><strong>.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui, v\u00ea-se que o <strong>Monstro Jur\u00eddico <\/strong>n\u00e3o podia interferir nas Anistias j\u00e1 concedidas e nem nos requerimentos pois, atingia, dentre outros, o\u00a0<strong>Instituto da Isonomia, <\/strong>j\u00e1 que os fundamentos das anistias \u00a0e dos requerimentos s\u00e3o os mesmo (baseados em Lei e n\u00e3o em ideologias) e, \u00e9 a mesma classe, na mesma condi\u00e7\u00e3o. Raz\u00e3o pela qual n\u00e3o pode haver altera\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rio da Administra\u00e7\u00e3o. No nosso caso, prevalece a LITERALIDADE da Lei de Anistia e da S\u00famula 2002.07.0003\/CA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acrescentando que\u00a0<strong>h\u00e1 o impedimento de aplica\u00e7\u00e3o retroativa de nova interpreta\u00e7\u00e3o restritiva da norma jur\u00eddica. <\/strong>Alegam que n\u00e3o houve mudan\u00e7a de interpreta\u00e7\u00e3o e sim de reconhecimento de viola\u00e7\u00e3o legal\u00a0<strong>(para eles, n\u00e3o existiram os seguintes documentos oficiais: Dec-Lei 9.698\/46; Lei 1.585\/52, Lei 2.370\/54, Lei 4.375\/64; Lei 5.774\/71, Lei 4.902\/65; Decreto 68.951\/71e Medida Provis\u00f3ria 65\/02, dentre outros). <\/strong>Inexplicavelmente, se utilizam da <strong>Lei 9.784\/99<\/strong>, vejam a aberra\u00e7\u00e3o, o nosso caso est\u00e1 configurado na legisla\u00e7\u00e3o passada (com a comprova\u00e7\u00e3o, de sua inconstitucionalidade,\u00a0pela Lei de Anistia e a S\u00famula Administrativa 2002.07.0003\/CA), tentam arrancar o nosso Direito com base numa Lei, que n\u00e3o viveu aquele momento hist\u00f3rico, e nem tem afinidade com o passado. Vejam que isso j\u00e1 \u00e9 influ\u00eancia do <strong>MONSTRO JUR\u00cdDICO<\/strong>, a Lei j\u00e1 foi contaminada por ele\u00a0<span style=\"color: #ff0000;\">(qualquer aluno do primeiro ano de qualquer faculdade de Direito sabe, que uma lei s\u00f3 retroage para beneficiar)<\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Com base na Lei 9.784\/99, Art. 5\u00ba e 10.559\/02, Art. 17, anularam as anistias\u00a0<strong>validamente concedidas <\/strong>e <strong>indeferiram<\/strong>, em consequ\u00eancia, os requerimentos restantes sob a seguinte \u00f3tica:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> I &#8211; \u00e0 \u00e9poca da\u00a0edi\u00e7\u00e3o da Portaria 1.104GM3\/64, os interessados n\u00e3o ostentavam o status de Cabo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> II &#8211; a Portaria 1.104GM3\/64 n\u00e3o os atingiu como ato de exce\u00e7\u00e3o de natureza \u00a0pol\u00edtica mas, sim, como regulamento administrativo das prorroga\u00e7\u00f5es do Servi\u00e7o Militar;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> III &#8211; os Cabos que ingressaram posteriormente tinham pr\u00e9vio conhecimento da referida Portaria 1.104GM3\/64. <\/strong><span style=\"color: #ff0000;\">(sinceramente, a \u00f3tica \u00e9 totalmente ilegal, sendo que esse \u00faltimo como \u00e9 mentiroso, aqui est\u00e3o as digitais da\u00a0<strong>mentira<\/strong>)<\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o houve <span style=\"text-decoration: underline;\">erro de fato<\/span>, ou reconhecimento de viola\u00e7\u00e3o legal com rela\u00e7\u00e3o ao direito posto que:\u00a0<strong>\u00a8n\u00e3o pode haver legalidade num entendimento que contrarie a Lei, a Lei \u00e9 o Ordenamento Jur\u00eddico, entendimento \u00e9 a id\u00e9ia de qualquer um, com qualquer interesse\u00a8.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os <strong>Pr\u00e9-64<\/strong> &#8211; ela cassou direitos e expectativas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os <strong>P\u00f3s-64<\/strong> &#8211; ela <span style=\"text-decoration: underline;\">ignorou normas superiores<\/span>, que garantiam a perman\u00eancia na Ativa at\u00e9 atingirem a idade limite de 45 anos mas, se opondo \u00e0s normas superiores (anteriores, atuais \u00e0 <strong>\u00e9poca<\/strong> e posteriores), a Portaria 1.104GM3\/64 continuou mandando os Cabos embora, quando completavam oito anos de servi\u00e7o, ignorando-lhes o direito \u00e0 estabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A prop\u00f3sito da natureza e objetivos da Portaria 1.104GM3\/64, cabe ainda citar o trecho do voto do Relator, \u00e0 \u00e9poca, Ministro Nelson Jobim do STF, no Agravo Regimental no Recurso Extraordin\u00e1rio 329.656-6:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a8O conte\u00fado