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{"id":48889,"date":"2020-05-09T19:30:15","date_gmt":"2020-05-09T22:30:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=48889"},"modified":"2020-05-09T21:37:17","modified_gmt":"2020-05-10T00:37:17","slug":"a-quem-interessar-possa-conhecer-interpretar-e-aplicar-boas-argumentacoes-para-conter-em-novas-peticoes-de-juntada-ao-re-81733-df","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2020\/05\/a-quem-interessar-possa-conhecer-interpretar-e-aplicar-boas-argumentacoes-para-conter-em-novas-peticoes-de-juntada-ao-re-81733-df\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa conhecer, interpretar e aplicar&#8230; BOAS ARGUMENTA\u00c7\u00d5ES PARA CONTER EM NOVAS PETI\u00c7\u00d5ES DE JUNTADA AO RE 817338-DF"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-peti\u00e7\u00e3o-argumentativa-ao-STF-395X558.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-48898\" height=\"558\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-peti\u00e7\u00e3o-argumentativa-ao-STF-395X558.png\" width=\"395\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-peti\u00e7\u00e3o-argumentativa-ao-STF-395X558.png 395w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-peti\u00e7\u00e3o-argumentativa-ao-STF-395X558-273x385.png 273w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-peti\u00e7\u00e3o-argumentativa-ao-STF-395X558-319x450.png 319w\" sizes=\"auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/representa\u00e7\u00e3o2.jpg\"> <\/a><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>UMA BOA REDA&Ccedil;&Atilde;O PARA JUNTADA AO RE 817338 DEVE CONTER, SEM FALTAR, AS SEGUINTES ARGUMENTA&Ccedil;&Otilde;ES&#8230;<\/strong><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/n\u00e3olevanteasuavozmelhoreoseusargumentos.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"720\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-37821\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/n\u00e3olevanteasuavozmelhoreoseusargumentos.jpg\" style=\"width: 160px; height: 120px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/n\u00e3olevanteasuavozmelhoreoseusargumentos.jpg 960w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/n\u00e3olevanteasuavozmelhoreoseusargumentos-385x289.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/n\u00e3olevanteasuavozmelhoreoseusargumentos-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/n\u00e3olevanteasuavozmelhoreoseusargumentos-450x338.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;A Administra&ccedil;&atilde;o deve anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cio de legalidade, e <strong>pode revoga-los<\/strong> por motivo de conveni&ecirc;ncia <strong>ou<\/strong> oportunidade, respeitos os direitos adquiridos.&rdquo; Mas n&atilde;o &eacute; todo <strong>ato<\/strong> que <strong>pode<\/strong> ser revogado pela Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todo cidad&atilde;o &eacute; parte legitima para propor representa&ccedil;&atilde;o contra qualquer funcion&aacute;rio p&uacute;blico, independente do cargo que o mesmo ocupe, seja ele presidente da rep&uacute;blica ou ocupante do mais humilde cargo p&uacute;blico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>R<\/u><\/strong> <strong><u>E<\/u><\/strong> <strong><u>P<\/u><\/strong> <strong><u>R<\/u><\/strong> <strong><u>E<\/u><\/strong> <strong><u>S<\/u><\/strong> <strong><u>E<\/u><\/strong> <strong><u>N<\/u><\/strong> <strong><u>T<\/u><\/strong> <strong><u>A<\/u><\/strong> <strong><u>&Ccedil;<\/u><\/strong> <strong><u>&Atilde;<\/u><\/strong> <strong><u>O<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O termo <strong>perseguido<\/strong> n&atilde;o consta da reda&ccedil;&atilde;o do <strong>Art. 8&ordm; do ADCT da CF\/88<\/strong> e nem da <strong>LEI DA ANISTIA N&ordm; 10.559\/2002<\/strong>, de 13 de novembro de 2002. Tanto na Lei como no Art. 8&ordm;, consta o voc&aacute;bulo punido e enfaticamente