<br />
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{"id":41492,"date":"2018-04-23T19:45:35","date_gmt":"2018-04-23T22:45:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=41492"},"modified":"2018-04-24T04:34:25","modified_gmt":"2018-04-24T07:34:25","slug":"direito-objetivo-salvaguarda-de-pos-64-extraido-do-inteiro-teor-do-re-817-338-df","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2018\/04\/direito-objetivo-salvaguarda-de-pos-64-extraido-do-inteiro-teor-do-re-817-338-df\/","title":{"rendered":"Direito Objetivo &#8211; Salvaguarda de P\u00f3s-64 &#8230;. Extra\u00eddo do inteiro teor do RE 817.338-DF"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31380\" height=\"104\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/RE-817338-Decad\u00eancia.jpg\" width=\"269\" \/><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: comic\\ sans\\ ms, cursive;\"><strong>A finalidade deste texto, de modo direto &eacute; para os colegas lerem e tirarem suas conclus&otilde;es, e de&nbsp;modo indireto &eacute; para os advogados que est&atilde;o na causa, perceberem que ainda &eacute; poss&iacute;vel fazer alguma coisa a&nbsp;favor dos ex-Cabos ( P&oacute;s-64 ). Isto porque o que se tem atualmente, &eacute; uma causa perdida para os ( P&oacute;s-64 ).&nbsp;<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"459\" height=\"110\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-41469\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/opini\u00e3o-do-leitor.png\" style=\"width: 300px; height: 84px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/opini\u00e3o-do-leitor.png 459w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/opini\u00e3o-do-leitor-385x92.png 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/opini\u00e3o-do-leitor-450x108.png 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 459px) 100vw, 459px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style=\"font-size:14px;\"> R E F L E X &Atilde; O:&nbsp; O&nbsp;&nbsp; S T F&nbsp;&nbsp; x&nbsp;&nbsp; O MORAL&nbsp; DO&nbsp; DIREITO&nbsp; OBJETIVO<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No Inteiro Teor do Acord&atilde;o do<strong> RE 817.338\/DF<\/strong>, na ( nona ) 9&ordf; linha do texto da <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Inteiro-teor-Ac\u00f3rd\u00e3o-RE-817338-DF-Pag.-6.jpg\"><strong>p&aacute;gina n&ordm; 8<\/strong><\/a> de 28, est&aacute; escrito assim: <strong>&ldquo; &#8230;&#8230;.&nbsp; Do exposto no breve relat&oacute;rio podemos inferir a primeira quest&atilde;o relevante a ser decidida por esta Suprema Corte, qual seja, <u>se uma portaria que disciplina o tempo m&aacute;ximo de servi&ccedil;o de militar atende<\/u> <u>aos requisitos do art. 8&ordm; do ADCT&rdquo;.<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ent&atilde;o, dependendo da decis&atilde;o do Pleno do Supremo Tribunal Federal, ou seja:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1 &ndash; Se entenderem que o hist&oacute;rico sobre a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3, de 12 de outubro de 1964, mostra de forma cabal que foi por motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica a sua publica&ccedil;&atilde;o, e que por isso seus comandos restritivos punitivos preventivos preenchem os requisitos do Art. 8&ordm; do ADCT da Lei Fundamental que regula os direitos e deveres do cidad&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao Estado;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2 &ndash; Se entenderem, o Pleno do STF, que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 &eacute; uma Norma&nbsp; de duas (2) posi&ccedil;&otilde;es, sem ela mencionar isso, e apenas com base em algum fator aberrativo &ldquo;jur&iacute;dico&rdquo;, teremos como j&aacute; disse o (Marcos Sena, presidente da ASANE), um tempo <strong>indeterminado, 1 seg., 1 ou 2 min., do dia 12\/10\/64, que a Port. 1.104\/GM-3\/64 tem motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, ap&oacute;s