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{"id":22608,"date":"2014-08-29T21:27:12","date_gmt":"2014-08-30T00:27:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=22608"},"modified":"2014-08-30T22:03:23","modified_gmt":"2014-08-31T01:03:23","slug":"pgr-defende-nao-aplicacao-de-parte-da-lei-da-anistia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2014\/08\/pgr-defende-nao-aplicacao-de-parte-da-lei-da-anistia\/","title":{"rendered":"PGR defende n\u00e3o aplica\u00e7\u00e3o de parte da Lei da Anistia"},"content":{"rendered":"<div id=\"data_hora_noticia_audio\"><span style=\"font-size:10px;\"><strong>29\/8\/2014<\/strong><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Rodrigo-janot-procurador-geral-da-republica-28-11-13-615x340.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-22620\" height=\"248\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Rodrigo-janot-procurador-geral-da-republica-28-11-13-615x340-450x248.jpg\" title=\"Rodrigo-janot-procurador-geral-da-republica-28-11-13-615x340\" width=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Rodrigo-janot-procurador-geral-da-republica-28-11-13-615x340-450x248.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Rodrigo-janot-procurador-geral-da-republica-28-11-13-615x340-300x165.jpg 300w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Rodrigo-janot-procurador-geral-da-republica-28-11-13-615x340.jpg 615w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>Para Janot, crimes graves cometidos durante a ditadura militar s&atilde;o crimes contra a humanidade e insuscet&iacute;veis de anistia<\/strong><\/div>\n<div class=\"plain\">\n<div id=\"video_e_audio\">\n<div id=\"audio_noticia\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div id=\"texto_audio_noticia\"><strong><span class=\"urlAudio\">&Aacute;udio da not&iacute;cia&#8230;<\/span><\/strong><\/div>\n<p><span class=\"urlAudio\"><object align=\"middle\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,0,0\" height=\"30\" id=\"MP3_Dinamico\" width=\"150\"><param name=\"allowScriptAccess\" value=\"sameDomain\" \/><param name=\"allowFullScreen\" value=\"false\" \/><param name=\"movie\" value=\"MP3_Dinamico.swf?MP3File=http:\/\/midia.pgr.mpf.mp.br\/boletins-mpf\/2014\/setembro\/29-08-2014_WHALLES_ZARUR_REVISAO_DA_LEI_DA_ANISTIA.mp3\" \/><param name=\"quality\" value=\"high\" \/><param name=\"wmode\" value=\"transparent\" \/><param name=\"bgcolor\" value=\"#ffffff\" \/><embed align=\"middle\" allowfullscreen=\"false\" allowscriptaccess=\"sameDomain\" bgcolor=\"#ffffff\" height=\"30\" name=\"MP3_Dinamico\" pluginspage=\"http:\/\/www.macromedia.com\/go\/getflashplayer\" quality=\"high\" src=\"MP3_Dinamico.swf?MP3File=http:\/\/midia.pgr.mpf.mp.br\/boletins-mpf\/2014\/setembro\/29-08-2014_WHALLES_ZARUR_REVISAO_DA_LEI_DA_ANISTIA.mp3\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"150\" wmode=\"transparent\"><\/embed><\/object><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O procurador-geral da Rep&uacute;blica, Rodrigo Janot, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual defende revis&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o da Lei da Anistia (<strong>Lei 6.683\/1979<\/strong>). Na manifesta&ccedil;&atilde;o, recebida pela Suprema Corte no dia do 35&ordm; ano de exist&ecirc;ncia da lei, Janot sustenta que graves viola&ccedil;&otilde;es de direitos humanos cometidas durante a ditadura militar s&atilde;o crimes contra a humanidade e, por isso, imprescrit&iacute;veis. Destaca a necessidade de cumprimento de senten&ccedil;a da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre o tema.<br \/>\n\t\t\t\t&nbsp;<br \/>\n\t\t\t\tO parecer refere-se &agrave; argui&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) <strong>320\/DF<\/strong> e ser&aacute; analisado pelo relator da a&ccedil;&atilde;o no STF, ministro Luiz Fux. A ADPF foi proposta pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSol), tendo o PGR se manifestado por seu conhecimento e proced&ecirc;ncia parciais. De acordo com Janot, caso a tese seja acatada pelo STF, constituir&aacute; importante contribui&ccedil;&atilde;o para fortalecer o sistema interamericano de direitos humanos e para materializar a Justi&ccedil;a de Transi&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\t\t\t\t&nbsp;<br \/>\n\t\t\t\tPara o procurador-geral, crimes graves cometidos por agentes do Estado, civis ou militares, durante a ditadura militar s&atilde;o imprescrit&iacute;veis e insuscet&iacute;veis de anistia. &quot;<strong>Esses crimes devem ser objeto de adequada investiga&ccedil;&atilde;o e persecu&ccedil;&atilde;o criminal, sem que se lhes apliquem institutos como anistia e prescri&ccedil;&atilde;o<\/strong>&quot;, sustenta. Segundo o procurador-geral, delitos cometidos por agentes estatais com grave viola&ccedil;&atilde;o a direitos fundamentais constituem crimes contra a humanidade. &quot;<strong>Essas categorias jur&iacute;dicas s&atilde;o plenamente compart&iacute;veis com o Direito nacional e devem permitir a persecu&ccedil;&atilde;o penal de crimes dessa natureza perpetrados no per&iacute;odo do regime autorit&aacute;rio brasileiro p&oacute;s-1964<\/strong>&quot;, complementa.