<br />
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{"id":16161,"date":"2013-03-01T15:12:50","date_gmt":"2013-03-01T18:12:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=16161"},"modified":"2013-03-02T19:19:03","modified_gmt":"2013-03-02T22:19:03","slug":"5a-vara-da-justica-federal-recifepe-mais-uma-tutela-e-concedida-a-ex-cabo-da-fab","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/03\/5a-vara-da-justica-federal-recifepe-mais-uma-tutela-e-concedida-a-ex-cabo-da-fab\/","title":{"rendered":"5\u00aa Vara da Justi\u00e7a Federal (Recife\/PE) &#8211; Mais uma tutela \u00e9 concedida a ex-Cabo da FAB"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/159-jfpe_435x245.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16168\" height=\"245\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/159-jfpe_435x245.png\" title=\"159-jfpe_435x245\" width=\"435\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/159-jfpe_435x245.png 435w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/159-jfpe_435x245-300x168.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Justi&ccedil;a Federal de Pernambuco (Pr&eacute;dio Sede)<\/strong><\/p>\n<p><strong>De:<\/strong> Jos&eacute; Alberto De Queiroz [mailto:m.a.e.r@globo.com]<br \/>\n\t<strong>Enviada em:<\/strong> sexta-feira, 1 de mar&ccedil;o de 2013 10:20<br \/>\n\t<strong>Cc:<\/strong> (&#8230;); asane@asane.org.br; (&#8230;)<br \/>\n\t<span style=\"color:#800000;\"><strong>Assunto:<\/strong> Re: 5&ordm; VF Recife &#8211; Mais uma tutela<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Caros FABIANOS,<\/p>\n<p>Mais uma tutela foi concedida na 5a Vara da Justi&ccedil;a Federal &#8211; Recife-PE.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observem que na decis&atilde;o o magistrado enfoca que, n&atilde;o existe &quot;m&aacute; f&eacute;&quot;, fato que deveria ser provado pela Uni&atilde;o, pois na maioria n&atilde;o existe. Cabe o &ocirc;nus da prova &nbsp;ao acusador. O que se aplica aos Ms, e n&atilde;o a alega&ccedil;&atilde;o que &quot;n&atilde;o &eacute; via eleita&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vejam abaixo a decis&atilde;o da Ju&iacute;za <strong>NILC&Eacute;A MARIA BARBOSA MAGGI<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abra&ccedil;o a todos.<\/p>\n<p><strong>Jos&eacute; Alberto de Queiroz<\/strong><br \/>\n\tEx-Cabo da FAB v&iacute;tima da Portariua 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:m.a.e.r@globo.com\">m.a.e.r@globo.com<\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-size:8px;\">(Enviado via iPhone)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/bannerpe-435x85.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16169\" height=\"85\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/bannerpe-435x85.jpg\" title=\"bannerpe-435x85\" width=\"445\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/bannerpe-435x85.jpg 445w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/bannerpe-435x85-300x57.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 445px) 100vw, 445px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A&Ccedil;&Atilde;O DE RITO ORDIN&Aacute;RIO&nbsp;N.&ordm;&nbsp;0800250-96.2013.4.05.8300S&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">AUTOR:&nbsp;<strong>JOS&Eacute; ALFREDO DOS SANTOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">R&Eacute;U:&nbsp;<strong>UNI&Atilde;O FEDERAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>D E C I S &Atilde; O<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;1. Trata-se de&nbsp;<strong>a&ccedil;&atilde;o de rito ordin&aacute;rio<\/strong>, com pedido de tutela antecipada, proposta por&nbsp;<strong>JOS&Eacute; ALFREDO DOS SANTOS<\/strong>, brasileiro, casado, aposentado, inscrito no CPF\/MF sob o n.&ordm; 034.587.763-20, portador do RG n.