<br />
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{"id":49235,"date":"2020-06-10T19:50:01","date_gmt":"2020-06-10T22:50:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=49235"},"modified":"2020-06-11T20:04:42","modified_gmt":"2020-06-11T23:04:42","slug":"a-quem-interessar-possa-saber-e-acompanhar-cabos-da-fab-anulacao-de-anistia-a-militares-tem-por-base-decisao-proferida-pelo-stf-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2020\/06\/a-quem-interessar-possa-saber-e-acompanhar-cabos-da-fab-anulacao-de-anistia-a-militares-tem-por-base-decisao-proferida-pelo-stf-em-2019\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa saber e acompanhar&#8230; Cabos da FAB &#8211; Anula\u00e7\u00e3o de anistia a militares tem por base decis\u00e3o proferida pelo STF em 2019"},"content":{"rendered":"<h3><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/ministra-damares.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-49236\" height=\"336\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/ministra-damares.jpeg\" width=\"420\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/ministra-damares.jpeg 420w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/ministra-damares-385x308.jpeg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/a><\/h3>\n<p><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Anistias foram anuladas pelo Minist&eacute;rio&nbsp;a Mulher, Fam&iacute;lia e Direitos Humanos, chefiado por Damares Alves&nbsp; &nbsp; <\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<h3><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...-4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"62\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-49006\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...-4-385x62.jpg\" style=\"width: 300px; height: 48px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...-4-385x62.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...-4-768x123.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...-4-450x72.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...-4.jpg 799w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/a><\/h3>\n<p><span style=\"font-size:16px;\"><strong>Cabos da FAB<\/strong><\/span><\/p>\n<p itemprop=\"name\"><span style=\"font-size:14px;\">Anula&ccedil;&atilde;o de anistia a militares tem por base decis&atilde;o proferida pelo STF em 2019<\/span><\/p>\n<p><time datetime=\"2020-06-09T16:26-0300\" itemprop=\"datePublished\">9 de junho de 2020, 16h26<\/time><\/p>\n<nav aria-hidden=\"true\" class=\"sharing\"><a class=\"link sharePrint\" href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2020-jun-09\/anulacao-anistia-militares-baseada-decisao-stf-2019?imprimir=1\" rel=\"nofollow\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/img\/2014\/share-print.png\" style=\"height: 20px; width: 20px;\" \/><\/a><\/nav>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em uma s&eacute;rie de portarias publicadas no <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o <\/span>desta segunda-feira (8\/6), o Minist&eacute;rio da Mulher, Fam&iacute;lia e Direitos Humanos, chefiado&nbsp;por Damares Alves, <a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2020-jun-08\/damares-anula-declaracao-anistia-300-presos-politicos\" target=\"_blank\">anulou a declara&ccedil;&atilde;o de anistia<\/a> de 295 militares. A medida, embora tenha chamado a aten&ccedil;&atilde;o, j&aacute; era sinalizada por Damares e <a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2019-out-16\/supremo-manda-administracao-rever-concessao-anistia\" target=\"_blank\">segue decis&atilde;o proferida<\/a> pelo Supremo Tribunal Federal em outubro de 2019.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No julgamento do ano passado, o plen&aacute;rio do STF decidiu, por 6 votos a 5, que o governo pode levantar a anistia concedida a cerca de 2,5 mil ex-cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB), assim como a consequente indeniza&ccedil;&atilde;o paga aos agentes.