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{"id":36419,"date":"2017-03-08T21:35:41","date_gmt":"2017-03-09T00:35:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=36419"},"modified":"2017-03-16T23:44:04","modified_gmt":"2017-03-17T02:44:04","slug":"a-quem-interessar-possa-saber-cabos-da-fab-pre-e-pos-1964-direito-a-anistia-politica-exposicao-de-motivos-e-pormenores-juridicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2017\/03\/a-quem-interessar-possa-saber-cabos-da-fab-pre-e-pos-1964-direito-a-anistia-politica-exposicao-de-motivos-e-pormenores-juridicos\/","title":{"rendered":"\u00c0 quem  interessar possa saber &#8230; &#8220;Cabos da FAB &#8211; (Pr\u00e9 e P\u00f3s 1964) &#8211; direito \u00e0 anistia pol\u00edtica &#8211; exposi\u00e7\u00e3o de motivos e pormenores jur\u00eddicos&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-36427\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/pormenores-2.jpg\" style=\"width: 395px; height: 260px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:16px;\"><strong><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\">Cabos da FAB &#8211; (Pr&eacute; e P&oacute;s 1964) &#8211; direito &agrave; anistia pol&iacute;tica &#8211; exposi&ccedil;&atilde;o de motivos e pormenores jur&iacute;dicos<\/span>. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:16px;\"><strong><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><span style=\"color: rgb(178, 34, 34);\"><span class=\"st\">Para entender os pormenores jur&iacute;dicos ou legais de uma exposi&ccedil;&atilde;o de motivos &eacute; o objetivo deste artigo.<\/span><\/span><\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"385\" height=\"71\" alt=\"\" class=\"alignnone size-medium wp-image-36423\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/0001873667_100-385x71.png\" style=\"width: 350px; height: 71px;\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/0001873667_100-385x71.png 385w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/0001873667_100-768x142.png 768w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/0001873667_100-450x83.png 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/0001873667_100.png 975w\" sizes=\"auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/p>\n<p><strong>De:<\/strong> Guimar&atilde;es Neto [mailto:guimaraesneto2010@bol.com.br]<br \/>\n\t<strong>Enviada em:<\/strong> quarta-feira, 8 de mar&ccedil;o de 2017 21:10<br \/>\n\t<strong>Para:<\/strong> gvlima@terra.com.br<br \/>\n\t<strong>Assunto:<\/strong> <strong><span style=\"color:#800000;\">RATIFICA&Ccedil;&Atilde;O de Ato de EXCE&Ccedil;&Atilde;O por OUTRO+EXPL&Iacute;CITO<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>EXPOSI&Ccedil;&Atilde;O DE PORMENORES PARA SUBSIDIAR OS PROCESSOS DOS CABOS DA FAB CHAMADOS DE P&Oacute;S-64, NA ADMINISTRA&Ccedil;&Atilde;O FEDERAL E JUSTI&Ccedil;A FEDERAL<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &Eacute; sabido que a FAB e a MARINHA usavam tecnologias mais complexas que a comum para sua operacionalidade. Em vista disso, as pra&ccedil;as, os executores, tinham que adquirir conhecimentos t&eacute;cnicos, inerentes &agrave; ARMA, para mant&ecirc;-las em opera&ccedil;&atilde;o. Para tudo isso, era preciso tempo. Na FAB, isto foi superado atrav&eacute;s da presta&ccedil;&atilde;o do &ldquo;servi&ccedil;o militar&rdquo; no modo <strong>volunt&aacute;rio<\/strong>, <strong>n&atilde;o<\/strong> &ldquo;<strong>obrigat&oacute;rio<\/strong>&rdquo;. A incorpora&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria acontecia em 90% dos conscritos da For&ccedil;a A&eacute;rea, antes da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria&nbsp; n&ordm; 1.104\/GM-3\/GAB\/64.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No modo volunt&aacute;rio de cumprimento do servi&ccedil;o militar, o conscrito se obrigava a servir a FAB por (02) dois anos. Em 05 (cinco) meses o Soldado de 2&ordf; Classe estava mobiliz&aacute;vel, e a Aeron&aacute;utica tinha 01 (um) ano e 07 (sete) meses para faz&ecirc;-lo adquirir conhecimento, e aproveitar isso nas atividades da avia&ccedil;&atilde;o militar em terra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com o cumprimento das ordens da Port. 1.104\/64, houve a exclus&atilde;o abrupta e persistente dos Cabos em Atividade. As incorpora&ccedil;&otilde;es passa a ser do modo &ldquo;<strong>servi&ccedil;o<\/strong> <strong>militar<\/strong> <strong>obrigat&oacute;rio<\/strong>&rdquo;, como manda a Constitui&ccedil;&atilde;o e a LSM, com tempo base de 12 (doze) meses, e em casos excepcional podiam os ministros, dilatar o tempo para 18 (dezoito) meses ou encurt&aacute;-lo para 10 (dez) meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para manter a operacionalidade era preciso pra&ccedil;as com conhecimento t&eacute;cnico apropriado. Ent&atilde;o passaram a fazer o que mandava de forma impl&iacute;cita o Oficio n&ordm; 04\/64, ou seja; fazer Curso de Cabo a &ldquo;toque de caixa&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Visto