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{"id":46277,"date":"2019-09-10T16:26:16","date_gmt":"2019-09-10T19:26:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=46277"},"modified":"2019-09-10T16:26:16","modified_gmt":"2019-09-10T19:26:16","slug":"r-e-v-i-v-a-l-denunciando-o-obvio-ululante-dos-julgados-do-ex-ministro-ayres-britto-no-stf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2019\/09\/r-e-v-i-v-a-l-denunciando-o-obvio-ululante-dos-julgados-do-ex-ministro-ayres-britto-no-stf\/","title":{"rendered":"R E V I V A L  :  DENUNCIANDO O \u00d3BVIO ULULANTE &#8211; Dos Julgados do ex-Ministro Ayres Britto no STF &#8211;"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-46280\" height=\"581\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Carlos_ayres_britto.jpg\" width=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Carlos_ayres_britto.jpg 400w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Carlos_ayres_britto-265x385.jpg 265w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Carlos_ayres_britto-310x450.jpg 310w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal &#8211; CARLOS AYRES DE BRITTO<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><span style=\"font-size: 11pt; color: black;\">A &uacute;nica restri&ccedil;&atilde;o que faz a Lei da Anistia 10.559\/02 quanto &agrave; revoga&ccedil;&atilde;o da concess&atilde;o da mesma &eacute; aquela contida no seu <\/span><b><span style=\"font-size: 11pt; color: black;\">Art. 17<\/span><\/b><span style=\"font-size: 11pt; color: black;\"> &#8211; <\/span><b><span style=\"font-size: 11pt; color: black;\">a falsidade de motivos<\/span><\/b><span style=\"font-size: 11pt; color: black;\">.<\/span> <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>&#8211; Que venha a lume em plen&aacute;rio na defesa oral do <\/strong><strong>amicus curiae no RE 817338-DF no pr&oacute;ximo dia 09\/10\/2019.<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"549\" height=\"245\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-46283\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/julgados-do-stf.png\" style=\"width: 385px; 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<strong>todos s&atilde;o iguais perante a lei<\/strong> -, do <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>ato juridico perfeito<\/u><\/span>, da <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>coisa julgada<\/u><\/span> e do <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>direito adquirido<\/u><\/span>, s&atilde;o pilares do estado democr&aacute;tico de direito; s&atilde;o cl&aacute;usulas p&eacute;treas constitucionais; e que o <strong>principio da reserva de lei<\/strong>, onde, constitucionalmente, s&oacute; cabe ao Congresso Nacional legislar, foi institu&iacute;do justamente para impedir que o Poder Executivo, a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, &ldquo;<strong>arquitetasse<\/strong>&rdquo; portarias, instru&ccedil;&otilde;es, circulares, etc., para prejudicar o cidad&atilde;o diante das determina&ccedil;&otilde;es da lei; isto &eacute;, utilizasse <strong>artif&iacute;cios normativos administrativos<\/strong>, para burlar as determina&ccedil;&otilde;es da lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E foi exatamente isto que fez o Sr. M&Aacute;RCIO THOMAZ BASTOS, quando Ministro da Justi&ccedil;a, ao inventar a alcunha de <strong>P&oacute;s-64<\/strong> e <strong>Pr&eacute;-64<\/strong> para os Cabos da FAB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Burla &agrave; lei, como j&aacute; afirmado pela d. AGU, em 2006, que inclusive, <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>alertou-o de poss&iacute;veis processos por danos, a serem impetrados pelos Cabos contra a Uni&atilde;o<\/u><\/span>, <strong>e dos quais seria ele o respons&aacute;vel pelo ressarcimento ao Estado<\/strong>, j&aacute; que foi ele quem &ldquo;<strong>criou<\/strong>&rdquo; a ilegalidade em preju&iacute;zo dos Cabos. Os quais, e tamb&eacute;m, pelo princ&iacute;pio constitucional da isonomia tem direito &agrave; anistia, pois desligados, exclu&iacute;dos e licenciados do servi&ccedil;o ativo por for&ccedil;a do ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza exclusivamente pol&iacute;tica, <strong>sendo tal direito, direito de todos que assim foram atingidos<\/strong>, j&aacute; que a Lei e a Constitui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o restringiram o direito, ao contr&aacute;rio, foi estendido; &eacute; amplo, geral e irrestrito; a S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA da Comiss&atilde;o de Anistia &eacute; clara: <strong>para ser aplicada aos requerimentos id&ecirc;nticos ou semelhantes<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E onde a Constitui&ccedil;&atilde;o e a Lei n&atilde;o restringiram, descabe ao Administrador restringir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A &uacute;nica restri&ccedil;&atilde;o que faz a Lei da Anistia quanto &agrave; revoga&ccedil;&atilde;o da concess&atilde;o da mesma &eacute; aquela contida no seu <strong>art. 17<\/strong> &#8211; <strong>a falsidade de motivos<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, aonde est&aacute; a falsidade de motivos ?!&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Todos cabos;<br \/>\n\t&#8211; Com 08 ou mais anos de servi&ccedil;o;<br \/>\n\t&#8211; Da aeron&aacute;utica;<br \/>\n\t&#8211; Licenciados por for&ccedil;a da Portaria 1.104;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">e, muitos j&aacute; anistiados e outros tantos, id&ecirc;nticos, iguais dentre os iguais, <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>tendo sido pejorativamente<\/u> <\/span>&ldquo;<strong>alcunhados<\/strong>&rdquo; por aquele senhor &#8211; por leitura equivocada a Nota T&eacute;cnica Preliminar da AGU feita em 2003 &#8211; <strong>de p&oacute;s-64<\/strong> e <strong>pr&eacute;-64<\/strong>, n&atilde;o sendo anistiados por &ldquo;<strong>falta de amparo legal<\/strong>&rdquo;, por &ldquo;<strong>falsidade de motivos<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E tudo feito para atender servilmente e na ilegalidade, ao COMANDO DA AERON&Aacute;UTICA.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ademais, esqueceu-se o Sr. Ministro de ent&atilde;o, que as Pra&ccedil;as das Classes de 1946 e 1947, incorporados em 1965 e 1966, respectivamente, nos termos da Lei do Servi&ccedil;o Militar da &eacute;poca, alistaram-se nos primeiros 06 (seis) meses do ano em que completarem 17 (dezessete) anos, ou seja, nos primeiros 06 (seis) meses de 1963 e 1964, antes da edi&ccedil;&atilde;o da malsinada Portaria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E como o servi&ccedil;o militar, tem por Lei, que efetuar a ampla publicidade da convoca&ccedil;&atilde;o das Classes e divulgar os direitos e obriga&ccedil;&otilde;es que vinculam a administra&ccedil;&atilde;o e o convocado, como ainda n&atilde;o havia sido editada a Portaria s&oacute; foi informado aos convocados citados o que contido na <strong>Portaria n&ordm; 570<\/strong>, de 1954, que regulava<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"> &#8211; esta sim &#8211; <\/span>legal, regulava o que contido na Lei, que era <strong>a possibilidade plena de adquirir a estabilidade e continuar na carreira militar at&eacute; a transfer&ecirc;ncia para a reserva remunerada<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta forma, as Pra&ccedil;as de 1965 e 1966, n&atilde;o deveriam ter sido &ldquo;<strong>alcunhadas<\/strong>&rdquo; de &ldquo;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>p&oacute;s-64<\/u><\/span>&rdquo; ou de &ldquo;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>cabos fora da nota<\/u><\/span>&rdquo;, ali&aacute;s, <strong>como nenhum deveria ter sido assim humilhado, excluido, discriminado, p&uacute;blica e notoriamente, ficando at&eacute; hoje<\/strong>, se j&aacute; n&atilde;o bastasse todos os anos desde a exclus&atilde;o da FAB, <strong>novamente discriminados e prejudicados nos seus mais l&iacute;dimos direitos Constitucionais e legais<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tanto &eacute; verdade o que acima afirmado, que nos registros funcionais das Pra&ccedil;as de 1965, est&aacute; l&aacute; assentado:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&ldquo;&hellip;incorporado de acordo com a lei n&ordm; 1.585, de 1952&hellip;&rdquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que o Sr Ministro da Justi&ccedil;a fez em 2003, com os <strong>Cabos da FAB<\/strong> foi a mesma coisa que os <strong>GENERAIS<\/strong> fizeram em 1968 com os Anistiados em 1961.