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{"id":14282,"date":"2012-11-10T00:14:36","date_gmt":"2012-11-10T03:14:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=14282"},"modified":"2012-11-10T00:14:36","modified_gmt":"2012-11-10T03:14:36","slug":"tcu-decide-que-anistias-nao-serao-revisadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2012\/11\/tcu-decide-que-anistias-nao-serao-revisadas\/","title":{"rendered":"TCU decide que anistias n\u00e3o ser\u00e3o revisadas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/sala-de-sessoes-tcu430x250.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-14283\" height=\"250\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/sala-de-sessoes-tcu430x250.jpg\" title=\"sala de sessoes tcu430x250\" width=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/sala-de-sessoes-tcu430x250.jpg 430w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/sala-de-sessoes-tcu430x250-300x174.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family:georgia,serif;\"><span style=\"color: rgb(128, 0, 0);\"><strong>TCU decide que anistias n&atilde;o ser&atilde;o revisadas<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<span style=\"font-family:georgia,serif;\">O Plen&aacute;rio do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o acolheu, por unanimidade, as argumenta&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e da Advocacia Geral da Uni&atilde;o quanto &agrave; decis&atilde;o inicial de revisar todas as indeniza&ccedil;&otilde;es concedidas pelo Estado brasileiro a anistiados pol&iacute;ticos perseguidos entre 1946 e 1988 no Brasil. A decis&atilde;o anterior do TCU foi tomada em 2010 em raz&atilde;o de representa&ccedil;&atilde;o do procurador do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do TCU, Marinus Marsico.<\/p>\n<p>\t&Agrave; &eacute;poca, para atribuir-se esta compet&ecirc;ncia o Tribunal de Contas da Uni&atilde;o equiparou as repara&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas dos anistiados pol&iacute;ticos a pagamentos previdenci&aacute;rios e, assim, anunciou sua compet&ecirc;ncia para registro e revis&atilde;o dos valores concedidos nos termos do art. 71, II da Constitui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\tA AGU e a Comiss&atilde;o de Anistia ingressaram com pedido de reexame ainda em 2010 e sustentaram que seria inoportuno e injustific&aacute;vel para as v&iacute;timas o Estado valer-se hoje da cria&ccedil;&atilde;o de um novo procedimento de registro e de revis&atilde;o das decis&otilde;es proferidas, diferente daquele institu&iacute;do pelo legislador democr&aacute;tico por meio da lei n&ordm; <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2002\/L10559.htm\">Lei 10.559\/02<\/a>, aprovada por unanimidade durante o Governo Fernando Henrique Cardoso.<\/p>\n<p>\tCom fundamento na Constitui&ccedil;&atilde;o, a lei 10.559\/02 instituiu um regime pr&oacute;prio para os anistiados pol&iacute;ticos, de natureza jur&iacute;dica explicitamente indenizat&oacute;ria e, portanto, distinto do regime de natureza previdenci&aacute;ria. Por meio da lei, o Congresso Nacional outorgou ao ministro da Justi&ccedil;a a compet&ecirc;ncia para conceder anistia pol&iacute;tica a todos aqueles atingidos por atos de exce&ccedil;&atilde;o, na plena abrang&ecirc;ncia do termo, durante o per&iacute;odo da ditadura, e proceder com as repara&ccedil;&otilde;es devidas segundo o princ&iacute;pio basilar do Estado de Direito de reparar moral e economicamente os danos causados a terceiros pela a&ccedil;&atilde;o ou omiss&atilde;o cometida pelos seus agentes p&uacute;blicos.<\/p>\n<p>\tO processo de repara&ccedil;&atilde;o funciona por uma din&acirc;mica probat&oacute;ria simplificada na qual o ato pol&iacute;tico de anistia torna-se completo e acabado com a decis&atilde;o do ministro da Justi&ccedil;a.<\/p>\n<p>\tDesde a promulga&ccedil;&atilde;o da lei, 10 ministros da Justi&ccedil;a de diferentes governos cumpriram esta tarefa hist&oacute;rica e pol&iacute;tica, com a assessoria da Comiss&atilde;o de Anistia. Trata-se de um sistema pelo qual deu-se in&iacute;cio a um longo processo de reconstru&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a p&uacute;blica dos cidad&atilde;os em rela&ccedil;&atilde;o ao Estado que, em tempos de arb&iacute;trio, os violou em sua integridade f&iacute;sica e psicol&oacute;gica. Nesta sistem&aacute;tica, junto &agrave; Comiss&atilde;o de Anistia, foram recebidos mais de 70 mil requerimentos e, assim, analisados milhares de traumas, lutos e dores.<\/p>\n<p>\tO atual Programa de Repara&ccedil;&atilde;o do Estado brasileiro compreende iniciativas de repara&ccedil;&atilde;o individual e coletiva, moral e econ&ocirc;mica, material e simb&oacute;lica. Compreende n&atilde;o somente as indeniza&ccedil;&otilde;es, mas tamb&eacute;m apoio psicol&oacute;gico, pol&iacute;ticas de mem&oacute;ria, de educa&ccedil;&atilde;o e de reconhecimento das v&iacute;timas, como s&atilde;o as Caravanas da Anistia, o projeto Marcas da Mem&oacute;ria e as Cl&iacute;nicas do Testemunho.<\/p>\n<p>\tSegundo o presidente da Comiss&atilde;o, Paulo Abr&atilde;o, o trabalho da Comiss&atilde;o de Anistia &eacute; elogiado por organiza&ccedil;&otilde;es internacionais por sua completude e transpar&ecirc;ncia neste processo: &quot;O Brasil &eacute; o &uacute;nico pa&iacute;s no mundo onde o processo deliberativo da comiss&atilde;o de repara&ccedil;&atilde;o &eacute; realizado de forma p&uacute;blica. N&atilde;o se pode concordar em transformar uma an&aacute;lise pol&iacute;tica realizada pelo Poder Executivo, com evidente respaldo legal, em um exame meramente cont&aacute;bil. Elogiamos o TCU por esta decis&atilde;o importante para os ex-perseguidos pol&iacute;ticos do Brasil&quot;.<\/p>\n<p>\tPela nova decis&atilde;o do TCU, as fiscaliza&ccedil;&otilde;es das indeniza&ccedil;&otilde;es continuar&atilde;o a ocorrer pelo atual procedimento ordin&aacute;rio de controle interno e externo, com auditorias regulares e peri&oacute;dicas, sob a modalidade presente no art. 71, IV da Constitui&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size:10px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/portal.mj.gov.br\/data\/Pages\/MJ7CBDB5BEITEMID83B6232E8F3445B7AABF22089171496APTBRNN.htm\">Portal MJ<\/a><\/span><\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Postado por Gilvan Vanderlei<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color: rgb(51, 51, 0); \">E-mail <\/span><a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TCU decide que anistias n&atilde;o ser&atilde;o revisadas O Plen&aacute;rio do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o acolheu, por unanimidade, as argumenta&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e da Advocacia Geral da Uni&atilde;o quanto &agrave; decis&atilde;o inicial de revisar todas as indeniza&ccedil;&otilde;es concedidas pelo Estado brasileiro a anistiados pol&iacute;ticos perseguidos entre 1946 e 1988 no Brasil. 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