<br />
<b>Warning</b>:  file_exists(): open_basedir restriction in effect. File(core/post-comments) is not within the allowed path(s): (/home/militarpos64/:/tmp:/opt/remi/php72/root/usr/share:/usr/local/php/7.2/lib/php:/usr/share:/etc/pki/tls/certs:./:/dev/urandom) in <b>/home/militarpos64/www/wp-includes/blocks.php</b> on line <b>763</b><br />
{"id":56144,"date":"2023-02-02T17:51:38","date_gmt":"2023-02-02T20:51:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=56144"},"modified":"2023-02-02T17:52:09","modified_gmt":"2023-02-02T20:52:09","slug":"a-quem-interessar-possa-saber-e-conhecer-com-quem-iremos-lidar-na-atual-ca-mdhc-opiniao-os-sentidos-da-anistia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2023\/02\/a-quem-interessar-possa-saber-e-conhecer-com-quem-iremos-lidar-na-atual-ca-mdhc-opiniao-os-sentidos-da-anistia\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa saber e conhecer com quem iremos lidar na atual CA\/MDHC&#8230;. OPINI\u00c3O &#8211; Os sentidos da anistia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-56145\" height=\"426\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130.jpg\" width=\"425\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130.jpg 425w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130-385x385.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><span style=\"font-size:16px;\"><strong>Cristiano Ot&aacute;vio Paix&atilde;o Araujo Pinto&nbsp;<\/strong>&eacute; professor da Faculdade de Direito da UnB. Subprocurador-Geral do Trabalho.<br \/>\n\t<strong>Conselheiro da Comiss&atilde;o de Anistia do Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania.<\/strong> <\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><main class=\"span12\" id=\"content\" role=\"main\"><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/repassando-not\u00edcias-3.1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"420\" height=\"180\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-52520\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/repassando-not\u00edcias-3.1.jpg\" style=\"width: 420px; height: 180px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/repassando-not\u00edcias-3.1.jpg 420w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/repassando-not\u00edcias-3.1-385x165.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/a><\/p>\n<div class=\"item-page\" itemscope=\"\" itemtype=\"http:\/\/schema.org\/Article\">\n<div class=\"social_share\" id=\"btns-share\">\n<h2 itemprop=\"name\"><img decoding=\"async\" alt=\"UnB Not\u00edcias\" src=\"https:\/\/noticias.unb.br\/images\/logo_unbnoticias.png\" \/><\/h2>\n<p itemprop=\"name\"><strong><span style=\"font-size:16px;\">OPINI&Atilde;O<\/span><\/strong><\/p>\n<p itemprop=\"name\"><span style=\"color:#006400;\"><strong><span style=\"font-size:16px;\">Os sentidos da anistia<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:12px;\"><time datetime=\"2023-01-31T09:33:56-03:00\" itemprop=\"datePublished\">31\/01\/2023<\/time><br \/>\n\t\t\tCristiano Paix&atilde;o<\/span><\/p>\n<div class=\"articleBody\" itemprop=\"articleBody\">\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">O tema da anistia voltou ao centro dos debates pol&iacute;ticos no Brasil. Isso ocorreu por duas raz&otilde;es: (1) a recomposi&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o de Anistia mediante <a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-n-31-de-16-de-janeiro-de-2023-458262690\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Portaria <\/a>do ministro Silvio de Almeida publicada em 17 de janeiro<sup>1<\/sup> ; (2) as demandas, formuladas por setores expressivos da sociedade civil, pela nega&ccedil;&atilde;o da anistia a crimes cometidos por agentes p&uacute;blicos nos &uacute;ltimos anos, resumidas na express&atilde;o &ldquo;<strong><a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/politica\/ultimas-noticias\/2023\/01\/09\/o-que-e-anistia-e-por-que-termo-e-parte-de-protestos-contra-atos-golpistas.htm\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">sem anistia<\/a>!