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{"id":50330,"date":"2020-09-21T14:53:51","date_gmt":"2020-09-21T17:53:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=50330"},"modified":"2020-09-21T21:05:44","modified_gmt":"2020-09-22T00:05:44","slug":"adpf-641-2019-julgamento-virtual-em-18-09-2020-agravos-conhecidos-e-nao-providos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2020\/09\/adpf-641-2019-julgamento-virtual-em-18-09-2020-agravos-conhecidos-e-nao-providos\/","title":{"rendered":"ADPF 641\/2019 &#8211; Julgamento Virtual em 18\/09\/2020 AGRAVOS CONHECIDOS E N\u00c3O PROVIDOS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-50341\" height=\"269\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AG.REG_.-ADPF-641-Plen\u00e1rio-Virtual-Inclu\u00eddo-em-Pauta-Em-18.09.2020-430x286.jpg\" width=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AG.REG_.-ADPF-641-Plen\u00e1rio-Virtual-Inclu\u00eddo-em-Pauta-Em-18.09.2020-430x286.jpg 430w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AG.REG_.-ADPF-641-Plen\u00e1rio-Virtual-Inclu\u00eddo-em-Pauta-Em-18.09.2020-430x286-385x241.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1090\" height=\"548\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-50331\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AG.REG_.-ADPF-641-Plen\u00e1rio-Virtual-Decis\u00e3o-QUA-NIL.jpg\" style=\"width: 430px; height: 216px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AG.REG_.-ADPF-641-Plen\u00e1rio-Virtual-Decis\u00e3o-QUA-NIL.jpg 1090w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AG.REG_.-ADPF-641-Plen\u00e1rio-Virtual-Decis\u00e3o-QUA-NIL-385x194.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AG.REG_.-ADPF-641-Plen\u00e1rio-Virtual-Decis\u00e3o-QUA-NIL-768x386.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/AG.REG_.-ADPF-641-Plen\u00e1rio-Virtual-Decis\u00e3o-QUA-NIL-450x226.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 1090px) 100vw, 1090px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RELAT&Oacute;RIO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Senhora Ministra Rosa Weber (Relatora):<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 .<\/strong> Contra a decis&atilde;o monocr&aacute;tica por mim proferida, pela qual, forte nos arts. 4&ordm;, &sect; 1&ordm;, da Lei n&ordm; 9.882\/1999 e 21, &sect; 1&ordm;, do RISTF, neguei seguimento &agrave; argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental ( edoc. 27) , por aus&ecirc;ncia de observ&acirc;ncia ao requisito da subsidiariedade, a autora interp&ocirc;s agravo regimental ( edoc. 28 ).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas raz&otilde;es recursais invoca, em s&iacute;ntese, dois fundamentos principais para a reforma da decis&atilde;o monocr&aacute;tica. No primeiro, defende que o entendimento deste Supremo Tribunal Federal sobre o requisito da subsidiariedade foi formado no sentido de que a ADPF &eacute; cab&iacute;vel quando n&atilde;o houver outro meio apto a sanar a lesividade de maneira r&aacute;pida, imediata e eficaz, o que seria o caso dos autos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No segundo fundamento, assinala a observ&acirc;ncia do requisito da subsidiariedade, porquanto o ato administrativo impugnado, consistente na Portaria n&ordm; 1.104\/GM3, de 12.10.1964 &ndash; editada pelo Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica &ndash;, foi praticado no per&iacute;odo de 12.10.1964 a 18.11.1982, ou seja, tempo anterior &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. Desse modo, por se tratar de ato normativo pr&eacute;-constitucional, o controle jurisdicional deve se dar por meio da argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental, conforme art. 1&ordm;, par&aacute;grafo &uacute;nico, I, da Lei n&ordm; 9.882\/1999, e n&atilde;o por via controle jurisdicional difuso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ilustrar o argumento, transcrevo: &ldquo; Os termos do art. 1&ordf;, &sect; &uacute;nico, I, da Lei 9.882\/99 garante ao Direito Pr&eacute; &ndash; Constitucional ser examinado pela via processual constitucional e os requisitos da argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental institu&iacute;da na forma da lei supra. Desta maneira vale dizer que o o recurso extraordin&aacute;rio n&atilde;o &eacute; a via recursal apta a analisar o Direito Pr&eacute; &ndash; Constitucional .