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{"id":15372,"date":"2013-01-28T15:58:46","date_gmt":"2013-01-28T18:58:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=15372"},"modified":"2013-01-29T00:04:00","modified_gmt":"2013-01-29T03:04:00","slug":"a-genese-da-portaria-1-104gm3-o-problema-dos-cabos-e-as-pretensoes-descabidas-ate-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2013\/01\/a-genese-da-portaria-1-104gm3-o-problema-dos-cabos-e-as-pretensoes-descabidas-ate-hoje\/","title":{"rendered":"A g\u00eanese da PORTARIA 1.104\/GM3 &#8211; \u201co problema dos Cabos\u201d e &#8220;as pretens\u00f5es descabidas&#8221; &#8230; at\u00e9 hoje!"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><strong><u><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/g\u00eaneses-430x359.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-15445\" height=\"345\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/g\u00eaneses-430x359.jpg\" title=\"g\u00eaneses-430x359\" width=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/g\u00eaneses-430x359.jpg 430w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/g\u00eaneses-430x359-300x240.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/a><\/u><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><u>A G&Ecirc;NESE DA PORTARIA 1.104\/GM3<\/u><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><u>BREVE HIST&Oacute;RICO<\/u><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Ato Institucional n&ordm; 01 (trechos):<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;A revolu&ccedil;&atilde;o vitoriosa se investe no exerc&iacute;cio do Poder Constituinte. Este se manifesta pela elei&ccedil;&atilde;o popular ou pela revolu&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><u>&ldquo;Assim, a revolu&ccedil;&atilde;o vitoriosa, como Poder Constituinte, se legitima por si mesma&rdquo;.<\/u><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;O presente Ato institucional s&oacute; poderia ser editado pela revolu&ccedil;&atilde;o vitoriosa&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><u>&ldquo;&#8230;s&oacute; a esta cabe ditar as normas e os processos de constitui&ccedil;&atilde;o do novo governo e atribuir-lhe os poderes ou os instrumentos jur&iacute;dicos que lhe assegurem o exerc&iacute;cio do Poder no exclusivo interesse do Pais.&rdquo;<\/u><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><u>&ldquo;&#8230;a revolu&ccedil;&atilde;o<\/u> n&atilde;o procura legitimar-se atrav&eacute;s do Congresso. <u>Este &eacute; que recebe deste Ato Institucional, resultante do exerc&iacute;cio do Poder Constituinte, inerente a todas as revolu&ccedil;&otilde;es, a sua legitima&ccedil;&atilde;o<\/u>.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;Ficam suspensas, por 6 (seis) meses, as garantias constitucionais ou legais de vitaliciedade e estabilidade.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><u>O controle jurisdicional<\/u> desses atos limitar-se-&aacute; ao exame de formalidades extr&iacute;nsecas, <u>vedada a aprecia&ccedil;&atilde;o dos fatos que o motivaram<\/u>, <u>bem como da sua conveni&ecirc;ncia ou oportunidade.<\/u><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 141.6pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><u>REIVINDICA&Ccedil;&Otilde;ES DE MILITARES<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Espelhados nos direitos dos trabalhadores em se manifestarem atrav&eacute;s de associa&ccedil;&otilde;es e sindicatos, militares da Marinha e da For&ccedil;a A&eacute;rea, por caminhos diversos se manifestaram. Os primeiros atrav&eacute;s de um Motim e os ultimos atrav&eacute;s da cria&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o de Cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong><u>MOTIM NA MARINHA:<\/u><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em decorr&ecirc;ncia do Motim de militares da Marinha onde mais de um milhar deles compareceram ao Sindicado dos Metal&uacute;rgicos demonstrando, segundo o Comando da Marinha, desrespeito a hierarquia militar, foi elaborada a <strong>Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos 138<\/strong>, de 21 de agosto de 1964.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 36pt;\">&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\" value=\"2\"><strong><u>CRIA&Ccedil;&Atilde;O DA ACAFAB<\/u><\/strong>:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No turbilh&atilde;o daquele momento dif&iacute;cil da hist&oacute;ria do Brasil, cabos da FAB criaram uma Associa&ccedil;&atilde;o com o objetivo de reivindicar alguns direitos, dentre eles os de casar, votar e ter o corte de cabelo diferenciado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa atitude contrariava a legisla&ccedil;&atilde;o militar e era uma afronta &agrave; hierarquia e a disciplina o que, somadas &agrave;s movimenta&ccedil;&otilde;es tidas como subversivas, fizeram com este epis&oacute;dio fosse conhecido como &ldquo;<strong>o problema dos cabos<\/strong>&rdquo;, que veio a dar origem a um estudo consoante os ditames do <strong>Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/strong>, do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica, abaixo transcrito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Naquele documento fica estampada claramente a motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica quando em seu <strong>item VI<\/strong>, diz o seguinte, verbis:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 212.4pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;VI <strong>&ndash; <u>O denominado &ldquo;problema dos cabos<\/u><\/strong><u>&rdquo;<\/u> n&atilde;o decorre do n&uacute;mero existente, porque este &eacute; o previsto nos Quadros de Distribui&ccedil;&atilde;o de Pessoal (QDP), organizados pelo Estado-Maior e aprovado pelo Ministro. Tamb&eacute;m, nada h&aacute; de ilegal no fato de haver cabos com muitos anos de servi&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 212.4pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong>Quando o n&uacute;mero destes tende a aumentar, ou quando n&atilde;o h&aacute; uma renova&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua desses graduados &eacute; que surgem as pretens&otilde;es descabidas<\/strong>&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota-se que n&atilde;o era por conta do excesso de contingente e nem pel tempo de servi&ccedil;o, mas pelo &ldquo;<strong>problema dos cabos<\/strong>&rdquo; decorrentes da cria&ccedil;&atilde;o da <strong>ACAFAB<\/strong>. E isso est&aacute; evidente quando diz ainda naquele <strong>item VI<\/strong> que quando o n&uacute;mero daqueles (Cabos) aumentava e n&atilde;o havia renova&ccedil;&atilde;o, surgiam, em decorr&ecirc;ncia as <span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong><u>PRETEN&Ccedil;&Otilde;ES DESCABIDAS<\/u><\/strong><\/span>,&nbsp; ou seja, as reivindica&ccedil;&otilde;es que eram proibidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Agrave; essa Associa&ccedil;&atilde;o se filiaram centenas de cabos e o ideal que ela abra&ccedil;ava se propagou entre a tropa, com reflexo nas tr&ecirc;s For&ccedil;as. Era, na verdade, motivo de preocupa&ccedil;&atilde;o dado o momento pol&iacute;tico do pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os Atos Administrativos ou n&atilde;o, praticados durante o Regime Militar, eram inspirados no <strong>Ato Institucional n&ordm; 01<\/strong> e nos que o sucederam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os militares havia duas formas de exercitar o &ldquo;Poder Constituinte&rdquo;:&nbsp; pela elei&ccedil;&atilde;o popular ou pela revolu&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Eles optaram pela Revolu&ccedil;&atilde;o dizendo que esta se legitimava por si mesma e que