<br />
<b>Warning</b>:  file_exists(): open_basedir restriction in effect. File(core/post-comments) is not within the allowed path(s): (/home/militarpos64/:/tmp:/opt/remi/php72/root/usr/share:/usr/local/php/7.2/lib/php:/usr/share:/etc/pki/tls/certs:./:/dev/urandom) in <b>/home/militarpos64/www/wp-includes/blocks.php</b> on line <b>763</b><br />
{"id":29710,"date":"2015-11-25T18:06:36","date_gmt":"2015-11-25T21:06:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=29710"},"modified":"2015-11-26T11:12:05","modified_gmt":"2015-11-26T14:12:05","slug":"a-prisao-do-senador-delcidio-amaral-ptms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2015\/11\/a-prisao-do-senador-delcidio-amaral-ptms\/","title":{"rendered":"A pris\u00e3o do Senador Delc\u00eddio Amaral (PT\/MS)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"senadordelcidioamaral-385\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29712\" height=\"255\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/senadordelcidioamaral-385.jpg\" width=\"385\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-size:16px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><strong>A pris&atilde;o do Senador <\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<div class=\"catline\">\n<p class=\"aa\"><span style=\"font-size:14px;\">Direito Constitucional &#8211; Direito Penal &#8211; Poder Legislativo (Direito Constitucional) &#8211; Imunidades parlamentares<\/span><\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/jus.com.br\/935972-rogerio-tadeu-romano\/publicacoes\" itemprop=\"author\" rel=\"author\" title=\"Acesse o perfil de Rog\u00e9rio Tadeu Romano\"><img decoding=\"async\" alt=\"Rog\u00e9rio Tadeu Romano\" class=\"image-user\" src=\"http:\/\/jus.com.br\/system\/avatars\/935972\/user_thumb.jpg\" title=\"Rog\u00e9rio Tadeu Romano\" \/><\/a> <span style=\"font-size:12px;\">Rog&eacute;rio Tadeu Romano<\/span><br \/>\n\t<span style=\"font-size:8px;\">Publicado em <time class=\"published\" title=\"2015-11-25T08:43:00-0200\">11\/2015<\/time>. Elaborado em <time class=\"elaborado updated\">11\/2015<\/time>.<\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"opini\u00e3o_assinada\" class=\"alignnone size-full wp-image-29309\" height=\"73\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/opini\u00e3o_assinada.jpg\" width=\"200\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O senador Delc&iacute;dio Amaral (PT-MS) foi preso nesta manh&atilde; do dia 25 de novembro do corrente ano &nbsp;pela Pol&iacute;cia Federal. A opera&ccedil;&atilde;o foi autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) depois que o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal apresentou evid&ecirc;ncias de que ele tentava conturbar as investiga&ccedil;&otilde;es da Opera&ccedil;&atilde;o Lava Jato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O STF tamb&eacute;m autorizou a pris&atilde;o do banqueiro Andr&eacute; Esteves, do BTG Pactual, que estaria envolvido nas irregularidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Delc&iacute;dio havia sido citado pelo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerver&oacute;, que o acusou de participar de um esquema de desvio de recursos envolvendo a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O senador teria at&eacute; mesmo oferecido possibilidade de fuga a Cerver&oacute; em troca de ele n&atilde;o aderir ao acordo de colabora&ccedil;&atilde;o com a Justi&ccedil;a, revelando as irregularidades da opera&ccedil;&atilde;o. A conversa foi gravada por um filho de Cerver&oacute;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; a primeira vez que um senador &eacute; preso no exerc&iacute;cio do cargo, j&aacute; que a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal s&oacute; permite a pris&atilde;o de parlamentar em crime flagrante. Neste tipo de a&ccedil;&atilde;o, de obstru&ccedil;&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o, a conduta &eacute; considerada crime permanente. &Eacute; um dos poucos motivos que leva a corte a aceitar pris&atilde;o preventiva de r&eacute;u ainda sem julgamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m de Delc&iacute;dio, o STF tamb&eacute;m autorizou a pris&atilde;o do chefe de gabinete do senador e de um advogado. Tamb&eacute;m h&aacute; autoriza&ccedil;&atilde;o para buscas na casa do petista em Mato Grosso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis&atilde;o de Teori atende a pedido do procurador-geral da Rep&uacute;blica, Rodrigo Janot. O ministro pediu que fosse convocada para a manh&atilde; desta quarta a realiza&ccedil;&atilde;o de uma sess&atilde;o extra