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os benef&iacute;cios, que t&ecirc;m um custo mensal total de R$ 31,5 milh&otilde;es, passaram a ser pagos a partir de 2002, quando a Comiss&atilde;o de Anistia concluiu que os cabos foram desligados da FAB, ainda durante a ditadura militar, por motiva&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"background-color:#FFFFE0;\">Portaria 1.104\/64<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No centro da discuss&atilde;o est&aacute; a Portaria 1.104\/64, baixada no primeiro ano do regime militar, e respons&aacute;vel pelo afastamento dos cabos. O diploma limitou a oito anos o tempo de servi&ccedil;o dos agentes. Ap&oacute;s o cumprimento do prazo, eles foram desligados. A perman&ecirc;ncia s&oacute; poderia ocorrer se o&nbsp;militar&nbsp;fosse&nbsp;aprovado&nbsp;em concurso para sargento.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2002, a Comiss&atilde;o de Anistia apontou para a exist&ecirc;ncia de comunica&ccedil;&otilde;es secretas que comprovariam que os militares da FAB eram vistos como subversivos pela ditadura e que a Portaria 1.104, de outubro de 64, foi editada por motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica..&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A preocupa&ccedil;&atilde;o com a FAB teria sido exposta primeiro por meio do Of&iacute;cio Reservado 04, de setembro de 1964, e, posteriormente, no Boletim 21, de maio de 1965, ambos da Aeron&aacute;utica.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o documento, a diretoria da Associa&ccedil;&atilde;o de Cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea utilizava &quot;indevidamente o nome da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira&quot; e tomava &quot;parte ativa em reuni&otilde;es e em atividades subversivas&quot;, devendo ser mantida sob vigil&acirc;ncia.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Comiss&atilde;o de Anistia considerou que os documentos &mdash; embora n&atilde;o mencionem a FAB como um todo &mdash;&nbsp;evidenciam a persegui&ccedil;&atilde;o contra os cabos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por causa disso, foi&nbsp;editada em 2002 a S&uacute;mula Administrativa 2002.07.003, segundo a qual &quot;a Portaria 1.104, de 12 de outubro de 1964, expedida pelo Senhor Ministro de Estado da Aeron&aacute;utica, &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&quot;. Foi este diploma que passou a justificar a concess&atilde;o da anistia aos 2,5 mil cabos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"background-color:#FFFFE0;\">Grupo de trabalho<\/span><\/strong><br \/>\n\tA partir de 2011, um grupo de trabalho ministerial, com a participa&ccedil;&atilde;o de membros da Advocacia-Geral da Uni&atilde;o (AGU) e do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, passou a rever as anistias. A AGU, que chegou a se posicionar em favor dos benef&iacute;cios, mudou de entendimento em 2006.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso porque, de acordo com a institui&ccedil;&atilde;o, a portaria baixada durante a ditadura teve natureza meramente administrativa, com fins de reorganiza&ccedil;&atilde;o interna, j&aacute; que na&nbsp;&eacute;poca havia um n&uacute;mero muito grande de cabos (6.339), em compara&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de soldados (7.661), o que criava uma disparidade dentro da hierarquia da corpora&ccedil;&atilde;o. A t&iacute;tulo de compara&ccedil;&atilde;o, em 2016, havia na For&ccedil;a A&eacute;rea 2.426 cabos para 11.574 soldados (83% do total).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;O quadro de cabos ia crescendo e o de soldados,&nbsp;diminuindo. Ia chegar um tempo em que haveria mais cabos do que soldados. As for&ccedil;as armadas formam uma pir&acirc;mide, na base [tem que ter] uma quantidade maior&quot;, afirmou Brasilino Pereira dos Santos, subprocurador-geral da Rep&uacute;blica, em entrevista ao <strong>Anu&aacute;rio do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Brasil<\/strong> (ainda n&atilde;o&nbsp;publicado). Brasilino foi o respons&aacute;vel, em 2004, por instaurar inqu&eacute;rito civil p&uacute;blico para investigar a concess&atilde;o das anistias.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"background-color:#FFFFE0;\">STF<\/span><\/strong><br \/>\n\tOcorre que a tentativa de anular as anistias esbarra em um problema: qualquer ato administrativo do Estado que beneficia um cidad&atilde;o s&oacute; pode ser revogado dentro de um prazo m&aacute;ximo de cinco anos, chamado de prazo decadencial. Como as anistias foram concedidas entre 2002 e 2004, a anula&ccedil;&atilde;o, em tese, n&atilde;o poderia mais ocorrer, j&aacute; que o caso s&oacute; foi ao STF em 2014.