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{"id":52716,"date":"2021-05-27T22:17:43","date_gmt":"2021-05-28T01:17:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=52716"},"modified":"2021-05-28T22:22:08","modified_gmt":"2021-05-29T01:22:08","slug":"a-quem-interessar-possa-conhecer-e-refletir-sobre-a-potaria-1-104gm3-64-foi-um-ato-nulo-disfarcado-de-norma-juridica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2021\/05\/a-quem-interessar-possa-conhecer-e-refletir-sobre-a-potaria-1-104gm3-64-foi-um-ato-nulo-disfarcado-de-norma-juridica\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa conhecer e refletir sobre&#8230; A POTARIA 1.104GM3\/64 FOI UM ATO NULO DISFAR\u00c7ADO DE NORMA JUR\u00cdDICA."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/critica_e_opini\u00e3o-6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-50189\" height=\"296\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/critica_e_opini\u00e3o-6.jpg\" width=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/critica_e_opini\u00e3o-6.jpg 430w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/critica_e_opini\u00e3o-6-385x265.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/a><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/opini\u00e3o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"502\" height=\"220\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-50187\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/opini\u00e3o.jpg\" style=\"width: 420px; height: 184px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/opini\u00e3o.jpg 502w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/opini\u00e3o-385x169.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/opini\u00e3o-450x197.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 502px) 100vw, 502px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:16px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong><u><span style=\"background-color:#F0FFF0;\">A POTARIA 1.104GM3\/64 FOI UM ATO NULO DISFAR&Ccedil;ADO DE NORMA JUR&Iacute;DICA<\/span><\/u><\/strong><strong><span style=\"background-color:#F0FFF0;\">.<\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A&nbsp;ilegalidade&nbsp;ou ilegitimidade, para fins de anula&ccedil;&atilde;o do&nbsp;<strong>ato administrativo<\/strong>, n&atilde;o se restringe somente &agrave; viola&ccedil;&atilde;o frontal da lei. De fato,&nbsp; abrange n&atilde;o s&oacute; a clara e direta infring&ecirc;ncia do texto legal, mas como tamb&eacute;m o abuso, por excesso, desvio de poder, ou ainda por nega&ccedil;&atilde;o aos princ&iacute;pios gerais do direito.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Torna-se mais f&aacute;cil entendermos os motivos pelos quais os <u>atos<\/u> administrativos imperfeitos devem ser anulados quando percebemos que tais v&iacute;cios sempre atingir&atilde;o um dos requisitos de validade dos ditos atos.&nbsp; Como sabemos, esses requisitos s&atilde;o a compet&ecirc;ncia ou sujeito, a finalidade, a forma, o motivo ou causa e o objeto ou conte&uacute;do.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Portanto, violado os requisitos determinados por lei, imp&otilde;e-se a decreta&ccedil;&atilde;o da nulidade do ato. A rigorosidade dos efeitos devem ser mais severos quando atingem terceiros especificamente a grupos, isto, &eacute; devem ser respeitados pela Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. Quando a ilicitude dos atos que causaram preju&iacute;zos aos cidad&atilde;o, estes &nbsp;devem ser indenizados a todos aqueles que se sentirem lesados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Mediante dos estudos realizados apontam que <strong>a Portaria 1.104\/64<\/strong> &nbsp;viera&nbsp;&nbsp; de um artificio que demonstram uma conspira&ccedil;&atilde;o contra a <strong>classe dos cabos<\/strong> pelos comandantes da &eacute;poca editada com intuito&nbsp; de impedir a sua estabilidade&nbsp; na For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira, licenciando-os&nbsp; compulsoriamente quando j&aacute; contavam com 8 anos de servi&ccedil;o prestados a FAB. Esse ato,&nbsp; violou o que preconizava o <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/DEC%2057.654-1966?OpenDocument\"><strong>Decreto n&ordm; 57.654, de 20 de Janeiro de 1966<\/strong><\/a>, o qual regulamentava a Lei do Servi&ccedil;o Militar (lei n&ordm; 4.375, de 17 de agosto de 1964), retificada pela lei n&ordm; 4.754, de 18 de agosto de 1965. Decreto este hierarquicamente superior a desvirtuada portaria, criando a&iacute; uma inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica diante o confronto de atos, gerando uma situa&ccedil;&atilde;o adversa que vem se arrastando at&eacute; hoje.