s&oacute; a ela cabia editar normas e os processo de constitui&ccedil;&atilde;o do novo governo e atribuir-lhe os poderes ou <strong>OS<\/strong> <strong>INSTRUMENTOS JUR&Iacute;DICOS<\/strong> que lhe assegurassem o exerc&iacute;cio do Poder no exclusivo interesse do Pa&iacute;s, conforme pensavam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela, a Revolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tinha que se legitimar perante o Congresso, este sim, deveria se submeter aos seus interesses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Revolu&ccedil;&atilde;o suspendeu as garantias constitucionais ou legais de <strong>vitaliciedade<\/strong> e <strong>estabilidade <\/strong>e isso foi se prorrogando no tempo, de sorte que durante os anos de chumbo, esses institutos ficaram prejudicados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estes atos arbitr&aacute;rios n&atilde;o poderiam ser apreciados e nem tampouco a sua conveni&ecirc;ncia ou oportunidade, ou seja, n&atilde;o havia a quem recorrer. O Judici&aacute;rio se calava e foi impedido de se manifestar de forma contr&aacute;ria ao pensamento da Revolu&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A manifesta&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tiva por direitos iguais aos dos civis era vista como uma afronta ao regime militar e considerada como ato subversivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para combater esses movimentos reivindicat&oacute;rios e\/ou de surgiram no &acirc;mbito das For&ccedil;as Armadas, <strong><u>os primeiros Atos de Exce&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do&nbsp; Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04 do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica e da Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos n&ordm; 138<\/u><\/strong> da Marinha, ambos com lastro no Ato Institucional n&ordm; 01, que dava ao Comando da Revolu&ccedil;&atilde;o plenos direitos para edit&aacute;-los.<\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>TRANSCRI&Ccedil;&Atilde;O DA EXPOSI&Ccedil;&Atilde;O DE MOTIVOS N&ordm; 138, DE 21 DE AGOSTO DE 1964<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o<\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong><span style=\"background-color:#d3d3d3;\">Clique sobre a imagem do Documento para ampliar <\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-EM138_495x723.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15430\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-EM138_495x723-308x450.jpg\" title=\"1-EM138_495x723\" width=\"308\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-EM138_495x723-308x450.jpg 308w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-EM138_495x723-205x300.jpg 205w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-EM138_495x723.jpg 495w\" sizes=\"auto, (max-width: 308px) 100vw, 308px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2-EM138_495x723.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15431\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2-EM138_495x723-315x450.jpg\" title=\"2-EM138_495x723\" width=\"315\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2-EM138_495x723-315x450.jpg 315w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2-EM138_495x723-210x300.jpg 210w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2-EM138_495x723.jpg 523w\" sizes=\"auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3-EM138_495x723.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15432\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3-EM138_495x723-308x450.jpg\" title=\"3-EM138_495x723\" width=\"308\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3-EM138_495x723-308x450.jpg 308w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3-EM138_495x723-205x300.jpg 205w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3-EM138_495x723.jpg 495w\" sizes=\"auto, (max-width: 308px) 100vw, 308px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\">o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o<\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>REPRODU&Ccedil;&Atilde;O DO OF&Iacute;CIO RESERVADO N&ordm; 04, DE SETEMBRO DE 1964 (MICROFILMADO)<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o<\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong><span style=\"background-color:#d3d3d3;\">Clique sobre a imagem para abrir e ampliar o Documento <\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1.OFICIO-RESERVADO-N\u00ba-04-de-04-de-setembro-de-1964-MICROFILMADO.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15434\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-OFICIO-RESERVADO-04_495x763-291x450.jpg\" title=\"1-OFICIO-RESERVADO-04_495x763\" width=\"291\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-OFICIO-RESERVADO-04_495x763-291x450.jpg 291w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-OFICIO-RESERVADO-04_495x763-194x300.jpg 194w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-OFICIO-RESERVADO-04_495x763.jpg 495w\" sizes=\"auto, (max-width: 291px) 100vw, 291px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\">o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o<\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>TRANSCRI&Ccedil;&Atilde;O DO OF&Iacute;CIO RESERVADO N&ordm; 04, DE SETEMBRO DE 1964<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">OF&Iacute;CIO 04&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rio de Janeiro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; setembro de 1964<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 262.25pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">Do: Presidente do Grupo de Trabalho&nbsp;constitu&iacute;do pela Portaria n&ordm; 16, de 14 de janeiro de 1964, modificada pela de n&ordm; 140, de 25 de fevereiro de 1964.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 262.25pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">Ao: Excel&ecirc;nt&iacute;ssimo Sr Ministro da Aeron&aacute;utica, por interm&eacute;dio do Estado-Maior da Aeron&aacute;utica<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assunto: Perman&ecirc;ncia no Servi&ccedil;o Ativo&nbsp; de Pra&ccedil;as do C.P.S. Era<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Anexo: Estudo com minutas de Decreto, Portaria, Instru&ccedil;&otilde;es e Aviso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 269.35pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I&nbsp; &#8211; Apresento a Vossa Excel&ecirc;ncia o Estudo do Grupo de Trabalho, que sob minha presid&ecirc;ncia, foi constitu&iacute;do para <strong><u>rever e atualizar<\/u><\/strong> <u>as instru&ccedil;&otilde;es aprovadas pela <strong>Portaria n&ordm; 570\/GM3<\/strong>,<\/u> datada de 23 de novembro de 1954, que disp&otilde;e sobre a perman&ecirc;ncia de pra&ccedil;as no servi&ccedil;o ativo da Aeron&aacute;utica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II &ndash; A ultima&ccedil;&atilde;o do trabalho demandou delonga compreens&iacute;vel, tanto pela necessidade de substitui&ccedil;&atilde;o de membros do Grupo, como pelas numerosas disposi&ccedil;&otilde;es a serem consultadas. Al&eacute;m disso foi feita uma consulta ao Estado-Maior da Aeron&aacute;utica para o estabelecimento dos crit&eacute;rios a serem seguidos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III &ndash; O Grupo de Trabalho sem perder de vista o interesse do servi&ccedil;o da Aeron&aacute;utica, e colocando-o em primeiro plano, examinou as solu&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis e apresenta como a&ccedil;&atilde;o recomendada as minutas de Decreto, Portaria, Instru&ccedil;&otilde;es e Aviso, que se baixados, dar&atilde;o forma &agrave;s provid&ecirc;ncias julgadas mais adequadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV &ndash; No (&#8230;ileg&iacute;vel) da perman&ecirc;ncia de pra&ccedil;as no servi&ccedil;o ativo, <u>o Grupo de Trabalho dedicou especial aten&ccedil;&atilde;o &agrave; situa&ccedil;&atilde;o dos cabos com mais de 08 (oito) anos de servi&ccedil;o<\/u> e, em consequ&ecirc;ncia prop&ocirc;e provid&ecirc;ncias que possam estimul&aacute;-los ao ingresso na Escola de Especialistas, mediante uma toler&acirc;ncia de idade, a vigorar nos pr&oacute;ximos 02 (dois) anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para que n&atilde;o tornemos a contar com muitos cabos com muitos anos de servi&ccedil;o sem possibilidade de acesso, a provid&ecirc;ncia julgada adequada (ileg&iacute;vel&#8230;) prorroga&ccedil;&otilde;es de tempo de servi&ccedil;o (&#8230;.ileg&iacute;vel) oito anos de perman&ecirc;ncia contados desde a inicia&ccedil;&atilde;o nas fileiras da FAB.