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{"id":26562,"date":"2015-04-28T11:23:32","date_gmt":"2015-04-28T14:23:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=26562"},"modified":"2015-04-28T18:30:54","modified_gmt":"2015-04-28T21:30:54","slug":"processo-no-0018673-86-2011-4-02-5101-decisao-ultrapassado-o-prazo-quinquenal-para-anulacao-do-ato-administrativo-a-decadencia-somente-podera-ser-decretada-se-demonstrada-a-ma-fe-do-administrad","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2015\/04\/processo-no-0018673-86-2011-4-02-5101-decisao-ultrapassado-o-prazo-quinquenal-para-anulacao-do-ato-administrativo-a-decadencia-somente-podera-ser-decretada-se-demonstrada-a-ma-fe-do-administrad\/","title":{"rendered":"Processo n\u00ba 0018673-86.2011.4.02.5101 &#8211; &#8220;Ultrapassado o prazo quinquenal para anula\u00e7\u00e3o do ato administrativo, a decad\u00eancia somente poder\u00e1 ser decretada se demonstrada a m\u00e1-f\u00e9 do administrado&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Lazaroni-o_juiz_federal_TEOPHILO__MIGUEL\" class=\"aligncenter size-full wp-image-26563\" height=\"309\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/Lazaroni-o_juiz_federal_TEOPHILO__MIGUEL.jpg\" width=\"250\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>JUIZ FEDERAL THEOPHILO ANTONIO MIGUEL FILHO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\">FICAM INTIMADAS AS PARTES E SEUS ADVOGADOS DAS SENTEN&Ccedil;AS\/DECIS&Otilde;ES\/DESPACHOS NOS AUTOS ABAIXO RELACIONADOS PROFERIDOS PELO MM. JUIZ FEDERAL THEOPHILO ANTONIO MIGUEL FILHO<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><strong>1005 &#8211; ORDIN&Aacute;RIA\/OUTRAS<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\">4 &#8211; <strong>0018673-86.2011.4.02.5101<\/strong> (2011.51.01.018673-2) (PROCESSO ELETR&Ocirc;NICO) <strong>NORMILDO SILVA DE SOUZA E OUTROS<\/strong> (ADVOGADO: RJ164095 &#8211; EPAMINONDAS RESENDE FILHO.) x UNI&Atilde;O FEDERAL. SENTEN&Ccedil;A TIPO: A &#8211; FUNDAMENTA&Ccedil;&Atilde;O INDIVIDUALIZADA REGISTRO NR. 000823\/2014 Custas para Recurso &#8211; Autor: R$ 0,00. Custas para Recurso &#8211; R&eacute;u: R$ 0,00. .<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><strong>(&#8230;).<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"A_decis\u00e3o_judicial-0\" class=\"alignnone size-full wp-image-26564\" height=\"71\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/A_decis\u00e3o_judicial-0.jpg\" width=\"201\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1005 &#8211; ORDIN&Aacute;RIA\/OUTRAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 &#8211; <strong>0018673-86.2011.4.02.5101<\/strong> (2011.51.01.018673-2) (PROCESSO ELETR&Ocirc;NICO) <strong>NORMILDO SILVA DE SOUZA E OUTROS<\/strong> (ADVOGADO: RJ164095 &#8211; EPAMINONDAS RESENDE FILHO.) x UNI&Atilde;O FEDERAL. SENTEN&Ccedil;A TIPO: A &#8211; FUNDAMENTA&Ccedil;&Atilde;O INDIVIDUALIZADA REGISTRO NR. 000823\/2014 Custas para Recurso &#8211; Autor: R$ 0,00. Custas para Recurso &#8211; R&eacute;u: R$ 0,00. .<\/p>\n<p>PODER JUDICI&Aacute;RIO<\/p>\n<p>JUSTI&Ccedil;A FEDERAL<\/p>\n<p>SE&Ccedil;&Atilde;O JUDICI&Aacute;RIA DO RIO DE JANEIRO<\/p>\n<p>24&ordf; Vara Federal do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Processo n&ordm; 0018673-86.2011.4.02.5101<\/p>\n<p>AUTOR NORMILDO SILVA DE SOUZA<\/p>\n<p>AUTOR PAULO ROBERTO GONCALVES<\/p>\n<p>AUTOR RENATO TOLEDO DE CARVALHO<\/p>\n<p>AUTOR SEBASTIAO PAULO DA COSTA DUARTE<\/p>\n<p>R&Eacute; UNI&Atilde;O FEDERAL<\/p>\n<p>JUIZ FEDERAL THEOPHILO ANTONIO MIGUEL FILHO<\/p>\n<p>SENTEN&Ccedil;A (Tipo B2)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RELAT&Oacute;RIO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de a&ccedil;&atilde;o ordin&aacute;ria com pedido de antecipa&ccedil;&atilde;o dos efeitos da tutela proposta por NORMILDO SILVA DE SOUZA, PAULO ROBERTO GONCALVES, RENATO TOLEDO DE CARVALHO e SEBASTIAO PAULO DA COSTA DUARTE em face da UNI&Atilde;O FEDERAL, objetivando a anula&ccedil;&atilde;o dos atos administrativos que anularam as portarias que reconheceram os autores como anistiados pol&iacute;ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afirmam que foram anistiados nos moldes da Lei n&ordm; <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/99236\/lei-10559-02\" title=\"Lei no 10.559, de 13 de novembro de 2002.