<br />
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{"id":39339,"date":"2017-09-21T08:10:34","date_gmt":"2017-09-21T11:10:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=39339"},"modified":"2017-09-22T16:34:56","modified_gmt":"2017-09-22T19:34:56","slug":"a-quem-interessar-possa-saber-recurso-extraordinario-re-870947-plenario-do-stf-define-teses-sobre-indices-de-correcao-e-juros-em-condenacoes-contra-fazenda-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2017\/09\/a-quem-interessar-possa-saber-recurso-extraordinario-re-870947-plenario-do-stf-define-teses-sobre-indices-de-correcao-e-juros-em-condenacoes-contra-fazenda-publica\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa saber&#8230; Recurso Extraordin\u00e1rio (RE) 870947 &#8211; Plen\u00e1rio do STF define teses sobre \u00edndices de corre\u00e7\u00e3o e juros em condena\u00e7\u00f5es contra Fazenda P\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-39340\" height=\"260\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/STF-Teses-Jur\u00eddicas-Prevalecentes-3.jpg\" width=\"395\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/STF-Teses-Jur\u00eddicas-Prevalecentes-3.jpg 395w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/STF-Teses-Jur\u00eddicas-Prevalecentes-3-385x253.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><strong>(&#8230;) o Plen&aacute;rio do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu duas teses sobre a mat&eacute;ria.<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"174\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-39345\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/STF-Tese-Jur\u00eddica-Prevalecente-1-385x174.jpg\" style=\"width: 160px; height: 60px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/STF-Tese-Jur\u00eddica-Prevalecente-1-385x174.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/STF-Tese-Jur\u00eddica-Prevalecente-1-450x204.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/STF-Tese-Jur\u00eddica-Prevalecente-1.jpg 667w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><br \/>\n\t<span style=\"font-size:10px;\">Quarta-feira, 20 de setembro de 2017<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Plen&aacute;rio do STF define teses sobre &iacute;ndices de corre&ccedil;&atilde;o e juros em condena&ccedil;&otilde;es contra Fazenda P&uacute;blica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao concluir, na sess&atilde;o desta quarta-feira (20), o julgamento do <strong>Recurso Extraordin&aacute;rio (RE) 870947<\/strong>, em que se discutem os &iacute;ndices de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria e os juros de mora a serem aplicados nos casos de condena&ccedil;&otilde;es impostas contra a Fazenda P&uacute;blica, o Plen&aacute;rio do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu duas teses sobre a mat&eacute;ria. De acordo com a presidente do Supremo, ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia,&nbsp;h&aacute; quase 90 mil casos sobrestados no Poder Judici&aacute;rio aguardando a decis&atilde;o do STF nesse processo, que teve repercuss&atilde;o geral reconhecida pelo Plen&aacute;rio Virtual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"257\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-29336\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/o-ministro-luiz-fux-que-deu-o-voto-de-minerva-para-adiar-a-aplicacao-da-_1-385x257.jpg\" style=\"width: 250px; height: 167px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/o-ministro-luiz-fux-que-deu-o-voto-de-minerva-para-adiar-a-aplicacao-da-_1-385x257.jpg 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/o-ministro-luiz-fux-que-deu-o-voto-de-minerva-para-adiar-a-aplicacao-da-_1-450x300.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/o-ministro-luiz-fux-que-deu-o-voto-de-minerva-para-adiar-a-aplicacao-da-_1.jpg 627w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maioria dos ministros seguiu o voto do relator,<strong> ministro Luiz Fux<\/strong>, segundo o qual foi afastado o uso da Taxa Referencial (TR) como &iacute;ndice de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria dos d&eacute;bitos judiciais da Fazenda P&uacute;blica, mesmo no per&iacute;odo da d&iacute;vida anterior &agrave; expedi&ccedil;&atilde;o do precat&oacute;rio. O entendimento acompanha o j&aacute; definido pelo STF quanto &agrave; corre&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo posterior &agrave; expedi&ccedil;&atilde;o do precat&oacute;rio. Em seu lugar, o &iacute;ndice de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria adotado foi o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E), considerado mais adequado para recompor a perda de poder de compra.