<br />
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{"id":41617,"date":"2018-04-30T15:17:15","date_gmt":"2018-04-30T18:17:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=41617"},"modified":"2018-04-30T15:17:15","modified_gmt":"2018-04-30T18:17:15","slug":"a-quem-interessar-possa-saber-indenizacao-por-danos-morais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2018\/04\/a-quem-interessar-possa-saber-indenizacao-por-danos-morais\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa saber&#8230; Indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-41618\" height=\"385\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/spc-serasa-3-354x385.png\" width=\"354\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/spc-serasa-3-354x385.png 354w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/spc-serasa-3.png 395w\" sizes=\"auto, (max-width: 354px) 100vw, 354px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><span style=\"font-size:16px;\"><strong>Indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px;\"><strong>inclus&atilde;o indevida do nome do autor no SPC<\/strong><\/span><\/p>\n<div class=\"article-head header header--fixed headroom headroom--not-top head-up\" role=\"banner\">\n<hgroup itemprop=\"name\"><\/hgroup>\n<div id=\"headline\">\n<div class=\"second-line clearfix\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-41620\" height=\"190\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/DANOS-MORAIS-385x190.jpg\" width=\"385\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/DANOS-MORAIS-385x190.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/DANOS-MORAIS-768x379.jpg 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/DANOS-MORAIS-450x222.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/DANOS-MORAIS.jpg 810w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"jtext entry-content clearfix\" id=\"text-63764\" style=\"margin-top: 0px;\">\n<div class=\"f5  image-rate-70\" id=\"image-cover\"><picture id=\"article-cover\"><source media=\"(min-width: 768px)\" srcset=\"https:\/\/sz.jus.com.br\/system\/file\/554\/53c8c11d676056cb3ef55b495484858f_large.jpg\" \/><source media=\"(min-width: 430px)\" srcset=\"https:\/\/sz.jus.com.br\/system\/file\/554\/53c8c11d676056cb3ef55b495484858f_medium.jpg\" \/><\/picture>\n<div class=\"more-info-top entry-summary\">\n<p>No caso concreto, a a&ccedil;&atilde;o foi julgada procedente e a empresa condenada em indenizar o autor em R$ 10.000,00.<\/p>\n<p><strong>Mod&ecirc;lo da Peti&ccedil;&atilde;o Inicial:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align:center\"><strong>EXCELENT&Iacute;SSIMO(A) SENHOR(A) DR.(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA &ordf; VARA C&Iacute;VEL DO FORO CENTRAL C&Iacute;VEL COMARCA DE S&Atilde;O PAULO &ndash; SP<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>FULANO DE TAL (qualifica&ccedil;&atilde;o completa)<\/strong>, por interm&eacute;dio de seu advogado (procura&ccedil;&atilde;o anexa), com escrit&oacute;rio profissional constante na Rua &#8230;, com endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico &#8230;, vem &agrave; presen&ccedil;a de Vossa Excel&ecirc;ncia ajuizar a presente<\/p>\n<p style=\"text-align:center\"><strong>A&Ccedil;&Atilde;O DE INDENIZA&Ccedil;&Atilde;O POR DANOS MORAIS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Com fulcro nos artigos&nbsp;186 e 927 do C&oacute;digo Civil, contra EMPRESA R&Eacute;<strong>&nbsp;(qualifica&ccedil;&atilde;o completa)<\/strong>, com sede &agrave; xxxxxx, consoante os fatos e fundamentos de direito a seguir expostos.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DA ASSIST&Ecirc;NCIA JUDICI&Aacute;RIA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Insta esclarecer que o Requerente goza de pouca condi&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, n&atilde;o podendo arcar com os custos e despesas decorrentes de um processo judicial, sem privar a si mesmo do pr&oacute;prio sustento, ou de seus familiares, conforme declara&ccedil;&atilde;o de hipossufici&ecirc;ncia em anexo (Doc. Anexo).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O presente pedido de gratuidade Judici&aacute;ria est&aacute; devidamente amparado pelo Art.&nbsp;98, &sect; 1&ordm; e Art.