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{"id":29622,"date":"2015-11-13T14:12:20","date_gmt":"2015-11-13T17:12:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=29622"},"modified":"2015-11-16T14:49:37","modified_gmt":"2015-11-16T17:49:37","slug":"artigo-aprovados-em-concurso-publico-tem-direito-subjetivo-a-nomeacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2015\/11\/artigo-aprovados-em-concurso-publico-tem-direito-subjetivo-a-nomeacao\/","title":{"rendered":"Artigo: Aprovados em concurso p\u00fablico t\u00eam direito subjetivo \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"hqdefault2\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29630\" height=\"289\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/hqdefault2.jpg\" width=\"385\" \/><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Prova de concurso p&uacute;blico n&atilde;o &eacute; indiferente ao controle jurisdicional<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"A_decis\u00e3o_judicial-0\" class=\"alignnone size-full wp-image-29310\" height=\"71\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/A_decis\u00e3o_judicial-0.jpg\" width=\"201\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><strong>Concurso p&uacute;blico: vagas previstas em edital e direito subjetivo &agrave; nomea&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Concurso p&uacute;blico: vagas previstas em edital e direito subjetivo &agrave; nomea&ccedil;&atilde;o &#8211; 1<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Plen&aacute;rio desproveu recurso extraordin&aacute;rio interposto de ac&oacute;rd&atilde;o do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a que reconhecera o direito subjetivo &agrave; nomea&ccedil;&atilde;o de candidato aprovado em concurso p&uacute;blico no limite do n&uacute;mero de vagas definido no edital e determinara que o candidato fosse nomeado. Entendeu-se, em s&iacute;ntese, que a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica estaria vinculada &agrave;s normas do edital e que seria, inclusive, obrigada a preencher as vagas previstas para o certame dentro do prazo de validade do concurso. Asseverou-se que essa obriga&ccedil;&atilde;o s&oacute; poderia ser afastada diante de excepcional justificativa, o que n&atilde;o ocorrera no caso. Ap&oacute;s retrospecto acerca da evolu&ccedil;&atilde;o jurisprudencial do tema na Corte, destacou-se recente posicionamento no sentido de haver direito subjetivo &agrave; nomea&ccedil;&atilde;o, caso as vagas estejam previstas em edital. Enfatizou-se, entretanto, n&atilde;o ser admitida a obrigatoriedade de a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica nomear candidato aprovado fora do n&uacute;mero de vagas previstas, simplesmente pelo surgimento de nova vaga, seja por nova lei, seja decorrente de vac&acirc;ncia. Observou-se que tamb&eacute;m haveria orienta&ccedil;&atilde;o no sentido de que, durante o prazo de validade de concurso p&uacute;blico, n&atilde;o se permitiria que candidatos aprovados em novo certame ocupassem vagas surgidas ao longo do per&iacute;odo, em detrimento daqueles classificados em evento anterior. Reputou-se que a linha de racioc&iacute;nio acerca do tema levaria &agrave; conclus&atilde;o de que o dever de boa-f&eacute; da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica exigiria respeito incondicional &agrave;s regras do edital, inclusive quanto &agrave; previs&atilde;o das vagas do concurso p&uacute;blico. Afirmou-se que, de igual maneira, dever-se-ia garantir o respeito &agrave; seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, sob a forma do princ&iacute;pio de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; confian&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Concurso p&uacute;blico: vagas previstas em edital e direito subjetivo &agrave; nomea&ccedil;&atilde;o &#8211; 2<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Explicou-se que, quando a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica torna p&uacute;blico um edital de concurso, ela impreterivelmente geraria uma expectativa quanto ao seu comportamento segundo as regras previstas no edital. Assim, aqueles cidad&atilde;os que decidissem se inscrever para participar do certame depositariam sua confian&ccedil;a no Estado, que deveria atuar de forma respons&aacute;vel quanto &agrave;s normas edital&iacute;cias e observar o princ&iacute;pio da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica como guia de comportamento. Ressaltou-se que a Constitui&ccedil;&atilde;o, em seu artigo 37, inciso IV, garantiria prioridade aos candidatos aprovados em concurso e que, dentro do prazo de validade do certame, a Administra&ccedil;&atilde;o poderia escolher o momento no qual realizada a nomea&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o dispor sobre ela pr&oacute;pria, a qual, de acordo com o edital, passaria a constituir um direito do concursando aprovado e, dessa forma, um dever imposto ao Poder P&uacute;blico. Em seguida, explicitou-se que