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{"id":18352,"date":"2013-06-21T12:38:09","date_gmt":"2013-06-21T15:38:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=18352"},"modified":"2013-06-21T23:41:47","modified_gmt":"2013-06-22T02:41:47","slug":"mais-uma-liminar-deferida-pelo-ministro-humberto-martins-favoravel-a-ex-cabo-da-fab-pre-64","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/06\/mais-uma-liminar-deferida-pelo-ministro-humberto-martins-favoravel-a-ex-cabo-da-fab-pre-64\/","title":{"rendered":"Outra liminar deferida pelo Ministro Humberto Martins favor\u00e1vel a ex-Cabo da FAB (Pr\u00e9-64)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/min-humberto.martins-380x510.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18353\" height=\"510\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/min-humberto.martins-380x510.jpg\" title=\"min-humberto.martins-380x510\" width=\"380\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/min-humberto.martins-380x510.jpg 380w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/min-humberto.martins-380x510-223x300.jpg 223w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/min-humberto.martins-380x510-335x450.jpg 335w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"color:#800000;\">Ministro <strong>MINISTRO HUMBERTO MARTINS relatou o MS 20.252<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>De:<\/strong> alexandre@baptistaevasconcelos.com.br<br \/>\n\t<strong>Enviada em:<\/strong> quinta-feira, 20 de junho de 2013 14:56<br \/>\n\t<strong>Para:<\/strong> &#39;gvlima@terra.com.br&#39;<br \/>\n\t<span style=\"color:#800000;\"><strong>Assunto:<\/strong> Mais uma liminar deferida<\/span><\/p>\n<p>Vanderlei,<\/p>\n<p>Mais uma liminar deferida pelo Ministro Humberto Martins. Anota a&iacute;!&nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Superior Tribunal de Justi&ccedil;a<\/u><\/strong><\/p>\n<p>MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 20.252 &#8211; DF (2013\/0190156-2)<br \/>\n\tRELATOR : <strong>MINISTRO HUMBERTO MARTINS<\/strong><br \/>\n\tIMPETRANTE : <strong>NIELSON SOARES<\/strong><br \/>\n\tADVOGADO : <strong>ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS<\/strong><strong> E OUTRO(S)<\/strong><br \/>\n\tIMPETRADO : <strong>MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EMENTA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ADMINISTRATIVO. PROCESSUAL CIVIL. ANISTIA POL&Iacute;TICA. CABO DA AERON&Aacute;UTICA. PORTARIA DEFINITIVA DE ANULA&Ccedil;&Atilde;O. ALEGA&Ccedil;&Atilde;O SOBRE DECAD&Ecirc;NCIA. TEMA DEFINIDO NA PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O. PLEITO DE LIMINAR. REQUISITOS PRESENTES. LIMINAR DEFERIDA PARA SUSPENDER OS EFEITOS DA PORTARIA DE ANULA&Ccedil;&Atilde;O AT&Eacute; A APRECIA&Ccedil;&Atilde;O E O DESLINDE DO PRESENTE <span style=\"color:#696969;\">MANDAMUS<\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DECIS&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vistos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cuida-se de mandado de seguran&ccedil;a, impetrado por NIELSON SOARES, com fulcro no art. 105, I, &quot;b&quot;, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, contra ato alegadamente coator do MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A, que teria publicado a Portaria n. 764, de 7.3.2013 (fl. 31, e-STJ) pela qual anulou o ato de concess&atilde;o de anistia pol&iacute;tica consubstanciado na Portaria n. 1.258, de 8.10.2002, publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o em 17.10.2002 (fl. 32, e-STJ).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aduz o impetrante na inicial (fls. 1-25, e-STJ) que o ato reputado como coator seria ilegal, uma vez que teria revisto ato administrativo coberto pelo manto protetivo da decad&ecirc;ncia administrativa, nos termos dos arts. 53 e 54 da Lei n. 9.784\/99. Tamb&eacute;m, alega que a anistia pol&iacute;tica foi outorgada de boa-f&eacute;. Juntou documenta&ccedil;&atilde;o (fls. 26-98, e-STJ).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Requereu a concess&atilde;o de medida liminar, <strong>inaudita altera parte<\/strong>, sustentando a exist&ecirc;ncia e a configura&ccedil;&atilde;o dos requisitos legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi deferida gratuidade de justi&ccedil;a (fl. 101, e-STJ).