da segunda turma do tribunal, que &eacute; respons&aacute;vel pelos casos que envolvem o esquema de corrup&ccedil;&atilde;o da Petrobras. No encontro, ele deve discutir as pris&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aplica-se para o caso o artigo 2&ordm;, &sect; 1&ordf;, da Lei 12.850, onde se diz que nas mesmas penas incorre quem impede ou, de qualquer forma, embara&ccedil;a a investiga&ccedil;&atilde;o de infra&ccedil;&atilde;o penal que envolva organiza&ccedil;&atilde;o criminosa. A pena prevista &eacute; de reclus&atilde;o, de tr&ecirc;s a oito anos e multa, sem preju&iacute;zo das penas correspondentes&nbsp; &agrave;s demais infra&ccedil;&otilde;es. Trata-se de crime contra a paz p&uacute;blica, assim como o crime de organiza&ccedil;&atilde;o criminosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devido ao car&aacute;ter transnacional das organiza&ccedil;&otilde;es criminosas, a Lei 12.850, de 2 de agosto de 2013, aplica-se &agrave;s infra&ccedil;&otilde;es penais previstas em tratados ou conven&ccedil;&otilde;es internacionais quando, iniciada a execu&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s, o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro, ou reciprocamente, &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es terroristas internacionais reconhecidas, segundo o direito internacional, lembrando que, at&eacute; aqui, n&atilde;o h&aacute; diploma penal, que, &agrave; luz do principio da legalidade, discipline sobre o crime de terrorismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei 12.850 prev&ecirc; assim tipo penal, no artigo 2&ordm;, um crime com rela&ccedil;&atilde;o a quem promova, constitua, financie ou integre pessoalmente ou por interposta pessoa, organiza&ccedil;&atilde;o criminosa, incorrendo, nas mesmas penas, quem impede ou, de qualquer forma, embara&ccedil;a a investiga&ccedil;&atilde;o de infra&ccedil;&atilde;o penal que envolva a organiza&ccedil;&atilde;o criminosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Consiste o crime organizado, a teor do artigo 2&ordm; da Lei 12.850\/12, nas a&ccedil;&otilde;es de promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa organiza&ccedil;&atilde;o criminosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Analisemos o tipo penal disposto no artigo 2&ordm;, &sect; 1&ordm;, da Lei 12.850, que se aproxima do delito de fraude processual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Impedir&nbsp; &eacute; opor-se a, estorvar, n&atilde;o permitir, barrar, dificultar, obstar, sustar, tolher.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embara&ccedil;ar &eacute; dificultar, trazer desordem, confus&atilde;o, perturbar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A palavra investiga&ccedil;&atilde;o deve ser interpretada de forma extensiva, para abranger, n&atilde;o apenas, a investiga&ccedil;&atilde;o que &eacute; estritamente considerada(investiga&ccedil;&atilde;o pela policia ou pelo Parquet), como ainda o pr&oacute;prio processo judicial, afastando-se a incid&ecirc;ncia do artigo 344 do C&oacute;digo Penal, que &eacute; a regra geral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim o agente pode esconder, queimar documentos que possam comprovar a pr&aacute;tica de crime de organiza&ccedil;&atilde;o criminosa prevista na Lei 12.850, de 2 de agosto de 2013. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pena<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"> in abstrato <\/span>prevista &eacute; de reclus&atilde;o, de 3(tr&ecirc;s) a 8(oito) anos e multa, sem preju&iacute;zo de outras correspondentes.<\/p>\n<p>Trata-se de tipo penal misto alternativo, regido pelo princ&iacute;pio da alternatividade (a realiza&ccedil;&atilde;o de um s&oacute; verbo j&aacute; configura o crime, pois &nbsp;caso as duas condutas sejam praticadas no mesmo contexto f&aacute;tico, estaremos diante de um mesmo crime). Pode ser sujeito qualquer pessoa, sendo o crime comum, doloso, formal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o crime organizado, t&atilde;o importante como planejar, financiar, &eacute; garantir a impunidade dos seus atos, que pode acontecer: matando-se testemunhas, amea&ccedil;ando-as, destruindo provas documentais e periciais. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de crime de perigo abstrato, presumido pela norma que se contenta com a pr&aacute;tica do fato e pressup&otilde;e ser ele perigoso e sobre o qual cabe tentativa. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute;&nbsp; crime que envolve perigo coletivo, comum, uma vez que ficam expostos ao risco os interesses jur&iacute;dicos de um n&uacute;mero indeterminado de pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; ainda crime contra a administra&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a, independente daqueles que na societatis delinquentium vierem a ser praticados, desde que sejam punidos com penas m&aacute;ximas superiores a quatro anos ou revelem o car&aacute;ter transnacional,&nbsp;&nbsp; havendo concurso material entre tal crime e os que vierem a ser praticados pela organiza&ccedil;&atilde;o criminosa. Saliente-se que os bens protegidos no crime organizado n&atilde;o se limitam &agrave; paz ou a tranquilidade p&uacute;blica, sen&atilde;o a pr&oacute;pria preserva&ccedil;&atilde;o material das institui&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o haver&aacute;<span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"> bis in idem <\/span>com rela&ccedil;&atilde;o&nbsp; a qualifica&ccedil;&atilde;o dos crimes de roubo com emprego de arma e de organiza&ccedil;&atilde;o criminosa com a majorante prevista no artigo 2&ordm;, &sect; 2&ordm;, da Lei 12.850.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma vez que n&atilde;o ocorre o<em> <\/em><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">bis in idem,<\/span> sendo o agente punido pelo crime de organiza&ccedil;&atilde;o criminosa, h&aacute; que se qualificar o crime praticado por seus integrantes em concurso de agentes, como se v&ecirc; do roubo(artigo 157, II, CP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Exige-se o dolo espec&iacute;fico, envolvendo o acordo de vontade, um verdadeiro v&iacute;nculo associativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso h&aacute; um crime permanente raz&atilde;o pela qual se pode falar em flagrante delito. Necess&aacute;rio falar na pris&atilde;o de parlamentar.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;\">Tem-se da li&ccedil;&atilde;o de&nbsp; Jos&eacute; Afonso da Silva&nbsp; (&ldquo;Curso de Direito Constitucional Positivo&rdquo;, p. 535\/536, item n. 15, 30&ordf; ed., 2008, Malheiros):<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&lsquo;&ldquo;&lsquo;Quanto &agrave; pris&atilde;o&rsquo;, estatui-se que, salvo flagrante de crime inafian&ccedil;&aacute;vel, os membros do Congresso Nacional n&atilde;o poder&atilde;o ser presos dentro do per&iacute;odo que vai desde a sua diploma&ccedil;&atilde;o at&eacute; o encerramento definitivo de seu mandato por qualquer motivo, incluindo a n&atilde;o reelei&ccedil;&atilde;o. Podem, pois, ser presos nos casos de flagrante de crime inafian&ccedil;&aacute;vel, mas, nesse caso, os autos ser&atilde;o remetidos, dentro de 24 horas, &agrave; C&acirc;mara respectiva, para que, pelo voto da maioria (absoluta) de seus membros, resolva sobre a pris&atilde;o (art. 53, &sect; 2&ordm;, EC-35\/2001). Conv&eacute;m ponderar a respeito da quest&atilde;o da afian&ccedil;abilidade de crime, hoje importante, diante do disposto no art. 5&ordm;, LXVI, segundo o qual ningu&eacute;m ser&aacute; levado &agrave; pris&atilde;o ou nela mantido, quando a lei admitir a liberdade provis&oacute;ria, com ou sem fian&ccedil;a. Se o crime fora daqueles que admitem liberdade provis&oacute;ria, o tratamento a ser dado ao congressista h&aacute; de ser id&ecirc;ntico ao dos crimes afian&ccedil;&aacute;veis, ou seja: &lsquo;vedada a pris&atilde;o&rsquo;.&rdquo;<\/span><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;\">O crime permanente &eacute; o delito cuja consuma&ccedil;&atilde;o se prolonga com o tempo, dependente da atividade do agente que pode cessar quando este quiser(c&aacute;rcere privado, sequestro, tr&aacute;fico il&iacute;cito de entorpecentes). Enquanto n&atilde;o cessar a perman&ecirc;ncia, a pris&atilde;o em flagrante poder&aacute; ser realizada em qualquer tempo(artigo 303, CPP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os parlamentares, segundo a Constitui&ccedil;&atilde;o, desde a diploma&ccedil;&atilde;o &ldquo;n&atilde;o poder&atilde;o ser presos, salvo em flagrante de crime inafian&ccedil;&aacute;vel&rdquo; e, mesmo nesta hip&oacute;tese, caber&aacute; &agrave; C&acirc;mara dos Deputados ou ao Senado Federal &ldquo;resolver&rdquo; sobre a manuten&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o da pris&atilde;o do parlamentar (art. 53, &sect; 2&ordm;). Essa a reda&ccedil;&atilde;o dada &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o pela Emenda 35\/2001.