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{"id":16318,"date":"2013-03-06T10:53:35","date_gmt":"2013-03-06T13:53:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=16318"},"modified":"2013-03-06T15:54:33","modified_gmt":"2013-03-06T18:54:33","slug":"politica-internacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/03\/politica-internacional\/","title":{"rendered":"Pol\u00edtica Internacional"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>VENEZUELA &#8211; Opini&atilde;o<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong>Legado de Ch&aacute;vez: redu&ccedil;&atilde;o da pobreza, aumento da viol&ecirc;ncia<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O governo de Hugo Ch&aacute;vez, que prop&ocirc;s a cria&ccedil;&atilde;o de um novo socialismo, o do s&eacute;culo XXI, conseguiu reduzir a pobreza e a desigualidade, mas foi tamb&eacute;m durante seu governo que a viol&ecirc;ncia aumentou. E muito.<\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-size:9px;\">Foto: Juan Barreto\/AFP<\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Juan-Barreto-AFP380.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16321\" height=\"287\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Juan-Barreto-AFP380.jpg\" title=\"130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Juan-Barreto-AFP380\" width=\"380\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Juan-Barreto-AFP380.jpg 380w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Juan-Barreto-AFP380-300x226.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-size:9px;\">Postado por Toinho de Passira<br \/>\n\tTexto de <strong>Val&eacute;ria Maniero<\/strong>, para o Blog de Miriam Leit&atilde;o<br \/>\n\tFonte: <a href=\"http:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/miriam\/posts\/2013\/03\/05\/legado-de-chavez-reducao-da-pobreza-aumento-da-violencia-488652.asp\">Blog de Miriam Leit&atilde;o<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130306-BRA-Charge-Aroeira_ODia380.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16319\" height=\"238\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130306-BRA-Charge-Aroeira_ODia380.jpg\" title=\"130306-BRA-Charge-Aroeira_ODia380\" width=\"380\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130306-BRA-Charge-Aroeira_ODia380.jpg 380w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130306-BRA-Charge-Aroeira_ODia380-300x187.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A era Ch&aacute;vez termina com feitos contradit&oacute;rios, como assim era o presidente que governava o pa&iacute;s desde 1999. O governo de Hugo Ch&aacute;vez, que prop&ocirc;s a cria&ccedil;&atilde;o de um novo socialismo, o do s&eacute;culo XXI, conseguiu reduzir a pobreza e a desigualidade, que caiu a um dos n&iacute;veis mais baixos da regi&atilde;o, segundo a ONU. Tamb&eacute;m adotou pol&iacute;ticas sociais que ajudaram a melhorar a vida de muita gente, principalmente a dos mais pobres. Mas foi tamb&eacute;m durante seu governo que a viol&ecirc;ncia aumentou. E muito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1998, antes de Ch&aacute;vez assumir, a taxa era de 20 homic&iacute;dios por 100 mil, por ano, de acordo com o Observat&oacute;rio Venezuelano de Viol&ecirc;ncia (OVV). No ano passado, foram 73 por 100 mil. Para ser mais exata, 21.692 pessoas morreram v&iacute;timas da viol&ecirc;ncia em 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando divulgou os tristes n&uacute;meros do ano passado, a ONG escreveu que a Venezuela &quot;<strong>continuava sendo um dos pa&iacute;ses mais violentos e inseguros do mundo<\/strong>&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na economia, os erros n&atilde;o foram poucos. O pa&iacute;s cresceu moderadamente, mas a infla&ccedil;&atilde;o deu um salto. Segundo c&aacute;lculos feitos pelo economista venezuelano Pedro Palma para o blog, entre dezembro de 