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{"id":18574,"date":"2013-07-05T17:53:31","date_gmt":"2013-07-05T20:53:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=18574"},"modified":"2013-07-06T02:57:05","modified_gmt":"2013-07-06T05:57:05","slug":"o-trf5-julgou-procedente-recurso-interposto-por-ex-cabo-da-fab-para-reformar-sentenca-que-nao-havia-reconhecido-a-decadencia-administrativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/07\/o-trf5-julgou-procedente-recurso-interposto-por-ex-cabo-da-fab-para-reformar-sentenca-que-nao-havia-reconhecido-a-decadencia-administrativa\/","title":{"rendered":"O TRF5 julgou procedente recurso interposto por ex-Cabo da FAB para reformar senten\u00e7a que n\u00e3o havia reconhecido a decad\u00eancia administrativa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/Desembargador-Federal-H\u00e9lio-Silvio-Our\u00e9m-Campos-400x350.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18580\" height=\"300\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/Desembargador-Federal-H\u00e9lio-Silvio-Our\u00e9m-Campos-400x350.jpg\" title=\"Desembargador Federal H\u00e9lio Silvio Our\u00e9m Campos-400x350\" width=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/Desembargador-Federal-H\u00e9lio-Silvio-Our\u00e9m-Campos-400x350.jpg 400w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/Desembargador-Federal-H\u00e9lio-Silvio-Our\u00e9m-Campos-400x350-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><span style=\"color:#800000;\">Desembargador Federal&nbsp;<strong>H&eacute;lio S&iacute;lvio Our&eacute;m Campos<br \/>\n\t(<\/strong>Relator Convocado &#8211; AGTR 0800003-86.2013.4.05.0000)<\/span><\/p>\n<p><strong>De:<\/strong> alexandre@baptistaevasconcelos.com.br<br \/>\n\t<strong>Enviada em:<\/strong> sexta-feira, 5 de julho de 2013 16:38<br \/>\n\t<strong>Para:<\/strong> &#39;Gilvan Vanderlei de Lima&#39;<br \/>\n\t<span style=\"color:#800000;\"><strong>Assunto:<\/strong> Para divulga&ccedil;&atilde;o no Portal dos Cabos<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vanderlei,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <strong>TRF5 <\/strong>julgou <strong>procedente <\/strong>recurso interposto por <strong>Edson Eduardo da Cruz<\/strong> para reformar <strong>senten&ccedil;a <\/strong>que <strong>n&atilde;o<\/strong> havia reconhecido a decad&ecirc;ncia administrativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como n&atilde;o cabe recurso especial ao <strong>STJ<\/strong>, diante da <strong>S&uacute;mula n.&ordm; 07<\/strong> daquele sodal&iacute;cio, em breve a decis&atilde;o transitar&aacute; em julgado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja abaixo o inteiro teor da decis&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8212;&#8212;Mensagem Original&#8212;&#8212;<\/p>\n<div align=\"center\">\n<hr align=\"center\" size=\"2\" width=\"100%\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De:<\/strong> bruno [<a href=\"mailto:bruno@baptistaevasconcelos.com.br\">mailto:bruno@baptistaevasconcelos.com.br<\/a>]<br \/>\n\t<strong>Enviada em:<\/strong> sexta-feira, 5 de julho de 2013 15:38<br \/>\n\t<strong>Para:<\/strong> <a href=\"mailto:alexandre@baptistaevasconcelos.com.br\">alexandre@baptistaevasconcelos.com.br<\/a><br \/>\n\t<strong>Assunto:<\/strong> Para divulga&ccedil;&atilde;o no Portal dos Cabos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DECIS&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de apela&ccedil;&atilde;o ante senten&ccedil;a que julgou improcedente os pedidos autoral, que objetivava o reconhecimento da ilegalidade da Portaria n&ordm; 883\/2012, que anulou a sua declara&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico, com o consequente restabelecimento da portaria lhe concedeu a anistia pol&iacute;tica e o restabelecimento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal permanente e continuada, bem ainda o pagamento dos atrasados desde a suspens&atilde;o, devidamente corrigidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor, ora apelante, alega em sintese: que foi anistiado atrav&eacute;s da Portaria n&ordm; 2.145\/2003, passando a perceber repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada. Salienta que ingressou nas For&ccedil;as Armadas antes de 12\/10\/1964, tendo sido licenciado