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{"id":54023,"date":"2021-10-28T01:22:33","date_gmt":"2021-10-28T04:22:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=54023"},"modified":"2021-10-28T01:32:29","modified_gmt":"2021-10-28T04:32:29","slug":"a-quem-interessar-possa-saber-e-acompanhar-assunto-anistia-revisao-re-817338-julgamento-presencial-pauta-para-arguicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2021\/10\/a-quem-interessar-possa-saber-e-acompanhar-assunto-anistia-revisao-re-817338-julgamento-presencial-pauta-para-arguicao\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa saber e acompanhar\u2026 Assunto: ANISTIA \u2013 REVIS\u00c3O \u2013 RE 817338 julgamento presencial \u2013 Pauta para argui\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/verdadesejadita_430x200.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13486\" height=\"200\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/verdadesejadita_430x200.jpg\" width=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/verdadesejadita_430x200.jpg 430w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/verdadesejadita_430x200-300x139.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Pensando em colaborar com a possibilidade do restabelecimento da verdade estamos sugerindo aos &ldquo;amicus curiae&rdquo; arguir em plen&aacute;rio<\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/verdades-que-voc\u00ea-precisa-saber-e-repassar.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"299\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-44827\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/verdades-que-voc\u00ea-precisa-saber-e-repassar.jpeg\" style=\"width: 400px; height: 299px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/verdades-que-voc\u00ea-precisa-saber-e-repassar.jpeg 400w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/verdades-que-voc\u00ea-precisa-saber-e-repassar-385x288.jpeg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a>Ao GRANDE&nbsp; Advogado &ldquo;Washington Luiz Pinto Machado&rdquo;,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>PENSANDO EM COLABORAR&nbsp;&nbsp; <\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelo que entendi de suas recentes falas, <em>&ldquo;<strong>EL MAGNO ADV<\/strong>&rdquo;<\/em> poder&aacute; estar presente em plen&aacute;rio do<strong> Supremo Tribunal Federal<\/strong>, pr&oacute;ximo dia 29.out.21, quando do julgamento final presencial do <strong>RE 817.338,<\/strong> na condi&ccedil;&atilde;o de <em>&ldquo;amicus curiae&rdquo;, <\/em>defendo os espoliados e vilipendiados sessent&otilde;es e setent&otilde;es ex-Cabos da outrora Gloriosa For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tal entendimento me faz voltar a acreditar na possibilidade do restabelecimento da verdade, ante a certeza que veremos os nossos algozes prostados ao solo, nocauteados que ser&atilde;o, <strong>ao assistirem o desmonte da adrede farsa e\/ou persegui&ccedil;&atilde;o ardilosamente engendrada<\/strong> &agrave; base de mentiras e suposi&ccedil;&otilde;es insustent&aacute;veis &agrave; vista do ordenamento juridico perfeito, tipo o recente &ldquo;ACORD&Atilde;O&rdquo; firmado entre o MMFDH e o COMAER, instituido pela Instru&ccedil;&atilde;o Normativa&nbsp; n&ordm; 2, de 29.SET.2021, feita p&uacute;blica em D.O.U n&ordm; 186, de 30.09.2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; com suporte nesse entendimento que tudo farei para permanecer ajudando ao Car&iacute;ssimo ADV &agrave; metralhar os nossos algozes, graciosos perseguidores de idosos, para assim fazer prevalecer a raz&atilde;o nos processos de anistias politicas, concedidas e &agrave; conceder por quest&atilde;o de m&eacute;rito dos tantos <strong>ATINGIDOS<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos s&atilde;o os argumentos e fatos a evidenciar em defesa oral no espet&aacute;culo armado para o pr&oacute;ximo dia 29.OUT, dos quais o Senhor &eacute; de todos sabedor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todavia, n&atilde;o me parece ousadia &nbsp;pontuar alguns relevantes fatos, pelo que fa&ccedil;o confiante de n&atilde;o estar atravessando o Grande Vag&atilde;o, mas, sim, por acreditar no seu entendimento que minha inten&ccedil;&atilde;o como interessado na causa &eacute; explorar o m&aacute;ximo poss&iacute;vel todas as vertentes da causa, jogando ao espelho os nossos inquestion&aacute;veis direitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A come&ccedil;ar, gostaria de alertar o Caro ADV que compulsando o Instru&ccedil;&atilde;o Normativa n&ordm; 02\/21 e a Portaria n&ordm; 3.076, de 16.DEZ.2019, respecrivamente, referentes ao escandaloso &ldquo;ACORD&Atilde;O&rdquo; e a decis&atilde;o pela revis&atilde;o de anistias j&aacute; concedidas, me restou entendido &nbsp;que ambos expedientes &nbsp;n&atilde;o se restringem &uacute;nica e excclusivamente aos Cabos do PR&Eacute;-64, tendo em vista inexistir nos engendrados expedientes &nbsp;qualquer refer&ecirc;ncia exclusiva&nbsp; para os Cabos PR&Eacute; ou P&Oacute;S\/64.