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{"id":49229,"date":"2020-06-10T08:42:15","date_gmt":"2020-06-10T11:42:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=49229"},"modified":"2020-06-11T19:45:57","modified_gmt":"2020-06-11T22:45:57","slug":"a-quem-interessar-possa-saber-juristas-contestam-decisao-de-damares-que-anulou-anistia-a-cabos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2020\/06\/a-quem-interessar-possa-saber-juristas-contestam-decisao-de-damares-que-anulou-anistia-a-cabos\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa saber e acompanhar&#8230; Juristas contestam decis\u00e3o de Damares que anulou anistia a cabos"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-header\">\n<p class=\"title\" style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/damares-alves-2019-21-7.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-49230\" height=\"280\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/damares-alves-2019-21-7.jpg\" width=\"420\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/damares-alves-2019-21-7.jpg 420w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/damares-alves-2019-21-7-385x257.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/> <\/a><\/p>\n<p class=\"title\" style=\"text-align: justify;\"><!--more--><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA....jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-35002\" height=\"68\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA....jpg\" width=\"308\" \/><\/a><\/p>\n<p class=\"title\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Juristas contestam decis&atilde;o de Damares que anulou anistia a cabos<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"description\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:12px;\">Embora o STF tenha julgado constitucional a revoga&ccedil;&atilde;o dos benef&iacute;cios a ex-militares da FAB, ministros definiram que deveria ser garantido o direito &agrave; defesa<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juristas e historiadores apontam que o governo federal n&atilde;o respeitou o devido processo legal ao anular anistias concedidas a ex-cabos da <strong>For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB)<\/strong> por persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica na &eacute;poca da <strong>ditadura militar (1964-1985)<\/strong>.&nbsp;Como a <a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/blog\/matheus-leitao\/damares-anula-295-anistias-concedidas-a-cabos-por-perseguicao-na-ditadura\/\">coluna informou<\/a>, a ministra da Mulher, da Fam&iacute;lia e dos Direitos Humanos, Damares Alves, assinou diversas portarias anulando 295 anistias concedidas. As nulidades foram publicadas no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU) da segunda-feira, 8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha julgado constitucional, em outubro de 2019, a possibilidade de revoga&ccedil;&atilde;o das anistias concedidas a cabos da Aeron&aacute;utica, os ministros definiram que deveria ser garantido ao anistiado a defesa administrativa e a n&atilde;o devolu&ccedil;&atilde;o das verbas recebidas de boa-f&eacute;.<\/p>\n<div class=\"apex-desktop\" id=\"player-wrapper-27676008156249320\" style=\"max-height:0;transition:max-height 500ms ease-out;width:100%;overflow:hidden;margin-top:0px;margin-bottom:0px;position:relative;clear:both;\">\n<div style=\"text-align:center;\">\n<div style=\"display:inline-block;position:relative;\">\n<div id=\"player-label-27676008156249320\" style=\"text-align:center;\">\n<p style=\"color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin: auto; padding-left: 15px; padding-right: 15px; text-align: justify;\">CONTINUA AP&Oacute;S A PUBLICIDADE<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"player-container-27676008156249320\" style=\"position: relative; text-align: justify;\"><iframe id=\"player-iframe-27676008156249320\" style=\"background-color: transparent; border: 0px none transparent; margin: 0px; padding: 0px; overflow: hidden; width: 636px; height: 357px; display: block;\"><\/iframe><a class=\"rp-apex-logo\" href=\"https:\/\/rubiconproject.com\/?utm_source=ad%20unit&amp;utm_campaign=outstream\" style=\"position:absolute;width:auto;height:10px;text-align:right;margin:0;display:block;color:#666666;font-size:8px;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;line-height:10px;padding-left:30px;bottom:-12px;right:0;background-image:url(&quot;https:\/\/video-ads-apex.rubiconproject.com\/apex\/assets\/RP_Logo.svg&quot;);background-size:25px 7px;background-position:center left;background-repeat:no-repeat;text-decoration:none;\" target=\"_blank\">powered by Rubicon Project<\/a><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo especialistas ouvidos pela coluna, essa defesa n&atilde;o foi respeitada. Para Marcelo Torre&atilde;o, advogado dos ex-militares, o governo fez apenas uma determina&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica e repetida para todos os cabos anistiados apresentarem defesa, em sentido amplo, sem possibilidade de produ&ccedil;&atilde;o de provas, num procedimento de &ldquo;<strong>linha de montagem<\/strong>&rdquo;. Para o jurista, essa postura era esperada do atual governo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>O que houve foi uma nota bem gen&eacute;rica, igual para todos os anistiados cabos, dizendo que j&aacute; que o Supremo disse que o governo poderia revisar as anistias, fica aberto o prazo para defesa. N&atilde;o se diz defesa de que. N&atilde;o se abre a possibilidade de produ&ccedil;&atilde;o de provas, ent&atilde;o &eacute; realmente um procedimento de linha de montagem e de certa forma era esperado nesse atual governo para passar por cima de qualquer requisito da lei, passar por cima do devido processo legal para sair cortando essas anistias desse grupo<\/strong>&rdquo;, afirma Torre&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o advogado, a decis&atilde;o do governo abre espa&ccedil;o para mais