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{"id":15818,"date":"2013-02-19T10:30:29","date_gmt":"2013-02-19T13:30:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=15818"},"modified":"2013-02-19T10:42:07","modified_gmt":"2013-02-19T13:42:07","slug":"5a-vara-federal-de-pernambuco-em-carater-de-urgencia-concedeu-a-liminar-para-restabelecer-a-anistia-de-ex-cabo-da-fab-joao-jaelson-chaves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/02\/5a-vara-federal-de-pernambuco-em-carater-de-urgencia-concedeu-a-liminar-para-restabelecer-a-anistia-de-ex-cabo-da-fab-joao-jaelson-chaves\/","title":{"rendered":"5\u00aa Vara Federal de Pernambuco, em car\u00e1ter de urg\u00eancia, concedeu a liminar para restabelecer a anistia de ex-Cabo da FAB &#8211; Jo\u00e3o Jaelson Chaves."},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color:#800000;\">Caros FABIANOS,<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#800000;\">Ap&oacute;s a <\/span><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=15741\"><span style=\"color:#0000cd;\">decis&atilde;o<\/span><\/a><\/strong><span style=\"color:#800000;\"> do TRF da 5&ordf; Regi&atilde;o que concedeu a liminar para restaurar a anistia d<strong>e Edson Jos&eacute; da Cruz<\/strong>, agora foi a vez da 5&ordf; Vara Federal de Pernambuco que, em car&aacute;ter de urg&ecirc;ncia, <strong>concedeu a liminar<\/strong> para restabelecer a anistia de <strong>JO&Atilde;O JAELSON CHAVES<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">O processo ainda est&aacute; no Pje da JFPE, por isso n&atilde;o se tem acesso ao andamento, mas o <strong>VOTO<\/strong> do relator nos foi enviado pelos patronos da <strong>A&Ccedil;&Atilde;O DE RITO ORDIN&Aacute;RIO N.&ordm;<\/strong> 0800242-22.2013.4.05.8300S, recebidos atrav&eacute;s da Assinatura eletronica, cuja Certifica&ccedil;&atilde;o Digital pertence a: <strong>DRA. NILC&Eacute;A MARIA BARBOSA MAGGI<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\">Acompanhe abaixo:<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/JFPE_1-435x290.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-15821\" height=\"290\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/JFPE_1-435x290.jpg\" title=\"JFPE_1-435x290\" width=\"435\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/JFPE_1-435x290.jpg 435w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/JFPE_1-435x290-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Justi&ccedil;a Federal do Estado de Pernambuco<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A&Ccedil;&Atilde;O DE RITO ORDIN&Aacute;RIO N.&ordm;<\/strong> 0800242-22.2013.4.05.8300S&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">AUTOR: <strong>JOAO JAELSON CHAVES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">R&Eacute;U: <strong>UNI&Atilde;O FEDERAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>D E C I S &Atilde; O<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Trata-se de <strong>a&ccedil;&atilde;o de rito ordin&aacute;rio<\/strong>, com pedido de tutela antecipada, proposta por<strong> JO&Atilde;O JAELSON CHAVES<\/strong>, brasileiro, casado, anistiado pol&iacute;tico, inscrito no CPF\/MF sob o n.&ordm; 013.963.314-68, portador do RG n.&ordm; 123.804 MD, por interm&eacute;dio de advogados habilitados, contra a <strong>UNI&Atilde;O FEDERAL<\/strong>, cujo objeto &eacute; a declara&ccedil;&atilde;o da ilegalidade da Portaria n.&ordm; 3.032\/2012, que anulou a anistia pol&iacute;tica do autor (Portaria n.&ordm; 2.011\/2003) e, conseq&uuml;entemente, o restabelecimento do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, com efeitos financeiros retroativos a contar da suspens&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sustenta o autor, em s&iacute;ntese, como fundamento de sua pretens&atilde;o: a) ter sido incorporado nas fileiras da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira- FAB em momento anterior a 12 de outubro de 1964, sendo licenciado nos termos da Portaria Ministerial n&ordm; 1.104-GM3, de 12 de outubro de 1964 antes mesmo que pudesse completar a estabilidade; b) &agrave; &eacute;poca da sua incorpora&ccedil;&atilde;o, vigia a Portaria n&ordm; 570\/GM3\/54 que permitia aos cabos da FAB adquirirem estabilidade na carreira ap&oacute;s 10 anos de efetivo servi&ccedil;o; c) haver sido anistiado, ap&oacute;s regular processo administrativo, em raz&atilde;o do pac&iacute;fico entendimento do Poder Judici&aacute;rio e da pr&oacute;pria Comiss&atilde;o de Anistia, fato este chancelado pelo Ministro de Estado da Justi&ccedil;a que fez publicar a Portaria n&ordm; 1.104\/64, concessiva da anistia; d) ter passado a receber a repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada; e) foi publicada a <strong>Portaria Interministerial n&ordm; 134\/2011<\/strong> que criou um grupo de trabalho para revisar as anistias, tendo sido instaurado, posteriormente, o processo administrativo anulat&oacute;rio e, ao final, anulou a anistia pol&iacute;tica concedida ao autor, com a conseq&uuml;ente suspens&atilde;o do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica; f) ser ilegal e arbitr&aacute;ria a anula&ccedil;&atilde;o da anistia pol&iacute;tica do autor j&aacute; que a Portaria Ministerial n&ordm; 1104\/GM3-1964 foi um ato de exce&ccedil;&atilde;o; g) inexistir m&aacute;-f&eacute; quando