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{"id":18357,"date":"2013-06-21T13:03:37","date_gmt":"2013-06-21T16:03:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=18357"},"modified":"2013-06-21T23:36:44","modified_gmt":"2013-06-22T02:36:44","slug":"mais-uma-decisao-liminar-a-favor-dos-anistiados-politicos-desta-vez-proferida-pelo-juizo-da-5a-vara-federal-em-pernambuc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/06\/mais-uma-decisao-liminar-a-favor-dos-anistiados-politicos-desta-vez-proferida-pelo-juizo-da-5a-vara-federal-em-pernambuc\/","title":{"rendered":"Mais uma decis\u00e3o liminar a favor dos anistiados pol\u00edticos, desta vez, proferida pelo Ju\u00edzo da 5\u00aa Vara Federal em Pernambuc"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/JFPE-400x300.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18358\" height=\"300\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/JFPE-400x300.jpg\" title=\"JFPE-400x300\" width=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/JFPE-400x300.jpg 400w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/JFPE-400x300-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Pr&eacute;dio da Justi&ccedil;a Federal de Pernambuco (JFPE)<\/strong><\/p>\n<p><strong>De:<\/strong> alexandre@baptistaevasconcelos.com.br<br \/>\n\t<strong>Para:<\/strong> &#39;gvlima@terra.com.br&#39;<br \/>\n\t<span style=\"color:#800000;\"><strong>Assunto:<\/strong> Mais uma Decis&atilde;o Favor&aacute;vel de Anistiado p\/divulga&ccedil;&atilde;o<\/span><\/p>\n<p>Vanderlei,<\/p>\n<p>Mais uma decis&atilde;o liminar a favor dos anistiados pol&iacute;ticos, desta vez, proferida pelo Ju&iacute;zo da 5&ordf; Vara Federal em Pernambuco.<\/p>\n<p>A saber:<\/p>\n<div align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"2\" width=\"100%\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A&Ccedil;&Atilde;O ORDIN&Aacute;RIA N&ordm; 0801723-20.2013.4.05.8300 &#8211; PJE &#8211; 5&ordf; Vara Federal\/PE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">AUTOR:&nbsp;<strong>EVANILDO SOARES TORRES <\/strong><br \/>\n\tR&Eacute;:<strong>&nbsp;UNI&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>DECIS&Atilde;O<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1.&nbsp;<\/strong>Trata-se de&nbsp;<strong>a&ccedil;&atilde;o de rito ordin&aacute;rio<\/strong>, com pedido de antecipa&ccedil;&atilde;o dos efeitos da tutela, proposta por&nbsp;<strong>EVANILDO SOARES TORRES<\/strong>, devidamente qualificado nos autos, por meio de advogados habilitados, contra a&nbsp;<strong>UNI&Atilde;O<\/strong>,&nbsp;cujo objeto &eacute; a declara&ccedil;&atilde;o de ilegalidade da Portaria n.&ordm; 2.477\/2012, que anulou a sua anistia pol&iacute;tica (Portaria n.&ordm; 1.727\/2002), e, por consequ&ecirc;ncia, o restabelecimento do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, com efeitos financeiros retroativos a contar da suspens&atilde;o indevida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sustenta o autor, em s&iacute;ntese, como fundamento de sua pretens&atilde;o: a) ter sido incorporado &agrave;s fileiras da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira &#8211; FAB em momento anterior a 12 de outubro de 1964, sendo licenciado nos termos da Portaria Ministerial n&ordm; 1.104-GM3, de 12 de outubro de 1964, antes mesmo que pudesse completar a estabilidade; b) &agrave; &eacute;poca da sua incorpora&ccedil;&atilde;o, vigia a Portaria n&ordm; 570\/GM3\/54, que permitia aos cabos da FAB adquirirem estabilidade na carreira ap&oacute;s dez anos de efetivo servi&ccedil;o; c) haver sido anistiado, ap&oacute;s regular processo administrativo, em raz&atilde;o do pac&iacute;fico entendimento do Poder Judici&aacute;rio e da pr&oacute;pria Comiss&atilde;o de Anistia, fato este chancelado pelo Ministro de Estado da Justi&ccedil;a, que fez publicar a Portaria n&ordm; 1.104\/64, concessiva da anistia; d) ter passado a receber a repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada; e) ter sido publicada a Portaria Interministerial n&ordm; 134\/2011, que criou um grupo de trabalho para revisar as anistias, tendo sido instaurado, posteriormente, o processo administrativo anulat&oacute;rio e, ao final, anulada a anistia pol&iacute;tica concedida ao autor, com a conseq&uuml;ente suspens&atilde;o do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica; f) ser ilegal e arbitr&aacute;ria a anula&ccedil;&atilde;o da anistia pol&iacute;tica do autor, j&aacute; que a Portaria Ministerial n&ordm; 1104\/GM3-1964 foi um ato de exce&ccedil;&atilde;o; g) inexistir m&aacute;-f&eacute; quando do requerimento e da concess&atilde;o de sua anistia; h) n&atilde;o poder a Administra&ccedil;&atilde;o aplicar retroativamente uma nova interpreta&ccedil;&atilde;o; i) haver deca&iacute;do o direito da administra&ccedil;&atilde;o de revisar o ato administrativo. Anexou &agrave; inicial procura&ccedil;&atilde;o e documentos, bem como requereu a gratuidade judici&aacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2.