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{"id":28473,"date":"2015-08-28T13:41:18","date_gmt":"2015-08-28T16:41:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=28473"},"modified":"2015-08-28T19:17:11","modified_gmt":"2015-08-28T22:17:11","slug":"opiniao-a-decadencia-do-direito-de-anular-o-ato-administrativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2015\/08\/opiniao-a-decadencia-do-direito-de-anular-o-ato-administrativo\/","title":{"rendered":"Opini\u00e3o &#8211; A decad\u00eancia do direito de anular o ato administrativo"},"content":{"rendered":"<p class=\"twowords\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"slide_57-385x289\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-28475\" height=\"289\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/slide_57-385x2891-385x289.jpg\" width=\"385\" \/><\/p>\n<p class=\"twowords\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Opini&atilde;o<\/span><\/p>\n<h2 class=\"title\" itemprop=\"name\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">A decad&ecirc;ncia do direito de anular o ato administrativo<\/span><\/h2>\n<div class=\"clearFix\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\"><time datetime=\"2015-08-27T09:00-0300\" itemprop=\"datePublished\">27 de agosto de 2015, 9h00<\/time><\/span><\/p>\n<\/div>\n<p class=\"authors\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\">Por&nbsp;<span itemprop=\"author\">Gustavo Henrique Linhares Dias<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"logo_oa\" class=\"alignnone size-full wp-image-26318\" height=\"73\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/logo_oa.jpg\" width=\"200\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O artigo 54 da Lei 9.784\/99 disp&otilde;e sobre a decad&ecirc;ncia do direito de a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica anular seus pr&oacute;prios atos, quando esses gerarem efeitos favor&aacute;veis a seus destinat&aacute;rios:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.3pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&nbsp;&ldquo;Artigo 54. O direito da administra&ccedil;&atilde;o de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favor&aacute;veis para os destinat&aacute;rios decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada m&aacute;-f&eacute;.<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &sect; 1&deg;&nbsp;No caso de efeitos patrimoniais cont&iacute;nuos, o prazo de decad&ecirc;ncia contar-se-&aacute; da percep&ccedil;&atilde;o do primeiro pagamento.<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &sect; 2&deg;&nbsp;Considera-se exerc&iacute;cio do direito de anular qualquer medida de autoridade administrativa que importe impugna&ccedil;&atilde;o &agrave;&nbsp;validade do ato.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O referido direito de anula&ccedil;&atilde;o do ato administrativo decai no prazo de cinco anos, contados da data em que esse ato foi praticado. Durante esse lustro, o administrado permanece submetido a eventual revis&atilde;o ou anula&ccedil;&atilde;o do ato administrativo que o beneficia; a sua rela&ccedil;&atilde;o com a administra&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o est&aacute; totalmente estabilizada nem imune a altera&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por&eacute;m, encerrado o prazo decadencial, o administrado deve ter suas rela&ccedil;&otilde;es com a administra&ccedil;&atilde;o consolidadas e albergadas pelo manto da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de um limite imposto ao princ&iacute;pio da autotutela administrativa em favor da estabilidade das rela&ccedil;&otilde;es jur&iacute;dicas, assegurada ao administrado previsibilidade em seu comportamento. Jorge Amaury Maia Nunes, no livro <span style=\"color:#696969;\">Seguran&ccedil;a Jur&iacute;dica e S&uacute;mula Vinculante<\/span>, assim leciona:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.35pt; text-align: justify;\">&ldquo;&Eacute; claro que a regra geral cede perante peculiaridades do caso concreto. &Eacute; poss&iacute;vel que o ato da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica tenha gerado direitos que ingressaram na esfera patrimonial do administrado. Nessas circunst&acirc;ncias, a instaura&ccedil;&atilde;o do processo administrativo com todos os requisitos da Lei 9.784\/99 pode n&atilde;o ser capaz de assegurar a pretendida anula&ccedil;&atilde;o. &Eacute; que, &agrave;s vezes, o tempo decorrido foi suficiente para permitir a consolida&ccedil;&atilde;o do direito no patrim&ocirc;nio do administrado, sem que esse tivesse agido de m&aacute;-f&eacute;. Em hip&oacute;teses desse jaez, o princ&iacute;pio da legalidade estrita cede passo ao princ&iacute;pio da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica<a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2015-ago-27\/gustavo-dias-decadencia-direito-anular-ato-administrativo#_ftn1\" name=\"_ftnref1\" title=\"\">[1]<\/a>.