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dessa maneira resulta uma fase de transi&ccedil;&atilde;o que cogita dos cabos de 6 at&eacute; 8 anos (menos de) na data dos atos apresentados.&nbsp; A esses, de par com a toler&acirc;nciad de idade para a matr&iacute;cula na EEAer (Escola de Especialistas), se conceder&atilde;o 2 (dois) anos para a permanc&ecirc;ncia em servi&ccedil;o, findos os quais, dever&atilde;o ser licenciados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V &ndash; O tempo de servi&ccedil;o tomado como base foi o de 8 (oito) anos, por que os cabos nessa situa&ccedil;&atilde;o j&aacute;, for&ccedil;osamente, ultrapassaram a idade, ainda em vigor, de 25 anos, para ingresso na EEAer. No momento, o ingresso nas fileiras se faz aos 18 anos &#8211; e 8 (oito) anos depois &ndash; j&aacute; o militar ultrapassou a idade de matr&iacute;cula naquela Escola.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI <strong>&ndash; <u>O denominado &ldquo;problema dos cabos<\/u><\/strong><u>&rdquo;<\/u>&nbsp; n&atilde;o decorre do n&uacute;mero existente, porque este &eacute; o previsto nos Quadros de Distribui&ccedil;&atilde;o de Pessoal (QDP), organizados pelo Estado-Maior e aprovado pelo Ministro. Tamb&eacute;m, nada h&aacute; de ilegal no fato de haver cabos com muitos anos de servi&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Quando o n&uacute;mero destes tende a aumentar, ou quando n&atilde;o h&aacute; uma renova&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua desses graduados &eacute; que surgem as pretens&otilde;es descabidas<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII &ndash; Sugerindo uma fase transit&oacute;ria, com uma toler&acirc;ncia de idade para matr&iacute;cula na EEAer, pretendemos aproveitar o trabalho desses subalternos at&eacute; que completem o tempo de servi&ccedil;o m&iacute;nimo para a inatividade, em situa&ccedil;&atilde;o melhor, isto &eacute;, como Sargentos desde que para essa gradua&ccedil;&atilde;o satisfa&ccedil;am as condi&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas exigidas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa provid&ecirc;ncia nos pareceu justa e exequ&iacute;vel. &Eacute; natural que muitos deles com o passar dos anos tenham agora os conhecimentos que lhes faltavam quando podiam inscrever-se para o concurso da Escola. Essa toler&acirc;ncia de idade &eacute; uma medida compensadora pelos anos de servi&ccedil;os prestados pelos mais antigos, ao mesmo tempo, compila os que tem de 6 a 8 anos a se prepararem para o exame, antes de serem licenciados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VIII &ndash; Quando se conceder toler&acirc;ncia aos mais idosos, os mais novos ficam abrangidos. Nesse caso, para que a fase transit&oacute;ria fosse determinada, sugerimos que os cabos pudessem se matricular na Escola at&eacute; a idade de 35 anos, nos anos de 1965 a 1966.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>A fixa&ccedil;&atilde;o da idade de 35<\/strong> anos resultou do exame do tempo &uacute;til m&iacute;nimo em que poderia servir ap&oacute;s o curso. Se ingressasse na FAB com 18 anos, o cabo que tem 35 anos, conta 17 anos de servi&ccedil;o. Se a dura&ccedil;&atilde;o do curso &eacute; de 2 (dois) anos, ser&aacute; graduado 3&ordm; Sargento com 19 anos de servi&ccedil;o. Restam-lhe, pois,&nbsp; 6 anos antes de completar os 25 exigidos para o ingresso na reserva. Esses 6 anos se reduzir&atilde;o a 5 caso conte com licen&ccedil;a-especial n&atilde;o gozada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas 5 anos &eacute; a m&eacute;dia de interst&iacute;cio do 3&ordm; Sargento. &Eacute;, pois, pouco prov&aacute;vel, que na gradua&ccedil;&atilde;o em v&eacute;spera de promo&ccedil;&atilde;o venha a solicitar transfer&ecirc;ncia para a inatividade, quando, al&eacute;m do mais, se esfor&ccedil;ou para galgar a gradua&ccedil;&atilde;o que ter&aacute;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N&atilde;o nos pareceu que haja inconveniente de que seja sargentos at&eacute; o fim da carreira, em lugar de permanecerem como cabos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; H&aacute; a considerar ainda que, se o tempo que lhes resta de servi&ccedil;o &eacute; relativamente curto, ap&oacute;s o curso, isso n&atilde;o &eacute; uma provid&ecirc;ncia definitiva, vez que vigorar&aacute; apenas para aqueles que por seu trabalho (&#8230;ileg&iacute;vel) e esfor&ccedil;o o mereceram.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IX &ndash; Conforme se v&ecirc; do trabalho que ora apresento a Vossa Excel&ecirc;ncia, foi necessario&nbsp; propor altera&ccedil;&atilde;o das idades de matr&iacute;cula na EEAer, de modo a coorden&aacute;-las com os tempos de servi&ccedil;o que ser&atilde;o deferidos aos cabos e soldados. Ao mesmo tempo, em fases da legisla&ccedil;&atilde;o em vigor, fica sugerido que os cabos e soldados de 1&ordf;. Classe possuidores do CFC n&atilde;o percam a situa&ccedil;&atilde;o hier&aacute;rquica anterior, quando matriculados na EEAer.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Cabos &eacute; o primeiro degrau de especializa&ccedil;&atilde;o existente na Aeron&aacute;utica. Se quem faz o CFC n&atilde;o perde vencimentos, quando matriculados na EEAer,&nbsp; os cursos ficam valorizados e &eacute; de esperar-se que os soldados a eles acorram, resultando disso a eleva&ccedil;&atilde;o de n&iacute;vel geral de instru&ccedil;&atilde;o das pra&ccedil;as.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N&acirc;o propusemos que <u>todos os militares<\/u> conservem seus vencimentos anteriores, quando alunos, porque os n&atilde;o possuidores do CFC n&atilde;o podem reenganjar. Esses, ficou previsto que devem ser licenciados ao completar 4 (quatro) anos no m&aacute;ximo, desde a inclus&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por outro lado, os n&atilde;o possuidores do CFC &ndash; caso consigam ingressar na EEAer, est&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o id&ecirc;ntica a de qualquer candidato civil, isto &eacute;, sem serem possuidores dos conhecimentos para as especialidades militares.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim n&atilde;o nos pareceu que pelo simples fato de serem militares devam conservar os vencimentos anteriores. Essa vantagem deve ser o pr&ecirc;mio ao esfor&ccedil;o e est&iacute;mulo aos que podem servir na gradua&ccedil;&atilde;o acima.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; X &ndash; As instru&ccedil;&otilde;es a vigorarem para as prorroga&ccedil;&otilde;es de tempo de servi&ccedil;o pareceu-nos que devem denominar-se <strong>&ldquo;Instru&ccedil;&otilde;es para prorroga&ccedil;&atilde;o do Servi&ccedil;o Militar<\/strong>, etc. em lugar do &ldquo;<strong>Instru&ccedil;&otilde;es para Perman&ecirc;ncia,<\/strong> etc.