isso, de forma sucinta, temos que perceber que a partir da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/GM-3\/64, o servi&ccedil;o militar na FAB passou a ser s&ograve;mente de forma obrigat&oacute;ria, com 12 (doze) meses para cumprir, esse per&iacute;odo chamado de &ldquo;<strong>tempo<\/strong> <strong>inicial<\/strong>&rdquo; &eacute; <strong>intoc&aacute;vel<\/strong> pela portaria referida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os detalhes acima s&atilde;o para se lembrar de como as coisas eram ou foram, e da&iacute;, tentar entender o porqu&ecirc;, das Cortes maiores se deixarem levar pela AGU e outras Institui&ccedil;&otilde;es que colocaram aos seus &ldquo;t&eacute;cnicos&rdquo; que a Portaria 1.104\/GM-3\/64, seja no modo administrativo ou com o car&aacute;ter pol&iacute;tico, podia ser aplicadas nas pra&ccedil;as (p&oacute;s\/64) de forma natural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A AGU, conseguiu convencer os &ldquo;t&eacute;cnicos &ldquo;do STJ e do STF, que os comandos da Portaria 1.104\/64 eram gen&eacute;ricos e impessoais, e a partir da&iacute;&nbsp; eles passaram a negar nosso direito &agrave; repara&ccedil;&atilde;o pela&nbsp; injusti&ccedil;a que o estado cometeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ent&atilde;o temos que fazer um paradoxo a essa posi&ccedil;&atilde;o assumida pelas duas Cortes. Como disse o &ldquo;Z&eacute; Maria&rdquo;, &eacute; preciso fazer a exuma&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64. Quem j&aacute; leu a Portaria 570\/54, e fazendo a compara&ccedil;&atilde;o com a Port. 1.104\/64, percebe de plano que os soldados da <strong>ATIVA<\/strong> sofre uma pequena discrimina&ccedil;&atilde;o, e os Cabos da <strong>ATIVA, <\/strong>&eacute; atingido com a grande discrimina&ccedil;&atilde;o, com rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de servi&ccedil;o que lhes daria expectativa de direito a ESTABILIDADE. Dessa forma se percebe que os comandos da Port. 1.104\/64 s&atilde;o <strong>espec&iacute;ficos<\/strong> para os Soldados, e para os Cabos, ent&atilde;o na <strong>ativa,<\/strong> com rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de servi&ccedil;o. Isto por que, para os Taifeiros e Sargentos n&atilde;o houve altera&ccedil;&atilde;o. Logo, os comandos restritivos s&atilde;o dirigidos a dois grupos do conjunto das Pra&ccedil;as da Ativa da FAB. Assim, a Portaria 1.104\/GM-3\/64, tamb&eacute;m &eacute; <strong>pessoal<\/strong>, por que seus comandos restritivos s&atilde;o dirigidos a um conjunto de <strong>indiv&iacute;duos incumbidos de certos servi&ccedil;os.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Portaria 1.104\/64 tamb&eacute;m n&atilde;o abrange os Sargentos com rela&ccedil;&atilde;o ao tempo inicial de servi&ccedil;o, j&aacute; que o aluno formado 3&ordm; Sargento, tinham que cumprir um per&iacute;odo de 05 (cinco) anos para pagar o curso, e isso n&atilde;o est&aacute; previsto na referida Portaria. Ali&aacute;s, o Curso de Cabo era car&iacute;ssimo, perto do Curso de Sargento, o Cabo tinha que pagar 06 (seis) dias de servi&ccedil;o por um dia de Curso, j&aacute; o 3&ordm; Sgto. pagava 2,5 (dois) dias e meio por dia de Curso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Demonstramos assim, que a Portaria 1.104\/64 &eacute; <strong>espec&iacute;fica<\/strong> e <strong>pessoal<\/strong>, ao contr&aacute;rio do que alegam a AGU e os Tribunais para n&atilde;o ceder no entendimento de que, h&aacute; direito leg&iacute;timo para os (p&oacute;s\/64), previsto na Lei &ordm; 10.559\/02.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vem agora as demonstra&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis e cabal da ilegalidade da aplica&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64, como fundamento para exclus&atilde;o dos Cabos (p&oacute;s\/64). Est&aacute; escrito assim no <strong>subitem<\/strong> <strong>1.1 &ndash; <\/strong>As Pra&ccedil;as da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira, que completarem o tempo de <strong>servi&ccedil;o<\/strong> <strong>inicial<\/strong> pelo qual <strong>se obrigarem a servir, <\/strong>poder&atilde;o obter prorroga&ccedil;&atilde;o desse tempo, <strong>obedecidas as disposi&ccedil;&otilde;es destas instru&ccedil;&otilde;es. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &Eacute; preciso saber que a Constitui&ccedil;&atilde;o da &eacute;poca, a LSM e depois o RLSM, ou seja; o Dec. Lei n&ordm; 57.654\/66 informa que o <strong>Servi&ccedil;o<\/strong> <strong>Militar<\/strong> <strong>Inicial<\/strong> &eacute; <strong>obrigat&oacute;rio<\/strong> para todo candidato a cidad&atilde;o. Conforme referido Dec. Lei no seu Art.