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{"id":21901,"date":"2014-04-01T19:06:48","date_gmt":"2014-04-01T22:06:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=21901"},"modified":"2014-06-29T17:22:41","modified_gmt":"2014-06-29T20:22:41","slug":"em-13-anos-foram-40-300-pedidos-de-reparacao-a-vitimas-da-ditadura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2014\/04\/em-13-anos-foram-40-300-pedidos-de-reparacao-a-vitimas-da-ditadura\/","title":{"rendered":"Comiss\u00e3o de Anistia: Em 13 anos, foram 40.300 pedidos de repara\u00e7\u00e3o a v\u00edtimas da ditadura"},"content":{"rendered":"<p itemprop=\"headline\"><span style=\"color:#800000;\"><strong><span style=\"font-size: 16px;\">O custo da repara&ccedil;&atilde;o: indeniza&ccedil;&otilde;es aprovadas na Comiss&atilde;o de Anistia chegam a R$ 3,4 bilh&otilde;es<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<div class=\"meta\">por <strong><span class=\"autor\" itemprop=\"author\">Evandro &Eacute;boli<\/span><\/strong><\/div>\n<div class=\"super-foto\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Especial-50-Anos-da-Ditadura.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-21908\" height=\"195\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Especial-50-Anos-da-Ditadura-450x195.jpg\" title=\"Especial-50-Anos-da-Ditadura\" width=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Especial-50-Anos-da-Ditadura-450x195.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Especial-50-Anos-da-Ditadura-300x130.jpg 300w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Especial-50-Anos-da-Ditadura.jpg 1265w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure><figcaption>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estante da Divis&atilde;o de Arquivo da Comiss&atilde;o de Anistia, j&aacute; foram aprovados R$ 4,3 bilh&otilde;es em indeniza&ccedil;&otilde;es a vitimas da ditadura, desde a cria&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o, h&aacute; 13 anos &#8211; <b>Jorge William<\/b><\/p>\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<hr \/>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"large-16 columns\">\n<div class=\"corpo large-16 columns\" itemprop=\"articleBody\">\n<p style=\"text-align: justify;\">BRAS&Iacute;LIA &mdash; Criada h&aacute; 13 anos com inten&ccedil;&atilde;o de reparar as v&iacute;timas da ditadura, a Comiss&atilde;o de Anistia aprovou 40.300 pedidos com indeniza&ccedil;&otilde;es que chegam a R$ 3,4 bilh&otilde;es. Entre 2001 e 2013, 63% dos requerimentos receberam o aval da comiss&atilde;o e 37% foram rejeitados. Os maiores valores foram aprovados nos primeiros anos de funcionamento da comiss&atilde;o. Entre 2002 e 2006, as indeniza&ccedil;&otilde;es retroativas chegaram a R$ 2,4 bilh&otilde;es, o equivalente a 70% do total desse tipo de repara&ccedil;&atilde;o aprovada pela comiss&atilde;o desde sua instala&ccedil;&atilde;o. Por categoria, os militares s&atilde;o os recordistas em requerer condi&ccedil;&atilde;o de anistiado politico: at&eacute; agora, j&aacute; s&atilde;o 11.836 solicita&ccedil;&otilde;es. Os trabalhadores e integrantes de movimentos sindicais aparecem na sequ&ecirc;ncia, com 8.694 pedidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H&aacute; sete anos como presidente da Comiss&atilde;o de Anistia &#8211; o mais longevo at&eacute; agora -, o professor Paulo Abr&atilde;o entende que as indeniza&ccedil;&otilde;es representam o custo da ditadura nas vidas dos que foram v&iacute;timas do regime militar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; Houve um preju&iacute;zo causado pela ditadura a milhares de brasileiros. E, portanto, o Estado tem o dever de, nada mais nada menos, devolver aquilo que foi roubado desses cidad&atilde;os. S&atilde;o todos valores que pertenceram ao patrim&ocirc;nio dessas pessoas e que foram, arbitrariamente, retirados. &Eacute; o custo da ditadura &mdash; disse Paulo Abr&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O valor efetivamente pago aos anistiados &eacute; maior do que o aprovado pela comiss&atilde;o, que decide sobre o valor destinado a cada caso de concess&atilde;o de repara&ccedil;&atilde;o. Mas cabe aos minist&eacute;rios do Planejamento &#8211; no caso dos civis &#8211; e o da Defesa &#8211; no caso dos militares &#8211; o pagamento. E nessas pastas acontecem seguidas atualiza&ccedil;&otilde;es desses valores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos primeiros anos de atividade da Comiss&atilde;o de Anistia, os trabalhadores que tiveram seus direitos violados &mdash; caso dos sindicalistas &mdash; e os militares que se sentiram atingidos pelos atos de exce&ccedil;&atilde;o foram as primeiras categorias a ingressar com pedidos de indeniza&ccedil;&atilde;o e repara&ccedil;&atilde;o. Somente ao longo dos anos, os perseguidos pol&iacute;ticos da ditadura &mdash; como os que atuaram em grupos de esquerda e que foram alvos de pris&otilde;es e torturas &mdash; ingressaram com requerimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Hist&oacute;ria