&rdquo;, como disp&otilde;e a Portaria ainda em vigor, porque com tal denomina&ccedil;&atilde;o melhor se harmoniza com o termo da nova Lei do Servi&ccedil;o Militar, recentemente sancionada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; XI &ndash; Deixamos de referir-nos a outros pormenores dos atos ora propostos a Vossa Excel&ecirc;ncia por serem eles autoelucidativos e, outros, por estarem esclarecidos nos estudos feitos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; XII &ndash; <strong>Resta esclarecer a Vossa Excel&ecirc;ncia que o Grupo de Trabalho contou com a colabora&ccedil;&atilde;o de oficiais do Estado-Maior, da Diretoria de Ensino, e Diretoria de Pessoal e que as conclus&otilde;es em forma de minuta representam o ponto-de-vista daqueles &Oacute;rg&atilde;os.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Brigadeiro-do-Ar Miguel Lampert<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Presidente do Grupo de Trabalho<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">(finda a transcri&ccedil;&atilde;o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;)<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diante dessa transcri&ccedil;&atilde;o fica claro e evidente que a Portaria 1.104GM3\/64, editada&nbsp; em 12 de outubro de 1964 &#8211; menos de um m&ecirc;s ap&oacute;s a conclus&atilde;o constante do <strong>Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/strong> &ndash; foi gerada por <strong>EXPEDIENTE RESERVADO<\/strong>, objetivando solucionar o &ldquo;<strong>problema dos cabos<\/strong>&rdquo;, tidos como subversivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com base em todo o ocorrido e sendo os fatos anteriormente narrados do conhecimento das autoridades p&uacute;blicas, notadamente aquelas que militavam na &aacute;rea dos direitos humanos, come&ccedil;aram a surgir movimentos reivindicando a Anistia Pol&iacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A primeira dessas Leis, a de n&ordm; <strong>6.683 <\/strong>foi promulgada em 28 de agosto de 1979, Regulamentada pelo&nbsp;<strong>Decreto 84.143\/79<\/strong>, ainda no governo do Presidente Jo&atilde;o Figueiredo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A segunda, a de n&ordm; <strong>8.878 <\/strong>foi promulgada em 11 de maio de 1994, no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tendo em vista que ainda haviam pend&ecirc;ncias em rela&ccedil;&atilde;o a cidad&atilde;os perseguidos pelo Regime Militar, surgiu a Lei 10.559\/2002, com a finalidade de regulamenta o Art. 8&ordm; da ADCT, no sentido de se promover uma anistia ampla, geral e irrestrita. Num primeiro momento foi editada a Medida Provis&oacute;ria n&ordm; 2.151\/2001, reeditada tr&ecirc;s (3) vezes, depois revogada pela Medida Provis&oacute;ria n&ordm; 65\/2002 que foi transformada na Lei 10.559\/2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(MP n&ordm; 2.151\/2001<\/strong>, de 31\/05\/2001, reeditada pela <strong>MP n&ordm; 2.151-1<\/strong>, de 28\/06\/2001, reeditada pela <strong>MP n&ordm; 2.151-2<\/strong>, de 27\/07\/2001, reeditada pela <strong>MP n&ordm; 2.151-3<\/strong>, de 24\/08\/2001, revogada pela <strong>MP n&ordm; 65\/2002<\/strong>, de 28\/08\/2002, que foi convertida na Lei n.&ordm; 10.559, de 13NOV2002.)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Durante os estudos para se chegar a Lei definitiva v&aacute;rias Emendas de Deputados foram apresentadas e tamb&eacute;m a Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos a seguir, onde em seu item 5, terceiro par&aacute;grafo consta o seguinte, verbis:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 177pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;Na sequ&ecirc;ncia, e finalizando o Cap&iacute;tulo, o anteprojeto assegura direitos aos atingidos pela Portaria 1.104 do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica de 12 de outubro de 1964, que se fundamenta no Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04 de setembro de 1964 e pela Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos n. 138, de 21 de agosto de 1964, sem preju&iacute;zo de outros atos considerados pela Comiss&atilde;o.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Hoje, muitos dos que contestam direitos dos perseguidos pol&iacute;ticos decorrentes da Portaria 1.104GM3\/64, desconhecem o &ldquo;<strong>Esp&iacute;rito da Lei<\/strong>&rdquo; de que estavam embu&iacute;dos aqueles que participaram de sua constru&ccedil;&atilde;o e o pr&oacute;prio Legislador, desconhecendo, inclusive, o narrado no par&aacute;grafo anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>EXPOSI&Ccedil;&Atilde;O DE MOTIVOS 146 DO MINIST&Eacute;RIO DA JUSTI&Ccedil;A<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong><span style=\"background-color:#d3d3d3;\">Clique sobre a imagem do Documento para ampliar<\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15423\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-318x450.png\" title=\"1\" width=\"318\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-318x450.png 318w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1-212x300.png 212w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/1.png 1081w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15424\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2-318x450.png\" title=\"2\" width=\"318\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2-318x450.png 318w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2-212x300.png 212w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/2.png 1081w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15425\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3-318x450.png\" title=\"3\" width=\"318\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3-318x450.png 318w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3-212x300.png 212w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/3.png 1081w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/4.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15426\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/4-318x450.png\" title=\"4\" width=\"318\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/4-318x450.png 318w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/4-212x300.png 212w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/4.png 1081w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/5.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15427\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/5-318x450.png\" title=\"5\" width=\"318\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/5-318x450.png 318w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/5-212x300.png 212w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/5.png 1081w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/6.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-large wp-image-15428\" height=\"450\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/6-318x450.png\" title=\"6\" width=\"318\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/6-318x450.png 318w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/6-212x300.png 212w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/6.png 1081w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><strong>o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na sequ&ecirc;ncia veio a Lei 10.559\/2002, que regulamenta o Art. 8 da ADCT e deixa bem claro, entre outros, os dispositivos citados no <strong>Art. 2&ordm;, itens I e XI,<\/strong> a seguir, <strong>verbis:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 177pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">Art.