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Como se observa, que ap&oacute;s&nbsp; o ano de 1966 quando houve a regulamenta&ccedil;&atilde;o da Lei do Servi&ccedil;o Militar &#8211; LSM, a Portaria 1.104\/64 n&atilde;o cabia mais no mundo jur&iacute;dico, por&eacute;m continuou a ser aplicada, ou seja, &nbsp;como sendo a Norma da Norma ou a Norma do Regulamento, ficando n&iacute;tida a ilicitude do ato que causa espanto, visto que a normatiza&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; 4.375, de 17 de agosto de 1964 ocorreu atrav&eacute;s do Decreto n&ordm; 57.654\/66, jamais poderia ser normatizada &nbsp;de maneira &nbsp;antecipada por (por duas vezes) por uma indigesta portaria, ficando clara a ilegalidade para qualquer amador das Ci&ecirc;ncias Jur&iacute;dicas a&iacute; se v&ecirc; a <strong>evid&ecirc;ncia da disfar&ccedil;ada<\/strong> NORMA.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Ficando &oacute;bvio o abuso do poder durante o Regime Autorit&aacute;rio em determinar que do tempo de servi&ccedil;o em 08 anos para essa classe de militar teve a &iacute;ndole da Revolu&ccedil;&atilde;o que veio disfar&ccedil;ada de ato legal dentro da pol&iacute;tica organizacional da For&ccedil;a A&eacute;rea de <strong>&ldquo;alimpa&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo; <strong>dos suspeitos subversivos exatamente no quadro dos <\/strong><strong>cabos<\/strong> mesmo que esses o militares satisfizesse os pr&eacute; requisitos exigidos para continuar servindo a FAB (estar no bom comportamento, ter sa&uacute;de, robustez e ilibada conduta moral) para obter o &uacute;ltimo reengajamento&nbsp; por mais 2 anos era o tempo suficiente que o militar necessitava para atingir a sua&nbsp; estabilidade a qual j&aacute; era presumida,&nbsp; e consequentemente&nbsp; seguir&nbsp; a carreira&nbsp; militar a qual escolheu como profiss&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Em 2002 foi editada a Lei de Anistia com intuito de reparar os abusos cometidos pelo Regime da &eacute;poca. No decorrer dos estudos realizados para se detectar a origem da edi&ccedil;&atilde;o da t&atilde;o questionada portaria ficou evidenciado que a editora&ccedil;&atilde;o da portaria 1.104\/64 estava em desacordo &nbsp;com a Lei&nbsp; n&ordm; 4.375, de 17 de agosto de 1964, no entanto para camuflar a viola&ccedil;&atilde;o&nbsp; da prefalada Portaria, &nbsp;A&nbsp; Aeron&aacute;utica alegou como escapat&oacute;ria que se tratava de uma NORMA. Para o bom entendedor, jamais poderia se tratar de uma NORMA&nbsp; ou REGULAMENTO, uma vez que&nbsp; a Lei do Servi&ccedil;o&nbsp; Militar 4.375, de 17 de agosto de 1964,&nbsp; fora regulamentada pelo <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/DEC%2057.654-1966?OpenDocument\"><strong>Decreto n&ordm; 57.654, de 20 de Janeiro de 1966<\/strong><\/a><strong>, a cortina de fuma&ccedil;a usada como norma viola os princ&iacute;pios do direito em qualquer seara<\/strong>. Portanto se observa que a fantasia como preceito leg&iacute;timo, n&atilde;o caberia mais no mundo jur&iacute;dico.&nbsp; Portaria 1.104\/64 jamais poderia ter dois caminhos&nbsp; opostos. Neste sentido fica vidente que a portaria nasceu morta, no entanto pelo comportamento arbitr&aacute;rio das autoridades da &eacute;poca continuaram a aplicar indevidamente o ato contra&nbsp; a injusti&ccedil;ada CLASSE DE CABOS,&nbsp; a qual n&atilde;o tinha a quem recorrer sobrando-lhe o constrangimento e a opress&atilde;o &nbsp;expuls&atilde;o da For&ccedil;a, portanto todos sem exce&ccedil;&atilde;o foram compelidos &nbsp;&nbsp;ao afastamento de suas atividades remuneradas, ainda que com fundamento na legisla&ccedil;&atilde;o comum, e acima de tudo ileg&iacute;tima, <strong>disfar&ccedil;ada de norma jur&iacute;dica<\/strong>, sem base legal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A narrativa de que o ato (portaria 1.104\/64), &nbsp;fora usado como norma para justificar o&nbsp; abuso de autoridade do regime, camuflando&nbsp; o erro cometido sem base legal, precisamente&nbsp; com intuito de alterar o verdadeiro curso da hist&oacute;ria. Devendo a ilicitude cometida pela Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica &nbsp;ser apurada para n&atilde;o se deixar d&uacute;vidas sobre o exerc&iacute;cio do ato.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A desfa&ccedil;atez ainda perdura nos dias de hoje em pleno Estado Democr&aacute;tico de Direito a qual foi emanado pela vontade do atrav&eacute;s da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988, que gerou o estado de garantias para o cidad&atilde;o, sendo que todas as pessoas s&atilde;o iguais perante a lei, sem distin&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza em conformidade com os preceitos jur&iacute;dicos da legalidade, igualdade, seguran&ccedil;a e g&ecirc;nero.