do requerimento e da concess&atilde;o de sua anistia; h) n&atilde;o poder a Administra&ccedil;&atilde;o aplicar retroativamente uma nova interpreta&ccedil;&atilde;o; i) haver deca&iacute;do o direito da administra&ccedil;&atilde;o de revisar o ato administrativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por entender presentes os pressupostos legais, pugna pela concess&atilde;o da tutela antecipada prevista no artigo 273 do C&oacute;digo de Processo Civil, com restabelecimento da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Inicialmente, &eacute; de ser verificado que o pedido em an&aacute;lise n&atilde;o est&aacute; abrangido pelo disposto no &sect;&sect;2&ordm; e 5&ordm;, do art. 7&ordm;, da Lei 12.016\/2009, que veda, entre outros atos, a concess&atilde;o de tutela antecipada contra a Fazenda P&uacute;blica em caso de aumento ou extens&atilde;o de vantagens a servidores p&uacute;blicos ou pagamento de qualquer natureza, uma vez que se trata de pleito de restabelecimento de presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, de anistiado pol&iacute;tico, porquanto tem a natureza substitutiva de proventos de aposentadoria ou pens&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro n&atilde;o &eacute; o entendimento do STF que editou a s&uacute;mula n&ordm; 729:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;A decis&atilde;o na ADC-4 n&atilde;o se aplica a antecipa&ccedil;&atilde;o de tutela em causa de natureza previdenci&aacute;ria&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afastada a veda&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; 12.016\/2009, passa-se a analisar os requisitos da medida de urg&ecirc;ncia requerida pelo autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Havendo fundado receio de dano irrepar&aacute;vel ou de dif&iacute;cil repara&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; o juiz, a requerimento da parte, antecipar os efeitos da tutela, desde que exista prova inequ&iacute;voca suficiente a caracterizar a verossimilhan&ccedil;a das alega&ccedil;&otilde;es (CPC, art.273,I).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3.1.&nbsp; A antecipa&ccedil;&atilde;o de tutela pleiteada tem previs&atilde;o espec&iacute;fica no art. 461, &sect; 3&ordm; do CPC.&nbsp; Expressa o caput do dispositivo que &ldquo;na a&ccedil;&atilde;o que tenha por objeto o cumprimento de obriga&ccedil;&atilde;o de fazer ou n&atilde;o fazer, o juiz conceder&aacute; a tutela espec&iacute;fica da obriga&ccedil;&atilde;o ou, se procedente o pedido, determinar&aacute; provid&ecirc;ncias que assegurem o resultado pr&aacute;tico equivalente ao do adimplemento&rdquo;.&nbsp; J&aacute; o aludido &sect; 3&ordm; exp&otilde;e que &ldquo;sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de inefic&aacute;cia do provimento final, &eacute; l&iacute;cito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou mediante justifica&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via, citado o r&eacute;u. A medida liminar poder&aacute; ser revogada ou modificada, a qualquer tempo, em decis&atilde;o fundamentada&rdquo;.&nbsp; Em outras palavras, autoriza-se a antecipa&ccedil;&atilde;o da tutela inibit&oacute;ria, caso presentes o fumus boni juris e o periculum in mora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como sabido, para a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica suprimir ou reduzir alguma parcela remunerat&oacute;ria de seus servidores dever&aacute;, necessariamente, faz&ecirc;-lo com base em um processo administrativo, que apure irregularidade na sua concess&atilde;o, ressalvando-se o direito do administrado &agrave;s garantias constitucionais da ampla defesa e do contradit&oacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o &eacute; outra a jurisprud&ecirc;ncia do Excelso Supremo Tribunal Federal, positivada nos enunciados n&ordm; 346 e 473 da sua s&uacute;mula:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;A administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pode declarar a nulidade dos seus pr&oacute;prios atos.&rdquo; (Enunciado n&ordm; 346).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;A administra&ccedil;&atilde;o pode anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cios que os tornam ilegais, porque deles n&atilde;o se originam direitos; ou revog&aacute;-los, por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a aprecia&ccedil;&atilde;o judicial.&rdquo; (Enunciado n&ordm; 473).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Direito positivo brasileiro o poder estatal de autotutela n&atilde;o se mostrava submetido a prazos de caducidade, podendo a qualquer tempo invalidar ou reformar seus pr&oacute;prios atos, isso at&eacute; o advento da Lei 9.784, de 29\/1\/1999, que passou a regular de modo geral o &ldquo;processo administrativo no &acirc;mbito da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal&rdquo;, fixando, finalmente, prazo decadencial do dever-poder de autotutela da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Art. 53. A Administra&ccedil;&atilde;o deve anular seus pr&oacute;prios atos, quando eivados de v&iacute;cio de legalidade, e pode revog&aacute;-los por motivo de conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Art. 54. O direito da Administra&ccedil;&atilde;o de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favor&aacute;veis para os destinat&aacute;rios decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada m&aacute;-f&eacute;.