&nbsp;2<u><sup>o<\/sup><\/u> S&atilde;o declarados anistiados pol&iacute;ticos aqueles que, no per&iacute;odo de 18 de setembro de 1946 at&eacute; 5 de outubro de 1988, por motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, foram:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 177pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">I&nbsp;&#8211;&nbsp;atingidos por atos institucionais ou complementares, ou de exce&ccedil;&atilde;o na plena abrang&ecirc;ncia do termo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">(&#8230;)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 177pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">XI&nbsp;&#8211;&nbsp;desligados, licenciados, expulsos ou de qualquer forma compelidos ao afastamento de suas atividades remuneradas, ainda que com fundamento na legisla&ccedil;&atilde;o comum, ou decorrente de expedientes oficiais sigilosos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">F&aacute;cil de se notar que nesses dois itens est&atilde;o claramente demonstrados os motivos constantes do <strong>Ato Institucional n&ordm; &nbsp;I<\/strong>, bem como a presen&ccedil;a antecessora &agrave; Portaria 1.104GM3\/64, dos expedientes sigilosos: &nbsp;<strong>EM 138<\/strong> e o <strong>Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Claro est&aacute; no item XI, o licenciamento &ndash; atrav&eacute;s da Portaria 1.104\/64 &ndash; decorrente de expedientes sigilogos (<strong>EM 138<\/strong> e <strong>Of&iacute;cio Reservado 04<\/strong>) &#8211; objetivando <strong>&ldquo;resolver o problema dos Cabos&rdquo;<\/strong> que quando em grande n&uacute;mero e sem renova&ccedil;&atilde;o no quadro, <strong>faziam reivindica&ccedil;&otilde;es descabidas<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E foi com base em tudo isso que se procedeu ao estudo concreto dos fatos chegando-se a elabora&ccedil;&atilde;o da S&uacute;mula Administrativa 2002.07.0003, a seguir:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TRANSCRI&Ccedil;&Atilde;O DA S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA N&ordm; 2002.07.0003\/CA, APROVADA PELO PLEN&Aacute;RIO DA COMISS&Atilde;O DE ANISTIA NO DIA 16 DE JULHO DE 2002 E EM VIGOR AT&Eacute; A PRESENTE DATA VEZ QUE N&Atilde;O FOI REVOGADA.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 177pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;A Portaria n&ordm;. 1.104, de 12 de outubro de 1964, expedida pelo Senhor Ministro de Estado da Aeron&aacute;utica, &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diante de todo o exposto, os votos constantes de cada processo se fundamentaram nos fatos anteriormente narrados e, em seguida, foram encaminhados ao Ministro da Justi&ccedil;a que determinou a imediata publica&ccedil;&atilde;o no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, transformando todo o processo em Ato Jur&iacute;dico Perfeito e Acabado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enquanto durou o per&iacute;odo de Exce&ccedil;&atilde;o, todo o questionamento feito em torno desses Atos de Exce&ccedil;&atilde;o passaram ao largo. N&acirc;o havia a quem recorrer. O Judici&aacute;rio estava sufocado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com o fim desse per&iacute;odo, semelhante ao da &ldquo;<strong>Inquisi&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo;, come&ccedil;ou a abertura e a normaliza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para que os brasileiros pudessem conviver em paz surgiu, no governo Jo&atilde;o Figueiredo, o movimento por uma anistia <strong>ampla<\/strong>, <strong>geral <\/strong>e <strong>irrestrita<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foram promulgadas as<strong> Leis 6.683<\/strong>, de 28 de agosto de 1979, pelo Presidente Figueiredo e <strong>Lei 8.878<\/strong>, promulgada pelo Congresso Nacional em 11 de maio de 1994 e, por &uacute;ltimo, a <strong>Lei 10.559\/2002<\/strong>, tratando de forma geral e abrangente as pend&ecirc;ncias relativas a todas as persegui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas ocorridas no per&iacute;odo de 1946 a 1988.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988, trouxe em seus Art. 8&ordm; da ADCT, a seguinte determina&ccedil;&atilde;o legal, <strong>verbis<\/strong>:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;<span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">Art.&nbsp;8&ordm;&nbsp;<strong>&#8211;&nbsp;<\/strong>&Eacute; concedida anistia aos que, no per&iacute;odo de 18 de setembro de 1946 at&eacute; a data da promulga&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o, foram atingidos, em decorr&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, por atos de exce&ccedil;&atilde;o, institucionais ou complementares, aos que foram abrangidos pelo Decreto Legislativo n&ordm; 18, de 15 de dezembro de 1961, e aos atingidos pelo Decreto-Lei n&ordm; 864, de 12 de setembro de 1969, asseguradas as promo&ccedil;&otilde;es, na inatividade, ao cargo, emprego, posto ou gradua&ccedil;&atilde;o a que teriam direito se estivessem em servi&ccedil;o ativo, obedecidos os prazos de perman&ecirc;ncia em atividade previstos nas leis e regulamentos vigentes, respeitadas as caracter&iacute;sticas e peculiaridades das carreiras dos servidores p&uacute;blicos civis e militares e observados os respectivos regimes jur&iacute;dicos&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Carta Magna, ainda em seu Art. 48, estabelece, <strong>verbis:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a san&ccedil;&atilde;o do Presidente da Rep&uacute;blica, n&atilde;o exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as mat&eacute;rias de compet&ecirc;ncia da Uni&atilde;o, especialmente sobre:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">I &#8211; sistema tribut&aacute;rio, arrecada&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de rendas;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">II &#8211; plano plurianual, diretrizes or&ccedil;ament&aacute;rias, or&ccedil;amento anual, opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito, d&iacute;vida p&uacute;blica e emiss&otilde;es de curso for&ccedil;ado;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">III &#8211; fixa&ccedil;&atilde;o e modifica&ccedil;&atilde;o do efetivo das For&ccedil;as Armadas;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">IV &#8211; planos e programas nacionais, regionais e setoriais de desenvolvimento;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">V &#8211; limites do territ&oacute;rio nacional, espa&ccedil;o a&eacute;reo e mar&iacute;timo e bens do dom&iacute;nio da Uni&atilde;o;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">VI &#8211; incorpora&ccedil;&atilde;o, subdivis&atilde;o ou desmembramento de &aacute;reas de Territ&oacute;rios ou Estados, ouvidas as respectivas Assembl&eacute;ias Legislativas;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">VII &#8211; transfer&ecirc;ncia tempor&aacute;ria da sede do Governo Federal;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 106.2pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VIII &#8211; concess&atilde;o de anistia;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, o Congresso Nacional, atrav&eacute;s da Lei 10.559\/2002, delegou ao Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, auxiliado pela Comiss&atilde;o de Anistia a compet&ecirc;ncia para analisar e julgar os processos de anistia e, sendo assim, s&oacute; e somente s&oacute;, esse &Oacute;rg&atilde;o poderia dizer quem preenchia as exig&ecirc;ncias para ser anistiado pol&iacute;tico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao que parece, todo esse procedimento relacionado a Anistia Pol&iacute;tica no &acirc;mbito da For&ccedil;a A&eacute;rea, desagradava os comandantes militares, em cujos cargos de Comando estavam justamente os remanescentes do Regime Militar de 1964.