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelo fato, chamo a aten&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; necessidade de aproveitar a <strong><em>deixa<\/em> <\/strong>possibilitada, a qual indiscutivelmente d&atilde;o suporte a vig&ecirc;ncia das 495 Portarias declarat&oacute;rias, &nbsp;supostamente anuladas pela Portaria 594\/MJ, tendo em vista n&atilde;o ser l&oacute;gico se propor revis&atilde;o para o que est&aacute; anulado, <strong><em>in casu<\/em><\/strong>, as 495 Portarias declarat&oacute;rias dos ex-Cabos incorporados ap&oacute;s 12.OUT.64.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando as coloca&ccedil;&otilde;es acima al&eacute;m da exist&ecirc;ncia de outros fatores reais, prejudiciais as Cabos <strong>ATINGIDOS<\/strong> pelo ato de exced&ccedil;&atilde;o &ndash; Portaria n&ordm; 1.104\/GM3-64, vejo como oportuna a necessidade de arguir em defesa oral, sob as vistas do Plen&aacute;rio da Suprema Corte, outras importantes situa&ccedil;&otilde;es, certamente &nbsp;fora do conhecimento de suas min&uacute;ncias pelos Senhores Ministros, &nbsp;em virtude da n&atilde;o discurss&atilde;o em ju&iacute;zo e trocadas em mi&uacute;do nas linhas que seguem:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto a quest&atilde;o do PARECER do Assessor de Especial do ent&atilde;o Ministro M&Aacute;RCIO THOMAZ BASTOS<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Comprovada inaplicabilidade na indica&ccedil;&atilde;o do Parecer AGU\/JB3, sendo o mesmo expedido em data posterior &agrave; edi&ccedil;&atilde;o do PARECER do Assessor Especial do Ministro da Justi&ccedil;a, estopim e causa maior de toda pemndenga que gira em torno das anistias dos Cabos da F.A.B. incorporados do imaginativo e engendrado P&Oacute;S\/64.<\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto a quest&atilde;o da suposta &ldquo;ORDEM&rdquo; do ent&atilde;o Ministro M&Aacute;RCIO THOMAZ BASTOS concedendo compet&ecirc;ncia ao Assessor Especial CLAUDIO DEMCZUCK DE ALENCAR em restituir para revis&atilde;o os autos dos processos julgados, deferidos e certificados dos Ex-Cabos incorporados do P&Oacute;S\/64.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Comprovada inexistencia nos autos de cada respectivo processo julgado, deferido e declarado e, outros julgados, deferidos e certificados, de laudas correspondentes a mencionada &ldquo;ORDEM&rdquo;, t&atilde;o-pouco qualquer outro expediente autenticando a suposta &ldquo;ORDEM&rdquo; do Ministro. <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Ora, inexistindo a suposta &ldquo;ORDEM&rdquo;, tamb&eacute;m inexiste qualquer execu&ccedil;&atilde;o legal das supostas revis&otilde;es, fato que torna <strong>NULO<\/strong> e <strong>INAPLIC&Aacute;VEL <\/strong>a mencionado PARECER, <strong>dando , por consequ&ecirc;ncia, cifras definitivas a pendenga, desde sua origem, qual seja, o famigerado PARECER em foco.<\/strong><\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto a arquitetada e engendrada exig&ecirc;ncia de comprova&ccedil;&atilde;o de persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica individual.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.5pt; text-align: justify;\"><em>Exig&ecirc;ncia criada adredemente com o prop&oacute;sito de obstar as concess&otilde;es das anistais de direito, devido a insufici&ecirc;ncia de fundamenta&ccedil;&otilde;es legais para lastrear vetos definidos pelo Governo subsequente ao exerc&iacute;cio 1999\/2002, no qual foram concedidas as anistias em foco.