&ordm; 911042 MAER, por interm&eacute;dio de advogados habilitados, contra a&nbsp;<strong>UNI&Atilde;O FEDERAL<\/strong>,&nbsp;cujo objeto &eacute; o reconhecimento da decad&ecirc;ncia da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica em anular a Portaria 1540 de 4 de julho de 2004, que concedeu a sua condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico; e, em sucessivo, assegurar-lhe que seja mantida, em todos os seus termos, a Portaria 1540 de 4 de julho de 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sustenta o autor, em s&iacute;ntese, como fundamento de sua pretens&atilde;o: a) ter sido incorporado nas fileiras da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira- FAB (02\/01\/1958), em momento anterior a 12 de outubro de 1964, sendo licenciado involuntariamente nos termos da Portaria Ministerial n&ordm; 1.104-GM3, de 12 de outubro de 1964 ap&oacute;s 10 anos de servi&ccedil;o ativo; b) haver sido anistiado, ap&oacute;s regular processo administrativo, em raz&atilde;o de requerimento administrativo junto &agrave; Comiss&atilde;o de Anistia, fato este chancelado pelo Ministro de Estado da Justi&ccedil;a que fez publicar a Portaria n&ordm; 1.540\/04, concessiva da anistia; c) ter passado a receber a repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, sendo a sua &uacute;nica fonte de renda; d) em 6 de dezembro de 2012 foi publicado no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o a abertura do processo de anula&ccedil;&atilde;o da Portaria 1540 de 8 de junho de 2004 que concedeu sua anistia pol&iacute;tica; e) ser ilegal e arbitr&aacute;ria a abertura de processo de anula&ccedil;&atilde;o da anistia pol&iacute;tica do autor j&aacute; que a Portaria Ministerial n&ordm; 1104\/GM3-1964 foi um ato de exce&ccedil;&atilde;o; f) haver deca&iacute;do o direito da administra&ccedil;&atilde;o de revisar o ato administrativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por entender presentes os pressupostos legais, pugna pela concess&atilde;o da tutela antecipada prevista no artigo 273 do C&oacute;digo de Processo Civil, para que seja determinada a suspens&atilde;o do Despacho do Ministro da Justi&ccedil;a que determinou a abertura do processo de anula&ccedil;&atilde;o da Portaria 1540\/2004, bem como a imediata suspens&atilde;o de todo ato destinado a cancelar o pagamento dos valores percebidos em decorr&ecirc;ncia de sua anistia pol&iacute;tica, at&eacute; o julgamento final da presente a&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Inicialmente, &eacute; de ser verificado que o pedido em an&aacute;lise n&atilde;o est&aacute; abrangido pelo disposto no &sect;&sect;2&ordm; e 5&ordm;, do art. 7&ordm;, da Lei 12.016\/2009, que veda, entre outros atos, a concess&atilde;o de tutela antecipada contra a Fazenda P&uacute;blica em caso de aumento ou extens&atilde;o de vantagens a servidores p&uacute;blicos ou pagamento de qualquer natureza, uma vez que se trata de pleito de restabelecimento de presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, de anistiado pol&iacute;tico, porquanto tem a natureza substitutiva de proventos de aposentadoria ou pens&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro n&atilde;o &eacute; o entendimento do STF que editou a s&uacute;mula n&ordm; 729:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;A decis&atilde;o na ADC-4 n&atilde;o se aplica a antecipa&ccedil;&atilde;o de tutela em causa de natureza previdenci&aacute;ria&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afastada a veda&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; 12.016\/2009, passa-se a analisar os requisitos da medida de urg&ecirc;ncia requerida pelo autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Havendo fundado receio de dano irrepar&aacute;vel ou de dif&iacute;cil repara&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; o juiz, a requerimento da parte, antecipar os efeitos da tutela, desde que exista prova inequ&iacute;voca suficiente a caracterizar a verossimilhan&ccedil;a das alega&ccedil;&otilde;es (CPC, art.273,I).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3.1.&nbsp;Pois bem. A antecipa&ccedil;&atilde;o de tutela pleiteada tem previs&atilde;o espec&iacute;fica no art. 461, &sect; 3&ordm; do CPC.&nbsp; Expressa o caput do dispositivo que &ldquo;na a&ccedil;&atilde;o que tenha por objeto o cumprimento de obriga&ccedil;&atilde;o de fazer ou n&atilde;o fazer, o juiz conceder&aacute; a tutela espec&iacute;fica da obriga&ccedil;&atilde;o ou, se procedente o pedido, determinar&aacute; provid&ecirc;ncias que assegurem o resultado pr&aacute;tico equivalente ao do adimplemento&rdquo;.