<\/strong>&rdquo;<sup>2<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">H&aacute;, nessas situa&ccedil;&otilde;es, dois sentidos diferentes do termo anistia. Precisamos definir com aten&ccedil;&atilde;o esses significados. O conceito de anistia sofre transforma&ccedil;&otilde;es n&atilde;o apenas em seu uso, mas tamb&eacute;m como resultado de disputas interpretativas. O campo sem&acirc;ntico da anistia no Brasil nunca foi monol&iacute;tico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">No primeiro caso, trata-se da reconstru&ccedil;&atilde;o do Estado Democr&aacute;tico de Direito, t&atilde;o abalado pelas <strong><a href=\"https:\/\/www.academia.edu\/50281535\/Nostalgia_restauradora_e_retorno_ao_passado_o_sentido_das_pr%C3%A1ticas_desconstituintes_no_Brasil_atual\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">pr&aacute;ticas desconstituintes<\/a><\/strong> dos &uacute;ltimos anos, especialmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; repara&ccedil;&atilde;o devida a v&iacute;timas do regime militar brasileiro<sup>3<\/sup>. A Comiss&atilde;o de Anistia &eacute; &oacute;rg&atilde;o de Estado, voltado ao cumprimento de uma diretriz constitucional. O art. 8&ordm; do Ato das Disposi&ccedil;&otilde;es Constitucionais Transit&oacute;rias concede anistia aos que &ldquo;foram atingidos, em decorr&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, por atos de exce&ccedil;&atilde;o, institucionais ou complementares&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Essa anistia tem o claro sentido de repara&ccedil;&atilde;o e reconhecimento. Repara&ccedil;&atilde;o devida &agrave;s v&iacute;timas do regime, que foram atingidas de diversas formas: desaparecidas, assassinadas, torturadas, detidas de modo arbitr&aacute;ria, enviadas ao ex&iacute;lio, demitidas, expulsas de universidades, perseguidas por for&ccedil;a de suas convic&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas. Reconhecimento da extrema iniquidade e do car&aacute;ter autorit&aacute;rio do regime militar (respons&aacute;vel pela pr&aacute;tica de crimes contra a humanidade ao longo de 21 anos de repress&atilde;o) e da inadi&aacute;vel necessidade de adotar pol&iacute;ticas destinadas a evitar a repeti&ccedil;&atilde;o ou o retorno do regime ditatorial.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">No segundo caso, a exorta&ccedil;&atilde;o &ldquo;sem anistia!&rdquo; se dirige contra um uso espec&iacute;fico do termo anistia. Quando uma parcela importante da sociedade brasileira se coloca contra todo e qualquer tipo de concilia&ccedil;&atilde;o ou negocia&ccedil;&atilde;o em torno de poss&iacute;veis puni&ccedil;&otilde;es a crimes graves (incluindo o genoc&iacute;dio), o que se procura evitar &eacute; o sentido da anistia como perd&atilde;o ou como esquecimento. Foi exatamente esse o uso feito pelo governo militar &ndash; e seus apoiadores civis &ndash; no final da ditadura. Para compreender essa distor&ccedil;&atilde;o criada pelo regime, &eacute; fundamental lembrar elementos da hist&oacute;ria da resist&ecirc;ncia no Brasil &ndash; e da disputa em torno do termo anistia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">O que se constata, pela an&aacute;lise das fontes relacionadas &agrave; resist&ecirc;ncia ao regime instaurado a partir de abril de 1964, &eacute; a conex&atilde;o entre duas demandas: concess&atilde;o de anistia e convoca&ccedil;&atilde;o de uma Assembleia Nacional Constituinte. Em meados da d&eacute;cada de 1970, ambas as reivindica&ccedil;&otilde;es come&ccedil;am a ganhar for&ccedil;a, ainda que existam manifesta&ccedil;&otilde;es anteriores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Em 1975 foi fundado o Movimento Feminino pela Anistia, liderado por Terezinha Zerbini, esposa de um general legalista que se op&ocirc;s ao golpe de 1964 e foi punido pelo regime. O movimento expandiu-se rapidamente pelo pa&iacute;s, com a mobiliza&ccedil;&atilde;o de muitos setores da sociedade &ndash; familiares de v&iacute;timas, igrejas, sindicatos, representa&ccedil;&atilde;o estudantil e v&aacute;rios outros. Em 1978 foi criado o Comit&ecirc; Brasileiro pela Anistia. Houve ent&atilde;o uma campanha nacional de ampla repercuss&atilde;o. Como dito por Bernardo Kucinski, os objetivos do movimento &ldquo;v&atilde;o al&eacute;m da anistia em seu sentido restrito e compreendem a busca e a descoberta do que aconteceu com os desaparecidos, a den&uacute;ncia das condi&ccedil;&otilde;es de vida dos presos pol&iacute;ticos, press&otilde;es pela soltura de brasileiros presos por outros regimes repressivos na Am&eacute;rica Latina&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Est&aacute; claro, portanto, que aquele movimento pela anistia foi, antes de tudo, um movimento contra a ditadura e pela redemocratiza&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s (&eacute; importante frisar que esses atores sociais tinham bem viva a mem&oacute;ria do per&iacute;odo democr&aacute;tico compreendido entre 1945 e 1964). O termo anistia estava associado ao retorno da democracia, &agrave; capacidade do Brasil de ser uma sociedade solid&aacute;ria e livre. Nada havia de perd&atilde;o, concilia&ccedil;&atilde;o ou esquecimento naquela luta.Por&eacute;m, no momento de transformar a bandeira pela anistia em texto legal, operou-se a transforma&ccedil;&atilde;o de sentido.