a palavra <strong>ATINGIDO<\/strong> por ATOS INSTITUCIONAIS ou COMPLEMENTARES e por Atos de EXCE&Ccedil;&Atilde;O com motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A afirma&ccedil;&atilde;o taxativa, que s&oacute; s&atilde;o beneficiados pelos comandos da <strong>LEI DA ANISTIA N&ordm; 10.559\/2002<\/strong> e Art. 8&ordm;, do ADCT da CF\/88 os <strong><u>atingidos<\/u><\/strong> pelos Atos acima mencionados, n&atilde;o quer dizer outra coisa, pois, <strong>perseguido<\/strong> &eacute; uma coisa e <strong><u>atingido<\/u><\/strong> &eacute; outra coisa. Assim, com proemin&ecirc;ncia, o ex-governador e senador Franco Montoro e Orestes Qu&eacute;rcia, sem falar do &ldquo;grande&rdquo;, foram <u>perseguidos insistentemente<\/u>, no entanto nunca foram atingidos, seguiram suas carreiras pol&iacute;tica e profissional sem nenhuma perda. E o que estava mais perto de n&oacute;s o Major Brigadeiro Rui Moreira Barbosa Moreira Lima, her&oacute;i de guerra, nunca foi perseguido, e de uma &ldquo;uma hora para outra&rdquo; foi atingido, e podemos constatar na hist&oacute;ria muitos outros casos que mostram a diferen&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em tese 90% dos que se enquadram como benefici&aacute;rios da repara&ccedil;&atilde;o prevista na Lei e na Constitui&ccedil;&atilde;o, <strong>foram atingidos com perda do emprego ou suas atividades remuneradas.<\/strong> Era a forma comum de punir e atingir os que inspiravam desconfian&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com isso, se percebe que os ex-Cabos da Aeron&aacute;utica, forma enquadrados nessa modalidade de puni&ccedil;&atilde;o preventiva, aplicada pela <strong><u>Portaria n&ordm; 1.104-GM3 de 12 de outubro de 1964<\/u><\/strong>, ou seja, a perda do emprego p&uacute;blico. Isto porqu&ecirc; possu&iacute;am um grande potencial subversivo, j&aacute; que eram jovens e, &eacute; inerente aos jovens a suscetibilidade &agrave; demagoga que promete a solu&ccedil;&atilde;o dos problemas da classe atrav&eacute;s de m&aacute;gica pol&iacute;tica &ndash; o poder tem medo da juventude &#8211; . E isso, dentro de uma ARMA de grande valor financeiro. Se pode compreender isto ao &ldquo;ver&rdquo; que a Port. 1.104GM3\/64 n&atilde;o &ldquo;mexeu&rdquo; com os Cabos mais velhos, pois, os mais velhos no geral <strong>n&atilde;o s&atilde;o<\/strong> suscet&iacute;veis a &ldquo;se meter em enrascada&rdquo; &ndash; <u>estamos falando de militar<\/u> &ndash; Esta representa&ccedil;&atilde;o &eacute; para colocar &ldquo;os pingos nos is&rdquo; sobre a revoga&ccedil;&atilde;o da &ldquo;s&uacute;mula do Dr. Jos&eacute; Alves Paulino&rdquo;. <strong>Tal revoga&ccedil;&atilde;o foi de forma expressa,<\/strong> ou seja, nenhum fundamento hist&oacute;rico e documental que sustentaram a edi&ccedil;&atilde;o da S&uacute;mula administrativa C.A. n&ordm; 2002.07.0003, de 16 de julho de 2002, tem valor jur&iacute;dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo isso foi feito atrav&eacute;s de outra S&uacute;mula sem nenhum n&uacute;mero referencial, e no dia 09.03.2018 &agrave;s 15:33 hs.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os procedimentos de revoga&ccedil;&atilde;o anula&ccedil;&atilde;o foram feitos com base na <strong><u>Nota AGU\/JD-1\/2006<\/u><\/strong>. O plen&aacute;rio que permitiu a revoga&ccedil;&atilde;o da <strong><u>S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA N&ordm; 2002.07.0003\/CA<\/u><\/strong>, foi constitu&iacute;do por maioria de Conselheiros nomeados no in&iacute;cio do ano de 2018, com a presen&ccedil;a de representante dos anistiados como manda a Lei n&ordm; 10.559\/02 e do representante do Minist&eacute;rio da Defesa, e todos com amplo conhecimento da <strong><u>Nota AGU\/JD-1\/2006.<\/u><\/strong> O que se quer dizer com a revogar sem julgamento do m&eacute;rito ? &Eacute; trucul&ecirc;ncia ! Ou n&atilde;o &eacute; !