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{"id":15062,"date":"2005-01-15T18:06:39","date_gmt":"2005-01-15T21:06:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=15062"},"modified":"2013-02-28T18:11:11","modified_gmt":"2013-02-28T21:11:11","slug":"revista-epoca-edicao-no-348-14012005-um-batalhao-sob-suspeita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2005\/01\/revista-epoca-edicao-no-348-14012005-um-batalhao-sob-suspeita\/","title":{"rendered":"Revista \u00c9POCA | Edi\u00e7\u00e3o n\u00ba 348 | 14\/01\/2005 &#8211; Um batalh\u00e3o sob suspeita"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/26-epoca-430.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-15066\" height=\"430\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/26-epoca-430.png\" title=\"26-epoca-430\" width=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/26-epoca-430.png 430w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/26-epoca-430-150x150.png 150w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/26-epoca-430-300x300.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/a><strong>14\/01\/2005 &#8211; 17:15 | Edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 348<\/strong><\/p>\n<p>BRASIL<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Revista-\u00c9POCA-14.jan_.2005-Edi\u00e7\u00e3o-348.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-15067\" height=\"157\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Revista-\u00c9POCA-14.jan_.2005-Edi\u00e7\u00e3o-348.jpg\" title=\"Revista \u00c9POCA - 14.jan.2005 - Edi\u00e7\u00e3o 348\" width=\"120\" \/><\/a><\/p>\n<p class=\"materiaTitulo\" id=\"materiaTitulo\"><span style=\"color:#800000;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Um batalh&atilde;o sob suspeita<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"materiaSubtitulo\"><strong>Minist&eacute;rio P&uacute;blico denuncia fraude em milhares de anistias por suposta persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica a ex-militares da Aeron&aacute;utica<\/strong><\/p>\n<p class=\"materiaAutor\"><span style=\"font-size:10px;\">DIEGO ESCOSTEGUY E MURILO RAMOS<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, 973 ex-integrantes do Ex&eacute;rcito e da Marinha ganharam indeniza&ccedil;&otilde;es do governo federal, alegando persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica durante o regime militar. Na Aeron&aacute;utica, o n&uacute;mero de indeniza&ccedil;&otilde;es &eacute; tr&ecirc;s vezes maior. S&atilde;o 2.857 casos. Para o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, essa liberalidade esconde uma grande irregularidade contra os cofres p&uacute;blicos. &#39;&#39;&Eacute; uma fraude evidente e grosseira&#39;&#39;, afirma o subprocurador-geral da Rep&uacute;blica Brasilino Pereira dos Santos. Ele investiga o caso h&aacute; meses e j&aacute; tem preparada uma a&ccedil;&atilde;o de improbidade administrativa contra a Comiss&atilde;o de Anistia do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, respons&aacute;vel pelas indeniza&ccedil;&otilde;es. No alvo, est&atilde;o os casos de mais de 2 mil ex-cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea, que teriam sido indenizados irregularmente. Por m&ecirc;s, eles ganham pens&otilde;es que somam R$ 9,5 milh&otilde;es, e o governo ainda tem de saldar uma d&iacute;vida de R$ 772 milh&otilde;es em sal&aacute;rios atrasados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os casos se baseiam em um artif&iacute;cio jur&iacute;dico. Em 1964, o governo militar editou a Portaria no 1.104, que limitava o tempo de perman&ecirc;ncia dos cabos na Aeron&aacute;utica. Antes, eles podiam permanecer no cargo at&eacute; a aposentadoria. Com a portaria, o tempo m&aacute;ximo na fun&ccedil;&atilde;o foi fixado em oito anos. Ao final desse prazo, os militares tinham de passar no exame para sargento ou deixar a For&ccedil;a A&eacute;rea. D&eacute;cadas depois, os militares que foram reprovados ou decidiram n&atilde;o fazer os exames est&atilde;o pedindo indeniza&ccedil;&atilde;o, alegando persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. &#39;&#39;Foi uma decis&atilde;o t&eacute;cnica e impessoal, aplicada a todos os cabos da Aeron&aacute;utica, independentemente de posi&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica&#39;&#39;, diz o procurador Brasilino. &#39;&#39;Portanto, n&atilde;o se pode falar em persegui&ccedil;&atilde;o individual.