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<b>Warning</b>:  file_exists(): open_basedir restriction in effect. File(core/post-comments) is not within the allowed path(s): (/home/militarpos64/:/tmp:/opt/remi/php72/root/usr/share:/usr/local/php/7.2/lib/php:/usr/share:/etc/pki/tls/certs:./:/dev/urandom) in <b>/home/militarpos64/www/wp-includes/blocks.php</b> on line <b>763</b><br />
{"id":20869,"date":"2014-04-02T16:32:33","date_gmt":"2014-04-02T19:32:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=20869"},"modified":"2014-04-02T23:40:28","modified_gmt":"2014-04-03T02:40:28","slug":"o-globo-medida-que-restringe-tempo-de-trabalho-de-militares-gera-guerra-silenciosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2014\/04\/o-globo-medida-que-restringe-tempo-de-trabalho-de-militares-gera-guerra-silenciosa\/","title":{"rendered":"Medida que restringe tempo de trabalho de militares gera guerra silenciosa"},"content":{"rendered":"<div class=\"created\">\n<p><span style=\"font-size:9px;\"><span class=\"label\">Atualizado:<\/span> 02\/04\/14 &#8211; <span class=\"hour\">16h29<\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Ex-Cabo-Eliezer_Figueira1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-20873\" height=\"253\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Ex-Cabo-Eliezer_Figueira1-450x253.jpg\" title=\"Ex-Cabo-Eliezer_Figueira\" width=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Ex-Cabo-Eliezer_Figueira1-450x253.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Ex-Cabo-Eliezer_Figueira1-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Ex-Cabo-Eliezer_Figueira1.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"color:#800000;\"><strong>Editada em 1964, medida faz com que cabos e soldados trabalhem por no m&aacute;ximo oito anos<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"color:#800000;\"><strong>Para as For&ccedil;as, &eacute; um ato puramente administrativa, para conter gastos. Mas para o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, uma medida de exce&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<div style=\"overflow: hidden; color: rgb(0, 0, 0); background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: left; text-decoration: none; border: medium none;\"><span style=\"font-size:10px;\">Let&iacute;cia Fernandes <span>(<a class=\"autor\" data-indice=\"0\" href=\"#\" onclick=\"_gaq.push(['_trackEvent', 'Materia', 'Autor', 'Email', null , true]);\">Email<\/a> &middot; <a href=\"http:\/\/facebook.com\/JornalOGlobo\" onclick=\"_gaq.push(['_trackEvent', 'Materia', 'Autor', 'Facebook', null , true]);\" rel=\"external\">Facebook<\/a> &middot; <a href=\"http:\/\/twitter.com\/OGloboPolitica\" onclick=\"_gaq.push(['_trackEvent', 'Materia', 'Autor', 'Twitter', null , true]);\" rel=\"external\">Twitter<\/a>)<\/span><\/span><\/div>\n<div class=\"modified\">\n<div id=\"article-body\">\n<div class=\"multimedia video\">\n<div id=\"player-wrapper2\" style=\"background-color: black; overflow: hidden; width: 450px; height: 315px;\"><object data=\"http:\/\/s.videos.globo.com\/p2\/swf\/20140324151619\/player.swf\" height=\"100%\" id=\"wmPlayer-0\" name=\"wmPlayer-0\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"100%\"><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" \/><param name=\"allowScriptAccess\" value=\"always\" \/><param name=\"quality\" value=\"high\" \/><param name=\"wmode\" value=\"opaque\" \/><param name=\"bgcolor\" value=\"#000000\" \/><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/s.videos.globo.com\/p2\/swf\/20140324151619\/player.swf\" \/><param