&rdquo; (&hellip;) &ldquo; Aplicar o Recurso Extraordin&aacute;rio em mat&eacute;ria expressa em lei que disciplinou a argui&ccedil;&atilde;o de preceito fundamental a possibilidade de exame da compatibilidade do direito pr&eacute;-constitucional com a norma da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica configura viola&ccedil;&atilde;o &agrave; Lei, e o ato constitui uma afronta aos pr&oacute;prios direitos fundamentais e desrespeito ao princ&iacute;pio constitucional da legalidade. Ainda, que o referido recurso estiver, supostamente, sob a fundamenta&ccedil;&atilde;o 2 da repercuss&atilde;o geral, n&atilde;o cabe a aplica&ccedil;&atilde;o deste. Como &eacute; not&oacute;rio ao direito pr&eacute;-constitucional &eacute; reservado um processo objetivo, conforme reserva legal institu&iacute;da no art. 1&ordm;, &sect; 1&ordm; da Lei 9.882\/99 &rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 . <\/strong>Requer a reconsidera&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o monocr&aacute;tica. Sucessivamente, pede o provimento do agravo regimental para dar prosseguimento ao desenvolvimento da argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental, com o acolhimento dos pedidos formulados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Relatados os elementos argumentativos da fase recursal.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>VOTO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Senhora Ministra Rosa Weber (Relatora):<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 .<\/strong> Publicada a decis&atilde;o agravada, proferida por mim, Relatora deste processo, no DJe de 05.8.2020, a interposi&ccedil;&atilde;o do agravo regimental em 11.8.2020 observa o prazo recursal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 .<\/strong> Preenchidos os pressupostos gen&eacute;ricos, conhe&ccedil;o do agravo regimental e passo ao exame do m&eacute;rito recursal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3 .<\/strong> Para a adequada compreens&atilde;o da controv&eacute;rsia recursal, transcrevo o teor da decis&atilde;o objeto de impugna&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><b>&ldquo;Vistos etc.<o:p><\/o:p><\/b><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>1 .<\/strong> Trata-se de argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental, com fundamento normativo nos arts. 102, &sect;1&ordm;, e 103, IX, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, ajuizada pela Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos ExCabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira &ndash; ANECFAB &#8211; em face da Portaria n. 1.104 GM3, de 12 de outubro de 1964, editada pelo Ministro da Aeron&aacute;utica.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>2 .<\/strong> De in&iacute;cio, a parte autora justifica o cabimento da argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental para a resolu&ccedil;&atilde;o da controv&eacute;rsia constitucional identificada. Nessa quadra, alega configurados os requisitos legais (i) da exist&ecirc;ncia de controv&eacute;rsia constitucional relevante sobre a mat&eacute;ria, em raz&atilde;o da exist&ecirc;ncia de decis&otilde;es d&iacute;spares sobre a mat&eacute;ria, (ii) o ato normativo editado pelo poder p&uacute;blico, (iii) a identifica&ccedil;&atilde;o de preceitos fundamentais violados e (iv) a subsidiariedade na escolha da via processual eleita.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>3 . <\/strong>Ao argumento da exist&ecirc;ncia de interpreta&ccedil;&otilde;es divergentes acerca da Portaria n&ordm; 1.104\/1964, para efeitos de concess&atilde;o de anistia aos atingidos pelo referido ato normativo, sustenta a viola&ccedil;&atilde;o de preceitos fundamentais, a saber, &ldquo;a dignidade da pessoa humana, a seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, a coisa julgada com reflexo perigoso na sa&uacute;de dos que comp&otilde;e a classe com idade superior a 68 anos como tamb&eacute;m na de seus familiares&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>(&hellip;)<\/strong><o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>10.<\/strong> Requer seja reconhecido que a Portaria n&deg; 1.104GM3, de 12 de outubro de 1964, editada pelo Ministro da Aeron&aacute;utica, foi um ato p&uacute;blico em desconformidade com a legisla&ccedil;&atilde;o militar e com as Constitui&ccedil;&otilde;es Federais de 1946 e 1967.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>11 .