&#39;&#39;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cabo da Aeron&aacute;utica entre 1964 e 1972, Wilson Marcolino da Silva foi um dos beneficiados com a anistia. O governo federal reconheceu uma d&iacute;vida de R$ 245 mil em sal&aacute;rios atrasados e se comprometeu a pagar uma repara&ccedil;&atilde;o mensal vital&iacute;cia de R$ 2.600. A ficha de Wilson na Aeron&aacute;utica, anexada ao processo de anistia, n&atilde;o mostra um rebelde. Do documento constam elogios dos superiores e o registro de que ele pediu desligamento volunt&aacute;rio da caserna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Localizado por &Eacute;POCA no Rio de Janeiro, o ex-cabo, que agora &eacute; pintor, disse que espera para mar&ccedil;o os primeiros pagamentos. &#39;&#39;Sa&iacute; da Aeron&aacute;utica porque estava acabando meu tempo de servi&ccedil;o&#39;&#39;, admite. &#39;&#39;O pessoal de uma associa&ccedil;&atilde;o de cabos me procurou e disse que eu tinha direito a receber um dinheiro&#39;&#39;, conta. &#39;&#39;A turma toda entrou. Gente de todo o pa&iacute;s conseguiu esse benef&iacute;cio.&#39;&#39;<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<table align=\"center\" bgcolor=\"#CC0000\" border=\"0\" cellpadding=\"5\" cellspacing=\"1\" width=\"412\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"texto\">\n<div align=\"center\"><span style=\"color:#2f4f4f;\"><b>Anistias irregulares custam R$ 9,5 milh&otilde;es<br \/>\n\t\t\t\t\tpor m&ecirc;s ao governo federal<\/b><\/span><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">Documentos obtidos por &Eacute;POCA mostram que o comando da Aeron&aacute;utica est&aacute; insatisfeito com a concess&atilde;o das anistias. Uma carta do comandante-geral, brigadeiro Luiz Carlos Bueno, ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico reclama que &#39;&#39;n&atilde;o foi dado &agrave;s For&ccedil;as Armadas o direito de contestar os requerimentos dirigidos &agrave; Comiss&atilde;o de Anistia, fazendo com que aquele colegiado decidisse de forma diversa da realidade dos fatos&#39;&#39;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na mesma carta, o brigadeiro diz que, com a cria&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Defesa, &#39;&#39;a independ&ecirc;ncia pol&iacute;tica do Comando da Aeron&aacute;utica ficou comprometida&#39;&#39; e a For&ccedil;a teria ficado sem condi&ccedil;&otilde;es de protestar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pr&oacute;prio Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, respons&aacute;vel pela concess&atilde;o das anistias, j&aacute; reconheceu a irregularidade em centenas de casos. No in&iacute;cio de 2004, o ministro M&aacute;rcio Thomaz Bastos anulou quase 500 anistias. Eram casos de ex-cabos que se alistaram depois da edi&ccedil;&atilde;o da Portaria no 1.104 e, mesmo assim, receberam indeniza&ccedil;&otilde;es como se tivessem sido perseguidos por ela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico e o Comando da Aeron&aacute;utica querem que o governo v&aacute; mais longe e anule todas as anistias concedidas a ex-cabos incapazes de provar que sofreram persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Nesse ponto, o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a resiste. Uma pol&iacute;tica de governo, ditada pelo presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, determina que, na d&uacute;vida, seja concedida a indeniza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o entendimento adotado pela Comiss&atilde;o de Anistia, o rombo pode aumentar muito. Todos os 8 mil cabos que serviam &agrave; Aeron&aacute;utica antes de 1964 podem pleitear indeniza&ccedil;&otilde;es. Para a comiss&atilde;o, a decis&atilde;o de limitar o tempo de perman&ecirc;ncia dos militares no posto teve car&aacute;ter pol&iacute;tico. &#39;&#39;Os crit&eacute;rios usados na avalia&ccedil;&atilde;o dos casos t&ecirc;m de ser el&aacute;sticos, mas na hora de pagar a indeniza&ccedil;&atilde;o &eacute; preciso mais rigor&#39;&#39;, afirma o chefe de gabinete do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, Cl&aacute;udio