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Torna-se inconceb&iacute;vel submeter o Anistiando Pol&iacute;tico a essa atrapalhada de mudan&ccedil;a de entendimento e a imperfei&ccedil;&atilde;o da narrativa de NORMA. Desta maneira, fica evidente a falta de respeito com o cidad&atilde;o expondo o ex militar ao rid&iacute;culo desrespeitando o princ&iacute;pio do <strong>direito adquirido<\/strong> que tem como fundamento manter, no tempo e no espa&ccedil;o, os efeitos jur&iacute;dicos de preceitos que sofreram <strong>mudan&ccedil;as de entendimento<\/strong>, evitando que o novo entendimento retroaja visto que no cen&aacute;rio h&aacute; a exist&ecirc;ncia do&nbsp;<strong>direito adquirido<\/strong> e o total desprezo pela <strong>inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica. <\/strong>N&atilde;o ficando condizente com a alta precis&atilde;o que a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica requer.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A malfadada portaria foi qualificada como atividade pol&iacute;tica organizacional da FAB uma vez que estava respaldada nos Atos Institucionais n&uacute;meros1 ao 9 e em outros atos nocivos&nbsp; editado ao longo do Regime Militar como o cruel AI-5 , que instituiu a Ditadura militar no Brasil naquela &eacute;poca.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Uma vez&nbsp; sendo uma portaria gen&eacute;rica n&atilde;o h&aacute; como provar a persegui&ccedil;&atilde;o pessoal e sim que foram alvejados por um ato ilegal, portanto toda a classe foi atingida por um dispositivo irregular ir para atender a vontade pol&iacute;tica autorit&aacute;ria&nbsp; em fazer uma <strong>&ldquo;alimpa&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo; nos quadros dos cabos considerados &nbsp;suspeitos de serem subversivos em virtude de que n&atilde;o tiveram capacidade de detectar todos os cabos legalistas&nbsp; e n&atilde;o revolucion&aacute;rios que lutavam pelos preceitos legais diante o regime que se instalou&nbsp; no Brasil em 1964.Vle salientar que foram compelidos ao licenciamento todos sem distin&ccedil;&atilde;o, <strong>para ser expulso era bastante ser cabo<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Atento as alega&ccedil;&otilde;es que fundamentam o impedimento da peti&ccedil;&atilde;o de Declara&ccedil;&atilde;o de Anistiado aos militares em prejudicados, est&atilde;o sobre as <strong>ileg&iacute;timas <\/strong>considera&ccedil;&otilde;es contidas no parecer&nbsp; AGU\/JD-3\/2003, o qual&nbsp; afirma que a Portaria 1.104\/64, era uma NORMA PR&Eacute;-EXISTENTE&nbsp; para aqueles&nbsp; que ingressaram &agrave;s fileiras da FAB depois da sua edi&ccedil;&atilde;o. Esquece a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica que a Lei 10.559\/2004, n&atilde;o cogita que processo de Anistia Pol&iacute;tica tenha que ACATAR PARECER\/NOTA OPINATIVA DE OUTRO &Oacute;RG&Atilde;O DA UNI&Atilde;O a n&atilde;o ser t&atilde;o somente do colegiado criado com <strong>o prop&oacute;sito de anistia pol&iacute;tica &eacute; independente<\/strong>. O <strong>consenso<\/strong> para obten&ccedil;&atilde;o&nbsp; do benef&iacute;cio da anistia &eacute; exclusivo do PLEN&Aacute;RIO&nbsp; da Comiss&atilde;o de Anistia, portanto neste contexto se v&ecirc; a ilegitimidade com desvio de finalidade do parecer AGU\/JD-3\/2003, sem o aval da PGR,&nbsp; onde o parecerista&nbsp; firmou seu convencimento fracionando os efeitos da portaria em dois pesos e duas medidas, fugindo do ordenamento jur&iacute;dico-administrativo, uma vez que a Lei 10.559\/2000 n&atilde;o faz refer&ecirc;ncia&nbsp; neste sentido. Ignorando o processo legal. Acatar a opini&atilde;o fora d da Comiss&atilde;o de Anistia, especialmente da AGU\/JD, &eacute; o mesmo que legislar em causa pr&oacute;pria.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Ressalta-se <strong>que&nbsp; ato existiu de fato, mas de direito n&atilde;o<\/strong>,foi um ato enganoso para confundir e lesar a parte mais vulner&aacute;vel da quest&atilde;o, os cabos que escolheramseguir a carreira militar na For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Concordar com a decis&atilde;o imposta pelo Poder da Uni&atilde;o, seria o mesmo que premiar a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, beneficiando-a do pr&oacute;prio erro, em detrimento aosrequerentes que prestou exame (equivalente a concurso na &eacute;poca) para o CFC &ndash; Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos &ndash; aprovado, cursado e promovido ao postode CABO,almejava dias melhores dias nas fileiras da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira,lugar que escolheram para fazer carreira militar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Buscando o sentido das doutrinas e do ordenamento jur&iacute;dico-administrativo, questiona-se, como pode uma mesma portaria ser um ato de <strong>exce&ccedil;&atilde;o de cunho pol&iacute;tico at&eacute; uma determinada data (1964), e, a partir do momento seguinte (1965) a mesma tenha car&aacute;ter meramente administrativo legal?