esse direito &agrave; nomea&ccedil;&atilde;o surgiria, portanto, quando realizadas as seguintes condi&ccedil;&otilde;es f&aacute;ticas e jur&iacute;dicas: a) previs&atilde;o em edital de n&uacute;mero espec&iacute;fico de vagas a serem preenchidas pelos candidatos aprovados em concurso p&uacute;blico; b) realiza&ccedil;&atilde;o de certame conforme as regras do edital; c) homologa&ccedil;&atilde;o do concurso e proclama&ccedil;&atilde;o dos aprovados dentro do n&uacute;mero de vagas previsto, em ordem de classifica&ccedil;&atilde;o, por ato inequ&iacute;voco e p&uacute;blico da autoridade competente. Reputou-se que esse direito seria p&uacute;blico subjetivo em face do Estado, fundado em alguns princ&iacute;pios informadores da organiza&ccedil;&atilde;o do Poder P&uacute;blico no Estado Democr&aacute;tico de Direito, como o democr&aacute;tico de participa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, o republicano e o da igualdade. Dessa maneira, observou-se que a acessibilidade aos cargos p&uacute;blicos constituiria direito fundamental expressivo da cidadania, e limitaria a discricionariedade do Poder P&uacute;blico quanto &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o dos concursos p&uacute;blicos.<\/p>\n<p><b>Concurso p&uacute;blico: vagas previstas em edital e direito subjetivo &agrave; nomea&ccedil;&atilde;o &#8211; 3<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ressalvou-se a necessidade de se levar em conta situa&ccedil;&otilde;es excepcional&iacute;ssimas, a justificar solu&ccedil;&otilde;es diferenciadas, devidamente motivadas de acordo com o interesse p&uacute;blico. Essas situa&ccedil;&otilde;es deveriam ser dotadas das seguintes caracter&iacute;sticas: a) superveni&ecirc;ncia, ou seja, vinculadas a fatos posteriores &agrave; publica&ccedil;&atilde;o do edital; b) imprevisibilidade, isto &eacute;, determinadas por circunst&acirc;ncias extraordin&aacute;rias; c) gravidade, de modo a implicar onerosidade excessiva, dificuldade ou mesmo impossibilidade de cumprimento efetivo das regras edital&iacute;cias; d) necessidade, traduzida na aus&ecirc;ncia de outros meios, menos gravosos, de se lidar com as circunst&acirc;ncias. Frtisou-se a import&acirc;ncia de que a recusa de nomear candidato aprovado dentro do n&uacute;mero de vagas seja devidamente motivada e, dessa forma, pass&iacute;vel de controle pelo Poder Judici&aacute;rio. Por fim, reafirmou-se a jurisprud&ecirc;ncia da Corte segundo a qual n&atilde;o se configuraria preteri&ccedil;&atilde;o quando a Administra&ccedil;&atilde;o realizasse nomea&ccedil;&otilde;es em observ&acirc;ncia a decis&atilde;o judicial. Ratificou-se, de igual modo, a presun&ccedil;&atilde;o de exist&ecirc;ncia de disponibilidade or&ccedil;ament&aacute;ria quando houver preteri&ccedil;&atilde;o na ordem classificat&oacute;ria, inclusive da decorrente de contrata&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria. Salientou-se, al&eacute;m disso, que o pedido de nomea&ccedil;&atilde;o e posse em cargo p&uacute;blico para o qual o candidato fora aprovado, em concurso p&uacute;blico, dentro do n&uacute;mero de vagas, n&atilde;o se confundiria com o pagamento de vencimentos, conseq&uuml;&ecirc;ncia l&oacute;gica da investidura do cargo.<\/p>\n<p><b>Processos\/<i>Procesos<\/i>:<\/b> <strong><a href=\"http:\/\/www.stf.jus.br\/repositorio\/cms\/portalStfInternacional\/newsletterPortalInternacionalJurisprudencia\/anexo\/RE598099paginador2.pdf\">RE 598.099\/MS.<\/a><\/strong><br \/>\n\t<span style=\"font-size:11px;\"><b>Data de julgamento\/<i>Fecha<\/i>: <\/b>10.8.2011.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">Fonte:<strong><a href=\"http:\/\/www2.stf.jus.br\/portalStfInternacional\/cms\/destaquesNewsletter.php?sigla=newsletterPortalInternacionalJurisprudencia&amp;idConteudo=195930\"> STF\/Not&iacute;cias<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"49\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"32\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-family: &quot;comic sans ms&quot; , cursive;\"><span style=\"color: indigo;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail<\/span><b> <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/b><\/span> <\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prova de concurso p&uacute;blico n&atilde;o &eacute; indiferente ao controle jurisdicional &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-29622","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2015"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29622","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29622"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29622\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29631,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29622\/revisions\/29631"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29622"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29622"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29622"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}