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>&sect; 1&ordm; No caso de efeitos patrimoniais cont&iacute;nuos, o prazo de decad&ecirc;ncia contar-se-&aacute; da percep&ccedil;&atilde;o do primeiro pagamento.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 2&ordm; Considera-se exerc&iacute;cio do direito de anular qualquer medida de autoridade administrativa que importe impugna&ccedil;&atilde;o &agrave; validade do ato&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De um r&aacute;pido estudo da quest&atilde;o jur&iacute;dica trazida a exame, em cotejo com a documenta&ccedil;&atilde;o apresentada aos autos, parece-me, &agrave; primeira vista, que se operou a decad&ecirc;ncia. &Eacute; que o autor foi intimado da instaura&ccedil;&atilde;o de processo de anula&ccedil;&atilde;o da Portaria Ministerial n&ordm; 2.011\/2003, que lhe concedeu a condi&ccedil;&atilde;o de anistiado, em 08 de fevereiro de 2012, quando j&aacute; havia transcorrido mais de 05 anos, contados da data do in&iacute;cio da percep&ccedil;&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, ocorrida em 28\/11\/2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ademais, se afigura, em princ&iacute;pio, ter o autor recebido as parcelas mensais de boa f&eacute; at&eacute; o dia em que foi intimado da suposta irregularidade, quando j&aacute; consumada a decad&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, consumado o prazo decadencial e n&atilde;o havendo prova de fraude ou m&aacute;-f&eacute; no ato, &eacute; de ser afastada a suspens&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, institu&iacute;da pela Lei n&ordm; 10.559\/02, concedida ao autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, vislumbra-se o fumus bonis iuris, requisito indispens&aacute;vel para o deferimento da medida de urg&ecirc;ncia pretendida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3.2. De igual modo, tenho como presente o perigo da demora. Aguardar o julgamento final da lide para impedir a suspens&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, poder&aacute; implicar em preju&iacute;zos de dif&iacute;cil repara&ccedil;&atilde;o, considerando a natureza alimentar da verba.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Posto isso, <strong>defiro a liminar<\/strong>, pelo que determino o restabelecimento do pagamento da presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada (Lei n&ordm; 10.559\/02), at&eacute; julgamento final desta a&ccedil;&atilde;o, sob pena de multa di&aacute;ria de R$ 500,00 (quinhentos reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Defiro a prioridade de tramita&ccedil;&atilde;o dos atos e dilig&ecirc;ncias processuais (art. 1.211-A do CPC c\/c o art. 71 da Lei n. 10.741, de 1.10.2003), bem como os benef&iacute;cios da assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria gratuita (art. 3&ordm; da Lei 1.060\/1950), n&atilde;o se lhe(s) aplicando o prazo em dobro nem a intima&ccedil;&atilde;o pessoal, porque o(a) seu(sua) advogado(a) n&atilde;o &eacute; defensor p&uacute;blico ou titular de cargo equivalente, como exige o art. 5&ordm;, &sect; 5&ordm;, da Lei 1.060\/1950.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cite-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Publique-se. Intime-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recife, 06 de fevereiro de 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nilc&eacute;a Maria Barbosa Maggi<br \/>\n\tJuiza Federal &#8211; 5&ordf; Vara<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color:#800000;\"><strong>* Grifos e negritos nossos.<\/strong><\/span><\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" style=\"width:100.0%;\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width:5.0%;\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/assinaturadigital.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-15746\" height=\"64\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/assinaturadigital.gif\" title=\"assinaturadigital\" width=\"55\" \/><\/a><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width:80.0%;\">\n<p>Assinado eletronicamente. A Certifica&ccedil;&atilde;o Digital pertence a:<br \/>\n\t\t\t\t\t<strong>NILC&Eacute;A MARIA BARBOSA MAGGI<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pje.jfpe.jus.br\/pje\/Processo\/ConsultaDocumento\/listView.seam\">https:\/\/pje.jfpe.jus.br\/pje\/Processo\/ConsultaDocumento\/listView.seam<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/BV300x963.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-15820\" height=\"96\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/BV300x963.jpg\" title=\"BV300x96\" width=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<p>O-O-O-O-O-O-O<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caros FABIANOS, Ap&oacute;s a decis&atilde;o do TRF da 5&ordf; Regi&atilde;o que concedeu a liminar para restaurar a anistia de Edson Jos&eacute; da Cruz, agora foi a vez da 5&ordf; Vara Federal de Pernambuco que, em car&aacute;ter de urg&ecirc;ncia, concedeu a liminar para restabelecer a anistia de JO&Atilde;O JAELSON CHAVES. 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