por meio da Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64, considerada de exce&ccedil;&atilde;o pela pr&oacute;pria Comiss&atilde;o de Anistia do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a; que , 15\/12\/2010, o Consultor Geral da Uni&atilde;o aprovou o Parecer n&ordm; 106\/2010\/DECOR\/CGU\/AGU, que adota o entendimento de que a Portaria n&ordm; 1.104\/GM3\/64 n&atilde;o seria ato de exce&ccedil;&atilde;o, nem mesmo para aquelas pra&ccedil;as incorporadas na aeron&aacute;utica antes de sua edi&ccedil;&atilde;o. Acrescenta que, com base nesse parecer, o Ministro de Estado da Justi&ccedil;a editou a Portaria n&ordm; 134\/2011, criando grupos de trabalho com o fito de revisar as anistias concedidas. Enfim, foi instaurado processo administrativo que culminou na anula&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 2.145\/2003 que declarara o autor anistiado pol&iacute;tico; que a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica n&atilde;o poderia, em 2011, anular o ato de concess&atilde;o ocorrido em 2003, em virtude da decad&ecirc;ncia, e, ainda, que a anula&ccedil;&atilde;o da declara&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico do autor n&atilde;o est&aacute; baseada em fato novo, tampouco em suposta m&aacute;-f&eacute; do autor, fundamentando-se apenas em mudan&ccedil;a de interpreta&ccedil;&atilde;o de lei federal.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contrarraz&otilde;es da Uni&atilde;o, pelo n&atilde;o provimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; o relat&oacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adoto o entendimento explanado na decis&atilde;o do MM. Desembargador Convocado, Dr. Andr&eacute; Dias, e posteriormente ratificado pelo Desembargador L&aacute;zaro Guimar&atilde;es, nos autos do <strong>AGTR 0800003-86.2013.4.05.0000<\/strong>, como raz&otilde;es de decidir:&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">&quot;A quest&atilde;o relativa &agrave; decad&ecirc;ncia do direito de anular os atos de anistia ainda n&atilde;o foi pacificada no STJ, havendo ac&oacute;rd&atilde;os em ambos os sentidos: (a) alguns arestos consideram que a nota t&eacute;cnica da AGU (NOTA AGU\/JD-1\/2006) tem o cond&atilde;o de &quot;interromper&quot; a decad&ecirc;ncia (rectius, configuraria in&iacute;cio do exerc&iacute;cio do direito potestativo de anular), ao passo que (b) outros estimam que tal nota t&eacute;cnica, seja pela sua generalidade e impessoalidade, seja porque n&atilde;o emitida pela autoridade que efetivamente tem o poder de anular o ato de anistia, n&atilde;o configuraria efetiva deflagra&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio do poder de anular.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">No caso, o autor j&aacute; percebe o benef&iacute;cio h&aacute; cerca de 9 anos (desde 2003), ao passo que o processo administrativo para anula&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica da sua Portaria de anistia s&oacute; foi encetado em 2011 (com base na Portaria Interministerial 134\/2011), tendo sido conclu&iacute;do em 2012.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Portanto, entre a concess&atilde;o da sua anistia (2003) e in&iacute;cio da percep&ccedil;&atilde;o do benef&iacute;cio e a deflagra&ccedil;&atilde;o do processo administrativo para anula&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica da sua Portaria de anistia (2011) transcorrem bem mais de 5 (cinco) anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Saliente-se que a Portaria Interministerial 134\/2011 tamb&eacute;m foi editada bem mais de 5 anos ap&oacute;s a portaria de anistia do autor (2003).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Logo, sem embargo da plausibilidade da tese contr&aacute;ria, esposada na decis&atilde;o agravada, parece ter-se consumado a decad&ecirc;ncia do direito da Administra&ccedil;&atilde;o de anular o ato de anistia do autor-agravante, nos termos do artigo 54 da Lei 9.784\/99, at&eacute; porque n&atilde;o foi arguida, em nenhum momento, a exist&ecirc;ncia de eventual m&aacute;-f&eacute; por parte do autor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Nessa linha, confiram-se os seguintes arestos recentes, inclusive da 1&ordf; SE&Ccedil;&Atilde;O do STJ:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. ANISTIA. EFEITOS FINANCEIROS RETROATIVOS. OMISS&Atilde;O DA AUTORIDADE IMPETRADA. ATO OMISSIVO QUE SE RENOVA CONTINUAMENTE. VIA PROCESSUAL ADEQUADA. JUROS MORAT&Oacute;RIOS E CORRE&Ccedil;&Atilde;O MONET&Aacute;RIA. CABIMENTO. SEGURAN&Ccedil;A CONCEDIDA.