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{"id":36773,"date":"2017-04-13T14:24:49","date_gmt":"2017-04-13T17:24:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=36773"},"modified":"2017-04-13T14:24:49","modified_gmt":"2017-04-13T17:24:49","slug":"a-quem-interessar-possa-saber-cobranca-indevida-na-conta-de-tv-a-cabo-saiba-se-sua-conta-vem-a-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2017\/04\/a-quem-interessar-possa-saber-cobranca-indevida-na-conta-de-tv-a-cabo-saiba-se-sua-conta-vem-a-mais\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem interessar possa saber&#8230;  Cobran\u00e7a indevida na conta de TV a cabo \u2013 saiba se sua conta vem a mais"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-36774\" height=\"257\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/televisao-a-cabo-395x257.jpg\" width=\"395\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/televisao-a-cabo-395x257.jpg 395w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/televisao-a-cabo-395x257-385x250.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<h1 data-reactid=\"39\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-35005\" height=\"68\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/A-QUEM-INTERESSAR-POSSA...1.jpg\" width=\"308\" \/><\/h1>\n<p data-reactid=\"39\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Cobran&ccedil;a indevida na conta de TV a cabo &ndash; saiba se sua conta vem a mais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em decis&atilde;o proferida nos juizados especiais c&iacute;veis do TJ\/DF, no processo de n. 0726961-58.2016.8.07.0016, a empresa NET\/CLARO foi condenada a devolver em dobro o dinheiro pago pelo consumidor, por cobrar de forma indevida pelo ponto adicional.<\/p>\n<article data-reactid=\"58\">\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso, o consumidor pagou o valor de R$ 4.332,88 por 20 meses, referente ao &quot;aluguel de equipamento habilitado&quot;, que seria o ponto adicional. Ao notar a ilegalidade, uma vez que a cobran&ccedil;a do ponto adicional vinha com o nome alterado, especificado na fatura como &ldquo;aluguel de equipamento habilitado&rdquo;, o homem ingressou com a&ccedil;&atilde;o na justi&ccedil;a para obter a restitui&ccedil;&atilde;o dos valores pagos e ver cessado a cobran&ccedil;a indevida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na decis&atilde;o, a magistrada destacou que a cobran&ccedil;a do ponto extra fere a resolu&ccedil;&atilde;o 488\/07, da Anatel, a qual disp&otilde;e que n&atilde;o deve haver cobran&ccedil;a adicional para pontos instalados no mesmo endere&ccedil;o residencial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao considerar que n&atilde;o se trata de engano justific&aacute;vel, visto que a Anatel previu expressamente a abusividade da cobran&ccedil;a, a ju&iacute;za aplicou a penalidade da repeti&ccedil;&atilde;o do ind&eacute;bito. O valor a ser devolvido ser&aacute; de R$ 8.665,76 mais o montante, em dobro, de parcelas descontadas no curso da demanda, todas acrescidas de juros e corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A magistrada destacou ser ainda mais agravante o fato de as cobran&ccedil;as virem com o nome alterado, &quot;o que, por si s&oacute;, j&aacute; evidencia m&aacute;-f&eacute; pela r&eacute;&quot;. Por fim, determinou que sejam cessadas as cobran&ccedil;as do ponto, ou da rubrica &quot;aluguel de equipamento habilitado&quot;, no prazo de 10 dias, sob pena de multa de R$200.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O QUE DIZ A ANATEL?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre o tema, o Regulamento de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Servi&ccedil;os de Televis&atilde;o por Assinatura, institu&iacute;do pela Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 488\/2007, da ANATEL, disp&otilde;e em seu art. 29 que:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;Art. 29. A programa&ccedil;&atilde;o do Ponto-Principal, inclusive programas pagos individualmente pelo Assinante, qualquer que seja o meio ou forma de contrata&ccedil;&atilde;o, deve ser disponibilizada, sem cobran&ccedil;a adicional, para Pontos-Extras e para Pontos-de-Extens&atilde;o, instalados no mesmo endere&ccedil;o residencial, independentemente do Plano de Servi&ccedil;o contratado.