<br />
<b>Warning</b>:  file_exists(): open_basedir restriction in effect. File(core/post-comments) is not within the allowed path(s): (/home/militarpos64/:/tmp:/opt/remi/php72/root/usr/share:/usr/local/php/7.2/lib/php:/usr/share:/etc/pki/tls/certs:./:/dev/urandom) in <b>/home/militarpos64/www/wp-includes/blocks.php</b> on line <b>763</b><br />
{"id":4843,"date":"2011-04-05T17:31:07","date_gmt":"2011-04-05T20:31:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/?page_id=4843"},"modified":"2014-11-21T17:06:17","modified_gmt":"2014-11-21T20:06:17","slug":"jurisprudencias","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/jurisprudencias\/","title":{"rendered":"Jurisprud\u00eancias"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #800000;\"><strong>O PORQU&Ecirc;, &ldquo;CABOS DA AERON&Aacute;UTICA &#8211; P&Oacute;S 1964&rdquo;<br \/>\n\tTAMB&Eacute;M T&Ecirc;M DIREITO A ANISTIA POL&Iacute;TICA<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">*-*<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em que pese &agrave;s argumenta&ccedil;&otilde;es protelat&oacute;rias do <strong>COMAER<\/strong> e do <strong>MINIST&Eacute;RIO DA JUSTI&Ccedil;A<\/strong> contr&aacute;rias ao direito dos Cabos, os pra&ccedil;as incorporadas ap&oacute;s a vig&ecirc;ncia da <strong>Portaria 1.104GM3\/64<\/strong>, que ingressaram na FAB, j&aacute; sob a &eacute;gide de uma <strong>NORMA DE EXCE&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>, ficaram desde logo sob a <strong>NORMA EXCEPCIONAL<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A seguir, os argumentos apresentados, foram extra&iacute;dos dos <strong>VOTOS<\/strong> e <strong>DECIS&Otilde;ES<\/strong> que j&aacute; estavam consagrados no JUDICI&Aacute;RIO e outros sumulados na <strong>COMISS&Atilde;O DE ANISTIA<\/strong>, atrav&eacute;s da Compet&ecirc;ncia Legal, anteriores &agrave;s <strong>NOTAS PRELIMINARES<\/strong> da Advocacia Geral da Uni&atilde;o &#8211; <strong>AGU<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>Portaria 1.104GM3<\/strong> de 12 de outubro de 1964, para essas<strong> PRA&Ccedil;AS<\/strong>, foi mais uma entre tantas regulamenta&ccedil;&otilde;es previstas na carreira militar, apresentando irregularidade de <strong>EXCE&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>, <strong>V&Iacute;CIO<\/strong> e <strong>FALHA<\/strong> que a tornou <strong>ILEG&Iacute;TIMA<\/strong>, <strong>ILEGAL<\/strong> ou <strong>INAPLIC&Aacute;VEL<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ademais, para essas <strong>PRA&Ccedil;AS<\/strong>, diante do enunciado do Plen&aacute;rio da Comiss&atilde;o cabe a alega&ccedil;&atilde;o de que foram punidos ou sofreram preju&iacute;zo por motiva&ccedil;&atilde;o exclusivamente pol&iacute;tica &ndash; condi&ccedil;&atilde;o essencial para que se reconhe&ccedil;a o direito &agrave; anistia, apontada no caput do Art. 2&ordm; da <strong>MP n&ordm; 65\/2002<\/strong>, de 25 de agosto de 2002, posteriormente transformada na <strong>Lei 10.559\/2002<\/strong>, em 13 de novembro de 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao se decidirem por incorporar &agrave; For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira, os Pra&ccedil;as eram cientes <strong>DAS NORMAS INTERNAS DE EXCE&Ccedil;&Atilde;O<\/strong> ent&atilde;o vigentes, e, <strong>POR SER OBRIGAT&Oacute;RIO, &Agrave; ESSAS NORMAS SE SUBMETERAM<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; de f&aacute;cil verifica&ccedil;&atilde;o, da an&aacute;lise das normas ent&atilde;o vigentes citadas, a <strong>MOTIVA&Ccedil;&Atilde;O EXCLUSIVAMENTE POL&Iacute;TICA<\/strong> para os, tamb&eacute;m, incorporados ap&oacute;s a vig&ecirc;ncia da <strong>Portaria 1.104GM3\/64<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>S&uacute;mula Administrativa n&ordm; 2002.07.0003-CA<\/strong>, aprovada pelo Plen&aacute;rio desta Comiss&atilde;o de Anistia no dia 16 de julho de 2002, declarou o seguinte:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #800000;\"><strong>&ldquo;A Portaria n&ordm; 1.104, de 12 de outubro de 1964, expedida pelo Senhor Ministro de Estado da Aeron&aacute;utica, &eacute; ato de exce&ccedil;&atilde;o, de natureza exclusivamente pol&iacute;tica&rdquo;. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com base na referida S&uacute;mula, a Comiss&atilde;o j&aacute; reconheceu o direito a Anistia aos Cabos incorporados &agrave; FAB anteriormente &agrave; vig&ecirc;ncia da Portaria 1.104GM3\/64, por considerar que, amparados pela <strong>Portaria n&ordm; 570GM3\/54<\/strong>, de 23 de novembro de 1954, a eles estariam assegurados reengajamentos sucessivos &#8211; <strong>at&eacute; que se completasse o tempo de servi&ccedil;o que garantiria ESTABILIDADE na carreira militar. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas ora, se a <strong>Portaria 1.104GM3\/64<\/strong> j&aacute; foi considerada ATO DE EXCE&Ccedil;&Atilde;O DE NATUREZA EXCLUSIVAMENTE POL&Iacute;TICA por esta Comiss&atilde;o de Anistia, obviamente, todos aqueles atingidos por ela, <strong>e que por isso tenham sofrido preju&iacute;zo em suas atividades profissionais, <\/strong>T&Ecirc;M DIREITO A ANISTIA E AOS BENEF&Iacute;CIOS DELA DECORRENTES.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N&atilde;o h&aacute; que se restringir esse direito aos incorporados anteriormente &agrave; sua edi&ccedil;&atilde;o. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>UM ATO DE EXCE&Ccedil;&Atilde;O DE NATUREZA EXCLUSIVAMENTE POL&Iacute;TICA<\/strong>, se assim foi considerado, <strong>DEVE S&Ecirc;-LO PARA QUALQUER PESSOA <\/strong>que por ele tenha sido <strong>ATINGIDA, EM QUALQUER TEMPO <\/strong>&#8211; n&atilde;o havendo que se limitar a concess&atilde;o de benef&iacute;cios a condi&ccedil;&otilde;es outras, visto que isso <strong>SIGNIFICARIA PRIVILEGIAR, DE FORMA INFUNDADA, ALGUNS ANISTIANDOS.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>Portaria 1.104GM3<\/strong>, de 12 de outubro de 1964, portou-se na linha do <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>N&Atilde;O RECONHECIMENTO DA ESTABILIDADE COMO DIREITO<\/strong><\/span>, entretanto, a partir do <strong>Decreto-Lei n&ordm; 1.029<\/strong>, de 21 de outubro de 1969, Art. 52, al&iacute;nea &ldquo;b&rdquo;, <strong>FICA RECONHECIDO COMO DIREITO ESSA ESTABILIDADE<\/strong>, a qual <strong>VEIO SER CONFIRMADA <\/strong>pela <strong>Lei n&ordm; 5.774<\/strong>, de 23 de dezembro de 1971, <strong>SEPULTANDO DE VEZ O TEMA <\/strong>&ndash; conforme Art. 54, inciso III, al&iacute;nea &ldquo;a&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, <strong>N&Atilde;O RESTAM D&Uacute;VIDAS<\/strong> de que a<strong> Portaria 1.104GM3<\/strong>, de 12 de outubro de 1964, de fato <strong>FOI REVOGADA POR NORMA DE HIERARQUIA SUPERIOR<\/strong> &ndash; conforme <strong>Decreto-Lei n&ordm; 1.029<\/strong> de 21 de outubro de 1969 &ndash; <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>O QUE FICOU RATIFICADO <\/strong><\/span>pela<strong> Lei n&ordm; 5.774<\/strong>, de 23 de dezembro de 1971, n&atilde;o de forma expressa, mas por dispor de forma diversa, contr&aacute;ria e incompat&iacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tal regra est&aacute; disposta no Art. 2&deg;, &sect; 1&deg; e &sect; 2&deg; da Lei de Introdu&ccedil;&atilde;o ao C&oacute;digo Civil (CC), no sentido da inefic&aacute;cia da referida Portaria frente ao <strong>Decreto n&deg; 68.951<\/strong>, de 19 de julho de 1971, <strong>INSTRUMENTO QUE VEIO MANDAR APROVEITAR OS CABOS.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, a <strong>EFIC&Aacute;CIA<\/strong> da <strong>Portaria 1.104GM3<\/strong>, de outubro de 1964, <strong>S&Oacute; PODERIA PERDURAR AT&Eacute; A EDI&Ccedil;&Atilde;O <\/strong>do <strong>Decreto n&ordm; 68.951<\/strong>, de 19 de julho de 1971, que <strong>VEIO MANDAR APROVEITAR<\/strong> no Quadro Complementar de Terceiros Sargentos (QCSA) <strong>OS CABOS DA ATIVA<\/strong> da Aeron&aacute;utica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse <strong>Decreto n&ordm; 68.951<\/strong>, de 19 de julho de 1971, veio se reportar ao Art. 52, letra &ldquo;b&rdquo;, do Decreto Lei n&ordm; 1.029, de outubro de 1969, que <strong>ESTABELECE A ESTABILIDADE COMO DIREITO DOS CABOS<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, <strong>TODOS AQUELES CABOS QUE INCORPORARAM NA F.A.B. AT&Eacute; A DATA DO DECRETO N&ordm; 68.951<\/strong> &ndash; de 19 de julho de 1971 &ndash; <strong>&Eacute; QUE TERIAM A POSSIBILIDADE DE SEREM APROVEITADOS <\/strong>no Quadro Complementar de Terceiros Sargentos da Aeron&aacute;utica (QC\/SA) e, evidente, a partir da&iacute;, os novos incorporados se sujeitariam as novas regras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Somente os n&eacute;scios n&atilde;o entendem dessa forma. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Salvo Melhor Ju&iacute;zo.<\/p>\n<p><strong>Gilvan VANDERLEI <\/strong><br \/>\n\tEX\/APM\/ASANE<br \/>\n\tWebmaster do Portal<br \/>\n\t<strong><a href=\"http:\/\/mailto:gvlima@terra.com.br\" target=\"_self\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #800000;\">REVIS&Atilde;O DAS PORTARIAS DOS CABOS DA FAB PRE\/64 (Anistiados h&aacute; mais de 9 anos)<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia 16\/02\/2011, quarta-feira, foi publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, a <strong>Portaria Interministerial n&ordm; 134<\/strong>, em que o Ministro da Justi&ccedil;a, Jos&eacute; Eduardo Cardoso, pediu a revis&atilde;o dos requerimentos de anistia de 2.530 cabos da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB) que tiveram os processos aprovados na Comiss&atilde;o de Anistia por terem sido afastados pela Portaria 1.104\/64, durante a ditadura militar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis&atilde;o publicada prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o de um Grupo de Trabalho Interministerial composta por nove (9) integrantes, sendo cinco (5) membros do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e quatro (4) membros indicados pelo Consultor Geral da Uni&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;<strong>O procedimento de revis&atilde;o das anistias ser&aacute; efetuado pela averigua&ccedil;&atilde;o individual dos casos inicialmente a partir de um crit&eacute;rio geogr&aacute;fico que reflita um contexto pol&iacute;tico empiricamente relevante e posteriormente um conjunto de crit&eacute;rios formulados pelo Grupo de Trabalho que qualifiquem presun&ccedil;&atilde;o de que o interessado fora atingido por motivos pol&iacute;ticos.<\/strong>&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) ter&aacute; compet&ecirc;ncia para todos os atos necess&aacute;rios relativos &agrave; revis&atilde;o dos requerimentos de anistia que, a exemplo do que j&aacute; ocorreu no passado, poder&atilde;o ser anulados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar dos anos e incessantes buscas dos seus direitos, mais uma vez os anistiados da Aeron&aacute;utica passam por mais este rev&eacute;s, visto que a maioria das portarias j&aacute; tem mais de cinco anos, e se n&atilde;o bastasse a interven&ccedil;&atilde;o do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), a Comiss&atilde;o de Anistia (CA) acaba por sujeitar os anistiados a se socorrerem do Poder Judici&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja na &iacute;ntegra o conte&uacute;do da <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Portaria Interministerial<\/strong><\/span> com a rela&ccedil;&atilde;o dos anistiados que ter&atilde;o seus requerimentos submetidos ao procedimento de revis&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #800000;\">CLIQUE ABAIXO PARA VISUALIZAR AS PORTARIAS, POR P&Aacute;GINAS PUBLICADAS DO D.O.U.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT01.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 01<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT02.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 02<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT03.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 03<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT04.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 04<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT05.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 05<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT06.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 06<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT07.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 07<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT08.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 08<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT09.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 09<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT10.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 10<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT11.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 11<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT12.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 12<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORT13.PDF\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA 13<\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.lucchesiadvocacia.com.br\/docs\/PORTARIA.rar\">CLIQUE AQUI E BAIXE TODA A PUBLICA&Ccedil;&Atilde;O<\/a><\/strong><br \/>\n\t<span style=\"color: #ffffff;\"><span style=\"color: #000000;\">(Zipado).<\/span><\/span><br \/>\n\t<strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter\" height=\"76\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/Relat\u00f3rio-CEANISTI-2010.gif\" title=\"Clique na imagem para ler o \u201cRelat\u00f3rio Final\u201d da CEANISTI, de 08.12.2010, enviado por of\u00edcio ao Relator da ADPF\/158 \u2013 Ministro Gilmar Mendes, do STF.\" width=\"200\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.scribd.com\/doc\/54743297\" style=\"margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;\" title=\"View ADPF-158 on Scribd\">ADPF-158<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/teste13.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"teste13\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4875\" height=\"115\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/teste13.jpg\" title=\"teste13\" width=\"300\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"color: #333300;\">OUTRAS JURISPRUD&Ecirc;NCIAS&#8230;<\/span><\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong><a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Sem t\u00edtulo\" class=\"alignnone size-full wp-image-4941\" height=\"152\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Sem-t\u00edtulo.jpg\" title=\"Sem t\u00edtulo\" width=\"204\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Prezado Usu&aacute;rio FABIANO,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Nova vit&oacute;ria.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abra&ccedil;os,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"serur_neueschwander23\" class=\"alignnone size-full wp-image-4872\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/serur_neueschwander231.jpg\" title=\"serur_neueschwander23\" width=\"32\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong><strong>Alexandre de Vasconcelos*<\/strong><\/strong><\/p>\n<h6><strong>*(<strong>Alexandre Augusto Santos de Vasconcelos<\/strong> &eacute; advogado pela UNICAP e especializou-se em Direito P&uacute;blico pela UFPE. e-mail de contatos: <a href=\"mailto:aasvasconcelos@hotmail.com\">aasvasconcelos@hotmail.com<\/a>)<\/strong><\/h6>\n<p><strong><strong>STJ &#8211; 2&ordm; TURNO<\/strong><\/strong><\/p>\n<hr size=\"2\" \/>\n<p><strong>CLIENTE: ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr size=\"2\" \/>\n<p><strong>DI&Aacute;RIO: <strong>788 <\/strong> DATA DA DIVULGA&Ccedil;&Atilde;O: <strong>08\/04\/2011 <\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DATA DA CIRCULA&Ccedil;&Atilde;O (PUBLICA&Ccedil;&Atilde;O): <strong>11\/04\/2011<\/strong> IN&Iacute;CIO DE PRAZO: <strong>12\/04\/2011<\/strong><\/strong><\/p>\n<hr size=\"2\" \/>\n<p><strong><span style=\"color: #000080;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">1&ordf; P&Aacute;GINA<\/span><\/strong><\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Superior Tribunal De Justi&ccedil;a &#8211; Lei Federal 11.419<\/span><\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>(1176)<br \/>\n\t<strong>EDcl no RE nos EDcl no MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 15.238 &#8211; DF (2010\/0079825-1)<\/strong><br \/>\n\tEMBARGANTE : <strong>UNI&Atilde;O<\/strong><br \/>\n\tPROCURADORES : ARNALDO PEREIRA DE ANDRADE SEGUNDO<br \/>\n\tKARLA VIVIANE LOUREIRO TOZIM<br \/>\n\tEMBARGADO : <strong>JOS&Eacute; URBANO CORREIA DO AMARAL<\/strong><br \/>\n\tADVOGADOS : <strong>ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS<\/strong> E OUTRO(S)<br \/>\n\t<strong>BRUNO DE ALBUQUERQUE BAPTISTA E OUTRO(S)<\/strong><br \/>\n\tINTERES. : MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><strong>DECIS&Atilde;O<\/strong><strong> <\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Trata-se de embargos de declara&ccedil;&atilde;o opostos pela UNI&Atilde;O em face de r. despacho proferido pela Vice-Presid&ecirc;ncia desta e. Corte, &agrave; fl. 697, que determinou o sobrestamento do feito at&eacute; a an&aacute;lise, pelo e. Supremo Tribunal Federal, do RE n.