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">1. O Supremo Tribunal Federal, nos autos do RMS 24.953\/DF, assentou que n&atilde;o consubstancia a&ccedil;&atilde;o de cobran&ccedil;a o mandado de seguran&ccedil;a que visa sanar omiss&atilde;o da autoridade coatora quanto ao cumprimento integral da portaria que reconhece a condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico, inclusive no tocante ao pagamento da parcela relativa a valores pret&eacute;ritos, cujo montante devido encontra-se ali expressamente previsto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">2. A quest&atilde;o a ser dirimida pelo Grupo de Trabalho institu&iacute;do pela Portaria Interministerial MJ\/AGU 134\/11 vincula-se &agrave; eventual disson&acirc;ncia entre o entendimento firmado pela Comiss&atilde;o de Anistia, com base em sua S&uacute;mula Administrativa 2002.07.0003, e o disposto no art. 8&ordm;, caput, do ADCT. Em outros termos, se a anistia concedida ao impetrante atenderia, ou n&atilde;o, os requisitos do citado dispositivo constitucional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">3. O conceito de impugna&ccedil;&atilde;o de ato administrativo, capaz de suspender a contagem do prazo decadencial do art. 54 da Lei 9.784\/99, n&atilde;o pode ser estendido a todo ou qualquer ato de simples contesta&ccedil;&atilde;o de um direito, mas &agrave;queles&nbsp; atos administrativos de car&aacute;ter de controle que, consoante doutrina de BANDEIRA DE MELLO, &quot;visam impedir ou permitir a produ&ccedil;&atilde;o ou a efic&aacute;cia de atos de administra&ccedil;&atilde;o ativa mediante exame pr&eacute;vio ou posterior da conveni&ecirc;ncia ou da legalidade deles&quot; (In &quot;Curso de Direito Administrativo&quot;. 19&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Malheiros, 2005, p. 393).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">4. S&atilde;o consideradas como exerc&iacute;cio do direito de anular o ato administrativo apenas as medidas tomadas pela autoridade dotada de poder de decidir as quest&otilde;es relacionadas &agrave; concess&atilde;o ou revoga&ccedil;&atilde;o das anistias pol&iacute;ticas, ou seja, pelo Ministro de Estado da Justi&ccedil;a, uma vez que a concess&atilde;o da anistia &eacute; de sua exclusiva responsabilidade, assessorado pela Comiss&atilde;o de Anistia. Intelig&ecirc;ncia do art. 1&ordm;, &sect; 2&ordm;, III, da Lei 9.784\/99, c.c.&nbsp; 10 e 12, caput, da Lei 10.559\/02.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">5. Recomenda&ccedil;&otilde;es exaradas pelo TCU, bem como as NOTAS AGU\/JD-10\/2003 e AGU\/JD-1\/2006, n&atilde;o se enquadram na defini&ccedil;&atilde;o de &quot;medida de autoridade administrativa&quot;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">6. &quot;A exist&ecirc;ncia da previs&atilde;o de recursos, em leis or&ccedil;ament&aacute;rias da Uni&atilde;o, para o pagamento dos efeitos financeiros da Portaria expedida pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e o decurso do prazo previsto no &sect; 4&ordm; do art. 12 da Lei 10.559\/02, consubstancia o direito l&iacute;quido e certo do impetrante ao recebimento integral da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica&quot; (MS 13.816\/DF, Rel. Min. NAPOLE&Atilde;O NUNES MAIA FILHO, Terceira Se&ccedil;&atilde;o, DJe 4\/6\/09). [&#8230;]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">(MS 16.609\/DF, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA,&nbsp;<strong>PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>, julgado em 13\/06\/2012, DJe 22\/06\/2012)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. ANISTIA POL&Iacute;TICA. DECLARA&Ccedil;&Atilde;O POST MORTEM. EFEITOS FINANCEIROS RETROATIVOS. PER&Iacute;ODO POSTERIOR &Agrave; DATA DO &Oacute;BITO. LEGITIMIDADE ATIVA DA &Uacute;NICA DEPENDENTE ECON&Ocirc;MICA: A VI&Uacute;VA. LITISCONS&Oacute;RCIO COM OS FILHOS DO CASAL. DESNECESSIDADE. OMISS&Atilde;O DA AUTORIDADE IMPETRADA. ATO OMISSIVO QUE SE RENOVA CONTINUAMENTE. VIA PROCESSUAL ADEQUADA. JUROS MORAT&Oacute;RIOS E CORRE&Ccedil;&Atilde;O MONET&Aacute;RIA. CABIMENTO. SEGURAN&Ccedil;A CONCEDIDA.