&nbsp; J&aacute; o aludido &sect; 3&ordm; exp&otilde;e que &ldquo;sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de inefic&aacute;cia do provimento final, &eacute; l&iacute;cito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou mediante justifica&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via, citado o r&eacute;u. A medida liminar poder&aacute; ser revogada ou modificada, a qualquer tempo, em decis&atilde;o fundamentada&rdquo;.&nbsp; Em outras palavras, autoriza-se a antecipa&ccedil;&atilde;o da tutela inibit&oacute;ria, caso presentes o fumus boni juris e o periculum in mora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como sabido, para a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica suprimir ou reduzir alguma parcela remunerat&oacute;ria de seus servidores dever&aacute;, necessariamente, faz&ecirc;-lo com base em um processo administrativo, que apure irregularidade na sua concess&atilde;o, ressalvando-se o direito do administrado &agrave;s garantias constitucionais da ampla defesa e do contradit&oacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o &eacute; outra a jurisprud&ecirc;ncia do Excelso Supremo Tribunal Federal, positivada nos enunciados n&ordm; 346 e 473 da sua s&uacute;mula:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;A administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pode declarar a nulidade dos seus pr&oacute;prios atos.&rdquo; (Enunciado n&ordm; 346).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;A administra&ccedil;&atilde;o pode anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cios que os tornam ilegais, porque deles n&atilde;o se originam direitos; ou revog&aacute;-los, por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a aprecia&ccedil;&atilde;o judicial.&rdquo; (Enunciado n&ordm; 473).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Direito positivo brasileiro o poder estatal de autotutela n&atilde;o se mostrava submetido a prazos de caducidade, podendo a qualquer tempo invalidar ou reformar seus pr&oacute;prios atos, isso at&eacute; o advento da Lei 9.784, de 29\/1\/1999, que passou a regular de modo geral o &ldquo;processo administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal&rdquo;, fixando, finalmente, prazo decadencial do dever-poder de autotutela da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Art. 53. A Administra&ccedil;&atilde;o deve anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cio de legalidade, e pode revog&aacute;-los por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 54. O direito da Administra&ccedil;&atilde;o de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favor&aacute;veis para os destinat&aacute;rios decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada m&aacute;-f&eacute;.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&sect; 1&ordm; No caso de efeitos patrimoniais cont&iacute;nuos, o prazo de decad&ecirc;ncia contar-se-&aacute; da percep&ccedil;&atilde;o do primeiro pagamento.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 2&ordm; Considera-se exerc&iacute;cio do direito de anular qualquer medida de autoridade administrativa que importe impugna&ccedil;&atilde;o &agrave; validade do ato&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De um r&aacute;pido estudo da quest&atilde;o jur&iacute;dica trazida a exame, em cotejo com a documenta&ccedil;&atilde;o apresentada aos autos, parece-me, &agrave; primeira vista, que se operou a decad&ecirc;ncia. &Eacute; que o autor foi intimado da instaura&ccedil;&atilde;o de processo de anula&ccedil;&atilde;o da Portaria Ministerial n&ordm; 2.011\/2003, que lhe concedeu a condi&ccedil;&atilde;o de anistiado, em 06 dezembro de 2012, quando j&aacute; havia transcorrido mais de 05 anos, contados da data do in&iacute;cio da percep&ccedil;&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, ocorrida em maio de 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ademais, se afigura, em princ&iacute;pio, ter o autor recebido as parcelas mensais de boa f&eacute; at&eacute; o dia em que foi intimado da suposta irregularidade, quando