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{"id":46772,"date":"2019-10-16T18:45:58","date_gmt":"2019-10-16T21:45:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=46772"},"modified":"2019-10-16T20:40:19","modified_gmt":"2019-10-16T23:40:19","slug":"stf-autoriza-revisao-da-anistia-a-25-mil-ex-cabos-da-aeronautica-afastados-durante-a-ditadura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2019\/10\/stf-autoriza-revisao-da-anistia-a-25-mil-ex-cabos-da-aeronautica-afastados-durante-a-ditadura\/","title":{"rendered":"STF autoriza revis\u00e3o da anistia a 2,5 mil ex-cabos da Aeron\u00e1utica afastados durante a ditadura"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-46773\" height=\"250\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Plen\u00e1rioSTF-420X250.jpg\" width=\"420\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Plen\u00e1rioSTF-420X250.jpg 420w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Plen\u00e1rioSTF-420X250-385x229.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-46749\" height=\"64\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/download.png\" width=\"344\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>STF autoriza revis&atilde;o da anistia a 2,5 mil ex-cabos da Aeron&aacute;utica afastados durante a ditadura <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Tribunal julgou caso de militares licenciados em 1964 sob argumento de persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Para 6 ministros, Uni&atilde;o pode rever anistias e motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica deve ser analisada caso a caso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\">Por Rosanne D&rsquo;Agostino e Mariana Oliveira, G1 e TV Globo &mdash; Bras&iacute;lia<br \/>\n\t16\/10\/2019 14h45 &#8211; Atualizado h&aacute; 4 horas<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (16), por 6 votos a 5, que a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pode rever e anular anistias concedidas a um grupo de cerca de 2,5 mil ex-cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pela decis&atilde;o, a revis&atilde;o pode ser feita caso a caso, desde que haja direito de defesa e n&atilde;o haja a devolu&ccedil;&atilde;o dos valores j&aacute; recebidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os ministros analisaram ato da Comiss&atilde;o de Anistia, ent&atilde;o vinculada ao Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, que concedeu indeniza&ccedil;&otilde;es a militares licenciados pela Portaria n&ordm; 1.104-GM3 de 1964 sob o fundamento de persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica durante a ditadura militar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a Advocacia-Geral da Uni&atilde;o (AGU), os pagamentos s&atilde;o indevidos porque a portaria que os licenciou se baseou em tempo de servi&ccedil;o e n&atilde;o por persegui&ccedil;&atilde;o. A AGU argumenta que os pagamentos devem gerar um custo de R$ 43 bilh&otilde;es aos cofres p&uacute;blicos nos pr&oacute;ximos dez anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O julgamento foi suspenso na semana passada, ap&oacute;s um empate, e foi retomado nesta quarta com o voto do <strong>ministro Luiz Fux<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fux defendeu que as anistias devem ser revistas quando forem concedidas sem base em motivo pol&iacute;tico. &ldquo;<strong>N&oacute;s vamos rever para verificar se foi leg&iacute;tima essa anistia, porque isso gera despesa para os cofres p&uacute;blicos. N&atilde;o se sabe quantas anistias foram concedidas ao arrepio da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal<\/strong>&rdquo;, afirmou o ministro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros cinco ministros entenderam que a administra&ccedil;&atilde;o pode rever as anistias e que a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica deve ser analisada em cada caso individualmente: <strong>Dias Toffoli<\/strong>, <strong>Alexandre de Moraes<\/strong>, <strong>Lu&iacute;s Roberto Barroso<\/strong>, <strong>Ricardo Lewandowski<\/strong>, <strong>Gilmar Mendes<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; os ministros <strong>Edson Fachin<\/strong>, <strong>Rosa Weber<\/strong>, <strong>C&aacute;rmen L&uacute;cia<\/strong>, <strong>Marco Aur&eacute;lio<\/strong> e <strong>Celso de Mello<\/strong> consideraram que a administra&ccedil;&atilde;o perdeu o prazo para contestar e que, por isso, n&atilde;o poderia mais haver a revis&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Comiss&atilde;o