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">[&#8230;]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">5. A quest&atilde;o a ser dirimida pelo Grupo de Trabalho institu&iacute;do pela Portaria Interministerial MJ\/AGU 134\/11 vincula-se &agrave; eventual disson&acirc;ncia entre o entendimento firmado pela Comiss&atilde;o de Anistia, com base em sua S&uacute;mula Administrativa 2002.07.0003, e o disposto no art. 8&ordm;, caput, do ADCT. Em outros termos, se a anistia concedida ao falecido marido da impetrante atenderia, ou n&atilde;o, os requisitos do citado dispositivo constitucional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">6. O conceito de impugna&ccedil;&atilde;o de ato administrativo, capaz de suspender a contagem do prazo decadencial do art. 54 da Lei 9.784\/99, n&atilde;o pode ser estendido a todo ou qualquer ato de simples contesta&ccedil;&atilde;o de um direito, mas &agrave;queles&nbsp; atos administrativos de car&aacute;ter de controle que, consoante doutrina de BANDEIRA DE MELLO, &quot;visam impedir ou permitir a produ&ccedil;&atilde;o ou a efic&aacute;cia de atos de administra&ccedil;&atilde;o ativa mediante exame pr&eacute;vio ou posterior da conveni&ecirc;ncia ou da legalidade deles&quot; (In &quot;Curso de Direito Administrativo&quot;. 19&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Malheiros, 2005, p. 393).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">7. S&atilde;o consideradas como exerc&iacute;cio do direito de anular o ato administrativo apenas as medidas tomadas pela autoridade dotada de poder de decidir as quest&otilde;es relacionadas &agrave; concess&atilde;o ou revoga&ccedil;&atilde;o das anistias pol&iacute;ticas, ou seja, pelo Ministro de Estado da Justi&ccedil;a, uma vez que a concess&atilde;o da anistia &eacute; de sua exclusiva responsabilidade, assessorado pela Comiss&atilde;o de Anistia. Intelig&ecirc;ncia do art. 1&ordm;, &sect; 2&ordm;, III, da Lei 9.784\/99, c.c.&nbsp; 10 e 12, caput, da Lei 10.559\/02.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">8. Recomenda&ccedil;&otilde;es exaradas pelo TCU, bem como as NOTAS AGU\/JD-10\/2003 e AGU\/JD-1\/2006, n&atilde;o se enquadram na defini&ccedil;&atilde;o de &quot;medida de autoridade administrativa&quot;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">[&#8230;]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">(MS 17371\/DF, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA,&nbsp;<strong>PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>, julgado&nbsp;<strong>em 27\/06\/2012<\/strong>, DJe 01\/08\/2012)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">PROCESSUAL CIVIL. MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. RETRATA&Ccedil;&Atilde;O DA DESIST&Ecirc;NCIA AINDA N&Atilde;O HOMOLOGADA POR SENTEN&Ccedil;A. POSSIBILIDADE. ANISTIA DE MILITAR. ANULA&Ccedil;&Atilde;O. ILEGALIDADE. CONCESS&Atilde;O DE LIMINAR QUE SUSPENDE A INTERRUP&Ccedil;&Atilde;O NO PAGAMENTO DO BENEF&Iacute;CIO, DADA A AUS&Ecirc;NCIA, EM JU&Iacute;ZO PROVIS&Oacute;RIO, DE JUSTA CAUSA.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">[&#8230;]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">5. O deferimento de liminar n&atilde;o &eacute; contradit&oacute;rio com o que o STJ decidiu na Quest&atilde;o de Ordem no MS 15.706\/DF. Com efeito, o fato de a Administra&ccedil;&atilde;o poder instaurar procedimento de revis&atilde;o dos atos de concess&atilde;o de anistia, mesmo com efeito obstativo do pagamento de precat&oacute;rios judiciais, n&atilde;o afasta o controle jurisdicional quanto &agrave; legalidade das conclus&otilde;es por ela adotadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">6. A liminar &eacute; favor&aacute;vel ao impetrante porque entendi, em ju&iacute;zo provis&oacute;rio, ser desarrazoado que o ente p&uacute;blico, ap&oacute;s pagar o benef&iacute;cio por nove anos consecutivos, interrompa-o com base no argumento de que o administrado n&atilde;o comprovou, em novo processo administrativo, que o ato de concess&atilde;o de anistia &eacute; regular.