\">10.559<\/a>\/02, por meio das portarias 2.451, 2.287, 2.281 e 2.645 e que durante mais de tr&ecirc;s anos receberam normalmente suas presta&ccedil;&otilde;es mensais. Por&eacute;m, em 2004, foi publicada a Portaria 594 do MJ, instaurando ex officio processos de anula&ccedil;&atilde;o das referidas portarias, sob o fundamento de que os autores n&atilde;o ostentavam o status de cabo &agrave; &eacute;poca da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104\/64. Sustentam terem apresentado tempestivamente suas defesas administrativas, mas que a Comiss&atilde;o de Anistia as desconsiderou, afirmando que o prazo para impugna&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 594 havia transcorrido in albis. Aduzem, ainda, que tal alega&ccedil;&atilde;o era totalmente improcedente e que, em setembro de 2005, por interm&eacute;dio da Portaria n&ordm; 1.788, o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a reconheceu o desaparecimento das pe&ccedil;as de defesa por eles apresentadas, tornando sem efeito as portarias que anularam as concess&otilde;es de anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguem aduzindo que, para sua surpresa, em dezembro de 2008, o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a editou novas portarias, decidindo anular definitivamente as anistias concedidas aos Autores, sob o fundamento de falsidade de motivos, erro de fato em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; concess&atilde;o das anistias e aus&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica. Argumentam que, como a anula&ccedil;&atilde;o das anistias foi injustific&aacute;vel e n&atilde;o observou o princ&iacute;pio do devido processo legal, tal ato do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a merece ser anulado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis&atilde;o de fls. 217\/218 indeferiu o pedido de antecipa&ccedil;&atilde;o dos efeitos da tutela e deferiu a gratuidade de justi&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Regularmente citada, a r&eacute; apresentou contesta&ccedil;&atilde;o &agrave;s fls. 222\/229, pugnando pela improced&ecirc;ncia dos pedidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">R&eacute;plica &agrave;s fls. 1.572\/1.575.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; o relat&oacute;rio. Passo a decidir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>FUNDAMENTA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em cotejo com os documentos que instruem a inicial, verifico que NORMILDO SILVA DE SOUZA, PAULO ROBERTO GON&Ccedil;ALVES, RENATO TOLEDO DE CARVALHO e SEBASTI&Atilde;O PAULO DA COSTA DUARTE foram declarados anistiados pol&iacute;ticos, respectivamente, pelas portarias n&ordm;s 2.451, de 17 de dezembro de 2002 (fl. 22), 2.287, de 17 de dezembro de 2002 (fl. 59), 2.281, de 17 de dezembro de 2002 (fl. 90) e 2.645, de 19 de dezembro de 2012 (fl. 123).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A portaria n&ordm; 594, de 12 de fevereiro de 2004 (fl. 23), resolveu instaurar, ex officio, processos de anula&ccedil;&atilde;o das portarias retromencionadas, sob o fundamento de que, &agrave; &eacute;poca da edi&ccedil;&atilde;o da portaria n&ordm; 1.104\/64 do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica, os demandantes n&atilde;o ostentavam status de cabo. Deixou consignado que ?diversamente do que se dera com os cabos ent&atilde;o em servi&ccedil;o, a referida portaria n&atilde;o os atingiu como ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza pol&iacute;tica, mas, sim, como mero regulamento administrativo das prorroga&ccedil;&otilde;es do Servi&ccedil;o Militar, do qual tinham pr&eacute;vio conhecimento?. Fixou, ainda, o prazo de 10 dias para apresenta&ccedil;&atilde;o de defesa administrativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cabe aduzir que n&atilde;o houve demonstra&ccedil;&atilde;o de qualquer ind&iacute;cio de ilegalidade da referida portaria, que inclusive oportunizou o direito de defesa aos autores.