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto aos juros de mora incidentes sobre esses d&eacute;bitos, o julgamento manteve o uso do &iacute;ndice de remunera&ccedil;&atilde;o da poupan&ccedil;a, previsto na legisla&ccedil;&atilde;o questionada, apenas para d&eacute;bitos de natureza n&atilde;o tribut&aacute;ria, como &eacute; o caso da disputa com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em causa. Na hip&oacute;tese de causas de natureza tribut&aacute;ria, ficou definido que dever&aacute; ser usado o mesmo &iacute;ndice adotado pelo Fisco para corrigir os d&eacute;bitos dos contribuintes, a fim de se preservar o princ&iacute;pio da isonomia. Hoje essa taxa &eacute; a Selic.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"231\" height=\"53\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-39346\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/STF-Tese-Jur\u00eddica-Prevalecente.jpg\" style=\"width: 160px; height: 60px;\" \/><br \/>\n\t<strong>Teses<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira tese aprovada, referente aos juros morat&oacute;rios e sugerida pelo relator do recurso, ministro Luiz Fux, diz que &ldquo;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">O artigo 1&ordm;-F da Lei 9.494\/1997, com a reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei 11.960\/2009, na parte em que disciplina os juros morat&oacute;rios aplic&aacute;veis a condena&ccedil;&otilde;es da Fazenda P&uacute;blica, &eacute; inconstitucional ao incidir sobre d&eacute;bitos oriundos de rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dico-tribut&aacute;ria, aos quais devem ser aplicados os mesmos juros de mora pelos quais a Fazenda P&uacute;blica remunera seu cr&eacute;dito tribut&aacute;rio, em respeito ao princ&iacute;pio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5&ordm;, caput); quanto &agrave;s condena&ccedil;&otilde;es oriundas de rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica n&atilde;o-tribut&aacute;ria, a fixa&ccedil;&atilde;o dos juros morat&oacute;rios segundo o &iacute;ndice de remunera&ccedil;&atilde;o da caderneta de poupan&ccedil;a &eacute; constitucional, permanecendo h&iacute;gido, nesta extens&atilde;o, o disposto no artigo 1&ordm;-F da Lei 9.494\/1997 com a reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei 11.960\/2009.<\/span>&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; a segunda tese, referente &agrave; atualiza&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, tem a seguinte reda&ccedil;&atilde;o: &ldquo;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">O artigo 1&ordm;-F da Lei 9.494\/1997, com a reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei 11.960\/2009, na parte em que disciplina a atualiza&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria das condena&ccedil;&otilde;es impostas &agrave; Fazenda P&uacute;blica segundo a remunera&ccedil;&atilde;o oficial da caderneta de poupan&ccedil;a, revela-se inconstitucional ao impor restri&ccedil;&atilde;o desproporcional ao direito de propriedade (CRFB, art. 5&ordm;, XXII), uma vez que n&atilde;o se qualifica como medida adequada a capturar a varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os da economia, sendo inid&ocirc;nea a promover os fins a que se destina.<\/span>&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O caso<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O RE foi ajuizado pelo INSS contra ac&oacute;rd&atilde;o da 4&ordf; Turma do Tribunal Regional Federal da 5&ordf; Regi&atilde;o que, mantendo concess&atilde;o de benef&iacute;cio de presta&ccedil;&atilde;o continuada (Lei 8.742\/93, artigo 20) a um cidad&atilde;o, apontou que n&atilde;o caberia a aplica&ccedil;&atilde;o da Lei 11.960\/2009 no tocante aos juros e &agrave; corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, ao argumento de que o STF, no julgamento das ADIs 4357 e 4425, reconheceu, por arrastamento, a inconstitucionalidade do artigo 5&ordm; da Lei 11.960\/2009, que deu nova reda&ccedil;&atilde;o ao artigo 1&ordm;-F da Lei n&ordm; 9.494\/97.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O julgamento do caso teve in&iacute;cio em dezembro de 2015. Na ocasi&atilde;o, o relator explicou que quando considerou inconstitucional o uso da taxa de remunera&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica da caderneta de poupan&ccedil;a (TR) para fim de corre&ccedil;&atilde;o de d&eacute;bitos do Poder P&uacute;blico, no julgamento das A&ccedil;&otilde;es Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 4425 e 4357, o STF o&nbsp;fez apenas com rela&ccedil;&atilde;o aos precat&oacute;rios, n&atilde;o se manifestando quanto ao per&iacute;odo entre o dano efetivo (ou o ajuizamento da demanda) e a imputa&ccedil;&atilde;o da responsabilidade da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica (fase de conhecimento do processo). Uma vez constitu&iacute;do o precat&oacute;rio,&nbsp;seria ent&atilde;o aplicado o entendimento fixado pelo STF, com a utiliza&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) para fins de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro reafirmou seu entendimento contr&aacute;rio ao uso da TR para fim de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, uma vez que se trataria de &iacute;ndice prefixado e inadequado &agrave; recomposi&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o, e