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{"id":52489,"date":"2021-05-04T17:33:04","date_gmt":"2021-05-04T20:33:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=52489"},"modified":"2021-05-04T17:33:04","modified_gmt":"2021-05-04T20:33:04","slug":"a-quem-interessar-possa-refletir-sobre-a-sumula-administrativa-ca-2002-nao-fraciona-o-periodo-para-concessao-de-anistia-um-paradoxo-entre-a-comissao-originaria-e-os-colegiados-subsequente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2021\/05\/a-quem-interessar-possa-refletir-sobre-a-sumula-administrativa-ca-2002-nao-fraciona-o-periodo-para-concessao-de-anistia-um-paradoxo-entre-a-comissao-originaria-e-os-colegiados-subsequente\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa refletir sobre&#8230; A S\u00daMULA ADMINISTRATIVA CA 2002 N\u00c3O FRACIONA O PER\u00cdODO PARA CONCESS\u00c3O DE ANISTIA \u2013 UM PARADOXO ENTRE A COMISS\u00c3O ORIGIN\u00c1RIA E OS COLEGIADOS SUBSEQUENTES."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/S\u00famula-Administrativa-n\u00ba-2002.07.0003-CA.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-40791\" height=\"139\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/S\u00famula-Administrativa-n\u00ba-2002.07.0003-CA.jpg\" width=\"362\" \/><\/a><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...-5.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-51791\" height=\"75\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...-5.jpg\" width=\"318\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong><span style=\"background-color:#F0FFF0;\">A S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA CA 2002 N&Atilde;O FRACIONA O PER&Iacute;ODO PARA CONCESS&Atilde;O DE ANISTIA &ndash; UM PARADOXO ENTRE A COMISS&Atilde;O ORIGIN&Aacute;RIA E OS COLEGIADOS SUBSEQUENTES.<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&ldquo;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">A anistia &eacute; um ato unilateral de poder, mas pressup&otilde;e que para&nbsp; cumprir sua destina&ccedil;&atilde;o&nbsp; pol&iacute;tica, haja , na diverg&ecirc;ncia que n&atilde;o se desfaz, antes&nbsp; se reafirma pela liberdade, o desarmamento dos esp&iacute;ritos&nbsp; pela convic&ccedil;&atilde;o&nbsp; da indispensabilidade da coexist&ecirc;ncia democr&aacute;tica<\/span>&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Aqui vale &nbsp;lembrar a todos os julgadores de concess&atilde;o de anistia&nbsp; que a imparcialidade nos julgamentos &eacute; um dos pilares da democracia. N&atilde;o se tem soberania popular com prepot&ecirc;ncia, conveni&ecirc;ncia e subservi&ecirc;ncia, do contr&aacute;rio seria retroagir a democracia j&aacute; conquistada h&aacute; algum tempo, a decis&atilde;o administrativa n&atilde;o deve ocorrer por conveni&ecirc;ncia, e sim pelo direito l&iacute;quido e certo conquistado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&Eacute; bom que se esclare&ccedil;a que a Comiss&atilde;o de Anistia subsequente&nbsp; n&atilde;o pode nem deve modificar &nbsp;em desfavor das concess&otilde;es da Declara&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico j&aacute; concedidas a n&atilde;o ser para melhorar a favor do benefici&aacute;rio, retroagir somente&nbsp; se ferir o Art. 17 da Lei 10.559\/2002.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Estudos j&aacute; mostraram e confirmaram que a contamina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica da portaria 1.104\/GM3\/64, ocorreu &nbsp;na sua origem, ficando evidente que&nbsp; <strong>somente uma &nbsp;ferramenta que alcan&ccedil;ou &nbsp;a todos os cabos da FAB que por ela foram expulsos&nbsp;&nbsp; sem distin&ccedil;&atilde;o<\/strong>, o de per&iacute;odo, a repress&atilde;o compuls&oacute;ria &nbsp;&nbsp;s&oacute; estancou&nbsp; com os ares da com a edi&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 673\/GM3 de 15 de junho de 1982, que revogou por definitivo&nbsp; a infame portaria1.104\/GM3\/64.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A For&ccedil;a A&eacute;rea, pecou mais uma vez quando das publica&ccedil;&otilde;es em Boletim Interno de suas organiza&ccedil;&otilde;es da <strong>abertura de EXAME de sele&ccedil;&atilde;o a HABILITA&Ccedil;&Atilde;O ao Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos,<\/strong> a <strong>OMISS&Atilde;O<\/strong> no texto de triagem a informa&ccedil;&atilde;o de que os selecionados ficariam <strong>sujeitos a condi&ccedil;&atilde;o de serem expulsos ao completar 8 anos de servi&ccedil;o<\/strong>. Omiss&atilde;o, desleixo, falta de capacidade ou m&aacute; inten&ccedil;&atilde;o?