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{"id":26302,"date":"2015-04-13T16:10:33","date_gmt":"2015-04-13T19:10:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=26302"},"modified":"2015-04-14T00:14:52","modified_gmt":"2015-04-14T03:14:52","slug":"a-assistencia-e-o-fenomeno-processual-em-que-um-terceiro-se-co%c2%adloca-junto-com-uma-das-partes-autor-ou-reu-para-auxilia-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2015\/04\/a-assistencia-e-o-fenomeno-processual-em-que-um-terceiro-se-co%c2%adloca-junto-com-uma-das-partes-autor-ou-reu-para-auxilia-la\/","title":{"rendered":"A assist\u00eancia \u00e9 o fen\u00f4meno processual em que um terceiro se co\u00adloca junto com uma das partes (autor ou r\u00e9u) para auxili\u00e1-la."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/\u00cdndice1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"259\" height=\"194\" alt=\"\u00cdndice\" class=\"aligncenter size-full wp-image-26304\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/\u00cdndice1.jpg\" style=\"width: 385px; height: 288px;\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><span style=\"font-size: 14px;\">(&hellip;)<\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><span style=\"font-size: 14px;\">ASSIST&Ecirc;NCIA: &Eacute; a modalidade de interven&ccedil;&atilde;o de terceiros, voluntariamente manifestada por algu&eacute;m, que interv&eacute;m em processo a fim de auxiliar a parte a que assiste, pois tem interesse jur&iacute;dico na solu&ccedil;&atilde;o do lit&iacute;gio e pode ser afetado em sua &oacute;rbita de direitos pela decis&atilde;o a ser proferida.<\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color:#4B0082;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><span style=\"font-size: 14px;\">(&hellip;)<\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/repassando-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"repassando-2\" class=\"alignnone size-full wp-image-25844\" height=\"52\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/repassando-2.jpg\" vdh-336455967=\"\" vdh-444089700=\"\" width=\"200\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family: comic sans ms,cursive;\"><strong>Assist&ecirc;ncia<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">Por M&aacute;rcio Candido da Silva<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Conceito.<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tA assist&ecirc;ncia &eacute; o fen&ocirc;meno processual em que um terceiro se co&shy;loca junto com uma das partes (autor ou r&eacute;u) para auxili&aacute;-la. &Eacute; a modalidade de interven&ccedil;&atilde;o de terceiros, voluntariamente manifestada por algu&eacute;m, que interv&eacute;m em processo a fim de auxiliar a parte a que assiste, pois tem interesse jur&iacute;dico na solu&ccedil;&atilde;o do lit&iacute;gio e pode ser afetado em sua &oacute;rbita de direitos pela decis&atilde;o a ser proferida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na assist&ecirc;ncia h&aacute; duas partes intervenientes: o assistente (terceiro que ingressa em processo j&aacute; em curso a fim de auxiliar uma das partes) e o assistido (aquele que &eacute; parte no processo e recebe o terceiro como coadjuvante, favorecendo-se de seu aux&iacute;lio, em raz&atilde;o de atuar no processo em seu favor).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A assist&ecirc;ncia &eacute; uma interven&ccedil;&atilde;o de terceiro espont&acirc;nea por via de inser&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, o assistente interv&eacute;m num processo de forma volunt&aacute;ria, ingressando numa rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica processual j&aacute; estabelecida, sem deduzir pretens&atilde;o pr&oacute;pria, mas aderindo &agrave; parte que assiste na sua pretens&atilde;o j&aacute; definida no processo em curso. Assim, o terceiro n&atilde;o formula nenhum pedido e contra si nenhum pedido &eacute; formulado, portanto, n&atilde;o adquire a qualidade de parte. Insere-se numa rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica processual pendente com o fim de coadjuvar e auxiliar a parte, pois tem interesse que a senten&ccedil;a seja favor&aacute;vel ao assistido. Ainda quando o assistente interv&eacute;m num processo em que est&aacute; legitimado para a causa, pois participa de rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica com a parte adversa do assistido (assist&ecirc;ncia litisconsorcial &#8211; art. 54, CPC), apesar de haver diverg&ecirc;ncia doutrin&aacute;ria, entende-se majoritariamente que mesmo assim n&atilde;o ingressa como parte, n&atilde;o formando litiscons&oacute;rcio ulterior, por&eacute;m, em raz&atilde;o da causa envolver a discuss&atilde;o de um direito que tamb&eacute;m lhe pertence, possui uma autonomia maior em rela&ccedil;&atilde;o ao assistido, podendo, inclusive, contrariar sua vontade no processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adverte C&aacute;ssio Scarpinella Bueno (<strong>in <\/strong>Curso Sistematizado de Direito Processual Civil, vol. 2, Tomo I, Editora Saraiva. S&atilde;o Paulo. p. 519) que o ingresso em ju&iacute;zo do assistente n&atilde;o altera a estrutura subjetiva ou objetiva da demanda origin&aacute;ria, pois as partes (autor e r&eacute;u) e o objeto do processo (causa de pedir e pedido) n&atilde;o sofrem qualquer modifica&ccedil;&atilde;o, apesar da interven&ccedil;&atilde;o do assistente. Assim, ainda que o direito posto em lit&iacute;gio, igualmente perten&ccedil;a ao assistente, como ocorre na assist&ecirc;ncia litisconsorcial, o assistente n&atilde;o pode provocar nenhuma altera&ccedil;&atilde;o de ordem objetiva ou subjetiva na causa, de forma que n&atilde;o pode aditar ou alterar o pedido formulado originariamente pelo assistido. Tudo isto decorre do fato de que o assistente, ao ingressar no processo, figurar&aacute; como coadjuvante do assistido, e n&atilde;o como parte em litiscons&oacute;rcio ulterior, tendo por fim auxili&aacute;-lo no processo a fim de que a solu&ccedil;&atilde;o deste seja favor&aacute;vel ao assistido, o que repercutir&aacute; satisfatoriamente para o assistente.