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{"id":18973,"date":"2013-08-02T12:11:38","date_gmt":"2013-08-02T15:11:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=18973"},"modified":"2013-08-03T02:26:31","modified_gmt":"2013-08-03T05:26:31","slug":"mais-2-duas-vitorias-no-stj-de-ex-cabos-da-fab-pre-64","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/08\/mais-2-duas-vitorias-no-stj-de-ex-cabos-da-fab-pre-64\/","title":{"rendered":"Mais 2 (duas) vit\u00f3rias no STJ de ex-Cabos da FAB Pr\u00e9-64"},"content":{"rendered":"<p><strong>De:<\/strong> Alexandre [mailto:alexandre@baptistaevasconcelos.com.br]<br \/>\n\t<strong>Enviada em:<\/strong> sexta-feira, 2 de agosto de 2013 11:07<br \/>\n\t<strong>Para:<\/strong> &#39;Gilvan Vanderlei de Lima&#39;<br \/>\n\t<strong>Assunto:<\/strong> Vit&oacute;rias no STJ<\/p>\n<p><strong>Vanderlei,<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mais 2 (duas) vit&oacute;rias no STJ. Anota a&iacute; para informar!<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size:16px;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong>(1&ordm;) &ndash; <\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/O-presidente-do-STJ-Felix-Fischer-380x280.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18975\" height=\"280\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/O-presidente-do-STJ-Felix-Fischer-380x280.jpg\" title=\"O-presidente-do-STJ-Felix-Fischer-380x280\" width=\"380\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/O-presidente-do-STJ-Felix-Fischer-380x280.jpg 380w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/O-presidente-do-STJ-Felix-Fischer-380x280-300x221.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Ministro Felix Fischer, presidente do STJ &eacute; o relator do MS 20342-DF<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 20.342 &#8211; DF (2013\/0239814-5)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IMPETRANTE :<strong> LUIZ PEREIRA LOPES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ADVOGADO : <strong>ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS E OUTRO(S)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IMPETRADO : <strong>MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DECIS&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de mandado de seguran&ccedil;a, com pedido de liminar, impetrado por LUIZ PEREIRA LOPES, contra ato do Exmo. Sr. Ministro de Estado da Justi&ccedil;a, materializado na Portaria n.&ordm; 1.648, de 16\/4\/2013, que anulou a portaria que o declarou anistiado pol&iacute;tico (Portaria n.&ordm; 1.983, de 2003).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alega a ocorr&ecirc;ncia de <strong>fumus boni juris<\/strong>, considerando que j&aacute; havia transcorrido o prazo de 5 (cinco) anos para revis&atilde;o da portaria anistiadora, e que ficou demonstrada a aus&ecirc;ncia de m&aacute;-f&eacute; quando do requerimento e da concess&atilde;o da anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto ao <strong>periculum in mora<\/strong>, assevera que com a anula&ccedil;&atilde;o da anistia, n&atilde;o receber&aacute; o pagamento dos valores devidos, que possuem n&iacute;tido car&aacute;ter alimentar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, requer a concess&atilde;o de liminar, para que &quot;<span style=\"color:#800000;\">sejam restabelecidos os efeitos da Portaria n.&ordm; 1.983\/2003, com o consequente pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, at&eacute; julgamento final deste mandado de seguran&ccedil;a<\/span>&quot; (fl. 24).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; o breve relat&oacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Decido.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inicialmente, <strong>defiro o pedido de gratuidade da justi&ccedil;a <\/strong>requerido &agrave; fl. 24 dos autos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto &agrave; liminar pleiteada, necess&aacute;ria se faz a demonstra&ccedil;&atilde;o conjugada dos dois requisitos autorizadores da sua concess&atilde;o, quais sejam: o <strong>fumus boni juris <\/strong>e o <strong>periculum in mora.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No que diz respeito ao primeiro requisito, entendo que este se mostra, em princ&iacute;pio, configurado, uma vez que a pretens&atilde;o do impetrante, <strong>prima facie<\/strong>, encontra amparo na jurisprud&ecirc;ncia deste e. <strong>Superior Tribunal de Justi&ccedil;a<\/strong>, conforme se verifica dos seguintes precedentes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. REVIS&Atilde;O DE ANISTIA CONCEDIDA COM BASE NA PORTARIA 1.104-GMS\/1964. DECAD&Ecirc;NCIA DO ATO DE ANULA&Ccedil;&Atilde;O. NOTAS E PARECERES DA AGU QUE N&Atilde;O SE PRESTAM &Agrave; CARACTERIZA&Ccedil;&Atilde;O DE MEDIDA IMPUGNATIVA NOS TERMOS DO &sect; 2&ordm; DO ART. 54 DA LEI 