de Anistia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No governo Jair Bolsonaro, a comiss&atilde;o passou a ficar vinculada ao Minist&eacute;rio da Mulher, da Fam&iacute;lia e dos Direitos Humanos, que j&aacute; se manifestou contra as indeniza&ccedil;&otilde;es. No &uacute;ltimo dia 7 foi publicada decis&atilde;o da comiss&atilde;o definindo que as dispensas fundamentadas na portaria n&atilde;o podem ser consideradas persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a pasta, a Aeron&aacute;utica paga, mensalmente, cerca de R$ 31,5 milh&otilde;es aos anistiados. At&eacute; julho deste ano, o montante j&aacute; pago com benef&iacute;cios chega a R$ 3,9 bilh&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O julgamento tem repercuss&atilde;o geral, ou seja, o entendimento dos ministros ser&aacute; aplicado a todos relacionados &agrave; portaria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"background-color:#FFFFE0;\">Julgamento<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os ministros analisaram dois pontos: se a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pode rever atos ap&oacute;s o prazo m&aacute;ximo estabelecido por lei para recorrer (cinco anos); e se a concess&atilde;o da anistia foi inconstitucional (a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica &eacute; exigida pela Constitui&ccedil;&atilde;o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O caso que chegou ao Supremo foi o de um ex-cabo da Aeron&aacute;utica que teve o benef&iacute;cio anulado e conseguiu uma decis&atilde;o favor&aacute;vel no Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) para reaver o pagamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"background-color:#FFFFE0;\">Votos<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, relator do caso, votou para anular a concess&atilde;o do benef&iacute;cio ao ex-cabo e para que a administra&ccedil;&atilde;o possa rever as demais concess&otilde;es previstas nessa portaria, desde que assegurada a defesa aos anistiados em processo administrativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o ministro, a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pode rever um ato, mesmo que tenha se encerrado o prazo previsto em lei para contest&aacute;-lo, desde que flagrantemente inconstitucional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>Um fato incompat&iacute;vel com a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, com o passar do tempo, n&atilde;o se torna fato constitucional<\/strong>&rdquo;, disse Toffoli.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;<strong>O Supremo Tribunal Federal j&aacute; assentou em julgados que a Portaria n&ordm; 1.104\/64, por si, n&atilde;o constitui ato de exce&ccedil;&atilde;o, sendo necess&aacute;rio a comprova&ccedil;&atilde;o, caso a caso, da ocorr&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-ideol&oacute;gica para o ato de exclus&atilde;o das For&ccedil;as Armadas e consequente concess&atilde;o de anistia pol&iacute;tica<\/strong>&quot;, completou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O voto foi acompanhado por Alexandre de Moraes, para quem a Constitui&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong>exige a comprova&ccedil;&atilde;o de ter sido atingido por um ato de exce&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>A concess&atilde;o de anistia pol&iacute;tica com base &uacute;nica e genericamente com base no texto da portaria acaba sendo uma responsabiliza&ccedil;&atilde;o objetiva sem qualquer nexo com o regime de exce&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo;, afirmou Moraes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; o ministro Edson Fachin divergiu, argumentando que o prazo para a revis&atilde;o dos atos j&aacute; se encerrou. Por isso, votou contra a possibilidade de revis&atilde;o e anula&ccedil;&atilde;o das anistias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso tamb&eacute;m acompanhou o relator, para que cada benef&iacute;cio seja analisado caso a caso. &ldquo;<strong>N&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o de ser mais ou menos generoso. Admitir-se a invalida&ccedil;&atilde;o de ato de concess&atilde;o de anistia a quem claramente n&atilde;o &eacute; perseguido pol&iacute;tico n&atilde;o significa que todas as anistias possam ser autom&aacute;tica e genericamente invalidades<\/strong>&rdquo;, votou Barroso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ministra Rosa Weber acompanhou a diverg&ecirc;ncia