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>2. Pressupostos.<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tPela leitura do art. 50 do CPC, tem-se que s&atilde;o pressupostos para a assist&ecirc;ncia: i) que o assistente tenha interesse jur&iacute;dico na causa; ii) que o assistente tenha interesse que a decis&atilde;o da causa seja favor&aacute;vel ao assistido; iii) que o processo que interv&eacute;m seja apto a promover resolu&ccedil;&atilde;o de m&eacute;rito iv) que a causa esteja pendente (<strong>causa petendi<\/strong>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O requisito fundamental da interven&ccedil;&atilde;o assistencial &eacute; de que o terceiro tenha interesse jur&iacute;dico na causa, no sentido de que a senten&ccedil;a a ser proferida, seja favor&aacute;vel ao assistido, pois tal solu&ccedil;&atilde;o lhe favorece. &Eacute; o que disp&otilde;e o art. 50 do CPC nos seguintes termos <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;Pendendo uma causa entre duas ou mais pessoas, o terceiro, que tiver interesse jur&iacute;dico em que a senten&ccedil;a seja favor&aacute;vel a uma delas, poder&aacute; intervir no processo para assisti-la&rdquo;<\/span>. Assim, coloca-se como requisito que o terceiro tenha interesse jur&iacute;dico na causa, pois pode ser afetado em seus direitos em face da solu&ccedil;&atilde;o dada &agrave; causa. N&atilde;o basta mero interesse econ&ocirc;mico ou moral, mas sim que a decis&atilde;o possa interferir em sua &oacute;rbita de direitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De outro lado, h&aacute; necessidade de que o processo em que interv&eacute;m o assistente seja aquele em que deve ser emanado um determinado provimento jurisdicional, isto &eacute;, uma decis&atilde;o judicial resolutiva de m&eacute;rito. Portanto, cab&iacute;vel em processo de conhecimento, qualquer que seja o procedimento, bem como em processo cautelar, em que h&aacute; resolu&ccedil;&atilde;o de m&eacute;rito, concernente &agrave; lide cautelar, acerca da exist&ecirc;ncia dos pressupostos que autorizam a concess&atilde;o da medida cautelar (<strong>fumus boni iuris e periculum in mora<\/strong>). Mas n&atilde;o se mostra admiss&iacute;vel em processo de execu&ccedil;&atilde;o, apesar do que afirma Celso Agr&iacute;cola Barbi (<strong>in <\/strong>Coment&aacute;rios ao C&oacute;digo de Processo Civil, vol. 1, t. 1. Ed. Forense. Rio de Janeiro, p. 293), apesar de n&atilde;o dar os fundamentos do interesse em tal interven&ccedil;&atilde;o do assistente. Na verdade, o processo de execu&ccedil;&atilde;o implica na atua&ccedil;&atilde;o jurisdicional em promover a satisfa&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito inadimplido, mediante a pr&aacute;tica de atos de coa&ccedil;&atilde;o do Estado em face do devedor para solver a d&iacute;vida constante de t&iacute;tulo executivo. Assim, n&atilde;o h&aacute; resolu&ccedil;&atilde;o de m&eacute;rito no &acirc;mbito do processo de execu&ccedil;&atilde;o, mas atos materiais de satisfa&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito inadimplido. Portanto, neste ambiente n&atilde;o h&aacute; interesse de assist&ecirc;ncia, pois n&atilde;o existe pretens&atilde;o a uma decis&atilde;o judicial favor&aacute;vel a uma das partes. No entanto, tratando-se de embargos &agrave; execu&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida do cabimento da assist&ecirc;ncia, em raz&atilde;o de tratar-se de processo de conhecimento, em que haver&aacute; resolu&ccedil;&atilde;o de m&eacute;rito acerca da impugna&ccedil;&atilde;o apresentada pelo devedor em face do credor, a qual desafia um julgamento por parte do juiz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; pac&iacute;fico o entendimento pelo n&atilde;o cabimento da assist&ecirc;ncia em processo de execu&ccedil;&atilde;o, conforme a seguinte ementa <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;PROCESSUAL CIVIL. EXECU&Ccedil;&Atilde;O. INTERVEN&Ccedil;&Atilde;O DE TERCEIROS. ASSIST&Ecirc;NCIA. IMPOSSIBILIDADE. ART. 50, PAR&Aacute;GRAFO &Uacute;NICO DO CPC. &#8211; A assist&ecirc;ncia, na letra do artigo 50, caput, do C&oacute;digo de Processo Civil, consiste na interven&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria de terceiro interessado em causa pendente com o objetivo de coadjuvar uma das partes a obter senten&ccedil;a favor&aacute;vel. &#8211; Se a execu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tende &agrave; obten&ccedil;&atilde;o de senten&ccedil;a destinando-se apenas &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de atos concretos para realiza&ccedil;&atilde;o coativa do t&iacute;tulo, resulta inadmiss&iacute;vel a assist&ecirc;ncia no processo executivo. &#8211; Recurso especial n&atilde;o conhecido.&rdquo; (STJ &ndash; 6&ordf; T, REsp n&ordm; 329.059, Min. Vicente Leal, j. 07.02.02), exceto se tratando de embargos do devedor (TRF- 5&ordf; T &ndash; Ag. n&ordm; 55.037, Min. Torre&atilde;o Braz, j. 13.06.88). Por&eacute;m, j&aacute; se admitiu assist&ecirc;ncia em processo de execu&ccedil;&atilde;o, conforme: &ldquo;RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL. A&Ccedil;&Atilde;O DE EXECU&Ccedil;&Atilde;O DE T&Iacute;TULO EXTRAJUDICIAL (ADITIVO CONTRATUAL) AJUIZADA NA JUSTI&Ccedil;A COMUM ESTADUAL CONTRA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA. CONTRATO ORIGIN&Aacute;RIO FIRMADO PELA EXTINTA PORTOBR&Aacute;S (LEI 8.029\/90). REGULARIDADE DA CONTRATA&Ccedil;&Atilde;O QUESTIONADA PELO MINIST&Eacute;RIO P&Uacute;BLICO FEDERAL PERANTE A JUSTI&Ccedil;A FEDERAL. PEDIDO DE ASSIST&Ecirc;NCIA (CPC, ART. 50) NA EXECU&Ccedil;&Atilde;O FORMULADO PELA UNI&Atilde;O. POSSIBILIDADE NO CASO. INTERESSES JUR&Iacute;DICO E ECON&Ocirc;MICO. CONFIGURA&Ccedil;&Atilde;O. PECULIARIDADES. REMESSA DO FEITO EXECUTIVO PARA A JUSTI&Ccedil;A FEDERAL. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO.&rdquo;<\/span> (STJ &ndash; 4&ordf; T &ndash; REsp n&ordm; 397.598, Min. Raul Ara&uacute;jo, j. 18.08.11).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A assist&ecirc;ncia ter&aacute; cabimento ainda que a causa j&aacute; tenha sido julgada em seu m&eacute;rito e esteja em fase recursal, porquanto diante da provisoriedade do julgamento, enquanto n&atilde;o houver tr&acirc;nsito em julgado, a decis&atilde;o poder&aacute; ser alterada por for&ccedil;a dos recursos interpostos, de forma que sempre ser&aacute; tempestiva a interven&ccedil;&atilde;o do assistente de forma a atuar e poder influir numa solu&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel ao assistido. Por isso que o par&aacute;grafo &uacute;nico do art. 50 disp&otilde;e que <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;A assist&ecirc;ncia tem lugar em qualquer dos tipos de procedimento e em todos os graus de jurisdi&ccedil;&atilde;o; mas o assistente recebe o processo no estado que se encontra&rdquo;<\/span>. Ao mencionar <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;todos os graus de jurisdi&ccedil;&atilde;o&rdquo;<\/span> nos permite concluir que o processo pode estar em fase recursal ou que se trate de processos origin&aacute;rios dos tribunais. Enfim, ainda que em sede de tribunal, a assist&ecirc;ncia ter&aacute; cabimento, sendo atribui&ccedil;&atilde;o do relator da a&ccedil;&atilde;o proposta no tribunal ou em que pende recurso apreciar a sua admissibilidade.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>3. Esp&eacute;cies.<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tDiante do que disp&otilde;e os arts. 50 e 54 do CPC, temos que a assist&ecirc;ncia pode ser simples ou litisconsorcial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>a) Assist&ecirc;ncia simples (tamb&eacute;m chamada de adesiva):<\/strong> ocorre quando algu&eacute;m que, embora n&atilde;o tenha o seu direito diretamente envolvido no processo, coloca-se ao lado do autor ou do r&eacute;u, para auxili&aacute;-lo, pois tem interesse jur&iacute;dico na vit&oacute;ria daquele que assiste (art. 50, CPC). O interesse jur&iacute;dico caracteriza-se no interesse da senten&ccedil;a a ser proferida contra o assistido, a qual poder&aacute; influ&shy;ir desfavoravelmente na sua situa&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica. Assim, a solu&ccedil;&atilde;o judicial pode afetar a rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica que possui com o assistido, n&atilde;o possuindo o assistente nenhuma vincula&ccedil;&atilde;o com o advers&aacute;rio do assistido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Exemplo: A (locador) prop&otilde;e a&ccedil;&atilde;o de despejo em face de B (locat&aacute;rio). C, sublocat&aacute;rio, ingressa como assistente no processo, tendo como assistido B, pois caso a a&ccedil;&atilde;o de despejo seja julgada procedente, C ser&aacute; afetado por tal decis&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o que possui com B, uma vez que resolvido o contrato de loca&ccedil;&atilde;o, dar-se-&aacute; por extinto, igualmente, o contrato de subloca&ccedil;&atilde;o, que lhe &eacute; acess&oacute;rio. Perceba que C tem interesse jur&iacute;dico na solu&ccedil;&atilde;o do processo, pois pode ser afetado pela decis&atilde;o desfavor&aacute;vel a B. Assim, ingressa no processo para assistir a B a fim de auxili&aacute;-lo, para que ao final obtenha uma decis&atilde;o favor&aacute;vel, isto &eacute;, que a a&ccedil;&atilde;o de despejo seja julgada improcedente e, consequentemente, preservado o contrato de subloca&ccedil;&atilde;o. Percebe-se, tamb&eacute;m, que C n&atilde;o possui rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica com A, que &eacute; a parte adversa do assistido, pois a subloca&ccedil;&atilde;o se d&aacute; entre B e C, n&atilde;o havendo rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica de direito material entre A e C. Importante consignar no exemplo que, apesar da de o art. 59, &sect; 2&ordm; da Lei n&ordm; 8.245\/91 impor ao locador que d&ecirc; ci&ecirc;ncia ao sublocat&aacute;rio acerca da a&ccedil;&atilde;o de despejo proposta em face do locat&aacute;rio, mesmo assim se trata de interven&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria, pois o pr&oacute;prio dispositivo estabelece que o sublocat&aacute;rio &ldquo;poder&aacute;&rdquo; intervir como assistente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>b) Assist&ecirc;ncia litisconsorcial (tamb&eacute;m chamada de qualificada ou aut&ocirc;noma):<\/strong> ocorre quando um terceiro interv&eacute;m num processo, para auxiliar uma das partes, cujo direito controvertido lhe diz respeito, isto &eacute;, a quest&atilde;o posta em lit&iacute;gio o envolve, de forma que est&aacute; legitimado para a a&ccedil;&atilde;o, pois participa da rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica de direito material subjacente ao processo, por&eacute;m, n&atilde;o figurou como litisconsorte do assistido, originariamente. Assim, o terceiro ingressa num processo que teria legitimidade para figurar como parte, pois participa de uma rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica com a parte adversa ao assistido. Pode at&eacute; tamb&eacute;m vincular-se juridicamente ao assistido, mas tal fato &eacute; irrelevante, pois o que importa aqui &eacute; a sua rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica com o advers&aacute;rio do assistido. Portanto, o inter&shy;veniente poderia agir conjuntamente com o assistido, em face do adver&shy;s&aacute;rio comum, ou ser acionado conjuntamente com o assistido, isto &eacute;, o interveniente poderia ter sido litisconsorte do assistido contra o advers&aacute;rio comum, e, n&atilde;o o sendo, tendo sido deixado de fora da rela&ccedil;&atilde;o processual, interv&eacute;m, assistindo a parte contr&aacute;ria &agrave;quela que teria sido o seu advers&aacute;rio, com a finalidade de impedir que a senten&ccedil;a possa lhe afetar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando se diz que &ldquo;o assistente poderia ter sido litisconsorte do assistido&rdquo;, evidente que se trata de litiscons&oacute;rcio facultativo, pois se tratasse de litiscons&oacute;rcio necess&aacute;rio, n&atilde;o seria o caso de interven&ccedil;&atilde;o assistencial, mas sim admiss&atilde;o do assistente como litisconsorte da parte assistida, figurando, destarte, como parte no processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Exemplo: A, B e C s&atilde;o cond&ocirc;minos de um im&oacute;vel e v&ecirc;m a sofrer esbulho possess&oacute;rio praticado por D. Diante de tal fato, A e B, em litiscons&oacute;rcio, aju&iacute;zam a&ccedil;&atilde;o possess&oacute;ria em face de D, sendo que C interv&eacute;m no processo como assistente de A e B. Perceba que na hip&oacute;tese h&aacute; uma rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica que envolve C com D, pois este praticou esbulho em face daquele. Apesar de, no caso, C tamb&eacute;m possuir rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica com A e B, tal fato &eacute; irrelevante para sua interven&ccedil;&atilde;o, pois o que importa &eacute; o v&iacute;nculo que se estabelece entre o interveniente e o advers&aacute;rio dos assistidos. Verifica-se no caso que C tem interesse jur&iacute;dico que a solu&ccedil;&atilde;o seja favor&aacute;vel para A e B, pois julgada procedente a a&ccedil;&atilde;o, decretando-se a reintegra&ccedil;&atilde;o de posse em favor dos autores, tal solu&ccedil;&atilde;o ser&aacute; igualmente favor&aacute;vel a C. Mas o destaque que se faz no exemplo &eacute; que, o favorecimento que C ter&aacute; na proced&ecirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o implica na tutela de seu pr&oacute;prio direito, que fora submetido &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o judicial, sem que C tenha sido parte e deduzido pretens&atilde;o &agrave; prote&ccedil;&atilde;o de seu direito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A distin&ccedil;&atilde;o entre assist&ecirc;ncia simples e litisconsorcial n&atilde;o &eacute; meramente te&oacute;rica, mas tal condi&ccedil;&atilde;o influir&aacute; na amplitude dos poderes do assistente e na sua atua&ccedil;&atilde;o no processo que interv&eacute;m. Como o assistente simples interv&eacute;m num processo cujo direito em lit&iacute;gio n&atilde;o lhe pertence, n&atilde;o pode contrariar a vontade do assistido. Tanto &eacute; assim que, no exemplo dado, caso o locat&aacute;rio (r&eacute;u da a&ccedil;&atilde;o de despejo) transija com o autor (locador) e concorde em desocupar o im&oacute;vel ap&oacute;s certo tempo, n&atilde;o h&aacute; como o sublocat&aacute;rio impedir tal acordo, cabendo-lhe aceitar tal aven&ccedil;a e desocupar, igualmente, o im&oacute;vel na data aprazada, sem preju&iacute;zo de, eventualmente, pleitear perdas e danos em face do sublocador. Portanto, a atua&ccedil;&atilde;o do assistente simples &eacute; sempre complementar ao assistido e nunca poder&aacute; estar em contradi&ccedil;&atilde;o com a vontade do assistido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por&eacute;m, tratando-se de assist&ecirc;ncia litisconsorcial, o assistente interv&eacute;m num processo cujo direito controvertido igualmente lhe pertence, de forma que seus poderes s&atilde;o equivalentes ao do assistido, podendo, inclusive, agir em antagonismo ao assistido, pois n&atilde;o se lhe imp&otilde;e aceitar a postura do assistido que venha a prejudicar o seu direito. Assim, na hip&oacute;tese do exemplo da possess&oacute;ria, ainda que os assistidos queiram desistir da a&ccedil;&atilde;o, obtendo a concord&acirc;ncia do esbulhador, o assistente poder&aacute; discordar de tal postura, assumindo o polo ativo da a&ccedil;&atilde;o, ainda que a sa&iacute;da dos autores origin&aacute;rios tenha sido homologada pelo juiz.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>4. Procedimento.<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tO terceiro ingressar&aacute; como assistente mediante provoca&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea, feito por interm&eacute;dio de peti&ccedil;&atilde;o dirigida ao juiz da causa, com prova de seu interesse jur&iacute;dico na solu&ccedil;&atilde;o da demanda, instruindo a peti&ccedil;&atilde;o com os documentos que se fizerem necess&aacute;rios &agrave; demonstra&ccedil;&atilde;o de suas alega&ccedil;&otilde;es e a indica&ccedil;&atilde;o da parte a que pretenda assistir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante do pedido, que ser&aacute; juntado aos autos do processo, o juiz ouvir&aacute; as partes, no prazo de 5 dias, intimando-se autor e r&eacute;u para se manifestarem sobre o pedido de interven&ccedil;&atilde;o (art 51, CPC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o havendo impugna&ccedil;&atilde;o no prazo, o pedido ser&aacute; deferido (art 51, CPC), muito embora por se tratar de mat&eacute;ria de ordem p&uacute;blica, poder&aacute; o juiz exercer controle de of&iacute;cio sobre o pedido de interven&ccedil;&atilde;o