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <strong>Decreto Legislativo n&ordm; 18<\/strong>, de 1961, <em>anistiou<\/em>; em 1969, atrav&eacute;s do <strong>Decreto-Lei n&ordm; 869, <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">a ditadura revogou a anistia<\/span><\/strong><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S&oacute; agora, em 2002, na Lei da Anistia e em 1988, na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"> &eacute; que novamente se concedeu a anistia revogada nos <\/span>&ldquo;<strong>anos de chumbo<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; dizer: o <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong><u>Sr MARCIO THOMAZ BASTOS<\/u><\/strong><\/span> repetiu o que feito pela Ditadura em 1969.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trilhou o mesmo caminho da DITADURA, e era Ministro do presidente LULA, tamb&eacute;m Presidente de Honra do PT!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aliou-se ao COMANDO DA AERON&Aacute;UTICA para retirar o Direito Constitucional dos Cabos<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; uma vergonha!&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; anistia dos <strong>Cabos da FAB<\/strong> que est&aacute; sendo analisada pelo <strong>TCU<\/strong>, quero afirmar que <strong>o TCU n&atilde;o tem compet&ecirc;ncia constitucional para tal<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>Anistia<\/strong>, conforme a doutrina, <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>&eacute; um instituto especialissimo<\/strong><\/span>, que depois de concedido n&atilde;o pode ser revogado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E se concedida a um &eacute; estendida aos demais. Esta a melhor doutrina do direito brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A compet&ecirc;ncia constitucional concedida ao <strong>TCU<\/strong>, e recentemente consagrada em <strong>S&uacute;mula Vinculante<\/strong> do Supremo Tribunal Federal <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>&eacute; a de analisar a legalidade dos atos de concess&atilde;o de aposentadorias, pens&otilde;es e reformas<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas a <strong>Anistia<\/strong> a&iacute; n&atilde;o se enquadra; a <strong>Anistia<\/strong>, conforme a LEI 10.559,<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"> <strong>&eacute; indeniza&ccedil;&atilde;o; indeniza&ccedil;&atilde;o pelos danos causados ao anistiado<\/strong><\/span>; que pode ser em <u>parcela &uacute;nica<\/u> ou em presta&ccedil;&otilde;es mensais, se comprovado o v&iacute;nculo de emprego.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Repara&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas; indeniza&ccedil;&otilde;es; isentas at&eacute; do Imposto de Renda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>Totalmente contrastante com pens&otilde;es, reformas ou aposenta&ccedil;&atilde;o<\/u><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em todas as decis&otilde;es judiciais prolatadas contra o direito &agrave; anistia pelos <strong>ex-cabos da FAB<\/strong>, fundamentam-se em &ldquo;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">que os ex-cabos n&atilde;o tinham direito &aacute; estabilidade aos 10 anos de servi&ccedil;o<\/span>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto &eacute; um fato que se verifica principalmente nas a&ccedil;&otilde;es impetradas junto ao <strong>TRF-5<\/strong>; em <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Mandados de Seguran&ccedil;a<\/span>, <strong>onde n&atilde;o se pode verificar provas<\/strong>; s&oacute; se julga pelo direito liquido e certo, ou n&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E isto acontece porque a <strong>AGU<\/strong> nas <strong>contesta&ccedil;&otilde;es a esses mandados de seguran&ccedil;a <\/strong>assim se defende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante desses fatos, o que se v&ecirc;, &eacute; que