&nbsp;99&nbsp;todos do&nbsp;CPC, bem como do artigo&nbsp;5&ordm;, inciso&nbsp;LXXIV&nbsp;da&nbsp;Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, com a finalidade de n&atilde;o afastar a distribui&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a aos jurisdicionados mais carentes.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Sendo assim, requer desde j&aacute; a&nbsp;<strong>concess&atilde;o do benef&iacute;cio da assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria ao Requerente<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O presente requerimento &eacute; instru&iacute;do com c&oacute;pia dos comprovantes de rendimentos, que bem provam a pertin&ecirc;ncia do requerimento, bem como indicam valores abaixo do teto previsto pela Receita Federal, portanto &eacute; desobrigado de declarar IRPF.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DOS FATOS<\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Recentemente o Autor, ap&oacute;s pretender realizar compra a cr&eacute;dito, fora surpreendido pela negativa do estabelecimento comercial, em raz&atilde;o de anota&ccedil;&otilde;es negativas junto ao SPC\/SERASA.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Diante desses fatos, procurou tais &oacute;rg&atilde;os e verificou tratar-se de suposta d&iacute;vida junto a Requerida, o que lhe causou estranheza, visto jamais ter tido quaisquer neg&oacute;cios jur&iacute;dicos com esta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ap&oacute;s contato pessoal com a R&eacute;, fora informado que a anota&ccedil;&atilde;o referia-se a inadimpl&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao menor xxxx, seu sobrinho.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Requerente, que n&atilde;o possui qualquer v&iacute;nculo com a Requerida, apenas buscava seu sobrinho ap&oacute;s as aulas e teve seu nome negativado, sendo cadastrado no SERASA em uma d&iacute;vida totalizando o valor de R$ 8.500,00 (oito mil e quinhentos reais), conforme Doc. Anexo, ap&oacute;s inadimpl&ecirc;ncia no pagamento de mensalidades, cuja responsabilidade recai exclusivamente sobre os genitores da crian&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Assim, n&atilde;o logrando &ecirc;xito nas tratativas amig&aacute;veis, recorre-se da primor&aacute;vel interven&ccedil;&atilde;o do ju&iacute;zo para determinar a imediata exclus&atilde;o de seu nome junto aos &oacute;rg&atilde;os cadastrais, bem como seja determinado o pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais, em virtude dos danos causados &agrave; sua honra e reputa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DO DIREITO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em face do ocorrido, o Requerente encontra-se em situa&ccedil;&atilde;o constrangedora, tendo sua reputa&ccedil;&atilde;o atingida em virtude da indevida inscri&ccedil;&atilde;o de seu nome no cadastro de inadimplentes (SERASA), o que lhe causa preju&iacute;zos, sendo suficiente a ensejar danos morais.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Requerente tem seu nome registrado no cadastro do SERASA, por conta de um d&eacute;bito que n&atilde;o &eacute; seu, pois a d&iacute;vida das mensalidades n&atilde;o &eacute; sua obriga&ccedil;&atilde;o, uma vez que n&atilde;o possui qualquer contrato com a Requerida.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O ocorrido causou danos &agrave; imagem e &agrave; honra do Requerente, que se encontra com reputa&ccedil;&atilde;o de devedor, fato totalmente indevido, pois o mesmo nada deve.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 preceitua em seu artigo 5&ordm;, inciso X, que:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\"><span style=\"color:#696969;\">&ldquo;Art. 5&ordm;. Todos s&atilde;o iguais perante a lei, sem distin&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa&iacute;s a inviolabilidade do direito &agrave; vida, &agrave; liberdade, &agrave; igualdade, &agrave; seguran&ccedil;a e &agrave; propriedade, nos termos seguintes:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><span style=\"color:#696969;\">(&#8230;)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><span style=\"color:#696969;\">X &#8211; S&atilde;o inviol&aacute;veis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o pelo dano material ou moral decorrente de sua viola&ccedil;&atilde;o;&quot;<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\">N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas de que a honra do Requerente foi ferida ao ver seu nome protestado por uma d&iacute;vida que n&atilde;o lhe pertence, tendo registrada a falsa informa&ccedil;&atilde;o de que &eacute; inadimplente.