<br />
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{"id":56090,"date":"2023-01-21T15:20:40","date_gmt":"2023-01-21T18:20:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=56090"},"modified":"2023-01-22T22:53:29","modified_gmt":"2023-01-23T01:53:29","slug":"a-quem-interessar-possa-tomar-conhecimento-e-acionar-seu-patrono-comissao-de-anistia-precisa-revisar-indeferimentos-dizem-entidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2023\/01\/a-quem-interessar-possa-tomar-conhecimento-e-acionar-seu-patrono-comissao-de-anistia-precisa-revisar-indeferimentos-dizem-entidades\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa tomar conhecimento e acionar seu patrono&#8230; &#8220;Comiss\u00e3o de Anistia precisa revisar indeferimentos, dizem entidades&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-56095\" height=\"385\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Ene\u00e1-de-Stutz-e-Almeida-Presidente-da-Comiss\u00e3o-de-Anistia-2023-3-385x385.jpg\" width=\"385\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Ene\u00e1-de-Stutz-e-Almeida-Presidente-da-Comiss\u00e3o-de-Anistia-2023-3-385x385.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Ene\u00e1-de-Stutz-e-Almeida-Presidente-da-Comiss\u00e3o-de-Anistia-2023-3-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Ene\u00e1-de-Stutz-e-Almeida-Presidente-da-Comiss\u00e3o-de-Anistia-2023-3.jpg 427w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><span style=\"font-size:14px;\">A nova presidenta da Comiss&atilde;o de Anistia do MMFDH &eacute; a jurista <strong><u>Ene&aacute; de Stutz e Almeida<\/u><\/strong>,<br \/>\n\tprofessora da Universidade de Bras&iacute;lia e especialista em Justi&ccedil;a de Transi&ccedil;&atilde;o<\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"206\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-52531\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/repassando-not\u00edcias-1-385x206.jpg\" style=\"width: 385px; height: 170px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/repassando-not\u00edcias-1-385x206.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/repassando-not\u00edcias-1-450x241.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/repassando-not\u00edcias-1.jpg 527w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"171\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-56092\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Ag\u00eancia-Brasil-385x171.jpg\" style=\"width: 250px; 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rediscutir pedidos indeferidos e avan&ccedil;ar com os que se acumulam ap&oacute;s um per&iacute;odo que classificam como de paralisa&ccedil;&atilde;o dos trabalhos de repara&ccedil;&atilde;o &agrave;s persegui&ccedil;&otilde;es cometidas pelo Estado brasileiro entre 1946 e 1988, o que inclui a ditadura militar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A legisla&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; que uma s&eacute;rie de viola&ccedil;&otilde;es deve ser reparada quando &eacute; comprovada a motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, como transfer&ecirc;ncias for&ccedil;adas de local de trabalho, demiss&otilde;es e afastamentos de servidores p&uacute;blicos, cassa&ccedil;&atilde;o de aposentadoria e&nbsp;de mandato pol&iacute;tico. A comiss&atilde;o avalia esses pedidos de repara&ccedil;&atilde;o e emite um parecer reconhecendo a persegui&ccedil;&atilde;o e declarando a v&iacute;tima como anistiado pol&iacute;tico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A <strong><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/direitos-humanos\/noticia\/2023-01\/ministerio-dos-direitos-humanos-recompoe-comissao-de-anistia\" target=\"_blank\">portaria que recomp&ocirc;s a comiss&atilde;o<\/a><\/strong> foi publicada na&nbsp;&uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (17)&nbsp;no <em>Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o<\/em>, nomeando 16 novos integrantes. A nova presidenta da comiss&atilde;o &eacute; a jurista <strong><u>Ene&aacute; de Stutz e Almeida<\/u><\/strong>, professora da Universidade de Bras&iacute;lia e especialista em Justi&ccedil;a de Transi&ccedil;&atilde;o, conceito que lida justamente com os processos necess&aacute;rios para supera&ccedil;&atilde;o de um regime