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{"id":35182,"date":"2016-12-01T15:48:49","date_gmt":"2016-12-01T18:48:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=35182"},"modified":"2016-12-07T06:19:35","modified_gmt":"2016-12-07T09:19:35","slug":"informativo-de-jurisprudencia-do-stf-programa-plenarias-tv-jusitca-anistia-politica-retroativos-atrasadoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2016\/12\/informativo-de-jurisprudencia-do-stf-programa-plenarias-tv-jusitca-anistia-politica-retroativos-atrasadoes\/","title":{"rendered":"Informativo de Jurisprud\u00eancia do STF. Programa Plen\u00e1rias TV Justi\u00e7a. Anistia Pol\u00edtica. Retroativos. Atrasad\u00f5es."},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"informativos-stf-stj\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35183\" height=\"276\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Informativos.stf_.stj_.jpg\" width=\"395\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Informativos.stf_.stj_.jpg 395w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Informativos.stf_.stj_-385x269.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:16px;\"><strong><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">Informativo de Jurisprud&ecirc;ncia do STF. Programa Plen&aacute;rias TV Jusit&ccedil;a. Anistia Pol&iacute;tica. Retroativos. Atrasad&otilde;es.<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>De:<\/strong> Marcelo Torre&atilde;o [mailto:torreao@tmld.com.br]<br \/>\n\t<strong>Enviada em:<\/strong> quinta-feira, 1 de dezembro de 2016 15:28<br \/>\n\t<strong>Para:<\/strong> (&#8230;); asane@asane.org.br; asane2002@gmail.com; (&#8230;)<br \/>\n\t<strong>Assunto:<\/strong> <span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">Informativo de Jurisprud&ecirc;ncia do STF. Programa Plen&aacute;rias TV Jusit&ccedil;a. Anistia Pol&iacute;tica. Retroativos. Atrasad&otilde;es.<\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">&nbsp;No Informativo de <strong>Informativo de Jurisprud&ecirc;ncia do STF<\/strong>, foi noticiada a vit&oacute;ria quanto ao direito dos anistiados ao recebimento do valor retroativo previsto na portaria de anistia (atrasad&atilde;o).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">&nbsp;No final do informativo, est&aacute; o v&iacute;deo do Programa Plen&aacute;rias da TV Justi&ccedil;a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">&nbsp;O Programa Plen&aacute;rias da <strong>TV Justi&ccedil;a<\/strong> analisou o julgamento e destacou a sustenta&ccedil;&atilde;o oral feita pelo advogado <strong>Dr. Marcelo Pires Torre&atilde;o<\/strong>, do escrit&oacute;rio Torre&atilde;o, Machado e Linhares Dias Advocacia e Consultoria.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Veja abaixo a mat&eacute;ria publicada no Informativo do STF e v&iacute;deo do programa Plen&aacute;rias da TV Justi&ccedil;a:<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong><span style=\"font-size: 16px;\">Repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica de anistiado pol&iacute;tico e disponibilidade or&ccedil;ament&aacute;ria<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><small>01\/12\/2016<\/small><br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size:14px;\">Retroativos. Anistiado pol&iacute;tico. Disponibilidade Or&ccedil;ament&aacute;ria.<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Texto publicado no Informativo de Jurisprud&ecirc;ncia do Supremo Tribunal Federal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao final do informativo, est&aacute; um link que leva ao Programa Plen&aacute;rias da TV Justi&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Programa Plen&aacute;rias da TV Justi&ccedil;a analisou o julgamento e destacou a&nbsp;sustenta&ccedil;&atilde;o oral feita pelo advogado Dr. Marcelo Pires Torre&atilde;o, do escrit&oacute;rio Torre&atilde;o, Machado e Linhares Dias Advocacia e Consultoria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reconhecido o direito &agrave; anistia pol&iacute;tica, a falta de cumprimento de requisi&ccedil;&atilde;o ou determina&ccedil;&atilde;o de provid&ecirc;ncias por parte da Uni&atilde;o, por interm&eacute;dio do &oacute;rg&atilde;o competente, no prazo previsto nos arts. 12, &sect; 4&ordm;, e 18, &ldquo;caput&rdquo; e par&aacute;grafo &uacute;nico, da Lei 10.599\/2002, caracteriza ilegalidade e viola&ccedil;&atilde;o de direito l&iacute;quido e certo. Havendo rubricas no or&ccedil;amento destinadas ao pagamento das indeniza&ccedil;&otilde;es devidas aos anistiados pol&iacute;ticos e n&atilde;o demonstrada a aus&ecirc;ncia de disponibilidade de caixa, a Uni&atilde;o h&aacute; de promover o pagamento do valor ao anistiado no prazo de 60 dias. Na aus&ecirc;ncia ou na insufici&ecirc;ncia de disponibilidade or&ccedil;ament&aacute;ria no exerc&iacute;cio em curso, cumpre &agrave; Uni&atilde;o promover sua previs&atilde;o no projeto de lei or&ccedil;ament&aacute;ria imediatamente seguinte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com base nessa orienta&ccedil;&atilde;o, o Plen&aacute;rio negou provimento a recurso extraordin&aacute;rio em que debatido o pagamento imediato de repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica a anistiados pol&iacute;ticos, tendo em conta a aus&ecirc;ncia de previs&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria e o regime de precat&oacute;rios para pagamento de valores pelos quais o Estado &eacute; condenado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De in&iacute;cio, o Colegiado lembrou que a declara&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico &eacute; conferida em favor daqueles que, no per&iacute;odo de 18.9.1946 a 5.10.1988, sofreram preju&iacute;zos em decorr&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica por meio de ato de exce&ccedil;&atilde;o (ADCT, art. 8&ordm;, &ldquo;caput&rdquo;). E, para liquidar as repara&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas desses anistiados, o or&ccedil;amento anual da Uni&atilde;o destina valores expressivos, em presta&ccedil;&atilde;o &uacute;nica ou em presta&ccedil;&atilde;o mensal permanente e continuada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pontuou que, de acordo com o princ&iacute;pio da legalidade da despesa p&uacute;blica, a Administra&ccedil;&atilde;o deve atuar de acordo com par&acirc;metros e valores determinados pela Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria Anual (LOA). O or&ccedil;amento, por sua vez, deve estar adequado &agrave; Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias (LDO) e ao Plano Plurianual (PPA), em respeito aos princ&iacute;pios da hierarquia e da integra&ccedil;&atilde;o normativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, a jurisprud&ecirc;ncia da Corte consolidou a premissa de que a exist&ecirc;ncia de dota&ccedil;&atilde;o legal &eacute; suficiente para que haja o cumprimento integral da portaria que reconhece a condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico. Demonstrada, portanto, a exist&ecirc;ncia de dota&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria, decorrente de presumida e leg&iacute;tima programa&ccedil;&atilde;o financeira pela Uni&atilde;o, n&atilde;o se visualiza afronta ao princ&iacute;pio da legalidade da despesa p&uacute;blica ou &agrave;s regras constitucionais que imp&otilde;em limita&ccedil;&otilde;es &agrave;s despesas de pessoal e concess&otilde;es de vantagens e benef&iacute;cios pessoais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, a recusa de incluir em or&ccedil;amento o cr&eacute;dito previsto em portaria concessiva de anistia afronta o princ&iacute;pio da dignidade da pessoa humana. Afinal, trata-se de cidad&atilde;o cujos direitos preteridos por atos de exce&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica foram admitidos com anos de atraso pelo Estado, n&atilde;o podendo esse se recusar a cumprir a repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica reconhecida como devida e justa por procedimento administrativo instaurado com essa finalidade. A op&ccedil;&atilde;o do legislador, ao garantir os direitos a esses anistiados, foi de propiciar restabelecimento m&iacute;nimo dessa dignidade &agrave;queles que a tiveram destro&ccedil;ada por regime antidemocr&aacute;tico outrora instalado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Havendo o reconhecimento do d&eacute;bito pelo &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico em favor do anistiado pol&iacute;tico e a destina&ccedil;&atilde;o da verba em montante expressivo em lei, n&atilde;o h&aacute; como acolher a tese de inviabilidade do pagamento pela aus&ecirc;ncia de previs&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Tribunal salientou, ainda, que admitir a limita&ccedil;&atilde;o da dota&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria para a satisfa&ccedil;&atilde;o dos efeitos retroativos da concess&atilde;o de repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica somente aos anistiados que firmaram termo de ades&atilde;o, nos termos da Lei 11.354\/2006, levaria ao reconhecimento da sujei&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria do anistiado pol&iacute;tico ao parcelamento previsto nessa norma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando-se que n&atilde;o houve viola&ccedil;&atilde;o do princ&iacute;pio da pr&eacute;via dota&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria, n&atilde;o se admite o argumento de que o pagamento dos valores retroativos levar&aacute; a situa&ccedil;&atilde;o de insolv&ecirc;ncia. A inexist&ecirc;ncia de recursos deve ser real e demonstrada de forma esclarecedora. N&atilde;o basta a mera alega&ccedil;&atilde;o de que se poder&aacute; levar a Administra&ccedil;&atilde;o &agrave; exaust&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do regime de precat&oacute;rios para pagamento de valores retroativos, o Colegiado rememorou orienta&ccedil;&atilde;o jurisprudencial no sentido de se determinar o pagamento de repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica retroativa em raz&atilde;o da exist&ecirc;ncia de leis or&ccedil;ament&aacute;rias posteriores &agrave; edi&ccedil;&atilde;o da respectiva portaria de anistia com previs&atilde;o de recursos financeiros especificamente para a liquida&ccedil;&atilde;o de indeniza&ccedil;&otilde;es deferidas a anistiados pol&iacute;ticos, a afastar