<\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto a comprovada vig&ecirc;ncia das 495 Portarias anistiadoras com base em decis&atilde;o do Ministro Arnaldo Esteves &ndash; SIC:<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><em>Vide <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><em>Agravo de Instrumento n&ordm; 1.344.901-PE (2010\/0162324-7)<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><em>Relator Ministro Arnaldo Esteves Lima<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><em>Agravante: Edien Correa Pinheiro Lopes e Outro(s)<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><em>Agravado: Uni&atilde;o Federal<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>Decis&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><em>(&#8230;)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>&ldquo;Procede, contudo, a tese de viola&ccedil;&atilde;o ao art. 2&ordm;, caput, da Lei 9.784\/99, que tem a seguinte reda&ccedil;&atilde;o:<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Art. 2&ordm; A Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica obedecer&aacute;, dentre outros, aos princ&iacute;pios da legalidade, finalidade, motiva&ccedil;&atilde;o, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, <strong>ampla defesa, contradit&oacute;rio<\/strong>, seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, interesse p&uacute;blico e efici&ecirc;ncia. (grifo nosso)<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Com efeito, ao contr&aacute;rio do que restou decidido pelo Tribunal de origem, &eacute; irrelevante que a quest&atilde;o de m&eacute;rito &#8211; quanto ao direito &agrave;s anistias politicas &ndash; tenha sido objeto de aprecia&ccedil;&atilde;o pelo Poder Judici&aacute;rio, uma vez que a revoga&ccedil;&atilde;o das Portarias anistiadoras, pela Portaria\/MJ 594\/04, repercutiu diretamente na esfera de direitos dos agravantes, sem que, contudo, lhes fossem assegurados a ampla defesa e o contradit&oacute;rio. Nesse mesmo sentido, mutatis mutandis:<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong><em>Destarte, &eacute; de rigor a reforma do ac&oacute;rd&atilde;o recorrido, para declarar a nulidade da Portaria\/MJ 594\/04 e, por conseguinte, condenar a UNI&Atilde;O a proceder o restabelecimento dos efeitos das Portarias anistiadoras,<\/em><\/strong><em> em especial no que diz respeito &agrave; repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica devida aos agravantes, cujo pagamento deve ser acrescido de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, a partir da data de seus respectivos vencimentos, e juros morat&oacute;rios, desde a cita&ccedil;&atilde;o. <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Condeno a UNI&Atilde;O ao pagamento das custas, despesas processuais e honor&aacute;rios advocaticios, estes arbitrados em 10% sobre o valor da condena&ccedil;&atilde;o, nos t&ecirc;rmos do art. 20, &sect; 4&ordm;, do CPC. <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Ante o exposto, com base no art. 544, &sect; 3&ordm;, do CPC (reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei 9.784\/98), nos termos da fundamenta&ccedil;&atilde;o acima esposada, conhe&ccedil;o do agravo de instrumento para dar provimento ao pr&oacute;prio recurso especial.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><em>Intimem-se.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Bras&iacute;lia\/ (DF), 09 DE AGOSTO DE 2011.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><em>Ministro Arnaldo Esteves Lima &ndash; Relator<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Quanto aos <u>indeferimentos<\/u> de processos julgados, deferidos e certificados em datas pret&eacute;ritas.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Trata do inconstitucional &nbsp;<strong>indeferimento de coisa julgada, in casu, <\/strong>&nbsp;pelo Pleno da ent&atilde;o Douta e Soberana Comiss&atilde;o de Anistia do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, com a careacteriza&ccedil;&atilde;o de <strong>crime de prevarica&ccedil;&atilde;o<\/strong> pelo n&atilde;o cumprimento da obriga&ccedil;&atilde;o de fazer, no que concerne a publica&ccedil;&atilde;o dos atos declara&oacute;rios, <strong>N&Atilde;O<\/strong>, <strong>de indeferimentos via simples Despachos\/MJ<\/strong>, inclusive, sob o agravante de ocorr&ecirc;ncias sem os devidos processos legais.Lei 9784\/1999<\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto a comprovada ilegalidade da expedi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64 <\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Expedi&ccedil;&atilde;o na plenitude do periodo diatorias de exce&ccedil;&atilde;o e exacerbado autoritarismo militar, em curso o periodo de instabilidade politica-recolucion&aacute;rio<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Expedida n&atilde;o especificando&nbsp; a lei de amparo, t&atilde;o pouco a data que entrou ou entraria em vigor.