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{"id":46566,"date":"2019-10-09T19:56:31","date_gmt":"2019-10-09T22:56:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=46566"},"modified":"2019-10-10T11:05:41","modified_gmt":"2019-10-10T14:05:41","slug":"a-quem-interessar-possa-acompanhar-assunto-conheca-como-votaram-os-sete-ministros-sobre-o-re-817338-df","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2019\/10\/a-quem-interessar-possa-acompanhar-assunto-conheca-como-votaram-os-sete-ministros-sobre-o-re-817338-df\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa acompanhar&#8230; Assunto: Conhe\u00e7a como votaram os sete ministros sobre o RE 817338-DF."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-45226\" height=\"209\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/STF-destaque400x209.jpg\" width=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/STF-destaque400x209.jpg 400w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/STF-destaque400x209-385x201.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/> <span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Caso deve voltar a ser analisado nesta quinta-feira (10\/10). Placar est&aacute; em 4 votos a 3 pela permiss&atilde;o da revis&atilde;o, caso a caso, das anistias concedidas.<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"171\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-45259\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/STF-385x171.png\" style=\"width: 350px; height: 155px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/STF-385x171.png 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/STF-768x342.png 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/STF-450x200.png 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/STF.png 825w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:16px;\"><strong>Ap&oacute;s sete votos, STF adia conclus&atilde;o de julgamento sobre anistia a ex-Cabos<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Caso deve voltar a ser analisado nesta quinta-feira (10\/10). Placar est&aacute; em 4 votos a 3 pela permiss&atilde;o da revis&atilde;o, caso a caso, das anistias concedidas.<\/span><\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#A9A9A9;\"><span style=\"font-size:9px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Por Rosanne D&#39;Agostino e Mariana Oliveira, G1 e TV Globo\r\nAtualizado 2019-10-09 19:48:22 <\/span><\/span><\/span><\/pre>\n<pre style=\"text-align: justify;\">\r\n&nbsp;<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)<\/strong> come&ccedil;ou a julgar nesta quarta-feira (09\/10) a possibilidade de a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica rever e anular anistias concedidas a cerca de 2,5 mil ex-Cabos da Aeron&aacute;utica.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com um placar de quatro votos a tr&ecirc;s <strong>( 4 X 3 ) <\/strong>pela possibilidade de rever, caso a caso, as anistias concedidas, desde que haja direito de defesa. O julgamento foi adiado e deve ser retomado nesta quinta-feira (10\/10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os ministros analisam ato da Comiss&atilde;o de Anistia do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, que concedeu indeniza&ccedil;&otilde;es a militares licenciados da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB) por meio da Portaria n&ordm; 1.104-GM3, em 1964. As indeniza&ccedil;&otilde;es foram concedidas sob o fundamento de persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica durante a ditadura militar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Advocacia-Geral da Uni&atilde;o (AGU) afirma que os pagamentos s&atilde;o indevidos, alegando que a portaria anistiou os ex-Cabos ap&oacute;s a conclus&atilde;o do tempo de servi&ccedil;o pol&iacute;tico, e n&atilde;o por persegui&ccedil;&atilde;o. De acordo com a AGU, os pagamentos devem custar <strong>R$ 43 bilh&otilde;es<\/strong> aos cofres p&uacute;blicos nos pr&oacute;ximos dez anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os ministros discutem dois pontos: se a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pode rever atos ap&oacute;s o prazo legal m&aacute;ximo para apresenta&ccedil;&atilde;o de recurso (cinco anos); e se a concess&atilde;o da anistia foi inconstitucional (a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica &eacute; exigida pela Constitui&ccedil;&atilde;o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At&eacute; agora, quatro ministros entenderam que a administra&ccedil;&atilde;o pode rever as anistias e que a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica deve ser analisada em cada caso individualmente: Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Lu&iacute;s Roberto Barroso e Ricardo Lewandowski.