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As anistias decorrentes da Lei 10.559\/2002, come&ccedil;aram a ser concedidas nos &uacute;ltimos meses do Governo Fernando Henrique Cardoso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No in&iacute;cio do Governo do Presidente Luis In&aacute;cio Lula da Silva, os militares come&ccedil;aram a contestar as anistias pol&iacute;ticas, alegando uma s&eacute;rie de fatos objetivando provar que a Portaria 1.104GM3\/64 era t&atilde;o-somente um expediente administrativo comum destinado a definir o tempo de perman&ecirc;ncia em servi&ccedil;o das pra&ccedil;as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nessas idas e vindas, pressionado pelo Comando da Aeron&aacute;utica, o Ministro da Justi&ccedil;a resolveu consultar a Advocacia-Geral da Uni&atilde;o que se manifestou atrav&eacute;s do <strong>Parecer AGU-JD-3<\/strong> da lavra do Dr. Jo&atilde;o Drumond, a seguir:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>NOTA PRELIMINAR n&ordm;. AGU\/JD-3\/2003,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entende-se aqui o motivo pelo qual o ent&atilde;o Consultor-Geral da Uni&atilde;o Dr. JO&Atilde;O FRANCISCO AGUIAR DRUMOND com o Aprovo do Advogado-Geral da Uni&atilde;o Dr. ALVARO AUGUSTO RIBEIRO COSTA, emitiu a presente Nota, da qual selecionamos os itens 29 e 30 da citada nota, in verbis:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;29. Desse modo, a Portaria em quest&atilde;o, por si s&oacute;, PARECE n&atilde;o configurar ato de exce&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;30. &Eacute; que, para a configura&ccedil;&atilde;o dessa esp&eacute;cie de ato, HAVERIAM DE CONCORRER outros elementos externos, aptos a comprovar tratamento discriminat&oacute;rio, com motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica, causadores de preju&iacute;zo aos seus destinat&aacute;rios, o que, at&eacute; o momento, n&atilde;o teria sido apurado pela Comiss&atilde;o de Anistia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse, com certeza, n&atilde;o foi o &ldquo;<strong>Esp&iacute;rito da Lei<\/strong>&rdquo; do Legislador e nem do Congresso Nacional, at&eacute; por que a Portaria n&ordm; 1.104GM3\/64 n&atilde;o era por si s&oacute; causadora dos licenciamentos uma vez que foi produzida e originada em decorr&ecirc;ncia do <strong>Ato Institucional n&ordm; 01<\/strong> e inspirada nos Atos de Exce&ccedil;&atilde;o do <strong>Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/strong> e <strong>Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos 138<\/strong>, para resolver a &ldquo;<strong>amea&ccedil;a comunista<\/strong>&rdquo; ou &ldquo;<strong>o problema dos Cabos<\/strong>&rdquo;. Logo, j&aacute; era por si s&oacute;, contaminada por expedientes reservados e sigilosos, al&eacute;m da influ&ecirc;ncia mal&eacute;fica do per&iacute;odo de exce&ccedil;&atilde;o em que foi editada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas, dessa manifesta&ccedil;&atilde;o da AGU, que <strong>N&Atilde;O VINCULAVA A ADMINISTRA&Ccedil;&Atilde;O P&Uacute;BLICA, <\/strong>surgiu o Parecer do ent&atilde;o Chefe de Gabinete do Ministro M&aacute;rcio Thomaz Bastos, Dr. Claudio Demenzuck de Alencar, que conclu&iacute;a que somente aqueles Cabos que tivessem ingressado na For&ccedil;a antes da Edi&ccedil;&atilde;o da Portaria, teriam direito a Anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse Parecer deu <strong>nova<\/strong> interpreta&ccedil;&atilde;o &agrave; Lei que n&atilde;o cont&eacute;m tal previs&atilde;o legal. N&atilde;o fala o Legislador em &ldquo;Status&rdquo; de Cabo, e nem tampouco se o militar teria que ter ingressado antes ou depois da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria, etc. Pelo contr&aacute;rio, a Lei 10.559\/2002, regulamenta o Art. 8&ordm; da ADCT que trata de uma anistia ampla, geral e irrestrita e se refere a todos aqueles que no per&iacute;odo de 1946 a 1988, tenham sofrido persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, <strong>QUE &Eacute; O CASO<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Comando da Aeron&aacute;utica, se tornou renitente em cumprir determina&ccedil;&atilde;o legal expressa em Lei e contesta as Anistias dos Cabos, desta feita, inclusive, as concedidas tamb&eacute;m &agrave;queles que ingressaram na For&ccedil;a antes da Edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.104GM3\/64.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diante de tal fato, o Ministro da Justi&ccedil;a, na tentativa de se resolver de uma vez por todas, a situa&ccedil;&atilde;o, cria atrav&eacute;s da <strong>Portaria 134\/2011<\/strong>, o Grupo de Trabalho Interministerial &ndash; GTI, composto por membros (advogados) daquele Minist&eacute;rio e da AGU, com a finalidade de rever, mais uma vez, as anistias concedidas, <strong><u>fixando crit&eacute;rios que a Lei n&atilde;o contempla, ou seja, Legislando sobre Anistia Pol&iacute;tica que &eacute; atribui&ccedil;&atilde;o exclusiva do Congresso Nacional.<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rela&ccedil;&otilde;es de anistiados contendo os chamados &ldquo;<strong>Pr&eacute;-64<\/strong>&rdquo; e alguns casos &ldquo;especiais&rdquo; foram encaminhadas ao Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e anexadas &agrave; Portaria 134\/2011 e, posteriormente &agrave; Portaria 2.245\/2011 com o objetivo de serem revistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com isso, <strong>pela segunda vez<\/strong>, foi dada <strong>nova<\/strong> interpreta&ccedil;&atilde;o, vedada por Lei, fixando crit&eacute;rios sem a devida previs&atilde;o legal, o que pode ser considerado &nbsp;&ldquo;<strong>Legislar de M&aacute; F&eacute;<\/strong>&rdquo;, na tentativa de protelar ao m&aacute;ximo, direito l&iacute;quido e certo, at&eacute; por que, todos os anistiados em quest&atilde;o j&aacute; ultrapassaram a faixa da decad&ecirc;ncia prevista na Lei 9784\/99.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A pr&oacute;pria AGU, atrav&eacute;s do seu Consultor Geral, no Despacho de n&ordm; 1499\/2009, em seu item 5, que tratava das &ldquo;<strong>Anistias do per&iacute;odo Collor<\/strong>&rdquo; j&aacute; se manifestava da seguinte forma, <strong>verbis:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 141.6pt;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\">&ldquo;5. Em primeiro lugar, Sr. Advogado-Geral, vale ressaltar que o Parecer CGU\/AGU n&ordm; 01\/2007 &ndash; RVJ, aprovado pelo Parecer JT &ndash; 01\/2007, pelo Excelent&iacute;ssimo Sr. Presidente da Rep&uacute;blica, e&nbsp; publicado no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, o que lhe confere car&aacute;ter vinculante&nbsp; &agrave; luz do Art. 40&ordm; &sect; 1&ordm; da Lei Complementar 73, de 1993, <strong><u>indica que nenhum &Oacute;rg&atilde;o da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica federal tem o poder de rever decis&otilde;es de m&eacute;rito da Comiss&atilde;o Especial Interministerial<\/u><\/strong><strong><u>.&rdquo;<\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em tese, em se tratando de Anistia Pol&iacute;tica, serve como Paradigma para a situa&ccedil;&atilde;o dos Cabos da FAB.