<br />
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{"id":47345,"date":"2019-12-04T09:55:47","date_gmt":"2019-12-04T12:55:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=47345"},"modified":"2019-12-05T21:01:15","modified_gmt":"2019-12-06T00:01:15","slug":"re-817-338-df-julgamento-de-16-10-2019-stf-analise-do-pleito-para-fins-do-oportuno-recurso-dos-embargos-de-declaracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2019\/12\/re-817-338-df-julgamento-de-16-10-2019-stf-analise-do-pleito-para-fins-do-oportuno-recurso-dos-embargos-de-declaracao\/","title":{"rendered":"RE 817.338-DF \u2013 JULGAMENTO DE 16\/10\/2019 \u2013 STF. AN\u00c1LISE DO PLEITO PARA FINS DO OPORTUNO RECURSO DOS EMBARGOS DE DECLARA\u00c7\u00c3O"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-47344\" height=\"334\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/RE-817338-DF-Fundamentos-legais-sugeridos-aos-nossos-patronos-e-amicus-curiae....jpg\" width=\"420\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/RE-817338-DF-Fundamentos-legais-sugeridos-aos-nossos-patronos-e-amicus-curiae....jpg 420w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/RE-817338-DF-Fundamentos-legais-sugeridos-aos-nossos-patronos-e-amicus-curiae...-385x306.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><!--more--><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>De:<\/strong> Oswald JSF [<a href=\"mailto:oswald.jsf@gmail.com\">mailto:oswald.jsf@gmail.com<\/a>]<br \/>\n\t<strong>Enviada em:<\/strong> quarta-feira, 4 de dezembro de 2019 09:47<br \/>\n\t<strong>Para:<\/strong> <a href=\"mailto:gvlima1@gmail.com\">gvlima1@gmail.com<\/a>; GVLima terra &lt;<a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a>&gt;; (&#8230;)<br \/>\n\t<strong>Cc:<\/strong> OJSF &lt;<a href=\"mailto:ojsf@bol.com.br\">ojsf@bol.com.br<\/a>&gt;; (&#8230;);<br \/>\n\t<strong>Assunto:<\/strong> Fwd: <span style=\"color:#800000;\"><strong><span style=\"background-color:#FFFFE0;\">RE 817.338-DF &#8211; TRABALHO &#8211; EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O.<\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">O anistiado <strong>Adelves Xavier <\/strong>est&aacute; querendo colaborar com os patronos Starling e Torre&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Ainda n&atilde;o li nem analisei, mas vale a pena a publica&ccedil;&atilde;o imediata deste trabalho do Adelves Xavier para que chegue ao conhecimento de outros Patronos &quot;Amicus Curiae&quot; para uma an&aacute;lise da argumenta&ccedil;&atilde;o projetada.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/a_reflexao_sim.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"181\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47348\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/a_reflexao_sim-385x181.jpg\" style=\"width: 350px; height: 115px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/a_reflexao_sim-385x181.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/a_reflexao_sim.jpg 420w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"241\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-46672\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/RE-817338-Andamento-em-10.10.2019-1-385x241.jpg\" style=\"width: 350px; height: 219px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/RE-817338-Andamento-em-10.10.2019-1-385x241.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/RE-817338-Andamento-em-10.10.2019-1-450x281.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/RE-817338-Andamento-em-10.10.2019-1.jpg 605w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style=\"background-color:#FFFFE0;\">RE 817.338-DF &ndash; JULGAMENTO DE 16\/10\/2019 &ndash; STF. AN&Aacute;LISE DO PLEITO PARA FINS DO OPORTUNO RECURSO DOS EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O.<\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Objetiva-se este trabalho &agrave; oferecer subs&iacute;dios para que os defensores da causa possam formalizar suas peti&ccedil;&otilde;es com fundamentos suficientes para reverter o julgado do RE 817.338-DF que, em Sess&atilde;o Plen&aacute;ria do STF, realizada dia 16\/10\/2019, deu provimento ao recurso da Uni&atilde;o. O placar de 6 x 5 registrou uma diferen&ccedil;a m&iacute;nima para a Uni&atilde;o, o que, de certa forma, pode-se prever que, se n&atilde;o todos, pelo menos alguns Ministros possam se inteirar melhor o assunto e juntarem-se &nbsp;aos demais que votaram negando provimento ao recurso. Com certeza, vai pesar na consci&ecirc;ncia daqueles &iacute;ntegros que votaram desinformados ou enganados, acompanhando outros que, no m&iacute;nimo, apoiaram-se em informa&ccedil;&otilde;es inver&iacute;dicas que os induziram ao erro. Mesmo que seja por esse recurso ainda cab&iacute;vel, dos Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o, que geralmente n&atilde;o se presta para alterar o m&eacute;rito do julgado, mas em determinadas circunst&acirc;ncias em que se comprova fragrante erro na aprecia&ccedil;&atilde;o da causa, em preju&iacute;zo do cumprimento da justi&ccedil;a, h&aacute; precedentes e a Justi&ccedil;a j&aacute; vem consagrando a possibilidade do julgamento ser reaberto para modificar a decis&atilde;o (mat&eacute;ria anexa). Nesse sentido, oferecendo respaldo legal a essa reabertura de julgamento, j&aacute; prev&ecirc; o C&oacute;digo de Processo Civil &ndash; Lei n&ordm; 13.105, de 16\/03\/2015 (Arts. 1.022, III, 1.024, &sect; 4&ordm; e 1.026, &sect; 1&ordm;).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bem sabemos da gravidade da situa&ccedil;&atilde;o, est&aacute; a exigir esmerado empenho de todos. Nesse processo de repercuss&atilde;o geral reconhecida, o STF, ao tratar do aspecto da decad&ecirc;ncia<strong>, apreciou tamb&eacute;m a anistia com fundamento na Portaria 1.104\/64, que, em si, n&atilde;o foi julgada inconstitucional, desde que, na analise caso a caso, n&atilde;o se comprova a aus&ecirc;ncia de ato de motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica. &nbsp;<\/strong>A permanecer assim, n&atilde;o se sabe quem se salvar&aacute; com a sua anistia. Por isso, a raz&atilde;o &eacute; forte para se buscar uma maneira do julgado se reverter, mantendo o status quo de todas as anistias. No caso, a pend&ecirc;ncia &eacute; a revis&atilde;o das anistias que foi suspensa no aguardo dessa ressalva da constitucionalidade das mesmas. N&atilde;o h&aacute; direito adquirido contra a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, com esse julgado, defesa na esfera administrativa ou na judicial, n&atilde;o se v&ecirc; como prosperar e at&eacute; o transito em julgado de qualquer processo foi alcan&ccedil;ado. N&atilde;o obstante, nota-se que h&aacute; uma sutil abertura fixada pela tese do mesmo, na an&aacute;lise de cada caso, que, a crit&eacute;rio do revisor, poder&aacute; at&eacute; livrar de anula&ccedil;&atilde;o determinadas anistias. Quem estar&aacute; livre? <strong>Por isso essa &uacute;ltima investida jur&iacute;dica tem que ser certeira.<\/strong> A oportunidade &eacute; boa, h&aacute; suporte para tanto e n&atilde;o se v&ecirc; melhor ju&iacute;zo.<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contudo, com o trabalho que se desenvolve a seguir, contra argumentando o suporte do julgado, ficar&aacute; perfeitamente demonstrado que a anistia em quest&atilde;o &eacute; de fato e de direito constitucional. Todas as argumenta&ccedil;&otilde;es do Relator e dos demais pares que nos respectivos votos o acompanharam, foram esvaziadas, de maneira a n&atilde;o restar d&uacute;vidas de que o julgamento se fundou em dados ou informa&ccedil;&otilde;es falsas, n&atilde;o levando ainda em considera&ccedil;&atilde;o as altera&ccedil;&otilde;es ocorridas no per&iacute;odo, especialmente a revoga&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64, com mudan&ccedil;a de regra no tempo, de forma a garantir que a situa&ccedil;&atilde;o f&aacute;tica dos anistiados tem o amparo Constitucional.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>I &#8211; <u>AN&Aacute;LISE DO DIREITO<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CARACTERIZA&Ccedil;&Atilde;O DA PORTARIA 1.104\/GM3, DE 12.10.64, COMO ATO DE EXCE&Ccedil;&Atilde;O. S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA N&ordm; 2002.07.0003-CA:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;A Portaria n&ordm; 1.104, de 12 de outubro de 1964, expedida pelo Senhor Ministro de Estado da Aeron&aacute;utica &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como j&aacute; &eacute; por demais conhecido, esse sumulado resultou de objeto de profundos estudos realizados pela Comiss&atilde;o de Anistia, que tiveram como base os expedientes reservados da Aeron&aacute;utica, dentre eles, o Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 4, de 04\/09\/1964, e o Boletim Reservado n&ordm; 21, de 11\/05\/65, que, nos seus conte&uacute;dos se identifica a origem da Portaria 1.104\/64. Resumidamente, tais expedientes reservados foram provocados pelo descontentamento dos integrantes do alto comando da FAB, em raz&atilde;o de movimentos de grupos de Cabos, que se insurgiam em associa&ccedil;&otilde;es (ACAFAB, etc.) contra o regime de governo da &eacute;poca, por isso taxados de subversivos e exemplarmente punidos (Portaria n&ordm; 1.103\/64). Como consequ&ecirc;ncia, incontinente foi expedida a prefalada Portaria 1.104\/64, limitando o tempo de servi&ccedil;o dos Cabos, numa outra maneira de penalizar tamb&eacute;m toda a categoria pelo ocorrido. &nbsp;Ato, portanto, de pura motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os argumentos do Relator, Ministro DIAS TOFFOLI, que serviram de base para que o STF julgasse pelo provimento do recurso da Uni&atilde;o, foram:<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\"><strong>CAR&Aacute;TER DA PORTARIA 1.104\/64<\/strong>:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"margin-left: 20.25pt; text-align: justify;\">Que a Port. 1.104\/64 tratou de instituir uma regra gen&eacute;rica, por isso mesmo caracterizada como um mero ato administrativo, especialmente porque o real prop&oacute;sito dela foi <strong>reduzir a quantidade excessiva de Cabos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; de Soldados<\/strong>. Para tanto, ao que tudo indica, ignorando o conte&uacute;do dos citados documentos reservados da Aeron&aacute;utica, ele se convenceu t&atilde;o-somente nas alega&ccedil;&otilde;es das defesas da Uni&atilde;o, nas suas tentativas de descaracterizar a Portaria 1.104\/64 como um &ldquo;ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&rdquo;. Justamente a partir do que consta tamb&eacute;m no MEMORIAL do Subprocurador-Geral da Rep&uacute;blica, Brasilino Pereira dos Santos, apresentado ao Ministro LUIZ FUX para o seu voto de desempate, a seguir transcrito, onde ele diz, &ldquo;in verbis&rdquo;:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;&#8230;que se n&atilde;o fosse a Portaria n&ordm; 1.104\/64, em breve, a quantidade de Cabos na Aeron&aacute;utica seria inferior &agrave; quantidade de Soldados, pois, em 1964, havia, na <strong>For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira, 7.661 Soldados (55%)<\/strong> e <strong>6.339 Cabos (45%).&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pura informa&ccedil;&atilde;o falsa, sen&atilde;o, vejamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Portaria 1.104\/64 foi expedida em <strong>12\/10\/64<\/strong> e no <strong>ano seguinte (1965),<\/strong> a exemplo, a Base A&eacute;rea de Bras&iacute;lia (nas demais por todo o Pa&iacute;s n&atilde;o deve ter sido diferente) selecionou Soldados de 1&ordf; Classe (S1) para o <strong>Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos (CFC),<\/strong> que se realizou no per&iacute;odo de 31\/08 a 17\/12\/65, conforme se pode ver registrado no Hist&oacute;rico Militar de qualquer destes anistiados que cursaram. &Eacute; o que, de fato, comprova o Bol n&ordm; 238, de <strong>21 de dezembro de 1.965<\/strong> (fls. anexa), da mencionada Unidade Militar, com a rela&ccedil;&atilde;o dos aprovados no referido Curso, a seguir transcrito, &ldquo;in verbis):<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&ldquo;(Continua&ccedil;&atilde;o do Bol n&ordm; 238 de 21 de dezembro de 1.965)<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">3 &ndash; <u>ATA DO EXAME FINAL DO CFC &ndash; TRANSCRI&Ccedil;&Atilde;O<\/u>:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I &#8211; Ata relativa &agrave; reuni&atilde;o da Comiss&atilde;o designada para proceder aos exames do Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos, conforme Boletim Interno n&ordm; 216, de 02 de dezembro de 1965.