&quot;<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A reda&ccedil;&atilde;o transcrita encontra-se atualmente vigente, exsurgindo por meio de altera&ccedil;&otilde;es normativas oriundas da Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 528\/2009 da ANATEL. Desde ent&atilde;o, numerosos debates surgiram no tocante a higidez da cobran&ccedil;a do ponto-extra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com escopo de aclarar a mat&eacute;ria, a ANATEL, por meio de sua S&uacute;mula n&ordm; 09\/2010, orientou exegese do comentado art. 29, no sentido de se vedar somente a cobran&ccedil;a de programa&ccedil;&atilde;o do ponto-extra, devendo esse disponibilizar o mesmo conte&uacute;do do ponto principal sem qualquer &ocirc;nus. Todavia, enalteceu a autarquia federal que as prestadoras podem cobrar pela instala&ccedil;&atilde;o ou manuten&ccedil;&atilde;o do ponto, a cada evento especificamente demandado. Outrossim, tamb&eacute;m est&atilde;o livres para estipular a maneira pela qual cedem os respectivos aparelhos decodificadores do sinal televisivo, seja atrav&eacute;s de comodato, aluguel ou venda dos dispositivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pertinente, a prop&oacute;sito, reproduzir trecho do verbete sumular que nesse sentido elucida:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;O Regulamento de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Servi&ccedil;os de Televis&atilde;o por Assinatura n&atilde;o veda que a prestadora e o assinante disponham livremente sobre a forma de contrata&ccedil;&atilde;o do equipamento conversor\/decodificador, sendo cab&iacute;vel, portanto, que o fa&ccedil;am por meio de venda, aluguel, comodato, dentre outras, vedado o abuso do poder econ&ocirc;mico. A modifica&ccedil;&atilde;o na forma e nas condi&ccedil;&otilde;es de contrata&ccedil;&atilde;o de equipamento conversor\/decodificador, como a altera&ccedil;&atilde;o de comodato para aluguel, deve ser pactuada entre a prestadora e o assinante, sob pena de nulidade da altera&ccedil;&atilde;o e devolu&ccedil;&atilde;o em dobro dos valores pagos indevidamente pelo assinante, acrescidos de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria e juros legais, sem preju&iacute;zo das san&ccedil;&otilde;es administrativas cab&iacute;veis.&rdquo;<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>ONDE EST&Aacute; O ERRO?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Em tese, a loca&ccedil;&atilde;o dos decodificadores adicionais encontra amparo legal. Sucede que quest&otilde;es f&aacute;ticas circunstanciais em cada caso impedem a mencionada cobran&ccedil;a<\/b>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No &acirc;mbito do territ&oacute;rio capixaba,&nbsp;<b>as empresas de TV a cabo, n&atilde;o oferecem outra op&ccedil;&atilde;o de acesso aos decodificadores sen&atilde;o mediante loca&ccedil;&atilde;o dos mesmos<\/b>. Quando muito, ofertam os aparelhos a t&iacute;tulo de comodato, mas t&atilde;o somente se agregados a outros servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es (internet ou telefone fixo), em n&iacute;tida &ldquo;venda casada&rdquo; para compensar o &ldquo;aluguel&rdquo; supostamente declinado.&nbsp;<b>Inexiste a op&ccedil;&atilde;o de compra dos dispositivos, seja pela pr&oacute;pria prestadora ou terceiros do ramo<\/b>. De igual modo,&nbsp;<b>n&atilde;o &eacute; esclarecido o valor de aquisi&ccedil;&atilde;o do produto pelas empresas veiculadoras de canais fechados<\/b>. Se o fosse, ali&aacute;s, poder-se-ia indicar ao consumidor transparentes e necess&aacute;rios elementos para extrair a abusividade ou n&atilde;o da cobran&ccedil;a do pre&ccedil;o sob a rubrica de loca&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, frise-se que&nbsp;<b>com o advento da S&uacute;mula 09, da ANATEL, as empresas de TV a cabo no Estado apenas modificaram a denomina&ccedil;&atilde;o de cobran&ccedil;a do ponto-extra, que deixou de ser vinculada ao custeio da rede para se refugiar na justificativa de aluguel, mas nada mudou em rela&ccedil;&atilde;o ao pre&ccedil;o final exigido<\/b>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>&Agrave; luz dessas intrincadas peculiaridades, afigura-se induvidoso que a defendida &ldquo;loca&ccedil;&atilde;o&rdquo; de decodificadores, retrata uma t&iacute;pica dissimula&ccedil;&atilde;o para ocultar a cobran&ccedil;a pelo cont&iacute;nuo custeio da rede do ponto adicional, cuja permissibilidade a ANATEL j&aacute; refutou<\/b>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O QUE DIZ A JURISPRUD&Ecirc;NCIA?