9.784\/99. MAT&Eacute;RIA EXAMIN&Aacute;VEL NA VIA MANDAMENTAL. AFRONTA AO ART. 8&ordm; DA CF\/88. VIOLA&Ccedil;&Atilde;O REFLEXA. PRECEDENTES DO STF. SEGURAN&Ccedil;A CONCEDIDA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, no &sect; 5&ordm; do seu art. 37, previu que &#39;A lei estabelecer&aacute; os prazos de prescri&ccedil;&atilde;o para il&iacute;citos praticados por qualquer agente, servidor ou n&atilde;o, que causem preju&iacute;zos ao er&aacute;rio, ressalvadas as respectivas a&ccedil;&otilde;es de ressarcimento&#39;. De igual modo, por compreens&atilde;o extensiva, incumbe &agrave; lei a determina&ccedil;&atilde;o de prazo de decad&ecirc;ncia quando desta se tratar, conforme sobreveio no art. 54, &sect;&sect; 1&ordm; e 2&ordm;, da Lei 9.784\/99, que regula o processo administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. N&atilde;o incide a ressalva inscrita na parte final do <strong>caput <\/strong>do art. 54 da 9.784\/99, pois n&atilde;o se fala, em momento algum, na ocorr&ecirc;ncia de m&aacute;-f&eacute;, v&iacute;cio que n&atilde;o pode ser presumido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. O conceito de &#39;autoridade administrativa&#39;, a que alude o &sect; 2&ordm; do art. 54 da Lei de Processo Administrativo, n&atilde;o pode ser estendido a todo e qualquer agente p&uacute;blico, sob pena de tornar inaplic&aacute;vel a regra geral contida no <strong>caput<\/strong>, em favor da decad&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Devem ser consideradas como &#39;exerc&iacute;cio do direito de anular&#39; o ato administrativo apenas as medidas concretas de &#39;impugna&ccedil;&atilde;o &agrave; validade do ato&#39;, tomadas pelo Ministro de Estado da Justi&ccedil;a &#8211; autoridade que, assessorada pela Comiss&atilde;o de Anistia, tem compet&ecirc;ncia exclusiva para decidir as quest&otilde;es relacionadas &agrave; concess&atilde;o ou revoga&ccedil;&atilde;o das anistias pol&iacute;ticas, nos termos do art. 1&ordm;, &sect; 2&ordm;, III, da Lei 9.784\/99 c\/c 10 e 12, <strong>caput<\/strong>, da Lei 10.559\/02.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. As NOTAS AGU\/JD-10\/2003 e AGU\/JD-1\/2006 n&atilde;o se enquadram na defini&ccedil;&atilde;o de &#39;medida de autoridade administrativa&#39; no sentido sob exame, haja vista sua natureza de pareceres jur&iacute;dicos, de car&aacute;ter facultativo, formulados pelos &oacute;rg&atilde;os consultivos, com tr&acirc;mites internos, gen&eacute;ricos, os quais n&atilde;o se dirigem, especificamente, a quaisquer dos anistiados sob o p&aacute;lio da S&uacute;mula Administrativa n&ordm; 2002.07.0003 da Comiss&atilde;o de Anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6. Manifesta&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ricas n&atilde;o podem obstar a flu&ecirc;ncia do prazo decadencial a favor de cada anistiado, que j&aacute; contava com o seu direito individual subjetivado, materializado, consubstanciado em ato administrativo da autoridade competente, o Sr. Ministro da Justi&ccedil;a, subscritor da respectiva Portaria concessiva de tal benef&iacute;cio legal, militando, em seu prol, os princ&iacute;pios da legalidade, boa-f&eacute; e legitimidade, em conson&acirc;ncia com a ordem jur&iacute;dica em vigor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7. No caso, a anula&ccedil;&atilde;o da anistia foi promovida quando j&aacute; ultrapassados mais de 9 (nove) anos, restando consumada a decad&ecirc;ncia administrativa, nos termos do <strong>caput <\/strong>do art. 54. E, mesmo se considerada, excepcionalmente, a data da publica&ccedil;&atilde;o da Portaria Interministerial MJ\/AGU 134, de 15\/2\/11, que instaurou procedimento de revis&atilde;o das anistias, como h&aacute;bil a afastar a decad&ecirc;ncia, ainda assim esta j&aacute; se havia consumado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8. Admitindo-se, ainda, que o prazo de decad&ecirc;ncia, previsto no art. 54 da Lei 9.784\/99, pode ser interrompido, ou mesmo suspenso, o que, em princ&iacute;pio, &eacute; contra a natureza do instituto (art. 207 do CC), ainda assim, para tanto, seria, como &eacute;, imprescind&iacute;vel &ndash; sob pena de viola&ccedil;&atilde;o &agrave;s garantias maiores do devido processo, do contradit&oacute;rio, da ampla defesa, etc. &#8211; que o benefici&aacute;rio do prazo em curso seja, individualmente, cientificado do teor do ato interruptivo ou suspensivo, no curso do referido prazo, na forma prescrita no art. art. 66, da Lei 9.784\/99, <strong>in verbis<\/strong>: &#39;Os prazos come&ccedil;am a correr a partir da data da cientifica&ccedil;&atilde;o oficial, excluindo-se da contagem o dia do come&ccedil;o e incluindo-se o do vencimento&#39;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9. Presume-se, por for&ccedil;a do art. 3&ordm; da LINDB (antiga LICC), o conhecimento da lei, sendo defeso escusar