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute;, no essencial, o relat&oacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A concess&atilde;o de liminar sem a oitiva da autoridade apontada como coatora &eacute; medida excepcional que somente se justifica ante a exist&ecirc;ncia cristalina dos requisitos jur&iacute;dicos autorizadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tais requisitos devem estar demonstrados previamente, j&aacute; que o via mandamental n&atilde;o comporta instru&ccedil;&atilde;o probat&oacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deve ser apreciado o tema da controv&eacute;rsia sob a &oacute;tica da fuma&ccedil;a do bom direito e do perigo na demora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sess&atilde;o de julgamento do dia 10.4.2013, a Primeira Se&ccedil;&atilde;o acordou, por maioria de votos, que a via mandamental n&atilde;o &eacute; inadequada e que deve ser concedida a seguran&ccedil;a nos mandados impetrados contra a anula&ccedil;&atilde;o das portarias de concess&atilde;o de anistia pol&iacute;tica que tenham sido outorgadas h&aacute; mais de 5 (cinco) anos. O art. 54 da Lei n. 9.784\/99, combinado com os princ&iacute;pios da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica e a prote&ccedil;&atilde;o aos atos jur&iacute;dicos perfeitos, n&atilde;o permitiria tal anula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ac&oacute;rd&atilde;o do precedente, MS 18.606\/DF, Relatora Min. Eliana Calmon, Rel. p\/ac&oacute;rd&atilde;o Min. Arnaldo Esteves Lima, Primeira Se&ccedil;&atilde;o, julgado em 10.4.2013, ainda est&aacute; por ser lavrado. Contudo, sua utiliza&ccedil;&atilde;o como precedente aos casos similares deve ser efetivada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para localizar o transcurso do prazo decadencial, o Min. Arnaldo Esteves Lima aferiu que as notas e pareceres da Advocacia-Geral da Uni&atilde;o n&atilde;o serviriam como substrato interruptivo do fluxo temporal, nos termos do art. 54, &sect; 2&ordm;, da Lei n. 9.784\/99. Transcrevo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">&quot;Quanto &aacute;s NOTAS AGU\/JD-10\/2003 e AGU\/JD-1\/2006, verifica-se que elas n&atilde;o se enquadram na defini&ccedil;&atilde;o de &#39;medida de autoridade administrativa&#39; no sentido sob exame, haja vista sua natureza jur&iacute;dica diversa: trata-se de pareceres jur&iacute;dicos, de car&aacute;ter facultativo, formulados pelos &oacute;rg&atilde;os consultivos do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, com tr&acirc;mites internos, gen&eacute;ricos, n&atilde;o se dirigindo, especificamente, a quaisquer dos anistiados sob o p&aacute;lio da S&uacute;mula Administrativa n&ordm; 2002.07.00003 da Comiss&atilde;o de Anistia, que recebeu a seguinte reda&ccedil;&atilde;o: &#39;A Portaria n&ordm; 1.104, de 12 de outubro de 1964, expedida pelo Senhor Ministro de Estado da Aeron&aacute;utica, &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&#39;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">(&#8230;)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Tais manifesta&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ricas n&atilde;o poderia, como n&atilde;o podem, obstar a flu&ecirc;ncia do prazo decadencial a favor de cada anistiado, que j&aacute; contava com o seu direito individual subjetivado, materializada, consubstanciado, em suma, em ato administrativo da autoridade competente, o Sr. Ministro da Justi&ccedil;a, subscritor da respectiva Portaria concessiva de tal benef&iacute;cio legal, militando, em seu prol, os princ&iacute;pios da legalidade, boa-f&eacute; e legitimidade, em conson&acirc;ncia com a ordem jur&iacute;dica em vigor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">(&#8230;)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Destarte, restou consumada a decad&ecirc;ncia, sendo imperioso que o Judici&aacute;rio reconhe&ccedil;a o direito j&aacute; definitivamente integrado a seu patrim&ocirc;nio individual, para que tenha a necess&aacute;ria seguran&ccedil;a jur&iacute;dica e paz, a esta altura da vida, quando, ao que consta, j&aacute; se encontra na terceira idade.&quot;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No <strong>voto-vista<\/strong> que acompanhou a diverg&ecirc;ncia, o Ministro Mauro Campbell Marques assim se pronunciou:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">&quot;Nesse contexto, &eacute; importante esclarecer que, embora, o transcurso do prazo decadencial possa ser aferido de plano, a Lei 9.784\/99 expressamente excepciona e afasta a incid&ecirc;ncia da decad&ecirc;ncia nos casos de m&aacute;-f&eacute; do benefici&aacute;rio, circunst&acirc;ncia que deveria ser demonstrada pela Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica no processo administrativo de revis&atilde;o das anistias pol&iacute;tica. Outrossim, &eacute; de fundamental import&acirc;ncia analisar a exist&ecirc;ncia, ou n&atilde;o, de ato da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica tendente a anular os atos de anistia pol&iacute;tica apto a afastar a alega&ccedil;&atilde;o de decad&ecirc;ncia administrativa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">A referida norma estabelece prazo decadencial de cinco anos para a Administra&ccedil;&atilde;o anular atos administrativos, contados da data em que foram praticados, salvo m&aacute;-f&eacute;. O processo administrativo de anula&ccedil;&atilde;o do ato anistiador, em nenhum momento, foi embasado na m&aacute;-f&eacute; do impetrante, o que afasta a &uacute;nica exce&ccedil;&atilde;o prevista no caput do art. 54 da Lei 9.784\/99.