<\/b><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;APELA&Ccedil;&Atilde;O C&Iacute;VEL. A&Ccedil;&Atilde;O DECLARAT&Oacute;RIA DE INEXIST&Ecirc;NCIA DE D&Eacute;BITO. TV POR ASSINATURA OU A CABO. PONTO-EXTRA OU ADICIONAL. COBRAN&Ccedil;A. ILEGALIDADE. ALUGUEL DISSIMULANDO CUSTEIO CONT&Iacute;NUO DA REDE. 1 &ndash; Nos termos do art. 29, da Resolu&ccedil;&atilde;o ANATEL n&ordm; 488\/2007, c\/c S&uacute;mula n&ordm; 09, da mesma autarquia federal, a programa&ccedil;&atilde;o do ponto-extra oferecido pelas empresas disponibilizadoras de canais fechados deve ocorrer sem &ocirc;nus ao consumidor. Lado outro, podem ser objeto de cobran&ccedil;a a instala&ccedil;&atilde;o e\/ou manuten&ccedil;&atilde;o do ponto adicional (por evento), assim como a loca&ccedil;&atilde;o ou compra do aparelho receptor de sinais. 2 &ndash; Excepcionalmente, afigura-se ileg&iacute;tima a cobran&ccedil;a do ponto-extra quando o intitulado aluguel do decodificador, em verdade, dissimula pagamento pelo custeio da rede, cuja permissibilidade n&atilde;o encontra guarida nos dispositivos regulat&oacute;rios da ANATEL. APELA&Ccedil;&Atilde;O CONHECIDA E DESPROVIDA.&rdquo; (TJGO &ndash; 2&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel &ndash; Rel. Desora. Sandra Regina Teodoro Reis, 7274- 53.2010.8.09.0006 (201093572744), julgado em 18\/09\/2012<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM APELA&Ccedil;&Atilde;O C&Iacute;VEL. A&Ccedil;&Atilde;O ANULAT&Oacute;RIA. TV POR ASSINATURA. COBRAN&Ccedil;A PONTO EXTRA. IMPOSSIBILIDADE. DEVER DE INFORMA&Ccedil;&Atilde;O E TRANSPAR&Ecirc;NCIA. VIOLA&Ccedil;&Atilde;O. AUS&Ecirc;NCIA DE FATO NOVO. RECURSO IMPROVIDO. 1 &#8211; No &acirc;mbito do territ&oacute;rio goiano, &eacute; not&oacute;rio que todas as empresas filiadas, controladas e\/ou franquiadas ao grupo econ&ocirc;mico da Net Servi&ccedil;os de Comunica&ccedil;&atilde;o S. A n&atilde;o oferecem a seus assinantes outra op&ccedil;&atilde;o de acesso aos decodificadores sen&atilde;o mediante loca&ccedil;&atilde;o dos mesmos. Outrossim, n&atilde;o &eacute; esclarecido o valor de aquisi&ccedil;&atilde;o do produto pelas empresas veiculadoras de canais fechados, circunst&acirc;ncias que tornam evidente a inobserv&acirc;ncia do dever de informa&ccedil;&atilde;o prescrito no&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/91585\/c%C3%B3digo-de-defesa-do-consumidor-lei-8078-90\" rel=\"10608773\" title=\"Lei n\u00ba 8.078, de 11 de setembro de 1990.\">C<strong>&oacute;digo de Defesa do Consumidor<\/strong><\/a>. 2 &#8211; Com o advento da S&uacute;mula 09 da ANATEL, a agravante e suas cong&ecirc;neres no Estado apenas modificaram a denomina&ccedil;&atilde;o de cobran&ccedil;a do ponto-extra, que deixou de ser vinculada ao custeio da rede para se refugiar na justificativa de aluguel, mas nada mudou em rela&ccedil;&atilde;o ao pre&ccedil;o final exigido. &Eacute; induvidoso que a defendida &ldquo;loca&ccedil;&atilde;o&rdquo; de decodificadores retrata uma t&iacute;pica dissimula&ccedil;&atilde;o para ocultar a cobran&ccedil;a pelo cont&iacute;nuo custeio da rede do ponto adicional, cuja permissibilidade a ANATEL j&aacute; refutou. 3 &#8211; A recorrente n&atilde;o se desincumbiu do seu dever de transpar&ecirc;ncia e de informar seus clientes sobre as particularidades do contrato, o que n&atilde;o se admite. 4 &#8211; Ausentes argumentos novos que demonstrem o desacerto dos fundamentos utilizados na decis&atilde;o recorrida, nega-se provimento ao recurso. AGRAVO REGIMENTAL CONHECIDO, MAS, IMPROVIDO. DECISAO: A C O R D A M os integrantes da Primeira Turma Julgadora da Quarta C&acirc;mara C&iacute;vel do Egr&eacute;gio Tribunal de Justi&ccedil;a do Estado de Goi&aacute;s, por unanimidade de votos, conhecer do recurso e o desprover, tudo nos termos do voto da relatora. V O T A R A M al&eacute;m da Relatora, os Desembargadores Carlos Escher e Elizabeth Maria da Silva. O julgamento foi presidido pela Desembargadora Elizabeth Maria da Silva. Esteve presente &agrave; sess&atilde;o o ilustre Procurador de Justi&ccedil;a Dr. Jos&eacute; Eduardo Veiga Braga. Goi&acirc;nia, 16 de julho de 2015. Desembargadora NELMA BRANCO FERREIRA PERILO Relatora. PROTOCOLO: 71097-61.2012.8.09.0051(201290710970) COMARCA: GOIANIA<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>CONCLUS&Atilde;O.