o seu cumprimento sob alega&ccedil;&atilde;o de desconhec&ecirc;-la. Tal presun&ccedil;&atilde;o, todavia, n&atilde;o se estende a atos administrativos, como aqueles j&aacute; referidos, praticados, genericamente, nos idos de 2003 e 2006, pelo MJ e AGU, internamente, sem, contudo, dar conhecimento pessoal aos principais interessados na mat&eacute;ria, quais sejam, os beneficiados pelas anistias, ao abrigo da S&uacute;mula Administrativa 2002.07.0003-CA, que disp&ocirc;s: &#39;A Portaria n&ordm; 1.104, de 12 de outubro de 1964, expedida pelo Senhor Ministro de Estado da Aeron&aacute;utica, &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&#39;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10. A mat&eacute;ria &eacute; plenamente examin&aacute;vel na via do <strong>writ<\/strong>, por se tratar, essencialmente, de interpretar qual o alcance das regras legais referidas, pois os fatos da anistia e da sua revoga&ccedil;&atilde;o s&atilde;o incontroversos, tanto quanto o &eacute; a inexist&ecirc;ncia de m&aacute;-f&eacute;, v&iacute;cio sequer mencionado. Incide, assim, a S&uacute;mula 625\/STF, a saber: &#39;Controv&eacute;rsia sobre mat&eacute;ria de direito n&atilde;o impede concess&atilde;o de mandado de seguran&ccedil;a.&#39; 11. N&atilde;o se olvida que o Supremo Tribunal Federal j&aacute; se manifestou no sentido de que situa&ccedil;&otilde;es flagrantemente inconstitucionais n&atilde;o devem ser consolidadas pelo simples transcurso do prazo decadencial previsto no art. 54 da Lei 9.784\/99. No caso concreto, contudo, a quest&atilde;o a ser dirimida pelo Grupo de Trabalho institu&iacute;do pela Portaria Interministerial MJ\/AGU 134\/11 n&atilde;o se vincula a eventual inconstitucionalidade da S&uacute;mula Administrativa 2002.07.0003 da Comiss&atilde;o de Anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">12. O constituinte origin&aacute;rio n&atilde;o se preocupou em definir, no art. 8&ordm;, <strong>caput<\/strong>, do ADCT, o que seria um ato de exce&ccedil;&atilde;o, institucional ou complementar, de motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, tendo tal encargo sido deixado para o legislador infraconstitucional, que criou a Lei 10.559\/02.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">13. Ainda que se admita, para argumentar, suposto equ&iacute;voco da Comiss&atilde;o de Anistia ao editar a S&uacute;mula Administrativa 2002.07.0003, tal se resolve no campo infraconstitucional, &agrave; luz da Lei 10.559\/09, n&atilde;o havendo falar em &#39;ato inconstitucional&#39;, mormente porque eventual afronta &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o se daria de forma indireta, o que n&atilde;o desafia exame de (in)constitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal e, muito menos, por esta Corte. Precedentes do STF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">14. Seguran&ccedil;a concedida para declarar a decad&ecirc;ncia do ato que anulou a portaria anistiadora. Custas <strong>ex lege<\/strong>. Sem condena&ccedil;&atilde;o em honor&aacute;rios advocat&iacute;cios, nos termos da S&uacute;mula 105\/STJ.&quot;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(MS 18606\/DF, <strong>1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o<\/strong>, Rel. Min. <strong>Eliana Calmon<\/strong>, Rel. p\/ ac&oacute;rd&atilde;o Min. <strong>Arnaldo Esteves Lima<\/strong>, DJe de 28\/6\/2013)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;QUEST&Atilde;O DE ORDEM. PORTARIA CONCESSIVA DA ANISTIA ANULADA. T&Iacute;TULO EXECUTIVO JUDICIAL V&Aacute;LIDO. DECAD&Ecirc;NCIA DO DIREITO DE REVIS&Atilde;O. PROSSEGUIMENTO DA EXECU&Ccedil;&Atilde;O.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Transitado em julgado o provimento que concedeu a ordem determinando o cumprimento integral da portaria concessiva da anistia com o pagamento da parcela correspondente aos valores pret&eacute;ritos, formou-se o t&iacute;tulo judicial que somente pode ser revisto por meio dos instrumentos pr&oacute;prios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Ademais, <strong>a Primeira Se&ccedil;&atilde;o desta Corte concluiu o julgamento do MS n&ordm; 18590\/DF (ac&oacute;rd&atilde;o ainda n&atilde;o publicado) reconhecendo, por maioria, a decad&ecirc;ncia do direito &agrave; revis&atilde;o da anistia, nos termos do art. 54, caput, da Lei 9.784\/99.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;3. Indeferido o pedido de extin&ccedil;&atilde;o da execu&ccedil;&atilde;o.