<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O<strong> <u>ATO INSTITUCIONAL N&ordm; 5<\/u><\/strong> <strong>(AI-5)<\/strong> era gen&eacute;rico e impessoal, assim como outros atos, mas o pessoal da AGU que eram amigos dos ladr&otilde;es ap&aacute;tridas da organiza&ccedil;&atilde;o que &ldquo;governou&rdquo; o pa&iacute;s, fizeram a <strong><u>Nota AGU\/JD-1\/2006<\/u><\/strong> sob encomenda para praticar o revanchismo com procedimentos maquiav&eacute;licos. Os ent&atilde;o entendidos em motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, fizeram m&aacute;gica ao dar a entender que motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica tem que ser individual n&atilde;o pode ser coletiva. Talvez n&atilde;o tenham percebido que n&atilde;o se faz pol&iacute;tica sozinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; poss&iacute;vel concluir tamb&eacute;m, conforme a <strong>Ata administrativa<\/strong> (acima) as 1&ordf; reuni&atilde;o do conselho da C.A. de 2018, que se dois (2) ex-Cabos Fabiano, com (9) nove anos de SCV e da mesma turma de incorpora&ccedil;&atilde;o e CFC, e exclu&iacute;dos no mesmo dia pela Por. 1.104-GM3\/64, s&oacute; que, um tem o nome de Jean Paul Belmond J&uacute;nior e o outro se chama Abdia Macho Camacho dos Anjos, dependendo do crit&eacute;rio de cada julgador, um pode &ldquo;se dar bem&rdquo; e o outro n&atilde;o. Ou ser&aacute; que os dois &ldquo;levam&rdquo; ? ou nenhum dos dois &ldquo;leva&rdquo; ? Qual o Ato que de acordo com o Art. 8&ordm; do ADCT da CF\/88 e a Lei n 10.559\/02 garante a um ou ao outro ou aos dois, os benef&iacute;cios da repara&ccedil;&atilde;o prevista na referida Lei, pois, foi revogada a &ldquo;S&uacute;mula do Dr. Jos&eacute; Alves Paulino&rdquo;, e nos documentos dos dois n&atilde;o consta nenhum outro ato que os <strong>atingiu ?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um juiz julga conforme seus crit&eacute;rios ou conforme o que manda a Lei e os fatos, ou a desembargadora do Rio &eacute; que mostra o contr&aacute;rio ?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O maquiavelismo na produ&ccedil;&atilde;o da <strong><u>Nota AGU\/JD-1\/2006<\/u><\/strong> &eacute; t&atilde;o not&oacute;rio, que os itens apresentados no desenvolver da mesma s&atilde;o controversos em fatores vitais. Temos ent&atilde;o as seguintes situa&ccedil;&otilde;es:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(I) no n&ordm; <strong>20<\/strong> elles dizem que o comando do item 3.1 da Port. 1.104\/GM3\/64 &eacute; aplicado em todas pra&ccedil;as querendo mostrar que a Portaria &eacute; gen&eacute;rica;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(II) no n&ordm; <strong>23<\/strong>, dizem eles, que o comando do item 4.5 &eacute; especifico, dirigido somente aos Cabos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(III) no n&ordm; <strong>29<\/strong> os &ldquo;safos&rdquo; que fizeram a Nota dizem que a Port. 1.104\/64, por si s&oacute; <strong>parece <\/strong>n&atilde;o se Ato de Exce&ccedil;&atilde;o (aquela &oacute;tica vesga sobre o AI-5);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(IV) no n&ordm; <strong>33<\/strong> os entendidos dizem que de modo certo a Port. 1.104-GM3\/64 n&atilde;o &eacute; Ato de Exce&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na parte do &ldquo;APROVO&rdquo; da <strong><u>Nota AGU\/JD-1\/2006<\/u><\/strong> no n&ordm; <strong>9<\/strong>, elles citam um tal de CRETELA J&Uacute;NIOR (!?), que com toda forma do seu conhecimento sobre ato de exce&ccedil;&atilde;o, diz de modo enf&aacute;tico e incontroverso que a Port. 1.104-GM3\/64 &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o com motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica. A mesma concep&ccedil;&atilde;o do ex-Ministro do STF (Nelson Jobim) quando relator no processo de Roberto Ramos da Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent&atilde;o, &eacute; preciso descobrir por um &ldquo;documento&rdquo; todo controverso em si mesmo, serviu de base para revogar de forma expressa uma s&uacute;mula do &ldquo;tamanho&rdquo; da <strong><u>S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA N&ordm; 2002.07.0003\/CA<\/u><\/strong>, de 16\/07\/2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na an&aacute;lise dos requerimentos de anistia dos ex-Cabos, a Nota AGU\/JD-1\/2006 diz repetidamente que tem que ser feita caso a caso as revis&otilde;es. At&eacute; ai, tudo bem&#8230;., pois as emendas feitas na MP 2.151-1, de 31\/05\/2001, s&atilde;o fatores justos. Agora, com base na &ldquo;N. T&#8230;.