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{"id":20669,"date":"2014-03-15T18:20:13","date_gmt":"2014-03-15T21:20:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=20669"},"modified":"2014-03-16T13:37:20","modified_gmt":"2014-03-16T16:37:20","slug":"jurisprudencias-gravacao-de-conversa-prova-direitos-trabalhistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2014\/03\/jurisprudencias-gravacao-de-conversa-prova-direitos-trabalhistas\/","title":{"rendered":"Jurisprud\u00eancias &#8211; Grava\u00e7\u00e3o de conversa prova direitos trabalhistas"},"content":{"rendered":"<h2 itemprop=\"name\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-20712\" height=\"208\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/3-450x208.jpg\" title=\"3\" width=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/3-450x208.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/3-300x138.jpg 300w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/3.jpg 517w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 itemprop=\"name\"><span style=\"color:#800000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Grava&ccedil;&atilde;o de conversa prova direitos trabalhistas<\/span><\/span><\/h2>\n<div class=\"wysiwyg\" itemprop=\"articleBody\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gravar uma conversa sem o conhecimento de um dos interlocutores n&atilde;o &eacute; ilegal, desde que o objetivo seja comprovar um direito.<\/strong> O resultado da grava&ccedil;&atilde;o pode, inclusive, servir de prova em uma a&ccedil;&atilde;o judicial. Com esse entendimento, o ministro Hor&aacute;cio Senna Pires, relator da 3&ordf; Turma do Tribunal Superior do Trabalho, rejeitou argumentos da Telemar que entendia como clandestina a grava&ccedil;&atilde;o entre empresa e trabalhador terceirizados por ela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalhador conta que, pressionado para pedir demiss&atilde;o, resolveu gravar a conversa com os donos e a contadora da empresa com um aparelho de MP3. Depois de ter sido contratado pela Luleo Com&eacute;rcio como t&eacute;cnico de instala&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de rede de acesso de telecomunica&ccedil;&otilde;es para a Telemar Norte Leste, ele sofreu um acidente de trabalho. Nessa &eacute;poca, passou a receber aux&iacute;lio previdenci&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gra&ccedil;as &agrave;s grava&ccedil;&otilde;es, ficou demonstrado que o trabalhador sofreu press&otilde;es para pedir demiss&atilde;o antes do t&eacute;rmino do per&iacute;odo de estabilidade provis&oacute;ria acident&aacute;ria de um ano a que tinha direito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A senten&ccedil;a da 11&ordf; Vara do Trabalho de Recife (PE) foi mantida pelo Tribunal do Regional do Trabalho da 6&ordf; Regi&atilde;o, que tamb&eacute;m atende ao estado pernambucano. De acordo com a Justi&ccedil;a, a dispensa do trabalhador havia sido imotivada. Por isso, foi condedido o pagamento de diferen&ccedil;as salariais, aviso-pr&eacute;vio e FGTS com multa de 40%. E mais: a Telemar foi reconhecida como respons&aacute;vel subsidi&aacute;ria pelos cr&eacute;ditos trabalhistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o TRT-6, os di&aacute;logos foram feitos no ambiente de trabalho, sem viola&ccedil;&atilde;o &agrave; intimidade e privacidade das pessoas envolvidas, e em conformidade com o artigo 225 do C&oacute;digo Civil, que admite grava&ccedil;&atilde;o como meio de prova.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Recurso de Revista levado ao TST, a Telemar argumentou que a grava&ccedil;&atilde;o de conversa feita sem o conhecimento dos interlocutores era il&iacute;cita e n&atilde;o servia como prova. Para ela, com a atitude do trabalhador, direitos constitucionais como o respeito &aacute; vida privada e ao livre exerc&iacute;cio do trabalho foram feridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como lembrou o ministro Hor&aacute;cio Senna Pires, o Supremo Tribunal Federal j&aacute; posicionou favoravelmente &agrave;s grava&ccedil;&otilde;es desse tipo. Ele destacou, ainda, que a corte reconheceu at&eacute; a Repercuss&atilde;o Geral da mat&eacute;ria. <em>Com informa&ccedil;&otilde;es da Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o do TST<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/ext02.tst.jus.br\/pls\/ap01\/ap_red100.resumo?num_int=739180&amp;ano_int=2009&amp;qtd_acesso=14136543\">RR: 162600-35.2006.5.06.0011<\/a><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">Fonte: <strong><a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2011-fev-16\/gravacao-conversa-usada-prova-direito-trabalhista\">ConjurNot&iacute;cias <\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/mini-gravador-voz-audio-espiao-pendrive-4gb-frete-gratis-11986-MLB20052550019_022014-O.