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O par&aacute;grafo 2&ordm; do dispositivo analisado, acima transcrito, equipara, ao exerc&iacute;cio do direito de anula&ccedil;&atilde;o, &ldquo;qualquer medida de autoridade administrativa que importe impugna&ccedil;&atilde;o &agrave;&nbsp;validade do ato&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma primeira leitura desse par&aacute;grafo poderia conduzir &agrave; conclus&atilde;o de que qualquer medida administrativa teria o cond&atilde;o de interromper o prazo decadencial veiculado no <em>caput<\/em> do artigo 54 da Lei 9.784\/99.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa interpreta&ccedil;&atilde;o implicaria, por sua vez, prerrogativa excessiva em favor da administra&ccedil;&atilde;o, atentat&oacute;ria ao pr&oacute;prio fundamento do <span style=\"color:#696969;\">caput<\/span>, que &eacute; o de preservar a seguran&ccedil;a jur&iacute;dica nas rela&ccedil;&otilde;es entre administra&ccedil;&atilde;o e administrado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir do momento em que adotasse &ldquo;qualquer medida administrativa&rdquo;, a administra&ccedil;&atilde;o passaria a dispor do tempo que julgasse conveniente para decidir a respeito da anula&ccedil;&atilde;o do ato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto isso, o administrado permaneceria abusiva e indefinidamente ref&eacute;m da administra&ccedil;&atilde;o, alijado da previsibilidade para poder programar sua vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Mandado de Seguran&ccedil;a 28.953, adotou entendimento paradigm&aacute;tico sobre a mat&eacute;ria. Nessa ocasi&atilde;o, o ministro Luiz Fux assim esclareceu:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.35pt; text-align: justify;\">&ldquo;No pr&oacute;prio Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, onde ocupei durante dez anos a Turma de Direito P&uacute;blico, a minha leitura era exatamente essa, igual &agrave; da ministra Carmen L&uacute;cia; quer dizer, a <u>administra&ccedil;&atilde;o tem cinco anos para concluir e anular o ato administrativo, e n&atilde;o para iniciar o procedimento administrativo. Em cinco anos tem que estar anulado o ato administrativo, sob pena de incorrer em decad&ecirc;ncia<\/u>&nbsp;(grifo aditado).<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.35pt; text-align: justify;\">Eu registro tamb&eacute;m que &eacute; da doutrina do Supremo Tribunal Federal o postulado da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica e da prote&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a, que s&atilde;o express&otilde;es do Estado Democr&aacute;tico de Direito, revelando-se impregnados de elevado conte&uacute;do &eacute;tico, social e jur&iacute;dico, projetando sobre as rela&ccedil;&otilde;es jur&iacute;dicas, inclusive, as de Direito P&uacute;blico. De sorte que &eacute; absolutamente insustent&aacute;vel o fato de que o Poder P&uacute;blico n&atilde;o se submente tamb&eacute;m a essa consolida&ccedil;&atilde;o das situa&ccedil;&otilde;es eventualmente antijur&iacute;dicas pelo decurso do tempo<a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2015-ago-27\/gustavo-dias-decadencia-direito-anular-ato-administrativo#_ftn2\" name=\"_ftnref2\" title=\"\">[2]<\/a>.