judicializa&ccedil;&atilde;o. &ldquo;<strong>No final das contas, o resultado ser&aacute; que cerca de dois mil anistiados ou vi&uacute;vas, na faixa dos 70, 80 anos de idade, ter&atilde;o cortados os benef&iacute;cio concedidos h&aacute; quase duas d&eacute;cadas pela Administra&ccedil;&atilde;o. Mas como o governo n&atilde;o obedeceu o devido processo legal, isso acarretar&aacute; mais judicializa&ccedil;&atilde;o, ou seja, essas mesmas pessoas buscar&atilde;o o Poder Judici&aacute;rio para restabelecer o benef&iacute;cio<\/strong>&rdquo;, explica Marcelo Torre&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a professora Ene&aacute; Stutz, coordenadora do grupo de pesquisa sobre Justi&ccedil;a de Transi&ccedil;&atilde;o da Universidade de Bras&iacute;lia, o posicionamento da atual Comiss&atilde;o de Anistia, formada ap&oacute;s o in&iacute;cio do governo de Jair Bolsonaro, foi determinante para as anula&ccedil;&otilde;es. &ldquo;<strong>Essas revis&otilde;es necessariamente aconteceriam por causa do entendimento dessa nova Comiss&atilde;o de Anistia, que deixou de ser uma comiss&atilde;o de estado e que acompanha o entendimento do governo<\/strong>&rdquo;, afirma a professora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span>Segundo ela, a Comiss&atilde;o e a ministra Damares Alves n&atilde;o acreditam que houve estado de exce&ccedil;&atilde;o no Brasil. Por isso, n&atilde;o acham que a portaria questionada tenha sido uma arbitrariedade. &ldquo;Desde o primeiro momento, a [ministra] Damares, assim como aqueles que ela nomeou para a Comiss&atilde;o de Anistia, entendem que n&atilde;o houve um estado de exce&ccedil;&atilde;o no Brasil. Entendem que n&atilde;o houve ditadura, logo n&atilde;o teve nenhum ato de exce&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A deputada federal Maria do Ros&aacute;rio (PT-RS) classificou a decis&atilde;o do governo como uma &ldquo;<strong>vergonha<\/strong>&rdquo; e afirmou que vai apresentar um Projeto de Decreto Legislativo que, se aprovado, suspende a portaria do Minist&eacute;rio. Para a deputada, a anula&ccedil;&atilde;o &eacute; a retomada de uma persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica.<span>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>A anistia de integrantes dos baixos escal&otilde;es que ficaram com Goulart ou foram contra 64 sempre recebeu resist&ecirc;ncia do comando das For&ccedil;as Armadas, mas foi important&iacute;ssima para tentar fazer justi&ccedil;a. Essas pessoas viviam como p&aacute;rias, desvalorizados e perseguidos. O s&iacute;mbolo disso atende os setores mais reacion&aacute;rios e indica que posi&ccedil;&otilde;es contr&aacute;rias ao comando n&atilde;o ser&atilde;o toleradas<\/strong>&rdquo;, afirma a deputada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o advogado Victor Mendon&ccedil;a Neiva, ex-representante dos anistiados na Comiss&atilde;o da Anistia, a anula&ccedil;&atilde;o dos benef&iacute;cios &eacute; absurda. &ldquo;<strong>Considero um absurdo, mas contou com a legitima&ccedil;&atilde;o do STF. &Eacute; um ato de transi&ccedil;&atilde;o reversa, ou esgar&ccedil;amento institucional<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Entenda a decis&atilde;o do STF<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em outubro de 2019, o STF decidiu, por 6 votos a 5, que seria poss&iacute;vel revogar as anistias concedidas a ex-cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB) atingidos pela Portaria 1104, de 1964, que mudou a regra em vigor antes do in&iacute;cio do regime militar para determinar a dispensa dos cabos contratados (n&atilde;o concursados) por mais de oito anos. A quest&atilde;o teve repercuss&atilde;o geral e o voto de desempate foi do ministro Luiz Fux, que acompanhou o relator do caso, ministro Dias Toffoli.<span>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A corte tamb&eacute;m definiu, na ocasi&atilde;o, que o prazo decadencial de 5 anos n&atilde;o &eacute; obst&aacute;culo para que a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica reveja seus atos, ou seja, a Uni&atilde;o poderia revisar processos que tinham mais de 5 anos. Para a maioria dos ministros, a portaria 1104 n&atilde;o constitui, por si s&oacute;, um ato de exce&ccedil;&atilde;o e deveria haver a comprova&ccedil;&atilde;o, caso a caso, da exist&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e ideol&oacute;gica para a exclus&atilde;o das For&ccedil;as Armadas, &uacute;nico fator que possibilita a concess&atilde;o da anistia.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"author\"><span style=\"font-size:10px;\">Por <strong><a class=\"author-element\" href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/autor\/matheus-leitao\"><span class=\"author-element\">Matheus Leit&atilde;o<\/span><\/a><\/strong> &#8211; Atualizado em 9 Jun 2020, 15h44 &#8211; Publicado em 9 Jun 2020, 14h06 <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\">Fonte da Mat&eacute;ria Publicada: <a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/blog\/matheus-leitao\/juristas-contestam-decisao-de-damares-que-anulou-anistia-a-cabos\/\"><strong>Veja\/Brasil<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Ex-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<\/span><\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 11px;\">E-mail <b><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[],"class_list":["post-49229","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2014"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49229","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49229"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49229\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49234,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49229\/revisions\/49234"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49229"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49229"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49229"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}