este per&iacute;odo indeterminado a Port. 1.104\/64, se reveste de ato exclusivamente administrativo conforme a legisla&ccedil;&atilde;o vigente &#8211; <\/strong>N&atilde;o sei se os operadores do direito do STF, v&atilde;o notar que toda legisla&ccedil;&atilde;o vigente sobre o TEMA eram Atos Institucionais &ndash; O ex-MJ Marcio T. Bastos &eacute; que foi o <strong>g&ecirc;nio<\/strong>, e que repassou ao STF que algo <u>exclusivamente<\/u> pol&iacute;tico pode ser dividido em dois ou mais car&aacute;ter;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3 &ndash; Ou o Plen&aacute;rio do STF poder&aacute; entender, conforme o &ldquo;jeitinho tupi-guarani&rdquo;, que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3, de 12 de outubro de 1.964 n&atilde;o preenche os requisitos do art. 8&ordm;, do Ato da Disposi&ccedil;&otilde;es Constitucionais Transit&oacute;rias, da CF\/88.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com o exposto, os ex-Cabos &ldquo;Fabiano&rdquo;, <strong>atingidos <\/strong>pelo comando da Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 que os compele de forma determinante e compuls&oacute;ria para a exclus&atilde;o, desligamento e licenciamento poder&atilde;o ter a seguinte situa&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">&ndash; Se o quesito sustentador de toda quest&atilde;o do<strong> RE 817.338\/DF<\/strong> for considerado em conformidade com o Art. 8&ordm; do ADCT da CF\/88, sem nenhuma restri&ccedil;&atilde;o ou pondera&ccedil;&atilde;o, os ex-Cabos da FAB que j&aacute; se encontram na condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico n&atilde;o sofrer&atilde;o mais nenhuma descontinuidade. No mesmo caminho, os que est&atilde;o pleiteando e os que tem condi&ccedil;&otilde;es de pleitear a anistia pol&iacute;tica com base na Lei 10.559\/02, Art. 2&ordm; e Inciso XI, ter&atilde;o que obrigatoriamente receber a declara&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico via administrativa, pois, o &Oacute;rg&atilde;o competente para fazer os procedimentos &eacute; um Tribunal julgador conforme a Lei 10.559\/02, e deve obedecer o Inciso XXXVII, do Art. 5&ordm;, da CF\/88, uma vez que os que est&atilde;o h&aacute;bil, tem a mesma moldura f&aacute;tico-jur&iacute;dica nos processos originais na Comiss&atilde;o de Anistia do MJ, em rela&ccedil;&atilde;o aos que foram confirmados pelo STF;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">&ndash; Se o Plen&aacute;rio do STF entender que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 s&oacute; preenche os requisitos do Art. 8&ordm; do ADCT num per&iacute;odo indeterminado ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da referida Portaria, ou seja, que a Portaria n&ordm; 1.104\/64 tem dois car&aacute;ter <strong>exclusivos, <\/strong>um pol&iacute;tico e outro administrativo, a&iacute;, teremos uma aberra&ccedil;&atilde;o criada pela &oacute;tica da justi&ccedil;a brasileira. Tamb&eacute;m teremos mais uma injusti&ccedil;a, agora praticada pela Corte Suprema, onde n&atilde;o querem ver que a Portaria 1.104\/64 como ela pr&oacute;pria diz na inicial, n&atilde;o era para ser aplicada nos ex-Cabos que ingressaram na Aeron&aacute;utica <strong>ap&oacute;s<\/strong> a edi&ccedil;&atilde;o da referida Norma. Mas, com esse poss&iacute;vel entendimento do Plen&aacute;rio do Supremo Tribunal Federal, somente os ex-Cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea que ingressaram na Aeron&aacute;utica no per&iacute;odo de 1965 at&eacute; 1973, ou seja, o meio de todo per&iacute;odo em que a Portaria &nbsp;n&ordm; 1.104\/64 foi aplicada, de 1955 at&eacute;&nbsp; 1981, n&atilde;o ter&atilde;o a injusti&ccedil;a praticada pelo Estado reparada. Com isso, a Suprema Corte estar&aacute; enterrando com &ldquo;p&aacute; de cal&rdquo; o <strong><u>Principio do DIREITO OBJETIVO e SUBJETIVO.