e, apesar do sil&ecirc;ncio ou da concord&acirc;ncia das partes (autor e r&eacute;u) acerca do pedido de interven&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; o juiz indeferi-lo, se verificar a aus&ecirc;ncia de interesse jur&iacute;dico por parte do terceiro. &Eacute; o que se infere no seguinte julgado: <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;PROCESSUAL CIVIL. ASSIST&Ecirc;NCIA. OAB\/PR. AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO POR &quot;ADVOGADO EMPREGADO&quot;, OBJETIVANDO A PERCEP&Ccedil;&Atilde;O DE HONOR&Aacute;RIOS CONSIDERADOS DEVIDOS &Agrave; SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA EMPREGADORA. ARTIGO 4&ordm;, DA LEI 9.527\/97. INTERESSE JUR&Iacute;DICO. N&Atilde;O CARACTERIZA&Ccedil;&Atilde;O. ARTIGO 51, DO CPC. AUS&Ecirc;NCIA DE IMPUGNA&Ccedil;&Atilde;O. PRINC&Iacute;PIO DO LIVRE CONVENCIMENTO DO JUIZ. 1. O instituto da assist&ecirc;ncia &eacute; modalidade espont&acirc;nea, ou volunt&aacute;ria, de interven&ccedil;&atilde;o de terceiro, que reclama, como pressuposto, interesse jur&iacute;dico que se distingue do interesse institucional. 2. &Eacute; que o assistente luta pela vit&oacute;ria do assistido ou porque a sua rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica &eacute; vinculada &agrave;quele, ou a res in iudicium deducta tamb&eacute;m lhe pertence. De toda sorte, al&eacute;m desses fatores, o assistente interv&eacute;m porque a decis&atilde;o proferida na causa entre o assistido e a parte contr&aacute;ria interferir&aacute; na sua esfera jur&iacute;dica. 3. &Eacute; cedi&ccedil;o em doutrina abalizada que: &quot;Somente pode intervir como assistente o terceiro que tiver interesse jur&iacute;dico em que uma das partes ven&ccedil;a a a&ccedil;&atilde;o. H&aacute; interesse jur&iacute;dico do terceiro quando a rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica da qual seja titular possa ser reflexamente atingida pela senten&ccedil;a que vier a ser proferida entre assistido e parte contr&aacute;ria. N&atilde;o h&aacute; necessidade de que o terceiro tenha, efetivamente e, rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica com o assistido, ainda que isto ocorra na maioria dos casos. Por exemplo, h&aacute; interesse jur&iacute;dico do sublocat&aacute;rio em a&ccedil;&atilde;o de despejo movida contra o locat&aacute;rio. O interesse meramente econ&ocirc;mico ou moral n&atilde;o enseja a assist&ecirc;ncia, se n&atilde;o vier qualificado como interesse tamb&eacute;m jur&iacute;dico.&quot; (Nelson Nery J&uacute;nior e Rosa Maria de Andrade Nery, in &quot;C&oacute;digo de Processo Civil Comentado e Legisla&ccedil;&atilde;o Extravagante&quot;, 9&ordf; ed., Ed. Revista dos Tribunais, S&atilde;o Paulo, 2006, p&aacute;g. 232). Precedentes do STJ: AgRg na Pet 5.572\/PB, Rel. Ministra Denise Arruda, Primeira Turma, julgado em 25.09.2007, DJ 05.11.2007; MS 10.597\/DF, Rel. Ministro Jo&atilde;o Ot&aacute;vio de Noronha, Primeira Se&ccedil;&atilde;o, julgado em 27.06.2007, DJ 22.10.2007; e REsp 660.833\/SP, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 26.09.2006, DJ 16.10.2006. 4. In casu, a Ordem dos Advogados do Brasil, da Se&ccedil;&atilde;o do Paran&aacute;, requereu sua interven&ccedil;&atilde;o, na qualidade de assistente do advogado DELVANI ALVES LEME, que interp&ocirc;s agravo de instrumento em face de decis&atilde;o interlocut&oacute;ria que, nos autos de a&ccedil;&atilde;o ordin&aacute;ria, entendeu que os honor&aacute;rios advocat&iacute;cios arbitrados no feito pertencem &agrave; empresa autora (a Cia Paranaense de Energia &#8211; COPEL) e n&atilde;o aos advogados que patrocinaram a causa, tendo em vista o disposto no artigo 4&ordm;, da Lei 9.527\/97, que afasta as disposi&ccedil;&otilde;es constantes do Cap&iacute;tulo V, T&iacute;tulo I, da Lei 8.906\/94, relativamente &agrave; Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Direta da Uni&atilde;o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic&iacute;pios, e &agrave;s autarquias, &agrave;s funda&ccedil;&otilde;es institu&iacute;das pelo Poder P&uacute;blico, &agrave;s empresas p&uacute;blicas e &agrave;s sociedades de economia mista. 5. O interesse institucional, n&atilde;o obstante encerre tamb&eacute;m interesse jur&iacute;dico para a propositura da a&ccedil;&atilde;o coletiva, n&atilde;o enseja a interven&ccedil;&atilde;o ad adjuvandum em processo inter partes. 6. O artigo 51, do CPC, reclama exegese compat&iacute;vel com o artigo 50, do mesmo diploma, por isso que o primeiro dispositivo deve ser interpretado no sentido de que, n&atilde;o havendo impugna&ccedil;&atilde;o, o pedido do assistente ser&aacute; deferido, desde que presente o interesse jur&iacute;dico. 7. Recurso especial desprovido.&rdquo;<\/span><em> <\/em>(STJ &ndash; 1&ordf; T &ndash; REsp n&ordm; 821.586, Min. Luiz Fux, j. 07.10.08).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alegando qualquer das partes que n&atilde;o h&aacute; interesse jur&iacute;dico do requerente, o juiz determinar&aacute;, sem suspender o processo, o desentranhamento da peti&ccedil;&atilde;o e da impugna&ccedil;&atilde;o, a fim de serem autuadas em apenso, autorizando a produ&ccedil;&atilde;o de provas se necess&aacute;rio, inclusive com designa&ccedil;&atilde;o de audi&ecirc;ncia de instru&ccedil;&atilde;o, e decidir&aacute;, dentro de 5 dias o incidente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da decis&atilde;o que julga o incidente, deferindo ou n&atilde;o a admiss&atilde;o do terceiro no processo, caber&aacute; recurso de agravo de instrumento.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>5. Regime jur&iacute;dico.