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aos Quatro, seis e sete dias do m&ecirc;s de dezembro de mil novecentos e sessenta e cinco, reuniu-se a Comiss&atilde;o designada para proceder aos exames do Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos do corrente ano.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II &ndash; De acordo com as diretrizes em vigor para o exame final, foram aprovados os Soldados de Primeira Classe, por ordem de merecimento intelectual:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><u>QUADRO DE ESCREVENTE-ALMOXARIFE, SUBESPECIALIDADE DE DATIL&Oacute;GRAFO AUXILIAR &ndash; (Q EA DT AU):<\/u><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM64 00 05 098 &ndash; D&Ecirc;NIO DA LUZ&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;7,86<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 65 00 05 072 &ndash; HIRON ROMEU ROCHA&hellip;&hellip;&hellip;&hellip;&hellip;. 7,63<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 083 &ndash; ADELVES XAVIER GOMES&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 7,43<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 65 00 05 077 &ndash; JABIS ALVES MOREIRA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 7,21<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 65 00 05 076 &ndash; ISAIAS RODRIGUES DA CUNHA&#8230;. 7,18<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 65 00 05 085 &ndash; LAERTE ROSA DE QUEIROS&#8230;&#8230;&#8230;. 7,11<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 64 00 05 036 &ndash; HUGO CARRILHO DA COSTA&#8230;&#8230;&#8230;.. 7,11<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 064 &ndash; ADEMAR LUIZ ZANOTO &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 6,84<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM &nbsp;&nbsp;64 00 05 060 &ndash; MARIANO DE SOUZA MACIEL&#8230;&#8230;&#8230;. 6,55<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 65 00 05 086 &ndash; LUCIO CLAUDINO&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 6,54<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 64 00 05 018 &ndash; DELFINO ARA&Uacute;JO SILVA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 6,47<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q EA AD AU 65 00 05 083 &ndash; JOS&Eacute; NICOMEDES ALVES DUARTE 6,24<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 63 00 05 112 &ndash; CARLOS JESUS DE AGUIAR&#8230;&#8230;&#8230;. 6,02<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 64 00 05 122 &ndash; JO&Atilde;O LEDES DOS SANTOS&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 6,00<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 64 00 05 061 &ndash; LUIZ MENEZES DE LIMA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 5,93<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 65 00 05 065 &ndash; BRAZ BATISTA RIBEIRO&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 5,82<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG FI&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 50 02 167 &ndash; ER&Aacute;CLIDES LONGO TORBINO&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 5,60<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q EA AD AU 64 00 05 063 &ndash; IZONEL NICOMEDES DE REZENDE 5,55<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 147 &ndash; PEDRO RIBEIRO DE CASTRO&#8230;&#8230;&#8230;.. 5,19<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><u>QUADRO DE ESCREVENTE-ALMOXARIFE, SUBESPECIALIDADE DE ALMOXARIFE-AUXILIAR &ndash; (Q EA AL AU):<\/u><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 193 &ndash; CARLOS ROBERTO GARCIA&#8230;. 6,95<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 164 &ndash; WILSON ROSA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 6,24<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 166 &ndash; ADEMIR HORTO RIBAS&#8230;&#8230;&#8230; 5,66<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><u>QUADRO DE MANOBRA, SUBESPECIALIDADE DE R&Aacute;DIO-TELEGRAFISTA-AUXILIAR (Q MR RT AU):<\/u><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 64 00 05 075 &ndash; DJIAN PEREIRA DE OLIVEIRA&#8230;&#8230;&#8230;.. 7,46<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp; 64 00 05 020 &ndash; ROBERTO ALVES DE SOUZA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 7,26<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 65 00 05 080 &ndash; JOS&Eacute; A&Eacute;RCIO DE REZENDE&#8230;&#8230;&#8230;. 7,25<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q EA AD AU 64 00 05 010 &ndash; WALDIR DA SILVA CAMELO&#8230;&#8230;.. 6,48<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 207 &ndash; IBER&Ecirc; GUTIERREZ DE OLIVEIRA&#8230;&#8230; 6,36<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 186 &ndash; ARMANDO SLOMPO&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 6,26<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 227 &ndash; LUIZ CARLOS GALGARO DE MATTO&#8230;&#8230;.. 6,25<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; 63 02 07 078 &ndash; DARCI PIO CINTRA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 6,14&rdquo;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; J&aacute; no m&ecirc;s seguinte, o Boletim Interno n&ordm; 006, de 10 de <strong>janeiro de<\/strong> <strong>1966<\/strong>, publica a rela&ccedil;&atilde;o de 46 Soldados promovidos &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo, a contar do dia 03 do mesmo m&ecirc;s, por terem sido aprovados em CFC, conforme transcri&ccedil;&atilde;o a seguir (fl. anexa),&ldquo;in verbis&rdquo;:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&ldquo;(Continua&ccedil;&atilde;o do Bol n&ordm; 006, de 10 de janeiro de 1 966)<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">3 &ndash; <u>PROMO&Ccedil;&Atilde;O DE PRA&Ccedil;AS: <\/u><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por terem conclu&iacute;do com aproveitamento o Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos, promovo &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo em vagas existentes no Esquadr&atilde;o de Pol&iacute;cia, no QUADRO DE INFANTARIA DE GUARDA-SUBESPECIALIDADE DE POL&Iacute;CIA MILITAR (Q IG PM), a partir de 03 de janeiro de 1966, de acordo com a letra &ldquo;d&rdquo; do Cap VI do R.C.P.S.Aer, alterado pelo Decreto n&ordm; 47.980, de 02 de abril de 1.960 e n&ordm; 1.1 da Portaria n&ordm; 791, de 22 de outubro de 1959, as seguintes pra&ccedil;as:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 026&nbsp; &nbsp;ANTENOR AGRINALDO DE ARA&Uacute;JO<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 193 &nbsp;&nbsp;DANIEL AGOSTINHO DOS REIS<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 103&nbsp; &nbsp;EVARISTO GOMES DE ARA&Uacute;JO<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 63 02 07 099&nbsp; &nbsp;ISAAC ALARICO SASSO<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 224 JOS&Eacute; AUGUSTO CO&Ecirc;LHO DA SILVEIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 052 &nbsp;&nbsp;&nbsp;JOS&Eacute; DOS SANTOS GONZAGA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 128&nbsp; JOS&Eacute; CARLOS FERREIRA DE OLIVEIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 131 &nbsp;&nbsp;&nbsp;JOS&Eacute; ELEUSO DE ALMEIDA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 133 &nbsp;&nbsp;&nbsp;JOS&Eacute; FURTADO PEREIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 233 &nbsp;&nbsp;&nbsp;JOS&Eacute; VICENTE DE MEIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 62 00 07 038 &nbsp;&nbsp;&nbsp;JULCEU SILVA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">S1 Q IG PM 64 00 05 138 &nbsp;&nbsp;&nbsp;L&Aacute;ZARO MANOEL ALC&Acirc;NTARA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;S1 Q IG PM 64 00 05 242 &nbsp;&nbsp;&nbsp;MANOEL GILSON DE JESUS SILVA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM 64 00 05 008&nbsp;&nbsp; &nbsp;MANOEL PEREIRA RIBEIRO<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM 64 00 05 144 MOACIR HUMBERTO DO NASCIMENTO<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM 00 05 162 &nbsp;&nbsp;&nbsp;RAIMUNDO NONATO RIBEIRO IRM&Atilde;O<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por terem conclu&iacute;do com aproveitamento o Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos, promovo &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo em vaga existentes neste Quartel General, no Quadro de Manobras &ndash; Subespecialidade de R&aacute;dio Telegrafista de Terra (Q MR RT AU), a contar de 03 de janeiro de 1966, de ac&ocirc;rdo com a letra &ldquo;d&rdquo; do Cap VI do R.C.P.S.Aer, alterado pelo Decreto n&ordm; 47 980, de 02 de abril de 1 980 e n&ordm;s 1.1 da Portaria n&ordm; 791, de 22 de outubro de 1 959, as seguintes pra&ccedil;as:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM &ndash; DJIAN PEREIRA DE OLIVEIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM &ndash; ROBERTO ALVES DE SOUSA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q EA DT AU &ndash; WALDIR DA SILVA CAM&Ecirc;LO<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM &ndash; IBER&Ecirc; GUTIERREZ DE OLIVEIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM &ndash; ARMANDO SLOMPO<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM &ndash; LUIZ CARLOS GALGARO DE MATOS<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM &ndash; DARCY PIO CINTRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q MR BO AU &ndash; LUIZ FERNANDES CARVALHO MENDES<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG FI &ndash; ALEMIRO PAVOA LEAL<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG FI &ndash; JOS&Eacute; GERALDO PEREIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q MR BO AU &ndash; IVAN NAZARENO TEIXEIRA LOPES<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG FI &ndash; JUBERTI LEITE TEIXEIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG FI &ndash; LAERTE DE PAULA PEREIRA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q EA AD AU &ndash; NATANAEL HONORATO DA TRINDADE<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por terem conclu&iacute;do com aproveitamento o Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos, promovo &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo em vagas existentes neste Quartel General, no Quadro de Escreventes Almoxarifes &ndash; Subespecialidade de Datil&oacute;grafo Auxiliar (Q EA DT AU), a contar de 03 de janeiro de 1 966, de ac&ocirc;rdo com a letra &ldquo;d&rdquo; do Cap VI do R.C.P.S.Aer, alterado pelo Decreto n&ordm; 47 980, de 02 de abril de 1 960 e n&ordm; 1.1 &ndash; da Portaria n&ordm; 791, de 22 de outubro de 1 959, as seguintes pra&ccedil;as:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; DENIO DA LUZ<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; ADELVES XAVIER GOMES<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; HUGO CARRILHO DA COSTA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; ADEMIR LUIZ ZANOTO<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; MARIANO DE SOUZA MACIEL<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q EA AD AU DELFINO ARAUJO SILVA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q EA AD AU CARLOS JESUS AGUIAR<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; JO&Atilde;O LEDES DOS SANTOS<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q EA AD AU LUIZ MENEZES DE LIMA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; MARIO SLOMPO<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por terem conclu&iacute;do com aproveitamento o Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos, promovo &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo em vagas existentes neste Quartel General, no Quadro de Manobras &ndash; Subespecialidade de Viatura Auxiliar (Q MR VA AU), a contar de 03 de janeiro de 1 966, de ac&ocirc;rdo com a letra &ldquo;d&rdquo; do Cap VI do E.C.P.S.Aer, alterado pelo Decreto n&ordm; 47.980, de 02 de abril de 1 960 e n&ordm; 1.1 da Portaria n&ordm; 791, de 22 de outubro de 1 959, as seguintes pra&ccedil;as:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q MR SV&nbsp;&nbsp;&nbsp; FRANCISCO SEVERO WANDERLEY<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q MR SV&nbsp;&nbsp;&nbsp; JOAQUIM SEVERINO ARAUJO<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por terem conclu&iacute;do com aproveitamento o Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos, promovo &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo em vagas existentes neste Quartel General, no Quadro de Escrevente Almoxarife &ndash; Subespecialidade Almoxarifes Auxiliar (Q EA AL AU), a contar de 03 de janeiro de 1 966, de ac&ocirc;rdo com a letra &ldquo;d&rdquo; do Cap VI do R.C.P.S.Aer., alterado pelo Decreto n&ordm; 47 980, de 02 de abril de 1 960 e n&ordm;s 1.1 da Portaria n&ordm; 791, de 22 de outubro de 1 959, as seguintes pra&ccedil;as:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; CARLOS ROBERTO GARCIA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.9pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S1 Q IG PM&nbsp;&nbsp;&nbsp; WILSON ROSA<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em consequ&ecirc;ncia, as pra&ccedil;as acima s&atilde;o consideradas engajadas por 02 (dois) anos, a contar da data da Promo&ccedil;&atilde;o, de ac&ocirc;rdo com os n&ordm;s 1.4, 2.1 e 2.3, al&iacute;nea <u>&nbsp;b <\/u>e 2.4 da Portaria n&ordm; 1 104\/GM3, de 12 de outubro de 1 964. (Item 014\/A1).