<\/strong> Pede a concess&atilde;o dos benef&iacute;cios da gratuidade processual, com base no art. 5&ordm;, LXXIV, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, e no art. 4&ordm; da Lei n&ordm; 1.060\/50, com a reda&ccedil;&atilde;o introduzida pela Lei n&ordm; 7.510\/86, &agrave; alega&ccedil;&atilde;o de que a requerente &eacute; uma associa&ccedil;&atilde;o desprovida de qualquer fim lucrativo e n&atilde;o possui patrim&ocirc;nio, conforme provado por sua declara&ccedil;&atilde;o anual de imposto de renda. Relatados os principais elementos argumentativos do processo, decido. Do Cabimento da Argui&ccedil;&atilde;o de Descumprimento de Preceito Fundamental<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>12 .<\/strong> O art. 4&ordm;, caput, da Lei n&ordm; 9.882\/1999 autoriza o relator a indeferir liminarmente a peti&ccedil;&atilde;o inicial &ldquo;quando n&atilde;o for o caso de argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental&rdquo;. J&aacute; o &sect; 1&ordm; desse dispositivo &eacute; expresso ao assentar que &ldquo;n&atilde;o ser&aacute; admitida argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental quando houver qualquer outro meio eficaz de sanar a lesividade&rdquo;. Isso porque a argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental desempenha, no conjunto dos mecanismos de prote&ccedil;&atilde;o da ordem constitucional, espec&iacute;fica e excepcional fun&ccedil;&atilde;o de evitar, &agrave; falta de outro meio efetivo para tanto, a pereniza&ccedil;&atilde;o no ordenamento jur&iacute;dico de comportamentos estatais &ndash; de natureza normativa, administrativa e jurisdicional &ndash; contr&aacute;rios a um identific&aacute;vel n&uacute;cleo de preceitos &ndash; princ&iacute;pios e regras &ndash; tidos como sustent&aacute;culos da ordem constitucional estabelecida.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>13.<\/strong> Observo, nesse sentido, que o descumprimento de preceito fundamental acionador do mecanismo de defesa objetiva da ordem constitucional (art. 102, &sect;1&deg;, CRFB) se manifesta na contrariedade &agrave;s linhas estruturantes da Constitui&ccedil;&atilde;o, &agrave;quilo que, mesmo n&atilde;o identificado com esta ou aquela fra&ccedil;&atilde;o do texto positivado, &eacute; reconhecido como elemento material da ordem constitucional. Pilares de sustenta&ccedil;&atilde;o, expl&iacute;citos ou impl&iacute;citos, sem os quais a ordem jur&iacute;dica delineada pelo Poder Constituinte, seja ele origin&aacute;rio ou derivado, ficaria desfigurada na sua pr&oacute;pria identidade. Desse modo, n&atilde;o viabiliza, a din&acirc;mica jur&iacute;dico-constitucional, o uso desmedido da ADPF enquanto singular instrumento de prote&ccedil;&atilde;o da ordem constitucional.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>14 .<\/strong> Se, de um lado, o art. 4&ordm;, &sect;1&ordm;, da Lei n&ordm; 9.882\/1999 n&atilde;o descura do car&aacute;ter objetivo e abstrato da ADPF, a emprestar-lhe efeito vinculante e erga omnes, de outro, tampouco a antep&otilde;e a todo o sistema difuso de tutela dos direitos subjetivos de &iacute;ndole constitucional. O preceito comporta interpreta&ccedil;&atilde;o que legitima o Supremo Tribunal Federal a exercer, &agrave; vista do caso concreto, o ju&iacute;zo de admissibilidade, seja quando incab&iacute;veis os demais instrumentos de controle concentrado, seja quando constatada a insufici&ecirc;ncia ou inefetividade da jurisdi&ccedil;&atilde;o subjetiva para afirmar a tutela da ordem constitucional de forma efetiva e imediata.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>15 .<\/strong> Como sinaliza a jurisprud&ecirc;ncia consolidada desta Suprema Corte, n&atilde;o basta estarem &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o processos ordin&aacute;rios ou mesmo a interposi&ccedil;&atilde;o de recurso extraordin&aacute;rio para afastar a utilidade da ADPF, impondo-se a efetividade do instrumento processual a ser acionado na tutela dos preceitos fundamentais. Nesse cen&aacute;rio normativo, no exame dos casos de fei&ccedil;&atilde;o objetiva &eacute; que se verificar&aacute; a potencial efetividade da argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental como a&ccedil;&atilde;o competente para dar tutela ao direito constitucional de forma ampla, geral e imediata, com o objetivo de evitar a frustra&ccedil;&atilde;o da tutela do preceito fundamental da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>16 .