<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tAdmitido no processo o terceiro, na qualidade de assistente, resta saber quais os poderes de sua atua&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, como dever&aacute; se comportar no processo e se sua vontade sempre dever&aacute; subordinar-se &agrave; vontade do assistido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O assistente deve atuar no processo em benef&iacute;cio do assis&shy;tido, de modo que a senten&ccedil;a lhe seja favor&aacute;vel, cabendo-lhe exercer os mesmos poderes e sujeitar-se aos mesmos &ocirc;nus processuais que o assistido (art. 52, CPC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O assistente recebe o processo no estado em que se encontra (art. 50, par&aacute;grafo &uacute;nico, CPC), de forma que n&atilde;o lhe &eacute; permitido retroceder para praticar atos cuja consuma&ccedil;&atilde;o j&aacute; se tenha operado. Assim, n&atilde;o poder&aacute; requerer a revis&atilde;o de atos e decis&otilde;es j&aacute; consumados e insuscet&iacute;veis de recurso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode impugnar atos da parte con&shy;tr&aacute;ria, requerer provas, impulsionar o processo, participar da audi&ecirc;ncia, recorrer da senten&ccedil;a, mesmo que n&atilde;o o fa&ccedil;a o assisti&shy;do. Por&eacute;m, como o assistente n&atilde;o &eacute; parte no processo, n&atilde;o pode contrariar a vontade o assistido, de forma que se este manifestar interesse em transigir, o assistente n&atilde;o poder&aacute; impedi-lo de fazer, salvo se tratar de assistente litisconsorcial. Por isso, disp&otilde;e o art. 53 do CPC que a assist&ecirc;ncia n&atilde;o obsta a que a parte principal reconhe&ccedil;a a proced&ecirc;ncia do pedido, desista da a&ccedil;&atilde;o ou transija sobre direitos controvertidos, casos em que, terminado o processo, dar-se-&aacute; por cessada a interven&ccedil;&atilde;o do assistente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tratando de assist&ecirc;ncia litisconsorcial (art. 54, CPC), como a causa versa sobre direitos que pertencem ao assistente, ainda que este n&atilde;o figure como parte, n&atilde;o podendo promover altera&ccedil;&otilde;es de ordem objetiva e subjetiva na causa, possui o assistente maiores poderes que um assistente simples, pois pode contrariar o assistindo em suas manifesta&ccedil;&otilde;es no processo, como por exemplo pode recorrer, ainda que o assistido tenha desistido ou renunciado ao recurso; pode contraditar testemunha, ainda que o assistido pretenda sua produ&ccedil;&atilde;o. J&aacute; na assist&ecirc;ncia simples n&atilde;o se admite este antagonismo no comportamento processual. Assim, o assistente litisconsorcial embora n&atilde;o seja tido como parte, mas em raz&atilde;o de estar legitimado para a a&ccedil;&atilde;o, pois titular do interesse em lit&iacute;gio, atua como se litisconsorte fosse, de forma aut&ocirc;noma, aplicando-se-lhe a regra do art. 48 do CPC, que estabelece que atuar&aacute; de forma aut&ocirc;noma no processo, n&atilde;o lhe prejudicando o comportamento do assistido.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>6. Efeitos.<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tConcernente &agrave; sujei&ccedil;&atilde;o do assistente &agrave; coisa julgada, a distin&ccedil;&atilde;o entre assistente simples e litisconsorcial se imp&otilde;e novamente, pois se tratando de assistente simples, como o direito controvertido n&atilde;o lhe pertence, n&atilde;o se lhe aplica o disposto no art. 472 do CPC, quanto aos limites subjetivos da coisa julgada, muito embora diante de sua rela&ccedil;&atilde;o com o assistido, poder&aacute; sofrer efeitos reflexos da coisa julgada formada. Por&eacute;m, tratando-se de assistente litisconsorcial, como se trata de lit&iacute;gio envolvendo seu direito, este ser&aacute; afetado diretamente pela coisa julgada, incidindo a regra do art. 472 do CPC. Ou seja, ainda que o assistente litisconsorcial n&atilde;o seja qualificado como parte, sofre as consequ&ecirc;ncias da coisa julgada como se fosse parte. Este &eacute; o entendimento pretoriano, conforme ementa <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;O assistente litisconsorcial det&eacute;m rela&ccedil;&atilde;o de direito material com o advers&aacute;rio do assistido, de modo que a senten&ccedil;a que vier a ser proferida, em rela&ccedil;&atilde;o a ele, constituir&aacute; coisa julgada material. Assim, n&atilde;o h&aacute; como afastar a legitimidade passiva ad causam do recorrente.&rdquo; <\/span>(STJ &ndash; 2&ordf; T &ndash; REsp n&ordm; 557.106. Min. Castro Meira, j. 06.05.08).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Discute-se se aquele que poderia ter intervido como assistente litisconsorcial, por&eacute;m, n&atilde;o o fez, seria alcan&ccedil;ado pela coisa julgada. H&aacute; quem entenda que diante do fato de se haver discutido em ju&iacute;zo direito de terceiro, este, ainda que n&atilde;o tenha intervido como assistente litisconsorcial, seria atingido pela coisa julgada, pois a lei pode autorizar algu&eacute;m a litigar em seu pr&oacute;prio nome para defender interesse alheio, de forma que aquele que deduziu a pretens&atilde;o em ju&iacute;zo, de direito tamb&eacute;m pertencente a terceiro, agiu em seu nome, mediante legitima&ccedil;&atilde;o extraordin&aacute;ria, de forma que mesmo que o terceiro n&atilde;o tenha intervido seria alcan&ccedil;ado pela coisa julgada. No exemplo dos cond&ocirc;minos, caso a a&ccedil;&atilde;o seja julgada improcedente, tenha ou n&atilde;o C intervido como assistente litisconsorcial, ser&aacute; atingido pela coisa julgada, n&atilde;o podendo reclamar em outra a&ccedil;&atilde;o pretens&atilde;o julgada improcedente em a&ccedil;&atilde;o anterior. Por&eacute;m, tal entendimento n&atilde;o &eacute; pac&iacute;fico, pois Liebman e Ov&iacute;dio Baptista entendem que n&atilde;o h&aacute; esta extens&atilde;o