aberta pelo ministro Edson Fachin. Para a ministra, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel &agrave; administra&ccedil;&atilde;o rever seus atos ap&oacute;s o prazo, &ldquo;<strong>ressalvada a comprova&ccedil;&atilde;o de m&aacute;-f&eacute; por parte do anistiado pol&iacute;tico ou flagrante inconstitucionalidade<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;<strong>O ato de anistia contestado n&atilde;o se enquadra na minha vis&atilde;o na categoria de flagrante inconstitucionalidade, no sentido de que a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica fundamentou a finalidade do ato<\/strong>&rdquo;, afirmou a ministra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia votou acompanhando a diverg&ecirc;ncia aberta pelo ministro Edson Fachin, afirmando que a portaria pretendeu &ldquo;que a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica exercesse com efici&ecirc;ncia seu papel para que n&atilde;o houvesse para sempre a possibilidade de desfazimento de um ato que toca o patrim&ocirc;nio de bens jur&iacute;dicos de uma determinada pessoa&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Uacute;ltimo a apresentar voto na sess&atilde;o da &uacute;ltima quarta, o ministro Ricardo Lewandowski acompanhou o relator. Para o ministro, a portaria afronta a Constitui&ccedil;&atilde;o, a legisla&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m o entendimento da Corte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>Estamos aqui diante de um ato que reputo nulo, porque se baseou num falso<\/strong>&rdquo;, afirmou o ministro, argumentando que, em nenhum pedido, conforme o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, houve alega&ccedil;&atilde;o de persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na &uacute;ltima quinta, o ministro Gilmar Mendes votou acompanhando o relator, afirmando que o prazo &ldquo;<strong>n&atilde;o alcan&ccedil;a situa&ccedil;&otilde;es flagrantemente inconstitucionais<\/strong>&rdquo;. O ministro afirmou tamb&eacute;m que a anistia concedida com base na portaria &ldquo;<strong>n&atilde;o se caracteriza, por si s&oacute;, ato de exce&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seguida, o ministro Marco Aur&eacute;lio Mello entendeu que o caso sequer deveria ser julgado pelo Supremo e acompanhou o ministro Edson Fachin. &ldquo;<strong>O recurso extraordin&aacute;rio n&atilde;o &eacute; meio pr&oacute;prio para a revis&atilde;o do entendimento<\/strong>&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Uacute;ltimo a votar, o decano Celso de Mello empatou o julgamento ao acompanhar o entendimento de que a revis&atilde;o n&atilde;o deve ser autorizada. O ministro criticou a falta de transpar&ecirc;ncia com que eram discutidas quest&otilde;es de &ldquo;<strong>seguran&ccedil;a nacional<\/strong>&rdquo;, entre elas, a que culminou no licenciamento dos cabos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>Os estatutos do proceder numa rep&uacute;blica democr&aacute;tica fundada em bases democr&aacute;ticas n&atilde;o podem privilegiar o mist&eacute;rio<\/strong>&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o ministro, documentos evidenciaram que a FAB estava convencida do car&aacute;ter subversivo dos cabos e havia elaborado um plano que os havia exclu&iacute;do. E que esses documentos &ldquo;<strong>n&atilde;o permitem que subsista d&uacute;vidas sobre a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica<\/strong>&rdquo;, que provocou a edi&ccedil;&atilde;o de portarias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">STF &#8211; Supremo Tribunal Federal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: <strong><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/politica\/noticia\/2019\/10\/16\/stf-autoriza-revisao-de-anistia-a-25-mil-ex-cabos-da-aeronautica-demitidos-durante-a-ditadura.ghtml\">G1<\/a> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-46772","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2019"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46772","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46772"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46772\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":46774,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46772\/revisions\/46774"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46772"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46772"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46772"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}