name=\"flashvars\" value=\"videosIDs=3251114&amp;width=450&amp;height=315&amp;displayEndScreen=true&amp;sitePage=ogcoglobo7\/politica\/pais\/materia&amp;id=0&amp;objectId=wmPlayer-0&amp;playerNamespace=WM.PlayerManager[0]&amp;autoPlay=false&amp;stretched=false&amp;stretchWidth=450&amp;stretchHeight=315&amp;environment=prod&amp;simulateAutoPlay=true&amp;onLanguageChanged=WM.PlayerManager[0]._onLanguageChanged&amp;onLightOn=WM.PlayerManager[0]._onLightOn&amp;onLightOff=WM.PlayerManager[0]._onLightOff&amp;onStretch=WM.PlayerManager[0]._onStretch&amp;onShrink=WM.PlayerManager[0]._onShrink&amp;relatedFeedURL=WM.PlayerManager[0]._relatedFeedURL&amp;enableSCAdTracker=false&amp;usePopupForAuthenticationScreen=false\" \/><\/object><\/div>\n<p><script type=\"text\/javascript\"> var element = document.getElementById('player-wrapper2');new WM.Player( { videosIDs: 3251114, width:450, height:315, displayEndScreen: true, sitePage: OAS_sitepage} ).attachTo(element);<\/script><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div property=\"na:ArticleBody\"><!-- google_ad_section_start --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">RIO &#8211; Quase tr&ecirc;s d&eacute;cadas depois do fim da ditadura, o Minist&eacute;rio da Defesa e as For&ccedil;as Armadas travam uma batalha silenciosa pela mem&oacute;ria do que se passou dentro dos quarteis &mdash; e nos por&otilde;es &mdash; da ditadura. O imbr&oacute;glio est&aacute; na Aeron&aacute;utica, mais especificamente no grupo de cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB), atingidos pela Portaria 1.104, editada em 1964, que passou a restringir o tempo de trabalho de cabos e soldados a no m&aacute;ximo oito anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A discuss&atilde;o &eacute; se a portaria seria uma medida puramente administrativa, para conter gastos, ou ato de exce&ccedil;&atilde;o, com o objetivo de limpar da for&ccedil;a a influ&ecirc;ncia comunista. Outra pol&ecirc;mica &eacute; se a portaria teria natureza persecut&oacute;ria para todos os cabos, ou apenas para os que entraram na Aeron&aacute;utica antes de 1964. A Comiss&atilde;o de Anistia, por exemplo, reconheceu a portaria como ato de exce&ccedil;&atilde;o para toda a categoria, mas mudou o entendimento e passou a considerar que teriam direito &agrave; anistia apenas os cabos que entraram antes de 1964.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H&aacute; pelo menos 12 anos, a guerra de vers&otilde;es e a judicializa&ccedil;&atilde;o das discuss&otilde;es a respeito do grupo criou a categoria dos &ldquo;desanistiados&rdquo;: militares que entraram na Aeron&aacute;utica depois de 1964 e tiveram suas anistias reconhecidas a partir de 2002 pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a come&ccedil;aram a receber as indeniza&ccedil;&otilde;es, mas tiveram os benef&iacute;cios revogados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash;<strong> <\/strong>Quando sa&iacute;ram as primeiras anistias, o Minist&eacute;rio da Defesa se insurge contra a decis&atilde;o e n&atilde;o admite essa disputa em torno da mem&oacute;ria. E uma forma de contestar foi a de elaborarem pareceres jur&iacute;dicos contr&aacute;rios ao da Comiss&atilde;o. Isso virou uma briga jur&iacute;dica interna, &eacute; uma guerra de pareceres. A comiss&atilde;o entendeu que aqueles que ingressaram na FAB posteriormente (&agrave; edi&ccedil;&atilde;o da Portaria) j&aacute; conheciam as novas regras do jogo &mdash; explica Paulo Abr&atilde;o, presidente da Comiss&atilde;o de Anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eliezer Figueira foi um dos cabos beneficiados por decis&atilde;o de 2002, do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a. O ent&atilde;o ministro Paulo de Tarso Ribeiro reconheceu a anistia do grupo de 495 cabos da FAB, baseando-se em entendimento da Comiss&atilde;o de Anistia do mesmo ano. A Comiss&atilde;o entendeu, por meio de S&uacute;mula Administrativa, que a Portaria 1.104 era &ldquo;ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&rdquo;. O presidente da Comiss&atilde;o era Jos&eacute; Alves Paulino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Figueira, de 