o ponto central onde est&atilde;o se amparando para negar o nosso <strong>direito &agrave; anistia<\/strong>, s&atilde;o dois:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1&ordm; &#8211; Que os cabos n&atilde;o tinham direito &agrave; estabilidade aos 10 anos de efetivo servi&ccedil;o; e<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2&ordm; &#8211; Que a Portaria 1.104 n&atilde;o &eacute; um ato de exce&ccedil;&atilde;o (<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">tem at&eacute; julgadores que chegam &agrave; aberra&ccedil;&atilde;o de dizer que ato de exce&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os institucionais ou complementares, e s&oacute;<\/span>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pois bem, para se elucidar o 1&ordm; ponto controverso e divergente, vamos equacionar o problema:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem determina o direito &agrave; <strong>estabilidade<\/strong> (<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">ou a qualquer direito legal<\/span>), no nosso caso &#8211; de militares, &eacute;:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>a) a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal &ndash; CF &#8211; ( de 1946 at&eacute; a de 1988 );<br \/>\n\tb) a Lei do Servi&ccedil;o Militar &ndash; LSM &#8211; ( de 1946 at&eacute; a de 1964 );<\/strong><br \/>\n\t<strong>c) o Regulamento da Lei do Servi&ccedil;o Militar &ndash; RLSM &#8211; ( de 1966 );<\/strong><br \/>\n\t<strong>d) o Estatuto dos Militares ( de 1946 at&eacute; o de 1980 ); e<\/strong><br \/>\n\t<strong>e) a Lei da Inatividade dos Militares ( a de 1954 at&eacute; a de 1965 ).<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Examinando-se toda esta <strong>Legisla&ccedil;&atilde;o<\/strong> &#8211; <strong>e &uacute;nica legisla&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel ao caso concreto<\/strong> &#8211; verifica-se que em toda ela, est&aacute; expressamente declarado o direito &agrave; Estabilidade dos Cabos e Soldados; <strong>em toda esta legisla&ccedil;&atilde;o &#8211; de 1946 at&eacute; hoje!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">L&aacute; est&aacute; <strong>definido<\/strong>, <strong>declarado<\/strong> e <strong>expresso<\/strong> que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) As pra&ccedil;as t&ecirc;m direito &agrave; estabilidade aos 10 anos de servi&ccedil;o;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) Os Cabos passar&atilde;o &agrave; inatividade &#8211; sendo transferidos para a reserva remunerada &#8211; quando atingirem a idade limite de 45 anos; e os Soldados 43 anos de idade;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c) Os <strong>engajamentos<\/strong> e <strong>reengajamentos<\/strong> ser&atilde;o concedidos &agrave; pra&ccedil;a sucessivamente, se o requererem e atenderem as condi&ccedil;&otilde;es exigidas (<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">robustez f&iacute;sica, bom comportamento, apto em exame de sa&uacute;de, etc..<\/span>) e pelo prazo de dois anos; e s&oacute;; nada mais; n&atilde;o h&aacute; restri&ccedil;&atilde;o ao tempo de perman&ecirc;ncia em servi&ccedil;o; ao contr&aacute;rio; determina a Legisla&ccedil;&atilde;o que poderia ser concedido sucessivamente, no sentido de que fosse mantida a perman&ecirc;ncia no servi&ccedil;o ativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">d) Em toda a Legisla&ccedil;&atilde;o ora citada verifica-se que s&atilde;o explicitas em rela&ccedil;&atilde;o aos Cabos : &ldquo;<strong>os cabos que vem servindo por prorroga&ccedil;&atilde;o de tempo de servi&ccedil;o e possuem 09 (nove) ou mais anos, permanecer&atilde;o no servi&ccedil;o ativo at&eacute; atingirem a idade limite para serem transferidos para a reserva remunerada, etc&hellip;<\/strong>&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo isto est&aacute; contido na Legisla&ccedil;&atilde;o ora citada;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ininterruptamente, de 1946 at&eacute; 1980; nunca houve nenhuma legisla&ccedil;&atilde;o (e veja-se bem, legisla&ccedil;&atilde;o segundo a constitui&ccedil;&atilde;o federal, &eacute;:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>&#8211; Emendas &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o;<\/strong><br \/>\n\t<strong>&#8211; Leis Complementares;<\/strong><br \/>\n\t<strong>&#8211; Leis Ordin&aacute;rias;<\/strong><br \/>\n\t<strong>&#8211; Decretos-Lei;<\/strong><br \/>\n\t<strong>&#8211; Decretos;<\/strong><br \/>\n\t<strong>&#8211; Decretos Legislativos;<\/strong><br \/>\n\t<strong>&#8211; Resolu&ccedil;&otilde;es.