&nbsp; 21 e&nbsp; &sect;&nbsp; 1&ordm; esse tempo inicial <strong>obrigat&oacute;rio <\/strong>&eacute; de 12 (doze) meses basicamente, tempo insuficiente para o soldado da FAB ficar mobiliz&aacute;vel, e exercer atividades t&eacute;cnicas inerentes &agrave; Aeron&aacute;utica militar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nessa 1&ordf; quest&atilde;o se pode perceber uma diferen&ccedil;a de <strong>180&deg;<\/strong> entre <strong>se<\/strong> <strong>obrigar<\/strong> <strong>a<\/strong> <strong>servir<\/strong> e <strong>ser<\/strong> <strong>obrigado<\/strong> <strong>a<\/strong> <strong>servir.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem se obrigava a servir? S&ograve;mente o conscrito <strong>volunt&aacute;rio<\/strong>, que era o modo quase &uacute;nico de incorpora&ccedil;&atilde;o na For&ccedil;a A&eacute;rea, antes da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64. Ent&atilde;o o <strong>1&ordm; quesito, <\/strong>condiz com a verdade da referida Portaria. Suas instru&ccedil;&otilde;es eram s&oacute; para quem <strong>se<\/strong> <strong>obrigou<\/strong> <strong>a<\/strong> <strong>servir, <\/strong>ou seja; a PRA&Ccedil;A (pr&eacute;\/64), a pra&ccedil;a da ativa, ent&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para que os patronos e julgadores notem, que a Portaria 1.104\/64 n&atilde;o mente, que ela est&aacute; focada de forma exclusiva, s&ograve;mente nas Pra&ccedil;as da Ativa quando da sua edi&ccedil;&atilde;o; temos o <strong>item<\/strong> <strong>2.4<\/strong> <strong>que<\/strong> <strong>diz<\/strong>: &ldquo;<strong>ao<\/strong> <strong>soldado<\/strong> <strong>de<\/strong> <strong>2&ordf;<\/strong> <strong>Classe<\/strong> <strong>n&atilde;o<\/strong> <strong>ser&aacute;<\/strong> <strong>concedido<\/strong> <strong>reengajamento<\/strong>.&rdquo; Se pode deduzir que o engajamento era concedido, e como esclarece a Portaria 1.104\/64, esse per&iacute;odo era de <strong>02<\/strong> (<strong>dois<\/strong>) <strong>anos<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Vamos ent&atilde;o ao item <strong>5.1, que reza o seguinte: <\/strong>Ser&atilde;o licenciados, na conclus&atilde;o de tempo, as pra&ccedil;as que:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Sendo soldados de <strong>1&ordf;<\/strong> ou de <strong>2&ordf;<\/strong> <strong>Classe, <\/strong>completarem4(quatro) anos de servi&ccedil;o, contados a partir da data de inclus&atilde;o nas fileiras da FAB<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-left: 18pt; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Fazendo uma concatena&ccedil;&atilde;o dos <strong>2<\/strong> (dois) <strong>itens, o (2.4),&nbsp; e&nbsp; o (5.1)&nbsp; na letra (b), <\/strong>fica claro que &nbsp;este <strong>soldado<\/strong> de 2&ordf; Classe, s&oacute; pode ser da <strong>ativa<\/strong> da FAB, incorporado como <strong>volunt&aacute;rio<\/strong> antes da edi&ccedil;&atilde;o da Port. 1.104\/64 e, <strong>se<\/strong> <strong>obrigou<\/strong> <strong>a<\/strong> <strong>servir<\/strong> a Aeron&aacute;utica por 02 anos. Com o engajamento concedido ele permanecer&aacute; mais 02 (dois) anos que perfaz o total de 04 (<strong>quatro<\/strong>) anos permitido. Notar que o soldado de 2&ordf; Classe incorporado de modo obrigat&oacute;rio ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da Port. 1.104\/64&nbsp; era exclu&iacute;do com 03 (tr&ecirc;s) anos de servi&ccedil;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mais uma vez, se pode perceber que as instru&ccedil;&otilde;es da Portaria n&ordm; 1.104\/64 era para ser aplicada exclusivamente nas pra&ccedil;as da ativa quando da sua edi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Continuando a mostrar que se pode oferecer um paradoxo &agrave;s ila&ccedil;&otilde;es dos &ldquo; t&eacute;cnicos&rdquo; do STF e STJ&nbsp; temos o <strong>item 5.3 <\/strong>da Port<strong>. <\/strong>1104<strong>\/<\/strong>64 que exp&otilde;e:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(&#8230;..)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5<\/strong>.<strong>3<\/strong>&nbsp; &#8211; Ter&atilde;o seu licenciamento adiado, as pra&ccedil;as que incorrerem nas restri&ccedil;&otilde;es das al&iacute;neas&nbsp; (<strong>a<\/strong>) e (<strong>b<\/strong>) do par&aacute;grafo primeiro do <strong>Artigo<\/strong> <strong>54<\/strong> do Estatuto dos Militares;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Considerando que o item <strong>5.3<\/strong> da Portaria 1.104\/64, se refere ao Decreto Lei n&ordm; 9.698, de 02 de setembro de 1946, que no Art. n&ordm; 54 al&iacute;nea (a) e (b) tem a seguinte reda&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(&#8230;..)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>a)<\/strong> &#8211; Sujeito a inqu&eacute;rito militar comum;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>b)<\/strong> &#8211; Submetido a processo no foro militar ou civil, ou no cumprimento de&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; pena de qualquer natureza;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(&#8230;..)