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Em 1979, o governo militar apresentou ao Congresso Nacional um projeto de anistia visando a isentar agentes do regime que cometeram viola&ccedil;&otilde;es aos direitos humanos. O projeto foi aprovado por uma margem estreita de votos &ndash; e, com isso, a anistia serviu como instrumento de impunidade e esquecimento (Lei n&ordm; 6.683\/79). Foi uma esp&eacute;cie de anistia extorquida, o uso parasit&aacute;rio de um conceito que provinha da sociedade civil com muita for&ccedil;a e capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o. E como bem assinala Lucas Pedretti, essa anistia veio marcada pela sombra de uma amea&ccedil;a &agrave;s vezes velada, &agrave;s vezes expl&iacute;cita: os militares diziam que a passagem para a democracia deveria ocorrer &ldquo;sem revanchismo&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&Eacute; fundamental notar, contudo, que a hist&oacute;ria n&atilde;o terminou ali.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Foi promulgada, em 5 de outubro de 1988, a Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica. Ela foi produzida por uma Assembleia Nacional Constituinte eleita de modo democr&aacute;tico, que atuou em conson&acirc;ncia com amplos setores da sociedade civil. E, evidentemente, sua vig&ecirc;ncia significa uma ruptura com o ordenamento jur&iacute;dico preexistente, que inclui a Lei de Anistia de 1979. Isso foi al&eacute;m da simples substitui&ccedil;&atilde;o de um documento por outro; operou-se uma transforma&ccedil;&atilde;o na base do direito e da pol&iacute;tica. Enfim, houve um processo que exigiu a redefini&ccedil;&atilde;o de todo o ordenamento.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Como vimos, h&aacute; uma origem &ldquo;democratizante&rdquo; na luta pela anistia. Ela n&atilde;o foi reivindicada como uma &ldquo;anistia-esquecimento&rdquo;. Ela foi veiculada sob o signo da redemocratiza&ccedil;&atilde;o. E &eacute; esse sentido que veio se concretizar em 1988, numa perspectiva hist&oacute;rica de lutas por reconhecimento, democratiza&ccedil;&atilde;o e inclus&atilde;o. Com isso fica claro o equ&iacute;voco da interpreta&ccedil;&atilde;o concedida pelo Supremo Tribunal Federal ao instituto da anistia. No julgamento da ADPF 153, o STF permaneceu preso &agrave; l&oacute;gica da anistia extorquida pelos militares em 1979 &ndash; como se a ruptura de 1988 n&atilde;o houvesse existido . A cada dia que passa, mais anacr&ocirc;nica soa a decis&atilde;o do STF (especialmente ap&oacute;s reiteradas manifesta&ccedil;&otilde;es da Corte Interamericana dos Direitos Humanos no sentido da impossibilidade de concess&atilde;o de anistia em crimes contra a humanidade ).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Em 2023, num momento de reconstru&ccedil;&atilde;o da democracia, a <strong>Comiss&atilde;o de Anistia<\/strong> tem o dever de reafirmar o compromisso do Estado brasileiro com a repara&ccedil;&atilde;o e o reconhecimento. &Eacute; esse o sentido constitucional do instituto da anistia &ndash; o &uacute;nico poss&iacute;vel no contexto de uma ordem jur&iacute;dica democr&aacute;tica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_______<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">1.<strong> <a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-n-31-de-16-de-janeiro-de-2023-458262690\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Portaria n&ordm; 31, de 16 de janeiro de 2023<\/a><\/strong>, do Ministro dos Direitos Humanos e Cidadania.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">2. <strong><a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/politica\/ultimas-noticias\/2023\/01\/09\/o-que-e-anistia-e-por-que-termo-e-parte-de-protestos-contra-atos-golpistas.htm\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">O que &eacute; anistia e por que termo &eacute; parte de protestos contra atos golpistas?<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">3. Cf. texto de minha autoria: <strong><a href=\"https:\/\/www.academia.edu\/50281535\/Nostalgia_restauradora_e_retorno_ao_passado_o_sentido_das_pr%C3%A1ticas_desconstituintes_no_Brasil_atual\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Nostalgia restauradora e retorno ao passado: o sentido das pr&aacute;ticas desconstituintes no Brasil atual<\/a>.