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{"id":12520,"date":"2012-06-18T12:25:21","date_gmt":"2012-06-18T15:25:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=12520"},"modified":"2012-06-18T15:56:58","modified_gmt":"2012-06-18T18:56:58","slug":"da-agencia-brasil-ministerio-da-justica-ja-anulou-133-anistias-politicas-concedidas-a-ex-cabos-da-fab","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2012\/06\/da-agencia-brasil-ministerio-da-justica-ja-anulou-133-anistias-politicas-concedidas-a-ex-cabos-da-fab\/","title":{"rendered":"Da Ag\u00eancia Brasil &#8211; Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a j\u00e1 anulou 133 anistias pol\u00edticas concedidas a ex-Cabos da FAB"},"content":{"rendered":"<p><strong>18\/06\/2012 &#8211; 10h41<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/cardozo_abr\u00e3o-430x310.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-12522\" height=\"310\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/cardozo_abr\u00e3o-430x310.jpg\" title=\"cardozo_abr\u00e3o-430x310\" width=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/cardozo_abr\u00e3o-430x310.jpg 430w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/cardozo_abr\u00e3o-430x310-300x216.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/a><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto\/justica\" title=\"\">Justi&ccedil;a<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Alex Rodrigues<br \/>\n\tRep&oacute;rter Ag&ecirc;ncia Brasil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bras&iacute;lia &#8211; Em apenas quatro meses, o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a&nbsp;anulou 133 anistias pol&iacute;ticas concedidas a ex-cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB), desligados durante a ditadura militar (1964-1985). Ao todo, o grupo de trabalho interministerial criado para verificar se, de fato, os ex-pra&ccedil;as licenciados foram alvo de persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, <strong>dever&aacute; revisar 2.574 processos<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O atual processo de revis&atilde;o dos benef&iacute;cios concedidos desde 2001 pela Comiss&atilde;o Nacional de Anistia, ligada ao minist&eacute;rio, come&ccedil;ou em 16 de fevereiro de 2011, com a <a href=\"http:\/\/www.in.gov.br\/visualiza\/index.jsp?data=16\/02\/2011&amp;jornal=1&amp;pagina=60&amp;totalArquivos=144\">publica&ccedil;&atilde;o da Portaria Interministerial n&ordm; 134<\/a>. O texto &eacute;&nbsp;assinado pelo ministro da Justi&ccedil;a, Jos&eacute; Eduardo Cardozo, e pelo ent&atilde;o advogado-geral da Uni&atilde;o substituto, Fernando Luiz Albuquerque Faria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perguntado pela <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil<\/strong> sobre por que a revis&atilde;o n&atilde;o &eacute; feita pela pr&oacute;pria Comiss&atilde;o de Anistia, o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a respondeu que o objetivo &eacute; dar imparcialidade ao processo. A reportagem tentou, sem sucesso, ouvir a opini&atilde;o do presidente da comiss&atilde;o, o secret&aacute;rio nacional de Justi&ccedil;a, Paulo Abr&atilde;o J&uacute;nior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dos 154 processos j&aacute; analisados, em apenas tr&ecirc;s casos o status de anistiado foi mantido. Dezoito processos acabaram sendo exclu&iacute;dos da revis&atilde;o por n&atilde;o se enquadrarem nos objetivos do grupo de trabalho, criado para tratar exclusivamente dos efeitos da Portaria n&ordm; 1.104 GM3, de outubro de 1964.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerada pelo plen&aacute;rio da Comiss&atilde;o de Anistia como um &ldquo;<strong>ato de exce&ccedil;&atilde;o de natureza pol&iacute;tica<\/strong>&rdquo; que visava a &quot;<strong>renovar a corpora&ccedil;&atilde;o como estrat&eacute;gia militar, evitando que a homog&ecirc;nea mobiliza&ccedil;&atilde;o de cabos eclodisse em movimentos considerados subversivos<\/strong>&quot;, conforme documento do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), a portaria do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica limitou a perman&ecirc;ncia dos cabos na ativa ao m&aacute;ximo de oito anos ininterruptos. Ao fim desse prazo, os que n&atilde;o haviam alcan&ccedil;ado outra gradua&ccedil;&atilde;o passaram a ser automaticamente desligados, sem direito&nbsp;a remunera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At&eacute; a publica&ccedil;&atilde;o da norma, aqueles que atingiam oito anos de servi&ccedil;o podiam pedir sucessivos reengajamentos. Embora n&atilde;o fosse um direito adquirido, a pr&aacute;tica atendia &agrave;s necessidades de m&atilde;o de obra especializada da pr&oacute;pria FAB. E o pra&ccedil;a, por sua vez, conquistava estabilidade empregat&iacute;cia quando completava dez anos de servi&ccedil;o, podendo progredir na carreira militar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2003, ao responder &agrave; consulta feita pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, a Advocacia-Geral da Uni&atilde;o (AGU) concluiu que a Portaria n&ordm; 1.104 &quot;<strong>n&atilde;o configura, genericamente, um