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">7. Como se sabe, presumem-se legais e leg&iacute;timos os atos administrativos. In casu, a Uni&atilde;o instaurou processo administrativo para anular a anistia por ela concedida, mas atribuiu ao cidad&atilde;o o &ocirc;nus de comprovar que o ato administrativo &#8211; isto &eacute;, concess&atilde;o de anistia de militar &#8211; n&atilde;o cont&eacute;m v&iacute;cios. Diante da aus&ecirc;ncia de provas nas circunst&acirc;ncias acima descritas, concluiu que o mencionado ato &eacute; inconstitucional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">8. O ente p&uacute;blico, contudo, n&atilde;o trouxe elementos h&aacute;beis a demonstrar que o agravado tenha, em qualquer momento, induzido a Administra&ccedil;&atilde;o a erro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">9. O fundamento utilizado para a anula&ccedil;&atilde;o da anistia, nove anos ap&oacute;s a concess&atilde;o, revela-se inveross&iacute;mil e autoriza liminar que obste a imediata produ&ccedil;&atilde;o de efeitos pecuni&aacute;rios (interrup&ccedil;&atilde;o do pagamento mensal da anistia).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">10. Agravo Regimental n&atilde;o provido.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">(AgRg no MS 18448\/DF, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, julgado em 27\/06\/2012, DJe 22\/08\/2012)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. ANISTIA. MILITAR. MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. EFEITOS RETROATIVOS.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">1. Consoante decidido pelo STF nos autos do RMS 24.953\/DF, Rel. Min. Carlos Velloso, DJ 01.10.04, o mandado de seguran&ccedil;a &eacute; instrumento h&aacute;bil para fiel execu&ccedil;&atilde;o das portarias do Ministro de Estado da Justi&ccedil;a que tratam da concess&atilde;o de indeniza&ccedil;&atilde;o aos anistiados pol&iacute;ticos. N&atilde;o incid&ecirc;ncia das restri&ccedil;&otilde;es contidas nas S&uacute;mulas 269 e 271\/STF.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">2. O Ministro de Estado da Defesa &eacute; parte leg&iacute;tima para figurar no polo passivo do writ, pois a ele compete o pagamento das repara&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas decorrentes da declara&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico militar, no prazo de 60 dias ap&oacute;s o recebimento da comunica&ccedil;&atilde;o do Ministro da Justi&ccedil;a, consoante previs&atilde;o do par&aacute;grafo &uacute;nico do art. 18 da Lei 10.559\/02.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">3. Nos processos de anistia envolvendo militares, a obriga&ccedil;&atilde;o do Ministro de Estado da Defesa de determinar o pagamento permanece inc&oacute;lume at&eacute; determina&ccedil;&atilde;o em contr&aacute;rio do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, o qual det&eacute;m a prerrogativa de realizar a revis&atilde;o desse procedimento.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">4. A revis&atilde;o das portarias concessivas de anistia submete-se &agrave; flu&ecirc;ncia do prazo decadencial previsto no art. 54 da Lei 9.784\/99, o qual fixa em cinco anos o direito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica de anular os atos administrativos que produzam efeitos favor&aacute;veis aos seus destinat&aacute;rios. Precedentes do STF. No caso, tendo o ato do Ministro de Estado da Justi&ccedil;a sido editado em 2003, est&aacute; evidenciada a decad&ecirc;ncia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">[&#8230;]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">(MS 16.500\/DF, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, julgado em 14\/09\/2011, DJe 04\/10\/2011)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Perfilho, pois, o entendimento de que a nota t&eacute;cnica da AGU (NOTA AGU\/JD-1\/2006), seja pela sua generalidade e impessoalidade, seja porque n&atilde;o emitida pela autoridade que efetivamente tem o poder de anular o ato de anistia, n&atilde;o configura efetiva deflagra&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio do poder de anular o ato de anistia do autor.&quot;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto ao pagamento das parcelas em atraso, determino que dever&atilde;o incidir juros de mora de&nbsp;na forma do art. 1-F da Lei n&ordm; 9.494\/97, com reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei 11.960\/09.