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Posteriormente, entendendo transcorrido in albis o prazo de defesa, as portarias n&ordm;s 2.786, 2.765, 2.759 e 2.818, todas datadas de 6 de outubro de 2004 e publicadas no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o dos dias 7, 8 e 11 de outubro de 2004, anularam as portarias que reconheceram a anistia aos autores. Ocorre que a pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o reconheceu que as respectivas defesas foram sim protocolizadas, mas em local diverso do indicado nos mandados de intima&ccedil;&atilde;o dirigidos aos autores, o que tornou insubsistente o conte&uacute;do das portarias anulat&oacute;rias. Dessa forma, a portaria n&ordm; 1.788, de 8 de setembro de 2005, tornou sem efeito as portarias n&ordm;s 2.786, 2.765, 2.759 e 2.818 (fls. 53\/54).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em que pese a localiza&ccedil;&atilde;o, as defesas apresentadas n&atilde;o modificaram o deslinde do processo anulat&oacute;rio em curso, de modo que as portarias n&ordm;s. 2.701, de 18 de dezembro de 2008 (fls. 1.015\/1.016), 2.713, de 18 de dezembro de 2008 (fls. 1.307\/1.308), 2.700, de 18 de dezembro de 2008 (fls. 1.565\/1.566), e 2.711, de 18 de dezembro de 2008 (fls. 2.386\/2.387), anularam as portarias reconhecedoras de anistia pol&iacute;tica, respectivamente, a PAULO ROBERTO GON&Ccedil;ALVES, SEBASTI&Atilde;O PAULO DA COSTA DUARTE, RENATO TOLEDO DE CARVALHO e NORMILDO SILVA DE SOUZA, ante a falsidade dos motivos que ensejaram a declara&ccedil;&atilde;o. Segundo consta das informa&ccedil;&otilde;es prestadas &agrave;s fls. 234\/236, as portarias anulat&oacute;rias foram todas publicadas em 22\/12\/2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; sabido que, pelo princ&iacute;pio da autotutela, corol&aacute;rio do princ&iacute;pio da legalidade, pode e deve a Administra&ccedil;&atilde;o rever seus atos administrativos, de of&iacute;cio, quando eivados de ilegalidade, invalidando os, uma vez que deles n&atilde;o se originam direitos &ndash; entendimento esse que foi cristalizado no verbete n&ordm; 473 da S&uacute;mula de Jurisprud&ecirc;ncia do STF, nos seguintes termos: ?A Administra&ccedil;&atilde;o pode anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cios que os tornem ilegais, porque deles n&atilde;o se originam direitos; ou revog&aacute;-los, por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, e ressalvada, em todos casos, a aprecia&ccedil;&atilde;o judicial.?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O princ&iacute;pio da autotutela foi positivado com a edi&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/99, diploma legal que regula o processo administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contudo, a possibilidade de a Administra&ccedil;&atilde;o invalidar os pr&oacute;prios atos administrativos, quando eivados de v&iacute;cio, sem a necessidade de se socorrer do Judici&aacute;rio, valendo-se do poder de autotutela, sofre limita&ccedil;&atilde;o temporal &ndash; ressalvada a hip&oacute;tese de m&aacute;-f&eacute; do destinat&aacute;rio &ndash; de modo a se reverenciar o princ&iacute;pio da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, princ&iacute;pio basilar do Estado Democr&aacute;tico de Direito, e que tamb&eacute;m deve ser aplicado no &acirc;mbito do Direito Administrativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da&iacute; decorre a reda&ccedil;&atilde;o dos arts. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320781\/artigo-53-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 53 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">53<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320763\/artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">54<\/a> da Lei n&ordm; <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/99:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">?Art. 53. A Administra&ccedil;&atilde;o deve anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cio de legalidade, e pode revog&aacute;-los por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Art. 54. O direito da Administra&ccedil;&atilde;o de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favor&aacute;veis para os destinat&aacute;rios decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada m&aacute;-f&eacute;.?