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e C&aacute;rmen L&uacute;cia consideraram que a administra&ccedil;&atilde;o perdeu o prazo para contestar e que, por isso, n&atilde;o pode mais haver a revis&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O caso analisado pelo Supremo &eacute; de um ex-Cabo da Aeron&aacute;utica que foi anistiado, teve o benef&iacute;cio anulado e conseguiu uma decis&atilde;o favor&aacute;vel no Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) para reaver o pagamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O julgamento ganhou repercuss&atilde;o geral, ou seja, o entendimento dos ministros ser&aacute; aplicado a todos os processos semelhantes que aguardam a decis&atilde;o nas demais inst&acirc;ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:16px;\"><strong>VOTOS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, &eacute; o relator do caso e votou pela anula&ccedil;&atilde;o da anistia ao ex-Cabo e pela permiss&atilde;o da revis&atilde;o das demais anistias concedidas no ato da Comiss&atilde;o, desde que assegurada a defesa aos anistiados em processo administrativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o ministro, a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pode rever um ato, mesmo que o prazo legal para contest&aacute;-lo tenha terminado, desde que flagrantemente inconstitucional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>Um fato incompat&iacute;vel com a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, com o passar do tempo, n&atilde;o se torna fato constitucional<\/strong>&rdquo;, afirmou Toffoli. &ldquo;<strong>N&atilde;o pode haver usucapi&atilde;o de constitucionalidade<\/strong>&quot;, disse o relator.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;<strong>O Supremo Tribunal Federal j&aacute; assentou em julgados que a Portaria n&ordm; 1.104\/64, por si, n&atilde;o constitui ato de exce&ccedil;&atilde;o, sendo necess&aacute;rio a comprova&ccedil;&atilde;o, caso a caso, da ocorr&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-ideol&oacute;gica para o ato de exclus&atilde;o das For&ccedil;as Armadas e consequente concess&atilde;o de anistia pol&iacute;tica<\/strong>&quot;, completou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O voto do relator foi acompanhado por Alexandre de Moraes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>A concess&atilde;o de anistia pol&iacute;tica com base &uacute;nica e genericamente com base no texto da portaria acaba sendo uma responsabiliza&ccedil;&atilde;o objetiva sem qualquer nexo com o regime de exce&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; o <span style=\"background-color:#FFFFE0;\">ministro Edson Fachin<\/span> <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/fachin-administracao-publica-nao-rever.pdf\"><strong>divergiu<\/strong><\/a>, argumentando que o prazo para a revis&atilde;o dos atos terminou. Por isso, votou contra a possibilidade de revis&atilde;o e anula&ccedil;&atilde;o das anistias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso acompanhou o relator e votou pela an&aacute;lise, caso a caso, das indeniza&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>N&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o de ser mais ou menos generoso. Admitir-se a invalida&ccedil;&atilde;o de ato de concess&atilde;o de anistia a quem claramente n&atilde;o &eacute; perseguido pol&iacute;tico n&atilde;o significa que todas as anistias possam ser autom&aacute;tica e genericamente invalidades<\/strong>&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <span style=\"background-color:#FFFFE0;\">ministra Rosa Weber <\/span>acompanhou a diverg&ecirc;ncia aberta pelo <span style=\"background-color:#FFFFE0;\">ministro Edson Fachin<\/span>. Para a ministra, a administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode rever seus atos ap&oacute;s o prazo, &ldquo;<strong>ressalvada a comprova&ccedil;&atilde;o de m&aacute;-f&eacute; por parte do anistiado pol&iacute;tico ou flagrante inconstitucionalidade<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;<strong>O ato de anistia contestado n&atilde;o se enquadra, na minha vis&atilde;o, na categoria de flagrante inconstitucionalidade, no sentido de que a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica fundamentou a finalidade do ato<\/strong>&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <span style=\"background-color:#FFFFE0;\">ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia <\/span>votou acompanhando a diverg&ecirc;ncia aberta pelo <span style=\"background-color:#FFFFE0;\">ministro Edson Fachin<\/span>, afirmando que a portaria pretendeu &ldquo;<strong>que a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica exercesse com efici&ecirc;ncia seu papel para que n&atilde;o houvesse para sempre a possibilidade de desfazimento de um ato que toca o patrim&ocirc;nio de bens jur&iacute;dicos de uma determinada pessoa<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Uacute;ltimo a apresentar voto na sess&atilde;o desta quarta, o ministro Ricardo Lewandowski acompanhou o relator. Para o ministro, a portaria afronta a Constitui&ccedil;&atilde;o, a legisla&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m o entendimento da Corte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>Estamos aqui diante de um ato que reputo nulo, porque se baseou num falso<\/strong>&rdquo;, afirmou o ministro. Lewandowski argumentou que, em nenhum pedido, conforme o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, houve alega&ccedil;&atilde;o de persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:11px;\">Fonte: <strong><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/politica\/noticia\/2019\/10\/09\/apos-sete-votos-stf-adia-conclusao-de-julgamento-sobre-anistia-a-ex-cabos.ghtml\">G1<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caso deve voltar a ser analisado nesta quinta-feira (10\/10). 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