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Isto por que o Estatuto dos Militares, que adveio em <strong>1969, <\/strong>ou seja; o Dec. Lei 1.029, de 21\/OUT\/69, no seu <strong>Artigo<\/strong> n&ordm; <strong>54<\/strong> diz o seguinte:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Artigo<\/strong> n&ordm; <strong>54<\/strong> &ndash; O soldo &eacute; irredut&iacute;vel, n&atilde;o est&aacute; sujeito a penhora &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(&#8230;..)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nesse caso ent&atilde;o, fica claro que a inten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria da administra&ccedil;&atilde;o militar, era aplicar as instru&ccedil;&otilde;es da Port. 1.104\/GM-3\/64, s&ograve;mente nas pra&ccedil;as da <strong>ativa, <\/strong>quando da edi&ccedil;&atilde;o da referida Norma, pois, os cabos que permaneceram na ativa ap&oacute;s o ano de <strong>1<\/strong>.<strong>969<\/strong> n&atilde;o foram alcan&ccedil;ados pelo item <strong>5.3<\/strong> da dita Portaria. &Eacute; importante notar que n&atilde;o foi editada nenhuma outra Norma, para enquadrar este importante <strong>item 5.3,<\/strong> depois que foi decretado o novo Estatuto dos Militares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ent&atilde;o, temos at&eacute; agora 04 (quatro) itens decisivos, que mostram de forma inquestion&aacute;vel que as <strong>INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES <\/strong>da Portaria n&ordm; 1.104\/64 n&atilde;o eram para ser aplicadas nas pra&ccedil;as incorporadas na FAB ap&oacute;s 12\/10\/64.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O subitem <strong>4.5<\/strong> do jeito que est&aacute; colocado &eacute; poss&iacute;vel entender que havia a incorpora&ccedil;&atilde;o j&aacute; na gradua&ccedil;&atilde;o de Cabo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da&iacute;, para rebater de vez, o que alegam os &ldquo;t&eacute;cnicos&rdquo; do judici&aacute;rio, e a AGU, e terminando a exuma&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/GM-3\/64, j&aacute; feita em parte pelo perito &ldquo;Z&eacute; Maria&rdquo;, temos abaixo a prova cabal que a referida Portaria, n&atilde;o era para ser aplicada nas Pra&ccedil;as Cabo, incorporados como soldado depois da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64. A mesma foi empregada de forma truculenta&nbsp; como fundamenta&ccedil;&atilde;o para a exclus&atilde;o dos referidos Cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea, chamados de (p&oacute;s\/64). Isso se confirma com o que j&aacute; foi esclarecido anteriormente, e mais os detalhes contundentes dos itens 6.1 ao item 6.6 da Port. 1.104\/64, que exponho para fins de orienta&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6 . 0 &ndash; DISPOSI&Ccedil;&Otilde;ES TRANSIT&Oacute;RIAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6<\/strong> <strong>.<\/strong> <strong>1<\/strong> &#8211;&nbsp; Pra&ccedil;a incorporado em <strong>1956<\/strong>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6<\/strong> <strong>.<\/strong> <strong>2<\/strong> &#8211;&nbsp; Pra&ccedil;a incorporado em <strong>1957<\/strong> e <strong>1958<\/strong>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6<\/strong> <strong>.<\/strong> <strong>3<\/strong> &#8211;&nbsp; Pra&ccedil;a incorporado em <strong>1955<\/strong>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6<\/strong> <strong>.<\/strong> <strong>4<\/strong> &#8211;&nbsp; Pra&ccedil;a incorporado em&nbsp; <strong>1955<\/strong>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6<\/strong> <strong>.<\/strong> <strong>5<\/strong> &#8211;&nbsp; Pra&ccedil;a incorporado em <strong>1959<\/strong>&#8230;&#8230;<strong>1964<\/strong>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6<\/strong> <strong>.<\/strong> <strong>6<\/strong> &#8211;&nbsp; Exatamente, exclusivamente aos (<strong>pr&eacute;<\/strong> \/<strong>64<\/strong>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Analisando com perspic&aacute;cia todos os pormenores j&aacute; mostrados, se pode concluir com firmeza de &nbsp;que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64 &eacute;,como ela pr&oacute;pria diz: &ldquo;Para ser aplicada nas Pra&ccedil;as da Ativa da FAB&rdquo; quando de sua edi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &Eacute; preciso perceber que ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64, o servi&ccedil;o militar inicial passou a ser <strong>prestado<\/strong> de forma <strong>obrigat&oacute;ria<\/strong> e n&atilde;o mais volunt&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Visto isso, se pode concluir que, fosse a <strong>Port. 1.104\/64 envolta por<\/strong> <strong>&ldquo;atmosfera&rdquo; pol&iacute;tica ou administrativa n&atilde;o era para ser aplicada nas pra&ccedil;as incorporada depois de sua edi&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como &eacute;ramos pessoas de &ldquo;boa f&eacute;&rdquo; n&atilde;o percebemos a fraude que nos foi imposta. Tamb&eacute;m n&atilde;o t&iacute;nhamos o poder do conhecimento pr&eacute;vio. Isto por que a verdadeira natureza da Port. 1.104\/64, s&oacute; foi confessada pelo Estado, 38 (trinta e oito) anos depois, conforme s&uacute;mula 2002.07.0003 de 16 de julho de 2002. Por que n&atilde;o revelaram antes???