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{"id":12452,"date":"2012-06-16T11:42:11","date_gmt":"2012-06-16T14:42:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?p=12452"},"modified":"2012-06-16T20:02:33","modified_gmt":"2012-06-16T23:02:33","slug":"secretario-nacional-de-justica-ataca-conservadorismo-do-poder-judiciario-durante-palestra-sobre-justica-de-transicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/2012\/06\/secretario-nacional-de-justica-ataca-conservadorismo-do-poder-judiciario-durante-palestra-sobre-justica-de-transicao\/","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio em S\u00e3o Paulo &#8211; &#8220;Secret\u00e1rio nacional de Justi\u00e7a ataca conservadorismo do Poder Judici\u00e1rio, durante palestra sobre justi\u00e7a de transi\u00e7\u00e3o&#8221;"},"content":{"rendered":"<div dir=\"ltr\" style=\"text-align: left;\" trbidi=\"on\">\n<div dir=\"ltr\" style=\"text-align: left;\" trbidi=\"on\">\n<div class=\"data\" style=\"text-align: justify;\">15.junho.2012 22:01:04<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Ao abrir, na&nbsp;noite de quinta-feira, 14,&nbsp;o semin&aacute;rio Direito &agrave; Verdade, Informa&ccedil;&atilde;o, Mem&oacute;ria e Cidadania, em S&atilde;o Paulo, o secret&aacute;rio nacional de Justi&ccedil;a, Paulo Abr&atilde;o criticou duramente o Poder Judici&aacute;rio. Na avalia&ccedil;&atilde;o do advogado, que tamb&eacute;m preside a Comiss&atilde;o de Anistia, enquanto o Legislativo e o Executivo se empenham em levar adiante&nbsp;tarefas destinadas a facilitar o processo de justi&ccedil;a de transi&ccedil;&atilde;o, o Judici&aacute;rio se omite.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Indiretamente, ele se referia a duas quest&otilde;es: a aceita&ccedil;&atilde;o pelo Supremo Tribunal Federal (STF), da Lei da Anistia de 1979; e a recusa sistem&aacute;tica de ju&iacute;zes a pedidos feitos pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) para processar&nbsp;agentes de Estado envolvidos com viola&ccedil;&otilde;es de direitos humanos no&nbsp;regime militar.&nbsp;O Judici&aacute;rio tem uma d&iacute;vida pol&iacute;tica com a sociedade brasileira, segundo Abr&atilde;o, por sua atua&ccedil;&atilde;o na ditadura.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Onde estavam os ju&iacute;zes quando ocorriam pris&otilde;es arbitr&aacute;rias? Quem foram os ju&iacute;zes que negaram habeas corpus aos presos pol&iacute;ticos criminalizados pela ditadura? A acusa&ccedil;&atilde;o e o enquadramento na LSN dos perseguidos pol&iacute;ticos eram feitas por promotores civis, n&atilde;o militares. Esse poder tamb&eacute;m tem que promover um acerto de contas com a sociedade&rdquo;, afirmou.<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/pauloabrao_430x500.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-12465\" height=\"500\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/pauloabrao_430x500.jpg\" title=\"pauloabrao_430x500\" width=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/pauloabrao_430x500.jpg 430w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/pauloabrao_430x500-258x300.jpg 258w, https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/pauloabrao_430x500-387x450.jpg 387w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Abr&atilde;o conclamou a sociedade a se mobilizar pela revis&atilde;o da Lei da Anistia de 1979 e disse que a Comiss&atilde;o da Verdade n&atilde;o ser&aacute; o &uacute;ltimo passo na justi&ccedil;a de transi&ccedil;&atilde;o. Na avalia&ccedil;&atilde;o dele, o resultado do trabalho iniciado agora para esclarecer fatos ocorridos na ditadura vai estimular a&ccedil;&otilde;es judiciais contra agentes de Estado.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Ao final de sua longa exposi&ccedil;&atilde;o, no audit&oacute;rio Franco Montoro, na Assembleia, o secret&aacute;rio foi aplaudido de p&eacute;. O semin&aacute;rio, que se prolonga pelo fim de semana, &eacute; promovido com o apoio da Comiss&atilde;o Estadual da Verdade, presidida pelo deputado Adriano Diogo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A seguir, alguns dos principais trechos da palestra do&nbsp;titular da Secretaria Nacional de Justi&ccedil;a, que &eacute; subordinada ao Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>A&Ccedil;&Otilde;ES JUDICIAIS.