<\/strong><\/span><\/p>\n<div style=\"position: absolute; left: -99999px; text-align: justify;\">O que &eacute; anistia e por que termo &eacute; parte de protestos contra atos golpistas? &#8230; &#8211; Veja mais em https:\/\/noticias.uol.com.br\/politica\/ultimas-noticias\/2023\/01\/09\/o-que-e-anistia-e-por-que-termo-e-parte-de-protestos-contra-atos-golpistas.htm?cmpid=copiaecola<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"425\" height=\"426\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-56145\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130.jpg\" style=\"width: 48px; height: 78px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130.jpg 425w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/27jan2023_profCristianoPaixao_raquelaviani3130-385x385.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><\/a><br \/>\n\t\t\t\t<span style=\"font-size:14px;\"><strong><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/1954550903457962\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Cristiano Ot&aacute;vio Paix&atilde;o Araujo Pinto<\/a>&nbsp;<\/strong>&eacute; professor da Faculdade de Direito da UnB. Subprocurador-Geral do Trabalho. <strong>Conselheiro da Comiss&atilde;o de Anistia do Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania.<\/strong> Integrante do Coletivo Transforma MP e da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD). Coordena grupos de pesquisa &quot;Percursos, Narrativas, Fragmentos: Hist&oacute;ria do Direito e do Constitucionalismo&quot; e &ldquo;Eixos, planos, fic&ccedil;&otilde;es: grupo brasiliense de direito e arte&rdquo; (CNPq\/UnB). Foi Coordenador de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da Comiss&atilde;o An&iacute;sio Teixeira de Mem&oacute;ria e Verdade da UnB.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"creditoconteudo\">ATEN&Ccedil;&Atilde;O &ndash; O conte&uacute;do dos artigos &eacute; de responsabilidade do autor, expressa sua opini&atilde;o sobre assuntos atuais e n&atilde;o representa a vis&atilde;o da Universidade de Bras&iacute;lia. As informa&ccedil;&otilde;es, as fotos e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que n&atilde;o haja altera&ccedil;&atilde;o de sentido em seu conte&uacute;do.<\/span><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-size:12px;\">Site Pesquisado da Mat&eacute;ria acima publicada: <a href=\"https:\/\/noticias.unb.br\/artigos-main\/6289-os-sentidos-da-anistia\"><strong>UnBNOT&Iacute;CIAS<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\" style=\"color: rgb(51, 51, 51); font-family: &quot;Arial Narrow&quot;, Arial; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 700; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: right; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 204); text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"color: rgb(255, 153, 0); text-decoration: none; font-weight: bold;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" style=\"border-width: 0px; padding: 2px; background-color: rgb(247, 247, 247);\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t\t\t<span style=\"font-family: &quot;comic sans ms&quot;, cursive;\">Postado por&nbsp;<b>Gilvan VANDERLEI<\/b><br \/>\n\t\t\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM36<br \/>\n\t\t\tooE-mail&nbsp;<b><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\" style=\"color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: underline; font-weight: bold;\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/b><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><\/main><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cristiano Ot&aacute;vio Paix&atilde;o Araujo Pinto&nbsp;&eacute; professor da Faculdade de Direito da UnB. Subprocurador-Geral do Trabalho. Conselheiro da Comiss&atilde;o de Anistia do Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania.<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"class_list":["post-56144","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2023"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56144","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56144"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56144\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56151,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56144\/revisions\/56151"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56144"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56144"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56144"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}