&quot;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(PET nos EmbExeMS 11.712\/DF, <strong>3&ordf; Se&ccedil;&atilde;o<\/strong>, Rel. Min. <strong>Maria Thereza de Assis Moura<\/strong>, DJe de 26\/6\/2013)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. ANISTIA DE MILITAR. ANULA&Ccedil;&Atilde;O. PRESTA&Ccedil;&Atilde;O CONTINUADA. RESTABELECIMENTO. MANUTEN&Ccedil;&Atilde;O DA LIMINAR CONCEDIDA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Trata-se de Agravo Regimental interposto contra decis&atilde;o que concedeu liminar para suspender os efeitos da Portaria que anulou anistia de militar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. O argumento de que o poder de autotutela da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica foi inibido pelo ato judicial &eacute; gen&eacute;rico e irrelevante, pois, como se sabe, todo e qualquer ato administrativo est&aacute; sujeito a controle de legalidade no &acirc;mbito do Poder Judici&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. A tese da configura&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o da decad&ecirc;ncia diz respeito ao m&eacute;rito, e ser&aacute; analisada em momento adequado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. <strong>No ju&iacute;zo provis&oacute;rio que caracteriza a decis&atilde;o liminar, a parte impetrante demonstrou o preenchimento de seus requisitos (fumus boni iuris e periculum in mora), tendo em vista a presun&ccedil;&atilde;o de boa-f&eacute; e os preju&iacute;zos manifestos que seriam por ela suportados na hip&oacute;tese de imediata supress&atilde;o de pagamento de benef&iacute;cio mensal de<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>natureza alimentar.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. Agravo Regimental n&atilde;o provido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(AgRg no MS 18.538\/DF, <strong>1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o<\/strong>, Rel. Min. <strong>Herman Benjamin<\/strong>, DJe de 1&ordm;\/2\/2013)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto ao <strong>periculum in mora<\/strong>, este se justifica, em raz&atilde;o do car&aacute;ter alimentar do benef&iacute;cio, de modo que a suspens&atilde;o do pagamento da presta&ccedil;&atilde;o mensal trar&aacute; preju&iacute;zos de ordem financeira ao impetrante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ressalte-se que, em casos semelhantes, as liminares tem sido deferidas, conforme se verifica das rr. decis&otilde;es proferidas nos seguintes julgados: EDcl no MS n.&ordm; 18996\/DF, Rel. Min. <strong>Benedito Gon&ccedil;alves<\/strong>, DJe de 27\/6\/2013; MS n.&ordm; 20252\/DF, Rel. Min. <strong>Humberto Martins<\/strong>, DJe de 20\/6\/2013; MS n.&ordm; 20195\/DF, Rel. Min. <strong>Ari Pargendler<\/strong>, DJe de 27\/6\/2013; e MS n.&ordm; 20258\/DF, Rel. Min. <strong>Napole&atilde;o Nunes Maia Filho<\/strong>, DJe de 26\/6\/2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ante o exposto, <strong>defiro a liminar <\/strong>pleiteada, para determinar a suspens&atilde;o dos efeitos da portaria que anulou a anistia pol&iacute;tica concedida ao impetrante, at&eacute; a resolu&ccedil;&atilde;o do m&eacute;rito do presente mandado de seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Comunique-se, com urg&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Notifique-se a autoridade apontada como coatora para prestar informa&ccedil;&otilde;es, no prazo de 10 (dez) dias, <strong>ex vi <\/strong>do artigo 7&ordm;, inciso I, da Lei n.&ordm; 12.016\/2009, bem como a Advocacia-Geral da Uni&atilde;o, a teor do disposto no inciso II do mesmo diploma legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap&oacute;s, d&ecirc;-se vista ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">P. e I.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bras&iacute;lia (DF), 31 de julho de 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MINISTRO FELIX FISCHER<br \/>\n\tPresidente<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:8px;\">Documento: 30157877 &#8211; Despacho \/ Decis&atilde;o &#8211; Site certificado &#8211; DJe: 02\/08\/2013 <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size:16px;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong>(2&ordm;) &#8211; <\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/IMAGEM_NOTICIA_5.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18974\" height=\"280\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/IMAGEM_NOTICIA_5.jpg\" title=\"IMAGEM_NOTICIA_5\" width=\"380\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/IMAGEM_NOTICIA_5.jpg 380w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/IMAGEM_NOTICIA_5-300x221.