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-20716\" height=\"424\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/mini-gravador-voz-audio-espiao-pendrive-4gb-frete-gratis-11986-MLB20052550019_022014-O-450x424.jpg\" title=\"mini-gravador-voz-audio-espiao-pendrive-4gb-frete-gratis-11986-MLB20052550019_022014-O\" width=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/mini-gravador-voz-audio-espiao-pendrive-4gb-frete-gratis-11986-MLB20052550019_022014-O-450x424.jpg 450w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/mini-gravador-voz-audio-espiao-pendrive-4gb-frete-gratis-11986-MLB20052550019_022014-O-300x283.jpg 300w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/mini-gravador-voz-audio-espiao-pendrive-4gb-frete-gratis-11986-MLB20052550019_022014-O.jpg 462w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<h1 class=\"title\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Grava&ccedil;&atilde;o de conversa pode ser usada como prova na Justi&ccedil;a do Trabalho<\/span><\/span><\/h1>\n<article class=\"text\">\n<div class=\"doc-votes frozen\" style=\"position: fixed; top: 70px;\">\n<div id=\"__JBOseKi_votes\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A grava&ccedil;&atilde;o de conversa feita por um dos interlocutores sem o conhecimento do outro para fins de comprova&ccedil;&atilde;o de direito n&atilde;o &eacute; il&iacute;cita e pode ser usada como prova em a&ccedil;&atilde;o judicial. Foi o que fez um t&eacute;cnico de telefonia ao se sentir pressionado a pedir demiss&atilde;o &#8211; ele gravou conversas com os donos e a contadora da empresa em que trabalhava com um aparelho de MP3. Ao examinar o caso, a Justi&ccedil;a do Trabalho considerou que a grava&ccedil;&atilde;o feita pelo trabalhador &eacute; prova l&iacute;cita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na a&ccedil;&atilde;o que apresentou na 11&ordf; Vara do Trabalho de Recife, em Pernambuco, o t&eacute;cnico contou que foi contratado pela Luleo Com&eacute;rcio para fazer instala&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de rede de acesso de telecomunica&ccedil;&otilde;es para a Telemar Norte Leste. Aproximadamente tr&ecirc;s meses ap&oacute;s a contrata&ccedil;&atilde;o, sofreu acidente de trabalho e passou a receber aux&iacute;lio previdenci&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando retornou &agrave; empresa, como n&atilde;o havia mais o contrato com a Telemar, o empregado foi designado para ocupar a fun&ccedil;&atilde;o de telefonista. Grava&ccedil;&otilde;es em um cd (&quot;compact disc&quot;) juntado ao processo confirmaram que o trabalhador sofreu press&otilde;es para pedir demiss&atilde;o antes do t&eacute;rmino do per&iacute;odo de estabilidade provis&oacute;ria acident&aacute;ria de um ano a que tinha direito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a senten&ccedil;a, a coa&ccedil;&atilde;o foi sutil, com insinua&ccedil;&otilde;es de que o empregado ficaria fora do mercado de trabalho e poderia n&atilde;o mais prestar servi&ccedil;os por meio de outras empresas terceirizadas &agrave; Telemar. Disseram tamb&eacute;m que n&atilde;o &quot;pegava bem&quot; ele ter trabalhado apenas tr&ecirc;s meses (entre a admiss&atilde;o e o acidente) e a Luleo ter que mant&ecirc;-lo em seus quadros por um ano em raz&atilde;o da estabilidade acident&aacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, a ju&iacute;za entendeu que a dispensa do empregado tinha sido imotivada e concedeu, em parte, os pedidos formulados, tais como o pagamento de diferen&ccedil;as salariais, aviso-pr&eacute;vio e FGTS com multa de 40%. Declarou, ainda, a responsabilidade subsidi&aacute;ria da Telemar pelos cr&eacute;ditos trabalhistas devidos ao t&eacute;cnico em caso de inadimpl&ecirc;ncia da Luleo, pois, na condi&ccedil;&atilde;o de tomadora dos servi&ccedil;os, beneficiou-se da for&ccedil;a de trabalho do empregado (incid&ecirc;ncia da S&uacute;mula n&ordm; <span class=\"cite\">331<\/span> do Tribunal Superior do Trabalho).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Tribunal do Trabalho da 6&ordf; Regi&atilde;o (PE), por sua vez, manteve o entendimento da primeira inst&acirc;ncia quanto &agrave; licitude da grava&ccedil;&atilde;o feita pelo empregado e negou provimento ao recurso ordin&aacute;rio da Telemar. Para o TRT, os di&aacute;logos foram realizados no ambiente de trabalho, sem viola&ccedil;&atilde;o &agrave; intimidade e privacidade das pessoas envolvidas, e em conformidade com o artigo <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/topico\/10714512\/artigo-225-da-lei-n-10406-de-10-de-janeiro-de-2002\" rel=\"10714512\" title=\"Artigo 225 da Lei n\u00ba 10.406 de 10 de Janeiro de 2002\">225<\/a> do <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/legislacao\/1027027\/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02\" rel=\"10731286\" title=\"Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002.\">C&oacute;digo Civil<\/a> de 2002, que admite grava&ccedil;&atilde;o como meio de prova.