<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Percebemos ent&atilde;o, que a Port. 1.104\/64, n&atilde;o &eacute; gen&eacute;rica, seus comandos est&atilde;o direcionados para as pra&ccedil;as da ativa na &eacute;poca e, s&atilde;o bastante espec&iacute;ficos, tendo como n&uacute;cleo focal os Cabos chamados de (pr&eacute;\/64). Considerando que tais comandos tiveram motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, com &nbsp;o &nbsp;objetivo &nbsp;de &nbsp;fazer a &ldquo;alimpa&ccedil;&atilde;o&rdquo; dos suspeitos&nbsp; subversivos exatamente no quadro dos Cabos. <strong>Considerando ainda, que os Cabos (p&oacute;s-64) de 1965 at&eacute; 1974 foram tidos como contaminados pela conviv&ecirc;ncia o receberam<\/strong> <strong>os mesmos comandos da Port. 1.104\/64 destinados aos que ingressaram na FAB, antes de 12\/10\/64. <\/strong>O qu&ecirc;, n&atilde;o aconteceu com os Cabos de 1.975 para frente de forma gen&eacute;rica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Considerando tamb&eacute;m que a FAB, se aproveitando de um per&iacute;odo de trucul&ecirc;ncia legislativa, n&atilde;o se deu ao trabalho de fazer outra norma, espec&iacute;fica&nbsp; &agrave;s pra&ccedil;as incorporadas entre 1.965 e 1.974, para&nbsp; exclu&iacute;-los da ativa de modo apropriado, esticou os comandos da Portaria 1.104\/64 de forma ilegal e criminosa&nbsp; e pautada na mesma &ldquo;atmosfera&rdquo; pol&iacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Isso fica provado, por que um marco temporal&nbsp; &ldquo;t&eacute;cnico&rdquo; n&atilde;o impede que o &acirc;mbito pol&iacute;tico de uma Norma continue a existir, a n&atilde;o ser que a pr&oacute;pria Norma determine o impedimento, como foi o caso da Portaria n&ordm; 1371, de 18\/NOV\/82 que mostra tal a&ccedil;&atilde;o no <strong>Capitulo<\/strong> <strong>VI<\/strong>,<strong>al&iacute;nea<\/strong> (<strong>F<\/strong>). Desta forma se o soldado ingressa de forma oficial no dia <strong>14\/10\/64, <\/strong>no Partido dos Cabos Comunista da FAB, ele exala a mesma &ldquo;nhaca&rdquo; comunista daquele que&nbsp; ingressou no PCCFAB em JAN\/64, ou antes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do exposto at&eacute; agora, se pode concluir que, mesmo se o car&aacute;ter da Port. 1.104\/GM-3\/64 fosse considerado exclusivamente administrativo, seus comandos em Estado Democr&aacute;tico de Direito, n&atilde;o poderia ser aplicados nas pra&ccedil;as (p&oacute;s\/64).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Sumula administrativa n&ordm; 2002.07.0003, de 16\/07\/02, de forma imperativa e taxativa esclarece que a Portaria 1.104\/GM-3\/64 &eacute; &ldquo;Ato de Exce&ccedil;&atilde;o de natureza Exclusivamente Pol&iacute;tica&rdquo;. Com base nesse esclarecimento os (pr&eacute;\/64) pleiteiam a repara&ccedil;&atilde;o da injusti&ccedil;a que o Estado cometeu, e a Lei 10.559\/02 visa reparar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como j&aacute; esclarecido anteriormente, a Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64, n&atilde;o poderia constar do documento p&uacute;blico, o Hist&oacute;rico Militar das pra&ccedil;as (p&oacute;s\/64), ainda mais, notem isso, como fundamenta&ccedil;&atilde;o para sua exclus&atilde;o da ativa da FAB por conclus&atilde;o de tempo de servi&ccedil;o, pois todos os comandos restritivos da referida Portaria, est&atilde;o direcionados de forma espec&iacute;fica e terminante &agrave;s pra&ccedil;as ( pr&eacute; \/64 ).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O <strong>crime<\/strong> <strong>de<\/strong> <strong>falsidade<\/strong> <strong>ideol&oacute;gica, <\/strong>&eacute; inscrito no C&oacute;digo Penal Brasileiro como Artigo <strong>299, <\/strong>e tem a seguinte reda&ccedil;&atilde;o: &ldquo;<strong>omitir em documento<\/strong> <strong>p&uacute;blico ou particular, declara&ccedil;&atilde;o que dele devia constar, ou nele inserir ou<\/strong> <strong>fazer inserir declara&ccedil;&atilde;o falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o<\/strong> <strong>fim de prejudicar&nbsp; direitos, criar obriga&ccedil;&atilde;o ou alterar a verdade sobre<\/strong> <strong>fatos juridicamente relevante&rdquo;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Da&iacute;, analisando o Oficio n&ordm; 04, de 04 de Setembro de 1964, se pode concluir com certeza que em Estado Democr&aacute;tico de Direito, os comandos da Port. 1.104\/GM-3\/64, tamb&eacute;m n&atilde;o poderia ser aplicados para excluir as pra&ccedil;as ent&atilde;o na ativa da Aeron&aacute;utica. Isso porqu&ecirc;, seus comandos retroagiram para prejudicar. Em vista da robustez de detalhes pol&iacute;ticos hist&oacute;rico, que acionaram a edi&ccedil;&atilde;o da Port. 1.104\/64, ela foi considerada um ato de exce&ccedil;&atilde;o com natureza exclusivamente pol&iacute;tica. Logo, um ato com esse car&aacute;ter