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dessa forma, tendo em vista que as portarias que concederam anistia pol&iacute;tica aos autores foram editadas e publicadas em dezembro de 2002 e que, somente em dezembro de 2008 foram anuladas pela administra&ccedil;&atilde;o, entendo verificada a hip&oacute;tese de decad&ecirc;ncia, vez que decorrido o prazo de 5 anos e que n&atilde;o restou comprovada a m&aacute;-f&eacute; dos demandantes<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Confira-se a orienta&ccedil;&atilde;o jurisprudencial do E.STJ:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">?Portanto, tem-se que, quanto ao tema, a orienta&ccedil;&atilde;o jurisprudencial que vem se consolidando desde ent&atilde;o &eacute; a de que o direito da Administra&ccedil;&atilde;o de rever portaria concessiva de anistia &eacute; limitado ao prazo decadencial de cinco anos, previsto no art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320763\/artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">54<\/a> da Lei n.&ordm; <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>, de 29 de janeiro de 1999, salvo se comprovada a m&aacute;-f&eacute; do destinat&aacute;rio, hip&oacute;tese sequer cogitada na esp&eacute;cie.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido:<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. ANISTIA DE MILITAR. ANULA&Ccedil;&Atilde;O AP&Oacute;S TRANSCURSO DO PRAZO QUINQUENAL. PR&Eacute;VIA MEDIDA DE IMPUGNA&Ccedil;&Atilde;O DA VALIDADE DO ATO CONCESSIVO. DESCARACTERIZA&Ccedil;&Atilde;O. M&Aacute;-F&Eacute; DO BENEFICI&Aacute;RIO N&Atilde;O DEMONSTRADA. DECAD&Ecirc;NCIA CONFIGURADA.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">1. &quot;A revis&atilde;o das portarias concessivas de anistia submete-se &agrave; flu&ecirc;ncia do prazo decadencial previsto no art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320763\/artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">54<\/a> da Lei n&ordm; <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/99, o qual fixa em cinco anos o direito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica de anular os atos administrativos que produzam efeitos favor&aacute;veis aos seus destinat&aacute;rios. Precedentes do STF&quot; (MS 15.706\/DF , Primeira Se&ccedil;&atilde;o, Rel. Min. Castro Meira, Dje 11.5.2011).<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">2. Quando os fatos s&atilde;o incontroversos e a conclus&atilde;o a respeito da decad&ecirc;ncia pressup&otilde;e apenas a interpreta&ccedil;&atilde;o dos efeitos jur&iacute;dicos deles decorrentes, dispensa-se dila&ccedil;&atilde;o probat&oacute;ria. Por outro lado, eventual complexidade do ponto controvertido, por si s&oacute;, n&atilde;o inviabiliza a impetra&ccedil;&atilde;o do mandamus.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">3. Ultrapassado o prazo quinquenal para anula&ccedil;&atilde;o do ato administrativo, a decad&ecirc;ncia somente poder&aacute; ser decretada se demonstrada a m&aacute;-f&eacute; do administrado (art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320763\/artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">54<\/a>, caput, in fine, da Lei <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/1999), o que n&atilde;o se verifica no caso dos autos.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">4. O ato de impugna&ccedil;&atilde;o &agrave; validade, para obstar o prazo decadencial, deve: a) ser praticado pela autoridade competente; b) possuir car&aacute;ter espec&iacute;fico e individualizado; e c) conter notifica&ccedil;&atilde;o ao administrado. Intelig&ecirc;ncia do art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320763\/artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">54<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320694\/par%C3%A1grafo-2-artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Par\u00e1grafo 2 Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">&sect; 2&ordm;<\/a>, da Lei <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/1999.