<br \/>\n\t\t\t\t&nbsp;<br \/>\n\t\t\t\tAl&eacute;m disso, &quot;<strong>sequestros cujas v&iacute;timas n&atilde;o tenham sido localizadas, vivas ou n&atilde;o, consideram-se crimes de natureza permanente. Essa condi&ccedil;&atilde;o afasta a incid&ecirc;ncia das regras penais de prescri&ccedil;&atilde;o e da Lei da Anistia, cujo &acirc;mbito temporal de validade compreendia apenas o per&iacute;odo entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979<\/strong>&quot;, argumenta no parecer.<br \/>\n\t\t\t\t&nbsp;<br \/>\n\t\t\t\t<strong>Corte Interamericana &#8211;<\/strong> O Brasil promulgou a Conven&ccedil;&atilde;o Americana sobre Direitos Humanos, conhecida como Pacto de S&atilde;o Jos&eacute; da Costa Rica, por meio do Decreto 678, de 1992. Posteriormente, reconheceu como obrigat&oacute;ria a compet&ecirc;ncia da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) em todos os casos relativos &agrave; interpreta&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o do Pacto de S&atilde;o Jos&eacute;. Por isso, as decis&otilde;es da Corte t&ecirc;m for&ccedil;a vinculante para todos os poderes e &oacute;rg&atilde;os estatais brasileiros.<br \/>\n\t\t\t\t&nbsp;<br \/>\n\t\t\t\tEm 2010, o Brasil foi condenado pela Corte IDH no caso Gomes Lund a promover a persecu&ccedil;&atilde;o penal de graves viola&ccedil;&otilde;es de direitos humanos na guerrilha do Araguaia. Essa decis&atilde;o &eacute; vinculante para todo o Estado, mas n&atilde;o vem sendo observado. Diversas a&ccedil;&otilde;es penais promovidas pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal contra autores de crimes graves do per&iacute;odo da ditadura t&ecirc;m sido impedidas por decis&otilde;es judiciais que n&atilde;o consideram os efeitos da senten&ccedil;a da Corte IDH no caso Gomes Lund. Essas decis&otilde;es usam argumentos ligados &agrave; prescri&ccedil;&atilde;o e &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o da Lei da Anistia. &quot;<strong>A omiss&atilde;o do Estado brasileiro em dar cumprimento &agrave; decis&atilde;o da Corte Interamericana de Direitos Humanos fere preceitos fundamentais da Constitui&ccedil;&atilde;o<\/strong>&quot;, aponta Janot.<br \/>\n\t\t\t\t&nbsp;<br \/>\n\t\t\t\t&quot;<strong>N&atilde;o &eacute; admiss&iacute;vel que, tendo o Brasil se submetido &agrave; jurisdi&ccedil;&atilde;o da CIDH, por ato de vontade soberana, despreze a validade e a efic&aacute;cia da senten&ccedil;a. Isso significaria flagrante descumprimento dos compromissos internacionais do pa&iacute;s e do mandamento constitucional de aceita&ccedil;&atilde;o da jurisdi&ccedil;&atilde;o do tribunal internacional<\/strong>&quot;, aponta Janot.<br \/>\n\t\t\t\t&nbsp;<br \/>\n\t\t\t\tAl&eacute;m disso, o parecer defende que o julgamento da <strong>ADPF 320\/DF <\/strong>n&atilde;o conflita com outra decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal, tomada no julgamento da <strong>ADPF 153\/DF<\/strong>. Nesta, o STF considerou que a Lei de Anistia seria constitucional. J&aacute; a senten&ccedil;a da Corte IDH efetuou outra esp&eacute;cie de controle, sobre a compatibilidade da Lei da Anistia com a Conven&ccedil;&atilde;o Americana sobre Direitos Humanos (controle de convencionalidade). Na <strong>ADPF 320<\/strong>, o STF pode levar em conta esse fato novo e mandar que todos os &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos brasileiros apliquem o entendimento da corte internacional.<\/p>\n<p>Confira a <strong><a href=\"http:\/\/noticias.pgr.mpf.mp.br\/noticias\/noticias-do-site\/copy_of_pdfs\/ADPF 000320.pdf\/\" target=\"_blank\">&iacute;ntegra<\/a> <\/strong>do parecer.<\/p>\n<p>Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social<br \/>\n\t\t\t\tProcuradoria Geral da Rep&uacute;blica<br \/>\n\t\t\t\tTel: (61) 3105-6404\/ 3105-6408<br \/>\n\t\t\t\tTwitter: MPF_PGR<br \/>\n\t\t\t\tFacebook: facebook.com\/MPFederal<\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">Fonte: <strong><a href=\"http:\/\/noticias.pgr.mpf.mp.br\/noticias\/noticias-do-site\/copy_of_criminal\/pgr-defende-nao-aplicacao-de-parte-da-lei-da-anistia\">MPF\/PGR\/Not&iacute;cias<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"49\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"color: #333300;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><\/span><br \/>\n\t\t\t<span style=\"color: #333300;\">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t\t\t<span style=\"color: #333300;\">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a> <\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>29\/8\/2014 &nbsp; Para Janot, crimes graves cometidos durante a ditadura militar s&atilde;o crimes contra a humanidade e insuscet&iacute;veis de anistia &nbsp; &Aacute;udio da not&iacute;cia&#8230; O procurador-geral da Rep&uacute;blica, Rodrigo Janot, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual defende revis&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o da Lei da Anistia (Lei 6.683\/1979). 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