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{"id":28430,"date":"2015-08-28T12:17:04","date_gmt":"2015-08-28T15:17:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=28430"},"modified":"2015-08-31T12:20:19","modified_gmt":"2015-08-31T15:20:19","slug":"processo-de-anulacao-de-anistia-politica-militar-voto-vencido-do-exmo-sr-ministro-paulo-medina-stj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2015\/08\/processo-de-anulacao-de-anistia-politica-militar-voto-vencido-do-exmo-sr-ministro-paulo-medina-stj\/","title":{"rendered":"Processo de Anula\u00e7\u00e3o de Anistia Pol\u00edtica Militar &#038; VOTO-VENCIDO  do Exmo. Sr. Ministro PAULO MEDINA (STJ)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"327\" height=\"154\" alt=\"voto-vencido-2\" class=\"aligncenter size-full wp-image-28432\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/voto-vencido-2.png\" style=\"width: 360px; height: 170px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><strong>&ldquo;Se a parte cometeu um certo erro, aponte-se qual o erro, para que haja a defesa desse erro. Isso &eacute; que tem que ser feito.&nbsp; Se s&atilde;o 495 equ&iacute;vocos, ser&atilde;o 495 equ&iacute;vocos corrigidos.&nbsp; &Eacute; mais grave deixar passar isso do que rever 495 processos.&nbsp; Mais grave &eacute; a&nbsp; exce&ccedil;&atilde;o que estamos fazendo aqui, admitindo que se rompa o direito de defesa do servidor sem o processo legal. &amp;nbsp; [Ministro do STJ &ndash; Dr. Paulo Medina]<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"46\" alt=\"entenda\" class=\"alignnone size-full wp-image-28269\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/entenda.jpg\" style=\"width: 90px; height: 31px;\" \/><br \/>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"1260_paulomedina24042006\" class=\"aligncenter size-full wp-image-28433\" height=\"300\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/1260_paulomedina24042006.jpg\" width=\"200\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 9.862 &#8211; DF (2004\/0108489-7) <\/strong><\/p>\n<p>RELATOR : <strong>MINISTRO JOS&Eacute; ARNALDO DA FONSECA <\/strong><br \/>\n\tIMPETRANTE : <strong>ANGELO C&Aacute;RCERES<\/strong><br \/>\n\tIMPETRANTE : <strong>SEBASTI&Atilde;O LUIZ DUARTE<\/strong><br \/>\n\tADVOGADO : <strong>EVANDRO RUI DA SILVA COELHO<\/strong><br \/>\n\tIMPETRANTE : <strong>CARLOS FERNANDO AMENT<\/strong><br \/>\n\tIMPETRANTE : <strong>FRANCIEL NICODEMO DE SILOS<\/strong><br \/>\n\tIMPETRANTE : <strong>JOSE GONZALES <\/strong><br \/>\n\tIMPETRANTE : <strong>JO&Atilde;O PEREIRA<\/strong><br \/>\n\tADVOGADO : <strong>MAURO MACHADO CHAIBEN E OUTRO(S) <\/strong><br \/>\n\tIMPETRADO : <strong>MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>VOTO-VENCIDO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O EXMO. SR. MINISTRO PAULO MEDINA<\/strong>: Sr. Presidente, quando cheguei, j&aacute; havia sido feitos o Relat&oacute;rio e a sustenta&ccedil;&atilde;o oral. Todavia, estou em condi&ccedil;&otilde;es de votar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mat&eacute;ria, reiteradas vezes, j&aacute; foi objeto de debate nesta Casa. H&aacute; praticamente um pensamento un&acirc;nime no sentido de se afastar a obstaculiza&ccedil;&atilde;o &agrave; raz&atilde;o de se lhe dar a anula&ccedil;&atilde;o da anistia.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tenho, no entanto, o dever de mais uma vez expressar-me nesta Corte. Vi o eminente Relator destacar, e j&aacute; o houvera feito o Subprocurador-Geral da Rep&uacute;blica, que n&atilde;o h&aacute; que se discutir os motivos da falsidade agora e, sim,&nbsp; a raz&atilde;o da falsidade ter existido ou n&atilde;o quando da concess&atilde;o da anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O procurador, v&aacute;rias vezes, insistiu nesse ponto de vista, insistiu nessa tese h&aacute; muito tempo, inclusive, mudando os rumos da jurisprud&ecirc;ncia da Casa.