&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O que se est&aacute; provando aqui, com esses Boletins Internos transcritos que publicam a realiza&ccedil;&atilde;o de Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos (CFC) e consequentes promo&ccedil;&otilde;es dos aprovados &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo, <strong>logo ap&oacute;s a expedi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64,<\/strong> &eacute; que a <strong>mesma n&atilde;o surgiu com o alegado objetivo<\/strong> de, o que seria a partir da&iacute;, com o passar do tempo, <strong>reduzir a quantidade de Cabos<\/strong> para um patamar adequado, que era elevada, aproximando-se &agrave; de Soldados. N&atilde;o houve qualquer per&iacute;odo de espera, tudo continuou na sequ&ecirc;ncia normal sem interrup&ccedil;&atilde;o. Se a finalidade era aquela, n&atilde;o se abriria qualquer CFC at&eacute; que a situa&ccedil;&atilde;o se regularizasse depois de certo tempo. Ou seja, as vagas existentes na ocasi&atilde;o e as novas decorrentes de licenciamentos ou reformas dos ocupantes seriam automaticamente extintas. &Eacute; a regra que normalmente se aplica em toda a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, quando h&aacute; necessidade de ajuste ou reestrutura&ccedil;&atilde;o de Quadro de Pessoal e muito conhecida, especialmente de todo gestor p&uacute;blico. E n&atilde;o seria diferente com a FAB, se a necessidade exigisse. &nbsp;Que descontrole seria esse? Com certeza, n&atilde;o houve. Evidentemente, o quadro de ocupantes de postos e gradua&ccedil;&otilde;es, observada a proporcionalidade nos n&iacute;veis hier&aacute;rquicos, sempre se manteve sob r&iacute;gido controle. &Eacute; lei, essa previs&atilde;o &eacute; clara nas normas e regulamentos da Aeron&aacute;utica. &nbsp;Qual &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o das <strong>Tabelas de Distribui&ccedil;&atilde;o de Pessoal (TDP), <\/strong>que sempre teve exist&ecirc;ncia na sua estrutura? O REG\/CPCAer, ANEXO do Decreto n&ordm; 3.690\/2000, reza, &ldquo;in verbis&rdquo;:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>&ldquo;Art. 3&ordm;. Quadro &eacute; o conjunto das pra&ccedil;as de uma ou v&aacute;rias gradua&ccedil;&otilde;es.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par&aacute;grafo &uacute;nico. Os quadros podem ser divididos em grupamentos, com efetivos pr&oacute;prios, nos quais as pra&ccedil;as t&ecirc;m posi&ccedil;&atilde;o hier&aacute;rquica definida.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 4&ordm;. Os quadros e agrupamentos comportam tantas especialidades quantas forem necess&aacute;rias aos servi&ccedil;os da Aeron&aacute;utica e t&ecirc;m as gradua&ccedil;&otilde;es previstas no Estatuto dos Militares.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &sect; 1&ordm; Nos quadros e grupamentos <u>os efetivos s&atilde;o fixados<\/u>, por gradua&ccedil;&atilde;o, em ato do Ministro, <u>observados os limites previstos na lei<\/u> que disp&otilde;e sobre o efetivo de pessoal da Aeron&aacute;utica e conforme previstos neste regulamento.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &sect; 2&ordm; As especialidades de cada quadro ou grupamento constam da Tabela Num&eacute;rica de Especilidades (TNE) aprovada pelo Ministro, por proposta do Comando-Geral do Pessoal, atrav&eacute;s do Estado-Maior da Aeron&aacute;utica.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Art. 5&ordm;. A TNE &eacute; o documento de controle das especialidades fixadas para os quadros e grupamentos e do <u>n&uacute;mero de especialistas necess&aacute;rios aos servi&ccedil;os da Aeron&aacute;utica.&rdquo;<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&ldquo;CAP&Iacute;TULO IV<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>Quadro de Cabos (QCB)<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>Art. 25. O <u>Quadro de Cabos<\/u> &eacute; constitu&iacute;do dos seguintes Grupamentos:<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>a &ndash; B&aacute;sico &ndash; (BAS);<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>b &ndash; Volunt&aacute;rio Especial &ndash; (VTE);<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>c &ndash; M&uacute;sica &ndash; (MUS);<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>Art. 26. Cada Grupamento do <u>QCB tem efetivo pr&oacute;prio, constitu&iacute;do do somat&oacute;rio dos efetivos das Unidades<\/u>, previstos na<u> Tabela de Distribui&ccedil;&atilde;o de Pessoal.<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>Art. 27. Os claros do efetivo dos Grupamentos B&aacute;sicos do QCB determinam as vagas de cada especialidade a serem preenchidas com a promo&ccedil;&atilde;o de Soldado de 1&ordf; Classe.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>Art. 28. A promo&ccedil;&atilde;o a Cabo e o controle de Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos (CFC) competem ao Comandante do <u>Comando A&eacute;reo Regional<\/u>, observado o previsto no artigo 17 deste Regulamento e obedecidas as instru&ccedil;&otilde;es baixadas pelo Comandante-Geral do Pessoal.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&sect; 1&ordm; A essa promo&ccedil;&atilde;o dever&atilde;o concorrer, dentro das vagas existentes na &aacute;rea sede, os soldados de 1&ordf; Classe recrutados para esta &aacute;rea e, dentro das vagas existentes nas Unidades isoladas, os recrutados para aquelas Unidades.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&sect; 2&ordm; As movimenta&ccedil;&otilde;es dos soldados que conclu&iacute;ram o CFC e dos Cabos sem estabilidade s&oacute; poder&atilde;o ser feitas dentro da &aacute;rea sede e no &acirc;mbito da Unidade isolada.&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&ldquo;CAP&Iacute;TULO VI<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>Quadro de Soldados (QSD)<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 35. O QSD &eacute; constitu&iacute;do de:<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Soldado de 1&ordf; Classe; e<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Soldado de 2&ordf; Classe.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 36. O efetivo do QSD &eacute; o somat&oacute;rio das <u>Tabelas de Distribui&ccedil;&atilde;o &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;de Pessoal (TDP)<\/u> das Organiza&ccedil;&otilde;es da Aeron&aacute;utica.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 37. <u>As vagas do QSD<\/u> de cada Organiza&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o previstas na <u>TDP<\/u>, <u>independente de gradua&ccedil;&atilde;o<\/u>.&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;Art. 72. Nas datas de promo&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o preenchidas as vagas abertas at&eacute; 10 (dez) dias antes e, concomitantemente, as vagas decorrentes nas gradua&ccedil;&otilde;es inferiores dos Grupamentos do QSS, QTA e QCB.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 73. Para promo&ccedil;&atilde;o &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo haver&aacute;, em cada Comando A&eacute;reo Regional (COMAR), uma Comiss&atilde;o Especial, permanente, constitu&iacute;da de tr&ecirc;s Oficiais e secretariada por Suboficial ou Primeiro-Sargento, &agrave; qual compete organizar todos os dados correspondentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &sect; 4&ordm; Para a promo&ccedil;&atilde;o &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabos ser&atilde;o consideradas as vagas de cada especialidade constantes do somat&oacute;rio dos efetivos previstos nas <u>Tabelas de Distribui&ccedil;&atilde;o de Pessoal<\/u> do Grupamento B&aacute;sico das Organiza&ccedil;&otilde;es existentes na &aacute;rea do COMAR.&rdquo; <\/strong>(Grifei)<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observa-se pelo supratranscrito do Regulamento da Aeron&aacute;utica, h&aacute; todo um regramento bem seguro que n&atilde;o permite qualquer possibilidade de descontrole na composi&ccedil;&atilde;o num&eacute;rica das gradua&ccedil;&otilde;es dos Quadros, que s&atilde;o distintos, de Cabos e de Soldados, considerando a proporcionalidade de ocupantes exigida entre as hierarquias, tudo bem definido com os seus efetivos pr&oacute;prios, constitu&iacute;do do somat&oacute;rio dos efetivos das Unidades, conforme previstos nas <strong>Tabelas de Distribui&ccedil;&atilde;o de Pessoal<\/strong>. Como j&aacute; foi dito, essas TDPs sempre existiram na estrutura da Organiza&ccedil;&atilde;o, na sua fun&ccedil;&atilde;o de fazer a previs&atilde;o do efetivo de pessoal nas mais diversas Unidades dos Comandos A&eacute;reos Regionais, que n&atilde;o pode sair do seu controle a observ&acirc;ncia dos limites previstos na lei que disp&otilde;e sobre o mencionado efetivo de pessoal da Aeron&aacute;utica. &Eacute;, portanto, uma responsabilidade muito s&eacute;ria, envolve despesas p&uacute;blicas que n&atilde;o podem ser desperdi&ccedil;adas, quem ousaria, de forma descontrolada e aleatoriamente, desrespeitando crit&eacute;rios, criar vagas para graduados (Cabos), extrapolando o limite e incorrendo em ilegalidade? Como j&aacute; foi provado com as promo&ccedil;&otilde;es quase que imediatamente ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da 1.104 e com mais essa das TDPs, inequivocamente, naquela oportunidade n&atilde;o havia quantidade excessiva de Cabos, comparando com a de Soldado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, pelo que foi explicitado acima, n&atilde;o se pode negar que aquelas informa&ccedil;&otilde;es da Uni&atilde;o sobre o n&uacute;mero de Cabos em rela&ccedil;&atilde;o ao de Soldados, nas suas tentativas de justificar a expedi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64, n&atilde;o sejam pura engana&ccedil;&atilde;o, com o prop&oacute;sito de induzir a <strong>justi&ccedil;a ao erro<\/strong>. Sendo assim, onde seguramente se pode deduzir que est&atilde;o com a mesma roupagem de inver&iacute;dicas as a seguir transcritas do mesmo MEMORIAL, &ldquo;in verbis&rdquo;:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.2pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;Para se perceber a diferen&ccedil;a, basta verificar que, no ano de <strong>2016,<\/strong> havia, na For&ccedil;a A&eacute;rea, <strong>2.426 Cabos (17%)<\/strong> e <strong>11.574 Soldados (83%).<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.2pt; text-align: justify;\"><strong>A O CORPO DO PESSOAL GRADUADO DA AERON&Aacute;UTICA REG\/CPGAer &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>E, em <strong>2017<\/strong>, havia, na For&ccedil;a A&eacute;rea, <strong>2.240 Cabos (16%)<\/strong> e <strong>11.760 Soldados (84%)<\/strong>.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. <strong>VIG&Ecirc;NCIA DA REGRA DA PORTARIA 1.104\/64 &#8211; EFEITOS NO TEMPO.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diversamente do que enfatizava repetidamente o Relator na defesa do respectivo voto, justificando o seu entendimento, ao afirmar que <strong>a regra da Portaria, desde quando foi implantada, permanece at&eacute; os dias de hoje,<\/strong> a seguir relacionam-se todos os atos normativos pertinentes da Aeron&aacute;utica, que registram as mudan&ccedil;as de fato ocorridas a partir da sua vig&ecirc;ncia e depois da respectiva revoga&ccedil;&atilde;o, relativamente ao limite de tempo de servi&ccedil;o efetivo dos Cabos da FAB. Observa-se que a linha de racioc&iacute;nio do Relator n&atilde;o estaria t&atilde;o fora, se n&atilde;o fosse o hist&oacute;rico do per&iacute;odo, que d&atilde;o conta os referidos atos, garantindo mais ainda a legitimidade da natureza de ato de exce&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104, nos termos da Carta Magna. Vejamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2.1 &#8211; <strong>PORTARIA N&ordm; 673\/GM3, DE 15 DE JUNHO DE 1982.