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{"id":12659,"date":"2012-06-23T21:20:17","date_gmt":"2012-06-24T00:20:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=12659"},"modified":"2012-06-23T21:28:06","modified_gmt":"2012-06-24T00:28:06","slug":"alguns-hermeneutas-oficiais-da-administracao-publica-federal-nao-dao-o-devido-respeito-e-importancia-pelo-ato-juridico-perfeito-como-direito-do-cidadao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2012\/06\/alguns-hermeneutas-oficiais-da-administracao-publica-federal-nao-dao-o-devido-respeito-e-importancia-pelo-ato-juridico-perfeito-como-direito-do-cidadao\/","title":{"rendered":"Alguns hermeneutas oficiais da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal, n\u00e3o d\u00e3o o devido respeito e importancia pelo ato jur\u00eddico perfeito como direito do cidad\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter\" height=\"349\" src=\"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-ebcMAe9NeFY\/T8y6V6sI6-I\/AAAAAAAAAWU\/fRkKLoaZloo\/s1600\/Ilustra%C3%A7%C3%A3oCF1988.jpg\" width=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#800000;\"><strong>Ato jur&iacute;dico perfeito: um direito do cidad&atilde;o<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O brasileiro, segundo Ruy Barbosa, infelizmente, &nbsp;segue pela toada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m, de obedecer o grito, tem outro v&iacute;cio cultural, particularmente por parte de alguns hermeneutas oficiais, que interpretam as leis como vassalos do rei, decidindo, quase sempre, contra o cidad&atilde;o ou administrado, com posi&ccedil;&otilde;es restritivas de direitos e vis&atilde;o apequenada &quot;do outro&quot;, &agrave;s vezes servidor como ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Nessa vis&atilde;o mesquinha, produtora de magistrados perversos &quot;das penas m&aacute;ximas&quot;, de acusadores por prazer, de gestores arbitr&aacute;rios e ilegalistas que sup&otilde;em materializar a defesa do Er&aacute;rio com o &quot;desrespeito aos direitos legais&quot;, &eacute; que cerca de 70% dos exegetas interpretam erroneamente o texto do art. 5&ordm;, inciso XXXVI da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, que reza &quot;A LEI N&Atilde;O PREJUDICAR&Aacute; o direito adquirido, o ato jur&iacute;dico perfeito e a coisa julgada&quot;. &Eacute; uma garantia ao particular ou cidad&atilde;o e n&atilde;o direito intoc&aacute;vel do Estado contra ele<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sua tresloucada vis&atilde;o interpretativa, mon&aacute;rquica e autorit&aacute;ria, decidem em pareceres e senten&ccedil;as pela imutabilidade absoluta do ato jur&iacute;dico perfeito, como, por exemplo, o Decerto que a classe de subalternos da FAB, do per&iacute;odo questionado, vem sendo tratada com descaso, desde 2004, com a edi&ccedil;&atilde;o da Portaria 594\/MJ\/04, dada como <strong>NULA <\/strong>no Agravo 1344901-PE, ao qual o Poder constitu&iacute;do n&atilde;o se curva, mesmo com o desmascaramento da Medida de Exce&ccedil;&atilde;o (<strong>Portaria 594\/MJ\/04<\/strong>), editada j&aacute; no Estado Democr&aacute;tico de Direito. Por outro lado, tamb&eacute;m &eacute; evidente que <strong>os efeitos pol&iacute;ticos da Portaria n&ordm; 1.104GM3\/64<\/strong>, n&atilde;o se limitaram t&atilde;o-somente &agrave; data de sua edi&ccedil;&atilde;o ou &ldquo;<strong>&agrave; &eacute;poca de sua edi&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo; a qual j&aacute; foi declarada pelo STF como &ldquo;<strong>ato de exce&ccedil;&atilde;o mascarada de ato administrativo<\/strong>&rdquo;. Segundo &quot;eles&quot;, n&atilde;o pode ser revista, mesmo que seja para beneficiar o administrado, isto &eacute;, por pura ignor&acirc;ncia jur&iacute;dica e dolosa interpreta&ccedil;&atilde;o constitucional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ora, o dispositivo em refer&ecirc;ncia serve de anteparo &agrave;s <strong>transgress&otilde;es praticadas pelo leviat&atilde;-Estado contra o indiv&iacute;duo indefeso<\/strong>, com a poss&iacute;vel promulga&ccedil;&atilde;o de <strong>ATOS NOCIVOS, ARTIMANHAS E CONCHAVOS DE GABINETE<\/strong> como foi a <strong>portaria<\/strong> <strong>594\/MJ\/2004,<\/strong> &nbsp;<strong>pareceres e leis violadoras<\/strong> de direitos consolidados e exauridos, oriundos de <strong>ato jur&iacute;dico perfeito e acabado<\/strong>, por <strong>decis&atilde;o judicial transitada em julgado<\/strong> ou por <strong>direito adquirido assegurado em lei pret&eacute;rita<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ato jur&iacute;dico perfeito das ANISTIAS oficialmente decretada\/reconhecidas, repito, cria para o jubilado o direito adquirido &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es estabelecidas em lei ent&atilde;o vigente, <strong>n&atilde;o podendo ATOS NOVOS modific&aacute;-la para prejudicar<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os <strong>coveiros<\/strong> da Constitui&ccedil;&atilde;o\/88 (cognominada de Cidad&atilde;), numa interpreta&ccedil;&atilde;o que viola os m&eacute;todos gramatical (&quot;<strong>n&atilde;o prejudicar&aacute;&quot; ampliado para &quot;n&atilde;o beneficiar&aacute;<\/strong>&quot;) e teleol&oacute;gico (a inten&ccedil;&atilde;o do constituinte de proteger o cidad&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o poderosa do Estado, termina por prejudicar), <strong>extirpando o inciso II do mesmo art. 5&ordm;<\/strong>, viola o princ&iacute;pio da legalidade e desdiz a vigente <strong>Carta Magna<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Explicita Gabba que o fim da irretroatividade &eacute; coibir a a&ccedil;&atilde;o nefasta, poderosa, irresist&iacute;vel, predadora das oscila&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e os <strong>caprichos dos inquilinos do poder<\/strong>.