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes vinha caminhando normalmente e o mandado de seguran&ccedil;a era concedido e mantidas as anistias. Depois de uma observa&ccedil;&atilde;o feita por ele, &eacute; verdade, alterou-se o rumo, e reexaminou a mat&eacute;ria;&nbsp; e hoje, o pensamento do Subprocurador-Geral da Rep&uacute;blica &eacute; diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas penso que h&aacute; equ&iacute;voco dos que pensam majoritariamente de modo diverso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste caso,&nbsp; n&atilde;o se discute se &eacute; falso ou n&atilde;o &eacute; falso o motivo que concedeu ou n&atilde;o anistia. Aqui n&atilde;o tem que se discutir se,&nbsp; ao tempo da concess&atilde;o da anistia, foram falsos os motivos que a concederam. N&atilde;o se discute em mandado de seguran&ccedil;a. Cumpriria ao governo, &agrave; Uni&atilde;o, ao Estado, &agrave; quem concedeu a anistia, verificar na &eacute;poca a exist&ecirc;ncia do erro de fato.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que se discute aqui &eacute; o fato de estarmos anulando o ato que anulou a anistia sem processo. O advogado sustentou muito bem. Ou seja, a anistia foi texto em falso e mal concedida. Diante disso, n&atilde;o cabe mandado de seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas n&atilde;o &eacute; isso que se discute. Tem que se respeitar a lei, tem que se respeitar o Direito, tem que se respeitar o sagrado e elementar direito de cada um e exigir, conforme previa a Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988, a procedimentaliza&ccedil;&atilde;o, a observa&ccedil;&atilde;o &agrave; fidelidade e ao princ&iacute;pio da confian&ccedil;a e da boa-f&eacute;. Se o governo, se a administra&ccedil;&atilde;o concedeu anistia, a partir de ent&atilde;o, h&aacute; que se presumir a veracidade desse ato, ou seja, a legitimidade e a boa-f&eacute; da autoridade p&uacute;blica t&ecirc;m que se presumir verdadeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se depois, a pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o, o pr&oacute;prio Ministro, anula, por interm&eacute;dio de portaria, sem processo, sem procedimento, a anistia, n&atilde;o se discute mais, anistia e, sim, o motivo que V. Exa destacou. Isso est&aacute; tudo superado. N&atilde;o se pode transferir esse dever para aquele que for anistiado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O anistiado n&atilde;o tem esse dever. Ele s&oacute; tem o dever de manifestar que se anulara a portaria que lhe concedia anistia, sem ensejar-lhe a oportunidade de se defender, ainda mais em mat&eacute;ria de fato, ou seja, se &eacute; subversivo, se n&atilde;o &eacute; subversivo, se &eacute; pol&iacute;tica ou n&atilde;o &eacute; pol&iacute;tica.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Procurador, o Ministro da Justi&ccedil;a, usou mat&eacute;ria de fato concedendo anistia. Agora n&atilde;o usando mat&eacute;ria de fato, informa que o servidor deve voltar ao seu tempo, para provar se o motivo da anistia era verdadeiro ou falso. Se fizermos isso, estaremos invertendo totalmente o sistema jur&iacute;dico. Este mandado de seguran&ccedil;a consta de apenas dois argumentos, Sr. Ministro-Relator. O argumento &eacute; &uacute;nico. N&atilde;o h&aacute; processo administrativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sr. Ministro Jos&eacute; Arnaldo da Fonseca, verifiquei essa portaria em sess&atilde;o anterior e destaquei que a portaria gen&eacute;rica n&atilde;o se faz sem que se enseje a notifica&ccedil;&otilde;es individual a cada, se anistiado, apesar de serem 495 deles. Poderia ser um, ou dois, ou 4.950, a notifica&ccedil;&atilde;o deve existir. N&atilde;o tem a validade gen&eacute;rica essa portaria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse documento n&atilde;o facilitou o contradit&oacute;rio, n&atilde;o facilitou a defesa. A portaria foi uma not&iacute;cia da anula&ccedil;&atilde;o e basta. Isso n&atilde;o basta no processo administrativo. O processo administrativo tem que ser instaurado contra cada um dos anistiados. Deve-se averiguar o motivo pelo qual foi ou n&atilde;o foi anistiado. Que se instaure os 495 processos. Que a defesa se fa&ccedil;a. Do contr&aacute;rio, o que acontece &eacute; a generaliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que est&aacute; acontece &mdash; e V. Exa.