<\/strong> A natureza do referido ato encontra-se enquadrada no Art. 2&ordm; inciso XI da Lei 10.559\/2002 &#8211; &ldquo;<strong>desligados, licenciados, expulsos ou de qualquer forma compelidos ao afastamento de suas atividades remuneradas, ainda que com fundamento na legisla&ccedil;&atilde;o comum, ou decorrentes de expedientes oficiais sigilosos.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Por tudo quanto foi exposto acima, nota-se que as For&ccedil;as Armadas o Minist&eacute;rio da Defesa nunca deixaram de est&aacute; defendendo &ldquo;Revolu&ccedil;&atilde;o de 64&rdquo; esse caso dos Cabos desde 2003, 2004, tentar invalidar o direito das v&iacute;timas &eacute; o mesmo que desviar a finalidade da <strong>Lei de Anistia<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Assim sendo, espera-se que o&nbsp;<strong>colegiado<\/strong>&nbsp;possa reconhecer e assim o direito pondo um fim no lit&iacute;gio criado indevidamente.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Dessa forma possa reverter uma injusti&ccedil;a perpetrada pela Regime Militar contra uma categoria espec&iacute;fica de militares, que foram impedidos de permanecer na For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira por motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Ent&atilde;o a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica pode revogar seus pr&oacute;prios atos, respeitados os direitos adquiridos.&nbsp;<strong>Desse modo, seus efeitos s&atilde;o proativos<\/strong>,&nbsp;<strong>sendo v&aacute;lidas todas as situa&ccedil;&otilde;es atingidas&nbsp;<\/strong>ANTES DA REVOGA&Ccedil;&Atilde;O<strong>.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\"><strong>&Eacute; bom que fique bem claro que a concess&atilde;o ao Certificado&nbsp; de Anistiado Pol&iacute;tico&nbsp; n&atilde;o &eacute; um pr&ecirc;mio concedido&nbsp; pela Uni&atilde;o, e sim&nbsp; uma justa repara&ccedil;&atilde;o de danos&nbsp; causados&nbsp; as pessoas&nbsp; que perderam&nbsp; seus empregos, e sonhos&nbsp; por um bem maior, que &eacute; a democracia.<\/strong> Sendo os ex- cabos em quest&atilde;o, parte integrante dos que esperam a justa repara&ccedil;&atilde;o aos danos que sofreram.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:12px;\"><span style=\"font-size:14px;\">Diante o exposto espera-se que as autoridades se comovam e quem puder reverta a quest&atilde;o.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"font-family: &quot;comic sans ms&quot;, cursive; font-size: 14px;\">Fica aqui,&nbsp;mais uma vez, consignada minha cr&iacute;tica e opini&atilde;o sugestiva aos nossos Patronos e Parlamentares!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Abra&ccedil;o a todos.<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><img decoding=\"async\" alt=\"Max de Oliveira Leite-66x74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Max-de-Oliveira-Leite-66x74.jpg\" style=\"width:48px;height:74px;\" \/><\/span><br \/>\n\t<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>MAX DE OLIVEIRA LEITE<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &#8211; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tEmail: <strong><a href=\"mailto:maxleit@hotmail.com\" rel=\"nofollow\">maxleit@hotmail.com<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\tPostado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <strong><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":["post-52716","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2021"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52716","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52716"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52716\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":52746,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52716\/revisions\/52746"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52716"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52716"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52716"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}