&ordm; 553.710 RG\/DF, encaminhado como representativo da controv&eacute;rsia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alega a embargante que, al&eacute;m da quest&atilde;o alusiva &agrave; repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica a anistiado pol&iacute;tico, tamb&eacute;m se discutiu no recurso extraordin&aacute;rio a decad&ecirc;ncia da impetra&ccedil;&atilde;o, <span style=\"color: #800000;\">&quot;o que n&atilde;o ocorre naquele encaminhado como representativo da controv&eacute;rsia&quot; <\/span>(fl. 704). Assim, entende ser necess&aacute;ria a manifesta&ccedil;&atilde;o acerca da tese diversa da contida naquele recurso encaminhado como representativo de controv&eacute;rsia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&Eacute; o relat&oacute;rio.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Decido.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N&atilde;o se verifica no r. despacho de sobrestamento qualquer omiss&atilde;o, contradi&ccedil;&atilde;o ou obscuridade que ensejem a oposi&ccedil;&atilde;o de embargos de declara&ccedil;&atilde;o. Ausentes os requisitos do art. 535 do C&oacute;digo de Processo Civil, s&atilde;o incab&iacute;veis os embargos declarat&oacute;rios que buscam, a pretexto de ocorr&ecirc;ncia de omiss&atilde;o, obter a reforma do r. decisum embargado.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com efeito, nos termos do art. 543-B do CPC, quando houver multiplicidade de recursos com fundamento em id&ecirc;ntica controv&eacute;rsia, a an&aacute;lise da repercuss&atilde;o geral ser&aacute; processada pelo e. Supremo Tribunal Federal, devendo os tribunais de origem sobrestar os demais recursos at&eacute; o pronunciamento definitivo da e. Corte Suprema.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Regimento Interno do e. Supremo Tribunal Federal, em seu art. 328-A, caput, assim preceitua:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><strong><span style=\"color: #800000;\">&quot;Art. 328-A. Nos casos previstos no art. 543-B, caput, do C&oacute;digo de Processo Civil, o Tribunal de origem n&atilde;o emitir&aacute; ju&iacute;zo de admissibilidade sobre os recursos extraordin&aacute;rios j&aacute; sobrestados, nem sobre os que venham a ser interpostos, at&eacute; que o Supremo Tribunal Federal decida os que tenham sido selecionados nos termos do &sect; 1&ordm; daquele artigo&quot; <\/span><\/strong>(Atualizado com a introdu&ccedil;&atilde;o da Emenda Regimental n. 23\/2008).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nesse sentido, a teor do referido dispositivo, n&atilde;o haver&aacute; ju&iacute;zo de admissibilidade de recursos extraordin&aacute;rios que dependam da solu&ccedil;&atilde;o que vier a ser dada pelo e. Supremo Tribunal Federal a um daqueles recursos j&aacute; admitidos como representativos da controv&eacute;rsia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Esse &eacute; o caso dos autos, pois o <strong>MS 11.709\/PR<\/strong>, que deu origem ao <strong>RE n.&ordm; 553.710<\/strong><strong> RG\/DF<\/strong>, versa sobre quest&otilde;es jur&iacute;dicas id&ecirc;nticas &agrave;s ora suscitadas, quais sejam, decad&ecirc;ncia do direito de impetrar o mandado de seguran&ccedil;a e repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica a anistiado pol&iacute;tico.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Assim, segundo a nova sistem&aacute;tica da repercuss&atilde;o geral, n&atilde;o haver&aacute; qualquer ju&iacute;zo de admissibilidade do recurso extraordin&aacute;rio ora interposto, &#8211; inclusive quanto &agrave; tese de decad&ecirc;ncia da impetra&ccedil;&atilde;o -, enquanto o e. Supremo Tribunal Federal n&atilde;o analisar o recurso admitido como representativo da controv&eacute;rsia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ante o exposto, rejeito os embargos de declara&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>P. e I.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bras&iacute;lia (DF), 05 de abril de 2011.<br \/>\n\tMINISTRO FELIX FISCHER<br \/>\n\tVice-Presidente<\/strong><\/p>\n<h5><strong><em>Superior Tribunal de Justi&ccedil;a<\/em><br \/>\n\tDI&Aacute;RIO DA JUSTI&Ccedil;A ELETR&Ocirc;NICO<br \/>\n\tEdi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 788 &#8211; Bras&iacute;lia, disponibiliza&ccedil;&atilde;o Sexta-feira, 8 de Abril de 2011, publica&ccedil;&atilde;o Segunda-feira, 11 de Abril de 2011.<\/strong><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"color: #333300;\">NOVAS JURISPRUD&Ecirc;NCIAS&#8230;<\/span><\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong><a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Sem t\u00edtulo\" class=\"alignnone size-full wp-image-4941\" height=\"152\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Sem-t\u00edtulo.jpg\" title=\"Sem t\u00edtulo\" width=\"204\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Prezado Usu&aacute;rio FABIANO,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Mais vit&oacute;rias.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abra&ccedil;os,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"serur_neueschwander23\" class=\"alignnone size-full wp-image-4872\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/serur_neueschwander231.jpg\" title=\"serur_neueschwander23\" width=\"32\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong><strong>Alexandre de Vasconcelos*<\/strong><\/strong><\/p>\n<h6><strong>*(<strong>Alexandre Augusto Santos de Vasconcelos<\/strong> &eacute; advogado pela UNICAP e especializou-se em Direito P&uacute;blico pela UFPE. e-mail de contatos: <a href=\"mailto:aasvasconcelos@hotmail.com\">aasvasconcelos@hotmail.com<\/a>)<\/strong><\/h6>\n<p><strong><strong>STJ &#8211; 2&ordm; TURNO<\/strong><\/strong><\/p>\n<hr size=\"2\" \/>\n<p><strong>CLIENTE: ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr size=\"2\" \/>\n<p><strong>DI&Aacute;RIO: <strong>786 <\/strong> DATA DA DIVULGA&Ccedil;&Atilde;O: <strong>06\/04\/2011 <\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DATA DA CIRCULA&Ccedil;&Atilde;O (PUBLICA&Ccedil;&Atilde;O): <strong>07\/04\/2011<\/strong> IN&Iacute;CIO DE PRAZO: <strong>08\/04\/2011<\/strong><\/strong><\/p>\n<hr size=\"2\" \/>\n<p><strong><span style=\"color: #000080;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">1&ordf; P&Aacute;GINA<\/span><\/strong><\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Superior Tribunal De Justi&ccedil;a &#8211; Lei Federal 11.419<\/span><\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>(191)<\/strong><\/p>\n<p><strong>EDcl no RE nos EDcl no MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 15.255 &#8211; DF (2010\/0079903-4)<\/strong><\/p>\n<p><strong>EMBARGANTE : UNI&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p><strong>PROCURADOR : PERM&Iacute;NIA DIAS CARNEIRO<\/strong><\/p>\n<p><strong>EMBARGADO : GILSON MATIAS DE SOUZA<\/strong><\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">ADVOGADO: ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS<\/span><\/strong> E OUTRO(S)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DECIS&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Trata-se de embargos de declara&ccedil;&atilde;o opostos pela UNI&Atilde;O em face de despacho proferido pela Vice-Presid&ecirc;ncia desta e. Corte (fl. 588), por meio do qual se determinou o sobrestamento do feito, at&eacute; a an&aacute;lise, pelo e. Supremo Tribunal Federal, do RE n.