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No recurso de revista que apresentou ao TST, a Telemar defendeu a tese de que a grava&ccedil;&atilde;o de conversa feita sem o conhecimento dos interlocutores era il&iacute;cita e n&atilde;o servia como prova. Alegou ofensa a direitos constitucionais, como o respeito &agrave; vida privada das pessoas, ao livre exerc&iacute;cio do trabalho e &agrave; veda&ccedil;&atilde;o da utiliza&ccedil;&atilde;o de provas no processo obtidas por meio il&iacute;cito (artigo <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/topico\/10641516\/artigo-5-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988\" rel=\"10641516\" title=\"Artigo 5 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988\">5&ordm;<\/a>, <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/topico\/10730704\/incisoxdo-artigo-5-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988\" rel=\"10730704\" title=\"Inciso X do Artigo 5 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988\">X<\/a>, <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/topico\/10730602\/inciso-xiii-do-artigo-5-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988\" rel=\"10730602\" title=\"Inciso XIII do Artigo 5 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988\">XIII<\/a> e <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/topico\/10728274\/inciso-lvi-do-artigo-5-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988\" rel=\"10728274\" title=\"Inciso LVI do Artigo 5 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988\">LVI<\/a>, da <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/legislacao\/1027008\/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988\" rel=\"302754\" title=\"Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Federativa do Brasil de 1988\">Constitui&ccedil;&atilde;o Federal<\/a>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, de acordo com o relator e presidente da Terceira Turma do Tribunal, ministro Hor&aacute;cio Senna Pires, as alega&ccedil;&otilde;es da empresa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; clandestinidade da grava&ccedil;&atilde;o n&atilde;o torna a prova il&iacute;cita. Isso porque os di&aacute;logos tamb&eacute;m pertencem ao trabalhador que gravou a conversa com a inten&ccedil;&atilde;o de comprovar um direito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O relator explicou que o Supremo Tribunal Federal j&aacute; julgou diversos casos no sentido de que a grava&ccedil;&atilde;o de conversa nessas condi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o se enquadra na veda&ccedil;&atilde;o do uso de provas il&iacute;citas de que trata o artigo <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/topico\/10641516\/artigo-5-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988\" rel=\"10641516\" title=\"Artigo 5 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988\">5&ordm;<\/a>, <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/topico\/10728274\/inciso-lvi-do-artigo-5-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988\" rel=\"10728274\" title=\"Inciso LVI do Artigo 5 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988\">LVI<\/a>, da <a class=\"cite\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com\/legislacao\/1027008\/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988\" rel=\"302754\" title=\"Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Federativa do Brasil de 1988\">Constitui&ccedil;&atilde;o<\/a>. O ministro Hor&aacute;cio destacou ainda o julgamento de um processo em que o STF reconheceu a repercuss&atilde;o geral da mat&eacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desse modo, como o relator concluiu que a grava&ccedil;&atilde;o &eacute; prova l&iacute;cita no processo e inexistiram as viola&ccedil;&otilde;es constitucionais mencionadas pela empresa, a Terceira Turma, por unanimidade de votos, rejeitou (n&atilde;o conheceu) o recurso de revista da Telemar nesse ponto.<\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/carta-forense.jusbrasil.com.br\/noticias\/2569123\/gravacao-de-conversa-pode-ser-usada-como-prova-na-justica-do-trabalho\"><strong>JusBrasil<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<div>\n<div id=\"jp-post-flair\">\n<div>\n<div style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" height=\"49\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"32\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size:10px;\">Postado por <strong>Gilvan VANDERLEI<\/strong><br \/>\n\t\t\t\t\t\tEx-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\t\t\t\t\t\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/article>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grava&ccedil;&atilde;o de conversa prova direitos trabalhistas Gravar uma conversa sem o conhecimento de um dos interlocutores n&atilde;o &eacute; ilegal, desde que o objetivo seja comprovar um direito. 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