<\/u><\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">&#8211; Caso o pleno do Supremo n&atilde;o reconhe&ccedil;a que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 est&aacute; no &acirc;mbito do Art. 8&ordm;, do ADCT, da CF\/88, ent&atilde;o, teremos um poss&iacute;vel desastre, pois, n&atilde;o haver&aacute; mais fundamenta&ccedil;&atilde;o para sustentar os que est&atilde;o declarados anistiados pol&iacute;tico conforme a <strong>Lei n&ordm; 10.559\/02<\/strong>, e dever&aacute; haver a anula&ccedil;&atilde;o de todos os benef&iacute;cios concedidos pelo Art. 8&ordm; do ADCT, para todos que se enquadram nessa circunst&acirc;ncia; j&aacute; que a Lei referida, prev&ecirc; no seu <strong>Art. 17<\/strong>, o desfazimento de todas as vantagens concedidas, e tamb&eacute;m a inexist&ecirc;ncia do direito adquirido.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, vamos &ldquo;torcer&rdquo; para que os advogados que patrocinam o <strong>RE 817.338\/DF<\/strong>, mostrem de forma categ&oacute;rica que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 &eacute; um Ato de Exce&ccedil;&atilde;o com natureza exclusivamente pol&iacute;tica ATEMPORAL. Para isso, tamb&eacute;m &eacute; necess&aacute;rio que se esforcem para mostrar que os ex-Cabos que ingressaram na FAB ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 1.104\/64 e os que ingressaram antes, foram atingidos da mesma forma pol&iacute;tica. Isto porque o que prevalece em uma Norma &eacute; a sua principal caracteriza&ccedil;&atilde;o, pois, caracteriza&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria s&oacute; tem efeito se for mencionada na Norma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; preciso tamb&eacute;m, que os patronos mostrem de modo enf&aacute;tico, que o <strong><u>Boletim Reservado n&ordm; 21<\/u><\/strong><u>&nbsp; <strong>foi editado j&aacute; no ano de<\/strong> <strong>1965 em 11\/05<\/strong><\/u> sob o &acirc;mbito da Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64, e que os comandos restritivos desse Bol. Res. n&ordm; 21 s&atilde;o determinantes e atingem de modo persistente os ex-Cabos que ingressaram na For&ccedil;a A&eacute;rea ap&oacute;s OUT\/64. A conota&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica dos comandos desse Boletim Reservado n&ordm; 21 &eacute; t&atilde;o clara que, s&oacute; o julgador que estiver fazendo exame de vista para confirmar o &ldquo;BREVET&rdquo; &eacute; que n&atilde;o vai enxergar. A motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica fica mais evidente ainda, quando os ex-Cabos de 65\/66, por exemplo, que no geral moravam na sede onde estava a OM, nem com pedido formal do Capel&atilde;o da Unidade, podiam criar uma associa&ccedil;&atilde;o para fins recreativo, e na &eacute;poca forte dos Beatles. Tais comandos determinado pelo Bol. Res. n&ordm; 21, que os julgadores e advogados podem ver, alegam que a proibi&ccedil;&atilde;o constante &eacute; para n&atilde;o ser permitida a cria&ccedil;&atilde;o de qualquer associa&ccedil;&atilde;o pelos ex-Cabos ingressos antes ou depois de Out\/64. E elas tinham somente base pol&iacute;tica, ou seja, que tais poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es poderiam ir no mesmo eito da ACAFAB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb&eacute;m, n&atilde;o se deve ir pelo caminho da facilidade, no caso, pois se pode incorrer num problema &eacute;tico, ao se entender que s&oacute; os ex-Cabos que ingressaram antes da edi&ccedil;&atilde;o da Port. n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 se enquadram na Lei n&ordm; 10.559\/02. Isto poder&aacute; acontecer quando se &ldquo;estuda&rdquo; <strong>a Port. n&ordm; 570\/54 e&nbsp; <u>n&atilde;o<\/u> <u>se<\/u> <u>percebe<\/u> que ela s&oacute; permite ao Soldado que n&atilde;o tem Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos&nbsp; o m&aacute;ximo de quatro<\/strong><strong>(04) anos na ativa, e que esse detalhe n&atilde;o foi alterado, pois permaneceu de igual modo no <u>item 