ato de exce&ccedil;&atilde;o<\/strong>&quot;, especialmente para os militares que ingressaram na FAB ap&oacute;s a sua edi&ccedil;&atilde;o, &quot;<strong>devendo a motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica do desligamento ser verificada pela an&aacute;lise de cada caso<\/strong>&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo assim, para o presidente da <strong>Associa&ccedil;&atilde;o dos Anistiados e Anistiandos do Nordeste<\/strong> (Asane), <strong>Marcos Sena<\/strong>, a publica&ccedil;&atilde;o da portaria foi uma &quot;<strong>retalia&ccedil;&atilde;o tardia<\/strong>&quot; &agrave; participa&ccedil;&atilde;o de alguns ent&atilde;o militares em movimentos reivindicat&oacute;rios que aconteceram antes do golpe de mar&ccedil;o de 1964. Principalmente por ter sido usada para justificar o desligamento de pessoas que haviam ingressado na FAB antes mesmo de a norma ter sido publicada, abortando a carreira de milhares de pra&ccedil;as que, segundo Sena, n&atilde;o tiveram direito &agrave; defesa. De acordo com ele,&nbsp;<span style=\"color:#800000;\"><strong>&eacute; o caso dos 495 ex-cabos cuja anistia foi revogada em 2004<\/strong><\/span> por uma portaria do ent&atilde;o ministro da Justi&ccedil;a, M&aacute;rcio Thomaz Bastos, sob a justificativa de que os ex-militares n&atilde;o podiam alegar terem sido prejudicados por uma norma que j&aacute; estava em vigor quando ingressaram na for&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde a &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (12), a reportagem aguarda a resposta do Comando da Aeron&aacute;utica sobre o quanto a Uni&atilde;o dever&aacute; economizar com a suspens&atilde;o do pagamento dos benef&iacute;cios aos 133 anistiados cujos processos j&aacute; foram anulados.&nbsp;No passado, a FAB chegou a dizer&nbsp;que a Portaria n&ordm; 1.104 teve mero car&aacute;ter administrativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; o Minist&eacute;rio da Defesa, por meio de sua assessoria, limitou-se a dizer que cumprir&aacute; as decis&otilde;es do grupo interministerial, sem comentar as raz&otilde;es do processo de revis&atilde;o. No Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, al&eacute;m do presidente da Comiss&atilde;o Nacional de Anistia, Paulo Abr&atilde;o, a <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil <\/strong>tamb&eacute;m n&atilde;o teve resposta para o pedido de entrevista com Rayanna Lemes Werneck Rodrigues, servidora do gabinete do ministro que preside os trabalhos do grupo interministerial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Edi&ccedil;&atilde;o: Juliana Andrade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tags:<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/comando-da-aeronautica-0\" title=\"\">Comando da Aerona&uacute;tica <\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/comissao-de-anistia\" title=\"\">Comiss&atilde;o de Anistia<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/forca-aerea-brasileira\" title=\"\">For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto\/justica\" title=\"\">Justi&ccedil;a<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/ministerio-da-defesa\" title=\"\">Minist&eacute;rio da Defesa<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/ministerio-da-justica\" title=\"\">Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/anistia-politica\" title=\"\">anistia pol&iacute;tica<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/ditadura-militar\" title=\"\">ditadura militar<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/ex-cabos\" title=\"\">ex-cabos<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/fab\" title=\"\">fab<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/grupo-de-trabalho-interministerial\" title=\"\">grupo de trabalho interministerial<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/portaria\" title=\"\">portaria<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/assunto-galeria\/revisao\" title=\"\">revis&atilde;o<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>&raquo; Leia tamb&eacute;m:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/noticia\/2011-02-23\/governo-discute-revisao-de-ansitia-para-ex-cabos-da-fab\">Governo discute revis&atilde;o de ansitia para ex-cabos da FAB<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/noticia\/2011-02-17\/ex-cabos-da-fab-querem-garantir-direito-indenizacao-por-perseguicao-durante-ditadura-militar\">Ex-cabos da FAB querem garantir direito &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o por persegui&ccedil;&atilde;o durante a ditadura militar<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Postado por Gilvan Vanderlei<br \/>\n\tEx-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>18\/06\/2012 &#8211; 10h41 Justi&ccedil;a Alex Rodrigues Rep&oacute;rter Ag&ecirc;ncia Brasil Bras&iacute;lia &#8211; Em apenas quatro meses, o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a&nbsp;anulou 133 anistias pol&iacute;ticas concedidas a ex-cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB), desligados durante a ditadura militar (1964-1985). 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