<\/strong> O requisito de relev&acirc;ncia trata, bem vistas as coisas, de ju&iacute;zo impl&iacute;cito de admissibilidade do pedido, como decidido nas ADPF 76 e na ADPF 33, ambas de relatoria do Ministro Gilmar Mendes. Nessa perspectiva, de fei&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica quanto &agrave; hip&oacute;tese de cabimento da argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental, em conformidade com os precedentes citados, &ldquo;seria poss&iacute;vel admitir, em tese, a propositura de ADPF diretamente contra ato do poder p&uacute;blico, nas hip&oacute;teses em que, em raz&atilde;o da relev&acirc;ncia da mat&eacute;ria, a ado&ccedil;&atilde;o da via ordin&aacute;ria acarrete danos de dif&iacute;cil repara&ccedil;&atilde;o &agrave; ordem jur&iacute;dica&rdquo;.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>17 .<\/strong> Explicitada a premissa normativa quanto &agrave; admissibilidade e manejo da argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental, passo a analisar o contexto da controv&eacute;rsia constitucional em jogo.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>18 .<\/strong> Pretende a autora com o ajuizamento da presente a&ccedil;&atilde;o constitucional &ldquo;dirimir a controv&eacute;rsia se a Portaria &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza pol&iacute;tica aplicada a partir de 12\/10\/1964 &agrave; 18\/11\/1982, ou seja, se foi um ato sem amparo legal, tanto constitucional como infraconstitucional.&rdquo; Com rela&ccedil;&atilde;o ao ponto da controv&eacute;rsia, transcrevo importante argumento sustentado na narrativa inicial: &ldquo;As diverg&ecirc;ncias e prop&oacute;sitos diferentes de Governos da Uni&atilde;o estabelecendo revis&otilde;es da concess&atilde;o da anistia a exemplo da Portaria n&ordm; 594\/MJ, de 12\/02\/2004 e da Portaria Interministerial n&ordm; 134, de 15\/02\/2011, entre os julgamentos da Comiss&atilde;o de Anistia e as Notas da AGU, e mais recentemente as alega&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal expostas no RE n&ordm; 817.338, onde pauta o questionamento da Portaria n&ordm; 1.104GM3\/64 quanto aos seus efeitos, com julgamento ocorrido em 09\/10\/2019, ainda n&atilde;o transitado e julgado.&rdquo;<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>19 .<\/strong> Como afirmado pela pr&oacute;pria parte autora, na inicial, a quest&atilde;o da validade constitucional da Portaria n. 1.104GM3, de 12 de outubro de 1964, foi objeto de delibera&ccedil;&atilde;o e decis&atilde;o deste Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Recurso Extraordin&aacute;rio 817.338, com repercuss&atilde;o geral reconhecida, em 16.10.2019. Na oportunidade, ap&oacute;s discuss&atilde;o das abordagens argumentativas desenhadas pela autora, por decis&atilde;o majorit&aacute;ria (e integrei a corrente minorit&aacute;ria), o Plen&aacute;rio desta Suprema Corte julgou constitucional a possibilidade de revoga&ccedil;&atilde;o das anistias concedidas a cabos da aeron&aacute;utica atingidos por portaria do ministro da Aeron&aacute;utica que, em 1964, estabelecera prazo m&aacute;ximo de perman&ecirc;ncia em servi&ccedil;o para cabos n&atilde;o concursados. Ficaram asseguradas aos anistiados a defesa administrativa e a n&atilde;o devolu&ccedil;&atilde;o das verbas recebidas de boa-f&eacute;. A interpreta&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica subjacente &agrave; decis&atilde;o formulou raz&atilde;o de decidir no sentido de que o decurso do prazo decadencial de cinco anos n&atilde;o &eacute; obst&aacute;culo para que a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica reveja atos que preservem situa&ccedil;&otilde;es inconstitucionais. Ademais, definiu-se que a aludida Portaria, em ess&ecirc;ncia, n&atilde;o constitui ato de exce&ccedil;&atilde;o, sendo necess&aacute;rio, para tanto, na an&aacute;lise de cada caso individual, a comprova&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-ideol&oacute;gica para a exclus&atilde;o das For&ccedil;as Armadas, &uacute;nico motivo justificador da concess&atilde;o de anistia. Para explicitar melhor os limites da decis&atilde;o e sua justificativa, o Tribunal fixou a seguinte tese jur&iacute;dica: &ldquo;No exerc&iacute;cio do seu poder de autotutela, poder&aacute; a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica rever os atos de concess&atilde;o de anistia a cabos da Aeron&aacute;utica com fundamento na Portaria n&ordm; 1.104 \/1964, quando se comprovar a aus&ecirc;ncia de ato com motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, assegurando-se ao anistiado, em procedimento administrativo, o devido processo legal e a n&atilde;o devolu&ccedil;&atilde;o das verbas j&aacute; recebidas&rdquo;.