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{"id":16326,"date":"2013-03-06T18:51:03","date_gmt":"2013-03-06T21:51:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=16326"},"modified":"2013-03-06T22:29:27","modified_gmt":"2013-03-07T01:29:27","slug":"outra-decisao-favoravel-da-6a-vara-federal-de-pernambuco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/03\/outra-decisao-favoravel-da-6a-vara-federal-de-pernambuco\/","title":{"rendered":"Outra decis\u00e3o favor\u00e1vel da 6\u00aa Vara Federal de Pernambuco"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Prezados FABIANOS,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segue, abaixo, decis&atilde;o favor&aacute;vel da 6&ordf; Vara Federal de Pernambuco, por meio de tutela antecipada, <strong>invalidando a anula&ccedil;&atilde;o do GTI Revisor de portaria de anistiado pol&iacute;tico<\/strong> e restabelecendo o pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada do ex-Cabo da FAB &#8211; <strong><strong>JEFERSON AZEVEDO NETO<\/strong><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acompanhe o andamento processual da <strong>A&Ccedil;&Atilde;O ORDIN&Aacute;RIA &#8211; <\/strong><strong>PROCESSO N&ordm; 0801364-07.2012.4.05.8300 <\/strong>e conhe&ccedil;a o inteiro teor da decis&atilde;o monocr&aacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abra&ccedil;o a todos,<\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Juiz_Federal_H\u00e9lio_Silvio_Our\u00e9m_Campos-350x465.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-16331\" height=\"465\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Juiz_Federal_H\u00e9lio_Silvio_Our\u00e9m_Campos-350x465.jpg\" title=\"Juiz_Federal_H\u00e9lio_Silvio_Our\u00e9m_Campos-350x465\" width=\"350\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Juiz_Federal_H\u00e9lio_Silvio_Our\u00e9m_Campos-350x465.jpg 350w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Juiz_Federal_H\u00e9lio_Silvio_Our\u00e9m_Campos-350x465-225x300.jpg 225w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Juiz_Federal_H\u00e9lio_Silvio_Our\u00e9m_Campos-350x465-338x450.jpg 338w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/a><br \/>\n\t<span style=\"color:#800000;\"><strong>Dr. H&eacute;lio Silvio Our&eacute;m Campos, Juiz Federal da 6&ordf; Vara-PE<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>PROCESSO N&ordm; 0801364-07.2012.4.05.8300 &#8211; PROCEDIMENTO ORDIN&Aacute;RIO<\/strong><br \/>\n\tAUTOR:<strong> JEFERSON AZEVEDO NETO<\/strong><br \/>\n\tADVOGADO: <strong>BRUNO DE ALBUQUERQUE BAPTISTA<\/strong><br \/>\n\tR&Eacute;U:<strong> UNI&Atilde;O FEDERAL &#8211; UNI&Atilde;O<\/strong><br \/>\n\t<strong>6&ordf; VARA FEDERAL &#8211; JUIZ FEDERAL<\/strong><\/p>\n<div align=\"center\">\n<hr align=\"center\" size=\"2\" width=\"100%\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">CLASSE:<strong> A&Ccedil;&Atilde;O ORDIN&Aacute;RIA<\/strong><br \/>\n\tAUTOR:<strong> JEFERSON AZEVEDO NETO<\/strong><br \/>\n\tR&Eacute;:<strong> UNI&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DECIS&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Trata-se de pedido de antecipa&ccedil;&atilde;o da tutela, em A&ccedil;&atilde;o Ordin&aacute;ria, movido por JEFERSON AZEVEDO NETO contra a UNI&Atilde;O, em que se objetiva o <strong>restabelecimento do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, conferida ao Autor por meio da Portaria n&ordm; 2.415, de 17 de dezembro de 2002.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Alega o Autor, em suma, que: <strong>a)<\/strong> foi declarado anistiado pol&iacute;tico, por meio da Portaria n&ordm; 2.415, de 17\/12\/2002, por ter sido incorporado ao servi&ccedil;o militar na FAB, em 01\/07\/1963, e exclu&iacute;do com base na Portaria 1.104\/GM3\/1964; <strong>b) <\/strong>a anula&ccedil;&atilde;o da anistia concedida ao Autor, pela Portaria n&ordm; 867\/2012, &eacute; arbitr&aacute;ria e ilegal, uma vez que ultrapassado o prazo decadencial de 5 (cinco) anos para a Administra&ccedil;&atilde;o rever o citado ato de concess&atilde;o; <strong>c) <\/strong>somente em 15\/12\/2010, foi aprovado o Parecer n&ordm; 106\/2010\/DECOR\/CGU\/AGU, segundo o qual at&eacute; mesmo os militares da FAB, incorporados na vig&ecirc;ncia da Portaria n&ordm; 570\/GM3\/54, teriam sido atingidos pelos efeitos da Portaria n&ordm; 1.104\/GM\/64.