j&aacute; consumada a decad&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, consumado o prazo decadencial e n&atilde;o havendo prova de fraude ou m&aacute;-f&eacute; no ato, &eacute; de ser afastada a suspens&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, institu&iacute;da pela Lei n&ordm; 10.559\/02, concedida ao autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, vislumbra-se o fumus bonis iuris, requisito indispens&aacute;vel para o deferimento da medida de urg&ecirc;ncia pretendida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3.2. De igual modo, tenho como presente o perigo da demora haja vista estar o autor na imin&ecirc;ncia de sofrer a &nbsp;suspens&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, verba de natureza alimentar, ante a instaura&ccedil;&atilde;o de processo de anula&ccedil;&atilde;o da Portaria Ministerial n&ordm; 1510\/04.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Posto isso,&nbsp;<strong>defiro a liminar<\/strong>, pelo que determino a suspens&atilde;o do Despacho do Ministro da Justi&ccedil;a que determinou a abertura do processo de anula&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.540\/2004, bem como impedir a pr&aacute;tica de todo ato destinado a cancelar o pagamento dos valores percebidos em decorr&ecirc;ncia da anistia pol&iacute;tica do autor, at&eacute; o julgamento final desta a&ccedil;&atilde;o, conforme pedido na inicial, sob pena de multa di&aacute;ria de R$ 500,00(quinhentos reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Defiro a prioridade de tramita&ccedil;&atilde;o dos atos e dilig&ecirc;ncias processuais (art. 1.211-A do CPC c\/c o art. 71 da Lei n. 10.741, de 1.10.2003), bem como os benef&iacute;cios da assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria gratuita (art. 3&ordm; da Lei 1.060\/1950), n&atilde;o se lhe(s) aplicando o prazo em dobro nem a intima&ccedil;&atilde;o pessoal, porque o(a) seu(sua) advogado(a) n&atilde;o &eacute; defensor p&uacute;blico ou titular de cargo equivalente, como exige o art. 5&ordm;, &sect; 5&ordm;, da Lei 1.060\/1950.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cite-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Publique-se. Intime-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recife, <strong>07 de fevereiro de 2012<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nilc&eacute;a Maria Barbosa Maggi<\/strong><br \/>\n\tJuiza Federal &ndash; 5&ordf; Vara<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color:#800000;\"><strong>* Grifos e negritos nossos.<\/strong><\/span><\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" style=\"width:100.0%;\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width:5.0%;\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/assinaturadigital.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-15746\" height=\"64\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/assinaturadigital.gif\" title=\"assinaturadigital\" width=\"55\" \/><\/a><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width:80.0%;\">\n<p>Assinado eletronicamente. A Certifica&ccedil;&atilde;o Digital pertence a:<br \/>\n\t\t\t\t\t<strong>NILC&Eacute;A MARIA BARBOSA MAGGI<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pje.jfpe.jus.br\/pje\/Processo\/ConsultaDocumento\/listView.seam\">https:\/\/pje.jfpe.jus.br\/pje\/Processo\/ConsultaDocumento\/listView.seam<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/BV300x963.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-15820\" height=\"96\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/BV300x963.jpg\" title=\"BV300x96\" width=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<p>O-O-O-O-O-O-O<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Justi&ccedil;a Federal de Pernambuco (Pr&eacute;dio Sede) De: Jos&eacute; Alberto De Queiroz [mailto:m.a.e.r@globo.com] Enviada em: sexta-feira, 1 de mar&ccedil;o de 2013 10:20 Cc: (&#8230;); asane@asane.org.br; (&#8230;) Assunto: Re: 5&ordm; VF Recife &#8211; Mais uma tutela &nbsp; Caros FABIANOS, Mais uma tutela foi concedida na 5a Vara da Justi&ccedil;a Federal &#8211; Recife-PE. 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