autorit&aacute;rio. Dentre as medidas que comp&otilde;em essa ideia est&atilde;o a busca pela verdade sobre as viola&ccedil;&otilde;es, as repara&ccedil;&otilde;es simb&oacute;licas e financeiras &agrave;s v&iacute;timas e a responsabiliza&ccedil;&atilde;o por abusos cometidos no per&iacute;odo autorit&aacute;rio. A advogada j&aacute; havia sido membro da comiss&atilde;o durante quase dez anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">O membro da diretoria colegiada do grupo Tortura Nunca Mais, Rafael Maul, disse que a recomposi&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o com integrantes ligados &agrave; defesa dos direitos humanos n&atilde;o &eacute; uma surpresa e retoma o perfil que o &oacute;rg&atilde;o teve quando foi criado no fim do governo Fernando Henrique Cardoso, e que permaneceu nos dois primeiros mandatos de Luiz In&aacute;cio Lula da Silva e nos dois mandatos de Dilma Rousseff.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&quot;<strong>Mesmo esperada, &eacute; uma atitude a ser apreciada. Essa recomposi&ccedil;&atilde;o &eacute; muito importante, de fato, depois desse &uacute;ltimo governo, com a destrui&ccedil;&atilde;o de tantas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, e especialmente nesse caso das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de mem&oacute;ria e repara&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um passo important&iacute;ssimo.<\/strong>&quot;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Apesar da cr&iacute;tica direta ao trabalho da comiss&atilde;o no governo de Jair Bolsonaro, medidas implementadas desde o mandato de Michel Temer j&aacute; haviam sido apontadas como retrocessos por defensores dos direitos humanos. Em 2016, o Movimento por Verdade, Mem&oacute;ria, Justi&ccedil;a e Repara&ccedil;&atilde;o repudiou uma interven&ccedil;&atilde;o do governo Temer na comiss&atilde;o, quando 19 dos 25 membros do grupo&nbsp;foram substitu&iacute;dos e, entre os indicados, havia nomes apontados como simpatizantes da ditadura militar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:16px;\"><strong>Quatro mil pedidos negados<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Ao nomear a nova equipe da comiss&atilde;o, por&eacute;m, o Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e Cidadania destacou que a principal miss&atilde;o da comiss&atilde;o ser&aacute; reverter a interfer&ecirc;ncia pol&iacute;tica propagada desde 2019, quando teve in&iacute;cio o governo Bolsonaro. O minist&eacute;rio indica que a descaracteriza&ccedil;&atilde;o do conceito de repara&ccedil;&atilde;o integral levou ao indeferimento de 95% dos casos analisados entre 2019 e 2022, com um total de 4.081 processos negados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&quot;<strong>Os preju&iacute;zos a gente s&oacute; vai conseguir dimensionar nos pr&oacute;ximos anos, porque t&ecirc;m preju&iacute;zos profundos<\/strong>&quot;, avalia&nbsp; Rafael&nbsp;Maul. &quot;<strong>O Brasil &eacute; um pa&iacute;s que caminha em passos muito vagarosos nas pol&iacute;ticas de repara&ccedil;&atilde;o. E, nesses &uacute;ltimos anos, o que se fez aprofundou tudo que a gente tinha de pior e trouxe mais entraves inclusive na constru&ccedil;&atilde;o de uma mem&oacute;ria na sociedade que pudesse transformar e reparar de fato.<\/strong>&quot;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">O diretor do grupo Tortura Nunca Mais ressalta que &eacute; preciso rever os indeferimentos e avan&ccedil;ar na an&aacute;lise dos que aguardam parecer. E o tempo pesa contra as v&iacute;timas, que muitas vezes est&atilde;o em idade avan&ccedil;ada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&quot;<strong>Se a gente j&aacute; precisava anteriormente de uma maior velocidade, e, claro, t&ecirc;m muitas dificuldades para realizar isso, com seis anos de inoper&acirc;ncia, seis anos de pol&iacute;ticas contr&aacute;rias &agrave;quilo vinha sendo constru&iacute;do, isso atinge diretamente a vida das pessoas que deixam de estar entre n&oacute;s, n&atilde;o recebem essa repara&ccedil;&atilde;o em vida, e nem seus parentes. &Eacute; muito grave a inoper&acirc;ncia em uma comiss&atilde;o como essa<\/strong>.