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;Autoriza reengajamento de Cabos na Aeron&aacute;utica ap&oacute;s 8 (oito) anos de efetivo servi&ccedil;o.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;R E S O L V E:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 1&ordm; &#8211; Autorizar os Comandantes, Diretores ou Chefes de OM a <strong>concederem prorroga&ccedil;&otilde;es do tempo de servi&ccedil;o &nbsp;ativo, at&eacute; 30 de novembro de 1982<\/strong>, aos Cabos da Aeron&aacute;utica que venham a completar 8 (oito) anos de efetivo servi&ccedil;o antes daquela data, tenham requerido novo reengajamento e que satisfa&ccedil;am as condi&ccedil;&otilde;es previstas nos n&ordm; 1 e 3 do par&aacute;grafo 1&ordm; do artigo 15 do Regulamento para o Corpo de Pessoal Graduado da Aeron&aacute;utica (RCPGAer).<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 2&ordm; &#8211; Esta portaria entrar&aacute; em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, revogadas as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2.2 &#8211; <strong>PORTARIA N&ordm; 1.371\/GM3, DE 18 DE NOVEMBRO DE 1982.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;Aprova as Instru&ccedil;&otilde;es para a Perman&ecirc;ncia de Pra&ccedil;as em Servi&ccedil;o Ativo da Aeron&aacute;utica&rdquo;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;R E S O L V E<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 1&ordm;. Aprovar as &lsquo;Instru&ccedil;&otilde;es para a Perman&ecirc;ncia de Pra&ccedil;as em Servi&ccedil;o Ativo na Aeron&aacute;utica&rsquo;, que com esta baixa.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 2&ordm;. Esta Portaria entrar&aacute; em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, <strong>revogada a Portaria n&ordm; 1.104GM3, de 12 de outubro de 1964 <\/strong>e demais disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">CAPITULO III<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">Dura&ccedil;&atilde;o do Tempo de Servi&ccedil;o<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1 &ndash; As renova&ccedil;&otilde;es do Tempo de servi&ccedil;o de compulsoriedade t&ecirc;m a seguinte dura&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; c &ndash; 2 (dois) anos ou at&eacute; 2 (dois) anos, nos casos previstos no n&uacute;mero 3 do cap&iacute;tulo IV;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">2 &ndash; Os engajamentos resultantes de voluntariado t&ecirc;m a dura&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 2 (dois) anos, a partir do dia imediato ao t&eacute;rmino do tempo de servi&ccedil;o militar inicial, ou da data de inclus&atilde;o nas fileiras da FAB.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 177pt; text-align: justify;\">CAP&Iacute;TULO IV<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">Prazos Limites de Perman&ecirc;ncia em Servi&ccedil;o Ativo<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">3 &ndash; Ao ser promovido &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo, ou por conclus&atilde;o do Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos (CFC), a Pra&ccedil;a engaja ou reengaja, obrigatoriamente, por 2 (dois) anos, a contar do t&eacute;rmino do per&iacute;odo anterior.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">4 &ndash; <strong>Aos Sargentos, Cabos e Taifeiros <\/strong>que satisfizerem &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es fixadas nos n&uacute;meros 2 e 4 do cap&iacute;tulo VI destas Instru&ccedil;&otilde;es poder&atilde;o ser concedidas prorroga&ccedil;&otilde;es de tempo de servi&ccedil;o<strong> at&eacute; terem adquirido estabilidade.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">CAP&Iacute;TULO VI<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">Exig&ecirc;ncias e Condi&ccedil;&otilde;es<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">2 &ndash; S&atilde;o <strong>condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas para as prorroga&ccedil;&otilde;es<\/strong> de tempo de servi&ccedil;o:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a &ndash; aptid&atilde;o f&iacute;sica e mental, comprovada em inspe&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b &ndash; boa forma&ccedil;&atilde;o moral e c&iacute;vica;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; c &ndash; comprovada capacidade de trabalho;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d &ndash; <strong>bom comportamento<\/strong> <strong>militar e civil<\/strong>, avaliados de acordo com a regulamenta&ccedil;&atilde;o e disposi&ccedil;&otilde;es vigentes;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e &ndash; aptid&atilde;o profissional e esp&iacute;rito militar avaliados como disposto no RCPGAer e normas vigentes; e<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; f &ndash; <strong>ser o requerente insuspeito de professar doutrinas ou adotar princ&iacute;pios nocivos &agrave; disciplina militar, a ordem p&uacute;blica e institui&ccedil;&otilde;es sociais e pol&iacute;ticas vigentes no Pa&iacute;s, ou de pertencer a quaisquer grupos que adotem tais doutrinas e princ&iacute;pios.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">4 &ndash; &Eacute; condi&ccedil;&atilde;o especial para a concess&atilde;o do &uacute;ltimo reengajamento que antecede a estabilidade, al&eacute;m das demais, estar a Pra&ccedil;a classificada no &lsquo;&oacute;timo comportamento&rsquo;, como previsto no RDAer.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">CAP&Iacute;TULO VII<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">Estabilidade<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">1 &ndash; A estabilidade &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o especial de perman&ecirc;ncia nas fileiras da Aeron&aacute;utica, a partir da data em que a Pra&ccedil;a completa 10 (dez) anos de servi&ccedil;o ativo ininterrupto. Est&aacute; condicionada &agrave;s renova&ccedil;&otilde;es de tempo de servi&ccedil;o, concedidas mediante avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua e acurada.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; 2.3 &#8211; <strong>DECRETO N&ordm; 3.690, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;Aprova o Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da Aeron&aacute;utica e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>&ldquo;REGULAMENTO PARA O CORPO DO PESSOAL GRADUADO DA AERON&Aacute;UTICA REG\/CPGAer<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>CAP&Iacute;TULO VII<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>Tempo de Perman&ecirc;ncia no Servi&ccedil;o Ativo<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>Engajamento e Reengajamento<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 43. As prorroga&ccedil;&otilde;es do tempo de servi&ccedil;o poder&atilde;o ser concedidas atrav&eacute;s de engajamentos e reengajamentos, em continua&ccedil;&atilde;o ao servi&ccedil;o inicial ou anterior, mediante o cumprimento das seguintes exig&ecirc;ncias:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e &ndash; bom comportamento militar;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>&sect; 1&ordm;. Aos Sargentos, Cabos e Taifeiros <\/strong>que satisfizerem &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es especiais fixadas pelo Ministro poder&atilde;o ser concedidas prorroga&ccedil;&otilde;es do tempo de servi&ccedil;o<strong> at&eacute; terem adquirido estabilidade, <\/strong>de conformidade com a legisla&ccedil;&atilde;o vigente.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2.4<strong> &#8211; PORTARIA N&ordm; 467\/GC3, DE 12 DE JULHO DE 2010.<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\"><strong>&ldquo;Art. 1&ordm;. <\/strong>Fixar, para os militares que venham a ser inclu&iacute;dos no<strong> Quadro de Cabos <\/strong>da Aeron&aacute;utica (QCB)<strong>, a partir da entrada em vigor desta Portaria, <\/strong>a prorroga&ccedil;&atilde;o de tempo de servi&ccedil;o at&eacute; o limite m&aacute;ximo de oito anos de efetivo servi&ccedil;o.&rdquo; (grifei)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para melhor visualizar, quanto &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es no limite das prorroga&ccedil;&otilde;es de tempo de efetivo servi&ccedil;o, especificamente dos Cabos, conforme as normas legais competentes acima discriminadas, resumem-se da seguinte forma:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&#8211; Portaria n&ordm; 673\/GM3<\/strong>, de 15\/06\/82, estende as prorroga&ccedil;&otilde;es de tempo de servi&ccedil;o dos Cabos, desta data a 30\/11\/82;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&#8211; Portaria n&ordm; 1.371\/GM3<\/strong>, de 18\/11\/82, <strong>revoga a Portaria n&ordm; 1.104GM3,<\/strong> de 12\/10\/64 e <strong>retira o limite de tempo de efetivo servi&ccedil;o dos Cabos;<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&#8211; Decreto n&ordm; 3.690<\/strong>, de 19\/12\/2000, que aprova o <strong>REG\/CPCAer<\/strong>, onde em seu Art. 43, &sect; 1&ordm;, <strong>mantem sem o limite de tempo de efetivo servi&ccedil;o dos Cabos<\/strong>; e<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong>&#8211; Portaria n&ordm; 467\/GC3<\/strong>, de 12\/07\/2010, volta com o limite m&aacute;ximo de 8 (oito) anos de tempo de &nbsp;efetivo servi&ccedil;o dos Cabos, <strong>mas apenas para os futuros incorporados na For&ccedil;a A&eacute;rea. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dos dispositivos normativos acima relacionados, nota-se de fundamental import&acirc;ncia sob o ponto de vista jur&iacute;dico, conferindo respaldo &agrave;s anistias, nos termos da Lei &ordm; 10.559\/2002 e do art. 8&ordm; do ADCT, nem s&oacute; por aqueles expedientes reservados da Aeron&aacute;utica, mas tamb&eacute;m pelo que veio depois a confirmar, <strong>a revoga&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64 pela Portaria n&ordm; 1.371\/GM3, <\/strong>de <strong>18\/11\/82<\/strong>, que, a partir da sua vig&ecirc;ncia, <strong>eliminou a restri&ccedil;&atilde;o do tempo de servi&ccedil;o dos Cabos<\/strong>. Situa&ccedil;&atilde;o essa de fato, que se pode supor tamb&eacute;m, claramente, que o objetivo da 1.104 de penalizar determinada categoria de Cabos, naquela data, j&aacute; n&atilde;o existia mais. Por conseguinte, n&atilde;o se justificando a perman&ecirc;ncia da dita restri&ccedil;&atilde;o. Vale aqui registrar mais ainda, a ressalva desta Portaria, que tamb&eacute;m confirma o car&aacute;ter da 1.104, justamente a precau&ccedil;&atilde;o que teve, ao retirar o limite dos oito anos, condicionou as prorroga&ccedil;&otilde;es de tempo de servi&ccedil;o &agrave; seguinte condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, conforme cap&iacute;tulo VI, item 2, letra &ldquo;f&rdquo;, &ldquo;in verbis&rdquo;:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>f &ndash; ser o requerente insuspeito de professar doutrinas ou adotar princ&iacute;pios nocivos &agrave; disciplina militar, a ordem p&uacute;blica e institui&ccedil;&otilde;es sociais e pol&iacute;ticas vigentes no Pa&iacute;s, ou de pertencer a quaisquer grupos que adotem tais doutrinas e princ&iacute;pios.&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa condi&ccedil;&atilde;o foi a raz&atilde;o principal que motivou a emiss&atilde;o da Portaria 1.104, a Aeron&aacute;utica sempre fez quest&atilde;o de n&atilde;o admitir o seu erro do &ldquo;ato de exce&ccedil;&atilde;o&rdquo; e sempre fez o que p&ocirc;de para &nbsp;prejudicar essas anistias, mas n&atilde;o percebe que ela pr&oacute;pria, especialmente nessas suas Portarias 1.371\/GM3\/1982 e 467\/GC3\/2010, reconhece a &ldquo;natureza exclusivamente pol&iacute;tica&rdquo; deste ato. Uma, revogou e a outra, manteve sem o limite de tempo de servi&ccedil;o, conforme mais adiante continuam os esclarecimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Outro fato relevante, depois de mais 28 anos (15\/06\/82 a 12\/07\/2010) sem qualquer limite de tempo de tempo de servi&ccedil;o efetivo dos Cabos, a Portaria n&ordm; 467\/GC3, de 12\/07\/2010, retornou com a prefalada a limita&ccedil;&atilde;o dos oito anos, <strong>mas apenas para os ingressados na FAB a partir da sua entrada em vigor<\/strong>, respeitando, dessa maneira, o direito de quem j&aacute; integrava as fileiras da Corpora&ccedil;&atilde;o. Esta Portaria sim, caracteriza-se um ato meramente administrativo, teve o cuidado de n&atilde;o prejudicar quem quer que seja, mesmo porque as circunst&acirc;ncias eram outras, sem a ocorr&ecirc;ncia de qualquer movimento de car&aacute;ter pol&iacute;tico desses militares (expedientes reservados, etc.), como naqueles tempos. Vem ao caso a pergunta, o que difere uma Portaria da outra? A 1.104\/1964, com o prop&oacute;sito de penalizar de forma pol&iacute;tica, retirou o direito dos Cabos de permanecer na Corpora&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s os oito anos de efetivo servi&ccedil;o e a 467\/2010, como a Aeron&aacute;utica, a exemplo, n&atilde;o tinha nada contra a categoria, manteve esse direito dos ingressados na mesma antes da sua vig&ecirc;ncia. Direito esse, concedido a partir da Portaria n&ordm; 1.371\/GM3\/82.