&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">O ato capcioso, teve sua origem&nbsp; durante o Regime autorit&aacute;rio, bem como derivada do Of&iacute;cio&nbsp; Reservado n&ordm; 04, de 04\/09\/1964 de acordo com as astuciosas inten&ccedil;&otilde;es mais tarde veio se aliar a outros expedientes como o Boletim Reservado&nbsp; n&ordm; 21, de 11\/05\/1965. Traduz-se como obra com prop&oacute;sito autoritarista daquele Regime, por si s&oacute; e intrinsicamente j&aacute; se qualifica como um &nbsp;ato categ&oacute;rico &nbsp;de natureza pol&iacute;tica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Acima de tudo, a Portaria n&ordm; 1.104GM3 n&atilde;o poderia, como Portaria, <strong>ferir qualquer dispositivo da norma de hierarquia maior<\/strong>, visto que a prefalada portaria <strong>n&atilde;o se trata de &nbsp;Lei<\/strong> e, sendo assim, a esta n&atilde;o deve equiparar. O que a Lei disp&otilde;e n&atilde;o pode mudar nem suprimir.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Portanto, a Portaria&nbsp; n&ordm; 1.104GM3, de 12\/10\/1964, emitida pelo Exm<sup>o.&nbsp; <\/sup>Ministro da Aeron&aacute;utica , <strong>violou&nbsp; as Constitui&ccedil;&otilde;es&nbsp; Federais de 1946 e 1967, as Leis do Servi&ccedil;o Militar (LSM), os&nbsp; Estatutos&nbsp; dos militares<\/strong>. Violou a hierarquia das Normas&nbsp; e continuou&nbsp; sendo aplicada&nbsp; indevidamente,&nbsp; ou seja <strong>sem qualquer amparo jur&iacute;dico e sim pol&iacute;tico&nbsp; no per&iacute;odo de 01\/02\/1966 at&eacute; 18\/11\/1982.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A miopia organizacional n&atilde;o v&ecirc; a referida a&ccedil;&atilde;o&nbsp; teve duas vertentes como ato de&nbsp; exce&ccedil;&atilde;o por ter sido editada durante Regime Militar e o <strong>cunho pol&iacute;tico&nbsp; n&atilde;o como norma por ter sido considerada nula, ainda mesmo sendo uma diligencia de exerc&iacute;cio nulo diante o autoritarismo<\/strong> da &eacute;poca continuou a ser utilizada indevidamente,<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Se v&ecirc; como outra vertente a nulidade da mesma por ter <strong>violado<\/strong><strong> o <\/strong><a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/DEC%2057.654-1966?OpenDocument\"><strong>Decreto n&ordm; 57.654, de 20 de Janeiro de 1966<\/strong><\/a><strong>, o qual regulamentava a Lei do Servi&ccedil;o Militar (lei n&ordm; 4.375, de 17 de agosto de 1964<\/strong>), retificada pela lei n&ordm; 4.754, de 18 de agosto de 1965. Decreto este hierarquicamente superior a&nbsp; desvirtuada portaria, criando a&iacute; uma inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica diante o confronto de atos, gerando uma situa&ccedil;&atilde;o terr&iacute;vel que vem se arrastando at&eacute; hoje.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A limita&ccedil;&atilde;o do tempo de servi&ccedil;o em 8 anos serviu para impedir que o militar mesmo satisfazendo os pr&eacute;-requisitos (estar no bom comportamento, ter sa&uacute;de, robustez e ilibada conduta moral) para obter o &uacute;ltimo reengajamento&nbsp;por mais 2 anos pois era o tempo suficiente que o militar no servi&ccedil;o ativo precisava para atingir a sua&nbsp; estabilidade,&nbsp; e consequentemente, seguir&nbsp; a carreira&nbsp; militar a qual escolheu como profiss&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">A Constitui&ccedil;&atilde;o&nbsp; Federal de&nbsp; 1988, no citado Art.. 8&ordm; do ADCT, n&atilde;o assentou&nbsp; termos in&uacute;teis , portanto,&nbsp; <strong>POR ATOS DE EXCE&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>, vem&nbsp; justamente recepcionar&nbsp; o ato administrativo , a <strong>Portaria&nbsp; n&ordm;&nbsp; 1.104GM3, de 12\/10\/1964<\/strong>,&nbsp; que tivera sua edi&ccedil;&atilde;o alicer&ccedil;ada&nbsp; <strong>pelo Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04, de setembro de&nbsp; 1964<\/strong>, sob denomina&ccedil;&atilde;o&nbsp; de PROBLEMA DOS&nbsp; CABOS , cuja a finalidade era exclusivamente&nbsp; atingir os cabos&nbsp; no sentido&nbsp; de impedir a estabilidade dos mesmos&nbsp; aos 10 anos de servi&ccedil;o, mediante&nbsp; a renova&ccedil;&atilde;o de todos esses militares&nbsp; que completasse 08 anos, impedindo a sua&nbsp; estabilidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Com o a edi&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; <u>10.559, de 13\/11\/2002<\/u>,&nbsp; <u>que regulamentou<\/u>&nbsp; o citado&nbsp; art.