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Desta forma, a Requerida n&atilde;o pode se eximir da responsabilidade pela repara&ccedil;&atilde;o do dano causado, decorrente de sua culpa exclusiva, restando claro sua condena&ccedil;&atilde;o &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o pelo dano moral ao Requerente. Entendimento este prevalente na jurisprud&ecirc;ncia:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\"><span style=\"color:#696969;\">&ldquo;APELA&Ccedil;&Atilde;O C&Iacute;VEL &#8211; A&Ccedil;&Atilde;O DE INDENIZA&Ccedil;&Atilde;O &#8211; DANOS MORAIS &#8211; PROCED&Ecirc;NCIA &#8211; DECIS&Atilde;O CORRETA &#8211; NOME INSCRITO NO SPC INDEVIDAMENTE &#8211; ANTECIPA&Ccedil;&Atilde;O CONCEDIDA &#8211; PROVA DO PREJU&Iacute;ZO &#8211; DESNECESSIDADE &#8211; ART. 159 CC DE 1916 &#8211; VALOR FIXADO COMPAT&Iacute;VEL COM A LES&Atilde;O &#8211; RECURSO IMPROVIDO. A indevida inscri&ccedil;&atilde;o do nome do ofendido no SPC autoriza a antecipa&ccedil;&atilde;o da tutela para sua exclus&atilde;o e motiva a indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral, independentemente da prova objetiva do preju&iacute;zo. A fixa&ccedil;&atilde;o do valor indenizat&oacute;rio deve servir para amenizar o sofrimento do ofendido e tamb&eacute;m desestimular a repeti&ccedil;&atilde;o do ato lesivo. Senten&ccedil;a mantida&rdquo;. (RAC n. 44349\/2003 &ndash; Dr. Gerson Ferreira Paes).<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\">Conforme preconiza o artigo 186 do C&oacute;digo Civil, aquele que, por a&ccedil;&atilde;o ou omiss&atilde;o volunt&aacute;ria, neglig&ecirc;ncia ou imprud&ecirc;ncia, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato il&iacute;cito.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Nesse sentido, tamb&eacute;m preleciona artigo 927 do C&oacute;digo Civil:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\"><span style=\"color:#696969;\">&ldquo;Art. 927. Aquele que, por ato il&iacute;cito, causar dano a outrem, fica obrigado a repar&aacute;-lo&rdquo;.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\">Baseado no entendimento doutrin&aacute;rio, para que se caracterize o dano moral &eacute; imprescind&iacute;vel que haja: a) ato il&iacute;cito, causado pelo agente, por a&ccedil;&atilde;o ou omiss&atilde;o volunt&aacute;ria, neglig&ecirc;ncia ou imprud&ecirc;ncia; b) ocorr&ecirc;ncia de um dano, seja ele de ordem patrimonial ou moral; c) nexo de causalidade entre o dano e o comportamento do agente.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A presen&ccedil;a do nexo de causalidade entre os litigantes resta evidente, pois se n&atilde;o fosse a manuten&ccedil;&atilde;o do nome do Requerente no SERASA, n&atilde;o haveria que se pleitear os danos morais, objeto desta a&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A ningu&eacute;m &eacute; concedido o direito de lesionar ou causar dano a outrem, impunemente, sendo que os transtornos e constrangimentos sofridos devem ser enquadrados em danos morais, tendo sua repara&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica consistente no pagamento de uma soma pecuni&aacute;ria que possibilite a penaliza&ccedil;&atilde;o do causador do dano e a consequente compensa&ccedil;&atilde;o dos dissabores sofridos pela v&iacute;tima, bem como a repara&ccedil;&atilde;o de sua dor &iacute;ntima, em virtude da&nbsp;a&ccedil;&atilde;o il&iacute;cita de quem lhe lesionou.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>VALOR DA INDENIZA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Valor da indeniza&ccedil;&atilde;o a ser pleiteada deve levar em conta o desvalor da conduta, a extens&atilde;o do dano e o poder aquisitivo da requerida. Deve-se, em suma, condenar a Requerida ao pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o pelos danos morais causados pelo transtorno a que foi submetido o Autor.