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">5. Seguran&ccedil;a concedida para restabelecer a anistia.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">(MS 18.608\/DF, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 05\/06\/2013)<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL &#8211; MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A &#8211; ANISTIA POL&Iacute;TICA &#8211; ATO QUE ANULOU A CONCESS&Atilde;O DE ANISTIA &#8211; PRELIMINARES REJEITADAS &#8211; DECAD&Ecirc;NCIA &#8211; PRECEDENTE DA PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">1. Preliminares de inadequabilidade da via eleita e de prescri&ccedil;&atilde;o afastadas.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">2. A Primeira Se&ccedil;&atilde;o, por ocasi&atilde;o do julgamento do MS 18.606\/DF, firmou entendimento no sentido de reconhecer a ocorr&ecirc;ncia da decad&ecirc;ncia do direito de anula&ccedil;&atilde;o da portaria concessiva de anistia, quando decorrer o prazo decadencial de cinco anos, previsto no art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320763\/artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">54<\/a>, caput, da Lei <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/99, entre a Portaria que concedeu a anistia e a Portaria individual que a anulou.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">3. A incid&ecirc;ncia do <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320694\/par%C3%A1grafo-2-artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Par\u00e1grafo 2 Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">&sect; 2&ordm;<\/a> do art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320763\/artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">54<\/a> da Lei <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/99 requer ato administrativo editado por autoridade competente com a finalidade de efetivo controle de validade de outro ato administrativo.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">4. Atos de conte&uacute;do gen&eacute;rico n&atilde;o podem servir para interromper ou suspender o prazo decadencial, ou, ainda, servir de termo a quo de cientifica&ccedil;&atilde;o oficial da exist&ecirc;ncia de processo de revis&atilde;o dos direitos dos anistiados, sob pena de viola&ccedil;&atilde;o ao art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11319710\/artigo-66-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 66 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">66<\/a> da Lei <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/99.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">5. Agravo regimental da Uni&atilde;o contra decis&atilde;o concessiva da liminar prejudicado.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">6. Mandado de seguran&ccedil;a concedido.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 21.75pt; text-align: justify;\">(MS 19.448\/DF, Rel. Ministra ELIANA CALMON, PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 17\/05\/2013)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelos mesmos fundamentos, e na mesma linha dos precedentes acima, rejeita-se a alega&ccedil;&atilde;o da autoridade impetrada de que a Nota AGU\/JD-1\/2006, de 7 de fevereiro de 2006, teria configurado medida apta para interromper a prescri&ccedil;&atilde;o, nos moldes do que disp&otilde;e o art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320763\/artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">54<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11320694\/par%C3%A1grafo-2-artigo-54-da-lei-n-9784-de-29-de-janeiro-de-1999\" title=\"Par\u00e1grafo 2 Artigo 54 da Lei n\u00ba 9.784 de 29 de Janeiro de 1999\">&sect; 2&ordm;<\/a>, da Lei n. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104076\/lei-de-procedimento-administrativo-lei-9784-99\" title=\"Lei n\u00ba 9.784 , de 29 de janeiro de 1999.