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com efeito, essas altera&ccedil;&otilde;es ocorridas na limita&ccedil;&atilde;o do tempo de efetivo servi&ccedil;o dos Cabos, a partir da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104 at&eacute; os dias atuais, s&oacute; confirmam que o entendimento da Comiss&atilde;o de Anistia sobre a natureza da Portaria, em 2002, estava perfeitamente correto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, frise-se, sem fundamento a afirma&ccedil;&atilde;o do Relator, a Portaria n&ordm; 1.104\/64 foi revogada pela Portaria n&ordm; 1.371\/GM3, de 18\/11\/82, retirando o limite de tempo de servi&ccedil;o dos Cabos, estes, incorporados na For&ccedil;a A&eacute;rea at&eacute; a data da vig&ecirc;ncia da Portaria n&ordm; 467\/GC3, de 12\/07\/2010, permanecem <strong>at&eacute; os dias de hoje<\/strong> sem o dito limite de tempo de servi&ccedil;o e livres para o alcance da estabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S&Iacute;NTESE:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m do cuidadoso estudo realizado pela Comiss&atilde;o de Anistia\/MJ que resultou na S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA N&ordm; 2002.07.0003-CA e agora, em contradita aos argumentos que fundamentaram o julgado do RE 817.338, de 16\/10\/2019, s&atilde;o dois os aspectos principais que consolidam o amparo constitucional das anistias dos ex-Cabos:<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">A prova documental de que imediatamente ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 1.104\/64 implementou-se Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos (CFC) e em seguida promo&ccedil;&otilde;es a Cabo em vagas existentes, dessa forma, dando a entender que a mencionada Portaria n&atilde;o foi expedida com a finalidade de reduzir o n&uacute;mero de Cabos que se aproximava ao de Soldados; e<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">A legisla&ccedil;&atilde;o elencada (Portarias e Decreto c\/reguloamenta&ccedil;&atilde;o), dando conta do que ocorreu no tempo e que a Portaria n&ordm; 1.104\/64, posteriormente foi revogada pela de n&ordm; 1.371\/GM3, de 18\/11\/82, retirando o limite de tempo de servi&ccedil;o dos oito anos, com o alcance da estabilidade aos Cabos e mantendo-se esse direito aos incorporados na For&ccedil;a A&eacute;rea antes da vig&ecirc;ncia da Portaria n&ordm; 467GC3, de 12\/07\/2010.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>II &#8211; <u>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES OUTRAS<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 <strong>&ndash; INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES E ARGUMENTA&Ccedil;&Otilde;ES INCONSISTENTES &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(CONTRADI&Ccedil;&Atilde;O DA VERDADE).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3.1 &ndash; <strong>Discrep&acirc;ncia nos C&aacute;lculos Financeiros.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No MEMORIAL apresentado pelo comando da Aeron&aacute;utica, em resposta ao Of&iacute;cio n&ordm; 00092\/2019\/DAE\/DRG\/SGT\/AGU, de 06\/08\/2019 (fls. nos autos), o qual informou &agrave; Divis&atilde;o de Repercuss&atilde;o Geral da AGU, constam as seguintes informa&ccedil;&otilde;es transcritas, &ldquo;in verbis&rdquo;:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&ldquo;A For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira conta, hoje, com <strong>2.525<\/strong> (dois mil e quinhentos e vinte e cinco) ex-Cabos anistiados pol&iacute;ticos que obtiveram essa condi&ccedil;&atilde;o porque foram licenciados da Aeron&aacute;utica com base na Portaria n&ordm; 1.104\/1964.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">A <strong>folha mensal<\/strong> de pagamentos de anistiados pol&iacute;ticos &eacute; de <strong>R$ 31.122.249,48<\/strong> (trinta e um milh&otilde;es, cento e vinte e dois mil duzentos e quarenta e nove reais e quarenta e oito centavos);<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">Considerando o somat&oacute;rio das presta&ccedil;&otilde;es mensais das presta&ccedil;&otilde;es mensais, permanentes e continuadas, pagas ao longo de todo o per&iacute;odo ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da Lei 10.559\/2002, bem como os valores pagos retroativos referentes ao acordo previsto na Lei n&ordm; 11.354\/06 (parcelamento de pagamentos), chega-se ao montante de <strong>R$ 3.911.425.070,42 (tr&ecirc;s bilh&otilde;es, novecentos e onze milh&otilde;es, quatrocentos e vinte e cinco mil, setenta reais e quarenta e dois centavos),<\/strong> dos quais R$ 138.481.540,25 (cento e trinta e oito milh&otilde;es, quatrocentos e oitenta e um, quinhentos e quarenta reais e vinte e cinco centavos) referem-se ao Termo de Ades&atilde;o previsto na supracitada Lei, isso porque, at&eacute; o ano 2018, inexistia rubrica espec&iacute;fica para o adimplemento dos retroativos de anistia, e, muito embora no referido ano ter havido repasse de verba espec&iacute;fica para esse fim, o Comando da Aeron&aacute;utica n&atilde;o efetivou nenhum adimplemento de retroativos, em raz&atilde;o da instabilidade jur&iacute;dica constante da decis&otilde;es que determinavam o pagamento.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 70.8pt; text-align: justify;\">Atualmente, o montante devido aos ex-Cabos anistiados pol&iacute;tico desta For&ccedil;a A&eacute;rea, a t&iacute;tulo de retroativo, supera os R$ 750.000.000,00 (setecentos e cinquenta milh&otilde;es de reais), apenas considerando os valores nominais absolutos constantes das Portarias anistiadoras. Registre-se que, se o valor referido vier a ser corrigido monetariamente, caso a caso e ano a ano, com os indicativos do INPC, a quantia poder&aacute; chegar &agrave; casa de R$ 7.000.000.000,00 (sete bilh&otilde;es de reais). No caso, se for aplicado o &iacute;ndice de atualiza&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria IPCA e, ainda, incidir juros compostos da ordem de 1% ao m&ecirc;s, o valor poder&aacute; aproximar-se da casa dos R$ <strong>13.000.000.000,00<\/strong> (treze bilh&otilde;es de reais)&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre esse assunto,<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&#8211; nas Sess&otilde;es de Julgamento, a AGU apresentou um valor de R$ <strong>42.000.000.000,00<\/strong> (quarenta e dois bilh&otilde;es de reais) que seria a despesa com pagamentos dos anistiados <strong>nos pr&oacute;ximos 10 anos<\/strong>, como tamb&eacute;m em pronunciamento de voto de Ministro h&aacute; estimativa, para esse mesmo per&iacute;odo, do montante de <strong>R$13.000.000.000,00<\/strong> (treze bilh&otilde;es de reais). Vamos aos c&aacute;lculos demonstrados a seguir, considerando o valor da <strong>folha mensal<\/strong> de pagamentos citado no MEMORIAL apresentado pelo Comando da Aeron&aacute;utica:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>31.122.249,48<\/strong> X 13 (sal&aacute;rio + 13&ordm; sal.) = 404.589.243,24 (total no ano) X 10 (anos) = 4.045.892.432,40, o montante em 10 anos. O c&aacute;lculo dos retroativos dos 2.525 anistiados, boa parte j&aacute; recebeu, mas vamos considerar essa quantidade apenas a t&iacute;tulo de compara&ccedil;&atilde;o, na base de R$ 900.000,00 (valor nominal da Portaria + a atualiza&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, conf. c&aacute;lculos em ExeMS, de alguns at&eacute; menos) cada anistiado, chegou ao somat&oacute;rio de (2.525 x 900.000,00) 2.272.500.000,00 + 4.045.892.432,40 (10 anos de sal&aacute;rio) = <strong>6.318.392.432,40<\/strong> <strong>(seis bilh&otilde;es, trezentos e dezoito milh&otilde;es, trezentos e noventa e dois mil reais e quarenta centavos)<\/strong>. Com esse demonstrativo, comprova-se bem transparente que os montantes citados pelos defensores da Uni&atilde;o e por Ministro no voto para os pr&oacute;ximos 10 anos <strong>n&atilde;o est&atilde;o corretos<\/strong>, tudo n&atilde;o passou de mera tentativa de enganar e com esse artif&iacute;cio de impressionar, induzir a <strong>justi&ccedil;a ao erro<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&#8211; na afirma&ccedil;&atilde;o que &ldquo;os valores pagos retroativos referentes ao acordo previsto na Lei n&ordm; 11.354\/06 (parcelamentos de pagamentos), chega-se ao montante de <strong>R$ 3.911.425.070,42 (tr&ecirc;s bilh&otilde;es, novecentos e onze milh&otilde;es, quatrocentos e vinte e cinco mil reais e quarenta e dois centavos)&rdquo;<\/strong>, tamb&eacute;m &eacute; outra parte com o prop&oacute;sito de induzir a <strong>justi&ccedil;a ao erro<\/strong>. O Termo de Ades&atilde;o previsto na mencionada Lei, que dava compet&ecirc;ncia para tal, com a anu&ecirc;ncia do anistiado, nem chegou a ser assinado por quem quer que seja, pois quando j&aacute; havia iniciado o chamamento para isso, o Comando da Aeron&aacute;utica, em raz&atilde;o do andamento do Proc. TC n&ordm; 011.627\/2006-4, do TCU, foi informado e imediatamente suspendeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3.2 &ndash; <strong>Compara&ccedil;&atilde;o com os n&uacute;meros de anistiados do Ex&eacute;rcito Brasileiro e da Marinha do Brasil.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N&atilde;o h&aacute; como se comparar, s&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es distintas, inexiste qualquer informa&ccedil;&atilde;o de que no Ex&eacute;rcito e na Marinha tenha havido a mesma persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, que, no caso, foi de toda uma categoria de Cabos. E inexiste na legisla&ccedil;&atilde;o e nem na jurisprud&ecirc;ncia qualquer entendimento que estabele&ccedil;a par&acirc;metros a serem seguidos nessas anistias pol&iacute;ticas, sejam elas de civis ou de militares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3.3 &ndash; <strong>Hist&oacute;rico Militar sem registro de qualquer persegui&ccedil;&atilde;o e at&eacute; com elogios.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com mais raz&atilde;o se comprova que houve de fato a persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica da categoria de Cabos, se a conduta do militar era exemplar, recomendaria a sua continuidade na Corpora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o que ele fosse licenciado contra a vontade de ambos, do seu Comandante e do mesmo. Por outro lado, como sempre foi a regra, o Cabo nem chegaria aos 8 anos de tempo de servi&ccedil;o efetivo se, nas avalia&ccedil;&otilde;es sucessivas, de 2 em 2 anos , n&atilde;o obtivesse a classifica&ccedil;&atilde;o, m&iacute;nima, de &ldquo;bom comportamento&rdquo; (Port. &ordm; 1.371\/GM3\/1982, Art. 2&ordm;, Cap. VI, letra &ldquo;d&rdquo; e Dec. 3.690\/2000 &#8211; Art. 43, letra e, do REG\/CPGAer). &nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3.4 &ndash; <strong>An&aacute;lise caso a caso.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;O ato de exce&ccedil;&atilde;o se caracterizou pela persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica de toda a categoria de Cabos e n&atilde;o de forma individual, de qualquer a&ccedil;&atilde;o tida como subversiva de cada um isoladamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por todo o exposto, mostrando claro que o julgado do RE 817.338-DF, em Sess&atilde;o Plen&aacute;ria do STF, de 16\/10\/2019, sustentou-se em informa&ccedil;&otilde;es inver&iacute;dicas, enganosas, que o <strong>induziu ao erro<\/strong>, por isso n&atilde;o p&ocirc;de descaracterizar a Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64, como ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza exclusivamente pol&iacute;tica, nos termos da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, cabe agora, <strong>para fazer justi&ccedil;a<\/strong>, a devida reabertura do julgamento para modificar a decis&atilde;o, na forma da legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica.<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resume-se a&iacute; todo o trabalho, que, ponto a ponto (argumenta&ccedil;&otilde;es e c&aacute;lculos financeiros), detalhou minunciosamente as graves falhas do julgado, que lhe tr&aacute;s v&iacute;cios por n&atilde;o ter se firmado encima de verdades, sem qualquer engano ou equ&iacute;voco, raz&atilde;o pela qual deve o mesmo ser revisado, dando lugar ao devido cumprimento da justi&ccedil;a. Com este apanhado essencial, com toda a mat&eacute;ria necess&aacute;ria (legisla&ccedil;&atilde;o e prova documental), resta aos defensores da causa fazer o que lhes for poss&iacute;vel para que o objetivo seja alcan&ccedil;ado, ou seja, a devida confirma&ccedil;&atilde;o da constitucionalidade das anistias. Que Deus os ilumine e que tenham a sabedoria indispens&aacute;vel. Que o Criador aben&ccedil;oe tamb&eacute;m todos aqueles que intercederem a favor desses perseguidos anistiados, que h&aacute; 17 anos contam com essa importante indeniza&ccedil;&atilde;o, de car&aacute;ter estritamente alimentar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">____________________________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O &ndash; REABERTURA DO JULGAMENTO PARA MODIFICAR A DECIS&Atilde;O &ndash; ADMISSIBILIDADE.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>C&Oacute;DIGO DE PROCESSO CIVIL<\/strong> <strong>&ndash; Lei n&ordm; 13.105, de 16.03.2015:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&ldquo;Art. 1.022. Cabem embargos de declara&ccedil;&atilde;o contra qualquer decis&atilde;o judicial para:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>III &ndash; <u>corrigir erro material<\/u>.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 1.023. Os embargos ser&atilde;o opostos, no prazo de 5 (cinco) dias, em peti&ccedil;&atilde;o dirigida ao juiz, com indica&ccedil;&atilde;o do erro, obscuridade, contradi&ccedil;&atilde;o ou omiss&atilde;o, e n&atilde;o se sujeitem a preparo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&sect; 2&ordm; O juiz intimar&aacute; o embargado para, querendo, manifeste-se, no prazo de 5 (cinco) dias, sobre os embargos opostos, caso seu eventual acolhimento implique a <u>modifica&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o embargada.<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 1.024. O juiz julgar&aacute; os embargos em 5 (cinco) dias.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&sect; 4&ordm; Caso o acolhimento dos embargos de declara&ccedil;&atilde;o <u>implique modifica&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o embargada,<\/u> o embargado que j&aacute; tiver interposto outro recurso contra a decis&atilde;o origin&aacute;ria tem o direito de complementar ou alterar suas raz&otilde;es, nos exatos limites da modifica&ccedil;&atilde;o, no prazo de 15 (quinze dias), contado da intima&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o dos embargos de declara&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 1.026. Os embargos de declara&ccedil;&atilde;o n&atilde;o possuem efeito suspensivo e interrompem o prazo para a interposi&ccedil;&atilde;o do recurso.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&sect; 1&ordm; A efic&aacute;cia da decis&atilde;o monocr&aacute;tica ou colegiada poder&aacute; ser suspensa pelo respectivo juiz ou relator se demonstrada a probabilidade de provimento do recurso ou, sendo relevante a fundamenta&ccedil;&atilde;o, se houver <u>risco de dano grave<\/u> ou de <u>dif&iacute;cil repara&ccedil;&atilde;o<\/u>.&rdquo;<\/strong> (grifei)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; JURISPRUD&Ecirc;NCIA:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&ldquo;Efeitos infringentes &ndash; Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o podem modificar o julgamento. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em que pese a afirma&ccedil;&atilde;o de parte da doutrina que defende que os Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o prestam-se, t&atilde;o somente, &agrave; declara&ccedil;&atilde;o ou interpreta&ccedil;&atilde;o da senten&ccedil;a, cujo dispositivo n&atilde;o pode, por via deles, ser alterado, rejeitado, a possibilidade de serem recebidos em seu efeito infringente ou modificativo, vem consolidando-se junto aos Tribunais Superiores com uma verdadeira possibilidade e necessidade.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo Jo&atilde;o Monteiro, s&oacute; &eacute; l&iacute;cito ao juiz &lsquo;declarar a senten&ccedil;a j&aacute; proferida, n&atilde;o podendo, portanto, modificar em ponto algum a mesma senten&ccedil;a. A decis&atilde;o sobre tais embargos est&aacute; para a senten&ccedil;a declarada na mesma rela&ccedil;&atilde;o em que, para a lei interpretada, est&aacute; a lei interpretativa: assim como esta faz parte integrante daquela, de modo que uma e outra s&atilde;o a mesma lei, assim tamb&eacute;m a senten&ccedil;a declarativa e a declarada se integram em uma mesma senten&ccedil;a&rsquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Todavia, tal racioc&iacute;nio aplica-se apenas &agrave; opera&ccedil;&atilde;o de afastamento do v&iacute;cio de obscuridade, na qual a tarefa do julgador, quando provocado, restringe-se em esclarecer os conceitos obscuros e amb&iacute;guos, sanar os erros de concord&acirc;ncia, de modo a facilitar a compreens&atilde;o do decisum prolatado. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De outro lado, verificando a presen&ccedil;a dos v&iacute;cios de contradi&ccedil;&atilde;o e omiss&atilde;o, dever&aacute; o magistrado, muitas vezes, reabrir o julgamento. Na tentativa de harmonizar eventuais proposi&ccedil;&otilde;es contratantes, poder&aacute; optar pela exclus&atilde;o daquela que lhe parecer inadequada. Poder&aacute;, outrossim, afastar duas ou mais proposi&ccedil;&otilde;es contradit&oacute;rias, agregando &agrave; decis&atilde;o uma nova proposi&ccedil;&atilde;o. Tanto em um como no outro caso, h&aacute; possibilidade de ocorrer uma inova&ccedil;&atilde;o que importar&aacute;, sem sobra de d&uacute;vida, modifica&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Denunciada e afastada a omiss&atilde;o, conforme preleciona Moniz de Arag&atilde;o, &lsquo;necessariamente o julgado ser&aacute; reaberto, a fim de o juiz preencher o claro nele existente. Em muitos casos a omiss&atilde;o &eacute; suprida facilmente, com a inser&ccedil;&atilde;o do pronunciamento que faltava. Em outros, por&eacute;m, a corre&ccedil;&atilde;o da falha repercute sobre o julgamento de outra quest&atilde;o e o juiz ter&aacute; de modificar algum ponto da senten&ccedil;a, afetado direta ou reflexamente pelo acr&eacute;scimo da manifesta&ccedil;&atilde;o que nela faltava&rsquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Verifica-se, portanto, ser ineg&aacute;vel que o Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o, em alguns casos, ter&atilde;o, necessariamente, a for&ccedil;a e o efeito de modificar o julgamento sob pena de ser imposs&iacute;vel declar&aacute;-lo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Outro n&atilde;o poder&aacute; ser o entendimento, haja vista que o pr&oacute;prio Estatuto Processual ao prever, em seu artigo 463, inciso II, a possibilidade do juiz &lsquo;alterar&rsquo; o julgamento por interm&eacute;dio dos Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o, sufraga a tese ora sustentada, eis que o voc&aacute;bulo &lsquo;alterar&rsquo; nada mais quer dizer do que mudar, modificar, transformar.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Observa-se, em nossa jurisprud&ecirc;ncia, que n&atilde;o mais subsiste qualquer discuss&atilde;o sobre o tema.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em julgamento proferido pelo Supremo Tribunal Federal nos autos do <u>Recurso Extraordin&aacute;rio 59.040<\/u>, ficou assentado que &lsquo;embora os Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se destinem normalmente a modificar o julgado, constituem um recurso que visa a corrigir obscuridade, omiss&atilde;o ou contradi&ccedil;&atilde;o anterior. A corre&ccedil;&atilde;o h&aacute; que ser feita para tornar claro o que estava obscuro, para preencher uma lacuna do julgado, ou para tornar coerente o que ficou contradit&oacute;rio. No caso, a decis&atilde;o s&oacute; ficar&aacute; coerente se houver a altera&ccedil;&atilde;o do dispositivo, a fim de que este se conforme com a fundamenta&ccedil;&atilde;o. Temos admitido que os Embargos Declarat&oacute;rios, embora, em princ&iacute;pio, n&atilde;o tenham efeito modificativo, podem, contudo, em caso de erro material, ou em circunst&acirc;ncias excepcionais, ser acolhidos para alterar o resultado anteriormente proclamado&rsquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, na mesma linha de julgamento, j&aacute; decidiu:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&lsquo;EDcl no RECURSO EM MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 22.597-MG (2006\/0194632-1) RELATORA: MINISTRA JANE SILVA (DESEMBARGADORA CONVOCADA DO TJ-MG) EMBARGANTE: ANDRE&Iacute;ZA CAMPOS CEREDA ADVOGADO: DILMAR GARCIA MACEDO E OUTROS EMBARGADO: ESTADO DE MINAS GERAIS ADVOGADO: MARCO ANT&Ocirc;NIO GON&Ccedil;ALVES TORRES E OUTRO(S)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EMENTA RECURSO ORDIN&Aacute;RIO EM MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. ADMINISTRATIVO. CONCURSO P&Uacute;BLICO. PETI&Ccedil;&Atilde;O ORIGINAL. RETEN&Ccedil;&Atilde;O PELO TRIBUNAL A QUO. ERRO DE PROCESSAMENTO DA SECRETARIA. EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O. EFEITO MODIFICATIVO. CABIMENTO. EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O ACOLHIDOS COM EFEITO MODIFICATIVO PARA ANULAR A PENA DE N&Atilde;O CONHECIMENTO AO RECURSO ORDIN&Aacute;RIO E DETERMINAR SUA INCLUS&Atilde;O EM PAUTA PARA JULGAMENTO. 1. As partes do processo n&atilde;o podem ser prejudicadas por erro de processamento de Secretaria do Tribunal. No presente caso, a peti&ccedil;&atilde;o inicial do recurso ordin&aacute;rio em Mandado de Seguran&ccedil;a permaneceu retida na Secretaria do Tribunal a quo, restando caracterizada a falha no servi&ccedil;o forense. Ap&oacute;s a subida dos autos este e. STJ &eacute; que a Secretaria remeteu a pe&ccedil;a original ao relator origin&aacute;rio do processo, raz&atilde;o pela qual concedo o efeito modificativo aos embargos de declara&ccedil;&atilde;o, para anular a pena de n&atilde;o conhecimento aplicada pela 6&ordf; Turma ao recurso em raz&atilde;o da circunst&acirc;ncia de que no momento do julgamento somente a peti&ccedil;&atilde;o via fac-s&iacute;mile estava juntada aos autos. 2. Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o acolhidos com efeito modificativo, para anular a pena de n&atilde;o conhecimento ao recurso ordin&aacute;rio e inclu&iacute;-lo em pauta para julgamento.&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&ldquo;Em contraposi&ccedil;&atilde;o a esta postura, contundentes s&atilde;o as palavras do mestre Seabra Fagundes, para quem deve o magistrado, quando poss&iacute;vel, afastar-se do formalismo exacerbado a que est&atilde;o acometidos certos diplomas legais, ampliando sua compreens&atilde;o, expediente esse essencial &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o lenta e conveniente do Direito.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Humberto Theodoro J&uacute;nior, in Curso de Direito Processual Civil, Forense, 14&ordm; edi&ccedil;&atilde;o, 1995, p&aacute;gina 587, professa: &lsquo;Havendo, por&eacute;m, casos em que o suprimento da lacuna ou a elimina&ccedil;&atilde;o de contradi&ccedil;&atilde;o leve &agrave; anula&ccedil;&atilde;o do julgamento anterior para uma nova decis&atilde;o da causa (car&aacute;ter infringente inevit&aacute;vel&#8230;) n&atilde;o dever&aacute; o &oacute;rg&atilde;o julgador enfrentar a quest&atilde;o nova para proferir, de plano, o re-julgamento. Para manter-se o princ&iacute;pio do contradit&oacute;rio, o caso ser&aacute; anular-se apenas a decis&atilde;o embargada e ordenar que o novo julgamento seja retomado com plena participa&ccedil;&atilde;o da outra parte, segundo as regras aplic&aacute;veis ao recurso principal&rsquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O eminente des. Francisco Oliveira Filho do Tribunal de Justi&ccedil;a de Santa Catarina, no voto condutor do <u>EDApc 33.655<\/u>, S&atilde;o Jos&eacute;, assentou: &lsquo;Admite-se em situa&ccedil;&otilde;es restritas carga modificativa nos embargos declarat&oacute;rios, notadamente quando a realidade e a verdade substancialmente devam ser resguardadas mediante a altera&ccedil;&atilde;o do julgado combatido&rsquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ademais, imprimindo for&ccedil;a modificativa ou infringente aos declarat&oacute;rios, estar&atilde;o os julgadores demonstrando n&atilde;o ter acanhamento em reconhecer eventuais equ&iacute;vocos presentes em seus decis&oacute;rios, aplicando-se, para o caso, os ensinamentos do eminente ministro Washington Bol&iacute;var, no sentido de que &lsquo;n&atilde;o deve o juiz ter pejo de confessar que errou, em qualquer circunst&acirc;ncia e, muito especialmente, quando ainda h&aacute; tempo de corrigir-se e corrigir. Pois aquele que reconhece o seu erro demonstra que &eacute; mais s&aacute;bio hoje, quando corrige, do que ontem, quando o praticou&rsquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ressalto, por fim, que o processo civil &eacute; instrumento de realiza&ccedil;&atilde;o dos direitos substanciais, n&atilde;o podendo os nobres e lestos magistrados negarem a realidade acima descrita, em preju&iacute;zo da verdade e da justi&ccedil;a.