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ali&aacute;s, a situa&ccedil;&atilde;o que se apresenta, condiz exatamente com a posi&ccedil;&atilde;o adotada pela jurisprud&ecirc;ncia, qual seja, In Re Ipsa.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Uma vez comprovada a ilicitude da inscri&ccedil;&atilde;o do nome do Autor junto ao SERASA, bem como preju&iacute;zo da&iacute; advindo, &eacute; un&acirc;nime em nossa jurisprud&ecirc;ncia p&aacute;tria a obriga&ccedil;&atilde;o do R&eacute;u em indenizar o Dano Moral da&iacute; decorrente, nos termos dos arestos abaixo citados:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\"><span style=\"color:#696969;\">DANO MORAL. INSCRI&Ccedil;&Atilde;O INDEVIDA NO CADIN E SERASA. &Eacute; PRESUMIDO O DANO MORAL EM TAIS CIRCUNST&Acirc;NCIAS, BASTANDO RESTAR DEMONSTRADA A OCORR&Ecirc;NCIA DO INJUSTO CADASTRAMENTO. PRECEDENTES. . Valor da indeniza&ccedil;&atilde;o. Improvimento do apelo da autora, que buscava majora&ccedil;&atilde;o para 1.000 SM, valor flagrantemente exagerado. Circunst&acirc;ncias do fato que autorizam redu&ccedil;&atilde;o do &quot;quantum&quot; estipulado em 1&ordm; grau, para o equivalente a 35 SM.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\">O montante da indeniza&ccedil;&atilde;o deve ser aferido diante dos par&acirc;metros balizadores e diante das circunst&acirc;ncias de cada caso, em face da subjetividade de sua quantifica&ccedil;&atilde;o. Mostra-se razo&aacute;vel o valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), diante do abalo sofrido pelo Autor e o car&aacute;ter corretivo e de penaliza&ccedil;&atilde;o ao R&eacute;u, evitando tamb&eacute;m o locupletamento indevido de quem sofreu a ofensa. Entendimento que se coaduna com a jurisprud&ecirc;ncia:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\"><span style=\"color:#808080;\">DANO MORAL. INSCRI&Ccedil;&Atilde;O NO SERASA. INDENIZA&Ccedil;&Atilde;O. FIXA&Ccedil;&Atilde;O DO QUANTUM. INEXIST&Ecirc;NCIA DE D&Eacute;BITO. O registro no cadastro de maus pagadores da SERASA, de forma indevida, gera o direito &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o ao ofendido. A fixa&ccedil;&atilde;o do quantum deve, t&atilde;o-somente, atender a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pecuni&aacute;ria para minimizar os transtornos pelos quais passou a v&iacute;tima, atendendo aos pressupostos inseridos no car&aacute;ter subjetivo do dano para servir de expia&ccedil;&atilde;o ao ofensor, sem, no entanto, gerar enriquecimento sem causa. Apela&ccedil;&atilde;o provida. (Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel n&ordm; 70000183723, 6&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do TJRS, Passo Fundo, Rel. Des. Jo&atilde;o Pedro Freire. j. 30.08.2000).<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify\">Assim, torna-se necess&aacute;rio o imediato provimento judicial no sentido de anular o registro da inclus&atilde;o do nome do Autor do SERASA, julgando-se, ao final, totalmente procedente a presente demanda reconhecendo-se a inexist&ecirc;ncia de neg&oacute;cio jur&iacute;dico entre as partes, condenando-se a R&eacute; ao pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o pelo dano moral provocado pela indevida inscri&ccedil;&atilde;o do nome do Autor junto ao SERASA, e ainda as custas e honor&aacute;rios advocat&iacute;cios.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DO PEDIDO LIMINAR<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Conforme demonstrado, <strong>o Autor n&atilde;o possui uma &uacute;nica m&aacute;cula<\/strong> em seu cadastro, a n&atilde;o ser aquela, injustamente, inserida pela r&eacute;.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Neste sentido, pleiteia-se, junto a este Ju&iacute;zo, em sede de Liminar,&nbsp;que seu nome seja retirado dos cadastros de prote&ccedil;&atilde;o ao cr&eacute;dito, haja vista que n&atilde;o tem qualquer v&iacute;nculo com a Requerida, n&atilde;o havendo que se falar em d&iacute;vida inadimplida.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para a concess&atilde;o de medida liminar, se faz necess&aacute;rio a comprova&ccedil;&atilde;o de dois requisitos: fumus boni iuris&nbsp;e o periculum in mora, o que ficara devidamente comprovado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Quanto ao fumus boni iuris, resta claro que o que se solicita &eacute; mais do que uma simples apar&ecirc;ncia de um bom direito. &Eacute; um direito certo e obrigat&oacute;rio do Autor a exclus&atilde;o de seu nome do cadastro de inadimplentes, por n&atilde;o possuir qualquer d&eacute;bito com a R&eacute;.