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao assentar que a administra&ccedil;&atilde;o disp&otilde;e de cinco anos para efetivamente anular o ato administrativo, o ministro Luiz Fux estabelece uma maior confian&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o entre administrado e administra&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Retira-se da administra&ccedil;&atilde;o o abusivo poder de perpetuar sua prerrogativa de anula&ccedil;&atilde;o do ato administrativo, assegurado maior equil&iacute;brio entre as partes interessadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na medida em que delimita o alcance temporal do poder de revis&atilde;o conferido &agrave; administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, o entendimento aqui analisado encontra-se em eloquente sintonia com o paradigma do Estado Democr&aacute;tico de Direito, tendente a nivelar a relev&acirc;ncia dos interesses p&uacute;blico e privado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bruno Fischgold, em seu livro <span style=\"color:#696969;\">Direito Administrativo e Democracia <\/span>&mdash; A inconstitucionalidade do princ&iacute;pio da supremacia do interesse p&uacute;blico &mdash;, discorre sobre a transi&ccedil;&atilde;o do Estado Social para o Estado Democr&aacute;tico de Direito:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.35pt; text-align: justify;\">&ldquo;A transi&ccedil;&atilde;o paradigm&aacute;tica para o Estado Democr&aacute;tico de Direito imp&otilde;e a releitura de in&uacute;meros institutos do direito administrativo, especialmente daqueles tipicamente comprometidos com os pressupostos do Estado Social. Figuras cl&aacute;ssicas dessa disciplina jur&iacute;dica &mdash; discricionariedade, atos de imp&eacute;rio, poder de pol&iacute;cia, legalidade estrita, supremacia do interesse p&uacute;blico, entre outras &mdash; devem agora ser interpretadas a partir de uma perspectiva democr&aacute;tica, que busca nivelar os interesses em jogo &agrave; luz do sistema de direitos fundamentais assegurados na Constitui&ccedil;&atilde;o e, assim, viabilizar a submiss&atilde;o da atividade estatal a diversos mecanismos de controle por parte dos administrados.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para arrematar, o posicionamento adotado pelo Supremo Tribunal Federal, quando da aprecia&ccedil;&atilde;o do Mandado de Seguran&ccedil;a 28.953, respeita a regra geral da ininterrupta flu&ecirc;ncia do prazo decadencial, estabelecida no artigo 207 do C&oacute;digo Civil<a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2015-ago-27\/gustavo-dias-decadencia-direito-anular-ato-administrativo#_ftn3\" name=\"_ftnref3\" title=\"\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em suma, &eacute; not&oacute;ria a import&acirc;ncia do posicionamento adotado pela Corte Suprema, pois, a um s&oacute; tempo, propicia maior seguran&ccedil;a jur&iacute;dica; respeita a regra geral de contagem do prazo decadencial; assim como reduz privil&eacute;gios da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, em sintonia com o paradigma do Estado Democr&aacute;tico de Direito.<\/p>\n<div>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" \/>\n<div id=\"ftn1\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2015-ago-27\/gustavo-dias-decadencia-direito-anular-ato-administrativo#_ftnref1\" name=\"_ftn1\" title=\"\">[1]<\/a>NUNES, Jorge Amaury Maia. <span style=\"color:#696969;\">Seguran&ccedil;a jur&iacute;dica e s&uacute;mula vinculante.<\/span> S&atilde;o Paulo: Saraiva, 2010. &ndash; (S&eacute;rie IDP). p. 152.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2015-ago-27\/gustavo-dias-decadencia-direito-anular-ato-administrativo#_ftnref2\" name=\"_ftn2\" title=\"\">[2]<\/a>A relatora, ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia, entendeu que despacho de encaminhamento interno de den&uacute;ncia, por deixar de conter verdadeira contesta&ccedil;&atilde;o, oposi&ccedil;&atilde;o ou questionamento sobre a validade do ato, n&atilde;o &eacute; capaz de ensejar interrup&ccedil;&atilde;o do prazo decadencial (STF, MS 28.953, relatora C&aacute;rmen L&uacute;cia, 1&ordf; Turma, un&acirc;nime, DJe 28\/03\/2012). O ministro Luiz Fux, enquanto ministro do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, j&aacute; destacava: &ldquo;Ora, a Lei n&atilde;o concede &agrave; administra&ccedil;&atilde;o cinco anos para iniciar a anula&ccedil;&atilde;o do ato, por isso que se assim o fosse, a conclus&atilde;o poder-se-ia eternizar a pretexto de ter-se iniciado tempestivamente. Destarte, a seguran&ccedil;a jur&iacute;dica como bem tutel&aacute;vel em primeiro lugar pela administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o conviveria com tamanha iniquidade e instabilidade. Em resumo, a administra&ccedil;&atilde;o disp&otilde;e de cinco anos para efetivamente anular o ato, sob pena de eventual situa&ccedil;&atilde;o antijur&iacute;dica convalidar-se, como &eacute; usual no Direito. A posse de m&aacute;-f&eacute; consolida-se, os atos anul&aacute;veis perfectizam-se, os casamentos legitimam-se, as uni&otilde;es espont&acirc;neas tamb&eacute;m, os impostos indevidos incorporam-se ao patrim&ocirc;nio estatal etc.