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Portaria<\/strong> nunca foi e nem &eacute; <strong>Legisla&ccedil;&atilde;o<\/strong>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Portarias<\/strong> &#8211; <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>s&atilde;o atos de ministros que elaboram instru&ccedil;&otilde;es para a boa execu&ccedil;&atilde;o das leis<\/u><\/span>; &eacute; o que est&aacute; prescrito na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal; <strong>instru&ccedil;&otilde;es para o fiel cumprimento das leis<\/strong>; e n&atilde;o <strong>para afrontar as leis, viol&aacute;-las, retirar direitos constitucionais e legais, etc&hellip;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isto, aquela <strong>Portaria 1.104<\/strong>, al&eacute;m de tudo, foi inconstitucional; <strong>o Sr Ministro<\/strong>, &agrave; &eacute;poca, adentrou no campo reservado ao <strong>Legislador<\/strong>, ferindo o princ&iacute;pio b&aacute;sico do <strong>estado democr&aacute;tico de direito<\/strong> que &eacute; o da <strong>separa&ccedil;&atilde;o dos Poderes<\/strong>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S&oacute; quem pode LEGISLAR &eacute; o Congresso Nacional<\/strong>; este &eacute; o <strong>Princ&iacute;pio da Reserva de Lei<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(<strong>da mesma forma que a Portaria do Sr Ministro da Justi&ccedil;a &#8211; <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">aquela que revogou as anistias dos 495 Cabos, em 2004<\/span> &#8211; <u>tamb&eacute;m &eacute; inconstitucional<\/u>, pelos mesmos motivos!<\/strong>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Logo, se toda a <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Legisla&ccedil;&atilde;o Castrense<\/span>, de <strong>1946 at&eacute; 1980<\/strong>, como tamb&eacute;m as <strong>Constitui&ccedil;&otilde;es Federais<\/strong>, sempre concederam o direito subjetivo &agrave; <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>estabilidade<\/u><\/span> dos Cabos, a estabilidade presumida, <strong>a Portaria 1.104 n&atilde;o poderia restringir, retirar tal direito<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, est&aacute; esclarecida a diverg&ecirc;ncia, a controv&eacute;rsia quanto ao direito &agrave; Estabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; s&oacute; se ler a Legisla&ccedil;&atilde;o supra citada!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E quanto ao 2&ordm; ponto, <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>de ser ou n&atilde;o ser ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza exclusivamente politica<\/u><\/span>, a Comiss&atilde;o de Anistia em 2002, j&aacute; assim sumulou; o Sr Ministro da Justi&ccedil;a em 2002 tamb&eacute;m; o Sr Ministro que entrou em 2003 tamb&eacute;m assim afirmou, nas a&ccedil;&otilde;es de revoga&ccedil;&atilde;o das Anistias dos P&oacute;s-64:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;n&atilde;o se est&aacute; a dizer que a <strong>Portaria 1.104<\/strong> n&atilde;o &eacute; um ato de exce&ccedil;&atilde;o e quem por ele atingido deve ser anistiado, n&atilde;o; <strong>est&aacute;-se a dizer que s&oacute; quem tem direito<\/strong>&hellip;(..) &ldquo;).