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Expedida em obedi&ecirc;ncia as instru&ccedil;&otilde;es propostas pelo Estado-Maior da Aeron&aacute;utica, afrontamdo disposi&ccedil;&otilde;esa legais contidas na Lei do Servi&ccedil;o Militar vigente &#8211; Decreto-Lei n&ordm; 9.500, de 23.JUL.46, que assegurava a presun&ccedil;&atilde;o da estabilidade e perman&ecirc;ncia das pra&ccedil;as em servi&ccedil;o ativo at&eacute; atingit a idade limite de transfer&ecirc;ncia para reserva remunerada, na inatividade..<\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto aos <u>licenciamentos EX-OFFICIO<\/u> estando a Portaria 1.104\/64 revogada a 20.JAN.66<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Inaplic&aacute;veis a vista do ordenamento juridico perfeito, tendo em vista a inexist&ecirc;ncia de lastro de sustenta&ccedil;&atilde;o legal aos feitos.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>N&atilde;o observada a <strong><u>consequente necessidade de &nbsp;&nbsp;efetiva&ccedil;&atilde;o de um ato para cada respectivo licenciamento<\/u><\/strong>, n&atilde;o considerada &nbsp;por for&ccedil;a da pesada m&atilde;o militar no curso do periodo revolucion&aacute;rio das d&eacute;cazdas de sessenta e setyenta..<\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto a exigencia inovada pelo ent&atilde;o Ministro M&Aacute;RCIO THOMAZ BASTOS, relativa a n&atilde;o posse do <em><u>status <\/u><\/em>de Cabo em 1964.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Comprova&ccedil;&atilde;o que a engendrada Portaria 1.104\/64 foi exclusiva para as pra&ccedil;as da ativa quado da sua edi&ccedil;&atilde;o, raz&atilde;o suficiente para se concluir que os licenciamentos aplicados aos incorporados do P&Oacute;S64, por obediencia as instru&ccedil;&otilde;es da engendrada Portaria, o foram de forma ilegal , s&oacute; efetivados a base da for&ccedil;a e exce&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prias do momento politico-revolucion&aacute;rio vivido nas d&eacute;cadas de sessenta e setenta.<\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto a inovada exig&ecirc;ncia pelo ent&atilde;o Ministro M&Aacute;RCIO THOMAZ BASTOS relativa ao conhecimento pr&eacute;vio da limita&ccedil;&atilde;o temporal de 8 (oito) anos exclusiva para os Cabos.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Exig&ecirc;ncia rasteira e incompativel com a seriedade e moralidade exigida ao agente p&uacute;blico, por ser de todo sabedor que ao alistando e alistado incorporado nada compete conhecer minuncias da execu&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os executadois por graduados militares, tais como tempo de servi&ccedil;o, natureza e existencia de cursos de forma&ccedil;&atilde;o especificos para soldados mobilizados, at&eacute; porque, nenhum desses alistandos e\/ou alistados sequer possuiam conhecimento e certeza que seri&atilde;o incorporados, qui&ccedil;&aacute; se iri&atilde;o obter aprova&ccedil;&atilde;o em curso de forma&ccedil;&atilde;o e posterior gradua&ccedil;&atilde;o, para assim serem informados das limita&ccedil;&otilde;es de tempo de perman&ecirc;ncia exclusiva da gradu&ccedil;&atilde;o do Cabo.<\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto ao inconstitucional tratamento diferenciado entre iguais pra&ccedil;as do Corpo do Pessoal Subalterno da Aeron&aacute;utica<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><em>Institu&iacute;do pela Portaria 1.104\/64 &#8211; <strong>v. item 6 &ndash; 6.1\/6.6<\/strong> e aplicado sobre os Cabos licenciados do servi&ccedil;o ativo ao atingir 8 (oito) ou&nbsp; mais anos de efetivo servi&ccedil;o.