&nbsp;<\/strong>A antecipa&ccedil;&atilde;o dos efeitos da tutela pleiteada tem previs&atilde;o espec&iacute;fica no art. 461, &sect;3&ordm;, do CPC.&nbsp; Expressa o caput do dispositivo que &quot;na a&ccedil;&atilde;o que tenha por objeto o cumprimento de obriga&ccedil;&atilde;o de fazer ou n&atilde;o fazer, o juiz conceder&aacute; a tutela espec&iacute;fica da obriga&ccedil;&atilde;o ou, se procedente o pedido, determinar&aacute; provid&ecirc;ncias que assegurem o resultado pr&aacute;tico equivalente ao do adimplemento&quot;. J&aacute; o aludido &sect;3&ordm; exp&otilde;e que &quot;sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de inefic&aacute;cia do provimento final, &eacute; l&iacute;cito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou mediante justifica&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via, citado o r&eacute;u&quot;. Em outras palavras, autoriza-se a antecipa&ccedil;&atilde;o dos efeitos da tutela espec&iacute;fica, caso presentes a verossimilhan&ccedil;a e o perigo da demora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2.1.&nbsp;<\/strong>Quanto &agrave; verossimilhan&ccedil;a, tenho-a como presente no caso dos autos, conforme adiante restar&aacute; esclarecido.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica suprimir ou reduzir alguma parcela remunerat&oacute;ria de seus servidores dever&aacute;, necessariamente, faz&ecirc;-lo com base em um processo administrativo, que apure irregularidade na sua concess&atilde;o, ressalvando-se o direito do administrado &agrave;s garantias constitucionais da ampla defesa e do contradit&oacute;rio.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o &eacute; outra a jurisprud&ecirc;ncia do Supremo Tribunal Federal, positivada nos enunciados n&ordm; 346 e 473 da sua s&uacute;mula:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&quot;A administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pode declarar a nulidade dos seus pr&oacute;prios atos.&quot; (Enunciado n&ordm; 346).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;A administra&ccedil;&atilde;o pode anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cios que os tornam ilegais, porque deles n&atilde;o se originam direitos; ou revog&aacute;-los, por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a aprecia&ccedil;&atilde;o judicial.&quot; (Enunciado n&ordm; 473).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Direito positivo brasileiro, o poder estatal de autotutela n&atilde;o se mostrava submetido a prazos de caducidade, podendo a qualquer tempo invalidar ou reformar seus pr&oacute;prios atos, isso at&eacute; o advento da Lei n.&ordm; 9.784, de 29\/1\/1999, que passou a regular de modo geral o &quot;processo administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal&quot;, fixando, finalmente, prazo decadencial do dever-poder de autotutela da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. Confira-se:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&quot;Art. 53. A Administra&ccedil;&atilde;o deve anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cio de legalidade, e pode revog&aacute;-los por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Art. 54. O direito da Administra&ccedil;&atilde;o de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favor&aacute;veis para os destinat&aacute;rios decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada m&aacute;-f&eacute;.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>&sect;1&ordm; No caso de efeitos patrimoniais cont&iacute;nuos, o prazo de decad&ecirc;ncia contar-se-&aacute; da percep&ccedil;&atilde;o do primeiro pagamento.