\">9.784<\/a>\/1999.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante do exposto, concede-se a seguran&ccedil;a para declarar a nulidade do ato impugnado e restabelecer a condi&ccedil;&atilde;o de militar anistiado do impetrante.? (grifos nossos)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(MS 18727\/DF, Rel. Min. Sergio Kukina, Dj. 9\/4\/2014)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sendo assim, em raz&atilde;o do lapso temporal decorrido e da aus&ecirc;ncia de qualquer ind&iacute;cio de m&aacute;-f&eacute; por parte dos autores, imp&otilde;e-se reconhecer a decad&ecirc;ncia do direito da administra&ccedil;&atilde;o de anular as portarias que concederam a anistia pol&iacute;tica aos autores.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pedido, portanto, deve ser julgado parcialmente procedente, j&aacute; que n&atilde;o se verifica qualquer ind&iacute;cio de ilegalidade na portaria n&ordm; 594\/2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DISPOSITIVO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Posto isso, JULGO PROCEDENTE, EM PARTE, O PEDIDO, com base no art. <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/10712666\/artigo-269-da-lei-n-5869-de-11-de-janeiro-de-1973\" title=\"Artigo 269 da Lei n\u00ba 5.869 de 11 de Janeiro de 1973\">269<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/10712622\/inciso-i-do-artigo-269-da-lei-n-5869-de-11-de-janeiro-de-1973\" title=\"Inciso I do Artigo 269 da Lei n\u00ba 5.869 de 11 de Janeiro de 1973\">I<\/a>, do <a href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/111984001\/c%C3%B3digo-processo-civil-lei-5869-73\" title=\"LEI No 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973.\">CPC<\/a>, para anular as portarias n&ordm;s. 2.700, de 18 de dezembro de 2008 &#8211; <strong>RENATO<\/strong> (fls. 1.565\/1.566), 2.711, de 18 de dezembro de 2008 &#8211; <strong>NORMILDO<\/strong> (fls. 2.386\/2.387), 2.701, de 18 de dezembro de 2008 &ndash; <strong>PAULO ROBERTO<\/strong> (fls. 1.015\/1.016) e 2.713, de 18 de dezembro de 2008 &#8211; <strong>SEBASTI&Atilde;O<\/strong> (fls. 1.307\/1.308), todas publicadas em 22\/12\/2008, com o consequente restabelecimento das portarias que reconheceram aos autores a condi&ccedil;&atilde;o de anistiados pol&iacute;ticos e o pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica a que fazem jus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Custas ex lege.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em face da sucumb&ecirc;ncia m&iacute;nima dos autores, condeno a r&eacute; ao pagamento de honor&aacute;rios, que ora fixo em R$ 3.000,00 para cada autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Publique-se. Registre-se. Intimem-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Senten&ccedil;a sujeita ao reexame necess&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rio de Janeiro, 18 de julho de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">THEOPHILO ANTONIO MIGUEL FILHO<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juiz (a) Federal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">24&ordf; VF<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FKU<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(&#8230;)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\" style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"49\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"32\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a> <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>JUIZ FEDERAL THEOPHILO ANTONIO MIGUEL FILHO FICAM INTIMADAS AS PARTES E SEUS ADVOGADOS DAS SENTEN&Ccedil;AS\/DECIS&Otilde;ES\/DESPACHOS NOS AUTOS ABAIXO RELACIONADOS PROFERIDOS PELO MM. JUIZ FEDERAL THEOPHILO ANTONIO MIGUEL FILHO 1005 &#8211; ORDIN&Aacute;RIA\/OUTRAS 4 &#8211; 0018673-86.2011.4.02.5101 (2011.51.01.018673-2) (PROCESSO ELETR&Ocirc;NICO) NORMILDO SILVA DE SOUZA E OUTROS (ADVOGADO: RJ164095 &#8211; EPAMINONDAS RESENDE FILHO.) x UNI&Atilde;O FEDERAL. 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