<\/p>\n<p style=\"margin-left: 141.6pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><u>CONCLUS&Atilde;O<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A atitude tomada pelo <strong>Comando da Aerron&aacute;utica<\/strong>, em pleno Estado de Direito Democr&aacute;tico, &eacute; autorit&aacute;ria, arbitr&aacute;ria e ilegal, parecendo at&eacute; que continuam atuando sob a sombra do <strong>Ato Institucional n&ordm; 01\/64<\/strong> e carece de ser punida exemplarmente, por infring&ecirc;ncia a crimes tipificados e a irregularidades cometidas, ao persistir de forma renitente, no questionamento aos ditames da Lei 10.559\/2002, promulgada pelo Congresso Nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tais atitudes constituem, data v&ecirc;nia, crimes de <strong>Litig&acirc;ncia de M&aacute; F&eacute;<\/strong>, <strong>Prevarica&ccedil;&atilde;o<\/strong>, <strong>Danos Morais<\/strong> e <strong>Improbidade Administrativa<\/strong>, que devem ser apurados e os respons&aacute;veis punidos, inclusive, se assim entender o Magistrado, com a perda do cargo p&uacute;blico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N&acirc;o se pode, de forma consciente e por vontade pr&oacute;poria, obstaculizar o cumprimento da Lei e nem lhe dar intepreta&ccedil;&atilde;o diferente daquela a que foi destinada e que traz em seu conte&uacute;do, que reflete seu esp&iacute;rito e seu objetivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tais atitudes, al&eacute;m de prejudicar de forma cruel aos beneficiados pela anistia, como se sofressem permanentemente novas persegui&ccedil;&otilde;es, inclusive de cunho emocional e psicol&oacute;gico, afetando a sa&uacute;de de pessoas idosas, causam instabilidade jur&iacute;dica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em sendo assim, seria interessante, que tais atitudes n&atilde;o quedassem impunes, mas que fossem levadas ao conhecimento do Judici&aacute;rio para as provid&ecirc;ncias que o caso requer, atrav&eacute;s das v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es compat&iacute;veis com os delitos praticados e que se faz necess&aacute;rio para frear a sanha daqueles que insistem em agir como se ainda estivessem em pleno regime de exce&ccedil;&atilde;o, afrontando as Leis e as Autoridades constitu&iacute;das.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">Bras&iacute;lia\/DF , 26 de janeiro de 2013.<\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/12\/cardoso-48x74.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"cardoso-48x74.jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-11224\" height=\"74\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/12\/cardoso-48x74.jpg\" title=\"cardoso-48x74.jpg\" width=\"48\" \/><\/a><br \/>\n\t<strong>Jos&eacute; Roberto Cardoso<\/strong><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\"><strong>Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/strong><br \/>\n\tE-mail <\/span><a href=\"mailto:marcosmiranda@hotmail.com\" rel=\"nofollow\">joserobertoonzeonze@hotmail.com<\/a><\/p>\n<p>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-size: 14px;\"><strong>Legisla&ccedil;&atilde;o, Documentos e Assuntos pesquisados:<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 11px;\"><span style=\"font-size: 11px;\">Clique no link para ler o Documento original:<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/13oficio-reservado-nc2ba-04-de-04-de-setembro-de-1964-transcricao.pdf\" target=\"_self\"><strong>Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.wordpress.com\/files\/2009\/07\/exposicao-de-motivos-nc2ba-138-de-21-08-1964.pdf\"><strong>Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos n&ordm; 138\/64<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/14boletim-reservado-nc2ba-021-de-11051964-ipm-acafab-solucao-final-e-providencias-tomadas.pdf\" target=\"_self\"><strong>Boletim Reservado n.&ordm; 21, de 11.05.65, do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica<\/strong><\/a>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">&#8211; <a href=\"http:\/\/recebierepasso.files.wordpress.com\/2010\/03\/ato-institucional-nc2ba-1-de-10-e-abril-de-1964-suspende-direitos-politicos.pdf\" target=\"_self\"><strong>AI-1<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/EXPOSI%C3%87%C3%83O-DE-MOTIVOS-N%C2%BA-146-MJ-de-13.04.2000-1.pdf\" target=\"_self\"><strong>EM N&ordm; 146\/MJ, de 13 de abril de 2000<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/06\/ata-de-julgamento-3c2aa-camara-sumula-administrativa-16072002.pdf\" target=\"_self\"><strong>S&uacute;mula Administrativa CA-2002.07.0003-CA<\/strong><\/a>,<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Leis\/L6683.htm\">Lei n&ordm; 6.683, de 1979<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/06\/ata-de-julgamento-3c2aa-camara-sumula-administrativa-16072002.pdf\" target=\"_self\">S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA N&ordm; 2002.07.0003\/CA<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.files.wordpress.com\/2011\/04\/comissc3a3o-sessc3a3o-16-12-2002.pdf\" target=\"_self\">ATA da Sess&atilde;o de Julgamento da CA dia 16.07.2002<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.files.wordpress.com\/2011\/04\/comissc3a3o-sessc3a3o-16-12-2002.pdf\" target=\"_self\">ATA DA 2&ordf; SESS&Atilde;O EXTRAORDIN&Aacute;RIA REALIZADA EM 16.08.2002 APROVANDO S&Uacute;MULA ADMINISTRATIVA<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/06\/lei-nc2ba-10559-de-13112002-anistia-politica2.doc\" target=\"_self\">LEI DE ANISTIA N&ordm; 10.559\/2002<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/PARECER-AGU-JD3-Nota-Preliminar.pdf\" target=\"_self\">NOTA PRELIMINAR N&ordm; AGU\/JD-3\/2003, de 30 de setembro de 2003<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/PARECER-CLAUDIO-DEMCZUK-DE-ALENCAR.pdf\" target=\"_self\">PARECER do Dr. Claudio Demenzuck de Alencar contr&aacute;rio aos ex-Cabos da FAB Incorporados P&oacute;s 1964<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/1.Instru%C3%A7%C3%B5es-Para-Perman%C3%AAncia-em-Servi%C3%A7o-Ativo-das-Pra%C3%A7as-dp-CPSAER1.pdf\">1.Instru&ccedil;&otilde;es Para Perman&ecirc;ncia em Servi&ccedil;o Ativo das Pra&ccedil;as dp CPSAER<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/2.Boletim-Reservado-n%C2%BA-08-de-06.05.1964-Abertura-de-IPM-contra-membros-da-ASCAFAB.pdf\">2.Boletim Reservado n&ordm; 08, de 06.05.1964 &ndash; Abertura de IPM contra membros da ASCAFAB<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/3.Boletim-Reservado-n%C2%BA-021-de-11.05.1964-IPM-ACAFAB-Solu%C3%A7%C3%A3o-Final-e-Provid%C3%AAncias-Tomadas.pdf\">3.Boletim Reservado n&ordm; 021, de 11.05.1964 &ndash; IPM-ACAFAB &ndash; Solu&ccedil;&atilde;o Final e Provid&ecirc;ncias Tomadas<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/4.Of%C3%ADcio-Reservado-n%C2%BA-04-de-04-de-setembro-de-1964-TRANSCRI%C3%87%C3%83O.pdf\">4.Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04 &ndash; de 04 de setembro de 1964 &ndash; TRANSCRI&Ccedil;&Atilde;O<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/5.Exposi%C3%A7%C3%A3o-de-Motivos-EM-n%C2%BA-138-MM-de-21.01.1964-Informando-Abertura-de-IPM-Contra-Marinheiros-e-Fuzileiros.pdf\">5.Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos EM n&ordm; 138-MM, de 21.01.1964<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/recebierepasso.files.wordpress.com\/2010\/03\/decreto-lei-nc2ba-9-698-de-02-de-setembro-de-1946-aprova-o-estatuto-dos-militares.pdf\" target=\"_self\">DECRETO-LEI N. 9.698 DE 2 DE SETEMBRO DE 1946<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/recebierepasso.files.wordpress.com\/2010\/03\/lei-nc2ba-4-375-de-17-de-agosto-de-1964-lei-do-servico-militar-lsm.pdf\" target=\"_self\">LEI N&ordm; 4.375, DE 17 DE AG&Ocirc;STO DE 1964<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/recebierepasso.files.wordpress.com\/2010\/03\/decreto-lei-nc2ba-9-500-de-23-de-julho-de-1946-lei-do-servico-militar-lsm.pdf\" target=\"_self\">DECRETO-LEI N. 9.500 DE 23 DE JULHO DE 1946<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/recebierepasso.files.wordpress.com\/2010\/03\/decreto-nc2ba-11-665-de-17-de-fevereiro-de-1943-aprova-o-regulamento-disciplinar-da-aeronautica-rdaer.pdf\" target=\"_self\">DECRETO N. 11.665 DE 17 DE FEVEREIRO DE 1943<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/recebierepasso.files.wordpress.com\/2010\/03\/ato-institucional-nc2ba-1-de-10-e-abril-de-1964-suspende-direitos-politicos.pdf\" target=\"_self\">ATO