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sendo assim n&atilde;o h&aacute; nenhuma d&uacute;vida; n&atilde;o pode haver nenhuma diverg&ecirc;ncia, quanto ao nosso direito &agrave; anistia, inclusive, com rela&ccedil;&atilde;o a <strong>Pr&eacute;-64<\/strong> e <strong>P&oacute;s-64, a AGU j&aacute; firmou em PARECER enviado ao Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, em 2006<\/strong>, <u>que esse marco temporal de ser incorporado antes de 1964 ou depois de 1964 nada tem a ver com o direito &agrave; anistia<\/u>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E assim foi mal entendido pelo Sr Ministro da Justi&ccedil;a em 2003, tendo em vista haver o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a ter feito &ldquo;<strong>leitura equivocada<\/strong>&rdquo; em uma <strong>Nota Preliminar<\/strong> daquela <strong>AGU<\/strong>, e no final de 2007, a mesma<strong> Douta AGU<\/strong>, em Parecer enviado ao Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, pondo um ponto final na quest&atilde;o da <strong>Anistia<\/strong> daqueles atingidos pelo &ldquo;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Plano Collor<\/span>&rdquo;, <strong><u>afirmou que nem o TCU, nem mesmo a AGU, ou qualquer outro &Oacute;rg&atilde;o do Poder Excutivo pode julgar a anistia; s&oacute; a COMISS&Atilde;O DE ANISTA, instituida para isto, por LEI que regulamentou a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal<\/u><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E hoje n&oacute;s sabemos, ap&oacute;s a den&uacute;ncia da <strong>Revista Isto&Eacute;<\/strong>, em<strong> Maio\/2008<\/strong>, que o Sr Ministro da Justi&ccedil;a &ldquo;<strong>arquitetou<\/strong>&rdquo; esta ilegalidade &#8211;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"> de negar a anistia <\/span>&#8211; <strong><u>por press&atilde;o do COMANDO DA AERON&Aacute;UTICA, em 2003<\/u><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A revista tem grava&ccedil;&otilde;es e depoimentos de integrantes da pr&oacute;pria COMISS&Atilde;O DE ANISTIA como prova<\/strong>; e o Sr Presidente da Comiss&atilde;o &#8211; <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">o atual<\/span> &#8211; tem ci&ecirc;ncia disto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Logo, s&oacute; nos resta continuar a luta e crer em DEUS!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E mais; o <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Par&aacute;grafo &Uacute;nico<\/strong> <\/span>do <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>art. 18<\/strong> <\/span>da<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"> <strong>lei 10.559<\/strong> <\/span>&eacute; claro e expressa que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>tratando-se de anistias concedidas aos militares, as reintegra&ccedil;&otilde;es e promo&ccedil;&otilde;es, bem como as repara&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas, reconhecidas pela Comiss&atilde;o de Anistia, ser&atilde;o cumpridas pelo Minist&eacute;rio da Defesa no prazo de 60 dias, ap&oacute;s comunica&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a<\/strong><\/span>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja-se que <u>a pr&oacute;pria Lei da Anistia concedeu tratamento diferenciado aos militares; o que a Comiss&atilde;o de Anistia julgar deve ser cumprido<\/u>!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o pode ser modificado pelo Ministro da Justi&ccedil;a &#8211; <strong>no m&eacute;rito <\/strong>&#8211; pois <strong>quem julga &eacute; a Comiss&atilde;o<\/strong>; <u>o Ministro pode n&atilde;o promover a coronel, a major<\/u>, <strong>mas o direito &agrave; anistia s&oacute; quem pode julgar &eacute; a Comiss&atilde;o<\/strong>; como bem afirmou a <strong>AGU<\/strong> sen&atilde;o, para que a Comiss&atilde;o ?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E ainda <strong>cometer tal fraude &agrave; CONSTITUI&Ccedil;&Atilde;O e &agrave; LEI, com interpreta&ccedil;&atilde;o retroativa e sem fundamento, o que tamb&eacute;m &eacute; ILEGAL<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>OBSERVA&Ccedil;&Atilde;O FINAL:<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto &agrave; inconstitucionalidade de portarias que adentram o campo reservado ao legislador h&aacute; precedentes do Supremo Tribunal Federal;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto a ser a portaria 1.104 ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza exclusivamente pol&iacute;tica, j&aacute; os legisladores (deputados e senadores) quando estavam elaborando a lei 10.559 j&aacute; afirmavam em suas emendas que era sim; e ainda: que era ato de exce&ccedil;&atilde;o e que os cabos tinham direito &agrave; anistia, se houvessem sido <strong>incorporados sob a &eacute;gide da Portaria n&ordm; 570<\/strong> ou da 1.104.