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>20 .<\/strong> A decis&atilde;o tomada no referido recurso extraordin&aacute;rio, com repercuss&atilde;o geral reconhecida, resolveu a quest&atilde;o da validade constitucional da Portaria n. 1.104GM3, de 1964, no &acirc;mbito da jurisdi&ccedil;&atilde;o constitucional de perfil difuso, com autoridade normativa de precedente judicial obrigat&oacute;rio. Ou seja, a solu&ccedil;&atilde;o do problema jur&iacute;dico-constitucional posto nesta a&ccedil;&atilde;o constitucional eliminou os cen&aacute;rios decis&oacute;rios divergentes, como posto pela autora. O recurso extraordin&aacute;rio com repercuss&atilde;o geral reconhecida tem efeitos decis&oacute;rios convergentes com aqueles atribu&iacute;dos &agrave;s a&ccedil;&otilde;es de controle concentrado. Esse fato jur&iacute;dico descaracteriza o requisito da subsidiariedade, bem como a natureza de potencial ato lesivo do Poder P&uacute;blico, porquanto atribu&iacute;da interpreta&ccedil;&atilde;o constitucional v&aacute;lida a este, ainda que n&atilde;o tenha ocorrido o seu tr&acirc;nsito em julgado. Qualquer esclarecimento acerca do conte&uacute;do decis&oacute;rio deve ser feito no espa&ccedil;o do RE 817338. Cumpre registrar, nessa linha decis&oacute;ria, ac&oacute;rd&atilde;o proferido na ADPF 158 AgR, DJ 30.1.2015, relatoria do Ministro Gilmar Mendes, que n&atilde;o conheceu da a&ccedil;&atilde;o por aus&ecirc;ncia de subsidiariedade e exist&ecirc;ncia de coisa julgada acerca da quest&atilde;o da interpreta&ccedil;&atilde;o dada aos artigos 1&ordm;, 16 e 17 da Lei n. 10.559\/2002, que regulamenta o artigo 8&ordm; do Ato das Disposi&ccedil;&otilde;es Constitucionais Transit&oacute;rias. Entendeu-se, forte nas manifesta&ccedil;&otilde;es juntadas pela Procuradoria-Geral da Rep&uacute;blica, que, no &acirc;mbito do controle difuso de constitucionalidade, a quest&atilde;o obteve resposta jurisdicional, por meio de decis&otilde;es do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a e do Supremo Tribunal Federal.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><strong>21.<\/strong> N&atilde;o configurada situa&ccedil;&atilde;o concreta de contexto jurisdicional conflitante apta a qualificar a controv&eacute;rsia constitucional como relevante, nos termos do art. 3&ordm;, V, da Lei 9.882\/99, que prescreve, como requisito da peti&ccedil;&atilde;o inicial, &ldquo;a comprova&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia de controv&eacute;rsia judicial relevante sobre a aplica&ccedil;&atilde;o do preceito fundamental que se considera violado&rdquo;, para satisfazer a exig&ecirc;ncia do postulado da subsidiariedade. Portanto, incab&iacute;vel a presente argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental, a teor do art. 1&ordm;, caput e par&aacute;grafo &uacute;nico, I, da Lei 9.882\/1999, uma vez que a pretens&atilde;o nela deduzida n&atilde;o se amolda &agrave; via processual objetiva eleita. <o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><b>Conclus&atilde;o <o:p><\/o:p><\/b><\/p>\n<p style=\"margin-left:3.0cm;text-align:justify\"><b>21.<\/b> Ante o exposto, forte no 4&ordm;, caput e I da Lei n&ordm; 9.882\/1999 e 21, &sect;1&ordm;, do RISTF, nego seguimento &agrave; presente argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4 .<\/strong> Como justificado na decis&atilde;o monocr&aacute;tica, a quest&atilde;o da validade constitucional da Portaria n&ordm; 1.104\/GM3, de 12 de outubro de 1964, foi objeto de delibera&ccedil;&atilde;o e decis&atilde;o deste Supremo Tribunal Federal, no julgamento do RE 817.338, com repercuss&atilde;o geral reconhecida, em 16.10.2019. A decis&atilde;o tomada no referido recurso extraordin&aacute;rio, com repercuss&atilde;o geral reconhecida, resolveu a quest&atilde;o da validade constitucional da Portaria n&ordm; 1.104\/1964\/GM3, no &acirc;mbito da jurisdi&ccedil;&atilde;o constitucional de perfil difuso, com autoridade normativa de precedente judicial obrigat&oacute;rio. Mais especificamente, solucionou o problema jur&iacute;dico-constitucional posto nesta a&ccedil;&atilde;o constitucional, de modo a eliminar os cen&aacute;rios decis&oacute;rios divergentes, como posto pela autora na narrativa inicial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5 .