&rdquo; <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">____________________________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>OBSERVA&Ccedil;&Otilde;ES:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">Para melhor fortalecer aquela prova documental do posicionamento contr&aacute;rio ao pretexto de que a Portaria 1.104 foi expedida para reduzir a quantidade de Cabos, seria importante conseguir mais publica&ccedil;&otilde;es em Boletins Internos, de at&eacute; de outras Unidades da FAB, que d&atilde;o conta da realiza&ccedil;&atilde;o de CFCs e promo&ccedil;&otilde;es de Cabos;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">O trabalho foi elaborado exclusivamente para uso dos defensores da causa dos anistiados no preparo das respectivas peti&ccedil;&otilde;es, da forma que bem entenderem (por exemplo, para facilitar, pode at&eacute; fazer montagem encima dele, com as melhorias que achar por bem)<strong>;<\/strong><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">Em raz&atilde;o do grande interesse pol&iacute;tico e mesmo que a mat&eacute;ria esteja bem fundamentada, n&atilde;o se pode estar t&atilde;o seguros, o melhor mesmo &eacute; estudar uma boa maneira de tamb&eacute;m interagir informalmente junto aos Ministros, a come&ccedil;ar pelos que votaram a nosso favor. O ideal &eacute; j&aacute; ter previamente selecionado, dentre eles, um para pedir vista do processo assim que ele for anunciado ou antes, se puder. Dessa forma ele passa a ser o Relator e n&atilde;o d&aacute; oportunidade para que o atual ignore tudo e j&aacute; nega os EDcl sob a alega&ccedil;&atilde;o de praxe, de que n&atilde;o h&aacute; obscuridade, contradi&ccedil;&atilde;o ou omiss&atilde;o, sem nem relatar o conte&uacute;do do novo recurso. Sen&atilde;o, o risco &eacute; passar de liso, confiantes, por unanimidade, todos votam acompanhando o Relator, despercebidos do que est&aacute; se tratando ali. Ele n&atilde;o parece flex&iacute;vel. Fora os referidos Patronos, quem tiver alguma influ&ecirc;ncia junto a esses Magistrados, cautelosamente, que procure fazer alguma coisa, o interesse &eacute; de todos e a oportunidade &eacute; essa. Fica essa sugest&atilde;o;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">H&aacute; um precedente importante de julgado do pr&oacute;prio STF, o do REG. NO RECURSO EXTRAORDIN&Aacute;RIO 329.656-6 CEAR&Aacute;, em foi Relator o Ministro NELSON JOBIM, tratando justamente desse aspecto do car&aacute;ter da Portaria 1.104\/64. Parece de bom alvitre, como fato novo, consider&aacute;-lo nesses Embargos que se prop&otilde;e;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">O que se espera &eacute; que o Ac&oacute;rd&atilde;o seja publicado no decorrer do pr&oacute;ximo ano, por&eacute;m, &eacute; mais prudente adiantar o que for poss&iacute;vel, adaptando depois, dependendo do que confirmar no seu inteiro teor. Pode-se ter surpresa e o tempo conta muito para que se fa&ccedil;a um trabalho completo &agrave; altura;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">Outro fato novo. &Eacute; digno de agradecimento e elogio, a generosidade do Ministro DIAS TOFFOLI, por fixar na tese a dispensa da devolu&ccedil;&atilde;o do recebido, virou um precedente jurisprudencial do STF. Sendo assim, pode ser aplicado nos casos futuros semelhantes de servidor, quem recebeu de boa-f&eacute; n&atilde;o ser&aacute; obrigado a devolver. No entanto, j&aacute; constitui mat&eacute;ria sumulada na jurisprud&ecirc;ncia do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o, &ldquo;in verbis&rdquo;: <strong>&ldquo;S&uacute;mula 249 &ndash; TCU &Eacute; dispensada a reposi&ccedil;&atilde;o de import&acirc;ncias indevidamente percebidas, de boa-f&eacute;, por servidores, ativos e inativos, e pensionistas, em virtude de erro escus&aacute;vel de interpreta&ccedil;&atilde;o de lei por parte do &oacute;rg&atilde;o\/entidade, ou por parte de autoridade legalmente investida em fun&ccedil;&atilde;o de orienta&ccedil;&atilde;o e supervis&atilde;o, &agrave; vista da presun&ccedil;&atilde;o de legalidade do ato administrativo e do car&aacute;ter alimentar das parcelas salariais.&rdquo;<\/strong> Praticamente essa &eacute; uma atualiza&ccedil;&atilde;o de outras suas anteriores, as S&uacute;mulas 105 e 106, com reda&ccedil;&otilde;es um pouco diferentes, mas com a mesma previs&atilde;o;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">Efeitos do julgado. Em processo judicial, na &iacute;ntegra, qualquer provid&ecirc;ncia no sentido da execu&ccedil;&atilde;o, s&oacute; pede ser tomada ap&oacute;s o seu tr&acirc;nsito em julgado, fase em que, se for o caso, s&oacute; cabe o recurso da A&ccedil;&atilde;o Rescis&oacute;ria. Por&eacute;m, por subentender que aquele caso n&atilde;o h&aacute; como os Embargos Declarat&oacute;rios alterar o m&eacute;rito do julgado, o pr&oacute;prio STJ j&aacute; vem autorizando a devida execu&ccedil;&atilde;o a partir da publica&ccedil;&atilde;o do Ac&oacute;rd&atilde;o. A exemplo, temos julgado do RE 553.710, de repercuss&atilde;o geral, que ainda n&atilde;o transitou em julgados, a maioria dos processos que se encontravam sobrestados no aguardo do seu julgamento j&aacute; est&aacute; na fase de execu&ccedil;&atilde;o e at&eacute; no precat&oacute;rio, ressalvados aqueles de relatoria da Ministra MARIA THEREZA, que ainda se encontram com decis&atilde;o de sobrestamento mantido at&eacute; o tr&acirc;nsito em julgado do citado RE (atrasad&atilde;o). Erradamente, l&oacute;gico, se a Corte Especial decidiu pela libera&ccedil;&atilde;o de todos esses processos, assim como o Ministro HUMBERTO MARTINS fez, ela tinha que apreciar os Agravos Internos, neg&aacute;-los e liber&aacute;-los para o tr&acirc;nsito em julgado e consequente baixa ao precat&oacute;rio. N&atilde;o obstante, a rigor, como j&aacute; foi dito antes, a decis&atilde;o de qualquer processo, s&oacute; surte efeito ap&oacute;s o seu tr&acirc;nsito em julgado, sendo assim, a mencionada Ministra n&atilde;o est&aacute; t&atilde;o equivocada. Vale lembrar, em raz&atilde;o da impetra&ccedil;&atilde;o de dois EDcl, o transito em julgado do 553.710 ainda n&atilde;o foi baixado, o &uacute;ltimo foi julgado em 06\/11\/2019 pelo seu n&atilde;o conhecimento. &Eacute; de se supor que isso, no m&iacute;nimo, se deve ao fato de ter sido considerado o atual julgamento do RE 817.338. Precipitaram-se, l&oacute;gico. Com esses esclarecimentos, mais a t&iacute;tulo de confirma&ccedil;&atilde;o, frise-se, <strong>qualquer provid&ecirc;ncia no sentido da revis&atilde;o que o &Oacute;rg&atilde;o competente vier a tomar antes dessa fase final, cabe medida judicial com pedido de liminar; a administrativa, mesmo que se alegue isso (a falta do tr&acirc;nsito em julgado), dificilmente vai estanc&aacute;-la.<\/strong> E n&atilde;o ser&aacute; surpresa se essa provid&ecirc;ncia acontecer de imediato, j&aacute; ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o do Ac&oacute;rd&atilde;o, temos ai dois exemplos, o da Corte Especial do STJ e o do pr&oacute;prio STF. Como preven&ccedil;&atilde;o, o recomend&aacute;vel seria, incontinente &agrave; publica&ccedil;&atilde;o, algum defensor da causa alertar o &oacute;rg&atilde;o revisor sobre a necessidade do tr&acirc;nsito em julgado, ante a possibilidade de o julgado ser modificado. Outra indaga&ccedil;&atilde;o, diante da situa&ccedil;&atilde;o que se encontra, como ser&aacute; o tr&acirc;nsito em julgado do 553.710? Ser&aacute; pautado novamente para a reabertura do julgamento em raz&atilde;o do recente julgado do 817.338? &ldquo;N&rdquo; processos, que se livraram do sobrestamento por ele ter sido julgado, j&aacute; est&atilde;o at&eacute; no precat&oacute;rio;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">Car&aacute;ter infringente dos Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o. Quais s&atilde;o os procedimentos na Sess&atilde;o de Julgamento? &Eacute; anunciado o processo da pauta: falam os defensores da Uni&atilde;o; na sequ&ecirc;ncia v&ecirc;m os defensores da causa; ap&oacute;s, o Relator apresenta o seu voto; em seguida os 10 Ministros votam; e finalmente o Presidente proclama o resultado. Mesmo que algum defensor de qualquer das partes percebe algum ponto que justifica contraditar, n&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para isso. Eis a&iacute; a leg&iacute;tima justificativa para se admitir os Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o com efeitos Infringentes, &eacute; a oportunidade justamente para a contesta&ccedil;&atilde;o que pode at&eacute; mudar o julgado. &Eacute; importante lembrar que, al&eacute;m daqueles precedentes relacionados, temos aquele julgado de uma A&ccedil;&atilde;o Penal do pr&oacute;prio STF em que, o resultado n&atilde;o foi por unanimidade, acabou sendo admitidos os Embargos Infringentes, reaberto o julgamento e a decis&atilde;o anterior modificada. Como n&atilde;o havia recurso para inst&acirc;ncia superior, discutiu-se esse assunto em Plen&aacute;rio, uns contra e outros a favor da admissibilidade, o placar de votos chegou ao empate, depois de uma pausa de suspense, coube ao decano Celso de Melo o desempate. Apesar de ser de A&ccedil;&atilde;o Penal, seguramente &eacute; um outro precedente forte do pr&oacute;prio STF, que pode ser aplicado a esse caso por analogia; e<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">&nbsp;<strong>N&atilde;o se espera que chegue a esse ponto da defesa administrativa<\/strong>, mas vamos ao que fixa a tese do julgado em quest&atilde;o, &ldquo;in verbis&rdquo;: <strong>&ldquo;No exerc&iacute;cio do seu poder de autotutela, poder&aacute; a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica rever os atos de concess&atilde;o de anistia a cabos da Aeron&aacute;utica com fundamento na Portaria n&ordm; 1.104\/1964, quando se comprovar a aus&ecirc;ncia de ato com motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, assegurando-se ao anistiado, em procedimento administrativo, o devido processo legal e a n&atilde;o devolu&ccedil;&atilde;o das verbas recebidas,&#8230;&rdquo;<\/strong> O que est&aacute; impl&iacute;cito neste texto? Que n&atilde;o necessariamente todas as anistias pela Portaria 1.104\/64 dever&atilde;o ser anuladas. A Administra&ccedil;&atilde;o poder&aacute;, sim, manter aquelas que entender ter havido a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, ainda que a anistia tenha se fundamentado na Portaria 1.104, para esses casos relevados a anistia &eacute; constitucional. Sendo assim, dentre outras, existem as seguintes possibilidades da anistia ser mantida: o anistiado ser inexistente no rol dos processos da revis&atilde;o (ficou por l&aacute; esquecido); pelo Hist&oacute;rico Militar, repetidas puni&ccedil;&otilde;es que possam confundir com ato de motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica; comprova&ccedil;&atilde;o da prec&aacute;ria condi&ccedil;&atilde;o financeira do anistiado, portador de doen&ccedil;a grave, etc.; comprova&ccedil;&atilde;o de que, em raz&atilde;o do licenciamento for&ccedil;ado, trouxe-lhe sequelas que o impossibilitou de ter uma renda pr&oacute;pria do seu trabalho (traumas, por exemplo) e a vida toda dependente de outros. S&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es fortes que podem comover o revisor, que, at&eacute; por um sentimento humanit&aacute;rio, pode entender que se trata de caso que caracteriza a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica<strong>. <\/strong>Evidentemente, ningu&eacute;m vai questionar. S&atilde;o dedu&ccedil;&otilde;es que se extrai da tese, porque no Ac&oacute;rd&atilde;o nada mais ser&aacute; detalhado. Contudo, h&aacute; uma d&uacute;vida, n&atilde;o se sabe ao certo como o &oacute;rg&atilde;o revisor vai recomendar essa an&aacute;lise de cada caso, poder&aacute; at&eacute; ser mais rigoroso e aplicar &ldquo;ao p&eacute; da letra&rdquo; o julgado, sem levar em conta aquelas situa&ccedil;&otilde;es individuais do anistiado, assim, restar&aacute; &agrave; via judicial; e<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"NaN\">RESERVA. Por seguran&ccedil;a e tranquilidade, &eacute; um assunto que deve ficar restrito &agrave;s pessoas diretamente interessadas na causa (anistiados e respectivos patronos). Assim, aos perseguidores restar&aacute; a surpresa, quando n&atilde;o puderem atrapalhar.