votou no sentido de dar parcial provimento para manter a concess&atilde;o de benef&iacute;cio de presta&ccedil;&atilde;o continuada atualizado monetariamente segundo o IPCA-E, desde a data fixada na senten&ccedil;a. E, para evitar qualquer lacuna sobre o tema e com o prop&oacute;sito de guardar coer&ecirc;ncia e uniformidade com a decis&atilde;o do STF ao julgar a quest&atilde;o de ordem nas ADIs 4357 e 4425, o ministro disse entender que devem ser id&ecirc;nticos os crit&eacute;rios para a corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria de precat&oacute;rios e de condena&ccedil;&otilde;es judiciais da Fazenda P&uacute;blica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acompanharam esse entendimento, na ocasi&atilde;o, os ministros Edson Fachin, Lu&iacute;s Roberto Barroso e Rosa Weber. O ministro Teori Zavascki (falecido) votou pelo provimento do recurso, mantendo a TR como &iacute;ndice de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria durante todo o per&iacute;odo, e o ministro Marco Aur&eacute;lio votou pelo desprovimento total do recurso. O ministro Dias Toffoli pediu vista dos autos na ocasi&atilde;o e, quando trouxe o caso novamente para an&aacute;lise do Pleno, votou pelo provimento integral do recurso, sendo acompanhado pela ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sess&atilde;o desta quarta-feira, o ministro Gilmar Mendes votou pelo provimento do recurso, por entender que n&atilde;o existe, do ponto de vista constitucional, viola&ccedil;&atilde;o que impossibilite a aplica&ccedil;&atilde;o da TR aos juros morat&oacute;rios e &agrave; corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria sobre as condena&ccedil;&otilde;es judiciais impostas &agrave; Fazenda P&uacute;blica, nos termos do artigo 1&ordm;-F da Lei 9.494\/1997.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; o ministro Ricardo Lewandowski acompanhou o relator para dar parcial provimento ao recurso, fixando o IPCA-E como &iacute;ndice de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria a todas as condena&ccedil;&otilde;es impostas &agrave; Fazenda P&uacute;blica. Esse foi o mesmo entendimento do ministro Celso de Mello, que concordou com o relator no sentido do uso do IPCA-E tanto na corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria dos precat&oacute;rios quanto nas condena&ccedil;&otilde;es judiciais da Fazenda P&uacute;blica, para evitar qualquer lacuna sobre a mat&eacute;ria e para guardar coer&ecirc;ncia com as decis&otilde;es do STF na Quest&atilde;o de Ordem nas ADIs 4357 e 4425.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:11px;\">MB\/CR<\/span><\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"3\" height=\"49\" width=\"321\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>Processos relacionados: <a href=\"http:\/\/www.stf.jus.br\/portal\/processo\/verProcessoAndamento.asp?numero=870947&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M\">RE 870947<\/a><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.stf.jus.br\/portal\/cms\/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=356240\"><strong>STF\/Not&iacute;cias<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><b>E vamos em frente&hellip;<\/b><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><b>Abcs\/SF (78)<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p><span style=\"font-family: 'comic sans ms' , cursive;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/OJSilvaFilho48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"font-size: 12px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"OJSilvaFilho48x74\" class=\"alignnone size-full wp-image-5812\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/OJSilvaFilho48x74.jpg\" title=\"OJSilvaFilho48x74\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<b><span style=\"color: #333300;\">OJSilvaFilho<\/span><span style=\"color: #333300;\">.<\/span><\/b><br \/>\n\t<span style=\"color: #333300;\"><span style=\"color: black;\">Ex-Cabo da FAB &#8211; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tEmail:<\/span><b> <a href=\"http:\/\/mailto:ojsf@ig.com.br\/\">ojsilvafilho@gmail.com<\/a><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(&#8230;) o Plen&aacute;rio do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu duas teses sobre a mat&eacute;ria.<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18],"tags":[],"class_list":["post-39339","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagem-2017"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39339","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39339"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39339\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39347,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39339\/revisions\/39347"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39339"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39339"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39339"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}