<\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto a PARECER&nbsp; expedido por EX-CABO&nbsp; &#8211; P&Oacute;S64 &ndash; INDEFERIDO<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"background-color:#FFFF00;\">&ldquo;A CONFISS&Atilde;O NO MUNDO JUR&Iacute;DICO&rdquo;<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abril 2007<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Certamente os colegas conhecem as express&otilde;es: <strong>&ldquo;Procurar pelo em ovo&rdquo;<\/strong> e <\/em>&ldquo;reinventar a roda&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Pois bem, o Governo de S.Exa. Luis Inacio LULA da Silva ao tentar explicar a negativa &agrave; concess&atilde;o da declara&ccedil;&atilde;o de anistiados politicos a n&oacute;s e aos nossos colegas Cabos da F.A.B. P&oacute;s 64, certamente encontrou<\/em> <strong>&ldquo;pelo em ovo&rdquo;<\/strong> e <strong>&ldquo;reinventou a roda&rdquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><strong>OS CRIMES COMETIDOS PELA COMISS&Atilde;O DE ANISTIA CONTRA OS ANISTIADOS, (DES)ANISTIADOS E ANISTIANDOS:<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>&nbsp;Ultimamente tenho observado que sistematicamente a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal, leia-se Comiss&atilde;o de Anistia &ndash; Ministerio da Justi&ccedil;a, tem exigido prova, manifesta&ccedil;&atilde;o, posi&ccedil;&atilde;o e demais providencias dos colegas Cabos da F.A.B. P&oacute;s\/64, sem contudo, qualquer base legal para tais exig&ecirc;ncias.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>N&atilde;o &eacute; demais lembrar que, enquanto ao particulat &eacute; permitido fazer tudo aquilo que n&atilde;o lhe &eacute; proibido por Lei, na Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica , ao contr&aacute;rio, seus dirigentes somente podem fazer aquilo que a Lei expressamente determina. Trata-se da vincula&ccedil;&atilde;o dos atos administrativos. <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>No &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal o processo administrativo tem regras claras e objetivas a serem observadas, tanto pela Administra&ccedil;&atilde;o, como pelos Administrados, aqui toda na&ccedil;&atilde;o brasileira.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Com efeito, o Processo Administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o Federal &eacute; regido pela Lei n&ordm; 9.784, de 29 de janeiro de 1999, com as altera&ccedil;&otilde;es introduzidas pela Lei n&ordm; 11.417, de 19.12.2006.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Assim, nada al&eacute;m do que registra o texto apontado, pode ser exigido do povo brasileiro, pela Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal, inclusive dos anistiandos politicos, pela Comiss&atilde;o de Anistia.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&Eacute; o que registra seu artigo primeiro:<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Art. 1&ordm; Esta Lei estabelece normas b&aacute;sicas sobre o processo administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o Federal direta e indireta, visando, em especial, &agrave; prote&ccedil;&atilde;o dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administra&ccedil;&atilde;o.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>E, mais<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Art. 2&ordm; A Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica obedecer&aacute;, dentre outros, aos principios da legalidade, finalidade, motiva&ccedil;&atilde;o, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contradit&oacute;rio, seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, interesse p&uacute;blico e efici&ecirc;ncia.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Par&aacute;grafo &Ugrave;nico &ndash; Nos Processos Administrativos &nbsp;ser&atilde;o observados, entre outros, os crit&eacute;rios de: <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>I &ndash; atua&ccedil;&atilde;o conforme a Lei e o direito:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>IV &ndash; atua&ccedil;&atilde;o segundo padr&otilde;es &eacute;ticos de probidade, decoro e boa-f&eacute;;<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>V &ndash; Divulga&ccedil;&atilde;o oficial dos atos administrativos, ressalvadas as hip&oacute;teses de sigilo previstas na Constitui&ccedil;&atilde;o;<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>VI &ndash; adequa&ccedil;&atilde;o entre meios e fins, vedada a imposi&ccedil;&atilde;o de obriga&ccedil;&otilde;es, restri&ccedil;&otilde;es e san&ccedil;&otilde;es em medida superior &agrave;quelas estritamente necess&aacute;rias ao atendimento do interesse p&uacute;blico;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>VII &ndash; indica&ccedil;&atilde;o dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a decis&atilde;o;<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>VIII &ndash; observ&acirc;ncia