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Ministra Eliana Calmon, Primeira Se&ccedil;&atilde;o (Segunda Turma) do STJ<\/strong><\/span><\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" style=\"width:100.0%;\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width:90px;\">\n<p>PROCESSO<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>:&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" style=\"width:100.0%;\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>MS 20344<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>UF: <strong>DF<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>REGISTRO: <strong>2013\/0239888-9<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>N&Uacute;MERO &Uacute;NICO<\/p>\n<\/td>\n<td colspan=\"4\">\n<p>: <strong>0239888-81-2013.3.00.0000<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" style=\"width:100.0%;\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width:33.0%;\">\n<p><strong>MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width:33.0%;\">\n<p>VOLUMES: <strong>1<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width:33.0%;\">\n<p>APENSOS: <strong>0<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>AUTUA&Ccedil;&Atilde;O<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>:&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><strong>17\/07\/2013<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>IMPETRANTE<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>:&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><a><strong>JOSE ANTONIO FERREIRA <\/strong><\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>IMPETRADO<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>:&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><a><strong>MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A<\/strong><\/a><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>RELATOR(A)<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>:&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><strong>Min. ELIANA CALMON &#8211; PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>ASSUNTO<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>:&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><strong>DIREITO ADMINISTRATIVO E OUTRAS MAT&Eacute;RIAS DE DIREITO P&Uacute;BLICO &#8211; Militar &#8211; Regime &#8211; Anistia Pol&iacute;tica<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>LOCALIZA&Ccedil;&Atilde;O<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>:&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><strong>Entrada em COORDENADORIA DA PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O em 01\/08\/2013<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>TIPO<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>:&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><strong>Processo Eletr&ocirc;nico<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2><span style=\"font-size:11px;\">PARTES E ADVOGADOS<\/span><\/h2>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p>IMPETRANTE<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;:<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><a><strong>JOSE ANTONIO FERREIRA <\/strong><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>ADVOGADO<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;:<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><a><strong>ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS E OUTRO(S) &#8211; PE020304 <\/strong><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>IMPETRADO<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;:<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><a><strong>MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A <\/strong><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2><span style=\"font-size:12px;\"><span style=\"font-size:11px;\">FASE<\/span>S<\/span><\/h2>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" style=\"width:95.0%;\" width=\"95%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p>02\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>07:06<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><a href=\"https:\/\/ww2.stj.jus.br\/websecstj\/decisoesmonocraticas\/decisao.asp?registro=201302398889&amp;dt_publicacao=2\/8\/2013\"><strong>DECIS&Atilde;O DO MINISTRO PRESIDENTE PUBLICADA NO DJE EM 02\/08\/2013<\/strong><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>19:09<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>DECIS&Atilde;O DO MINISTRO PRESIDENTE DISPONIBILIZADA NO DJE EM 01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>16:58<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p style=\"text-align: justify;\">JUNTADA DE TELEGRAMA N&ordm; MCD1S-6646 EXPEDIDO AO (&Agrave;) MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A (DEFERINDO LIMINAR E SOLICITANDO INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES). (c&oacute;digo da fase no CNJ: 581)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><span style=\"color:#800000;\"><strong>01\/08\/2013<\/strong><\/span><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><span style=\"color:#800000;\"><strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><span style=\"color:#800000;\"><strong>15:01<\/strong><\/span><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><span style=\"color:#800000;\"><strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>DECIS&Atilde;O DO MINISTRO PRESIDENTE DEFERINDO LIMINAR PARA DETERMINAR A SUSPENS&Atilde;O DOS EFEITOS DA PORTARIA QUE ANULOU A ANISTIA POL&Iacute;TICA CONCEDIDA AO IMPETRANTE, AT&Eacute; A RESOLU&Ccedil;&Atilde;O DO M&Eacute;RITO DO PRESENTE MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A, BEM COMO DETERMINANDO NOTIFICAR A AUTORIDADE APONTADA COMO COATORA PARA PRESTAR INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES, NO PRAZO DE 10 (DEZ) DIAS, EX VI DO ARTIGO 7&ordm;, INCISO I, DA LEI N.