65 anos, entrou na Aeron&aacute;utica em 1968. Em 2002, a Justi&ccedil;a determinou o pagamento de R$ 213.412,50 ao ex-cabo da FAB. Ele come&ccedil;ou a receber em 2004 e foi exclu&iacute;do da folha de pagamento em 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; A lei 10.559 n&atilde;o cita diferen&ccedil;a entre os primeiros cabos e os que entraram depois de 64. Eu estava recebendo, um dia chegou um telegrama dizendo que eu n&atilde;o receberia mais. Virou uma bola de neve e at&eacute; hoje est&atilde;o me cobrando. Perdi casa, tive que devolver carro e estou devendo mais de R$ 100 mil ao banco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda em 2002, o ent&atilde;o ministro do STF, Nelson Jobim, entendeu que o conte&uacute;do pol&iacute;tico da portaria &ldquo;&eacute; induvidoso, pois editada num momento hist&oacute;rico em que se procurava punir os oficiais considerados subversivos, por suas concep&ccedil;&otilde;es pol&iacute;tico-ideol&oacute;gicas, atrav&eacute;s de mascarados atos administrativos&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ano seguinte, o Comando da Aeron&aacute;utica apelou ao novo ministro da Justi&ccedil;a, M&aacute;rcio Thomaz Bastos, em documento assinado pelo comandante Luiz Carlos Bueno, pedindo que as &ldquo;anistias administrativas&rdquo;, como chamou, fossem anuladas: &ldquo;Julgo importante ressaltar a preocupa&ccedil;&atilde;o com o fato de que, permanecendo a &lsquo;anistia administrativa&rsquo; destes casos, tal circunst&acirc;ncia, a par de acarretar preju&iacute;zos ao er&aacute;rio p&uacute;blico, provocar&aacute; a instabilidade das rela&ccedil;&otilde;es jur&iacute;dicas j&aacute; consolidadas na pac&iacute;fica jurisprud&ecirc;ncia de nossos tribunais e na legisla&ccedil;&atilde;o militar&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2004, Thomaz Bastos acatou o pedido e instaurou processo de anula&ccedil;&atilde;o das portarias, argumentando que &quot;a referida portaria n&atilde;o os atingiu como ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza pol&iacute;tica, mas como mero regulamento administrativo das prorroga&ccedil;&otilde;es do Servi&ccedil;o Militar, do qual tinham pr&eacute;vio conhecimento&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paralelamente, em 2008, o Conselho Federal da OAB, que saiu em defesa dos militares em busca de anistia, entrou no Supremo Tribunal Federal com a ADPF 158, que nunca foi levada a plen&aacute;rio e, segundo a assessoria do STF, n&atilde;o tem previs&atilde;o de ser julgada. A relatoria &eacute; do ministro Gilmar Mendes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Processos est&atilde;o estacionados na Comiss&atilde;o de Anistia<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tr&ecirc;s anos depois, em 2011, foi institu&iacute;do Grupo de Trabalho Interministerial, com integrantes da Defesa, Justi&ccedil;a e AGU, para revisar os benef&iacute;cios concedidos para alguns militares. No mesmo ano, o caso subiu para o STJ, que entendeu que a Uni&atilde;o n&atilde;o pode revogar anistias do grupo de cabos e condenou-a a &quot;proceder o restabelecimento dos efeitos das portarias anistiadoras, em especial no que diz respeito &agrave; repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, cujo pagamento deve ser acrescido de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria&quot;. Recome&ccedil;ou, ent&atilde;o, a publica&ccedil;&atilde;o das portarias e a restitui&ccedil;&atilde;o dos pagamentos aos militares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meio &agrave; guerra de pareceres na Justi&ccedil;a, os processos dos cabos est&atilde;o parados na Comiss&atilde;o de Anistia. O presidente Paulo Abr&atilde;o disse que o estado n&atilde;o pode ter uma conduta amb&iacute;gua e que n&atilde;o ficar&aacute; no meio do fogo cruzado:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; Depois