das formalidades essenciais &agrave; garantia dos direitos dos administrados;<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>IX &ndash; adi&ccedil;&atilde;o de formas simples, suficientes para propiciar adequado grau de certeza, seguran&ccedil;a e respeito aos direitos dos administrados;<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>X &ndash; garantia dos direitos &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o, &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o de alega&ccedil;&otilde;es finais, &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de provas e &agrave; interposi&ccedil;&atilde;o de recursos, nos processos de que possam resultar san&ccedil;&otilde;es e nas situa&ccedil;&otilde;es de lit&iacute;gio;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>XIII &ndash; interpreta&ccedil;&atilde;o da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim p&uacute;blico a que se dirige, vedada aplica&ccedil;&atilde;o retroativa de nova interpreta&ccedil;&atilde;o.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Ora, a essa altura do processado, n&atilde;o cabe a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal fazer qualquer exig&ecirc;ncia acerca de hostilidades sofridas pelos anistiados, o que n&atilde;o &eacute; razo&aacute;vel, porquanto j&aacute; decorreram mais de 30 anos destes fatos.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Todavia, a prova mais contudente da persegui&ccedil;&atilde;o politica suportada por todo o corpo do pessoal subalterno da Aeron&aacute;utica, e que a Comiss&atilde;o de Anistia faz vistas grossa &eacute; a pr&oacute;pria edi&ccedil;&atilde;o e execu&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>A pr&oacute;pria Comiss&atilde;o de Anistia, atrav&eacute;s da S&uacute;mula Administrativa n&ordm; 2002.07.0003-CA, j&aacute; confessou espontaneamente, que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64 &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Vejamos, in verbis:<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>&ldquo;A Portaria n&ordm; 1.104, de 12 de outubro de 1964, expedida pelo Senhor Ministro de Estado da Aeron&aacute;utica, &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente politica&rdquo;.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>A <strong>confiss&atilde;o,<\/strong> no mundo jur&iacute;dico, &eacute; conhecida como a <strong>rainha das provas, <\/strong>como expressa o C&oacute;digo Civil:<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Art. 212 &ndash; Salvo o neg&oacute;cio a que&nbsp;se imp&otilde;e forma especial, o&nbsp;fato juridico pode ser provado mediante:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>I &ndash; <strong>Confiss&atilde;o<\/strong>;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>II &ndash; <strong>Documento;<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Com efeito, a confiss&atilde;o extrajudicial efetivada pela Presidencia da Comiss&atilde;o de Anistia, feita por escrito atrav&eacute;s da S&uacute;mila Administrativa n&ordm; 2002.07.0003-CA, tem a mesma efic&aacute;cia probat&oacute;ria da judicial.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&Eacute; o que diz o texto civil: <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Art. 353. A confiss&atilde;o extrajudicial, feita por escrito &agrave; parte ou a quem o represente, tem a mesma efic&aacute;cia probat&oacute;ria judicial; feita a terceiro, ou contida em testamento, ser&aacute; livremente apreciada pelo juiz.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Por seu turno, o C&oacute;digo de Processo Civil atesta que h&aacute; confiss&atilde;o quando a parte admite a verdade de um fato.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Vejamos:<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Art. 348 &ndash; H&aacute; confiss&atilde;o quando a parte admite a verdade de um fato, contr&aacute;rio a seu interesse e favor&aacute;vel ao advers&aacute;rio. A confiss&atilde;o &eacute; judicial ou extrajudicial.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Neste eito, o Centro de Estudos Juridicos do Conselho de Justi&ccedil;a Federal j&aacute; pacificou a mat&eacute;ria, tanto que emitiu o Enunciado n&ordm; 157, que tem a seguinte reda&ccedil;&atilde;o: &#8211; O termo <strong>&ldquo;confiss&atilde;o&rdquo; <\/strong>deve abar&ccedil;ar o conceito lato de depoimento pessoal, tendo em vista que este consiste em meio de prova de maior abrang&ecirc;ncia, plenamente admiss&iacute;vel no ordenamento jur&iacute;dico brasileiro.