&rdquo;&eacute; dito que os julgadores v&atilde;o fazer o caso a caso, ou j&aacute; est&atilde;o fazendo, n&atilde;o sando a m&iacute;nima import&acirc;ncia para a fundamenta&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, conforme entendimento de cada julgador podemos ter o seguinte:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 &ndash; Um ex-CB Radiotelegrafista pode ser visto por um julgador como subversivo potencial, pois pode divulgar not&iacute;cias ou m&uacute;sica indutora da subvers&atilde;o. O outro ex-CB da mesma subespecialidade, pode ser entendido por outro julgador como transmissor de ordens persecut&oacute;rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a&iacute;&#8230;.,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 &ndash; Um ex-CB Q EF AU, pode ser visto por um julgador como uma &ldquo;pessoa do bem&rdquo; no &acirc;mbito da madre Thereza. Outro Q EF AU pode ser entendido pelo julgador como carrasco de terrorista ferido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 &ndash; Um ex-CB Q MR SV pode ser entendido por um julgador como suscet&iacute;vel &agrave; pr&aacute;tica de sequestro de autoridades em voo. Outo julgado ao analisar o hist&oacute;rico desse mesmo ex-CB Q MR SV pode entender que esse requerente era privilegiado pois podia realizar com mais frequ&ecirc;ncia o prazer de voar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 &ndash; O ex-CB Q IG FI, poderia ser visto pelo julgador como o que tinha o maior potencial de suspeito de subversivo, pois, com sua ascend&ecirc;ncia direta sobre os Soldados poderia causar grandes danos e assegurar outras a&ccedil;&otilde;es supervenientes. J&aacute; outro julgador poderia v&ecirc;-lo apenas como um militar que assegurava em terra as opera&ccedil;&otilde;es normais da ARMA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Colocado os entreveros acima, e se houve de fato o entendimento de que a Portaria 1.104-GM3\/64 &eacute; uma legisla&ccedil;&atilde;o comum, nenhum ex-CB da FAB que s&oacute; se fundamentava na Portaria 1.104-GM3\/64 ser&aacute; mais benefici&aacute;rio da repara&ccedil;&atilde;o prevista na CF\/88, sendo (Pr&eacute;-64) ou (P&oacute;s-64). Ser&aacute; raro um ou outro possuir uma circunst&acirc;ncia que enquadre no <strong>Inciso XI<\/strong>, do<strong> Art. 2&ordm;<\/strong> da Lei n&ordm; <strong>10.559\/02<\/strong>, mesmo que tivesse mais de 10 anos de SVC antes de 1969.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CONCATENA&Ccedil;&Atilde;O DE FATORES LEGAIS E A REVOGA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Art. 5&ordm;, da CF\/88, no Inciso XXXVI, fala que o <strong>direito adquirido<\/strong> n&atilde;o pode se obstado por Lei, talvez possa pela revoga&ccedil;&atilde;o de uma portaria, que leva tal direito para o &acirc;mbito do art. 17 da Lei n&ordm; 10.559\/02, que de antem&atilde;o deixa esse direito em &ldquo;stand by&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O STF &eacute; o local onde se encontra jurisprud&ecirc;ncia sobre o <u>direito adquirido<\/u><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a decis&atilde;o no RE 606.745-Origem (AC 200483000136596-TRF-5) &eacute; prova disso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com base no <u>direito adquirido<\/u> conforme CF\/88, todos os processos na Justi&ccedil;a e na pr&oacute;pria Comiss&atilde;o de Anistia dever&aacute; ter