Alencar. #Q#<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<table align=\"right\" bgcolor=\"#CC0000\" border=\"0\" cellpadding=\"5\" cellspacing=\"1\" class=\"texto\" width=\"200\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFCCCC\">\n<td colspan=\"2\">\n<div align=\"center\"><span style=\"color:#2f4f4f;\"><b>ANISTIA NAS ALTURAS <\/b><br \/>\n\t\t\t\t\t<i>Ex-militares da For&ccedil;a A&eacute;rea ganharam tr&ecirc;s vezes mais indeniza&ccedil;&otilde;es <\/i><\/span><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>\n<div align=\"center\"><span style=\"color:#800000;\"><b>Ex&eacute;rcito<\/b><\/span><\/div>\n<\/td>\n<td>\n<div align=\"center\"><span style=\"color:#800000;\"><b>2.857<\/b><\/span><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>\n<div align=\"center\"><span style=\"color:#2f4f4f;\"><b>Marinha<\/b><\/span><\/div>\n<\/td>\n<td>\n<div align=\"center\"><span style=\"color:#2f4f4f;\"><b>764<\/b><\/span><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>\n<div align=\"center\"><span style=\"color:#2f4f4f;\"><b>Aeron&aacute;utica<\/b><\/span><\/div>\n<\/td>\n<td>\n<div align=\"center\"><span style=\"color:#2f4f4f;\"><b>209<\/b><\/span><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Comando da Aeron&aacute;utica descobriu as irregularidades na concess&atilde;o de anistias no fim de 2002, quando os pedidos come&ccedil;aram a ser aprovados, &agrave;s centenas, pela Comiss&atilde;o de Anistia. No come&ccedil;o do governo Lula, o Comando da Aeron&aacute;utica procurou a c&uacute;pula do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a para explicar a situa&ccedil;&atilde;o. Depois de um ano de negocia&ccedil;&otilde;es complicadas, M&aacute;rcio Thomaz Bastos baixou o decreto no qual suspendeu 495 anistias de ex-cabos, aprovadas com base na portaria de 1964. Mesmo assim, at&eacute; agora, apenas 270 foram efetivamente anuladas. Nos outros casos, o governo simplesmente n&atilde;o conseguiu encontrar os anistiados para comunic&aacute;-los da suspens&atilde;o dos benef&iacute;cios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m das indeniza&ccedil;&otilde;es pela simples exist&ecirc;ncia da Portaria no 1.104, o que mais irrita os militares &eacute; o c&aacute;lculo feito pela Comiss&atilde;o de Anistia para pagar os ex-cabos. Nenhum deles est&aacute; recebendo os proventos do posto antigo, que hoje gira em torno de R$ 1.300 l&iacute;quidos. Todos ganham como se fossem sargentos, tenentes ou, em alguns casos, at&eacute; mesmo como majores. A maioria recebe sal&aacute;rio de segundo-sargento, em m&eacute;dia R$ 3.250 l&iacute;quidos. Os anistiados tamb&eacute;m n&atilde;o pagam Imposto de Renda &auml; e contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria, embora tenham direito a usufruir de benef&iacute;cios dos militares, como planos de sa&uacute;de e de odontologia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos anistiados que recebem como segundo-sargento &eacute; Jos&eacute; Ivar Iaskievicz. Cabo da Aeron&aacute;utica entre 1970 e 1978, foi reconhecido como anistiado pol&iacute;tico pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a h&aacute; dois anos. O governo federal passou a lhe pagar uma pens&atilde;o de R$ 3.300 mensais e assumiu uma indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 240 mil em sal&aacute;rios atrasados. N&atilde;o bastasse supostamente ter sido perseguido pelos militares anos antes mesmo de entrar na Aeron&aacute;utica, Iaskievicz deve ter tido uma inf&acirc;ncia dif&iacute;cil. Afinal, ele tinha apenas 13 anos em 1964. A anistia dele foi anulada recentemente pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, mas uma liminar do Tribunal de Justi&ccedil;a do Distrito Federal restabeleceu a indeniza&ccedil;&atilde;o. A reportagem localizou a irm&atilde; e procuradora dele, Ben&iacute;cia Iaskievicz, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, mas ela n&atilde;o quis explicar a persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do irm&atilde;o nem forneceu seu endere&ccedil;o. S&oacute; disse que ele se encontra em situa&ccedil;&atilde;o financeira dif&iacute;cil, vivendo de biscates.