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><strong><em>Confessada, a mat&eacute;ria torna-se intoc&aacute;vel no mundo jur&iacute;dico<\/em><\/strong><em>. Tanto que o pr&oacute;prio texto da Lei n&ordm; 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que, repita-se, regula o processo administrativo federal, assim atesta:<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><strong><em>Art 2&ordm; <\/em><\/strong><em>&#8211; <strong>A Administra&atilde;o P&uacute;blica obedecer&aacute;, dentre outros, aos principios da legalidade, finalidade, motiva&ccedil;&atilde;o, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contradit&oacute;rio, seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, interesse p&uacute;blico e efici&ecirc;ncia<\/strong>. <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><strong><em>Par&aacute;grafo &Uacute;nico &ndash; Nos processos administrativos ser&atilde;o observados, entre outros,<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>(&#8230;)<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><strong><em>XIII &ndash; interpreta&ccedil;&atilde;o da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento, do fim p&uacute;blico a que se dirige, vedada aplica&ccedil;&atilde;o retroativa de nova interpreta&ccedil;&atilde;o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Portanto, ante a <strong>confiss&atilde;o espont&acirc;nea e expressa,<\/strong> da Comiss&atilde;o de Anistia, Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, de que a <strong>Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64<\/strong> &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza exclusivamente politica, est&aacute; terminantemente vedada a aplica&ccedil;&atilde;o retroativa de nova interpreta&ccedil;&atilde;o, no particular e, portanto, a Comiss&atilde;o de Anistia n&atilde;o pode exigir dos anistiados, nem dos anistiandos, esta prova, ante sua <strong>confiss&atilde;o.<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Como diria o ex-Ministro Rog&eacute;rio Magri, do Governo Fernando Collor de Mello, a mat&eacute;ria &eacute;<strong> &ldquo;<span style=\"background-color:#FFFFE0;\">imex&iacute;vel<\/span>&rdquo;.<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>As considera&ccedil;&otilde;es aqui levantadas servem para agasalhar, tamb&eacute;m, &agrave;quelas <strong>495 Portarias<\/strong> anuladas covardemente pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>&Eacute; bem verdade, que a Administra&ccedil;&atilde;o deve anular seus pr&oacute;prios atos. Mas, somente o far&aacute; quando eivados de vicio de legalidade, mesmo assim, respeitados os direito adquiridos a ampla defesa.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Ora, no caso em evid&ecirc;ncia n&atilde;o existiu, nem existe v&iacute;cio de legalidade a justificar a anula&ccedil;&atilde;o daquelas Portarias, as quais foram produzidas, ap&oacute;s o devido processo legal pela Comiss&atilde;o de Anistia.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Quanto os direitos adquiridos dos colegas anistiados, (des)anistiados, com a ilegal e imoral anula&ccedil;&atilde;o das suas Portarias, foram jogados no lixo pelo Sr. Ministro da Justi&ccedil;a, que, certamente, conhe&ccedil;e o alcance da express&atilde;o <strong>direito adquirido<\/strong>, que n&atilde;o sendo coisa de comer, alimenta a alma e a auto-estima de todos os anistiados e anistiandos.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>No entanto, os membros da Comiss&atilde;o de Anistia do Governo LULA, por pura vingan&ccedil;a, criminosamente, tentam desqualificar o direito &agrave; anistia, dos anistiados, (des)anistiados e anistiandos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira, atingidos pela Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>Em assim, agindo, atentando, principalmente, contra as disposi&ccedil;&otilde;es da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil, ex-ministros da Aeron&aacute;utica, Comandantes da Aeron&aacute;utica, membros da Comiss&atilde;o de Anistia, o Ministro da Justi&ccedil;a e at&eacute; o Presidente da Republica, praticaram e praticam os seguintes crimes, tipificados no C&oacute;digo Penal:<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>a) Ao omitirem (a aplica&ccedil;&atilde;o da Lei do