golpe<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; Houve um processo de conhecimento, e de reconhecimento, que a lei (que criou a comiss&atilde;o) n&atilde;o se reduzia a viola&ccedil;&otilde;es que atingiam direitos trabalhistas, mas englobava tamb&eacute;m todos os que foram atingidos pelos atos de exce&ccedil;&atilde;o dos militares e que, aos poucos, foram rompendo a barreira do sil&ecirc;ncio e mostraram disposi&ccedil;&atilde;o para falar, dar seus testemunhos e buscar seus direitos. Os traumas n&atilde;o s&atilde;o superados de uma hora para outra &mdash; afirmou o presidente da comiss&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paulo Abr&atilde;o implementou as Caravanas da Anistia, que s&atilde;o sess&otilde;es tem&aacute;ticas e que envolvem segmentos distintos, como mulheres e filhos de perseguidos pol&iacute;ticos que julgam processos desses grupos. Desde que assumiu, Abr&atilde;o alterou crit&eacute;rios de indeniza&ccedil;&atilde;o e implementou tabelas de pagamento mais pr&oacute;ximas do mercado de trabalho:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; N&atilde;o h&aacute; mais indeniza&ccedil;&otilde;es milion&aacute;rias. Est&atilde;o de acordo com a m&eacute;dia do mercado salarial vigente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos primeiros anos de funcionamento, a Comiss&atilde;o de Anistia chegou a aprovar valores retroativos que variavam de R$ 1 milh&atilde;o a R$ 2 milh&otilde;es para um s&oacute; anistiado. As presta&ccedil;&otilde;es mensais, n&atilde;o raras, chegavam a R$ 18 mil. Desde que come&ccedil;ou a funcionar, a comiss&atilde;o paga tr&ecirc;s tipos de indeniza&ccedil;&atilde;o: a presta&ccedil;&atilde;o &uacute;nica, na qual o anistiado recebe o valor de uma s&oacute; vez e no limite de R$ 100 mil; a presta&ccedil;&atilde;o mensal, que equivale ao sal&aacute;rio m&eacute;dio que o requerente estaria recebendo no seu emprego se n&atilde;o tivesse tido sua carreira interrompida; e o retroativo, que representa o montante acumulado ao longo dos anos de persegui&ccedil;&atilde;o, e que &eacute; pago de forma escalonada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos &uacute;ltimos dois anos a comiss&atilde;o iniciou um levantamento sobre os grupos espec&iacute;ficos que reivindicam anistia. S&atilde;o estudos que classificaram os pedidos de anistia com rela&ccedil;&atilde;o a g&ecirc;nero, natureza da persegui&ccedil;&atilde;o, local de persegui&ccedil;&atilde;o e consequ&ecirc;ncias. Numa amostra de 240 pedidos de repara&ccedil;&atilde;o do movimento estudantil, constatou-se que os estudantes de direito (36 casos), de medicina (15 casos) e de engenharia (14 casos) foram os mais perseguidos. Do total, 192 eram homens e 48 mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;Os estudantes foram submetidos, em sua grande maioria, a atos de repress&atilde;o como pris&otilde;es, torturas e cassa&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o a mortes e desaparecimentos. Assim, a persegui&ccedil;&atilde;o no meio estudantil foi de uma ordem que permitiu que continuassem vivos, podendo hoje pedir repara&ccedil;&atilde;o pelos danos sofridos&quot;, afirmou a consultora Maria Carolina Bissoto em seu relat&oacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro trabalho identificou 640 pedidos de camponeses, trabalhadores urbanos, ind&iacute;genas e militares que se envolveram na Guerrilha do Araguaia e foram alvos de tortura e pris&otilde;es arbitr&aacute;rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; Frequentes mesmo s&atilde;o os relatos dos impactos da guerrilha na vida dos camponeses, tanto pela sensa&ccedil;&atilde;o de medo que foi sendo promovida pelas For&ccedil;as Armadas com a dissemina&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es como pelas in&uacute;meras viola&ccedil;&otilde;es de direitos, como torturas, pris&otilde;es, danos patrimoniais, bem como recrutamentos obrigat&oacute;rios para servir de guia na mata&quot; &mdash; concluiu o consultor da comiss&atilde;o Vitor Silva Alencar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Um acervo de reminisc&ecirc;ncias dos anos de chumbo<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para refor&ccedil;ar o pedido de indeniza&ccedil;&atilde;o e provar que foi perseguido pela ditadura, vale apresentar todo tipo de material. O acervo da Comiss&atilde;o de Anistia coleciona itens variados como livros, fitas K-7, receita m&eacute;dica, radiografias de partes do corpo, caixas de rem&eacute;dio, passaporte, exames de resson&acirc;ncia, fotos e at&eacute; uma B&iacute;blia. Entre todo esse material, chama a aten&ccedil;&atilde;o um enorme painel, de dez metros de comprimento, que faz um relato cronol&oacute;gico e manuscrito da persegui&ccedil;&atilde;o do economista Ady Vieira Filho. Ali, o anistiado faz um paralelo dos acontecimentos pol&iacute;ticos do pa&iacute;s com sua biografia durante v&aacute;rios anos. Ele conta que levou dez anos para elaborar a