julgamento com base na &ldquo;S&uacute;mula do Dr. Jos&eacute; Alves Paulino&rdquo;, sem desvios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a Comiss&atilde;o de Anistia, entender que n&atilde;o h&aacute; <u>direito adquirido<\/u>, no caso, ou seja, n&atilde;o h&aacute; motivo verdadeiro para a concess&atilde;o ao ex-Cabos da FAB atingidos pela Portaria n&ordm; 1.104-GM3\/64, &eacute; de dever ent&atilde;o, que, com base no<strong> Art. n&ordm; 17<\/strong> da Lei <strong>10.559\/02<\/strong> aplique a anula&ccedil;&atilde;o de todos as concess&otilde;es de anistiados pol&iacute;ticos aos ex-Cabos da Aeron&aacute;utica, que foram exclu&iacute;dos com base na Portaria 1.104-GM3\/64, j&aacute; que n&atilde;o h&aacute; outra fundamenta&ccedil;&atilde;o que os enquadre no Art. 8&ordm; do ADCT da CF\/88 e nem na Lei 10.559\/02.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, se a C.A. entender que a Lei n&ordm; 10.559\/02 e a Portaria 1.104-GM3\/64 &eacute; como legisla&ccedil;&atilde;o de vestibular, onde quem chega primeiro &ldquo;se d&aacute; bem&rdquo;, e quem chega depois &ldquo;sifu&rdquo;, estar&aacute; afrontando a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal com trucul&ecirc;ncia. Isto &eacute; dito por que a Comiss&atilde;o de Anistia &eacute; um <u>tribunal julgador<\/u>, conforme a Lei n&ordm; 10.559\/02, e por isso ela deve obedecer de forma exemplar o <strong>Inciso XXXVII, do Art. 5&ordm; da CF\/88<\/strong>, que aduz: <strong>N&atilde;o haver&aacute; Tribunal ou Ju&iacute;zo de exce&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A continua&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica da EXCE&Ccedil;&Atilde;O, ao n&atilde;o observar o seguinte:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(a) que continua a discriminar os ex-Cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea em (antes-64) e p&oacute;s-64);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(b) que a Portaria n&ordm; 570\/54, n&atilde;o garantia nenhum direito objetivo de perman&ecirc;ncia na ativa aos Soldados de 2&ordm; Classe e de 1&ordf; Classe que n&atilde;o tivesse o Curso de Cabo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(c) tamb&eacute;m n&atilde;o garantia direito subjetivo pois do (segundo) 2&ordm; semestre de 1963 at&eacute; o final do (primeiro) 1&ordm; semestre de 1965 n&atilde;o houve Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos &#8211; CFC;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(d) que centenas de Soldados (antes-64) fizeram CFC depois da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104-GM3\/64, inclusive em conjunto com Soldados (P&oacute;s-64) e at&eacute; depois de Soldados (P&oacute;s-64). &Eacute; fator que leva a inconstitucionalidade da a&ccedil;&atilde;o da C.A. nos procedimentos relacionados com os ex-Cabos da Aeron&aacute;utica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com tudo isso, j&aacute; era tempo da C.A. perceber que em <strong>estado democr&aacute;tico de direito<\/strong> a Portaria n&ordm; 1.104-GM3\/64 com sua moldura jur&iacute;dica n&atilde;o poderia ser usada para excluir as pra&ccedil;as (P&oacute;s-64).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era tempo tamb&eacute;m de perceber que a &ldquo;atmosfera&rdquo; pol&iacute;tica de um ato pol&iacute;tico, abrange a todos que est&atilde;o em seu &acirc;mbito, e conforme os comandos desse ato, ele prejudica ou beneficia os <strong><u>atingidos<\/u><\/strong> de modo igual e ison&ocirc;mico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tem que perceber a veracidade da <strong><u>S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA N&ordm; 2002.07.0003\/CA<\/u><\/strong>, ao analisar com agudez do por que diminuir a idade limite de ingresso na EEAer. Aos ex-Cabos, em pleno jogo permitido pela Portaria 1.104-GM3\/64, e contrariando a a bondade (falsa) no <strong><u>Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/u><\/strong> de