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><b>Grande Abra&ccedil;o&hellip;<\/b><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"355\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47369\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-1-355x385.jpg\" style=\"width: 48px; height: 74px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-1-355x385.jpg 355w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-1-415x450.jpg 415w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-1.jpg 550w\" sizes=\"auto, (max-width: 355px) 100vw, 355px\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><b><span style=\"color: #333300;\">Adelves Xavier<\/span><span style=\"color: #333300;\">.<\/span><\/b><br \/>\n\t<span style=\"color: #333300;\"><span style=\"color: black;\">Ex-Cabo da FAB &#8211; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tEmail:<\/span><b> <\/b><\/span><\/span><strong><a href=\"mailto:adelves.xavier@hotmail.com\">adelves.xavier@hotmail.com<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47349\" height=\"89\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/CITA\u00c7\u00d5ESEREFER\u00caNCIASBIBLIOGR\u00c1FICAS-2-385x89.jpg\" width=\"385\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/CITA\u00c7\u00d5ESEREFER\u00caNCIASBIBLIOGR\u00c1FICAS-2-385x89.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/CITA\u00c7\u00d5ESEREFER\u00caNCIASBIBLIOGR\u00c1FICAS-2-768x177.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/CITA\u00c7\u00d5ESEREFER\u00caNCIASBIBLIOGR\u00c1FICAS-2-450x104.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/CITA\u00c7\u00d5ESEREFER\u00caNCIASBIBLIOGR\u00c1FICAS-2.jpg 896w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DECRETO-N\u00ba-3.690-DE-19-DE-DEZEMBRO-DE-2000..pdf\">DECRETO N&ordm; 3.690, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000.<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DECRETO-N\u00ba-3.690-DE-19-DE-DEZEMBRO-DE-2000..pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"285\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47362\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DECRETO-N\u00ba-3.690-DE-19-DE-DEZEMBRO-DE-2000-385x285.jpg\" style=\"width: 280px; height: 207px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DECRETO-N\u00ba-3.690-DE-19-DE-DEZEMBRO-DE-2000-385x285.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DECRETO-N\u00ba-3.690-DE-19-DE-DEZEMBRO-DE-2000-768x568.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DECRETO-N\u00ba-3.690-DE-19-DE-DEZEMBRO-DE-2000-450x333.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DECRETO-N\u00ba-3.690-DE-19-DE-DEZEMBRO-DE-2000.jpg 1015w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-podem-modificar-julgamento-1.pdf\">Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o podem modificar julgamento<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-podem-modificar-julgamento-1.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"271\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47364\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-podem-modificar-julgamento-1-271x385.jpg\" style=\"width: 280px; height: 385px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-podem-modificar-julgamento-1-271x385.jpg 271w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-podem-modificar-julgamento-1-317x450.jpg 317w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-podem-modificar-julgamento-1.jpg 520w\" sizes=\"auto, (max-width: 271px) 100vw, 271px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2-Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o.pdf\">2 Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2-Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47365\" height=\"385\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-283x385.jpg\" width=\"283\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-283x385.jpg 283w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o-331x450.jpg 331w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Embargos-de-Declara\u00e7\u00e3o.jpg 556w\" sizes=\"auto, (max-width: 283px) 100vw, 283px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img027-1-280x385.jpg\"><strong>Bol Int n&ordm; 238, de 21 de outubro de 1965<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"280\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47357\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img027-1-280x385.jpg\" style=\"width: 280px; height: 385px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img027-1-280x385.jpg 280w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img027-1-768x1057.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img027-1-327x450.jpg 327w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img028-280x385.jpg\"><strong>Bol Int n&ordm; 006, de 10 de janeiro de 1966 &#8211; P&aacute;g 055<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"280\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47351\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img028-280x385.jpg\" style=\"width: 280px; height: 385px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img028-280x385.jpg 280w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img028-768x1057.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img028-327x450.jpg 327w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img029-280x385.jpg\"><strong>Bol Int n&ordm; 006, de 10 de janeiro de 1966 &#8211; P&aacute;g 056<\/strong><\/a><br \/>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"280\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47352\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img029-280x385.jpg\" style=\"width: 280px; height: 385px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img029-280x385.jpg 280w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img029-768x1057.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img029-327x450.jpg 327w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img030-280x385.jpg\"><strong>Bol Int n&ordm; 006, de 10 de janeiro de 1966 &#8211; P&aacute;g 057<\/strong><\/a><br \/>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"280\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47353\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img030-280x385.jpg\" style=\"width: 280px; height: 385px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img030-280x385.jpg 280w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img030-768x1057.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img030-327x450.jpg 327w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img031-280x385.jpg\">Portaria n&ordm; 673\/GM3, de 15 de junho de 1982.<\/a><\/strong><br \/>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"280\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47354\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img031-280x385.jpg\" style=\"width: 280px; height: 385px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img031-280x385.jpg 280w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img031-768x1057.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img031-327x450.jpg 327w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img032-280x385.jpg\"><strong>Portaria n&ordm; 467\/GC3, de 12 de julho de 2010.<\/strong><\/a><br \/>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"280\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47355\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img032-280x385.jpg\" style=\"width: 280px; height: 385px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img032-280x385.jpg 280w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img032-768x1057.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img032-327x450.jpg 327w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img033-280x385.jpg\"><strong>RE 329.656-6\/CE P&aacute;g 667<\/strong><\/a><br \/>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"280\" height=\"385\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-47356\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img033-280x385.jpg\" style=\"width: 280px; height: 385px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img033-280x385.jpg 280w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img033-768x1057.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img033-327x450.jpg 327w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"background-color:#FFFFE0;\">Portarias publicadas em 1964:<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/1-Portaria-n\u00ba-1.103-GM2-de-08-de-outubro-de-1964..pdf\">Portaria n&ordm; 1.103\/GM2<\/a><\/strong><strong>, <\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2-Portaria-n\u00ba-1.104-GM3-de-12-de-outubro-de-1964..pdf\">Portaria n&ordm; 1.104\/GM3<\/a><\/strong><strong>, <\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/3-Portaria-n\u00ba-1.105-GM1-de-13-de-outubro-de-1964..pdf\">Portaria n&ordm; 1.105\/GM1<\/a><\/strong><strong>, <\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/4-Portaria-n\u00ba-1.106-GM4-de-14-de-outubro-de-1964..pdf\">Portaria n&ordm; 1.106\/GM4<\/a><\/strong><strong>, <\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/5-Portaria-n\u00ba-1.107-GM6-de-14-de-outubro-de-1964..pdf\">Portaria n&ordm; 1.107\/GM6<\/a><\/strong><strong> e <\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/6-Portaria-n\u00ba-1.108-GM4-de-14-de-outubro-de-1964..pdf\">Portaria n&ordm; 1.108\/GM4<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"background-color:#FFFFE0;\">Publicadas no Boletim MAer. n&ordm; 10, de 31\/10\/1964 &ndash; Fls. 1868 a 1875<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Salvo mal entendimento da nossa parte,&nbsp; o <strong>Adelves Xavier<\/strong> chegou mencionar algo referente ao post do Ex-Cabo Josu&eacute; F.G. Netto &#8211; <strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-admin\/post.php?post=47293&amp;action=edit\">&Agrave; quem interessar possa reconhecer e repercutir&hellip; Assunto: O direito dos Cabos da FAB &ndash; em resposta ao RE 817338\/DF &ndash; ARGUMENTOS PERTINENTES PARA NOVO RECURSO JUNTO AO STF<\/a><\/strong>&nbsp;&nbsp; sobre o tema &nbsp;<strong>&ldquo;Cabos Concursados ou Contratados!?&#8230;&rdquo;<\/strong> .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><b>E vamos em frente&hellip;<\/b><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><b>Abcs\/SF (80)<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/OJSilvaFilho48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"font-size: 12px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"OJSilvaFilho48x74\" class=\"alignnone size-full wp-image-5812\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/OJSilvaFilho48x74.jpg\" title=\"OJSilvaFilho48x74\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<b><span style=\"color: #333300;\">OJSilvaFilho<\/span><span style=\"color: #333300;\">.<\/span><\/b><br \/>\n\t<span style=\"color: #333300;\"><span style=\"color: black;\">Ex-Cabo da FAB &#8211; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tEmail:<\/span><b> <a href=\"http:\/\/mailto:ojsf@ig.com.br\/\">ojsilvafilho@gmail.com<\/a><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a> <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-47345","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2019"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47345","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47345"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47345\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":47371,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47345\/revisions\/47371"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47345"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47345"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47345"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}