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bem certo que a disponibilidade de canais televisivos fechados envolve atividade adstrita ao regime jur&iacute;dico privado, tendo como balizamento a livre manifesta&ccedil;&atilde;o de vontades entre os contraentes (<i>pacta sunt vervanda<\/i>), ex vi do art.&nbsp;<strong><a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11272446\/artigo-129-da-lei-n-9472-de-16-de-julho-de-1997\" rel=\"11272446\" title=\"Artigo 129 da Lei n\u00ba 9.472 de 16 de Julho de 1997\">129<\/a><\/strong>, da&nbsp;<strong><a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/103340\/lei-geral-de-telecomunica%C3%A7%C3%B5es-lei-9472-97\" rel=\"11285146\" title=\"Lei n\u00ba 9.472, de 16 de julho de 1997.\">Lei Geral de Telecomunica&ccedil;&otilde;es<\/a><\/strong>. A regra, por&eacute;m, ostenta flagrante mitiga&ccedil;&atilde;o, eis que o subsequente art. 130 estipula obrigat&oacute;ria observ&acirc;ncia aos regulamentos baixados pelas entidades p&uacute;blicas do setor. Se a ANATEL estipulou como &uacute;nicos crit&eacute;rios de cobran&ccedil;a a forma de cess&atilde;o do aparelho receptor e a espec&iacute;fica a instala&ccedil;&atilde;o\/manuten&ccedil;&atilde;o do ponto-extra, n&atilde;o cabe a prestadora de servi&ccedil;os elencar outros argumentos para justificar sua dissimulada cobran&ccedil;a pelo cont&iacute;nuo custeio da rede. Certamente ap&oacute;s averiguar todas as nuances de ordem t&eacute;cnica, a autarquia federal qualificou irrelevantes a necessidade de amplitude do sinal em rela&ccedil;&atilde;o ao ponto adicional para efeito de cobran&ccedil;a, bem como eventuais despesas supostamente extravagantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:12px;\"><b>De concluir, ent&atilde;o, que essas cobran&ccedil;as pela &ldquo;loca&ccedil;&atilde;o&rdquo; dos decodificadores,&nbsp;retrata uma t&iacute;pica dissimula&ccedil;&atilde;o para ocultar a cobran&ccedil;a pelo cont&iacute;nuo custeio da rede do ponto adicional, cuja permissibilidade a ANATEL j&aacute; refutou, e que vem sendo unissonamente combatido pela jurisprud&ecirc;ncia nacional<\/b>.<\/span><\/p>\n<\/article>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a data-profile-tooltip=\"4603812\" data-reactid=\"64\" href=\"https:\/\/leodebone.jusbrasil.com.br\/\"><img decoding=\"async\" alt=\"Leonardo Castro de Bone, Advogado\" data-profile-tooltip=\"4603812\" data-reactid=\"66\" data-src=\"\/\/www.jusbrasil.com.br\/thumbs\/48x48\/s3.amazonaws.com\/jusbrasil-uploads\/profiles\/4603812\/images\/1447958938_standard.jpg\" src=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/thumbs\/48x48\/s3.amazonaws.com\/jusbrasil-uploads\/profiles\/4603812\/images\/1447958938_standard.jpg\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size:10px;\"><a data-profile-tooltip=\"4603812\" data-reactid=\"70\" href=\"https:\/\/leodebone.jusbrasil.com.br\/\">Leonardo Castro de Bone<\/a><br \/>\n\tAdvogado<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">Advogado. P&oacute;s-graduando em Direito Tribut&aacute;rio e Processo Tribut&aacute;rio pela Faculdade de Direito de Vit&oacute;ria (FDV).? Membro da Comiss&atilde;o Especial de Direito do Consumidor OAB\/ES. Membro da Comiss&atilde;o Especial de Estudos Tribut&aacute;rios OAB\/ES. E-mail: debone.adv@gmail.com<\/span><\/p>\n<p><strong>Fonte da Postagem:<\/strong>&nbsp;<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"198\" height=\"79\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-36767\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/cliqueaqui.jpg\" style=\"width: 98px; height: 39px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18],"tags":[],"class_list":["post-36773","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagem-2017"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36773","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36773"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36773\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36824,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36773\/revisions\/36824"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36773"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36773"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36773"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}