da coisa julgada a terceiro. Entendendo por tal extens&atilde;o, tem-se Barbosa Moreira, C&aacute;ssio Scarpinella Bueno entre outros, tendo o <strong>STJ<\/strong> j&aacute; decidido a respeito, conforme julgamento proferido por sua Quarta Turma, tendo como relator o eminente processualista Min. S&aacute;lvio de Figueiredo, no <strong>REsp n&ordm; 44.925\/GO<\/strong>, de 21\/06\/94, cuja ementa transcrevemos: <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;PROCESSO CIVIL. A&Ccedil;&Atilde;O PROPOSTA POR NETOS VISANDO AO RECONHECIMENTO DA INVALIDADE DE VENDA REALIZADA PELO AVO (FALECIDO) A TIO, POR MEIO DE INTERPOSTA PESSOA. IMPROCEDENCIA. TRANSITO EM JULGADO. NOVAS A&Ccedil;&Otilde;ES PROMOVIDAS POR OUTROS DESCENDENTES DO AUTOR DA HERAN&Ccedil;A BUSCANDO, DA MESMA FORMA E COM BASE EM IDENTICA &quot;CAUSA PETENDI&quot;, O RETORNO DO BEM AO ACERVO HEREDITARIO, EXTENS&Atilde;O SUBJETIVA DA &quot;RES IUDICATA&quot; ESTABELECIDA NA PRIMITIVA CAUSA. SUBSTITUI&Ccedil;&Atilde;O PROCESSUAL. LEGITIMA&Ccedil;&Atilde;O CONCORRENTE. ARTS. 6. E 472, CPC. 1.132 E 1.580, PARAGRAFO UNICO, CC. RECURSO DESACOLHIDO. I&nbsp; &#8211; OS DESCENDENTES CO-HERDEIROS QUE, COM BASE NO DISPOSTO NO PARAGRAFO UNICO DO ART. 1.580, CC, DEMANDAM EM PROL DA HERAN&Ccedil;A, COMO NA A&Ccedil;&Atilde;O EM QUE POSTULAM O RECONHECIMENTO DA INVALIDADE DE VENDA REALIZADA PELO SEU AUTOR COM AFRONTA AO ART. 1.132, CC, AGEM COMO MANDATARIOS TACITOS DOS DEMAIS CO-HERDEIROS AOS QUAIS APROVEITA O EVENTUAL REINGRESSO DO BEM NA &quot;UNIVERSITAS RERUM&quot;, EM DEFESA TAMBEM DOS DIREITOS DESTES. II &#8211; ATUAM, DESTARTE, NA QUALIDADE DE SUBSTITUTOS PROCESSUAIS DOS CO-HERDEIROS PREJUDICADOS QUE, EMBORA LEGITIMADOS, N&Atilde;O INTEGREM A RELA&Ccedil;&Atilde;O PROCESSUAL COMO LITISCONSORTES OU ASSISTENTES LITISCONSORCIAIS, IMPONDO-SE A ESTES, SUBSTITUIDOS, SUJEI&Ccedil;&Atilde;O A &quot;AUTORITAS REI IUDICATAE&quot;<\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb&eacute;m nesse sentido entendeu a <strong>Segunda Turma do STJ<\/strong>, no <strong>REsp n&ordm; 557.106\/SE<\/strong>, tendo como relatora o Min. Castro Meira, em julgamento datado em 06\/05\/2008: <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. DESAPROPRIA&Ccedil;&Atilde;O. EXECU&Ccedil;&Atilde;O DE SENTEN&Ccedil;A. ASSIST&Ecirc;NCIA LITISCONSORCIAL. LEGITIMIDADE. PREQUESTIO-NAMENTO. S&Uacute;MULA 282\/STF. 1. &Eacute; cedi&ccedil;o que, para o conhecimento do recurso especial pela al&iacute;nea &quot;a&quot; do permissivo constitucional, se faz necess&aacute;rio que a norma infraconstitucional tida como contrariada tenha sido objeto de an&aacute;lise pela inst&acirc;ncia de origem, sob pena de n&atilde;o ser conhecido por aus&ecirc;ncia de prequestionamento. Incid&ecirc;ncia da S&uacute;mula 282\/STF. 2. Em caso de ocorr&ecirc;ncia de omiss&atilde;o, obscuridade, contradi&ccedil;&atilde;o ou erro material, cabe &agrave; parte inconformada opor embargos de declara&ccedil;&atilde;o, suscitando o debate da mat&eacute;ria. Caso sejam rejeitados, deve apontar viola&ccedil;&atilde;o do artigo 535 do C&oacute;digo de Processo Civil para a abertura da via especial, a fim de permitir a an&aacute;lise de eventual omiss&atilde;o. 3. O assistente litisconsorcial det&eacute;m rela&ccedil;&atilde;o de direito material com o advers&aacute;rio do assistido, de modo que a senten&ccedil;a que vier a ser proferida, em rela&ccedil;&atilde;o a ele, constituir&aacute; coisa julgada material. Assim, n&atilde;o h&aacute; como afastar a legitimidade passiva ad causam do recorrente. 4. Recurso especial conhecido em parte e n&atilde;o provido.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, o <strong>STJ<\/strong> j&aacute; decidiu, conforme julgamento da Terceira Turma, datado em 02\/06\/2009, no <strong>REsp n&ordm; 1.015.652\/RS<\/strong>, tendo como relator o Min. Massami Uyeda a n&atilde;o extens&atilde;o dos efeitos da coisa julgada na hip&oacute;tese de condom&iacute;nio edil&iacute;cio, diante da imprevis&atilde;o legal da substitui&ccedil;&atilde;o processual por parte dos cond&ocirc;minos: <span style=\"color:#800000;\">&ldquo;RECURSO ESPECIAL &#8211; PROCESSO CIVIL E DIREITO CIVIL &#8211; DISS&Iacute;DIO JURISPRUDENCIAL &#8211; SIMILITUDE F&Aacute;TICA ENTRE OS CASOS CONFRONTADOS &#8211; AUS&Ecirc;NCIA &#8211; ALEGA&Ccedil;&Atilde;O DE VIOLA&Ccedil;&Atilde;O GEN&Eacute;RICA &Agrave; LEI N. 4.591\/64 &#8211; DEFICI&Ecirc;NCIA NA FUNDAMENTA&Ccedil;&Atilde;O &#8211; INCID&Ecirc;NCIA DA S&Uacute;MULA N&ordm; 284\/STF &#8211; CONDOM&Iacute;NIO EDIL&Iacute;CIO &#8211; A&Ccedil;&Atilde;O REIVINDICAT&Oacute;RIA DE &Aacute;REA COMUM MANEJADA PELO CONDOM&Iacute;NIO &#8211; COISA JULGADA FORMADA EM ANTERIOR DEMANDA REIVINDICAT&Oacute;RIA PROPOSTA POR ALGUNS COND&Ocirc;MINOS &#8211; EXTENS&Atilde;O AO CONDOM&Iacute;NIO &#8211; INADMISSIBILIDADE &#8211; RECURSO ESPECIAL PARCIALMENTE PROVIDO. 1. Invi&aacute;vel &eacute; o recurso especial pela diverg&ecirc;ncia, se inexistir semelhan&ccedil;a f&aacute;tica entre os casos confrontados. 2. A indica&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica de negativa de vig&ecirc;ncia a Lei, sem especifica&ccedil;&atilde;o do dispositivo pretensamente violado, caracteriza defici&ecirc;ncia de fundamenta&ccedil;&atilde;o, a atrair a S&uacute;mula n. 284\/STF. 3. H&aacute; duas esp&eacute;cies de condom&iacute;nios (para deixar de lado pondera&ccedil;&otilde;es acerca de outras formas mais sofisticadas, irrelevantes ao deslinde dessa causa, como a multipropriedade): a) condom&iacute;nio geral ou tradicional&nbsp; e b) condom&iacute;nio edil&iacute;cio ou por unidades aut&ocirc;nomas. 