&nbsp; insiste na id&eacute;ia, louv&aacute;vel,&nbsp; e toda a Casa insiste&nbsp; &mdash;, e o procurador bate firme na id&eacute;ia, &eacute; que estamos querendo responder de forma pragm&aacute;tica ao problema da anistia, isto &eacute;, se o cabo era subversivo, se n&atilde;o era subversivo, se o cabo era corrupto, se n&atilde;o era corrupto, se n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es de cabo, qualquer que seja o fato.&nbsp; Diante disso, foi indiciado equivocadamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o estou discutindo isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Discuto que no momento da anistia, presume verdadeiro que o cabo merecia anistia. Somente. Ao se querer modificar isso n&atilde;o o ser&aacute; pela dilig&ecirc;ncia ou pela investiga&ccedil;&atilde;o particular ou&nbsp; oficial pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico, como se fez pela Procuradoria. Deve-se ensejar efetivamente &agrave; parte, ao servidor, o direito &#8211; isso &eacute;&nbsp; irrecus&aacute;vel &#8211; ao devido processo legal, no sentido de ser intimado para se defender de tal fato concretamente. N&atilde;o genericamente, revogando a anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a parte cometeu um certo erro, aponte-se qual o erro, para que haja a defesa desse erro. Isso &eacute; que tem que ser feito. Se s&atilde;o 495 equ&iacute;vocos, ser&atilde;o 495 equ&iacute;vocos corrigidos. &Eacute; mais grave deixar passar isso do que rever 495 processos. Mais grave &eacute; a exce&ccedil;&atilde;o que estamos fazendo aqui, admitindo que se rompa o direito de defesa do servidor sem o processo legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estamos admitindo a corre&ccedil;&atilde;o de rumo da pol&iacute;tica afrontando a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. Isso &eacute; grave, o precedente &eacute; grave.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; nesse sentido que voto, concedendo a ordem em mandado de seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Conhe&ccedil;a o inteiro teor original do VOTO-VENCIDO do Ministro Paulo Medina, clicando <a href=\"https:\/\/ww2.stj.jus.br\/processo\/revista\/documento\/mediado\/?componente=ATC&amp;sequencial=3362086&amp;num_registro=200401084897&amp;data=20070917&amp;tipo=52&amp;formato=PDF\"><strong>aqui<\/strong><\/a> &#8230;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"350_Nilsonnaves03042006\" class=\"aligncenter size-full wp-image-28438\" height=\"300\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/350_Nilsonnaves03042006.jpg\" width=\"200\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 9.862 &#8211; DF (2004\/0108489-7)<\/strong><\/p>\n<p><strong>VOTO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O EXMO. SR. MINISTRO NILSON NAVES<\/strong>: Sr. Presidente, pe&ccedil;o v&ecirc;nia ao Relator para acompanhar o Ministro Paulo Medina, concedendo a seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family:comic sans ms,cursive;\">Conhe&ccedil;a o inteiro teor original do VOTO do Ministro Nilson Naves, clicando <a href=\"https:\/\/ww2.stj.jus.br\/processo\/revista\/documento\/mediado\/?componente=ATC&amp;sequencial=2027163&amp;num_registro=200401084897&amp;data=20070917&amp;tipo=52&amp;formato=PDF\"><strong>aqui<\/strong><\/a> &#8230;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>-o-o-o-o-o-o-o-<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<strong><span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"color: #333300;\">Postado por Gilvan VANDERLEI<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: #333300;\">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"font-size: xx-small;\"><span style=\"color: #333300;\">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;Se a parte cometeu um certo erro, aponte-se qual o erro, para que haja a defesa desse erro. 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