&ordm; 553.710\/DF, encaminhado como representativo da controv&eacute;rsia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alega a embargante que, al&eacute;m da quest&atilde;o alusiva &agrave; repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica a anistiado pol&iacute;tico, tamb&eacute;m se discutiu, no recurso extraordin&aacute;rio interposto, a prescri&ccedil;&atilde;o e a decad&ecirc;ncia da impetra&ccedil;&atilde;o, &quot;ausente naquele encaminhado como representativo da controv&eacute;rsia&quot; (fl. 594). Assim, entende ser necess&aacute;ria a manifesta&ccedil;&atilde;o deste e. Tribunal Superior acerca da tese diversa da supostamente contida no recurso representativo da controv&eacute;rsia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&Eacute; o relat&oacute;rio.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Decido.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com efeito, no despacho de sobrestamento ora impugnado, n&atilde;o se verifica qualquer omiss&atilde;o, contradi&ccedil;&atilde;o ou obscuridade que justifiquem a oposi&ccedil;&atilde;o de embargos de declara&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ausentes os requisitos do art. 535 do C&oacute;digo de Processo Civil, incab&iacute;veis os aclarat&oacute;rios nos quais se pretenda, a pretexto da ocorr&ecirc;ncia de omiss&atilde;o, obter a reforma do decisum objurgado.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sem embargo, nos termos do art. 543-B do CPC, quando houver multiplicidade de recursos com fundamento em id&ecirc;ntica controv&eacute;rsia, a an&aacute;lise da repercuss&atilde;o geral ser&aacute; processada pelo e. Supremo Tribunal Federal, devendo os tribunais de origem sobrestar os demais recursos at&eacute; o pronunciamento definitivo da e. Corte Suprema.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Regimento Interno do e. STF, em seu art. 328-A, caput, assim preceitua, verbis:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&quot;Art. 328-A. Nos casos previstos no art. 543-B, caput, do C&oacute;digo de Processo Civil, o Tribunal de origem n&atilde;o emitir&aacute; ju&iacute;zo de admissibilidade sobre os recursos extraordin&aacute;rios j&aacute; sobrestados, nem sobre os que venham a ser interpostos, at&eacute; que o Supremo Tribunal Federal decida os que tenham sido selecionados nos termos do &sect; 1&ordm; daquele artigo&quot; (Atualizado com a introdu&ccedil;&atilde;o da Emenda Regimental n. 23\/2008).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conforme se extrai expressamente do referido dispositivo, n&atilde;o haver&aacute; ju&iacute;zo de admissibilidade de recursos extraordin&aacute;rios que dependam da solu&ccedil;&atilde;o que vier a ser dada pelo e. Supremo Tribunal Federal a recurso j&aacute; admitido como representativo da controv&eacute;rsia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&Eacute;, pois, esse o caso dos presentes autos, sabendo-se que o MS 11.709\/PR, que dera origem ao RE n.&ordm; 553.710 RG\/DF, versava sobre quest&otilde;es jur&iacute;dicas id&ecirc;nticas &agrave;quelas que ora se suscitam, quais sejam: a decad&ecirc;ncia do direito de impetrar o mandado de seguran&ccedil;a e a repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do anistiado pol&iacute;tico.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ante o exposto, rejeito os embargos de declara&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>P. e I.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bras&iacute;lia (DF), 04 de abril de 2011.<\/strong><\/p>\n<p><strong>MINISTRO FELIX FISCHER<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vice-Presidente<\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000080;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">3&ordf; P&Aacute;GINA<\/span><\/strong><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Superior Tribunal De Justi&ccedil;a &#8211; Lei Federal 11.419<\/span><\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>(507)<\/strong><\/p>\n<p><strong>EDcl no MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 15.237 &#8211; DF (2010\/0079821-4)<\/strong><\/p>\n<p><strong>RELATOR : MINISTRO LUIZ FUX<\/strong><\/p>\n<p><strong>EMBARGANTE : UNI&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p><strong>PROCURADOR : ADVOGACIA-GERAL DA UNI&Atilde;O &#8211; AGU<\/strong><\/p>\n<p><strong>EMBARGADO : SEVERINO DOS RAMOS CORIOLANO DA SILVA<\/strong><\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">ADVOGADO : ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS<\/span><\/strong> E OUTRO(S)<\/strong><\/p>\n<p><strong>EMENTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O. PRETENS&Atilde;O DE REEXAME DE MAT&Eacute;RIA DE M&Eacute;RITO (ANISTIA. CIVIS. ATO OMISSIVO. LEGITIMIDADE PASSIVA DO MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR&Ccedil;AMENTO E GEST&Atilde;O. DECAD&Ecirc;NCIA. N&Atilde;O CONFIGURADA. EFEITOS FINANCEIROS RETROATIVOS DA REPARA&Ccedil;&Atilde;O ECON&Ocirc;MICA. ADEQUA&Ccedil;&Atilde;O DA VIA ELEITA. OBRIGA&Ccedil;&Atilde;O DE FAZER. PREVIS&Atilde;O OR&Ccedil;AMENT&Aacute;RIA. LIQUIDEZ E CERTEZA DO DIREITO. ADES&Atilde;O AO TERMO DE ACORDO. FACULDADE DO ANISTIADO). INOBSERV&Acirc;NCIA DAS EXIG&Ecirc;NCIAS DO ART. 535, E INCISOS, DO CPC.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. O inconformismo, que tem como real escopo a pretens&atilde;o de reformar o <strong>decisum<\/strong><strong>,<\/strong> n&atilde;o h&aacute; como prosperar, porquanto inocorrentes as hip&oacute;teses de omiss&atilde;o, contradi&ccedil;&atilde;o, obscuridade ou erro material, sendo invi&aacute;vel a revis&atilde;o em sede de embargos de declara&ccedil;&atilde;o, em face dos estreitos limites do art. 535 do CPC. Precedentes da Corte Especial: AgRg nos EDcl nos EREsp 693.711\/RS, DJ 06.03.2008; EDcl no AgRg no MS 12.792\/DF, DJ 10.03.2008 e EDcl no AgRg nos EREsp 807.970\/DF, DJ 25.02.2008<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. Ademais, o magistrado n&atilde;o est&aacute; obrigado a rebater, um a um, os argumentos trazidos pela parte, desde que os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar a decis&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. A pretens&atilde;o de revis&atilde;o do julgado, em manifesta pretens&atilde;o infringente, revela-se inadmiss&iacute;vel, em sede de embargos, quando o aresto recorrido assentou que:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. A impetra&ccedil;&atilde;o de <strong>mandamus<\/strong> contra ato omissivo de natureza continuada, como ocorre no descumprimento de determina&ccedil;&atilde;o de pagamento de repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, com efeitos retroativos (Lei 10.559\/02), n&atilde;o se subsume aos efeitos da decad&ecirc;ncia. Precedentes do STJ: MS 11.159\/DF, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 02\/08\/2010; MS 11.282\/DF, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 07\/12\/2009; e MS 14.355\/DF, PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 19\/11\/2009.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. O Mandado de Seguran&ccedil;a impetrado contra ato omissivo da autoridade coatora quanto ao cumprimento integral de Portaria que determina o pagamento de repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, com efeitos retroativos (Lei 10.559\/02), n&atilde;o configura substituto de a&ccedil;&atilde;o de cobran&ccedil;a, mas, ao rev&eacute;s, meio id&ocirc;neo ao cumprimento de ato administrativo legal e leg&iacute;timo, consoante concluiu o E. STF, no julgamento do RE n.&ordm; 24.953\/DF, Rel. Min. Carlos Velloso, publicado no DJ de 01.10.2004.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><strong>(&#8230;)<\/strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6. O direito l&iacute;quido e certo ampar&aacute;vel na via mandamental, no caso concreto, resultou demonstrado em raz&atilde;o da abertura de cr&eacute;ditos ao Minist&eacute;rio do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o no valor de R$ 347.760.393,00 para o pagamento de &quot;Indeniza&ccedil;&atilde;o a Anistiados Pol&iacute;ticos &#8211; (Lei n&ordm; 10.559, DE 13\/11\/2002)&quot; e no valor de R$ 301.080.000,00 para o &quot;Pagamento de Valores Retroativos a Anistiados Pol&iacute;ticos Civis nos termos da Lei n&ordm; 11.354, de 19\/10\/2006&quot;, consoante se verifica do Anexo II da Lei n&ordm; 12.214, de 26 de janeiro de 2009, Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria de 2010, LOA-2010 , o que revela a exist&ecirc;ncia de dota&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria, coadjuvado pelo transcurso do prazo encartado no &sect; 4&ordm;, do art. 12, da Lei n.