1998 e novembro de 2012, acumulou alta de quase 1.500%. Isso equivale a uma infla&ccedil;&atilde;o anual m&eacute;dia de 21,3%. Para control&aacute;-la, o governo tentou o velho e nada bom controle de pre&ccedil;os, que acabou provocando desabastecimento. Tamb&eacute;m foi um governo que estatizou empresas e fez interven&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m disso, considerou que um dos &quot;inimigos&quot; era a imprensa, atacando ve&iacute;culos e jornalistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em agosto do ano passado, fizemos uma coluna, perguntando a economistas e cientistas pol&iacute;ticos venezuelanos o que era o &quot;<strong>melhor e o pior da era Ch&aacute;vez<\/strong>&quot;. Na lista feita pelo economista Pedro Palma, entre os itens negativos, estava a inseguran&ccedil;a, por causa do aumento da viol&ecirc;ncia. Ele listou tamb&eacute;m a &quot;<strong>destrui&ccedil;&atilde;o da estrutura produtiva, o desincentivo ao investimento privado, as expropria&ccedil;&otilde;es ilegais de empresas privadas, o populismo e o estabelecimento de um regime ditatorial<\/strong>&quot;. Entre os feitos bons, Palma admitiu &quot;<strong>a cria&ccedil;&atilde;o de uma consci&ecirc;ncia social na lideran&ccedil;a pol&iacute;tica<\/strong>&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o analista pol&iacute;tico Jos&eacute; Vicente Carrasquero, a chegada de Ch&aacute;vez ao poder elevou o interesse pela pol&iacute;tica entre os venezuelanos, o que &eacute; bom. Ele disse tamb&eacute;m que a ado&ccedil;&atilde;o de programas na &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de deram &agrave;s pessoas a &quot;<strong>sensa&ccedil;&atilde;o da inclus&atilde;o<\/strong>&quot;. Entre as &quot;<strong>piores coisas<\/strong>&quot;, a explora&ccedil;&atilde;o da divis&atilde;o pol&iacute;tica com uma linguagem b&eacute;lica, com altos custos sociais e institucionais. Isso provocou, segundo ele, a perda de valores fundamentais da democracia, como o respeito &agrave;s diferen&ccedil;as, a toler&acirc;ncia e o di&aacute;logo para a solu&ccedil;&atilde;o conjunta dos problemas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O blog voltou a falar hoje com Carrasquero. Ele acha que se acontecer o que est&aacute; previsto na Constitui&ccedil;&atilde;o, a Venezuela deve passar por esse momento traum&aacute;tico sem maiores inconvenientes. E se o desejo de Ch&aacute;vez for seguido &agrave; risca, como se espera, Nicol&aacute;s Maduro, o vice-presidente que esta &agrave; frente do governo, deve ser candidato nas pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Acho que ningu&eacute;m vai se atrever a contradizer esse pedido do presidente hoje falecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas &uacute;ltimas elei&ccedil;&otilde;es, em outubro, Hugo Ch&aacute;vez venceu o candidato da oposi&ccedil;&atilde;o, Henrique Capriles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a morte de Ch&aacute;vez, a Constitui&ccedil;&atilde;o venezuelana prev&ecirc; que o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, um dos homens fortes do governo, assuma o comando do pa&iacute;s e convoque novas elei&ccedil;&otilde;es em 30 dias. &Eacute; o que diz a Carta, mas ela tamb&eacute;m j&aacute; foi desrespeitada muitas vezes. Que n&atilde;o seja mais. E que a Venezuela consiga manter o melhor de Ch&aacute;vez, corrigindo os erros dos &uacute;ltimos 14 anos na pol&iacute;tica e na economia.<\/p>\n<p><span style=\"color:#800000;\"><strong>VENEZUELA &#8211; Not&iacute;cia<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong>A morte de Hugo Chavez, o presidente da Venezuela <\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente venezuelano, Hugo Ch&aacute;vez, morreu nesta ter&ccedil;a-feira, ap&oacute;s uma batalha de dois anos contra um c&acirc;ncer, encerrando o per&iacute;odo de 14 anos do l&iacute;der socialista no poder, disse o vice-presidente, Nicol&aacute;s Maduro, em pronunciamento na TV.