INSTITUCIONAL N&ordm; 1<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/recebierepasso.files.wordpress.com\/2010\/03\/ato-institucional-nc2ba-5-de-13-de-dezembro-de-1968.pdf\" target=\"_self\">ATO INSTITUCIONAL N&ordm; 5<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/13oficio-reservado-nc2ba-04-de-04-de-setembro-de-1964-transcricao.pdf\" target=\"_self\">Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.files.wordpress.com\/2009\/07\/decreto-nc2ba-68-951-de-19-de-julho-de-1971-dou-1-nc2ba-000-de-23-07-1971-pag-5780.doc\">Decreto 68.951\/71<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/13oficio-reservado-nc2ba-04-de-04-de-setembro-de-1964-transcricao.pdf\" target=\"_self\">Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/Portaria-n%C2%BA-1.103-GM3-de-08-de-outubro-de-1964-DOU-s-n-Se%C3%A7%C3%A3o-I-de-12.10.1964-P%C3%A1gina-92922.pdf\" target=\"_self\">Portaria n&ordm; 1.103-GM3 de 08 de outubro de 1964 &ndash; DOU s-n Se&ccedil;&atilde;o I de 12.10.1964 P&aacute;g 9292<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/Portaria-n%C2%BA-1.104-GM3-de-12-de-outubro-de-1964-DOU-s-n-Se%C3%A7%C3%A3o-I-de-22.10.1964-P%C3%A1gina-95221.pdf\" target=\"_self\">Portaria n&ordm; 1.104-GM3 de 12 de outubro de 1964 &ndash; DOU s-n Se&ccedil;&atilde;o I de 22.10.1964 P&aacute;g 9522<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/Portaria-n%C2%BA-1.371-GM3-de-18-de-novembro-de-1982-DOU-s-n-Se%C3%A7%C3%A3o-I-de-22.11.1982-P%C3%A1ginas-21770-e-217711.pdf\" target=\"_self\">Portaria n&ordm; 1.371-GM3 de 18 de novembro de 1982 &ndash; DOU s-n Se&ccedil;&atilde;o I de 22.11.1982 P&aacute;gs 21770 e 21771<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/portaria-nc2ba-1104gm3-de-12-de-outubro-de-1964-transcricao-na-integra3.doc\" target=\"_self\">Portaria 1.104GM3<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.files.wordpress.com\/2009\/07\/portaria-nc2ba-408gm3-de-01-06-1966-aprova-as-instrucoes-para-as-prorrogacoes-do-servico-militar-das-pracas-da-ativa-da-forca-aerea-brasileira.doc\">Portaria 408GM3\/66<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.files.wordpress.com\/2009\/07\/portaria-nc2ba-673gm3-de-15-de-junho-de-1982-autoriza-reengajamentos-de-cabos-da-aeronautica-apos-8-anos-de-efetivo-servico.doc\">Portaria 673GM3<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/portaria-nc2ba-1371gm3-de-18111982-aprova-as-instrucoes-para-a-permanencia-de-pracas-em-servico-ativo-da-aeronautica.doc\" target=\"_self\">Portaria 1.371GM3<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.files.wordpress.com\/2009\/07\/portaria71-072gm2-sup-taifa.doc\">Portaria 072GM2\/71<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.files.wordpress.com\/2009\/07\/portaria78-1-126gm3-incorporacao-ve.doc\">Portaria 1.126GM3\/78<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/14boletim-reservado-nc2ba-021-de-11051964-ipm-acafab-solucao-final-e-providencias-tomadas.pdf\" target=\"_self\">Boletim Reservado n.&ordm; 21, de 11.05.65, do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.files.wordpress.com\/2009\/07\/exposicao-de-motivos-nc2ba-138-de-21-08-1964.pdf\">Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos n&ordm; 138\/64<\/a> <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <\/strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/13oficio-reservado-nc2ba-04-de-04-de-setembro-de-1964-transcricao.pdf\" target=\"_self\"><strong>Of&iacute;cio Reservado n&ordm; 04<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">&#8211; <a href=\"http:\/\/gvlima.wordpress.com\/files\/2009\/07\/exposicao-de-motivos-nc2ba-138-de-21-08-1964.pdf\"><strong>Exposi&ccedil;&atilde;o de Motivos n&ordm; 138\/64<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\">&#8211; (<a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/14boletim-reservado-nc2ba-021-de-11051964-ipm-acafab-solucao-final-e-providencias-tomadas.pdf\" target=\"_self\"><strong>Boletim Reservado n.&ordm; 21, de 11.05.65, do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica<\/strong><\/a>.)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/PARECER-CLAUDIO-DEMCZUK-DE-ALENCAR.pdf\" target=\"_self\">Clique Aqui<\/a> para ler o &ldquo;Parecer Cl&aacute;udio Demenzuck de Alencar &ndash; Original&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; Conhe&ccedil;a o PARECER N&deg; 606\/2009\/PGR, de 06 de outubro de 2009, nos autos do MS-14567-DF, clicando no &iacute;cone para abrir e ler o teor do Documento:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; <\/strong><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/Doc111.pdf\">Doc.1<\/a><\/strong> <strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/Doc22.pdf\">Doc.2<\/a><\/strong> <strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/Doc33.pdf\">Doc.3<\/a><\/strong> <strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/Doc44.pdf\">Doc.4<\/a><\/strong> <strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/Doc55.pdf\">Doc.5<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\"><strong>&#8211; Na Comiss&atilde;o de Anistia e Paz cerca de 2.734 ex Cabos (Pr&eacute; e P&oacute;s64) da FAB foram&nbsp;DEFERIDOS em 2002, donde&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/anexo-i-da-portaria-nc2ba-594-mj-de-12-de-fevereiro-de-2004.doc\" target=\"_self\">495<\/a> (P&oacute;s64) tiveram as anistias anuladas &ndash; em processos de anula&ccedil;&atilde;o instaurados fraudulentamente no Gabinete do Assessor Especial do&nbsp;MJ &ndash; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/cabos-deferidos-e-sem-portarias-publicadas-18022002.xls\" target=\"_self\">152<\/a> (P&oacute;s64)&nbsp;JULGADOS e DEFERIDOS desde&nbsp;2002 e com as portarias n&atilde;o publicadas em DOU pelo Gabinete do ex-Ministro da Justi&ccedil;a Marcio Thomas Bastos&nbsp;<u>foram julgados pela 2&ordm; vez pela Comiss&atilde;o de Anistia<\/u> e INDEFERIDOS&nbsp;sumariamente,&nbsp;tamb&eacute;m em 2004; <a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/em-05052004-3117-requerimentos-indeferidos-pela-ca_resultado1.pdf\" target=\"_self\"><strong>3.117<\/strong><\/a> ex-militares da FAB, entre Soldados, Cabos e Sargentos, foram&nbsp;INDEFERIDOS EM BLOCO, no ano de 2005,&nbsp;e <span style=\"color: rgb(0, 102, 255);\">86<\/span> Processos de ex-Cabos n&atilde;o foram localizados nos <u>arquivos<\/u> da Comiss&atilde;o de Anistia do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right; margin-left: 40px;\"><span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0);\">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A G&Ecirc;NESE DA PORTARIA 1.104\/GM3 &nbsp; BREVE HIST&Oacute;RICO &nbsp; 1. Ato Institucional n&ordm; 01 (trechos): &ldquo;A revolu&ccedil;&atilde;o vitoriosa se investe no exerc&iacute;cio do Poder Constituinte. Este se manifesta pela elei&ccedil;&atilde;o popular ou pela revolu&ccedil;&atilde;o.&rdquo; &ldquo;Assim, a revolu&ccedil;&atilde;o vitoriosa, como Poder Constituinte, se legitima por si mesma&rdquo;. &ldquo;O presente Ato institucional s&oacute; poderia ser editado pela [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[],"class_list":["post-15372","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2013"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15372","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15372"}],"version-history":[{"count":42,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15372\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15440,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15372\/revisions\/15440"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15372"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15372"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15372"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}