<\/b> &ldquo;A Comiss&atilde;o da Verdade n&atilde;o veio para botar uma pedra em cima da hist&oacute;ria. Muito pelo contr&aacute;rio. A Comiss&atilde;o da Verdade poder&aacute; gerar novos efeitos no campo da repara&ccedil;&atilde;o, novas mem&oacute;rias e, quem sabe, potencializar os mecanismos de Justi&ccedil;a. Ningu&eacute;m poder&aacute; impedir que o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal, no exerc&iacute;cio de suas fun&ccedil;&otilde;es, tenha acesso &agrave; documenta&ccedil;&atilde;o produzida pela comiss&atilde;o para ingressar com a&ccedil;&otilde;es.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>CULTURA DO SIL&Ecirc;NCIO.<\/b> Vivemos um novo momento hist&oacute;rico, que chamo da terceira fase da luta pela anistia. Ele &eacute; demarcado por duas leis, a de acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o e a que cria a Comiss&atilde;o da Verdade. As duas atingem o &acirc;mago de uma cultura instalada h&aacute; muito tempo, a cultura do sil&ecirc;ncio e do sigilo. Nunca sistematizamos informa&ccedil;&otilde;es sobre a escravid&atilde;o, a dizima&ccedil;&atilde;o dos povos ind&iacute;genas, a guerra do Paraguai. &Eacute; a primeira vez na hist&oacute;ria que &eacute; criado um &oacute;rg&atilde;o de estado para sistematizar um conjunto de viola&ccedil;&otilde;es. Isso rompe com a cultura de n&atilde;o enfrentamento e projeta para o futuro a imagem de uma sociedade que sabe se organizar e resistir contra a opress&atilde;o.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>VIOL&Ecirc;NCIA.<\/b> A ditadura brasileira foi muito violenta ao impor uma cultura do medo. &Eacute; por causa disso que, tardiamente, quase trinta anos ap&oacute;s iniciado o processo de redemocratiza&ccedil;&atilde;o, s&oacute; agora temos condi&ccedil;&otilde;es de instalar uma Comiss&atilde;o da Verdade.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>SOB CONTROLE.<\/b> Vivemos no Brasil uma transi&ccedil;&atilde;o pactuada, controlada, distinta da Argentina, onde a transi&ccedil;&atilde;o se deu por ruptura, onde as for&ccedil;as militares sa&iacute;ram desmoralizadas diante de uma crise econ&ocirc;mica e, depois, pelo epis&oacute;dio das Malvinas. No Brasil n&atilde;o houve essa ruptura. Nossa caracter&iacute;stica &eacute; a dita transi&ccedil;&atilde;o lenta, gradual e segura, que est&aacute; posta at&eacute; hoje. E o marco jur&iacute;dico fundante dessa transi&ccedil;&atilde;o controlada &eacute; a Lei de Anistia de 1979. &Eacute; por isso que toda e qualquer vez que quisermos discutir justi&ccedil;a de transi&ccedil;&atilde;o, repara&ccedil;&otilde;es, comiss&atilde;o da verdade, ser&aacute; inafast&aacute;vel discutir a dimens&atilde;o da anistia.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>ROMPIMENTO.<\/b> &ldquo;A ruptura com a transi&ccedil;&atilde;o controlada &eacute; uma tarefa da sociedade do presente.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>PACTO.<\/b> &ldquo;O Congresso que aprovou a Lei da Anistia de 1979 era um congresso controlado. Um ter&ccedil;o de seus senadores eram bi&ocirc;nicos <i>(indicados diretamente pelo Executivo)<\/i> . O conceito deles de anistia n&atilde;o era o mesmo conceito de liberdade que existia na sociedade. O prop&oacute;sito deles era o esquecimento e a impunidade. Discordo da ideia de que foi um momento de pacto da sociedade brasileira. O projeto apresentado pelo governo foi aprovado por 212 votos a 206. E vem me dizer que houve pacto? Que pacto?&rdquo;<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/blogs.estadao.com.br\/roldao-arruda\/files\/2012\/06\/anistia3.jpg\" rel=\"\" style=\"\" target=\"\" title=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-1369\" height=\"360\" src=\"http:\/\/blogs.estadao.com.br\/roldao-arruda\/files\/2012\/06\/anistia3.