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect;2&ordm; Considera-se exerc&iacute;cio do direito de anular qualquer medida de autoridade administrativa que importe impugna&ccedil;&atilde;o &agrave; validade do ato&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do estudo da quest&atilde;o jur&iacute;dica trazida a exame, em cotejo com a documenta&ccedil;&atilde;o apresentada aos autos, em princ&iacute;pio, resta evidenciado que se operou a decad&ecirc;ncia. A anula&ccedil;&atilde;o da Portaria Ministerial n&ordm; 1.727\/2002, que lhe concedeu a condi&ccedil;&atilde;o de anistiado ao autor, somente ocorreu em 08\/10\/2012 (data da publica&ccedil;&atilde;o da Portaria n.&ordm; 2.477\/2012), quando j&aacute; havia transcorrido mais de cinco anos, contados da data do in&iacute;cio da percep&ccedil;&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, ocorrida no ano de 2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esclare&ccedil;a-se que, da an&aacute;lise dos documentos contidos nos autos, n&atilde;o h&aacute; qualquer elemento que afaste a boa-f&eacute; do autor no recebimento das parcelas mensais at&eacute; o dia em que foi intimado da suposta irregularidade, quando j&aacute; consumada a decad&ecirc;ncia. Dessa forma, inexiste &oacute;bice &agrave; flu&ecirc;ncia do prazo decadencial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2.2.&nbsp;<\/strong>Ademais, o perigo da demora est&aacute; mais do que evidenciado, por se tratar de suspens&atilde;o indevida do pagamento de verba de car&aacute;ter alimentar. A repara&ccedil;&atilde;o tardia de tal distor&ccedil;&atilde;o poder&aacute; prejudicar o sustento do autor, n&atilde;o sendo razo&aacute;vel aguardar o t&eacute;rmino da tramita&ccedil;&atilde;o do presente feito para restabelecer a legalidade.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3.&nbsp;<\/strong>Posto isso,&nbsp;<strong>defiro<\/strong>&nbsp;o pedido de antecipa&ccedil;&atilde;o dos efeitos da tutela,&nbsp;para determinar a suspens&atilde;o&nbsp;dos efeitos da Portaria n.&ordm; 2.477\/2012 e o imediato restabelecimento do pagamento da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada decorrente da anistia do autor (Lei n.&ordm; 10.559\/2002), at&eacute; o julgamento final desta a&ccedil;&atilde;o, sob pena de multa di&aacute;ria no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais).&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Defiro ao autor os benef&iacute;cios da assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria gratuita (art. 3&ordm; da Lei n.&ordm; 1.060\/1950) e a prioridade na tramita&ccedil;&atilde;o (art. 1.211-A do CPC c\/c o art. 71 da Lei n.&ordm; 10.741, de 1.10.2003).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cite-se a Uni&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Intimem-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recife, 17 de junho de 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N&uacute;mero do processo:&nbsp;<strong>0801723-20.2013.4.05.8300<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" height=\"90\" width=\"493\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width:5.0%;\">&nbsp;<\/td>\n<td style=\"width:80.0%;\">\n<p>Assinado eletronicamente. A Certifica&ccedil;&atilde;o Digital pertence a:<br \/>\n\t\t\t\t\t<strong>Manoel da Paz Albuquerque<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pje.jfpe.jus.br\/pje\/Processo\/ConsultaDocumento\/listView.seam\">https:\/\/pje.jfpe.jus.br\/pje\/Processo\/ConsultaDocumento\/listView.seam<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x871.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-18346\" height=\"84\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x871.jpg\" title=\"Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x87\" width=\"350\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x871.jpg 350w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x871-300x72.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/a><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pr&eacute;dio da Justi&ccedil;a Federal de Pernambuco (JFPE) De: alexandre@baptistaevasconcelos.com.br Para: &#39;gvlima@terra.com.br&#39; Assunto: Mais uma Decis&atilde;o Favor&aacute;vel de Anistiado p\/divulga&ccedil;&atilde;o Vanderlei, Mais uma decis&atilde;o liminar a favor dos anistiados pol&iacute;ticos, desta vez, proferida pelo Ju&iacute;zo da 5&ordf; Vara Federal em Pernambuco. 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