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Inicial instru&iacute;da com procura&ccedil;&atilde;o e documentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Manifesta&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o arg&uuml;indo, em resumo: a) a legalidade do ato de anula&ccedil;&atilde;o da anistia do Autor; b) <strong>a quest&atilde;o de ordem decidida no MS 15.706-DF autorizou expressamente o cancelamento do precat&oacute;rio quando houvesse decis&atilde;o administrativa anulando a anistia concedida, n&atilde;o havendo o que se falar na manuten&ccedil;&atilde;o dos pagamentos mensais pleiteados pelo Autor; c) q<\/strong>uanto &agrave; decad&ecirc;ncia, restou consignado no Parecer n&ordm; 106\/2010\/DECOR\/CGU\/AGU, de 15\/12\/2010, o entendimento de que a Nota n&ordm; AGU\/JD&ndash;1\/2006, de 07.02.2006, representou medida inequ&iacute;voca de impugna&ccedil;&atilde;o &agrave; validade das anistias decorrentes da Portaria 1.104, a qual configura exerc&iacute;cio do direito de anular pela Administra&ccedil;&atilde;o e obsta a consuma&ccedil;&atilde;o do referido prazo decadencial<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; o <strong>Relat&oacute;rio<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. Resume-se o pleito antecipat&oacute;rio ao <strong>restabelecimento do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, conferida ao Autor por meio da Portaria n&ordm; 2.415, de 17 de dezembro de 2002, anulada pela <\/strong>Portaria n.&ordm; 867\/2012, em face da decad&ecirc;ncia prevista no art. 54<strong><a href=\"https:\/\/pje.jfpe.jus.br\/pje\/a4j\/g\/3_3_3.Finalscripts\/tiny_mce\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn1\">[1]<\/a> <\/strong>da Lei n&ordm; 9.784\/1999, que regula o processo administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6. Inicialmente, cabe consignar que, conquanto a Administra&ccedil;&atilde;o tenha o poder-dever de rever seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cios de ilegalidade ou quando inoportunos ou impertinentes, tal revis&atilde;o submete-se ao prazo decadencial de 5 (cinco) anos, contados da percep&ccedil;&atilde;o do primeiro pagamento, no caso de efeitos patrimoniais cont&iacute;nuos, conforme estabelecido no art. 54, &sect; 1&ordm;, da Lei n&ordm; 9.784\/1999, que regula o processo administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7. Dito isso, no caso em tela, observa-se a ocorr&ecirc;ncia da decad&ecirc;ncia quanto &agrave; possibilidade de anula&ccedil;&atilde;o do benef&iacute;cio da anistia concedido ao Autor, ocorrido em<strong> 17\/12\/2002, por meio da Portaria n&ordm; 2.415, uma vez que o processo de revis&atilde;o do referido ato, para fins de anula&ccedil;&atilde;o, foi aberto somente em 05\/12\/2011, quando ultrapassados bem mais de 5 (cinco) anos do ato de concess&atilde;o, conforme Despacho do Ministro de Estado da Justi&ccedil;a juntado aos Autos.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8. Nesse sentido, trago a jurisprud&ecirc;ncia do E. TRF da 5&ordf; Regi&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CIVIL. ANISTIA. LEGITIMIDADE PASSIVA DA UNI&Atilde;O FEDERAL. REVOGA&Ccedil;&Atilde;O AP&Oacute;S MAIS DE CINCO ANOS DO ATO CONCESSIVO DO BENEF&Iacute;CIO. DECAD&Ecirc;NCIA ADMINISTRATIVA. INOCORR&Ecirc;NCIA. INDENIZA&Ccedil;&Atilde;O. DANOS MORAIS. AUS&Ecirc;NCIA DE ATO IL&Iacute;CITO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; A&ccedil;&atilde;o interposta visando ao reconhecimento do direito &agrave; anistia concedida e posteriormente revogada pela Administra&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s da Portaria Interministerial n&ordm; 118\/2000, que, com fundamento nos Decretos 1499\/95 e 3363\/00, anulou as decis&otilde;es emanadas da Comiss&atilde;o Especial de Anistia.