<\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-size:9px;\">Foto: Jorge Silva\/Reuters<\/span><br \/>\n\t<a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Reuters380.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16320\" height=\"277\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Reuters380.jpg\" title=\"130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Reuters380\" width=\"380\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Reuters380.jpg 380w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/130305-Venezuela-Hugo-Chavez_Reuters380-300x218.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Duas semanas ap&oacute;s retornar a Venezuela, depois de quatro cirurgias realizadas em Cuba, Hugo Ch&aacute;vez n&atilde;o resistiu, complica&ccedil;&otilde;es do p&oacute;s operat&oacute;rio e ao tratamento contra a cancere e faleceu na UTI do Hospital Militar, em Caracas, na tarde de hoje, 05\/03<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em mais de uma ocasi&atilde;o, o presidente<strong> Hugo Rafael Ch&aacute;vez Fr&iacute;as <\/strong>disse que pretendia permanecer no poder na Venezuela at&eacute; 2031. Na tarde desta ter&ccedil;a-feria, contudo, as complica&ccedil;&otilde;es advindas de um c&acirc;ncer na regi&atilde;o p&eacute;lvica abreviaram seus planos: Ch&aacute;vez morreu &agrave;s 16h25, e com isso teve fim um governo que j&aacute; durava 14 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Junto com Ch&aacute;vez morre o chavismo, que mistura o pior do populismo, do ultranacionalismo, do caudilhismo e do &lsquo;<strong>socialismo do s&eacute;culo XXI<\/strong>&rsquo; &#8211; t&atilde;o nefasto quanto o do s&eacute;culo XX. A morte deixa um v&aacute;cuo dif&iacute;cil de ser preenchido, j&aacute; que nenhum sucessor tem a mesma ascend&ecirc;ncia sobre os membros do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e as For&ccedil;as Armadas, nem o mesmo carisma para conduzir as massas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ch&aacute;vez morre aos 58 anos. No in&iacute;cio de dezembro, ele viajou a Havana, Cuba, para submeter-se a quarta cirurgia para combater o tumor diagnosticado em junho de 2011 e que nunca foi tratado de maneira inteiramente transparente pelo governo venezuelano &ndash; nem mesmo a localiza&ccedil;&atilde;o exata do tumor foi revelada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 18 de fevereiro deste ano, ap&oacute;s 71 dias de aus&ecirc;ncia, ele anunciou seu retorno &agrave; Venezuela pelo Twitter. No entanto, nenhuma imagem do coronel havia sido divulgada desde ent&atilde;o. Ele estaria recebendo tratamento no hospital militar da capital, e nesta ter&ccedil;a-feira o governo informou que seu estado de sa&uacute;de havia sofrido uma piora ap&oacute;s &quot;<strong>nova e severa infec&ccedil;&atilde;o<\/strong>&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A doen&ccedil;a venceu um pol&iacute;tico que vendia uma imagem de invencibilidade e que tentou mant&ecirc;-la at&eacute; quando o agravamento de seu estado de sa&uacute;de j&aacute; mostrava que a realidade era outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O carism&aacute;tico Ch&aacute;vez dever&aacute; ser lembrando pelo estilo espalhafatoso &ndash; que causou a c&eacute;lebre rea&ccedil;&atilde;o do Rei Juan Carlos, da Espanha, num encontro de governantes: &ldquo;<strong>Por que n&atilde;o te calas?