&quot;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">O trabalho da comiss&atilde;o, na vis&atilde;o de Maul, deve alimentar uma vis&atilde;o de mem&oacute;ria e repara&ccedil;&atilde;o vivas, que sejam articuladas com o presente para reconhecer no Estado brasileiro de hoje as viola&ccedil;&otilde;es aos direitos humanos que permanecem contra minorias, grupos vulner&aacute;veis e estigmatizados. Ele acrescenta que a constru&ccedil;&atilde;o social da mem&oacute;ria sobre essas viola&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m vai permitir que mais pessoas reconhe&ccedil;am que foram v&iacute;timas de persegui&ccedil;&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es autorit&aacute;rias do Estado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&quot;<strong>A pol&iacute;tica de mem&oacute;ria precisa avan&ccedil;ar para que as pessoas entendam que as atingidas pela ditadura militar e principalmente pela viol&ecirc;ncia de Estado n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; aquelas que estavam em milit&acirc;ncia pol&iacute;tica organizada. A gente tem milhares e talvez milh&otilde;es de pessoas que foram atingidas, e elas pr&oacute;prias e seus descendentes n&atilde;o se veem neste lugar de repara&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o se veem como atingidas porque nosso pa&iacute;s n&atilde;o constr&oacute;i uma pol&iacute;tica de mem&oacute;ria que ajude as pessoas a se verem na hist&oacute;ria<\/strong>.&quot;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:16px;\"><strong>Ataques &agrave;&nbsp;democracia<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">O diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rog&eacute;rio Sottili, concorda que a falta de mem&oacute;ria sobre ditadura militar deixa n&atilde;o apenas cicatrizes na sociedade brasileira, mas alimenta novos ataques aos direitos humanos e &agrave; democracia, como os realizados em 8 de janeiro, quando golpistas invadiram e depredaram as sedes dos poderes Legislativo, Executivo e Judici&aacute;rio na expectativa de que as For&ccedil;as Armadas depusessem o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&quot;<strong>O Brasil n&atilde;o promoveu uma justi&ccedil;a e transi&ccedil;&atilde;o e permitiu que uma parcela importante da sociedade brasileira fosse fundada por uma cultura de viol&ecirc;ncia, especialmente naturalizando a viol&ecirc;ncia do Estado. E isso resultou no 8 de janeiro, com amea&ccedil;as &agrave; democracia, amea&ccedil;as violentas<\/strong>&quot;, afirma. &quot;O<strong> Brasil vive um momento t&atilde;o delicado porque n&atilde;o fez sua tarefa de casa como tinha que ter feito a partir da redemocratiza&ccedil;&atilde;o.<\/strong>&quot;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Sottili avalia que o processo de repara&ccedil;&atilde;o estava em uma crescente quando foi interrompido, a partir de 2016, e isso provocou perdas que n&atilde;o poder&atilde;o mais ser corrigidas no caso dos processos indeferidos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&quot;<strong>Provavelmente foram persegui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas. Como s&atilde;o pessoas que t&ecirc;m a idade avan&ccedil;ada, &eacute; bem prov&aacute;vel que algumas dessas pessoas tenham morrido e n&atilde;o v&atilde;o ter sua repara&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica nem econ&ocirc;mica atendida em vida. Isso &eacute; uma perda irrepar&aacute;vel.<\/strong>&quot;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Apesar disso, ele defende que &eacute; preciso olhar com otimismo para a oportunidade que se abre de promover pol&iacute;ticas de repara&ccedil;&atilde;o com a nova nomea&ccedil;&atilde;o e o contexto que re&uacute;ne os Tr&ecirc;s Poderes em defesa da democracia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&quot;<strong>A ideia de repara&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica e integral est&aacute; muito mais viva. Tanto no governo, quanto na sociedade brasileira, por conta de tanta viol&ecirc;ncia sofrida nesses &uacute;ltimos quatro anos, e especialmente a viol&ecirc;ncia contra a democracia. O entendimento e a avalia&ccedil;&atilde;o que se tem dos militares no Brasil nunca esteve t&atilde;o cr&iacute;tica quanto neste momento, por conta da confus&atilde;o que se fez nos &uacute;ltimos quatro anos e tamb&eacute;m pela tentativa do Bolsonaro de ressignificar a ditadura militar<\/strong>&quot;, afirma. &quot;<strong>&Eacute;&nbsp;uma oportunidade de voltar agora, em um processo com muito mais for&ccedil;a e simbologia, com essa repara&ccedil;&atilde;o integral com muito mais apelo social e pol&iacute;tico.