&ordm; 10.559\/2002, uma vez que o ato concessivo de anistia, Portaria do Ministro da Justi&ccedil;a n&ordm; 1.690, publicado no DOU em 02.12.2002 (fl. 24), n&atilde;o foi integralmente cumprido pela autoridade apontada coatora, merc&ecirc; da implementa&ccedil;&atilde;o apenas do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica mensal, demonstram a presen&ccedil;a do direito l&iacute;quido e certo da impetrante de n&atilde;o se ver exclu&iacute;da da referida destina&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria em raz&atilde;o de n&atilde;o ter aderido ao &quot;Termo de Ades&atilde;o&quot; regulamentado pela Lei 11.354\/2006. Precedentes do STJ: MS 14344\/DF, PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 02\/08\/2010; MS 14705\/DF, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 10\/05\/2010.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4. Embargos de Declara&ccedil;&atilde;o rejeitados.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AC&Oacute;RD&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vistos, relatados e discutidos estes autos, os Ministros da PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a acordam, na conformidade dos votos e das notas taquigr&aacute;ficas a seguir, por unanimidade, rejeitar os embargos de declara&ccedil;&atilde;o, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Castro Meira, Arnaldo Esteves Lima, Humberto Martins, Herman Benjamin, Mauro Campbell Marques, Benedito Gon&ccedil;alves, Cesar Asfor Rocha e Hamilton Carvalhido votaram com o Sr. Ministro Relator.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bras&iacute;lia (DF), 23 de fevereiro de 2011(Data do Julgamento)<\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000080;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">4&ordf; P&Aacute;GINA<\/span><\/strong><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Superior Tribunal De Justi&ccedil;a &#8211; Lei Federal 11.419<\/span><\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>(511)<\/strong><\/p>\n<p><strong>EDcl no MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 15.394 &#8211; DF (2010\/0102227-6)<\/strong><\/p>\n<p><strong>RELATOR : MINISTRO LUIZ FUX<\/strong><\/p>\n<p><strong>EMBARGANTE : UNIAO<\/strong><\/p>\n<p><strong>PROCURADOR : ADVOGACIA-GERAL DA UNI&Atilde;O &#8211; AGU<\/strong><\/p>\n<p><strong>EMBARGADO : DILMA MARIA COSTA LINS<\/strong><\/p>\n<p><strong><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">ADVOGADO : ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS<\/span><\/strong> E OUTRO(S)<\/strong><\/p>\n<p><strong>EMENTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O. OMISS&Atilde;O. CONTRADI&Ccedil;&Atilde;O. OBSCURIDADE. INEXIST&Ecirc;NCIA. EFEITOS INFRINGENTES. IMPOSSIBILIDADE. (PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. ANISTIA. MILITAR. ATO OMISSIVO. EFEITOS FINANCEIROS RETROATIVOS DA REPARA&Ccedil;&Atilde;O ECON&Ocirc;MICA. ADEQUA&Ccedil;&Atilde;O DA VIA ELEITA. OBRIGA&Ccedil;&Atilde;O DE FAZER. PREVIS&Atilde;O OR&Ccedil;AMENT&Aacute;RIA. LIQUIDEZ E CERTEZA DO DIREITO. ADES&Atilde;O AO TERMO DE ACORDO. FACULDADE DO ANISTIADO. REVOCA&Ccedil;&Atilde;O DA DECIS&Atilde;O DO TCU QUE TRATOU DA REVIS&Atilde;O DAS ANISTIAS J&Aacute; CONCEDIDAS )<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. O inconformismo que tem como real escopo a pretens&atilde;o de reformar o <em>decisum <\/em>n&atilde;o h&aacute; como prosperar, porquanto inocorrentes as hip&oacute;teses de omiss&atilde;o, contradi&ccedil;&atilde;o, obscuridade ou erro material, sendo invi&aacute;vel a revis&atilde;o em sede de embargos de declara&ccedil;&atilde;o, em face dos estreitos limites do art. 535 do CPC.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. Ademais, o magistrado n&atilde;o est&aacute; obrigado a rebater, um a um, os argumentos trazidos pela parte, desde que os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar a decis&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. A pretens&atilde;o de revis&atilde;o do julgado, em manifesta pretens&atilde;o infringente, revela-se inadmiss&iacute;vel, em sede de embargos, quando o <strong>decisum <\/strong>embargado assim concluiu:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. A decad&ecirc;ncia do <strong>mandamus <\/strong>contra ato omissivo de natureza continuada, como ocorre no descumprimento de determina&ccedil;&atilde;o de pagamento de repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, com efeitos retroativos (Lei 10.559\/02), afere-se a partir da &uacute;ltima parcela devida. Precedentes do STJ: MS 11.159\/DF, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 02\/08\/2010; MS 11.282\/DF, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 07\/12\/2009; e MS 14.355\/DF, PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 19\/11\/2009.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. O Mandado de Seguran&ccedil;a impetrado contra ato omissivo da autoridade coatora quanto ao cumprimento integral de Portaria que determina o pagamento de repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada, com efeitos retroativos (Lei 10.559\/02), n&atilde;o configura substituto de a&ccedil;&atilde;o de cobran&ccedil;a, mas, ao rev&eacute;s, meio id&ocirc;neo ao cumprimento de ato administrativo legal e leg&iacute;timo, consoante concluiu o E. STF, no julgamento do RE n.&ordm; 24.953\/DF, Rel. Min. Carlos Velloso, publicado no DJ de 01.10.2004,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. O pagamento dos retroativos ao anistiado, assim reconhecido por ato do Ministro da Justi&ccedil;a, se condiciona, &agrave; exist&ecirc;ncia de previs&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria, consoante o disposto no &sect; 4&ordm;, do art. 12, da Lei n.&ordm; 10.559\/2002: &quot;Art. 12. (&#8230;) &sect; 4&ordm; As requisi&ccedil;&otilde;es e decis&otilde;es proferidas pelo Ministro de Estado da Justi&ccedil;a nos processos de anistia pol&iacute;tica ser&atilde;o obrigatoriamente cumpridas no prazo de sessenta dias, por todos os &oacute;rg&atilde;os da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica e quaisquer outras entidades a que estejam dirigidas, ressalvada a disponibilidade or&ccedil;ament&aacute;ria.&quot;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4. <strong>In casu<\/strong>, o Mandado de Seguran&ccedil;a foi impetrado em 02.07.2010 (fl. 02), cujo pedido assim se exterioriza: &quot;Considerando que o falecido esposo da impetrante foi declarado anistiado pol&iacute;tico pela Terceira C&acirc;mara da Comiss&atilde;o de Anistia, com a posterior chancela do Ministro de Estado da Justi&ccedil;a que fez publicar a Portaria n.&ordm; 2.243\/2002 (doc. 02), reconhecendo a sua condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico, dando-lhe o direito a promo&ccedil;&atilde;o &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o de Suboficial com proventos de Segundo-Tenente, concedendo-lhe a repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em presta&ccedil;&atilde;o mensal, permanente e continuada no valor de R$ 3.375,00 (tr&ecirc;s mil, trezentos e setenta e cinco reais), com efeitos financeiros retroativos a partir de 07.12.1996 at&eacute; a data do julgamento em 05.09.2002, totalizando 68 (sessenta e oito) meses e 29 (vinte a nove dias), perfazendo um total de R$ 232.762,50 (duzentos e trinta e dois mil, setecentos e sessenta e dois reais e cinquenta centavos); &quot;a&quot; concess&atilde;o da seguran&ccedil;a, com o fito de determinar ao Ministro de Estado da Defesa o imediato cumprimento da Portaria n.&ordm; 2.243\/2002, que reconheceu a anistia pol&iacute;tica do falecido marido da impetrante, disponibilizando em seu favor a quantia de R$ 232.762,50 (duzentos e trinta e dois mil, setecentos e sessenta e dois reais e cinquenta centavos), a qual deve sofrer a devida corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria a ser acrescida de juros de mora legais.