&nbsp; 8&ordm; do Ato das Disposi&ccedil;&otilde;es Constitucionais Transit&oacute;rias, disp&ocirc;s&nbsp; em seu <strong>artigo 2&ordm;<\/strong>&nbsp; &#8211; <strong>S&atilde;o declarados anistiados&nbsp; pol&iacute;ticos&nbsp; aqueles&nbsp; que no per&iacute;odo&nbsp; de 18 de setembro&nbsp; de 1946 at&eacute;&nbsp; outubro de 1988 foram:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">[&#8230;]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">XI &ndash; <strong>desligados , licenciados , expulsos&nbsp; ou de qualquer forma compelidos ao afastamento de suas atividades remuneradas<\/strong>, <strong>ainda que com fundamento na legisla&ccedil;&atilde;o comum, ou decorrentes de expedientes&nbsp; oficiais&nbsp; sigilosos.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\"><strong>Neste sentido, a Justi&ccedil;a de Transi&ccedil;&atilde;o a FAB culminou com a edi&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 673\/GM3 de 15 de junho de 1982 que autorizava o reengajamento dos cabos ap&oacute;s 08 anos de efetivo servi&ccedil;o. Assim sendo a Portaria 673\/1982 revogou por definitivo a Portaria 1.104\/64, da&iacute; em diante os cabos que se encontravam servindo a Aeron&aacute;utica desde 1974<\/strong> seguiram suas carreiras com o benef&iacute;cio da estabilidade. Desse modo ao ganhar a estabilidade estavam amparados pelo Decreto n&ordm; 68.951 de 19 de junho de 1971 se enquadrando no QC &#8211; Quadro Complementar de Terceiro Sargento da Aeron&aacute;utica. Dessa maneira ficou uma lacuna de cabos injusti&ccedil;ados os que ingressaram na FAB entre os anos de 1967 a 1973 os quais at&eacute; os dias atuais clamam por justi&ccedil;a amparados pela Lei n&ordm; 10.559\/\/2002.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\"><strong>Como se observa, todos os cabos compelidos a deixar suas fun&ccedil;&otilde;es laborativas&nbsp; foram exclu&iacute;das pela mesma ferramenta somente vindo a ser fracionada a <\/strong><strong>partir d<\/strong>a edi&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 673\/GM3 de 15 de junho de 1982, que revogou por definitivo&nbsp; o indecoroso ato de natureza duvidosa e pol&iacute;tico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">O conte&uacute;do deste Of&iacute;cio Reservado &eacute; um dos elementos que inicia e comp&otilde;e o conjunto harm&ocirc;nico de provas que evidenciam efetivamente a motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica na expuls&atilde;o, desligamentos e licenciamentos ex Of&iacute;cio de cabos com base nas Portarias n&ordm;<sup>s<\/sup>. 1.103 e 1.104, <strong>cedendo &nbsp;efeitos retroativos ao revogar expressamente a Portaria n &ordm; 570<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">&nbsp;O <strong><u>Of&iacute;cio Reservado n.&ordm; 4<\/u><\/strong> foi encaminhado ao Senhor Ministro da Aeron&aacute;utica, por interm&eacute;dio do Estado-Maior da Aeron&aacute;utica que, por determina&ccedil;&atilde;o, apresentou estudo para rever e atualizar as instru&ccedil;&otilde;es que estavam estabelecidas pela Portaria n.&ordm; 570\/GM-3, de 23 de novembro de 1954.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Assim, prima facie, cumpre esclarecer que quando da expedi&ccedil;&atilde;o da Portaria n.&ordm; 1.104\/64-GM-3, os cabos estavam amparados pela Portaria n.&ordm; 570\/54, que lhe assegurava reengajamentos sucessivos at&eacute; que fosse implementado o tempo de servi&ccedil;o, com o qual estaria garantida a perman&ecirc;ncia na carreira militar definitivamente, por estarem no cumprimento sucessivo de engajamento e reengajamento<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Sobre uma an&aacute;lise mais profunda a que se deve curvar, tomando-se relevo tais medidas, ou de tais portarias &#8211; 1.103 e 1.104\/64.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Como n&atilde;o havia mais necessidade de punir e reprimir os Cabos da Aeron&aacute;utica tidos como suspeitos comunistas, o ministro&nbsp;baixou novo ato que abrangeu os cabos incorporados em 1974, os quais tamb&eacute;m&nbsp; eram question&aacute;veis da mesma forma, &nbsp;visto que ingressaram &agrave;s fileiras da FAB sobre a &eacute;gide da 1.104\/64.