&ordm; 12.016\/2009, BEM COMO A ADVOCACIA-GERAL DA UNI&Atilde;O, A TEOR DO DISPOSTO NO INCISO II DO MESMO DIPLOMA LEGAL, AGUARDANDO PUBLICA&Ccedil;&Atilde;O (PREVISTA PARA 02\/08\/2013)<\/strong><\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>14:20<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>PROCESSO RECEBIDO NA COORDENADORIA DA PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>14:14<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>CONCLUS&Atilde;O AO(&Agrave;) MINISTRO(A) RELATOR(A) &#8211; PELA SJD<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>14:00<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>PROCESSO DISTRIBU&Iacute;DO POR PREVEN&Ccedil;&Atilde;O DO PROCESSO 2012\/0102136-4 EM 01\/08\/2013 &#8211; MINISTRA ELIANA CALMON &#8211; PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>13:42<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>RECEBIDOS OS AUTOS (c&oacute;digo da fase no CNJ: 132)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>13:38<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>PROCESSO REMETIDO &Agrave; COORDENADORIA DE PROCESSOS ORIGIN&Aacute;RIOS PARA DISTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>01\/08\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>13:38<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>PROCESSO RECEBIDO NO NURER COM DECIS&Atilde;O<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>17\/07\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>17:15<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>CONCLUS&Atilde;O AO MINISTRO PRESIDENTE<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>17\/07\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>16:57<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>PROCESSO REMETIDO &Agrave; PRESID&Ecirc;NCIA COM PEDIDO DE ASSIST&Ecirc;NCIA JUDICI&Aacute;RIA<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>17\/07\/2013<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>16:27<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p>PETI&Ccedil;&Atilde;O ORIGIN&Aacute;RIA PROTOCOLIZADA EM 17 DE JULHO DE 2013.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2><span style=\"font-size:12px;\">DECIS&Otilde;ES<\/span><\/h2>\n<p><strong><a href=\"javascript:AbreJanela('https:\/\/ww2.stj.jus.br\/processo\/jsp\/revista\/abreDocumento.jsp?componente=MON&amp;sequencial=30158293&amp;formato=PDF')\">MS 20344 (2013\/0239888-9 &#8211; 02\/08\/2013)<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x87.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-18976\" height=\"84\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x87.jpg\" title=\"Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x87\" width=\"350\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x87.jpg 350w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x87-300x72.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"49\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/GVLIMA-298-48x74.jpg\" title=\"Gilvan VANDERLEI\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size:11px;\"><span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\">Postado por Gilvan VANDERLEI<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\" rel=\"nofollow\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De: Alexandre [mailto:alexandre@baptistaevasconcelos.com.br] Enviada em: sexta-feira, 2 de agosto de 2013 11:07 Para: &#39;Gilvan Vanderlei de Lima&#39; Assunto: Vit&oacute;rias no STJ Vanderlei, Mais 2 (duas) vit&oacute;rias no STJ. Anota a&iacute; para informar! (1&ordm;) &ndash; Ministro Felix Fischer, presidente do STJ &eacute; o relator do MS 20342-DF MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 20.342 &#8211; DF (2013\/0239814-5) IMPETRANTE [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[],"class_list":["post-18973","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2013"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18973","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18973"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18973\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18982,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18973\/revisions\/18982"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18973"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18973"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18973"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}