&quot;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5. O direito l&iacute;quido e certo ampar&aacute;vel na via mandamental, no caso concreto, resultou demonstrado em raz&atilde;o da abertura de cr&eacute;ditos ao Minist&eacute;rio do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o no valor de R$ 347.760.393,00 para o pagamento de &quot;Indeniza&ccedil;&atilde;o a Anistiados Pol&iacute;ticos &#8211; (Lei n&ordm; 10.559, DE 13\/11\/2002)&quot; e no valor de R$ 301.080.000,00 para o &quot;Pagamento de Valores Retroativos a Anistiados Pol&iacute;ticos Civis nos termos da Lei n&ordm; 11.354, de 19\/10\/2006&quot;, consoante se verifica do Anexo II da Lei n&ordm; 12.214, de 26 de janeiro de 2009, Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria de 2010, LOA-2010 o que revela a exist&ecirc;ncia de dota&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria, coadjuvado pelo transcurso do prazo encartado no &sect; 4&ordm;, do art. 12, da Lei n.&ordm; 10.559\/2002, uma vez que o ato concessivo de anistia, Portaria do Ministro da Justi&ccedil;a n&ordm; 2.243\/2002, n&atilde;o foi integralmente cumprido pela autoridade apontada coatora, merc&ecirc; da implementa&ccedil;&atilde;o apenas do pagamento da repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica mensal, demonstram a presen&ccedil;a do direito l&iacute;quido e certo da impetrante de n&atilde;o se ver exclu&iacute;da da referida destina&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria em raz&atilde;o de n&atilde;o ter aderido ao &quot;Termo de Ades&atilde;o&quot; regulamentado pela Lei 11.354\/2006. Precedentes do STJ: MS 14344\/DF, PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 02\/08\/2010; MS 14705\/DF, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, DJe 10\/05\/2010.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6. Ademais, consoante assentado por esta Egr&eacute;gia Se&ccedil;&atilde;o: &quot;A ades&atilde;o ao Termo para o pagamento na forma proposta na Lei n&ordm; 11.354\/2006 constitui mera faculdade do anistiado, uma vez que ningu&eacute;m pode ser compelido a aderir a acordo para o recebimento de valor a que faz jus de forma parcelada e\/ou em valor menor ao que teria direito, constituindo evidente abuso de poder o tratamento desigual aos igualmente anistiados, ampar&aacute;vel pelo Poder Judici&aacute;rio na via do mandado de seguran&ccedil;a, nos termos do artigo 5&ordm;, inciso LXIX, da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica&quot;(MS 14344\/DF).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>7. O Tribunal de Contas da Uni&atilde;o revogou a decis&atilde;o cautelar n.&ordm; 011.627\/2006-4, que tinha por objetivo revisar os processos de anistias j&aacute; concedidas, o que refor&ccedil;a a liquidez e certeza do direito vindicado no presente writ. (Precedentes: MS 14.712\/DF, Rel. Ministro FELIX FISCHER, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, julgado em 10\/02\/2010, DJe 14\/04\/2010; MS 13511\/DF, Rel. Ministra MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, julgado em 11\/02\/2009, DJe 20\/02\/2009; EDcl no MS 13576\/DF, Rel. Ministro FELIX FISCHER, TERCEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, julgado em 22\/04\/2009, DJe 25\/05\/2009)<\/strong><\/p>\n<p><strong>4. Embargos de declara&ccedil;&atilde;o rejeitados.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AC&Oacute;RD&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vistos, relatados e discutidos estes autos, os Ministros da PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a acordam, na conformidade dos votos e das notas taquigr&aacute;ficas a seguir, por unanimidade, rejeitar os embargos de declara&ccedil;&atilde;o, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Castro Meira, Arnaldo Esteves Lima, Humberto Martins, Herman Benjamin, Mauro Campbell Marques, Benedito Gon&ccedil;alves, Cesar Asfor Rocha e Hamilton Carvalhido votaram com o Sr. Ministro Relator.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bras&iacute;lia (DF), 23 de fevereiro de 2011(Data do Julgamento)<\/strong><\/p>\n<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/strong><\/p>\n<h5><strong><strong>Superior Tribunal de Justi&ccedil;a<\/strong><\/strong><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DI&Aacute;RIO DA JUSTI&Ccedil;A ELETR&Ocirc;NICO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 786 &#8211; Bras&iacute;lia, disponibiliza&ccedil;&atilde;o Quarta-feira, 6 de Abril de 2011, publica&ccedil;&atilde;o Quinta-feira, 7 de Abril de 2011.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Sem t\u00edtulo\" class=\"alignnone size-full wp-image-4941\" height=\"152\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Sem-t\u00edtulo.jpg\" title=\"Sem t\u00edtulo\" width=\"204\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Prezado Usu&aacute;rio FABIANO,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O STJ entendeu que, mesmo ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da <strong>Portaria Interministerial n.&ordm; 134\/2011,<\/strong> n&atilde;o h&aacute; raz&otilde;es para que o mandado de seguran&ccedil;a que visa o recebimento dos valores atrasados seja julgado improcedente.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ele n&atilde;o chega a falar expressamente da decad&ecirc;ncia, mas diz que o impetrante j&aacute; recebe a repara&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica h&aacute; mais de 6 anos.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N&atilde;o &eacute; das melhores, mas &eacute; uma decis&atilde;o importante.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Eis o inteiro teor do ac&oacute;rd&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abra&ccedil;os,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/serur_neueschwander231.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"serur_neueschwander23\" class=\"alignnone size-full wp-image-4872\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/serur_neueschwander231.jpg\" title=\"serur_neueschwander23\" width=\"32\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><strong>Alexandre de Vasconcelos*<\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/p>\n<h6><strong>*(<strong>Alexandre Augusto Santos de Vasconcelos<\/strong> &eacute; advogado pela UNICAP e especializou-se em Direito P&uacute;blico pela UFPE. e-mail de contatos: <a href=\"mailto:aasvasconcelos@hotmail.com\">aasvasconcelos@hotmail.com<\/a>)<\/strong><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>.<\/strong><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><strong><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"10\">&nbsp;<\/td>\n<td><strong>Superior Tribunal de Justi&ccedil;a<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Revista Eletr&ocirc;nica de Jurisprud&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"right\"><a href=\"https:\/\/ww2.stj.jus.br\/websecstj\/cgi\/revista\/REJ.cgi\/ITA?seq=1048083&amp;nreg=201001022304&amp;dt=20110404&amp;formato=HTML\">Imprimir <\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><strong>EDcl nos EDcl no MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 15.396 &#8211; DF (2010&frasl;0102230-4)<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\"><strong>RELATOR<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\"><strong>:<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\"><strong>MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\">EMBARGANTE<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\">:<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\">UNI&Atilde;O<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\">PROCURADOR<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\">:<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\">ADVOCACIA-GERAL DA UNI&Atilde;O &#8211; AGU<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\">EMBARGADO<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\">:<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\">JOS&Eacute; FERNANDES DA ROCHA FILHO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\">ADVOGADO<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\">:<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\">ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS E OUTRO(S)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>EMENTA<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ADMINISTRATIVO. EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O NOS EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O NO MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. ANISTIA POL&Iacute;TICA. FATO NOVO. N&Atilde;O OCORR&Ecirc;NCIA. EMBARGOS REJEITADOS.