- &quot;<strong>&Eacute; entendimento pac&iacute;fico nesta Corte Superior que caso o ato acoimado de ilegalidade tenha sido praticado antes da promulga&ccedil;&atilde;o da Lei n. 9.784\/99, a Administra&ccedil;&atilde;o tem o prazo de cinco anos a contar da vig&ecirc;ncia da aludida norma para anul&aacute;-lo<\/strong>&quot; (AGRESP 200901422133, rel. Min. Humberto Martins, STJ, Segunda Turma, pub. DJE de 24\/09\/2010).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Em considerando como termo a quo do prazo decadencial a data da edi&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; 9.784, em 01.02.99, apenas em 01.02.2004 teria a Administra&ccedil;&atilde;o deca&iacute;do do direito de revogar ou anular seus atos. Desta forma, n&atilde;o havia ocorrido a decad&ecirc;ncia administrativa quando da publica&ccedil;&atilde;o da Portaria n&ordm; 118\/2000, publicada em 20\/06\/2000, podendo, portanto, haver a anula&ccedil;&atilde;o das decis&otilde;es emanadas pela Comiss&atilde;o Especial de Anistia, que concedera anistia &agrave; autora, nos moldes da S&uacute;mula n&ordm; 473 STF: &quot;A administra&ccedil;&atilde;o pode anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cios que os tornam ilegais, porque deles n&atilde;o se originam direitos; ou revog&aacute;-los, por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a aprecia&ccedil;&atilde;o judicial&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Inexistindo il&iacute;cito, inexiste direito &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Apela&ccedil;&atilde;o do autor n&atilde;o provida. Apela&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o e remessa oficial providas. Condena&ccedil;&atilde;o da parte autora no pagamento de honor&aacute;rios advocat&iacute;cios sucumbenciais em R$ 2.000,00 (dois mil reais). GRIFEI (APELREEX &#8211; Apela&ccedil;&atilde;o \/ Reexame Necess&aacute;rio &ndash; 6035. Segunda Turma. Rel. Desembargador Federal S&eacute;rgio Murilo Wanderley Queiroga. DJE &#8211; Data::08\/11\/2012 &#8211; P&aacute;gina::197)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9. Al&eacute;m do mais, aos cabos incorporados antes da vig&ecirc;ncia da Portaria n&ordm; 1.104\/GM3-64, como &eacute; o caso do Requerente (incorporado &agrave; FAB em<strong> 01\/07\/1963<\/strong>), que foram prejudicados com a restri&ccedil;&atilde;o de direito anteriormente concedido, foi reconhecida a anistia pol&iacute;tica pela Administra&ccedil;&atilde;o, por meio da S&uacute;mula Administrativa n&ordm; 2002.07.0003 da Comiss&atilde;o de Anistia, segundo a qual &ldquo;a Portaria n&ordm; 1.104, de 12 de outubro de 1964, expedida pelo Senhor Ministro de Estado da Aeron&aacute;utica, &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10. Veja-se o Aresto da 2&ordf; Turma da Colenda Corte Suprema:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EMENTA: RECURSO ORDIN&Aacute;RIO EM MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. DIREITO ADMINISTRATIVO. PODER DE AUTOTUTELA DA ADMINISTRA&Ccedil;&Atilde;O P&Uacute;BLICA. ANISTIA [LEI N. 10.559\/02]. REVOGA&Ccedil;&Atilde;O POR ATO DO MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A. POSSIBILIDADE. INEXIST&Ecirc;NCIA DE VIOLA&Ccedil;&Atilde;O DO ARTIGO 2&ordm;, PAR&Aacute;GRAFO &Uacute;NICO, XIII, DA LEI N. 9.784\/99. S&Uacute;MULAS 346 E 473 DO STF. MANIFESTA&Ccedil;&Atilde;O PR&Eacute;VIA DA COMISS&Atilde;O DE ANISTIA. FUN&Ccedil;&Atilde;O MERAMENTE CONSULTIVA. N&Atilde;O VINCULA&Ccedil;&Atilde;O DO MINISTRO DA JUSTI&Ccedil;A. <strong>PORTARIA GM3 N. 1.106\/64. ATO DE EXCE&Ccedil;&Atilde;O APENAS QUANTO AOS MILITARES QUE INGRESSARAM ANTES DE SUA EDI&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>. RECURSO IMPROVIDO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. A anistia pol&iacute;tica &eacute; ato vinculado. Comprovados os requisitos previstos na lei e no regulamento, &eacute; dever da Administra&ccedil;&atilde;o declar&aacute;-la. A aus&ecirc;ncia de qualquer desses requisitos impede o reconhecimento desse direito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Decorre do poder de autotutela o dever das autoridades de revisar, de of&iacute;cio, os atos administrativos irregulares que impliquem &ocirc;nus ao Estado, como &eacute; o caso da declara&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico [S&uacute;mulas 