n&atilde;o gera efeitos legais como j&aacute; decidiu a suprema Corte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Seja pequeno ou grande o pr&iacute;ncipe, &eacute; sabido que quem assume um poder, a 1&ordf; coisa que tem que fazer &eacute; limpar sua base de sustenta&ccedil;&atilde;o nesse poder, &nbsp;para o presente e para o &nbsp;futuro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A FAB &nbsp;tinha conhecimento pr&eacute;vio do por que da edi&ccedil;&atilde;o da&nbsp;&nbsp; Portaria n&ordm; 1.104\/GM-3\/64, tinha conhecimento pr&eacute;vio tamb&eacute;m da MP n&ordm; 2.151,de 31 de maio de 2001 e igualmente da Lei n&ordm; 10.559\/02. Desta forma sabiam que a referida Portaria &eacute; um &ldquo;ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&rdquo;. Com isso e, sabendo tamb&eacute;m que tal Norma causou uma grande injusti&ccedil;a e muitos preju&iacute;zos numa parte cr&iacute;tica da juventude dos ex-cabos, a Aeron&aacute;utica n&atilde;o hesitou em prejudic&aacute;-los de novo. Isso acontece por que a partir de 2.001, por causa da burocracia houve a necessidade de fornecer c&oacute;pia dos Hist&oacute;ricos Militar de todos os ex-cabos da Aeron&aacute;utica, que pretendiam pedir repara&ccedil;&atilde;o perante a MP 2151\/01 MP n&ordm; 65\/02 e depois a Lei n&ordm; 10.559\/02, onde o Hist&oacute;rico Militar &eacute; a fundamenta&ccedil;&atilde;o do pedido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ent&atilde;o, sabendo que o Hist&oacute;rico Militar &eacute; um documento p&uacute;blico e nele &nbsp;deve <strong>constar<\/strong> a &nbsp;<strong>verdade<\/strong>, o &nbsp;que &nbsp;aconteceu &nbsp;com o militar, no caso, o motivo por que ele foi exclu&iacute;do da ativa &eacute; o principal esclarecimento. No entanto o que se viu, foi a FAB continuar com a inten&ccedil;&atilde;o de&nbsp;&nbsp; prejudicar os ex-cabos. Para tanto, a For&ccedil;a A&eacute;rea com conhecimento pr&eacute;vio do motivo da edi&ccedil;&atilde;o da Port. 1.104\/GM-3\/64, com pr&eacute;vio conhecimento da MP n&ordm; 2.151, de 31 de maio de 2001, e da Lei n&ordm; 10.559\/02, e mais, dos procedimentos para a apresenta&ccedil;&atilde;o da s&uacute;mula administrativa n&ordm; 2002.07.0003, pois tinha na Comiss&atilde;o de Anistia um representante. Com tudo isso a FAB preferiu incorrer no <strong>Artigo<\/strong> n&ordm; <strong>299<\/strong> do <strong>CPB<\/strong>, pois os Hist&oacute;ricos Militar emitidos a partir do ano de 2001, n&atilde;o <strong>constam<\/strong>, foi <strong>omitida<\/strong>, a <strong>declara&ccedil;&atilde;o<\/strong> <strong>verdadeira<\/strong> do motivo da exclus&atilde;o da pra&ccedil;a Cabo da ativa da Aeron&aacute;utica, depois de tantos anos de <strong><u>EFETIVO<\/u><\/strong> servi&ccedil;o. Mesmo sabendo que a <strong>verdade<\/strong> sobre a exclus&atilde;o &eacute; um <strong>fato<\/strong> <strong>juridicamente<\/strong> <strong>relevante<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Considerando que, para identificar os que fazem jus ao que prev&ecirc; a Lei n&ordm; 10.559\/02 e para n&atilde;o <strong>prejudicar<\/strong> <strong>direitos<\/strong> a FAB tinha que inserir fazer constar no documento p&uacute;blico, o Hist&oacute;rico Militar, dos ex-Cabos ( pr&eacute;-64 ), e dos ex-Cabos &nbsp;incorporados at&eacute; o ano de 1974, a <strong>declara&ccedil;&atilde;o<\/strong> <strong>que<\/strong> <strong>eles<\/strong> <strong>foram<\/strong> <strong>exclu&iacute;dos<\/strong> <strong>da<\/strong> <strong>ativa<\/strong> <strong>por<\/strong> <strong>motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica.<\/strong> S&ograve;mente o instrumento que foi usado para a exclus&atilde;o n&atilde;o faz a moldura f&aacute;tico-jur&iacute;dica. Isto por que um marco temporal &ldquo;<strong>t&eacute;cnico<\/strong>&rdquo; n&atilde;o tem o cond&atilde;o de dividir a <strong>A&Ccedil;&Atilde;O pol&iacute;tica de um ATO, <\/strong>a n&atilde;o ser que o pr&oacute;prio ato o divida<strong>, <\/strong>como foi o caso da Portaria 1.371<strong>\/<\/strong>82<strong>.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O motivo POL&Iacute;TICO que levou a FAB a se enquadrar no Art. 299 do C&oacute;digo Penal Brasileiro, fica evidente quando a Portaria 1.371\/GM-3\/82, retroage para beneficiar, com a perman&ecirc;ncia na ativa, os Cabos que ingressaram na Aeron&aacute;utica, de 1974 para frente, e incorporados sob a &eacute;gide da Portaria 1.104\/GM-3\/64. De forma <strong>explicita <\/strong>a Port<strong>. <\/strong>1.371<strong>\/<\/strong>82 informa que o interessado em continuar na ativa n&atilde;o pode ser suspeito subversivo. &Eacute; consequente, que os Cabos que foram incorporados na For&ccedil;a A&eacute;rea, de 1965 at&eacute; 1974 os (p&oacute;s-64), foram considerados de modo <strong>IMPLICITO<\/strong>, <strong>T&Aacute;CITO<\/strong>, <strong>SUBENTENDIDO, <\/strong>pra&ccedil;as, que de forma gen&eacute;rica, professavam os fatores constante na Port. 1.371\/82, e por isso foram impedidos de