4. Enquanto para o condom&iacute;nio geral h&aacute; expressa previs&atilde;o legal acerca da legitima&ccedil;&atilde;o concorrente de todos os cond&ocirc;minos para eventual a&ccedil;&atilde;o reivindicat&oacute;ria de toda a propriedade, tal n&atilde;o sucede com o condom&iacute;nio edil&iacute;cio. 5. No condom&iacute;nio edil&iacute;cio, verifica-se a presen&ccedil;a de (1) &aacute;rea privativa ou unidade aut&ocirc;noma, (2) &aacute;rea comum de uso exclusivo e (3) &aacute;rea comum de uso comum. Esta pode ser: (3.a) essencial ao exerc&iacute;cio do direito de propriedade da unidade aut&ocirc;noma ou (3.b) n&atilde;o-essencial ao exerc&iacute;cio do direito de propriedade da unidade aut&ocirc;noma. 6. Em se tratando de assenhoreamento de &aacute;rea comum de condom&iacute;nio edil&iacute;cio por terceiro, a competente a&ccedil;&atilde;o reivindicat&oacute;ria s&oacute; poder&aacute; ser ajuizada pelo pr&oacute;prio condom&iacute;nio, salvo se o uso desse espa&ccedil;o comum for: (1) exclusivo de um ou mais cond&ocirc;minos ou (2) essencial ao exerc&iacute;cio do direito de usar, fruir ou dispor de uma ou mais unidades aut&ocirc;nomas. Nesses dois casos excepcionais, haver&aacute; legitima&ccedil;&atilde;o concorrente e interesse de agir tanto do condom&iacute;nio como dos cond&ocirc;minos diretamente prejudicados. 7. Todavia, nessas hip&oacute;teses de legitima&ccedil;&atilde;o concorrente em condom&iacute;nio edil&iacute;cio, a coisa julgada formada em raz&atilde;o do manejo de a&ccedil;&atilde;o reivindicat&oacute;ria dos alguns cond&ocirc;minos diretamente prejudicados n&atilde;o inibir&aacute; a futura propositura de outra demanda reivindicat&oacute;ria pelo condom&iacute;nio. 8. Os limites subjetivos da coisa julgada material consistem na produ&ccedil;&atilde;o de efeitos apenas em rela&ccedil;&atilde;o aos integrantes da rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dico-processual em curso, de maneira que &#8211; em regra &#8211; terceiros n&atilde;o podem ser beneficiados ou prejudicados pela res judicata. 9. In casu, o tr&acirc;nsito em julgado do decisum que apreciou anterior demanda reivindicat&oacute;ria ajuizada por alguns cond&ocirc;minos relativamente &agrave; &aacute;rea comum de uso comum imprescind&iacute;vel ao exerc&iacute;cio do direito de usar e fruir das respectivas unidades aut&ocirc;nomas n&atilde;o inibe futura a&ccedil;&atilde;o reivindicat&oacute;ria pelo condom&iacute;nio. 10. Recurso especial conhecido parcialmente e, nesse ponto, provido.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No processo em que interv&eacute;m o assistente simples, como ele n&atilde;o figura como parte, n&atilde;o ser&aacute; atingido pela coisa julgada, por&eacute;m, estar&aacute; sujeito aos reflexos da decis&atilde;o proferida, que podem atingir sua &oacute;rbita de direitos. J&aacute; na assist&ecirc;ncia litisconsorcial, o assistente ser&aacute; atingido diretamente pela decis&atilde;o em seu direito, expandindo-lhe os efeitos da coisa julgada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Havendo intervido no processo, seja assistente simples ou litisconsorcial, n&atilde;o poder&aacute; em a&ccedil;&atilde;o distinta discutir mais a justi&ccedil;a da decis&atilde;o. Discutir a justi&ccedil;a da decis&atilde;o, de que trata o art. 55 do CPC, diz respeito aos fundamentos levados a efeito pelo juiz como forma de decidir. Assim, como interviu no processo, al&eacute;m de sujeitar-se direta (assist&ecirc;ncia litisconsorcial) ou indiretamente (assist&ecirc;ncia simples) &agrave; coisa julgada, n&atilde;o poder&aacute; mais questionar os fundamentos da decis&atilde;o, salvo comprovando em a&ccedil;&atilde;o distinta que pelo estado em que recebera o processo, ou pelas declara&ccedil;&otilde;es e atos do assistido, fora impedido de produzir provas suscet&iacute;veis de influ&shy;ir na senten&ccedil;a, ou se alegar que desconhecia a exist&ecirc;ncia de alega&ccedil;&otilde;es ou provas, de que o assistido, por dolo ou culpa, n&atilde;o se valeu. Por&eacute;m, para se utilizar dessas exce&ccedil;&otilde;es, o assistente ter&aacute; que expressamente aleg&aacute;-las e prov&aacute;-las. Tal exce&ccedil;&atilde;o &eacute; denominada de <strong>exceptio male gesti processus<\/strong>, em que o assistente, em processo posterior pode alegar e provar que, pelo estado em que recebera o processo ou pelas declara&ccedil;&otilde;es e atos praticados pelo assistido, fora impedido de produzir provas capazes de influenciar o juiz da causa, ou que desconhecia a exist&ecirc;ncia de alega&ccedil;&otilde;es ou de provas, de que o assistido, por dolo ou culpa, n&atilde;o se valeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\">Fonte: <strong><a href=\"http:\/\/www.candidosilva.adv.br\/conteudo.php?id=6\">Candido Silva Advocacia<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<div class=\"fwn fcg\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"entry\">\n<div class=\"sharedaddy sd-rating-enabled sd-like-enabled sd-sharing-enabled\" id=\"jp-post-flair\">\n<div class=\"sd-block sd-rating\">\n<p style=\"text-align: right;\"><a dwhelper-border=\"\" dwhelper-display=\"\" href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t\t\t\t\t<span style=\"font-size: 11px;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\t\t\t\t\tEx-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\t\t\t\t\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a> <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(&hellip;) ASSIST&Ecirc;NCIA: &Eacute; a modalidade de interven&ccedil;&atilde;o de terceiros, voluntariamente manifestada por algu&eacute;m, que interv&eacute;m em processo a fim de auxiliar a parte a que assiste, pois tem interesse jur&iacute;dico na solu&ccedil;&atilde;o do lit&iacute;gio e pode ser afetado em sua &oacute;rbita de direitos pela decis&atilde;o a ser proferida. 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