346 e 473, STF]. Precedente: RMS n. 21.259, Relator o Ministro SEP&Uacute;LVEDA PERTENCE, DJ de 8.11.91<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. N&atilde;o h&aacute; viola&ccedil;&atilde;o do disposto no art. 2&ordm;, par&aacute;grafo &uacute;nico, XIII, da Lei n. 9.784\/99 quando o ato de anula&ccedil;&atilde;o for praticado com fundamento no poder de autotutela da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. O parecer da Comiss&atilde;o de Anistia consubstancia um dos requisitos da declara&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico, sendo necess&aacute;rio o enquadramento do requerente em uma das hip&oacute;teses do art. 2&ordm; da Lei n. 10.559\/02. A Comiss&atilde;o tem fun&ccedil;&atilde;o meramente consultiva. O Ministro da Justi&ccedil;a n&atilde;o est&aacute; vinculado &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o do colegiado, nos termos do disposto nos artigos 10 e 12 da Lei n. 10.559\/02.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. A Portaria do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica n. 1.104\/1964 n&atilde;o consubstancia ato de exce&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos militares que n&atilde;o integravam os quadros das For&ccedil;as Armadas &agrave; &eacute;poca em que foi editada. Precedentes: RE n. 584.705, Relatora a Ministra C&Aacute;RMEN L&Uacute;CIA, DJ de 13.6.08; RMS n. 26.636, Relatora a Ministra ELLEN GRACIE, DJ de 4.6.08; RMS n. 25.581, Relator o Ministro CARLOS VELLOSO, DJ de 29.11.05 e RMS n. 25.272, Relator o Ministro CARLOS BRITTO, DJ de 21.10.05. Recurso ordin&aacute;rio a que se nega provimento. <strong>GRIFEI<\/strong> (RMS 25988. Rel. Min. EROS GRAUS. 2&ordf; Turma, 09.03.2010)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Isto posto<\/strong>, passo a <strong>decidir<\/strong>:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">11.<strong> DEFIRO <\/strong>o pedido de antecipa&ccedil;&atilde;o da tutela para determinar o restabelecimento <strong>do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, conferida ao Autor por meio da Portaria n&ordm; 2.415, de 17 de dezembro de 2002.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">12. Intimem-me. Cite-se a Uni&atilde;o para fins do art. 285 do CPC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recife\/PE, 15 de fevereiro de 2013.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Dr. H&eacute;lio Silvio Our&eacute;m Campos<br \/>\n\tJuiz Federal da 6&ordf; Vara-PE<\/strong><\/p>\n<div align=\"center\">\n<hr align=\"center\" size=\"1\" width=\"100%\" \/><\/div>\n<p><span style=\"font-size:11px;\"><strong><a href=\"https:\/\/pje.jfpe.jus.br\/pje\/a4j\/g\/3_3_3.Finalscripts\/tiny_mce\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref1\">[1]<\/a> <\/strong><span style=\"color: rgb(105, 105, 105);\">Lei n&ordm; 9.784\/1999: Art. 54. O direito da Administra&ccedil;&atilde;o de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favor&aacute;veis para os destinat&aacute;rios decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada m&aacute;-f&eacute;.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:11px;\"><span style=\"color: rgb(105, 105, 105);\">&sect; 1<u><sup>o<\/sup><\/u> No caso de efeitos patrimoniais cont&iacute;nuos, o prazo de decad&ecirc;ncia contar-se-&aacute; da percep&ccedil;&atilde;o do primeiro pagamento.<\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify; \"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/escritc3b3rio-bv2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-16328\" height=\"96\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/escritc3b3rio-bv2.jpg\" title=\"escritc3b3rio-bv2\" width=\"300\" \/><\/a><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prezados FABIANOS, Segue, abaixo, decis&atilde;o favor&aacute;vel da 6&ordf; Vara Federal de Pernambuco, por meio de tutela antecipada, invalidando a anula&ccedil;&atilde;o do GTI Revisor de portaria de anistiado pol&iacute;tico e restabelecendo o pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada do ex-Cabo da FAB &#8211; JEFERSON AZEVEDO NETO. 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