a aplica&ccedil;&atilde;o do art. 100 da Constitui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A indeniza&ccedil;&atilde;o devida ao anistiado pol&iacute;tico integra grupo espec&iacute;fico que merece tratamento diferenciado por disposi&ccedil;&atilde;o constitucional (ADCT, art. 8&ordm;). Por&eacute;m, no caso de anistia, n&atilde;o se condena o Poder P&uacute;blico ao pagamento de determinado valor em decorr&ecirc;ncia de decis&atilde;o judicial, como ocorre com precat&oacute;rios. A puni&ccedil;&atilde;o ocorre em virtude de determina&ccedil;&atilde;o administrativa, de forma que o pagamento deve ser imediato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O or&ccedil;amento, embora seja lei em sentido formal, &eacute; autorizativo. N&atilde;o se constitui em reconhecimento da d&iacute;vida estatal. A obriga&ccedil;&atilde;o est&aacute; na portaria, e o Poder P&uacute;blico pode, excepcionalmente, fundamentar a impossibilidade de cumprir a lei e a decis&atilde;o administrativa vinculante. Nessa hip&oacute;tese, a Uni&atilde;o deve, justificada e detalhadamente, motivar a decis&atilde;o quando da elabora&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento anual, al&eacute;m de indicar por que n&atilde;o cumpre a decis&atilde;o administrativa vinculante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso concreto, como havia rubricas no or&ccedil;amento destinadas ao pagamento das indeniza&ccedil;&otilde;es devidas e n&atilde;o foi demonstrada a aus&ecirc;ncia de disponibilidade de caixa, a Uni&atilde;o h&aacute; de promover o pagamento imediato do valor ao recorrido, sem cogitar a observ&acirc;ncia ao regime dos precat&oacute;rios. Ademais, n&atilde;o se deve determinar a inclus&atilde;o da d&iacute;vida reconhecida no or&ccedil;amento para o pr&oacute;ximo ano, pois a mora j&aacute; se operou e pagamentos foram realizados a terceiros durante os anos em que o anistiado deixou de ter seu cr&eacute;dito atendido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro Edson Fachin ressalvou inexistir incompatibilidade entre o pagamento de repara&ccedil;&atilde;o decorrente de anistia e o regime de precat&oacute;rios. A forma de pagamento inicial &eacute; a satisfa&ccedil;&atilde;o imediata, no prazo legal, havendo disponibilidade. Do contr&aacute;rio, &eacute; dever da Uni&atilde;o incluir no exerc&iacute;cio or&ccedil;ament&aacute;rio seguinte, n&atilde;o se fechando &agrave; hip&oacute;tese, no caso de n&atilde;o pagamento, do regime de precat&oacute;rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro Luiz Fux corroborou ser cab&iacute;vel o mandado de seguran&ccedil;a como instrumento para pleitear essa esp&eacute;cie de pagamento em face da Administra&ccedil;&atilde;o. Afinal, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida sobre a exist&ecirc;ncia do d&eacute;bito &mdash; a ensejar a&ccedil;&atilde;o de cobran&ccedil;a &mdash;, mas ato omissivo do Estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro Ricardo Lewandowski sublinhou que, na hip&oacute;tese de fraude na concess&atilde;o de anistia, h&aacute; de se observar o procedimento do art. 17 da Lei 10.559\/2002. Comprovada a falsidade dos motivos que ensejaram a declara&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico, surge a obriga&ccedil;&atilde;o de ressarcir os cofres p&uacute;blicos, sem preju&iacute;zo de outras san&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">RE 553710\/DF, rel. Min. Dias Toffoli, julgamento em 17.11.2016. (RE-553710)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V&iacute;deo Programa Plen&aacute;rias do STF<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><center><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mjvd5h-u0kE?feature=oembed\" width=\"500\"><\/iframe><br \/>\n\t<strong>&Iacute;ntegra da Sustenta&ccedil;&atilde;o Oral do Dr. Marcelo Pires Torre&atilde;o no STF<\/strong><\/center><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><center><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6fB3QaAyLco?feature=oembed\" width=\"500\"><\/iframe><\/center><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"bot\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Att.,<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Marcelo Pires Torre&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"tmld-advocaciaeconsultoria\" class=\"alignnone size-full wp-image-35180\" height=\"191\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/tmld-advocaciaeconsultoria.jpg\" width=\"358\" \/><br \/>\n\t\t<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">SHIS QL 10 Conjunto 5 Casa 13. Bras&iacute;lia &#8211; DF. CEP 71630-055<br \/>\n\t\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Telefone: +55 (61) 3367-1733&nbsp;&nbsp; <a href=\"mailto:contato@tmld.com.br\">contato@tmld.com.br<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><span class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t\t<span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\t\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\t\tE-mail <strong><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo de Jurisprud&ecirc;ncia do STF. 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