<\/strong>&rdquo; &ndash; e pela maneira como usou uma das ferramentas da democracia, as elei&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas, para desmontar institui&ccedil;&otilde;es e concentrar poderes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo de mais de seus anos no poder, ele criou uma mil&iacute;cia pr&oacute;pria, manobrou para garantir resultados favor&aacute;veis em elei&ccedil;&otilde;es, confiscou empresas, perseguiu opositores e a imprensa e submeteu a Justi&ccedil;a aos seus interesses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>ORIGENS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nascido em 28 de julho de 1954, o segundo filho de dois professores da cidade venezuelana de Sabaneta, no oeste da Venezuela, chegou a pensar em se dedicar profissionalmente ao esporte mais popular do pa&iacute;s, o beisebol. A mudan&ccedil;a de rumo veio depois que entrou para o Ex&eacute;rcito, aos 17 anos, com o objetivo inicial de se mudar para a capital, Caracas, onde seu talento esportivo poderia ser mais facilmente reconhecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acabou mergulhando no campo militar e foi um dos fundadores do grupo que ficou conhecido como Movimento Bolivariano Revolucion&aacute;rio &ndash; em homenagem ao l&iacute;der da independ&ecirc;ncia da Venezuela, Simon Bol&iacute;var. Come&ccedil;ou ent&atilde;o a organizar seus aliados para tomar o poder.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A tentativa de golpe fracassada contra o governo de Carlos Andr&eacute;s P&eacute;rez, em 1992, resultou na morte de 18 pessoas e na pris&atilde;o de Ch&aacute;vez. Depois de dois anos preso, ele foi perdoado pelo presidente Rafael Caldera e libertado em 1994.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quatro anos depois, o coronel paraquedista assumiu o comando da Venezuela ao ser eleito com 56% dos votos. Diante de um cen&aacute;rio pol&iacute;tico marcado pela corrup&ccedil;&atilde;o, Ch&aacute;vez apresentou-se como um representante das classes mais baixas que promoveria uma melhor distribui&ccedil;&atilde;o da riqueza vinda do petr&oacute;leo. De fato, a maior fonte de recursos do pa&iacute;s financia os programas assistencialistas conhecidos como &ldquo;<strong>misiones<\/strong>&rdquo;, que consistem basicamente em uma f&oacute;rmula para distribuir pequenas quantias de dinheiro aos benefici&aacute;rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H&aacute; misiones de alfabetiza&ccedil;&atilde;o de adultos, de cooperativas agr&iacute;colas, de atendimento m&eacute;dico e de venda de alimentos subsidiados, entre outras. Todas estabeleceram uma depend&ecirc;ncia entre a popula&ccedil;&atilde;o pobre e a figura onipresente de Ch&aacute;vez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O medo de perder os benef&iacute;cios sociais ou um cargo p&uacute;blico manteve a popula&ccedil;&atilde;o fiel ao coronel, em um estilo de governo batizado por opositores de &ldquo;<strong>medocracia<\/strong>&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A suspeita de que o sigilo do voto poderia ser violado buscava alicerces em momentos como o verificado em 2004, quando aliados do presidente elaboraram uma lista com o nome de todos os venezuelanos que foram a favor da convoca&ccedil;&atilde;o de um referendo contra Ch&aacute;vez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m disso, ao longo de seus tr&ecirc;s mandatos consecutivos, outras irregularidades foram relatadas, como mes&aacute;rios votando no lugar dos eleitores ausentes ou permitindo que militantes chavistas acompanhassem eleitores na cabine de vota&ccedil;&atilde;o. At&eacute; sua sa&iacute;da de cena, as artimanhas foram alteradas, mas nunca eliminadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/thepassiranews.blogspot.com.br\/?zx=5510346dc79bc12e\">PassiraNews<\/a><\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VENEZUELA &#8211; Opini&atilde;o Legado de Ch&aacute;vez: redu&ccedil;&atilde;o da pobreza, aumento da viol&ecirc;ncia O governo de Hugo Ch&aacute;vez, que prop&ocirc;s a cria&ccedil;&atilde;o de um novo socialismo, o do s&eacute;culo XXI, conseguiu reduzir a pobreza e a desigualidade, mas foi tamb&eacute;m durante seu governo que a viol&ecirc;ncia aumentou. 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