&rdquo; (STJ, AgRg no MS 8.692, relator ministro Luiz Fux, 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o, un&acirc;nime, DJ 22\/04\/2003, grifos aditados).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2015-ago-27\/gustavo-dias-decadencia-direito-anular-ato-administrativo#_ftnref3\" name=\"_ftn3\" title=\"\">[3]<\/a>&ldquo;Artigo 207. Salvo disposi&ccedil;&atilde;o legal em contr&aacute;rio, n&atilde;o se aplicam &agrave; decad&ecirc;ncia as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescri&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2015-ago-27\/gustavo-dias-decadencia-direito-anular-ato-administrativo\">ConsultorJur&iacute;dico\/Opini&atilde;o<\/a><\/p>\n<p><b>E vamos em frente&hellip;<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><font style=\"font-size: 12px;\"><b>Abcs\/SF (76)<\/b><\/font><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><a data-blogger-escaped-dwhelper-border=\"\" data-blogger-escaped-dwhelper-display=\"\" data-blogger-escaped-rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/OJSilvaFilho48x74.jpg\" style=\"font-size: 12px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"OJSilvaFilho48x74\" class=\"alignnone size-full wp-image-5812\" data-orig-src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/OJSilvaFilho48x74.jpg\" height=\"74\" src=\"https:\/\/images-blogger-opensocial.googleusercontent.com\/gadgets\/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.militarpos64.com.br%2Fsitev2%2Fwp-content%2Fuploads%2F2012%2F11%2FOJSilvaFilho48x74.jpg&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*\" title=\"OJSilvaFilho48x74\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t\t\t<font color=\"#333300\"><b>OJSilvaFilho<\/b><\/font><font color=\"#333300\">.<br \/>\n\t\t\t<b>Ex-Cabo da FAB v&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64 <\/b><br \/>\n\t\t\tEmail:<b> <a href=\"http:\/\/mailto:ojsf@ig.com.br\/\">ojsilvafilho@gmail.com<\/a><\/b><\/font><\/p>\n<div style=\"text-align: right;\">\n<p><font class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaElementosBloco\"><font class=\"clsCalendarioSessaoResumoPautaBotoesBloco\"><a data-blogger-escaped-dwhelper-border=\"\" data-blogger-escaped-dwhelper-display=\"\" data-blogger-escaped-rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" data-orig-src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" height=\"74\" src=\"https:\/\/images-blogger-opensocial.googleusercontent.com\/gadgets\/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.militarpos64.com.br%2Fsitev2%2Fwp-content%2Fuploads%2F2013%2F08%2FGVLIMA-298-48x74.jpg&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t\t\t\t<font style=\"font-size: 11px;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><br \/>\n\t\t\t\tEx-Cabo da FAB &ndash; Atingido pela Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\t\t\t\tE-mail <b><a data-blogger-escaped-href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" data-blogger-escaped-rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/b> <\/font><\/font><\/font><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Opini&atilde;o A decad&ecirc;ncia do direito de anular o ato administrativo 27 de agosto de 2015, 9h00 Por&nbsp;Gustavo Henrique Linhares Dias<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-28473","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2015"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28473","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28473"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28473\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28485,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28473\/revisions\/28485"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28473"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28473"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28473"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}