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Inexistente comprova&ccedil;&atilde;o de ato concreto de revis&atilde;o da anistia concedida ao ora embargado, a simples edi&ccedil;&atilde;o da Portaria Interministerial 134, de 16 de fevereiro de 2011, n&atilde;o &eacute; capaz de determinar a suspens&atilde;o ou extin&ccedil;&atilde;o do presente mandado de seguran&ccedil;a, no qual o embargado postula o cumprimento de portaria que reconheceu a sua condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. Embargos de declara&ccedil;&atilde;o rejeitados.<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>AC&Oacute;RD&Atilde;O<\/strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vistos, relatados e discutidos os autos em que s&atilde;o partes as acima indicadas, acordam os Ministros da PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, por unanimidade, rejeitar os embargos de declara&ccedil;&atilde;o, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Humberto Martins, Herman Benjamin, Mauro Campbell Marques, Benedito Gon&ccedil;alves, Cesar Asfor Rocha, Hamilton Carvalhido e Castro Meira votaram com o Sr. Ministro Relator.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bras&iacute;lia (DF), 23 de mar&ccedil;o de 2011(Data do Julgamento)<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong>MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Relator<\/strong><\/p>\n<p><strong><strong>EDcl nos EDcl no MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 15.396 &#8211; DF (2010&frasl;0102230-4)<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\"><strong>RELATOR<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\"><strong>:<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\"><strong>MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\">EMBARGANTE<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\">:<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\">UNI&Atilde;O<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\">PROCURADOR<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\">:<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\">ADVOGACIA-GERAL DA UNI&Atilde;O &#8211; AGU<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\">EMBARGADO<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\">:<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\">JOS&Eacute; FERNANDES DA ROCHA FILHO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"22%\">ADVOGADO<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"2%\">:<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"75%\">ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS E OUTRO(S)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>RELAT&Oacute;RIO<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><strong>MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA:<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Trata-se de embargos de declara&ccedil;&atilde;o nos embargos de declara&ccedil;&atilde;o no mandado de seguran&ccedil;a opostos pela UNI&Atilde;O contra ac&oacute;rd&atilde;o assim ementado (fl. 594e):<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ADMINISTRATIVO. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O NO MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. ANISTIA POL&Iacute;TICA. OMISS&Atilde;O. N&Atilde;O OCORR&Ecirc;NCIA. EFEITOS INFRINGENTES. REQUISITOS. EMBARGOS REJEITADOS.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Os embargos de declara&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m como objetivo sanear eventual obscuridade, contradi&ccedil;&atilde;o ou omiss&atilde;o existentes na decis&atilde;o recorrida. N&atilde;o ocorre omiss&atilde;o, contradi&ccedil;&atilde;o ou obscuridade no ac&oacute;rd&atilde;o embargado quando ele pronuncia-se de forma clara e precisa sobre a quest&atilde;o posta nos autos, assentando-se em fundamentos suficientes para embasar a decis&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. A possibilidade de atribui&ccedil;&atilde;o de efeitos infringentes ou modificativos a embargos de declara&ccedil;&atilde;o sobrev&eacute;m como resultado da presen&ccedil;a de omiss&atilde;o, obscuridade ou contradi&ccedil;&atilde;o, v&iacute;cios a serem corrigidos no ac&oacute;rd&atilde;o embargado, e n&atilde;o da simples interposi&ccedil;&atilde;o do recurso.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. Embargos de declara&ccedil;&atilde;o rejeitados.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sustenta a embargante, em s&iacute;ntese, a exist&ecirc;ncia de fato novo, consubstanciado na edi&ccedil;&atilde;o da Portaria Interministerial 134, de 16 de fevereiro de 2011, que determinou a instaura&ccedil;&atilde;o de revis&atilde;o de todas as anistias concedidas com fundamento na Portaria 1.104-GM3, como &eacute; o caso da anistia concedida ao ora embargado.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com isso, aduz que &quot;tem-se como insubsistente a pretens&atilde;o autoral, pelo que o presente <em>writ <\/em>cumpriria ser extinto sem resolu&ccedil;&atilde;o do m&eacute;rito, ou ainda ser denegado no m&eacute;rito&quot; (fl. 603e).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A parte embargada apresentou manifesta&ccedil;&atilde;o &agrave;s fls. 620&frasl;668e, na qual impugna a exist&ecirc;ncia do fato novo arguido pela embargante.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&Eacute; o relat&oacute;rio.<\/strong><\/p>\n<p><strong><strong>EDcl nos EDcl no MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A N&ordm; 15.396 &#8211; DF (2010&frasl;0102230-4)<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>EMENTA<\/strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ADMINISTRATIVO. EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O NOS EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O NO MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A. ANISTIA POL&Iacute;TICA. FATO NOVO. N&Atilde;O OCORR&Ecirc;NCIA. EMBARGOS REJEITADOS.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Inexistente comprova&ccedil;&atilde;o de ato concreto de revis&atilde;o da anistia concedida ao ora embargado, a simples edi&ccedil;&atilde;o da Portaria Interministerial 134, de 16 de fevereiro de 2011, n&atilde;o &eacute; capaz de determinar a suspens&atilde;o ou extin&ccedil;&atilde;o do presente mandado de seguran&ccedil;a, no qual o embargado postula o cumprimento de portaria que reconheceu a sua condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. Embargos de declara&ccedil;&atilde;o rejeitados.<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>VOTO<\/strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><strong>MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA (Relator):<\/strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conforme relatado, a embargante sustenta a exist&ecirc;ncia de fato novo, consistente na edi&ccedil;&atilde;o da Portaria Interministerial 134, de 16 de fevereiro de 2011, suficiente para a extin&ccedil;&atilde;o do mandado de seguran&ccedil;a ou &quot;suspens&atilde;o do presente processo at&eacute; que seja finalizado o processo de revis&atilde;o da anistia concedida&quot; (fl. 603e).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A embargante informa que, de acordo com a referida portaria, todas as anistias concedidas com fundamento na Portaria 1.104-GM3&frasl;64, como a que embasa a presente impetra&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o revistas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ocorre que, n&atilde;o obstante a iniciativa da embargante em revisar todas as anistias concedidas com base na Portaria 1.104-GM3&frasl;64, n&atilde;o h&aacute; nenhuma informa&ccedil;&atilde;o no sentido de que a portaria que reconheceu a condi&ccedil;&atilde;o do embargado de anistiado pol&iacute;tico (Portaria 1.627, de 6&frasl;7&frasl;04) tenha sido revogada ou que seus efeitos tenham sido suspensos por ato administrativo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ademais, a simples cria&ccedil;&atilde;o de grupo de estudo para revis&atilde;o das referidas anistias n&atilde;o induz, necessariamente, &agrave; conclus&atilde;o de que elas ser&atilde;o anuladas. Com efeito, conforme expressamente consignado na portaria indicada pela embargante como fato novo,&nbsp; apenas ser&atilde;o objeto de processo de anula&ccedil;&atilde;o aquelas que n&atilde;o se enquadrarem nas hip&oacute;teses previstas no Parecer AGU&frasl;CGU&frasl;ASNG 1&frasl;2011 (fl. 604e).