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Honor&aacute;rios advocat&iacute;cios fixados em 10% do valor da condena&ccedil;&atilde;o, com fulcro no art. 20, &sect; 3&ordm;, do CPC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ante o exposto, dou provimento &agrave; apela&ccedil;&atilde;o, para anular a Portaria n&ordm;883\/2012, restabelecendo os efeitos da Portaria n&ordm; 2.145\/2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Administrativo. Militar. FAB. Anistia Pol&iacute;tica. Revis&atilde;o do ato de Anistia. Decad&ecirc;ncia do ato que anulou a portaria anistiadora. Precedentes do STJ. Anula&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm;883\/2012, restabelecendo os efeitos da Portaria n&ordm; 2.145\/2003, que concedeu a anistia. Juros de mora fixados na forma do art. 1&ordm;-F da Lei n.&ordm; 9.494\/1997, com a reda&ccedil;&atilde;o que lhe foi dada pela Lei n.&ordm; 11.960\/2009. Honor&aacute;rios advocat&iacute;cios fixados em 10% (dez por cento) sobre o valor da condena&ccedil;&atilde;o, atendendo &agrave; sistem&aacute;tica do art. 20, &sect; 3&ordm;, do CPC. Apela&ccedil;&atilde;o provida.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>0801363-22.2012.4.05.8300<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ACORD&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Administrativo. Militar. FAB. Anistia Pol&iacute;tica. Revis&atilde;o do ato de Anistia. Decad&ecirc;ncia do ato que anulou a portaria anistiadora. Precedentes do STJ. Anula&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm;883\/2012, restabelecendo os efeitos da Portaria n&ordm; 2.145\/2003, que concedeu a anistia. Juros de mora fixados na forma do art. 1&ordm;-F da Lei n.&ordm; 9.494\/1997, com a reda&ccedil;&atilde;o que lhe foi dada pela Lei n.&ordm; 11.960\/2009. Honor&aacute;rios advocat&iacute;cios fixados em 10% (dez por cento) sobre o valor da condena&ccedil;&atilde;o, atendendo &agrave; sistem&aacute;tica do art. 20, &sect; 3&ordm;, do CPC. Apela&ccedil;&atilde;o provida.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp; Visto etc.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Decide a Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 5&ordf; Regi&atilde;o, por unanimidade, dar provimento &agrave; apela&ccedil;&atilde;o, nos termos do voto do Relator, na forma do relat&oacute;rio e notas taquigr&aacute;ficas constantes dos autos, que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Recife, 25 de junho de 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desembargador Federal&nbsp;<strong>H&eacute;lio S&iacute;lvio Our&eacute;m Campos<\/strong><br \/>\n\t&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Relator Convocado<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\"><strong>(*) Destaques e Negritos nossos.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/BV300x96.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-18575\" height=\"96\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/BV300x96.jpg\" title=\"BV300x96\" width=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desembargador Federal&nbsp;H&eacute;lio S&iacute;lvio Our&eacute;m Campos (Relator Convocado &#8211; AGTR 0800003-86.2013.4.05.0000) De: alexandre@baptistaevasconcelos.com.br Enviada em: sexta-feira, 5 de julho de 2013 16:38 Para: &#39;Gilvan Vanderlei de Lima&#39; Assunto: Para divulga&ccedil;&atilde;o no Portal dos Cabos Vanderlei, O TRF5 julgou procedente recurso interposto por Edson Eduardo da Cruz para reformar senten&ccedil;a que n&atilde;o havia reconhecido a decad&ecirc;ncia administrativa. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[],"class_list":["post-18574","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2013"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18574","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18574"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18574\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18586,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18574\/revisions\/18586"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18574"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18574"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18574"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}