Servi&ccedil;o Militar) em documento p&uacute;blico, <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">in casu<\/span>, <strong>certificados de reservistas, hist&oacute;ricos militares, boletins&nbsp;internos da unidades militares<\/strong>, dentre outros documentos, declara&ccedil;&atilde;o que dele devia constar ou nele inserir ou fazer inserir declara&ccedil;&atilde;o falsa ou diversa da que devia ser escrita (Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64), com o fim de prejudicar direito&nbsp; &#8230; ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante, cometem continuadamente, o <strong>crime de falsidade ideol&oacute;gica<\/strong>, previsto no art. 299, do C&oacute;digo Penal;<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>b) Ao retardarem ou deixarem de praticar, indevidamente, ato de oficio contra expressa disposi&ccedil;&atilde;o legal (art. 8&ordm; do ADCT da Constirui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988; Lei n&ordm; 9.784\/1999, com as altera&ccedil;&otilde;es da Lei n&ordm; 11.417\/2006), obraram em <strong>prevarica&ccedil;&atilde;o<\/strong>, tipo penal decrito no art. 319 do C&oacute;digo Penal;<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\"><em>c) Em raz&atilde;o dos crimes de falsidade ideol&oacute;gica, <strong>de <\/strong>prevarica&ccedil;&atilde;o, ante a falta de respeito com os direitos dos cidad&atilde;os de idades avan&ccedil;adas, por negarem o cumprimento da Lei n&ordm; 10.559\/2002, que assegura direitos constitucionais da classe do pesoal subalterno da&nbsp; For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira, <strong>Sargentos, Cabos Soldados e Taifeiros, <\/strong>que foram efetivamente punidos pela Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64, de conota&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, onde anistiou uma parcela, (des)anistiou outra e n&atilde;o anisriou uma outra parcela, discriminando e dividindo toda classe em <strong>Pr&eacute; <\/strong>e <strong>P&oacute;s 1964, <\/strong>gerando desconforto em uma mesma unidade de ex-militares, que foram punidos na mesma situa&ccedil;&atilde;o a partir dos anos de 1964, at&eacute; a revoga&ccedil;&atilde;o da citada Portaria em 1982, <strong>ofendendo a honra subjetiva<\/strong> dos anistiados, (des)anistiados e anistiandos, cometeram o crime de <strong>inj&uacute;ria<\/strong>, capitulado no art. 140 do C&oacute;digo Penal.&nbsp; <\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.2pt; text-align: justify;\"><em>Acreditando haver mais uma vez colaborado com o Caro ADV <\/em><em>W.M.<\/em><em>&nbsp; &#8211; S.M.J, firmo-me.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px;\"><b>Jos&eacute; Maria<\/b> Pereira da Silva<br \/>\n\tEx-Cabo da F.A.B.<br \/>\n\tAnistiando Pol&iacute;tico<br \/>\n\tJulgado, Deferido e Certificado<br \/>\n\tProcesso de Anistia n&ordm; 2001.01.05392<br \/>\n\tPresidente em Exerc&iacute;cio da<br \/>\n\t<strong><span style=\"color:#000080;\"><i>ASA<\/i><\/span><span style=\"color:#DAA520;\"><i>NE<\/i><\/span> &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o dos Anistiando do Nordeste &ndash; Recife\/PE<\/strong><br \/>\n\tEndere&ccedil;os Eletr&ocirc;nicos: &ndash; &shy;<b><a href=\"mailto:zemariaps47@gmail.com\">zemariaps47@gmail.com<\/a><\/b> &ndash; <b><a href=\"mailto:asane@asane.org.br\">asane@asane.org.br<\/a><\/b><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Ex-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<\/span><\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">E-mail <b><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Pensando em colaborar com a possibilidade do restabelecimento da verdade estamos sugerindo aos &ldquo;amicus curiae&rdquo; arguir em plen&aacute;rio<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":["post-54023","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2021"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54023","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54023"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54023\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54025,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54023\/revisions\/54025"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54023"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54023"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54023"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}