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentro do grupo de ex-cabos anistiados, h&aacute; aqueles que nem sabem dizer ao certo se foram perseguidos. Mas o problema de mem&oacute;ria n&atilde;o &eacute; empecilho para receber pens&atilde;o do governo todo m&ecirc;s. &#39;&#39;O que &eacute; persegui&ccedil;&atilde;o para um n&atilde;o &eacute; persegui&ccedil;&atilde;o para outro. &Eacute; dif&iacute;cil falar o que se passa dentro de um quartel&#39;&#39;, esquiva-se o ex-cabo Jos&eacute; Carlos Ferreira. Ele mora na cidade de Taguatinga, a 30 quil&ocirc;metros de Bras&iacute;lia, e h&aacute; 11 meses recebe um benef&iacute;cio estimado em R$ 2.500. Coincid&ecirc;ncia ou n&atilde;o, o aposentado da companhia de energia de Bras&iacute;lia est&aacute; construindo uma casa de dois andares em seu lote, onde foi localizado pela reportagem de &Eacute;POCA. Ferreira confessa ter virado uma esp&eacute;cie de consultor para os colegas de tempos da caserna. &#39;&#39;Sempre tem um amigo me procurando para saber detalhes de como fazer para receber a pens&atilde;o&#39;&#39;, gaba-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Elias Campos, representante da Asa Centro-Oeste, associa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne ex-cabos da Aeron&aacute;utica na regi&atilde;o, afirma que sua organiza&ccedil;&atilde;o dever&aacute; encaminhar aproximadamente mil novos pleitos de benef&iacute;cios &agrave; Comiss&atilde;o de Anistia ou &agrave; Justi&ccedil;a nos pr&oacute;ximos meses. &#39;&#39;A maior parte dessas pessoas foi desrespeitada mais pela edi&ccedil;&atilde;o da Portaria no 1.104 do que propriamente por ter sido perseguida politicamente.&#39;&#39;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m do problema das indeniza&ccedil;&otilde;es irregulares, o governo ainda tem de lidar com o aperto or&ccedil;ament&aacute;rio para reparar financeiramente os anistiados. Uma comiss&atilde;o formada pelos minist&eacute;rios da Defesa, da Justi&ccedil;a, da Fazenda e do Planejamento decidiu que a melhor sa&iacute;da seria parcelar os d&eacute;bitos com os anistiados. Como o governo n&atilde;o tem dinheiro para quitar essa d&iacute;vida de uma s&oacute; vez, optou por dividi-la. No ano passado, reservou R$ 200 milh&otilde;es. Neste ano, o montante previsto &eacute; de R$ 300 milh&otilde;es. A conta seria fechada com o desembolso de R$ 400 milh&otilde;es em 2006. Pelos novos crit&eacute;rios adotados pelo governo, os anistiados que tiverem direito a indeniza&ccedil;&otilde;es de at&eacute; R$ 100 mil receber&atilde;o de uma s&oacute; vez. Acima desse teto, o governo quer negociar.<\/p>\n<p><span style=\"font-size:11px;\">Fonte:&nbsp; <span style=\"color:#800000;\">Revista &Eacute;POCA |<\/span> <strong><a href=\"http:\/\/revistaepoca.globo.com\/Revista\/Epoca\/0,,EDG68431-6009,00-UM+BATALHAO+SOB+SUS+PEITA.html\">Edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 348<\/a><\/strong> <span style=\"color:#800000;\">| 14\/01\/2005 &#8211; Um batalh&atilde;o sob suspeita<\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify; \">&nbsp;<\/h6>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>14\/01\/2005 &#8211; 17:15 | Edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 348 BRASIL &nbsp; &nbsp; Um batalh&atilde;o sob suspeita Minist&eacute;rio P&uacute;blico denuncia fraude em milhares de anistias por suposta persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica a ex-militares da Aeron&aacute;utica DIEGO ESCOSTEGUY E MURILO RAMOS &nbsp; Nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, 973 ex-integrantes do Ex&eacute;rcito e da Marinha ganharam indeniza&ccedil;&otilde;es do governo federal, alegando persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-15062","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens-2005"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15062","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15062"}],"version-history":[{"count":13,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15062\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16145,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15062\/revisions\/16145"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15062"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15062"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15062"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}