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a AGU e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal, no entanto,&nbsp;o prazo decadencial n&atilde;o se aplicava &agrave;s anistias concedidas aos cabos. A medida, segundo as institui&ccedil;&otilde;es, feriram a Constitui&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que ela exige que o anistiado tenha sofrido persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, o que n&atilde;o estaria devidamente comprovado.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a AGU, a Comiss&atilde;o de Anistia fez uma &quot;leitura equivocada&quot; da portaria de 1964, levando &agrave; anistia indiscriminada de militares que foram &quot;licenciados [da Aeron&aacute;utica] em raz&atilde;o t&atilde;o somente da mera conclus&atilde;o do tempo de servi&ccedil;o&quot;.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maior parte dos ministros do Supremo concordou com o argumento. De acordo com a tese fixada pela corte, em repercuss&atilde;o geral, &quot;poder&aacute; a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica rever os atos de concess&atilde;o de anistia a cabos da Aeron&aacute;utica com fundamento na Portaria 1.104\/64, quando se comprovar a aus&ecirc;ncia de ato com motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, assegurando-se ao anistiado, em procedimento administrativo, o devido processo legal e a n&atilde;o devolu&ccedil;&atilde;o das verbas j&aacute; recebidas&quot;. O relator do caso foi o ministro Dias Toffoli.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguiram o voto relator os ministros Alexandre de Moraes, Lu&iacute;s Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Luiz Fux. J&aacute; os ministros Edson Fachin, C&aacute;rmen L&uacute;cia, Rosa Weber, Marco Aur&eacute;lio e Celso de Mello divergiram.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Toffoli, o ato administrativo que concedeu anistia n&atilde;o &eacute; pass&iacute;vel de convalida&ccedil;&atilde;o pelo tempo, uma vez que viola frontalmente o artigo 8&ordm; do Ato das Disposi&ccedil;&otilde;es Constitucionais Transit&oacute;rias.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2020-fev-04\/stj-suspende-pagamentos-militares-exonerados-ditadura\" target=\"_blank\">Em fevereiro deste ano<\/a>, pouco depois da decis&atilde;o do STF, o presidente do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, ministro Jo&atilde;o Ot&aacute;vio de Noronha, j&aacute; havia suspendido o pagamento de precat&oacute;rios a 235 militares exclu&iacute;dos dos quadros da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira em decorr&ecirc;ncia da&nbsp;Portaria 1.104\/64.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o Minist&eacute;rio da Mulher, da Fam&iacute;lia e dos Direitos Humanos, o&nbsp;valor pago aos militares anistiados desde 2002 chega a R$ 3,9 bilh&otilde;es. Caso o STF n&atilde;o tivesse autorizado a anula&ccedil;&atilde;o, o Minist&eacute;rio da Defesa, respons&aacute;vel pelo pagamento dos benef&iacute;cios, poderia ter que desembolsar, de uma s&oacute; vez, R$ 13 bilh&otilde;es para o pagamento de indeniza&ccedil;&otilde;es retroativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RE 817.338-DF<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\">Fonte da Mat&eacute;ria Publicada: <strong><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2020-jun-09\/anulacao-anistia-militares-baseada-decisao-stf-2019\">ConsultorJur&iacute;dico<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Ex-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<\/span><\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">E-mail <b><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Anistias foram anuladas pelo Minist&eacute;rio&nbsp;a Mulher, Fam&iacute;lia e Direitos Humanos, chefiado por Damares Alves&nbsp; &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"class_list":["post-49235","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagem-2020"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49235","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49235"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49235\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49239,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49235\/revisions\/49239"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49235"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49235"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49235"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}