4.3, letra (b) da Port. n&ordm; 1.104\/GM-3\/64<\/u><\/strong>. Ent&atilde;o, enquanto SOLDADOS n&atilde;o h&aacute; aos ex-Cabos, que ingressaram na For&ccedil;a A&eacute;rea antes da edi&ccedil;&atilde;o da Port. 1.104\/64, o <strong>DIREITO OBJETIVO<\/strong> e nem o <strong>DIREITO SUBJETIVO <\/strong>de perman&ecirc;ncia na ativa da Aeron&aacute;utica at&eacute; a idade limite. Desta forma os ex-Cabos que ingressaram na FAB antes da edi&ccedil;&atilde;o da Port. n&ordm; 1.104\/64 e que fizeram Curso de Cabos depois que ela come&ccedil;ou a vigir, est&atilde;o no mesmo patamar de DIREITO dos ex-Cabos que ingressaram na Aeron&aacute;utica ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da referida Portaria. Por conseguinte, seja o DIREITO, CONCRETO ou ABSTRATO, o STF &eacute; que vai decidir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de n&atilde;o fazer diferen&ccedil;a, a alega&ccedil;&atilde;o da AGU, que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 apenas regulamenta o tempo de servi&ccedil;o de militares tempor&aacute;rios, precisa ser rebatida. Para isso temos que notar que n&atilde;o prevendo uma indeniza&ccedil;&atilde;o pelo tempo de servi&ccedil;o &ldquo;tempor&aacute;rio&rdquo; a Portaria n&ordm; 1.104\/64, se enquadra como uma norma com vi&eacute;s escravagista. Para analisar essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; s&oacute; notar todas as normas que foram editadas ap&oacute;s a CF\/88 para reger militares tempor&aacute;rios, <strong>primeiro <\/strong>com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s o tempo cumprido, que para o civil seria o FGTS, no <strong>segundo<\/strong> caso, a alega&ccedil;&atilde;o feita pela AGU com rela&ccedil;&atilde;o a militar tempor&aacute;rio, &eacute; uma aberra&ccedil;&atilde;o digna de quem n&atilde;o sabe nem o que &eacute; Tiro de Guerra. Se eles soubessem que o militar tempor&aacute;rio faz um <strong>contrato <\/strong>com a institui&ccedil;&atilde;o, e analisassem com &ldquo;boa f&eacute;&rdquo; os itens 2.3 letra (a) e (b), o item 5.2, e o 6.3 e com ESPECIAL ATEN&Ccedil;&Atilde;O o <strong>6.4 , <\/strong>onde o suposto militar tempor&aacute;rio alegado pela AGU, tem seu direito de &ldquo;ir embora&rdquo; dependente do comando militar. Assim, eu duvido que a AGU com &ldquo;boa f&eacute;&rdquo; e em frente a um julgador que conhece a legisla&ccedil;&atilde;o militar, diria formalmente que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 &eacute; um regulamento para militar tempor&aacute;rio, nos moldes dos editados com base em legisla&ccedil;&atilde;o constitucional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nenhum funcion&aacute;rio p&uacute;blico como os ex-Cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea, que nela ingressou depois da edi&ccedil;&atilde;o da Port. n&ordm; 1.104\/64, pode ser considerado regido como militar tempor&aacute;rio, quando consta de seu documento p&uacute;blico, por ordem do Decreto Lei n&ordm; 728, nos Arts. 19 e 20 um direito concedido por prestar 05 (cinco) anos de <strong><u>EFETIVO SERVI&Ccedil;O<\/u><\/strong>, sendo que esse mesmo direito &eacute; concedido a militares com outros Cargos e que s&atilde;o considerados permanentes, e pelo mesmo Decreto Lei n&ordm; 728 &ndash; a palavra efetivo &eacute; sin&ocirc;nimo de <strong>PERMANENTE. <\/strong>Para confirmar mais ainda, que n&atilde;o &eacute;ramos militares tempor&aacute;rios como a AGU espalhou para todo judici&aacute;rio federal do pa&iacute;s, e com base em um ato de exce&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o gera efeitos legais, temos a <strong>Lei n&ordm;<\/strong><strong> 5.787, de 27 de junho de 1972, que no seu Artigo 13 diz: <\/strong>O&nbsp; militar em <strong><u>efetivo servi&ccedil;o,<\/u> <\/strong>far&aacute; jus as seguintes gratifica&ccedil;&otilde;es: I) Gratifica&ccedil;&atilde;o de Tempo de Servi&ccedil;o; &#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com tudo isso, tem que ser mostrado moralmente, que a Port. n&ordm; 1.104\/64 &eacute; uma Norma editada sob o &acirc;mbito do <strong>Ato Institucional n&ordm; 1, <\/strong>e que por isso n&atilde;o re&uacute;ne nenhum ind&iacute;cio ou condi&ccedil;&otilde;es de outras Normas nas FFAA sobre o tema tempor&aacute;rio editadas depois da CF\/88.