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O congressista, independente de licen&ccedil;a pr&eacute;via, poder&aacute; sofrer qualquer esp&eacute;cie de pris&atilde;o penal, incluindo-se a pris&atilde;o em flagrante, ou ainda por senten&ccedil;a penal condenat&oacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alerte-se que, para o caso, aplica-se, outrossim, o artigo 324, IV, do C&oacute;digo de Processo Penal, que determina que n&atilde;o ser&aacute; concedida fian&ccedil;a nos casos em que estejam presentes os motivos que autorizam a decreta&ccedil;&atilde;o da pris&atilde;o preventiva(artigo 312 do CPP),&nbsp; ou&nbsp; seja: para garantia da ordem p&uacute;blica, da conveni&ecirc;ncia da instru&ccedil;&atilde;o criminal ou para assegurar a aplica&ccedil;&atilde;o da lei penal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa &uacute;ltima hip&oacute;tese deve ser devidamente analisada pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico, que,&nbsp; inclusive,&nbsp; poder&aacute;&nbsp; ser considerada nas raz&otilde;es para eventual afastamento da fun&ccedil;&atilde;o do parlamentar(artigo 319, VI, do CPP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Ser&aacute; um dia dif&iacute;cil para os senadores que dever&atilde;o decidir se mant&ecirc;m ou n&atilde;o a pris&atilde;o de seus colegas. Mas h&aacute; possibilidade de aplica&ccedil;&atilde;o da pris&atilde;o preventiva e ainda das medidas do artigo 319, VI, do CPP, com o afastamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, fica claro como um dia de sol que os crimes cometidos dentro da Petrobr&aacute;s faziam parte de uma estrutura institucionalizada voltada para utiliz&aacute;-la no sentido de espoli&aacute;-la permitindo a riqueza dos agentes pol&iacute;ticos que ali se envolveram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S&oacute; uma palavra para isso: vergonha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aplique-se a lei penal em nome da garantia da ordem p&uacute;blica.<\/p>\n<div style=\"overflow: hidden; color: rgb(0, 0, 0); background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; border: medium none; text-align: justify;\">\n<div id=\"about_author\">\n<p class=\"hat\"><strong>Autor<\/strong><\/p>\n<ul id=\"sobre-autor\">\n<li itemprop=\"author\" itemscope=\"\" itemtype=\"http:\/\/schema.org\/Person\"><a class=\"avatar\" href=\"http:\/\/jus.com.br\/935972-rogerio-tadeu-romano\/perfil\" itemprop=\"image\" rel=\"author\"><img decoding=\"async\" alt=\"Rog\u00e9rio Tadeu Romano\" class=\"image-user\" src=\"http:\/\/jus.com.br\/system\/avatars\/935972\/user_normal.jpg\" style=\"height: 90px; width: 90px;\" title=\"Rog\u00e9rio Tadeu Romano\" \/><\/a>\n<div class=\"vcard author clearfix\">\n<p class=\"author-name\" itemprop=\"name\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><strong>Rog&eacute;rio Tadeu Romano<\/strong><\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\tProcurador Regional da Rep&uacute;blica aposentado. Professor de Processo Penal e Direito Penal. Advogado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/li>\n<\/ul><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"overflow: hidden; color: rgb(0, 0, 0); background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; border: medium none; text-align: justify;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/jus.com.br\/artigos\/44865\/a-prisao-do-senador?utm_source=boletim-diario&amp;utm_medium=newsletter&amp;utm_content=titulo&amp;utm_campaign=boletim-diario_2015-11-26\"><strong>JusNavigandi\/Artigos<\/strong><\/a><\/div>\n<div style=\"overflow: hidden; color: rgb(0, 0, 0); background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; border: medium none; text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"49\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"32\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a> <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pris&atilde;o do Senador Direito Constitucional &#8211; Direito Penal &#8211; Poder Legislativo (Direito Constitucional) &#8211; Imunidades parlamentares Rog&eacute;rio Tadeu Romano Publicado em 11\/2015. Elaborado em 11\/2015.<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-29710","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2015"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29710","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29710"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29710\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29721,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29710\/revisions\/29721"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29710"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29710"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29710"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}