permanecer na ativa da Aeron&aacute;utica. Deste modo fica claro que a FAB optou por usar o mesmo instrumento &ldquo;ilegal&rdquo;, a Portaria 1.104\/GM-3\/64, para exclu&iacute;-los do mesmo modo que foram, os Cabos (pr&eacute;\/4). Porquanto, n&atilde;o incluindo no Hist&oacute;rico Militar dos ex-Cabos de 1965 at&eacute; 03, de 16\/07\/02. Isto por que a expectativa de permanecer na FAB e adquirir a estabilidade n&atilde;o foi ofendida. Acontece que os bons advogados n&atilde;o est&atilde;o mostrando para os operadores da justi&ccedil;a que, a <strong>expectativa<\/strong> <strong>de<\/strong> <strong>direito<\/strong> ou <strong>direito<\/strong> <strong>de<\/strong> <strong>fato<\/strong> s&oacute; passou a existir para os cabos das FFAA, com o Dec. Lei 1.029, de 21 de outubro de 1969.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No <strong>meu<\/strong> <strong>modo<\/strong> <strong>de<\/strong> &ldquo;<strong>ver<\/strong>&rdquo;, era permitido chegar ao patamar de 08 (oito) anos, e conforme estudos nas Medidas Provis&oacute;rias que deram origem a Lei n&ordm; 10.559\/02, com mais um per&iacute;odo o Cabo alcan&ccedil;aria a estabilidade. Deste modo, a expectativa de direito &agrave; estabilidade s&oacute; acontece para o Cabo, seja (p&oacute;s-64) ou (pr&eacute;-64), quando alcan&ccedil;a este patamar de 08 (oito) anos. Isso fica mais evidente e formal quando o Cabo no patamar dos 08 (oito) anos, &eacute; submetido aos exames das letras &ldquo;d&rdquo; e &ldquo;v&rdquo; da IRIS, e &eacute; julgado APTO, pois, da&iacute;, caso n&atilde;o houvesse a Port.1.104\/64; o Cabo realmente teria a expectativa de direito &agrave; ESTABILIDADE.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em se falando de expectativa de direito a permanecer na FAB e, vir a adquirir direito &agrave; estabilidade, &eacute; triste perceber que n&atilde;o foi mostrado aos operadores do direito, a grande expectativa que tinham os Cabos ( p&oacute;s-64 ) de acessar a estabilidade atrav&eacute;s da EEAER. Isso seria poss&iacute;vel com a prepara&ccedil;&atilde;o persistente para superar os crit&eacute;rios objetivos. Mas, <strong><u>DURANTE<\/u><\/strong><u> <strong>O<\/strong> <strong>JOGO<\/strong><\/u>, a FAB por meio da trucul&ecirc;ncia excepcional mudou as regras, diminuindo o limite de idade para matr&iacute;cula naquela Escola, e com isso tirou a expectativa de perman&ecirc;ncia na ATIVA, daqueles considerados mais contaminados, e por extens&atilde;o de todos (p&oacute;s\/64). Isto devia ser apresentado na <strong>ADPF-158.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As informa&ccedil;&otilde;es abaixo s&atilde;o de vital import&acirc;ncia para mostrar de forma t&eacute;cnica, que a Portaria 1.104\/GM-3\/64, tem toda sua &iacute;ndole seu car&aacute;ter&nbsp; exclusivamente pol&iacute;tico usado para perseguir sem tr&eacute;gua os Cabos (p&oacute;s-64), culminando quando os&nbsp; atinge com a exclus&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>O<\/strong> <strong>ELEMENTAR<\/strong> <strong>E<\/strong> <strong>O<\/strong> <strong>COMPLEMENTAR<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 21 de outubro de 1969, foi editado o Decreto-Lei n&ordm; 1.029, sua edi&ccedil;&atilde;o est&aacute; <strong>conexa<\/strong> com o <strong>Ato<\/strong> <strong>de<\/strong> <strong>exce&ccedil;&atilde;o<\/strong> <strong>Institucional<\/strong> <strong>n&ordm;<\/strong> <strong>16<\/strong>, de 14\/10\/69, e mais ainda, com o <strong>Ato<\/strong> <strong>de<\/strong> <strong>exce&ccedil;&atilde;o<\/strong> <strong>Institucional<\/strong> <strong>n&ordm;<\/strong> <strong>5<\/strong> de 13 de dezembro de 1968, e <strong>justamente<\/strong> <strong>no<\/strong> <strong>&sect;<\/strong> <strong>1&ordm;<\/strong> <strong>do<\/strong> <strong>seu<\/strong> <strong>Art<\/strong>. <strong>2&ordm;<\/strong>. Desta forma o Dec. Lei <strong>n&ordm; 1.029\/69,<\/strong> &eacute; um Ato de exce&ccedil;&atilde;o Complementar na plena abrang&ecirc;ncia do termo. Ent&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Considerando que o Ato de exce&ccedil;&atilde;o Complementar&nbsp; Dec. Lei n&ordm; 1.029, de 21 de outubro de 1969, no seu <strong>Artigo<\/strong> <strong>n&ordm;<\/strong> <strong>52<\/strong> e <strong>al&iacute;nea<\/strong>&nbsp; (<strong>b<\/strong>), <strong>ressalva<\/strong> os comandos restritivos da Portaria 1.104\/GM-3\/64 .Fazendo isso, <strong>ELE<\/strong> <strong>transfere<\/strong> todo seu aparato, toda sua gen&eacute;tica e todo seu car&aacute;ter de Ato de Exce&ccedil;&atilde;o Complementar com motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica para a Portaria 1.104\/GM-3\/64, confirmando autenticamente e &nbsp;<strong><u>RATIFICANDO<\/u><\/strong> a mesma &iacute;ndole que ELA teve quando foi editada;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2&nbsp; &nbsp;&#8211;&nbsp; Considerando tamb&eacute;m, que os Cabos (p&oacute;s\/64) agora na ativa e os (pr&eacute;\/64) ainda na ativa no final do ano de 1969, est&atilde;o sendo regidos peremptoriamente por uma Norma, Portaria 1.104\/GM-3\/64, cuja natureza exclusivamente pol&iacute;tica, foi <strong>ratificada<\/strong> nesse ano de 1.969 pelo <strong>encadeamento <\/strong>do Ato de Exce&ccedil;&atilde;o Complementar Dec. Lei n&ordm; <strong>1<\/strong>.