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Por todo exposto, vale transcrever abaixo o exemplo de decis&atilde;o administrativa referendada pelo ent&atilde;o Ministro M&aacute;rcio Tomaz Bastos, que vem servindo de espelho para o STJ em suas decis&otilde;es de MS&nbsp; a qual &eacute; traduzida como &nbsp;PARADIGMA&nbsp; para os demais&nbsp; atingidos pela <strong>mesma ferramenta<\/strong>. Portaria n&ordm; 1.104\/64.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:12px;\"><strong>PORTARIA No 1.647, <\/strong><strong>DE 6 DE JULHO DE 2004.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:12px;\">O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A, no uso de suas atribui&ccedil;&otilde;es legais, com fulcro no artigo 10 da Lei n&ordm;. 10.559, de 13 de novembro de 2002, publicada no Di&aacute;rio Oficial de 14 de novembro de 2002 e considerando o resultado do julgamento proferido pela Terceira C&acirc;mara da Comiss&atilde;o de Anistia na sess&atilde;o realizada no dia 05 de maio de 2004, no Requerimento de Anistia n&deg; 2003.01.15474, resolve: Declarar&nbsp;<strong>JO&Atilde;O BATISTA NUNES<\/strong>&nbsp;anistiado pol&iacute;tico, reconhecendo a contagem de tempo de servi&ccedil;o, para todos os efeitos, at&eacute; a idade limite de perman&ecirc;ncia na ativa, assegurando as promo&ccedil;&otilde;es &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Segundo-Sargento com os proventos da gradua&ccedil;&atilde;o de Primeiro-Sargento e as respectivas vantagens, concedendo-lhe repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada no valor de R$ 2.651,67 (dois mil, seiscentos e cinquenta e um reais e sessenta e sete centavos), com efeitos financeiros retroativos a partir de 06.12.1997 at&eacute; a data do julgamento em 05.05.2004, totalizando 76 (setenta e seis) meses e 29 (vinte e nove) dias, perfazendo um total de R$ 221.105,08 (duzentos e vinte e um mil, cento e cinco reais e oito centavos), nos termos do artigo 1&deg;, incisos I, II e III, da Lei n.&ordm; 10.559 de 14 de novembro de 2002.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:12px;\"><strong>M&Aacute;RCIO THOMAZ BASTOS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Como se observa, o problema consiste na desvirtualiza&ccedil;&atilde;o interpretativa&nbsp; da lei, bem como insistem em n&atilde;o enxergar a ilegalidade da portaria, como tamb&eacute;m a <strong>deforma&ccedil;&atilde;o da vontade e objetivo da Lei de Anistia<\/strong>, para tanto&nbsp; torna-se necess&aacute;rio o desarmamento do esp&iacute;rito financeiro&nbsp; focalizando a coexist&ecirc;ncia de um eixo democr&aacute;tico do direito l&iacute;quido e certo.&nbsp;&nbsp;<\/span>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:14px;\">Desse modo, fica claro que a Comiss&atilde;o de Anistia, ao editar a S&uacute;mula Administrativa 2002.07.0003, atesta o car&aacute;ter de ato de exce&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64 e fundamenta-se em dados hist&oacute;ricos e documentais consistentes. Trata-se, na verdade, de um reconhecimento de uma injusti&ccedil;a perpetrada pela ditadura militar contra uma categoria espec&iacute;fica de militares, que foram impedidos de permanecer na Aeron&aacute;utica por motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fica aqui,&nbsp;mais uma vez, consignada minha cr&iacute;tica e opini&atilde;o sugestiva aos nossos Patronos e Parlamentares!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abra&ccedil;o a todos.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><img decoding=\"async\" alt=\"Max de Oliveira Leite-66x74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Max-de-Oliveira-Leite-66x74.jpg\" style=\"width:56px;height:74px;\" \/><br \/>\n\t<strong>MAX DE OLIVEIRA LEITE<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &#8211; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tEmail: <strong><a href=\"mailto:maxleit@hotmail.com\" rel=\"nofollow\">maxleit@hotmail.com<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <strong><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":["post-52489","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2021"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52489","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52489"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52489\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":52494,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52489\/revisions\/52494"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52489"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52489"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52489"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}