pol\u00edtico da Portaria 1.104GM3\/64 \u00e9 induvidoso pois editada num momento hist\u00f3rico em que procurava punir oficiais considerados subversivos, por suas concep\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-ideol\u00f3gicas, atrav\u00e9s de mascarados atos administrativo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong>Em 18 de novembro de 1982, o Ministro da Aeron\u00e1utica, com base no Cap\u00edtulo XXI, do Decreto 57.654\/64, editado 18 anos antes, revoga a Portaria 1.104GM3\/64, atrav\u00e9s da Portaria 1.371GM3\/82, autorizando a concess\u00e3o de reengajamento aos Cabos da Ativa, com a condi\u00e7\u00e3o de <strong>\u00a8ser o requerente insuspeito de professar doutrinas ou adotar princ\u00edpios nocivos \u00e0 disciplina Militar, \u00e0 ordem p\u00fablica e institui\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas vigentes no pa\u00eds ou de pertencer a quaisquer\u00a0 grupos que adotem tais doutrinas e princ\u00edpios\u00a8<\/strong><strong> <\/strong><span style=\"color: #ff0000;\">(esse texto, incrustado na Portaria 1.371GM3\/82 \u00e9 a prova terminal mandada pro futuro de como os Cabos foram perseguidos naqueles anos de chumbo, n\u00e3o s\u00e3o ila\u00e7\u00f5es e sim o testemunho da autoridade m\u00e1xima da Aeron\u00e1utica, em 1982)<\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Vale destacar, tendo em conta a hierarquia das leis, que \u00e9 inv\u00e1lida a norma inferior que limita direito n\u00e3o restrito pela norma superior.\u00a0 (isso \u00e9 b\u00e1sico e de conhecimento obrigat\u00f3rio de qualquer <strong>data v\u00eania de final de semana<\/strong>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Ora, se o Decreto 57.654\/64 previa a estabilidade para o Cabo que atingisse 10 anos de servi\u00e7o, a partir de sua edi\u00e7\u00e3o, por ser norma inferior, uma Portaria Ministerial n\u00e3o poderia ir contra aquela norma, enquanto estivesse em vigor. Decerto que, num determinado momento hist\u00f3rico, legalmente, a Portaria deixou de existir, se \u00e9 que existiu. Por\u00e9m, sua \u201calma\u201d passou a assombrar todos aqueles que sofreram em sua vig\u00eancia sendo que, de 2004, pr\u00e1 c\u00e1, ela se amancebou com a <strong>Portaria 594\/MJ\/2004<\/strong> e s\u00e3o duas desgra\u00e7as que temos que combater. O ir\u00f4nico \u00e9 que a Lei nos protege mas parece que do outro lado n\u00e3o tem muita afinidade com o Estado Democr\u00e1tico de Direito.\u00a0 D\u00e1 pr\u00e1 sentir um aroma de anarquismo muito denso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A decad\u00eancia do direito de anula\u00e7\u00e3o das anistias, com base na <strong>Portaria 594\/MJ\/2004<\/strong>, de acordo com a Lei 9.784\/99, estabelece:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a8Art 54 \u2013 o direito da Administra\u00e7\u00e3o de anular os atos administrativos que decorram efeitos favor\u00e1veis para os destinat\u00e1rios decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada m\u00e1-f\u00e9\u00a8.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong>As portarias de Anistia, a que se refere a <strong>594\/MJ\/2004<\/strong>, foram editadas em 2001 e 2002. Por\u00e9m ela n\u00e3o determinou a anula\u00e7\u00e3o daquelas portarias mas, sim\u00a0 a instaura\u00e7\u00e3o, ex-of\u00edcio, de processo de anula\u00e7\u00e3o daquelas portarias. Para que elas chegassem a ser anuladas, por meio de an\u00e1lise individualizada dos casos e mediante portarias espec\u00edficas, deveriam passar pelo devido processo legal, observadas as garantias do contradit\u00f3rio e da ampla defesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, apesar de terem sido editadas em 2001 e 2002, apenas em dezembro de 2008, ou seja, passados mais de 6, contrariamente \u00e0 Lei, a Comiss\u00e3o de Anistia aprovou\u00a0 procedimentos para a anula\u00e7\u00e3o, com base nos quais, as portarias de anula\u00e7\u00e3o foram assinadas e publicadas no DOU, de 22\/12\/2008. <span style=\"color: #ff0000;\">(por incr\u00edvel que pare\u00e7a \u00e9 isso que vem acontecendo, uma irregularidade atr\u00e1s da outra e para que a anterior seja esquecida e tudo isso foi por conta da <strong>Mentira <\/strong>instalada.)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Transcorrido o prazo decadencial (<strong>de acordo com a Lei 9.784\/99<\/strong>), que n\u00e3o se interrompe e nem se suspende, \u00e9 certo que as portarias de anula\u00e7\u00e3o n\u00e3o poderiam mais ser editadas em 2008. <strong>\u00a8O FORTALECIMENTO DO ESTADO DEMOCR\u00c1TICO DE DIREITO PASSA, OBRIGATORIAMENTE, PELO CUMPRIMENTO DE LEI, O SEU DESCUMPRIMENTO LEVA, FOR\u00c7OSAMENTE, AO CAMPO DAS IMPROBIDADES\u00a8.