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Logo, &eacute; isso, os advogados ligados no <strong>RE 817338\/DF<\/strong>, tem que mostrar na Suprema Corte que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 &eacute; um <strong>&ldquo;ato de exce&ccedil;&atilde;o com natureza<\/strong> <strong>exclusivamente<\/strong> <strong>pol&iacute;tica<\/strong>&rdquo; conforme a S&uacute;mula Administrativa, C. A. &#8211; n&ordm; 2002.07.0003, de 16 de julho de 2002, publicada no DOU, e que foi usada pela FAB para punir de forma preventiva as pra&ccedil;as sob sua &eacute;gide e que eram suspeitos de subversivo, conforme Portaria n&ordm; 1.371\/GM-3\/82. Tudo isto por viverem e conviverem num ambiente com alto atrito pol&iacute;tico ideol&oacute;gico e simplesmente por terem alta mobilidade principalmente na propaga&ccedil;&atilde;o de ideias em rela&ccedil;&atilde;o a outras Armas. Se pode fazer uma compara&ccedil;&atilde;o perguntando por exemplo, quantos ex-Cabos Radiotelegrafista tinha na Aeron&aacute;utica e quantos no Ex&eacute;rcito na mesma Especialidade? E por qu&ecirc;???! Imaginem um ex-Cabo RT AU dando uma de &ldquo; REP&Oacute;RTER ESSO&rdquo; com o &ldquo;C&oacute;digo Morse&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vejam, e mostrem de forma clara aos julgadores, as ordens repressivas constante do Boletim Reservado n&ordm; 21, de 11 de maio de 1965, que tinham que ser difundidas para haver a&ccedil;&atilde;o abrupta e persistente, e que tal documento tem que ser usado como prova contundente para mostrar que a motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica da Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 &eacute; <strong><u>ATEMPORAL. <\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E tudo aconteceu inicialmente por causa dos acontecimentos em Bras&iacute;lia em 1963, e que a partir daquela data tinha que haver um per&iacute;odo de &ldquo;profilaxia&rdquo; nas pra&ccedil;as da Aeron&aacute;utica com foco nos Cabos, pois como se pode constatar na pr&oacute;pria Port. n&ordm; 1.104\/64, o Cabo jovem &eacute; que tinha o potencial subversivo, e que &eacute; natural nos jovens e por isso era mais suscet&iacute;vel a cair na &ldquo;m&atilde;o&rdquo; de pol&iacute;ticos demagogos comunista. <strong>Ent&atilde;o fizeram a &ldquo;alimpa&ccedil;&atilde;o&rdquo; com a<\/strong> <strong>Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: -7.1pt; text-align: justify;\">Limeira\/SP, 22 de abril de 2018.<\/p>\n<p style=\"margin-left: -7.1pt; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: -7.1pt; text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"48\" height=\"74\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-28749\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/depositphotos_318542231-Vector-User-Profile-Avatar-Man-Icon.jpg\" style=\"width: 48px; height: 74px;\" \/><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: comic\\ sans\\ ms, cursive;\"><span style=\"font-family:arial,helvetica,sans-serif;\"><strong>Jos&eacute; Ferreira Guimar&atilde;es Neto<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <strong><a href=\"mailto:guimaraesneto2010@bol.com.br\">guimaraesneto2010@bol.com.br<\/a> &nbsp; <\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; A finalidade deste texto, de modo direto &eacute; para os colegas lerem e tirarem suas conclus&otilde;es, e de&nbsp;modo indireto &eacute; para os advogados que est&atilde;o na causa, perceberem que ainda &eacute; poss&iacute;vel fazer alguma coisa a&nbsp;favor dos ex-Cabos ( P&oacute;s-64 ). 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