que houve esse questionamento inclusive por parte da AGU e no Supremo, a Comiss&atilde;o de Anistia parou de julgar esses processos que faltavam. O que adiantaria ela declarar o direito para imediatamente ser anulado pelo grupo interministerial? O estado n&atilde;o pode ter uma conduta amb&iacute;gua &#8211; disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com dados da pr&oacute;pria comiss&atilde;o, um levantamento inicial mostra que h&aacute; pelo menos 616 processos de cabos da FAB parados. H&aacute; um total de 2.663 processos de militares em tramita&ccedil;&atilde;o na comiss&atilde;o. Mais da metade s&atilde;o relativos &agrave; Aeron&aacute;utica, 1.179 deles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Minist&eacute;rio da Defesa, &oacute;rg&atilde;o pagador das indeniza&ccedil;&otilde;es militares desembolsou, em m&eacute;dia, R$ 285 milh&otilde;es por ano com o pagamento dos benef&iacute;cios a militares anistiados entre 2003 e 2013. Nesses 10 anos, a Defesa pagou o total de R$ 3,134 bilh&otilde;es. At&eacute; o ano passado, informaram, foram anistiados 4.162 militares, sendo 584 oficiais e 3.578 pra&ccedil;as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro militar que integra a categoria dos desanistiados &eacute; Oc&eacute;lio Ferreira, que entrou em 1968, hoje tesoureiro da Associa&ccedil;&atilde;o Democr&aacute;tica e Nacionalista dos Militares (Adnam), que era presidida pelo brigadeiro Rui Moreira Lima. Sua portaria valeu por sete anos, mas ele teve o processo arquivado em 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; Fiquei recebendo por quatro anos, mas a Aeron&aacute;utica n&atilde;o reconhecia isso, pagava um m&ecirc;s, no outro n&atilde;o. Mandaram arquivar o meu processo em 2007. Fomos &agrave; OAB de Bras&iacute;lia e criaram a ADPF 158, que continua de molho. Nosso desespero &eacute; pelo julgamento da ADPF 158, um julgamento justo, n&atilde;o pol&iacute;tico. A 1.104 foi uma portaria pregui&ccedil;osa, todo mundo foi atingido por ela. Os cabos nunca conseguiram ser anistiados, na Marinha e no Ex&eacute;rcito eles foram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Paulo Abr&atilde;o, a disputa entre militares atingidos pela Portaria e a c&uacute;pula das For&ccedil;as Armadas n&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o financeira, mas ideol&oacute;gica. E que n&atilde;o tem data para acabar:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&mdash; Isso n&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o j&aacute; encerrada, ainda pode durar anos e anos. Voc&ecirc; n&atilde;o pode financeirizar (sic) direitos, essa discuss&atilde;o &eacute; incab&iacute;vel. Mas, se voc&ecirc; perguntar se o que eventualmente pode ter motivado o minist&eacute;rio da Defesa possa ser uma an&aacute;lise econ&ocirc;mica, eu acho que a motiva&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tem cunho econ&ocirc;mico, e sim cunho pol&iacute;tico e ideol&oacute;gico.<\/p>\n<\/div>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">Fonte: <strong><a href=\"http:\/\/oglobo.globo.com\/pais\/medida-que-restringe-tempo-de-trabalho-de-militares-gera-guerra-silenciosa-12061897\">Globo.com\/Pais<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"49\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"color: #333300;\">Postado por <b>Gilvan VANDERLEI<\/b><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: #333300;\">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: #333300;\">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a> <\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atualizado: 02\/04\/14 &#8211; 16h29 Editada em 1964, medida faz com que cabos e soldados trabalhem por no m&aacute;ximo oito anos Para as For&ccedil;as, &eacute; um ato puramente administrativa, para conter gastos. 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