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cumpre salientar que a quest&atilde;o referente ao alegado fato novo foi apreciada pela Primeira Se&ccedil;&atilde;o na sess&atilde;o de julgamento realizada em 23&frasl;2&frasl;11, tendo sido adotado o entendimento no sentido de que, &agrave; m&iacute;ngua de comprova&ccedil;&atilde;o de ato concreto de revis&atilde;o das anistias concedidas, a simples edi&ccedil;&atilde;o da Portaria Interministerial 134, de 16 de fevereiro de 2011, n&atilde;o seria capaz de determinar a suspens&atilde;o ou extin&ccedil;&atilde;o dos mandados de seguran&ccedil;a em que se postula o cumprimento de portaria concessiva de anistia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Al&eacute;m disso, tendo em vista que o impetrante aguarda h&aacute; mais de 6 anos o cumprimento da portaria que reconheceu a sua condi&ccedil;&atilde;o de anistiado pol&iacute;tico e que a a ordem pleiteada no presente <em>mandamus<\/em> foi concedida &agrave; unanimidade em julgamento realizado em 13&frasl;10&frasl;10, n&atilde;o h&aacute; motivos para acolher o pedido de extin&ccedil;&atilde;o ou suspens&atilde;o do presente <em>mandamus<\/em> at&eacute; que sejam conclu&iacute;das as revis&otilde;es anunciadas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ante o exposto, <strong>rejeito<\/strong> os embargos de declara&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&Eacute; o voto.<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>CERTID&Atilde;O DE JULGAMENTO<\/strong><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/strong><\/p>\n<p align=\"right\"><strong><strong>EDcl nos EDcl no<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"43%\">N&uacute;mero Registro: 2010&frasl;0102230-4<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"32%\">\n<p align=\"right\">&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PROCESSO ELETR&Ocirc;NICO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"25%\">\n<p align=\"right\"><strong>MS&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 15.396 &frasl; DF<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"100%\">\n<p align=\"right\">&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"280\">&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"52%\">PAUTA: 23&frasl;03&frasl;2011<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"48%\">\n<p align=\"right\">JULGADO: 23&frasl;03&frasl;2011<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"52%\">&nbsp;<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"48%\">\n<p align=\"right\">&nbsp;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><strong>Relator<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Exmo. Sr. Ministro&nbsp; <strong>ARNALDO ESTEVES LIMA<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Presidente da Sess&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Exmo. Sr. Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI<\/strong><\/p>\n<p><strong>Subprocurador-Geral da Rep&uacute;blica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Exmo. Sr. Dr. FLAVIO GIRON<\/strong><\/p>\n<p><strong>Secret&aacute;ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bela. Carolina V&eacute;ras<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>AUTUA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"20%\">IMPETRANTE<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"4%\">\n<p align=\"center\">:<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"76%\">JOS&Eacute; FERNANDES DA ROCHA FILHO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"20%\">ADVOGADO<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"4%\">\n<p align=\"center\">:<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"76%\">ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS E OUTRO(S)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"20%\">IMPETRADO<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"4%\">\n<p align=\"center\">:<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"76%\">MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"20%\">INTERES.<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"4%\">\n<p align=\"center\">:<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"76%\">UNI&Atilde;O<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>ASSUNTO: DIREITO ADMINISTRATIVO E OUTRAS MAT&Eacute;RIAS DE DIREITO P&Uacute;BLICO &#8211; Militar &#8211; Regime &#8211; Anistia Pol&iacute;tica<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>EMBARGOS DE DECLARA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"20%\">EMBARGANTE<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"4%\">\n<p align=\"center\">:<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"76%\">UNI&Atilde;O<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"20%\">PROCURADOR<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"4%\">\n<p align=\"center\">:<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"76%\">ADVOGACIA-GERAL DA UNI&Atilde;O &#8211; AGU<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"20%\">EMBARGADO<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"4%\">\n<p align=\"center\">:<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"76%\">JOS&Eacute; FERNANDES DA ROCHA FILHO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"20%\">ADVOGADO<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"4%\">\n<p align=\"center\">:<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"76%\">ALEXANDRE AUGUSTO SANTOS DE VASCONCELOS E OUTRO(S)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>CERTID&Atilde;O<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Certifico que a egr&eacute;gia PRIMEIRA SE&Ccedil;&Atilde;O, ao apreciar o processo em ep&iacute;grafe na sess&atilde;o realizada nesta data, proferiu a seguinte decis&atilde;o:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&quot;A Se&ccedil;&atilde;o, por unanimidade, rejeitou os embargos de declara&ccedil;&atilde;o, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.&quot;<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os Srs. Ministros Humberto Martins, Herman Benjamin, Mauro Campbell Marques, Benedito Gon&ccedil;alves, Cesar Asfor Rocha, Hamilton Carvalhido e Castro Meira votaram com o Sr. Ministro Relator.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"33%\">Documento: 1048083<\/td>\n<td width=\"34%\">\n<p align=\"center\">Inteiro Teor do Ac&oacute;rd&atilde;o<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"gvlima15_jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-4034\" height=\"48\" src=\"http:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/gvlima15_jpg.jpg\" title=\"gvlima15_jpg\" width=\"32\" \/><\/a><\/strong><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><strong>Postado por Gilvan Vanderlei<\/strong><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ex-Cabo da FAB &ndash; V&iacute;tima da Portaria 1.104GM3\/64<\/strong><\/p>\n<p><strong>E-mail <a href=\"mailto:gvlima@terra.com.br\">gvlima@terra.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>. O PORQU&Ecirc;, &ldquo;CABOS DA AERON&Aacute;UTICA &#8211; P&Oacute;S 1964&rdquo; TAMB&Eacute;M T&Ecirc;M DIREITO A ANISTIA POL&Iacute;TICA *-* Em que pese &agrave;s argumenta&ccedil;&otilde;es protelat&oacute;rias do COMAER e do MINIST&Eacute;RIO DA JUSTI&Ccedil;A contr&aacute;rias ao direito dos Cabos, os pra&ccedil;as incorporadas ap&oacute;s a vig&ecirc;ncia da Portaria 1.104GM3\/64, que ingressaram na FAB, j&aacute; sob a &eacute;gide de uma NORMA DE [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":283,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":6,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-4843","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4843","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/283"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4843"}],"version-history":[{"count":40,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4843\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24178,"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4843\/revisions\/24178"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.militarpos64.com.br\/sitev2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4843"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}