<\/strong>&quot;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:12px;\">Edi&ccedil;&atilde;o: Juliana Andrade<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:12px;\">Tags: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/tags\/comissao-de-anistia\">Comiss&atilde;o de Anistia<\/a> <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/tags\/ministerio-dos-direitos-humanos-e-da-cidadania\">Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br \/>\n\t\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/tags\/instituto-vladimir-herzog\">Instituto Vladimir Herzog<\/a> <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/tags\/grupo-tortura-nunca-mais\">Grupo Tortura Nunca Mais<\/a> <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/tags\/ditadura-militar\">Ditadura Militar<\/a><\/span><\/p>\n<\/article>\n<p>Clique <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cadernos-do-nuppome-ano-2-n-5-agosto-de-2020.pdf\"><strong>Aqui <\/strong><\/a>para ler, em <span class=\"markedContent\" id=\"page19R_mcid2\"><span dir=\"ltr\" role=\"presentation\" style=\"left: calc(var(--scale-factor)*85.10px); top: calc(var(--scale-factor)*121.72px); font-size: calc(var(--scale-factor)*12.00px); font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.889351);\">Cadernos do NUPPOME<\/span><span dir=\"ltr\" role=\"presentation\" style=\"left: calc(var(--scale-factor)*203.21px); top: calc(var(--scale-factor)*121.72px); font-size: calc(var(--scale-factor)*12.00px); font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.883403);\">, Pelotas, ano 2, n.5, agosto de 2020,<\/span><\/span> entrevista com a <u><strong>Dra. <\/strong><span style=\"font-size:14px;\"><strong>Ene&aacute; de Stutz e Almeida <\/strong><\/span><\/u><\/p>\n<p><span style=\"font-size:12px;\">Site Pesquisado da Mat&eacute;ria acima publicada: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/direitos-humanos\/noticia\/2023-01\/comissao-de-anistia-precisa-revisar-indeferimentos-dizem-entidades?amp\"><em><strong>Ag&ecirc;ncia Brasil<\/strong><\/em><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\" style=\"color: rgb(51, 51, 51); font-family: &quot;Arial Narrow&quot;, Arial; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 700; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: right; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 204); text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"color: rgb(255, 153, 0); text-decoration: none; font-weight: bold;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" style=\"border-width: 0px; padding: 2px; background-color: rgb(247, 247, 247);\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-family: &quot;comic sans ms&quot;, cursive;\">Postado por&nbsp;<b>Gilvan VANDERLEI<\/b><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM36<br \/>\n\tooE-mail&nbsp;<b><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\" style=\"color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: underline; font-weight: bold;\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/b><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A nova presidenta da Comiss&atilde;o de Anistia do MMFDH &eacute; a jurista Ene&aacute; de Stutz e Almeida, professora da Universidade de Bras&iacute;lia e especialista em Justi&ccedil;a de Transi&ccedil;&atilde;o<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"class_list":["post-56090","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2023"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56090","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56090"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56090\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56099,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56090\/revisions\/56099"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56090"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56090"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56090"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}