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"430\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>BATALHA JUR&Iacute;DICA<\/b>. No campo da cultura jur&iacute;dica a expans&atilde;o do pensamento conservador &eacute; mais hegem&ocirc;nica que nos outros dois poderes. O Judici&aacute;rio &eacute; concebido para ser mais conservador, ter menos muta&ccedil;&atilde;o que outros poderes. Mas n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que, nesse momento de grande mobiliza&ccedil;&atilde;o em favor da mem&oacute;ria, da verdade, da justi&ccedil;a, de defesa e dissemina&ccedil;&atilde;o dos valores democr&aacute;ticos, enquanto o Poder Executivo e o Legislativo cumprem suas fun&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o haja tamb&eacute;m a participa&ccedil;&atilde;o do Poder Judici&aacute;rio. N&atilde;o apenas pela concep&ccedil;&atilde;o do papel do Estado, mas, fundamentalmente, pelo reconhecimento de que tamb&eacute;m esse poder precisa se democratizar l&aacute; dentro. At&eacute; porque ele tamb&eacute;m tem uma d&iacute;vida pol&iacute;tica com a sociedade, pelo papel que cumpriu na ditadura militar. Onde estavam os ju&iacute;zes quando ocorriam pris&otilde;es arbitr&aacute;rias? Quem foram os ju&iacute;zes que negaram habeas corpus aos presos pol&iacute;ticos criminalizados pela ditadura? A acusa&ccedil;&atilde;o e o enquadramento na LSN dos perseguidos pol&iacute;ticos eram feitas por promotores civis, n&atilde;o militares. Esse poder tamb&eacute;m tem que promover um acerto de contas com a sociedade.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>RECADO AOS GENOCIDAS.<\/b> Os nossos juristas n&atilde;o conhecem, n&atilde;o aplicam, n&atilde;o fundamentam suas decis&otilde;es no direito internacional. Isso &eacute; p&eacute;ssimo, porque deixamos de fazer parte de um processo civilizat&oacute;rio inaugurado no p&oacute;s-guerra, com os tribunais internacionais. Foi quando compreendemos que, se deixarmos os genoc&iacute;dios, as torturas, as execu&ccedil;&otilde;es sum&aacute;rias e os desaparecimentos de pessoas se generalizarem, estamos pondo em risco a esp&eacute;cie humana. Houve um pacto p&oacute;s segunda guerra, com novas bases &eacute;ticas, o reconhecimento dos crimes de lesa humanidade. O contr&aacute;rio dessa tese &eacute; a formula&ccedil;&atilde;o da regra de ouro do autoritarismo, com a seguinte mensagem: ditadores do futuro, genocidas do futuro, algozes das democracias, fa&ccedil;am o que quiserem, quando tiverem o poder. S&oacute; n&atilde;o esque&ccedil;am de, antes de sair, aprovarem uma lei perdoando a voc&ecirc;s mesmos. Se fizerem isso, podem dormir tranquilos.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>A &iacute;ntegra da palestra do presidente da Comiss&atilde;o da Anistia pode ser vista pelo YouTube. Para a primeira parte basta <a href=\"http:\/\/mail.uol.com.br\/main#selectedfolder=INBOX&amp;uid=MTQ3MDY\">clicar aqui<\/a>. A segunda pode ser obtida&nbsp;neste <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=E-QPv98p8J0&amp;feature=youtu.be\">novo&nbsp;clique<\/a>.<\/b><\/div>\n<p>Fonte: <strong><a href=\"http:\/\/blogs.estadao.com.br\/roldao-arruda\/secretario-nacional-de-justica-ataca-conservadorismo-do-poder-judiciario-durante-palestra-sobre-justica-de-transicao\/\">Site ESTADAO.COM.BR<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Postado por Gilvan Vanderlei<br \/>\n\t\tEx-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<br \/>\n\t\tE-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/h6>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>15.junho.2012 22:01:04 &nbsp; Ao abrir, na&nbsp;noite de quinta-feira, 14,&nbsp;o semin&aacute;rio Direito &agrave; Verdade, Informa&ccedil;&atilde;o, Mem&oacute;ria e Cidadania, em S&atilde;o Paulo, o secret&aacute;rio nacional de Justi&ccedil;a, Paulo Abr&atilde;o criticou duramente o Poder Judici&aacute;rio. 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