<\/strong> N&atilde;o configurada, portanto, situa&ccedil;&atilde;o concreta de contexto jurisdicional conflitante apta a qualificar a controv&eacute;rsia constitucional como relevante, nos termos do art. 3&ordm;, V, da Lei n&ordm; 9.882\/1999, que prescreve, como requisito da peti&ccedil;&atilde;o inicial, &ldquo; a comprova&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia de controv&eacute;rsia judicial relevante sobre a aplica&ccedil;&atilde;o do preceito fundamental que se considera violado &rdquo;, para satisfazer a exig&ecirc;ncia do postulado da subsidiariedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6 .<\/strong> O argumento recursal de que direito pr&eacute;-constitucional apenas pode ser impugnado pela via da argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental n&atilde;o subsiste. A interpreta&ccedil;&atilde;o que se infere do desenho institucional do controle jurisdicional de constitucionalidade dos atos normativos &eacute; de que, no cen&aacute;rio do perfil de controle abstrato, apenas &eacute; poss&iacute;vel veicular questionamento de ato pr&eacute;-constitucional no &acirc;mbito da ADPF, conforme art. 1&ordm;, caput , par&aacute;grafo &uacute;nico, I, da Lei n&ordm; 9.882\/1999. Todavia, esse ve&iacute;culo de impugna&ccedil;&atilde;o n&atilde;o afasta, em absoluto, a possibilidade de se arguir perante qualquer juiz, &agrave; vista dos casos concretos levados para aprecia&ccedil;&atilde;o do Poder Judici&aacute;rio, por meio do controle difuso incidental, a validade jur&iacute;dica dos atos normativos anteriores &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988, cuja solu&ccedil;&atilde;o ocorrer&aacute; a partir da aplica&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios interpretativos adequados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>7 .<\/strong> Nesse contexto, a decis&atilde;o ora impugnada est&aacute; em conformidade com os precedentes judiciais definidos por este Supremo Tribunal Federal, motivo pelo qual imp&otilde;e-se sua manuten&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Agravo regimental conhecido e n&atilde;o provido . <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&Eacute; como voto <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"282\" height=\"150\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-50359\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/MIN-ROSA-WEBER.jpg\" style=\"width: 150px; height: 80px;\" \/><br \/>\n\t<span style=\"font-size:9px;\"><strong><span style=\"background-color:#F0FFF0;\">Clique aqui para baixar o Documento escolhido: <\/span><\/strong><\/span><span style=\"color:#FFFFFF;\">O<\/span><br \/>\n\t<a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/5166137-1-RELAT\u00d3RIO.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"113\" height=\"158\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-50360\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/RELAT\u00d3RIO.jpg\" style=\"width: 57px; height: 80px;\" \/><\/a>&nbsp; <span style=\"color:#FFFFFF;\">OO<\/span>&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/5166138-1-VOTO.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"109\" height=\"158\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-50361\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/VOTO.jpg\" style=\"width: 55px; height: 80px;\" \/><\/a> <span style=\"color:#FFFFFF;\">O<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Ex-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<\/span><\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">E-mail <b><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":285,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"class_list":["post-50330","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagem-2020"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50330","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/285"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50330"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50330\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":50364,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50330\/revisions\/50364"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50330"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50330"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50330"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}