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ademais, o periculum in mora fica demonstrado ante aos danos e preju&iacute;zos j&aacute; suportados e outros tantos que podem advir se mantido o apontamento negativo denunciado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Desta forma, n&atilde;o resta d&uacute;vidas quanto a possibilidade de concess&atilde;o da medida liminar pleiteada.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Diante do exposto, tem a presente para que, com fundamento no Art. 300 do CPC, seja concedida a medida Liminar, inaudita altera parte&nbsp;para que o Serasa suspenda a publicidade do apontamento registrado em nome do&nbsp; Autor, at&eacute; senten&ccedil;a final.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DOS PEDIDOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ante o exposto, requer:<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align:justify\">&nbsp;O recebimento da presente a&ccedil;&atilde;o, determinando-se a cita&ccedil;&atilde;o da Requerida pelas vias postais para que, querendo, conteste os pedidos aqui formulados, sob pena dos efeitos da revelia;<\/li>\n<li style=\"text-align:justify\">&nbsp;A concess&atilde;o do benef&iacute;cio da assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria gratuita ao Requerente, nos termos da legisla&ccedil;&atilde;o em vigor, eis que n&atilde;o disp&otilde;e de recursos suficientes para arcar com as custas e despesas processuais decorrentes de um processo judicial, conforme declara&ccedil;&atilde;o em anexo;<\/li>\n<li style=\"text-align:justify\">&nbsp;A concess&atilde;o da medida liminar, determinando ao SERASA\/SPC a imediata exclus&atilde;o do nome do Requerido no cadastro de inadimplentes;<\/li>\n<li style=\"text-align:justify\">&nbsp;A produ&ccedil;&atilde;o de todos os meios de provas admitidos por direito;<\/li>\n<li style=\"text-align:justify\">&nbsp;A condena&ccedil;&atilde;o da empresa <strong>XXXXXXXXXXX<\/strong>&nbsp;em danos morais, em valor n&atilde;o inferior a R$ 15.000,00 (quinze mil reais), bem como em custas, despesas processuais e honor&aacute;rios advocat&iacute;cios, nos termos da lei processual vigente.<\/li>\n<li style=\"text-align:justify\">Nos termos do Art. 334, &sect;4&ordm;, I do CPC, o autor informa ter havido o exaurimento de todas as tratativas amig&aacute;veis, raz&atilde;o pela qual n&atilde;o tem interesse na concilia&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align:justify\">Atribui-se &agrave; causa o valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Termos em que pede deferimento.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">S&atilde;o Paulo, 24 de Fevereiro de 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>WANDER RODRIGUES BARBOSA<br \/>\n\t\tOAB\/SP n&ordm; 337502<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"data\"><a href=\"https:\/\/wanderbarbosa.jus.com.br\/publicacoes\" itemprop=\"author\" rel=\"author\" title=\"Acesse o perfil de Wander Barbosa\"><img decoding=\"async\" alt=\"Wander Barbosa\" class=\"image-user\" src=\"https:\/\/sz.jus.com.br\/system\/avatars\/1006378\/user_1462159678_thumb.jpg\" title=\"Wander Barbosa\" \/><\/a>Wander Barbosa<br \/>\n\t\tPublicado em <time class=\"published\" title=\"2018-01-28T12:14:00-0200\">01\/2018<\/time>.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[19],"tags":[],"class_list":["post-41617","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2018"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41617","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41617"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41617\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41636,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41617\/revisions\/41636"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41617"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41617"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41617"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}