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Por outro lado, o exerc&iacute;cio do direito do Poder P&uacute;blico anular as anistias pol&iacute;ticas exige a presen&ccedil;a de elementos para o reconhecimento de sua validade. No caso espec&iacute;fico, somente ao Ministro da justi&ccedil;a poderia ser atribu&iacute;da a denomina&ccedil;&atilde;o de &#39;autoridade administrativa&#39; (&sect; 2&ordm; do art. 54 da Lei 9.784\/99), em raz&atilde;o da compet&ecirc;ncia exclusiva para decidir as quest&otilde;es relacionadas &agrave; concess&atilde;o ou revoga&ccedil;&atilde;o das anistias pol&iacute;ticas fundadas na Lei 10.559\/2002.&quot;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelas considera&ccedil;&otilde;es trazidas do debate referido ao precedente da Primeira Se&ccedil;&atilde;o, como indicado, tenho presente o <strong>fumus boni iuris<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Passo ao perigo na demora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O dano de dif&iacute;cil repara&ccedil;&atilde;o &#8211; ou irrepar&aacute;vel &#8211; ainda se manifesta presente, tendo em vista que os anistiados s&atilde;o pessoas em idade muito avan&ccedil;ada e carecem dos referidos recursos para sua sobreviv&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antevejo o<strong> periculum in mora<\/strong>, no caso concreto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ante o exposto, concedo a liminar pedida para determinar a suspens&atilde;o dos efeitos da Portaria que anulou a anistia pol&iacute;tica do impetrante at&eacute; a resolu&ccedil;&atilde;o final do m&eacute;rito do presente <strong>writ of mandamus<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos termos do art. 7&ordm; da Lei n. 12.016\/2009, determino que se notifique a autoridade cujo ato foi arrolado como coator na peti&ccedil;&atilde;o inicial, Exmo. Sr. MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A, enviando-lhe a segunda via apresentada com as c&oacute;pias dos documentos, a fim de que, no prazo de 10 (dez) dias, preste as informa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Determino tamb&eacute;m que se d&ecirc; ci&ecirc;ncia do feito &agrave; Advogacia-Geral da Uni&atilde;o, &oacute;rg&atilde;o de representa&ccedil;&atilde;o judicial da pessoa jur&iacute;dica interessada, enviando-lhe c&oacute;pia da inicial sem documentos, para que, querendo, ingresse no feito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap&oacute;s, nos termos do art. 12 da Lei n. 12.016\/2009, determino que sejam remetidos os autos ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal para emitir parecer, no prazo improrrog&aacute;vel de 10 (dez) dias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com ou sem o devido parecer do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, retornem os autos conclusos, para a decis&atilde;o, nos termos do par&aacute;grafo &uacute;nico do art. 12 da Lei n. 12.016\/2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Publique-se. Intimem-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bras&iacute;lia (DF), 18 de junho de 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MINISTRO HUMBERTO MARTINS<\/strong><br \/>\n\tRelator<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x871.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-18346\" height=\"84\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x871.jpg\" title=\"Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x87\" width=\"350\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x871.jpg 350w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Assinatura_Dr_Alexandre_Vasconcelos-350x871-300x72.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/a><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ministro MINISTRO HUMBERTO MARTINS relatou o MS 20.252 &nbsp; De: alexandre@baptistaevasconcelos.com.br Enviada em: quinta-feira, 20 de junho de 2013 14:56 Para: &#39;gvlima@terra.com.br&#39; Assunto: Mais uma liminar deferida Vanderlei, Mais uma liminar deferida pelo Ministro Humberto Martins. 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