(&quot;eles&quot;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se n&atilde;o fora o anteparo garantidor e protetivo <strong>da intocabilidade do direito adquirido<\/strong>, do ato jur&iacute;dico perfeito e coisa julgada, o pilar constitucional da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica seria uma piada porque violado pelas ventanias extirpadoras de prerrogativas e garantias dispostas na Magna Lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ademais, tratando-se do novel instituto da <strong>ANISTIA<\/strong>, oriundo do sacrossanto direito a <strong>PRESUN&Ccedil;&Atilde;O DA ESTABILIDADE<\/strong>, garantida pela <strong>LSM <\/strong>(Lei do Servi&ccedil;o Militar) e <strong>RLSM <\/strong>(Regulamento da Lei do Servi&ccedil;o Militar)<strong> <\/strong>(31\/01\/1966), bem como no <strong>art. 54 <\/strong>da <strong>Lei n&ordm; 5.774, de 23\/12\/1971<\/strong>, no <strong>art. 50 <\/strong>da<strong> Lei n&ordm; 6.880, de 09\/12\/1980<\/strong>, mantida ainda no <strong>art. 15 do Decreto n&ordm; 87.119, de 20\/04\/82<\/strong>, o que &eacute; patrim&ocirc;nio individual e dispon&iacute;vel dos <strong>ex-CABOS DA FAB<\/strong>, deve ser exercido livremente pelo mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;No entanto,<strong> cortes&atilde;os do PODER, <\/strong>com base em nenhum dispositivo constitucional ou de lei infraconstitucional, mas, em confuso e inconstitucional regulamento, <strong>negam secamente o direito personal&iacute;ssimo &agrave; ANISTIA DOS PRA&Ccedil;AS DA FAB<\/strong>. A desculpa s&atilde;o os <strong>FACT&Oacute;DES<\/strong> criados de forma distorcida da hermen&ecirc;utica de que esse instituto constitucional hist&oacute;rico foi criado para amorda&ccedil;ar e engessar o administrado e n&atilde;o para proteg&ecirc;-lo contra a&ccedil;&otilde;es de leis ou atos do Estado contra o indefeso cidad&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas <strong>perip&eacute;cias de alguns burocratas do PODER contrap&otilde;em-se as reiteradas decis&otilde;es<\/strong> dos Tribunais Regionais Federais, do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a e do Supremo Tribunal Federal, alicer&ccedil;adas nos mais respeit&aacute;veis doutrinadores brasileiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em suma: fica dif&iacute;cil, sen&atilde;o imposs&iacute;vel,<strong> LITIGAR <\/strong>serenamente com tamanha incongru&ecirc;ncia ou, por que n&atilde;o dizer, <strong>burrice cavalar de alguns pseudo-exegetas<\/strong> que arrostam poder e exalam ignor&acirc;ncia interpretativa e decis&oacute;ria, <strong>manipulando verdades constitucionais e HIST&Oacute;RICAS em desfavor <\/strong>daqueles que escolheram a FOR&Ccedil;A A&Eacute;REA BRASILEIRA (FAB) para seguir carreira em busca de seus sonhos, os quais foram expulsos da FAB por ato nocivo e inferior, atualmente submetidos aos <strong>caprichos dos SENHORES do poder<\/strong>, como se fossem submisso a eles o Deus Sol ou donos da verdade absoluta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333300;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/max_leite_32x48.jpg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"max_leite_32x48\" class=\"alignnone size-full wp-image-5812\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/max_leite_32x48.jpg\" title=\"max_leite_32x48\" width=\"32\" \/><\/a><br \/>\n\t&Eacute; como tamb&eacute;m v&ecirc;<strong> MAX LEITE<\/strong><\/span><span style=\"color: #333300;\">.<br \/>\n\t<strong>Ex-Cabo da FAB v&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64 <\/strong><br \/>\n\tEmail:<strong> <a href=\"mailto:maxleit@oi.com.br\" rel=\"nofollow\">maxleit@oi.com.br<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><strong>(Texto adaptado do original da lavra do Dr. Adalberto Targino Procurador corregedor-geral do Estado\/PGE e membro da Academia de Letras Jur&iacute;dicas do RN (<a href=\"mailto:ceaf_pge@rn.gov.br\">ceaf_pge@rn.gov.br<\/a>))<\/strong><\/h5>\n<p>Clique <a href=\"http:\/\/recebierepasso.files.wordpress.com\/2012\/06\/ato-jurc3addico-perfeito-um-direito-do-cidadc3a3o.pdf\"><strong>aqui<\/strong><\/a> para conhecer o texto original.<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Postado por Gilvan Vanderlei<br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ato jur&iacute;dico perfeito: um direito do cidad&atilde;o &nbsp; O brasileiro, segundo Ruy Barbosa, infelizmente, &nbsp;segue pela toada. 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