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tais afirmativas em suas emendas foram feitas pelos senadores<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"> <strong>Antero Paes de Barros<\/strong><\/span>, deputados <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Fernando Coruja<\/strong><\/span>, <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Marisa Serrano<\/strong><\/span>, <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Eduardo Greenhalg<\/strong><\/span>; est&aacute; tudo l&aacute;, nos anais do Congresso Nacional, tudo registrado, e ainda e por fim, uma outra constata&ccedil;&atilde;o que merece ser posta &agrave;s claras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dizer-se que, a Portaria 1.104 foi editada segundo o que determinava a Lei do Servi&ccedil;o Militar de 1964 <strong>&eacute; no m&iacute;nimo, m&aacute; f&eacute;<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei nem sequer fala de restri&ccedil;&atilde;o, de tempo m&aacute;ximo de servi&ccedil;o dos Cabos; nem se refere aos Cabos em particular;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E j&aacute; expressava em seu <strong>&uacute;ltimo artigo<\/strong>, que <strong>s&oacute; entraria em vigor ap&oacute;s a sua regulamenta&ccedil;&atilde;o<\/strong>, o que se deu em janeiro de 1966.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E este regulamento revogou a Portaria 1.104, quando determinou em seu <strong>art. 256<\/strong>, que <span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><u>os casos de perman&ecirc;ncia de pra&ccedil;as no servi&ccedil;o ativo, que contrariassem as prescri&ccedil;&otilde;es do regulamento, fossem resolvidas em carater de exce&ccedil;&atilde;o<\/u><\/span>, no sentido de que fosse mantida a perman&ecirc;ncia dos Pra&ccedil;as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E quem contrariava as prescri&ccedil;&otilde;es da Lei e do seu Regulamento? s&oacute; a <strong>Aeron&aacute;utica<\/strong> com a <strong>Portaria 1.104<\/strong>, portanto <strong>revogada estava<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja-se ainda que a Lei da Inatividade de 1980 determinava, que os Cabos que contassem 09 ou mais de servi&ccedil;o deveriam permanecer em atividade at&eacute; suas transfer&ecirc;ncias para a reserva remunerada por limite de idade;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ora, em 1980 quem tinha 09 ou mais anos de servi&ccedil;o eram Cabos com data de pra&ccedil;a de 1971 para tr&aacute;s; ou seja, <strong>1970<\/strong>, <strong>1969<\/strong>, <strong>1968<\/strong>, <strong>1967<\/strong>, <strong>1966<\/strong>, <strong>1965<\/strong> <strong>&hellip;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; o que tenho a denunciar, salvo melhor interpreta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sauda&ccedil;&otilde;es Fabianas,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Jeov&aacute; Pedrosa Franco<br \/>\n\t<a href=\"mailto:JEOVAPEDROSA@OI.COM.BR\">jeovapedrosa@oi.com.br <\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal &#8211; CARLOS AYRES DE BRITTO A &uacute;nica restri&ccedil;&atilde;o que faz a Lei da Anistia 10.559\/02 quanto &agrave; revoga&ccedil;&atilde;o da concess&atilde;o da mesma &eacute; aquela contida no seu Art. 17 &#8211; a falsidade de motivos. &#8211; Que venha a lume em plen&aacute;rio na defesa oral do amicus curiae no RE 817338-DF [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-46277","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2019"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46277","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46277"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46277\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":46289,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46277\/revisions\/46289"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46277"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46277"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46277"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}