<strong>029<\/strong>\/<strong>69<\/strong>, Ato Institucional <strong>n&ordm;<\/strong> <strong>16<\/strong>, de 14\/10\/69 e pelo Ato Institucional <strong>n&ordm;<\/strong> <strong>5<\/strong>, de 13\/12\/68.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>&Eacute; consequente depreender o seguinte:<\/u><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&ldquo; A expectativa de direito &agrave; estabilidade do Cabo (P&Oacute;S\/64), tem a mesma origem da expectativa de direito que tinha o Cabo (pr&eacute;\/64). Tudo por que &eacute; inquestion&aacute;vel que a Port. 1.104\/GM3\/64 um Ato de Exce&ccedil;&atilde;o com motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica n&atilde;o gera efeitos legais. Sendo assim, tanto o Cabo (pr&eacute;\/64) e o Cabo (p&oacute;s\/64) tiveram sua expectativa de direito &agrave; estabilidade obstaculizada pelo mesmo Ato de Exce&ccedil;&atilde;o, e com a mesma natureza exclusivamente pol&iacute;tica foi <\/strong><strong><u>RATIFICADA<\/u><\/strong> <strong>em 21 de Outubro de 1969, pelo Dec. Lei n&ordm; 1.029\/69.&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>OBSERVA&Ccedil;&Otilde;ES:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 &#8211; Os Processos que ainda est&atilde;o em andamento dever&atilde;o usar o Artigo n&ordm; 102 no inciso III, al&iacute;nea (a) CF\/88;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 &#8211; No caso da alega&ccedil;&atilde;o do conhecimento pr&eacute;vio, se defender com o que prescreve o Art. 3&ordm; da L I N DB;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3 &#8211; Com rela&ccedil;&atilde;o a &ldquo;STATUS&rdquo; de Cabo, alegar que Taifeiros e Sargentos tamb&eacute;m n&atilde;o tinham &ldquo;STATUS&rdquo; de Cabo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4&nbsp; &#8211;&nbsp; Alguns operadores da justi&ccedil;a dizem que as Notas AGU\/JD-3\/2003 e a JD-1\/2006, tem uma &oacute;tica que leva ao entendimento de que a Port. 1.104\/64, por si s&oacute; n&atilde;o configura ato de exce&ccedil;&atilde;o. Isso &eacute; f&aacute;cil de entender, pois ela foi constru&iacute;da com base no revanchismo e procedimento maquiav&eacute;lico. Tamb&eacute;m, se analisarem o AI-5 sob a mesma &oacute;tica, ver&atilde;o que &eacute; apenas mais um Ato administrativo, com objetivo de fazer cumprir a Lei, e manter a governabilidade do pa&iacute;s. Se eles fizerem o que se propuseram a fazer quando abra&ccedil;aram a &ldquo;justi&ccedil;a&rdquo;, abrir&atilde;o todo &acirc;ngulo visual de seus olhos e enxergar&atilde;o a &oacute;tica da Port. 1371\/82 ,que os levar&aacute;&nbsp; pelo caminho do DIREITO, ou seja; o entendimento cabal que a Port. 1.104\/GM-3\/64,&nbsp; &eacute; um Ato de Exce&ccedil;&atilde;o com natureza exclusivamente pol&iacute;tica por <u>S&Iacute; S&Oacute;.<\/u><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,sans-serif;\nmso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font:\nminor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;\nmso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:\nEN-US;mso-bidi-language:AR-SA\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">LIMEIRA-SP<\/span><\/strong><br \/>\n\t<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong><span style=\"font-size:16px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\">Jos&eacute; Ferreira Guimar&atilde;es Neto<\/span><\/span><br \/>\n\tEx-CB\/66-DPAFA\/QG-4<\/strong><br \/>\n\t<strong><a href=\"mailto:guimaraesneto2010@bol.com.br\">guimaraesneto2010@bol.com.br<\/a><br \/>\n\t(19) 98160-7862 (Whatsapp)<br \/>\n\t(19) 98295-4907<br \/>\n\t(19) 3452-6366<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cabos da FAB &#8211; (Pr&eacute; e P&oacute;s 1964) &#8211; direito &agrave; anistia pol&iacute;tica &#8211; exposi&ccedil;&atilde;o de motivos e pormenores jur&iacute;dicos. Para entender os pormenores jur&iacute;dicos ou legais de uma exposi&ccedil;&atilde;o de motivos &eacute; o objetivo deste artigo.<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18],"tags":[],"class_list":["post-36419","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagem-2017"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36419","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36419"}],"version-history":[{"count":20,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36419\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36515,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36419\/revisions\/36515"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36419"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36419"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36419"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}