set\/64 e sua minuta para ingresso naquela Escola. A inten&ccedil;&atilde;o do procedimento mencionado era excluir os mais &ldquo;contaminados&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta forma, se espera que a Comiss&atilde;o de Anistia passe a deferir o pedido de concess&atilde;o de <strong>anistia pol&iacute;tica<\/strong> a todos os ex-Cabos da Aeron&aacute;utica, que tem a Portaria 1.104-GM3\/64 como &uacute;nica fundamenta&ccedil;&atilde;o para sua exclus&atilde;o da ativa; da mesma forma que concedeu a todos os outros ex-Cabos, que j&aacute; usufruem os benef&iacute;cios da repara&ccedil;&atilde;o da injusti&ccedil;a cometida pelo Estado, e que tamb&eacute;m tem como &uacute;nica fundamenta&ccedil;&atilde;o para sua exclus&atilde;o da FAB, a Portaria 1.104-GM3\/64, como previsto na CF\/88 e na Lei n&ordm; 10.559\/02.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Caso a <strong>Comiss&atilde;o de Anistia<\/strong>, que foi criada com base na <strong>LEI DA ANISTIA N&ordm; 10.559\/2002<\/strong>, continue a n&atilde;o conceder <strong>o mesmo direito aos iguais,<\/strong> como tem feito at&eacute; ent&atilde;o, estar&aacute; agindo como um <strong><u>TRIBUNAL DE EXCE&Ccedil;&Atilde;O<\/u><\/strong>; contrariando frontalmente o <strong>Inciso XXXVII, do Art. 5&ordm;, da CF\/88.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E se assim continuar nos perguntamos: Para que MPF, pra que STF e porque Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 ?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pira&ccedil;ununga\/SP, 21 de mar&ccedil;o de 2018.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Fica aqui a sugest&atilde;o !<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Abra&ccedil;o a todos.<\/strong><\/span><\/span><br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color:#4B0082;\"><strong><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"250\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-37346\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Odair-Soares-285x439-250x385.jpg\" srcset=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Odair-Soares-285x439-250x385.jpg 250w, http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Odair-Soares-285x439.jpg 285w\" style=\"width: 48px; height: 74px;\" \/><\/span><\/strong><br \/>\n\t<strong><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Odair Aparecido Pereira SOARES<\/strong><\/span><\/strong><br \/>\n\t<strong><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Ex-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<\/strong><\/span><\/strong><\/span><br \/>\n\t<strong><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><span style=\"color:#4B0082;\">Email:<\/span><strong><span style=\"color:#4B0082;\"> <\/span><a href=\"mailto:soares1104gm3@bol.com.br\">soares1104gm3@bol.com.br<\/a><\/strong><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><span style=\"color:#4B0082;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail<\/span> <strong><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/strong><\/span> <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>UMA BOA REDA&Ccedil;&Atilde;O PARA JUNTADA AO RE 817338 DEVE CONTER, SEM FALTAR, AS SEGUINTES ARGUMENTA&Ccedil;&Otilde;ES&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"class_list":["post-48889","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagem-2020"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48889","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48889"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48889\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48903,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48889\/revisions\/48903"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48889"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48889"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48889"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}