pe&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso de exames m&eacute;dicos e raio X enviados, o objetivo do anistiando &eacute; demonstrar que foi alvo de torturas e que ficou com sequelas pelo corpo ou que sofre de algum tipo de doen&ccedil;a e clama que seu pedido na comiss&atilde;o seja votado com prioridade na frente de outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; O anistiando se vale do que pode para comprovar a persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Tem livros, revistas, jornais da &eacute;poca e at&eacute; coisas um pouco diferentes, como caixa de rem&eacute;dio e exame de cateterismo enviados por pessoas que tentam demonstrar que est&atilde;o doentes e que seus processos precisam ser julgados com mais rapidez &mdash; conta Mayara Nunes de Castro, chefe da Divis&atilde;o de Arquivo da Comiss&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as curiosidades do acervo est&atilde;o os livros, autobiogr&aacute;ficos ou n&atilde;o, anexados aos processos pelos autores do pedido de anistia. Os t&iacute;tulos s&atilde;o diversos: &ldquo;O sapateiro militante&quot;, &ldquo;Depoimento de um torturado&quot;, &ldquo;Pequenas hist&oacute;rias da cadeia&quot;, &quot;Retalhos da tortura&quot;, e &ldquo;Reminisc&ecirc;ncias de um ex-aluno do Col&eacute;gio Pedro II, de um m&eacute;dico da UFRJ nascido no Morro do Alem&atilde;o &mdash; peitudo cabar&eacute;&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; S&atilde;o livros autobiogr&aacute;ficos, e pessoas an&ocirc;nimas, que publicam suas hist&oacute;rias em edi&ccedil;&otilde;es quase que de forma caseira. S&atilde;o para contar o que viveram naqueles anos a seus amigos e pessoas pr&oacute;ximas &mdash; afirma Mayara<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Anistiado em 2007, Ady Vieira, o autor da cronologia gigante, recorreu da decis&atilde;o, mesmo ganhando. A comiss&atilde;o aprovou o pagamento de uma presta&ccedil;&atilde;o &uacute;nica de R$ 100 mil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; Mas n&atilde;o me concederam a volta ao meu antigo emprego (no servi&ccedil;o p&uacute;blico). E n&atilde;o pedi dinheiro &mdash; diz Ady, que foi perseguido pela ditadura e quatro vezes preso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O acervo guarda ainda 4.300 caixas com cerca de 55 mil processos j&aacute; julgados pela Comiss&atilde;o de Anistia. A coordenadora de Documenta&ccedil;&atilde;o e Pesquisa do acervo, Elisabete Ferrarezi, explicou que boa parte desses processos j&aacute; est&aacute; digitalizada. Esse processo permitir&aacute; o amplo acesso para os usu&aacute;rios e a preserva&ccedil;&atilde;o de todo o material, inclusive desses objetos anexados ao processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m desses itens, o anistiando inclui no seu pedido depoimentos testemunhando sua persegui&ccedil;&atilde;o, certid&otilde;es do antigo Servi&ccedil;o Nacional de Informa&ccedil;&otilde;es (SNI), documentos dispon&iacute;veis no Arquivo Nacional e informa&ccedil;&otilde;es sobre seus v&iacute;nculos de emprego e as provas de que teve sua atividade profissional afetada pela ditadura.<\/p>\n<p><span style=\"font-size:11px;\">Fonte: <strong><a href=\"http:\/\/oglobo.globo.com\/brasil\/o-custo-da-reparacao-indenizacoes-aprovadas-na-comissao-de-anistia-chegam-r-34-bilhoes-12037526\">O Globo.Com<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"48\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t\t\t\t<span style=\"color: #333300;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><\/span><br \/>\n\t\t\t\t<span style=\"color: #333300;\">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t\t\t\t<span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"color: #333300;\">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a> <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O custo da repara&ccedil;&atilde;o: indeniza&ccedil;&otilde;es aprovadas na Comiss&atilde;o de Anistia chegam a R$ 3,4 bilh&otilde;es por Evandro &Eacute;boli &nbsp; Estante da Divis&atilde;o de Arquivo da Comiss&atilde;o de Anistia, j&aacute; foram aprovados R$ 4,3 bilh&otilde;es em indeniza&ccedil;&otilde;es a vitimas da ditadura, desde a cria&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o, h&aacute; 13 anos &#8211; Jorge William BRAS&Iacute;LIA &mdash; Criada h&aacute; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[],"class_list":["post-21901","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2014"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21901","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21901"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21901\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21904,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21901\/revisions\/21904"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21901"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21901"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21901"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}