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong>A rigor, o direito a que fazemos jus, para ser sacramentado, precisa apenas que se cumpra a Lei 10.559\/02, que seja aplicada seguindo os princ\u00edpios e objetivos presentes em sua g\u00eanese. <strong>\u201cCUMPRA-SE A LEI\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Vejam que tudo, aqui narrado, \u00e9 de conhecimento ostensivo.\u00a0 O composto Legislativo \u00e9 um verdadeiro salvo-conduto para sermos abra\u00e7ados pelo Instituto da Anistia. Por\u00e9m, de forma vazia, infundada e desprovida de nexo, a persegui\u00e7\u00e3o continua implac\u00e1vel. Tenho raz\u00e3o quando digo que a <strong>Portaria 594\/MJ\/2004<\/strong>, veio com o intuito de dividir para fragilizar e, mais adiante, destruir o direito de outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">As coisas que n\u00e3o entendo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #800000;\">I \u2013 Por que a determina\u00e7\u00e3o de arrancar o direito dos que foram perseguidos pela Portaria 1.104GM3\/64, eram todos subalternos;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #800000;\">II \u2013 Ser\u00e1 que pode um funcion\u00e1rio p\u00fablico, ou um grupo, transit\u00f3rio ou permanente, agir de forma oposta \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o, sem penalidade e, quando a verdade vem \u00e0 tona, \u00e9 l\u00edcito insistir na irregularidade com o n\u00edtido intuito de n\u00e3o reconhecer o direito legal a quem pertence;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #800000;\">III \u2013 ser\u00e1 mesmo que exista institui\u00e7\u00e3o que co\u00edba esse tipo de coisa;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #800000;\">IV \u2013 \u00e9 democr\u00e1tico o que vem acontecendo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #800000;\">V \u2013 ou o cumprimento da Lei faz-se apenas quando se tem interesse;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #800000;\">VI \u2013 ser\u00e1 que esse termos jur\u00eddicos, verdadeiros baluartes do Direito, quase sempre extra\u00eddos de passado distante, servem apenas para descontra\u00e7\u00e3o, no auge das pendengas, ou simplesmente para encher \u00a8ling\u00fci\u00e7a\u00a8&#8230;<\/span><\/p>\n<p><strong> <\/strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p><strong>LUIZ PAULO TENORIO<\/strong><br \/>\nCabo da FAB, 1970\/1978<br \/>\nPerseguido pelas Portarias 1.104GM3\/64 e 594\/MJ\/2004<br \/>\nMesmo assim\u00a0 &#8211; Cidad\u00e3o<\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><strong><em> <\/em><\/strong><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/_2zYbI1cQkto\/TReAULJTaZI\/AAAAAAAABbI\/OdcfK1f75DY\/S269\/27-04-09_1209aB32.jpg\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" title=\"gvlima15_jpg\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" alt=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" height=\"48\" \/><\/a><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Postado por Gilvan Vanderlei<br \/>\nEx-Cabo da FAB \u2013 V\u00edtima da Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\nE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>UMA MEDIDA DE EXCE\u00c7\u00c3O, EDITADA EM PLENO ESTADO DEMOCR\u00c1TICO DE DIREITO Portaria 594\/MJ-2004 e seu ANEXO I &#8230;Esta Portaria determinou a instaura\u00e7\u00e3o, ex-oficio, de processos de anula\u00e7\u00e3o das portarias em que foi reconhecido a condi\u00e7\u00e3o de anistiados pol\u00edticos e concedidas as consequentes repara\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas em favor de 495 Cabos da Aeron\u00e1utica, sob o fundamento de, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-6200","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2011"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6200","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6200"}],"version-history":[{"count":19,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6200\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6213,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6200\/revisions\/6213"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6200"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6200"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6200"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}